TELEFÓNICA, S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RELATÓRIO DE GESTÃO CORRESPONDENTES AO EXERCÍCIO DE 2008

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1 RELATÓRIO DE AUDITORÍA, DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RELATÓRIO DE GESTÃO DA TELEFÓNICA, S.A. CORRESPONDENTES AO EXERCÍCIO DE 2008

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5 TELEFÓNICA, S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RELATÓRIO DE GESTÃO CORRESPONDENTES AO EXERCÍCIO DE 2008

6 TELEFÓNICA, S.A. BALANÇO PATRIMONIAL DE ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO (Milhões de euros) ATIVO Notas 2008 ATIVO NÃO CIRCULANTE Imobilizado intangível 5 81 Marcas, patentes e licenças 4 Software 15 Outros intangíveis 62 Imobilizado tangível Terrenos e construções 178 Instalações técnicas e outros imobilizados tangíveis 207 Imobilizado em andamento e adiantamentos 19 Investimentos imobiliários Terrenos 65 Construções 271 Participações em empresas do Grupo e coligadas Investimentos Créditos com empresas do grupo e coligadas Outros ativos financeiros 24 Outras Participações Investimentos 383 Outros créditos 25 Ganhos com operações de derivativos Outros ativos financeiros 387 Imposto de renda diferido ativo ATIVO CIRCULANTE Contas a receber Participações em empresas do grupo e coligadas Créditos com empresas do Grupo e coligadas Ganhos com operações de derivativos 101 Outros ativos financeiros 28 Outras Participações Outros créditos 46 Ganhos com operações de derivativos Despesas do período seguinte 8 Disponibilidades 605 Caixa e equivalentes 605 TOTAL ATIVO As Notas 1 a 22 e o Anexo I são parte integrante deste balanço patrimonial 2

7 TELEFÓNICA, S.A. BALANÇO PATRIMONIAL DE ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO (Milhões de euros) PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Notas 2008 PATRIMÔNIO LÍQUIDO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social Ágio na emissão de ações Reservas Reserva Legal 984 Outras reservas Ações em tesouraria 11 (2.179) Resultado do exercício Dividendos declarados 3 (2.296) AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL 11 (151) Ativos financeiros disponíveis para a venda (229) Operações de cobertura ( hedge ) 78 PASSIVO NÃO CIRCULANTE Provisões 42 Outras provisões 42 Obrigações Obrigações e outros valores negociáveis Empréstimos e financiamentos Perdas com operações de derivativos Outros passivos financeiros 7 Obrigações com empresas do grupo e coligadas Imposto de renda diferido passivo PASSIVO CIRCULANTE Provisões 5 Obrigações Obrigações e outros valores negociáveis Empréstimos e financiamentos Perdas com operações de derivativos Obrigações com empresas do grupo e coligadas Fornecedores e outras contas a pagar 164 Receitas diferidas 2 TOTAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO E PASSIVO As Notas 1 a 22 e o Anexo I são parte integrante deste balanço patrimonial 3

8 TELEFÓNICA, S.A. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO (Milhões de euros) Notas 2008 Receita operacional líquida Prestações de serviços empresas do Grupo e coligadas 357 Prestações de serviços empresas fora do Grupo 6 Outras receitas operacionais Receitas acessórias e outras com empresas do Grupo e coligadas 93 Receitas acessórias e outras com empresas fora do Grupo 16 Despesas com pessoal 18.3 (167) Salários, remunerações e semelhantes (150) Encargos sociais (17) Outras despesas operacionais (384) Serviços de terceiros a empresas do Grupo e coligadas 18.5 (78) Serviços de terceiros a empresas fora do Grupo 18.5 (290) Tributos (16) Depreciação / Amortização 5, 6 e 7 (72) RESULTADO OPERACIONAL (151) Receitas financeiras De participações em instrumentos patrimoniais: Em empresas do Grupo e coligadas Em terceiros 41 De valores negociáveis e outros instrumentos financeiros: De empresas do Grupo e coligadas 891 De terceiros 160 Despesas financeiras 18.7 (3.027) Por obrigações com empresas do Grupo e coligadas (2.652) Por obrigações com terceiros (342) Por atualização de provisões (33) Variação do valor justo de instrumentos financeiros 5 Carteira de negociação e outros (6) Realização do resultado do exercício por ativos financeiros disponíveis para a venda 11 Variação cambial 18.8 (57) Desvalorização e resultado de alienações de Instrumentos financeiros 18.9 (4.219) Desvalorizações e prejuízos 8.2 (4.182) Resultado de alienações e outras (37) RESULTADO FINANCEIRO 929 RESULTADO ANTES DOS IMPOSTOS Imposto de renda RESULTADO DO EXERCÍCIO As Notas 1 a 22 e o Anexo I são parte integrante desta demonstração do resultado 4

9 TELEFÓNICA, S.A. DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO A) DEMONSTRAÇÃO DAS RECEITAS E DESPESAS RECONHECIDAS (RESULTADOS ABRANGENTES) (Milhões de euros) Notas 2008 Resultado do exercício (da demonstração do resultado) Receitas e despesas registradas diretamente ao patrimônio 11.2 (405) líquido Por avaliação de instrumentos financeiros: (390) Ativos financeiros disponíveis para a venda (390) Por hedges de fluxos de caixa (189) Efeito tributário 174 Transferências à demonstração do resultado Por avaliação de instrumentos financeiros: (11) Ativos financeiros disponíveis para a venda (11) Por hedges de fluxos de caixa 50 Efeito tributário (12) TOTAL DE RECEITAS E DESPESAS RECONHECIDAS As Notas 1 a 22 e o Anexo I são parte integrante desta demonstração das mutaçoes do patrimônio líquido. 5

10 TELEFÓNICA, S.A. B) DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO (Milhões de euros) Saldo Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2007 Capital social Ágio na emissão de ações Reservas Ações em tesouraria Resultados de exercícios anteriores Resultado do exercício Dividendos declarados Ajustes de avaliação patrimonial TOTAL (1.652) Efeito da primeira aplicação do PGC 2007 (Nota 2.b) (1.074) Saldo em 1º de janeiro de (1.074) (1.652) Total receitas e despesas reconhecidas (378) Operações com sócios ou proprietários (68) (1.136) (1.875) (1.105) - - (2.296) - (6.480) Reduções de capital (68) (1.136) Distribuição de dividendos - - (1.869) (2.296) - (4.165) Operações com ações em tesouraria (líquidas) - - (6) (2.309) (2.315) Destinação de resultados de exercícios anteriores (6.620) Outras variações do patrimônio líquido Saldo em 31 de dezembro de (2.179) (2.296) (151) As Notas 1 a 22 e o Anexo I são parte integrante desta demonstração das mutações do patrimônio líquido. 6

11 TELEFÓNICA, S.A. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CORRESPONDENTE AO EXERCÍCIO ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO (Milhões de euros) Notas 2008 A) FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Notas Resultado antes dos impostos 778 Ajustes no resultado do exercício: (857) Depreciação do Imobilizado 72 Lucro na alienação de sociedades consolidadas 8.1 (3) Provisão para desvalorização de participações em empresas do Grupo e associadas Provisão para desvalorização de participações em empresas fora do Grupo 1 Perdas procedentes do imobilizado financeiro, carteira de controle 39 Resultado financeiro líquido 18.6 e 18.7 (5.148) Variações no capital circulante (301) Contas a receber e outras contas a receber (250) Outros ativos circulantes (16) Fornecedores e outras contas a pagar (96) Outros passivos circulantes (4) Outros ativos e passivos não circulantes 65 Outros fluxos de caixa das atividades operacionais Pagamento líquido de juros (2.644) Recebimento de dividendos Recebimento/(pagamento) de imposto de renda B) FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO (762) Pagamentos de investimentos 20 (2.983) Recebimento de alienações de investimentos C) FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO (8.935) Pagamentos de instrumentos patrimoniais 11.a (2.224) Pagamentos de instrumentos de passivo financeiro 20 (2.547) Pagamentos de dividendos 11.d (4.165) D) EFEITO DAS VARIAÇÕES DAS TAXAS DE CÂMBIO 321 E) AUMENTO/(DIMINUIÇÃO) LÍQUIDO DE CAIXA E EQUIVALENTES (1.308) CAIXA E EQUIVALENTES NO INÍCIO DO PERÍODO CAIXA E EQUIVALENTES NO FINAL DO PERÍODO 605 As Notas 1 a 22 e o Anexo I são parte integrante desta demonstração de fluxos de caixa. 7

12 TELEFÓNICA, S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CORRESPONDENTES AO EXERCÍCIO ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (1) INTRODUÇÃO E INFORMAÇÕES GERAIS Telefónica, S.A. (doravante, indistintamente, Telefónica, a Sociedade ou a Companhia) é uma sociedade anônima mercantil, constituída por tempo indeterminado no dia 19 de abril de 1924, com a denominação social de Compañía Telefónica Nacional de España, S.A., sendo que a atual denominação social da Telefónica, S.A. vigora desde o mês de abril de A Companhia tem seu domicílio social em Madri (Espanha), Rua Gran Vía número 28, e é titular do Código de Identificação Fiscal (CIF) número A-28/ De acordo com o artigo 4º de seus Estatutos Sociais, o objeto social básico da Telefónica é a prestação de todo tipo de serviços públicos ou privados de telecomunicações, bem como dos serviços auxiliares ou complementares ou derivados dos de telecomunicações. Todas as atividades integrantes desse objeto social poderão ser desenvolvidas tanto na Espanha como no exterior, podendo ser realizadas diretamente de forma total ou parcial pela Sociedade, ou pela titularidade de ações ou participações em sociedades ou outras entidades jurídicas com objeto social idêntico ou análogo. Em consonância com isto, a Telefónica é atualmente a controladora de um grupo de empresas que desenvolvem sua atividade principalmente nos setores de telecomunicações, mídia e entretenimento, fornecendo uma ampla gama de serviços com uma visão internacional. A Companhia está submetida ao regime tributário geral estabelecido pelo Estado Espanhol, pelas comunidades autônomas e pelas corporações locais, sendo tributada, em conjunto com a maior parte das empresas controladas de seu Grupo sediadas na Espanha, de acordo com o Regime de Tributação Consolidada dos Grupos de Sociedades. (2) BASES DE APRESENTAÇÃO a) Imagem fiel As demonstrações financeiras anexas foram preparadas a partir dos registros contábeis da Telefónica S.A. e foram elaboradas pelos Administradores da Sociedade de acordo com os princípios e normas contábeis emanados do Código Comercial descritos no Plano Geral de Contabilidade em vigor na data de encerramento das presentes demonstrações financeiras, de forma a refletir a imagem fiel do patrimônio, da situação financeira, dos resultados e dos fluxos de caixa gerados durante o exercício de

13 Os valores constantes nos documentos que compõem as demonstrações financeiras anexas estão expressos em milhões de euros, e, portanto, são suscetíveis de arredondamento, salvo indicação em contrário, sendo o euro a moeda funcional. b) Informações comparativas Em virtude do estabelecido na disposição final primeira da Lei 16/2007, de 4 de julho, de alteração e adaptação da legislação mercantil em matéria contábil para sua harmonização internacional com base na normativa da União Européia, o Plano Geral de Contabilidade foi objeto de uma profunda alteração, e foi aprovado mediante o Real Decreto 1514/2007, de 16 de novembro. A Telefónica está obrigada a aplicar o novo Plano Geral de Contabilidade (PGC 2007), para preparar e apresentar suas informações financeiras individuais a partir de 1º de janeiro de Consequentemente, as demonstrações financeiras correspondentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2008 foram preparadas de acordo com os critérios de registro e avaliação contidos nesse plano. A Sociedade considerou como data de transição o dia 1º de janeiro de 2008 e, consequentemente, não são apresentados valores comparativos nestas demonstrações financeiras. As demonstrações financeiras correspondentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2007, aprovadas pela Assembleia Geral Ordinária da Telefónica, S.A. celebrada no dia 22 de abril de 2008, foram preparadas de acordo com princípios de contabilidade e normas de avaliação e apresentação geralmente aceitas na Espanha em vigor na mencionada data. Aspectos derivados da transição para as novas normas contábeis A primeira disposição transitória do RD 1514/2007 descreve a forma em que deverá ser aplicado pela primeira vez o PGC 2007 na preparação das demonstrações financeiras do primeiro exercício iniciado a partir de 1º de janeiro de Como norma geral, os critérios contidos no PGC 2007 devem ser aplicados de forma retroativa, com determinadas exceções. O ponto de partida é a preparação de um balanço de abertura de acordo com o PGC 2007 na data de transição, que é a data de início do primeiro período apresentado sob o PGC 2007, ou seja, 1º de janeiro de 2008 no caso da Telefónica. Para esse efeito, e de acordo com as regras estabelecidas na mencionada disposição transitória primeira, a Telefónica optou por avaliar todos os elementos patrimoniais do balanço de abertura conforme os princípios e normas em vigor antes da entrada em vigor do PGC 2007, salvo os instrumentos financeiros que são avaliados por seu valor justo. O valor justo dos ativos financeiros designados na categoria de Valor justo com mudanças na demonstração do resultado totaliza milhões de euros (vide Nota 9.2). Esses ativos são derivativos financeiros e, de acordo com a normativa contábil anterior, não estavam refletidos no balanço patrimonial das demonstrações financeiras em 31 de dezembro de Na data da abertura, em 1º de janeiro de 2008 havia um saldo de derivativos financeiros de ativo no valor de milhões de euros. 9

14 Conforme estabelecido na disposição transitória quarta do Real Decreto 1514/2007, de 16 de novembro, pelo qual foi aprovado o Plano Geral de Contabilidade, é incluída a seguir a descrição das principais diferenças entre os critérios contábeis, bem como o balanço e a demonstração do resultado, incluindo as demonstrações financeiras do exercício de 2007, preparadas de acordo com os princípios e requisitos do plano geral de contabilidade vigente naquela data. 1. Descrição das principais diferenças entre os critérios contábeis aplicados no exercício anterior e os atuais A aplicação dos critérios contidos no PGC 2007 na preparação das demonstrações financeiras implica uma série de mudanças com relação às normas de apresentação e avaliação que vinham sendo aplicadas até 31 de dezembro de 2007, devido a que determinados princípios e requisitos estabelecidos pelo PGC 2007 diferem substancialmente dos aplicados anteriormente. As principais diferenças entre os princípios contábeis aplicados na preparação das demonstrações financeiras correspondentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2008 (PGC 2007) e os princípios contábeis aplicados na preparação das demonstrações financeiras do exercício anterior estão descritas a seguir, detalhando-se o impacto no patrimônio líquido em 1º de janeiro de Conciliação do patrimônio líquido entre o PGC 2007 e a normativa anterior, em 1º de janeiro de 2008 (Milhões de euros) Patrimônio líquido Valor segundo o PGC 1990 em 31/12/ Provisões para desvalorização de investimentos em empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas (Nota 8.2) Ações em tesouraria (232) Avaliação de instrumentos financeiros a mercado e dívida com custo amortizado, líquido de efeito fiscal 182 Avaliação de outras participações 51 Planos de remuneração a empregados de subsidiárias com ações da Telefónica, S.A. 24 Outros ajustes 3 Total ajustes Patrimônio líquido sob o PGC 2007 em 01/01/ Provisões para desvalorização de investimentos em empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas Conforme o PGC 2007, o valor da provisão para desvalorização dos investimentos em empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas será a diferença entre seu valor contábil e o valor recuperável, entendido este como o 10

15 valor maior entre seu valor justo líquido de custos de venda e o valor atual dos fluxos de caixa futuros derivados do investimento, calculados mediante a estimativa do que se espera receber como consequência da distribuição de dividendos e da alienação ou baixa, ou mediante a estimativa da participação nos fluxos de caixa que se espera que seja gerado pelo investimento (tanto pelo desenvolvimento de suas atividades, como por sua alienação ou baixa). Unicamente no caso de investimentos em sociedades instrumentais, de escassa atividade operacional, nas quais não é factível preparar um plano de negócios, a Telefónica, S.A. continua contabilizando a provisão para desvalorização dessas sociedades como diferença entre seu custo de aquisição e o valor teórico contábil de seu patrimônio líquido no momento da avaliação, de acordo com o indicado no PGC 2007 que estabelece este critério de avaliação salvo melhor prova em contrário. A diferença nos critérios de avaliação da desvalorização de investimentos em empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas supõe a reversão de provisões de carteira reconhecidas no balanço de um valor de milhões de euros, cujo efeito fiscal totaliza milhões de euros, o que resulta em um aumento líquido de milhões de euros no patrimônio líquido em 1º de janeiro de Ações em tesouraria De acordo com a normativa anterior, as ações em tesouraria eram classificadas como ativos (exceto se fossem canceladas, em virtude de resolução anterior a sua aquisição adotada pela Assembleia Geral de Acionistas) e eram avaliadas pelo preço de aquisição, pelo valor do mercado, ou pelo valor teórico contábil, o que fosse menor, constituindo a provisão para desvalorização. Conforme o PGC 2007, as ações em tesouraria são apresentadas deduzidas do valor do patrimônio líquido e as transações com ações em tesouraria têm impacto sobre o patrimônio líquido e não sobre a demonstração do resultado. Consequentemente, o saldo líquido do item de Ações da controladora circulantes do balanço em 31 de dezembro de 2007, no valor de 232 milhões de euros, é reclassificado na linha de Ações em tesouraria e instrumentos de patrimônio em tesouraria, dentro do patrimônio líquido sob o PGC 2007 em 1º de janeiro de Instrumentos financeiros De acordo com a normativa anterior, os ativos financeiros, incluindo os derivativos, eram avaliados pelo seu preço de aquisição ou seu valor de mercado, o que fosse menor, enquanto os passivos financeiros eram reconhecidos por seu valor de reembolso. Os ativos financeiros eram baixados do balanço patrimonial no momento de sua alienação, transferência ou vencimento. Conforme o PGC 2007 os ativos e passivos financeiros são classificados em uma série de categorias que determinam sua avaliação pelo valor justo ou pelo custo amortizado. Dessa forma, determinadas garantias e perdas não realizadas de instrumentos financeiros devem ser reconhecidas diretamente no patrimônio 11

16 até o momento da baixa do balanço do instrumento financeiro correspondente, ou no caso de uma baixa, pela perda de seu valor. Além disso, o PGC 2007 estabelece determinados requisitos estritos para a baixa do balanço de ativos financeiros, com base na avaliação dos riscos e benefícios associados à propriedade do bem transferido. Dessa forma, a aplicação de critérios de contabilidade de coberturas ( hedges ) exige o cumprimento de uma série de requisitos específicos. A aplicação dos novos critérios na contabilização de ativos e passivos financeiros, no que se refere à avaliação de instrumentos financeiros derivativos resulta em um aumento do valor do patrimônio líquido no valor de 182 milhões de euros em 1º de janeiro de Avaliação de outras participações De acordo com a normativa anterior, as participações minoritárias que a Sociedade possui em sociedades cotadas em bolsa, sobre as quais não exerce nenhum tipo de controle nem influência significativa, eram contabilizadas pelo custo de aquisição ou valor de mercado, o que for menor. As perdas de valor, quando o valor de mercado era inferior ao custo de aquisição eram registradas na demonstração do resultado. Os aumentos do valor de mercado acima do preço de aquisição não eram reconhecidos. Conforme o PGC 2007 as participações em empresas cotadas sobre as quais não se exerce controle nem influência significativa são classificadas como investimentos disponíveis para a venda, avaliando-se em cada período contábil pelo seu valor de mercado. As variações desse valor de mercado, tanto positivas como negativas, são reconhecidas no patrimônio da Sociedade, e não são contabilizadas na demonstração do resultado até o momento da baixa do balanço da participação, ou no caso de uma baixa por desvalorização de seu valor. A aplicação dos novos critérios na contabilização dos investimentos disponíveis para a venda supõe um aumento do valor do patrimônio líquido, líquido de efeito fiscal, de 51 milhões de euros em 1º de janeiro de Plano de remuneração a empregados das filiais com ações da Telefónica, S.A. De acordo com a normativa anterior, as obrigações de entrega de ações em tesouraria que a Telefónica, S.A. tem com empregados de outras filiais do Grupo com base no estabelecido pelos Performance Share Plan (vide Nota 18.3) eram consideradas um passivo da sociedade que entrega as ações em tesouraria. Conforme o PGC 2007, essas obrigações devem ser registradas no patrimônio da sociedade controladora como um maior valor de reservas distribuíveis até o momento do pagamento. A aplicação dos novos critérios de contabilização de planos de remuneração a empregados com ações em tesouraria supõe um aumento do valor do patrimônio líquido no valor de 24 milhões de euros em 1º de janeiro de

17 Imposto de renda De acordo com a normativa anterior, o tratamento contábil dos impostos diferidos requeria a aplicação de um enfoque baseado na demonstração do resultado, considerando diferenças temporárias entre o lucro contábil e o lucro tributável. Pelo contrário, o PGC 2007 estabelece o reconhecimento de impostos diferidos com base em uma análise do balanço patrimonial, considerando as diferenças temporárias, que são as geradas pela diferença entre os valores fiscais de ativos e passivos e seus respectivos valores contábeis. Todos os ajustes anteriormente descritos são apresentados líquidos de seus efeitos fiscais. 2. Balanço patrimonial e demonstração do resultado incluídos nas demonstrações financeiras do exercício de 2007 Com o propósito de facilitar a comparação entre as demonstrações financeiras preparadas com base na normativa anterior e as demonstrações financeiras preparadas sob a normativa do PGC 2007, são incluídas as últimas demonstrações financeiras preparadas de acordo com os princípios e requisitos estabelecidos na mencionada normativa. 13

18 ATIVO (Milhões de euros) 2007 A) IMOBILIZADO I. Imobilizado intangível 97 Software 188 Propriedade industrial 28 Outros intangíveis 103 Amortizações e provisões (222) II. Imobilizado tangível 765 Terrenos e construções 595 Instalações técnicas e maquinaria 200 Outras instalações, utensílios e mobiliário 36 Outro imobilizado tangível 58 Imobilizado tangível em andamento 22 Depreciações e provisões (146) III. Imobilizado financeiro Participações em empresas do Grupo Participações em empresas coligadas Outras participações 752 Créditos com empresas do Grupo e coligadas Outros créditos 49 Depósitos e garantias de longo prazo 365 Impostos a recuperar Provisões (15.376) B) DESPESAS DE EXERCÍCIOS FUTUROS 288 C) ATIVO CIRCULANTE I. Contas a receber 584 Clientes 22 Empresas do grupo 212 Empresas coligadas 14 Outras contas a receber 31 Administrações Públicas 327 Provisão para devedores duvidosos (22) II. Investimentos temporários Créditos com empresas do Grupo e coligadas Outros créditos de curto prazo 542 III. Ações em tesouraria de curto prazo 232 IV. Disponibilidades V. Despesas do período seguinte 27 TOTAL ATIVO (A + B + C)

19 PASSIVO (Milhões de euros) 2007 A) PATRIMÔNIO LÍQUIDO I. Capital social II. Ágio na emissão 521 III. Reservas de reavaliação 191 IV. Reservas Reserva legal 984 Reserva de ações em tesouraria 232 Outras reservas V. Lucros e prejuízos VI. Dividendo pago durante o exercício (1.652) B) PROVISÕES PARA CONTINGÊNCIAS C) PASSIVO EXIGÍVEL EM LONGO PRAZO I. Títulos de dívida e outros valores negociáveis Títulos de dívida não conversíveis 916 Outras obrigações representadas em valores negociáveis 181 II. Empréstimos e financiamentos III. Obrigações com empresas do Grupo e coligadas IV. Outras contas a pagar 8 V. Impostos diferidos 364 D) PASSIVO CIRCULANTE I. Títulos de dívida e outros valores negociáveis Títulos de dívida não conversíveis 421 Outras obrigações representadas em valores negociáveis Juros sobre títulos de dívida e outros valores 33 II. Empréstimos e financiamentos 671 Empréstimos e outras obrigações 607 Juros acumulados 64 III. Obrigações com empresas do Grupo e coligadas IV. Fornecedores 95 V. Outras obrigações não comerciais 187 Impostos a recolher 27 Outras obrigações não comerciais 160 TOTAL PASSIVO (A + B + C + D)

20 DÉBITOS (Milhões de euros) 2007 CRÉDITO (Milhões de euros) 2007 A) DESPESAS B) RECEITAS Despesas com pessoal 156 Vendas para empresas do Grupo 90 Depreciação do imobilizado 65 Outras receitas operacionais 138 Tangível 34 Receitas acessórias e outras com empresas do Grupo 118 Intangível 31 Receitas acessórias e outras com empresas fora do Grupo 20 Outras despesas operacionais 366 I. PREJUÍZO OPERACIONAL 359 Serviços terceirizados empresas do Grupo 69 Receitas de participações em capital Serviços de terceiros 275 Em empresas do Grupo Tributos 17 Em empresas coligadas 211 Outras despesas de gestão atual 5 Em empresas de fora do grupo 25 I. LUCRO OPERACIONAL - Receitas de outros valores e créditos Despesas financeiras e similares Em empresas do Grupo Por obrigações com empresas do Grupo Em outras empresas 163 Por obrigações com terceiros e despesas similares 541 Receitas com variação cambial Amortização de despesas de exercícios futuros 69 II. RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO - Despesas com variação cambial II. RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO III. PREJUÍZO OPERACIONAL - III. LUCRO OPERACIONAL Ganho na alienação de imobilizado Variação das provisões para investimentos em controladas Receitas não-operacionais 24 Despesas e perdas não-operacionais 480 IV. LUCRO NÃO-OPERACIONAL - VI. PREJUÍZO NÃO-OPERACIONAL V. LUCRO ANTES DOS IMPOSTOS V. PREJUÍZO ANTES DOS IMPOSTOS - Imposto de Renda de Pessoa Jurídica devido na Espanha (1.475) Imposto devido no exterior 33 VI. LUCRO DO EXERCÍCIO VI. PREJUÍZO DO EXERCÍCIO - 16

21 c) Uso de estimativas Na preparação das demonstrações financeiras da Sociedade, os Administradores efetuaram estimativas que estão baseadas na experiência histórica e em outros fatores que são considerados razoáveis de acordo com as circunstâncias atuais e que constituem a base para estabelecer o valor contábil dos ativos e passivos cujo valor não é facilmente determinável mediante outras fontes. A Sociedade revisa suas estimativas continuamente. Entretanto, dada a incerteza inerente a elas, existe um risco importante de que possam surgir ajustes significativos no futuro sobre os valores dos ativos e passivos afetados, decorrente de uma mudança significativa nas hipóteses, fatos e circunstâncias nas quais estão baseadas. As principais hipóteses de futuro assumidas e outras fontes relevantes de incerteza nas estimativas na data de encerramento, que poderiam ter um efeito significativo sobre as demonstrações financeiras no próximo exercício, são apresentadas a seguir. Caso haja uma mudança significativa nos fatos e circunstâncias sobre os quais estão baseadas as estimativas realizadas poderia ocorrer um impacto material sobre os resultados e a situação financeira da Companhia. Provisões para desvalorização de investimentos em empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas O tratamento contábil do investimento em empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas pressupõe a realização de estimativas em cada encerramento para determinar se existe uma desvalorização dos investimentos e se deve ser registrada uma correção de valor na demonstração do resultado do período ou, se for o caso, reverter uma provisão previamente registrada. A determinação da necessidade de registrar uma perda por desvalorização, ou, se for o caso, sua reversão, implica a realização de estimativas que incluem, entre outras, a análise das causas da possível desvalorização (ou recuperação, se for o caso) do valor, bem como o momento e o montante esperado da mesma. Para os investimentos em empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas, o valor recuperável é calculado de acordo com o indicado na Nota 4 e. As incertezas inerentes às estimativas necessárias para determinar o montante do valor recuperável e as hipóteses em relação à evolução futura dos investimentos implicam um grau significativo de julgamento, na medida em que o momento e a natureza das futuras mudanças do negócio são de difícil previsão. Impostos diferidos A Sociedade avalia a recuperabilidade do ativo fiscal diferido com base em estimativas de resultados futuros. Essa recuperabilidade depende, em última instância, da capacidade de gerar lucros tributáveis ao longo do período em que o ativo fiscal diferido é dedutível. Na análise é considerado o calendário previsto de reversão de passivo fiscal diferido, bem como as estimativas de lucros tributáveis, com base em projeções internas atualizadas de modo a refletir as tendências mais recentes. A determinação da classificação adequada dos itens fiscais depende de vários fatores, incluindo a estimativa do momento e a realização do ativo fiscal diferido e do momento esperado dos pagamentos por impostos. Os fluxos reais de entradas e saídas do imposto 17

22 de renda poderiam diferir das estimativas realizadas, como conseqüência de mudanças na legislação fiscal, ou de transações futuras não previstas que possam afetar os saldos fiscais. (3) PROPOSTA DE DISTRIBUIÇÃO DE RESULTADOS O resultado obtido pela Telefónica, S.A. no exercício de 2008 foi um lucro de milhões de euros. Consequentemente, a proposta de distribuição do resultado do exercício de 2008, formulada pelo Conselho de Administração da Sociedade para ser submetida à aprovação da Assembléia Geral de Acionistas, é a seguinte: Milhões de euros Base de distribuição: Saldo da demonstração do resultado (Lucro) Destinação: Dividendo provisório (pago em novembro 2008) Para reserva por ágio 2 Para reserva voluntária 402 O Conselho de Administração da Telefónica, S.A., em sua reunião celebrada no dia 24 de setembro de 2008, decidiu o pagamento de um dividendo provisório dos lucros do exercício de 2008, de um valor fixo de 0,5 euros brutos para cada uma das ações existentes e em circulação da Companhia com direito a recebê-lo. O pagamento do mencionado dividendo ocorreu no último dia 12 de novembro de O valor total foi de milhões de euros, tendo sido totalmente pago. A demonstração financeira provisória preparada pela Companhia de acordo com os requisitos legais, demonstrando a existência de liquidez suficiente no momento da aprovação do mencionado dividendo provisório, foi a seguinte. Milhões de euros Demonstração financeira de 19 de setembro de 2008 Resultados obtidos desde 1º de janeiro até 31 de agosto de Provisões obrigatórias para reservas 1 Lucro distribuível Dividendo provisório proposto (valor máximo) Situação da tesouraria em 19 de setembro de 2008 Recursos disponíveis para distribuição: Tesouraria e equivalentes de caixa Créditos disponíveis Dividendo provisório proposto (valor máximo) (2.352) Diferença

23 Para garantir as necessidades de liquidez para o próximo ano, a Companhia mantém uma gestão efetiva dos riscos de liquidez como será indicado na Nota 16. (4) NORMAS DE REGISTRO E AVALIAÇÃO As principais normas de avaliação utilizadas na preparação das demonstrações financeiras do exercício de 2008 foram as seguintes: a) Imobilizado intangível Os ativos intangíveis são registrados por seu custo de aquisição ou produção, deduzidos da amortização acumulada e eventuais perdas acumuladas por deterioração de seu valor. Todos os intangíveis são analisados para determinar se a sua vida útil econômica é definida ou indefinida. Os intangíveis que têm uma vida útil definida são amortizados sistematicamente ao longo de suas vidas úteis estimadas e sua recuperabilidade é analisada quando ocorrem eventos ou alterações que indicam que o valor líquido contábil pode não ser recuperável. Os métodos e períodos de amortização aplicados são revistos no encerramento do exercício e, se necessário, ajustados de forma prospectiva. O imobilizado intangível inclui fundamentalmente: 1. Os softwares, que são contabilizados pelo custo de aquisição e são amortizados linearmente ao longo de sua vida útil, que é estimada em termos gerais em três anos. 2. Propriedade industrial, registrada pelos valores pagos para a aquisição de terceiros da propriedade ou do direito de uso de marcas e patentes. É amortizada linearmente em um período entre 3 e 10 anos conforme a vida útil estimada da marca ou patente. 3. O ágio gerado na fusão da Telefónica, S.A. e da Terra Networks, S.A., que ocorreu no exercício de 2005, está incluído no item Outro imobilizado intangível e encontra-se registrado pelo seu valor contábil em 1º de janeiro de 2008, no valor de 33 milhões de euros, determinado conforme a normativa contábil anterior, menos qualquer prejuízo acumulado por deterioração de seu valor. O ágio não é amortizado, mas é revisto para determinar sua recuperabilidade mínima anualmente, ou com maior freqüência caso ocorram determinados eventos ou mudanças que indiquem que o valor líquido contábil pode não ser integralmente recuperável (vide Nota 4 c). b) Imobilizado tangível Os elementos de imobilizado tangível são avaliados ao custo de aquisição, deduzidos da depreciação acumulada e as possíveis perdas por redução no seu valor. Os terrenos não são depreciados. O custo de aquisição inclui os custos externos e internos, conforme o caso, os custos internos formados por consumos de materiais de armazém, custos de mão-de-obra direta 19

24 empregada no trabalho de instalação e uma alocação dos custos indiretos necessários para a conclusão do investimento. O custo de aquisição inclui, caso aplicável, a estimativa inicial dos custos associados à desmontagem ou retirada do elemento e à restauração de sua localização, quando, como conseqüência do uso do elemento, a Sociedade estiver obrigada a realizar essas ações. Os custos com expansão, modernização ou melhorias que representam um aumento da produtividade, capacidade ou eficiência, ou a um aumento da vida útil dos ativos, são capitalizados como acréscimo ao custo dos mesmos quando cumprem os requisitos de reconhecimento. Os juros e outros encargos financeiros incorridos, diretamente atribuíveis à aquisição ou construção do imobilizado material que necessite um período de tempo superior a um ano para estar em condições de exploração ou venda, são considerados como acréscimo ao custo dos mesmos. As despesas de conservação e manutenção são lançadas no resultado do exercício em que são incorridas. A Companhia analisa a conveniência de efetuar, conforme o caso, os ajustes necessários com a finalidade de atribuir a cada elemento do imobilizado tangível o menor valor recuperável ao final de cada exercício, sempre que ocorram circunstâncias ou alterações que indiquem que o valor líquido contábil do imobilizado possa não ser integralmente recuperável pela geração de receitas suficientes para cobrir todos os custos e despesas. Nesse caso, o ajuste realizado pode ser revisto se as causas que motivaram a sua adoção tenham deixado de existir (ver Nota 4 c). O imobilizado tangível é depreciado a partir do momento em que está em condições de uso, distribuindo pelo método linear os custos dos ativos entre os anos de vida útil estimada, que é calculada de acordo com estudos técnicos revistos periodicamente em função dos avanços tecnológicos e do ritmo das substituições, conforme demonstrado a seguir: Vida útil estimada Anos Construções 40 Instalações técnicas e maquinaria 3-25 Outras instalações, utensílios e mobiliário 10 Outros imobilizados tangíveis 4-10 Os valores residuais estimados e os métodos e períodos de depreciação aplicados são reavaliados no encerramento de cada exercício e, se necessário, ajustados de forma prospectiva. c) Desvalorização de ativos não-circulantes No encerramento de cada ano é avaliada a presença ou não de indícios de possível desvalorização dos ativos fixos não circulantes, incluindo ágios e outros intangíveis. Se forem encontrados esses indícios, ou quando se trata de ativos cuja natureza exija uma 20

25 análise anual de desvalorização, a Companhia estima o valor recuperável do ativo, definido como o maior entre o valor justo, após a dedução dos custos de alienação, e o valor em uso. O valor em uso é determinado mediante desconto dos fluxos de caixa futuros estimados, aplicando uma taxa de desconto antes dos impostos que reflita o valor da moeda no tempo e considerando os riscos específicos associados ao ativo. Quando o valor recuperável de um ativo for inferior ao seu valor líquido contábil, considera-se que tenha ocorrido desvalorização. Neste caso, o valor contábil é ajustado para o valor recuperável e a perda é lançada na demonstração do resultado. A depreciação para períodos futuros é ajustada ao novo valor contábil durante a vida útil restante. A Companhia analisa a perda de valor de cada ativo individualmente, exceto quando se trata de ativos que geram fluxos de caixa interdependentes com os gerados por outros ativos (unidades geradoras de caixa). Para determinar os cálculos de desvalorização, a Sociedade utiliza os planos estratégicos das distintas unidades geradoras de caixa às quais estão atribuídos os ativos. Esses planos estratégicos geralmente abrangem um período de cinco anos. Para períodos superiores, a partir do quinto ano são utilizadas projeções baseadas nesses planos estratégicos aplicando uma taxa de crescimento esperada constante ou decrescente. Quando ocorrem novos eventos, ou alterações em circunstâncias já existentes, que evidenciem que uma perda por desvalorização registrada em um período anterior possa ter desaparecido ou ter sido reduzida, é realizada uma nova estimativa do valor recuperável do ativo correspondente. As perdas por desvalorização registradas anteriormente só são revertidas se as hipóteses aplicadas no cálculo do valor recuperável tenham mudado desde o reconhecimento da perda por desvalorização mais recente. Em tal caso, o valor contábil do ativo é aumentado até seu novo valor recuperável, limitado ao valor líquido contábil que o ativo teria caso não tivessem ocorrido perdas por desvalorização em períodos anteriores. A reversão é refletida na demonstração do resultado e a depreciação para períodos futuros é ajustada ao novo valor contábil. As perdas por desvalorização de ágio não são objeto de reversão em períodos posteriores. d) Arrendamentos A determinação de se um contrato é ou contém um arrendamento baseia-se na análise da natureza do contrato, e requer a avaliação de se o cumprimento do contrato refere-se ao uso de um ativo específico e se o acordo atribui à Companhia o direito de uso do ativo. Os arrendamentos nos quais o arrendador conserva uma parte significativa dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo arrendado são considerados arrendamentos operacionais. Os pagamentos realizados nos termos de contratos de arrendamento desta natureza são lançados na demonstração do resultado de forma linear ao longo do período de aluguel. Os contratos de arrendamento que transferem para a Companhia os riscos e benefícios significativos característicos da propriedade dos bens recebem o tratamento de contratos de arrendamento financeiro, registrando-se um ativo no início do período de arrendamento, classificado de acordo com sua natureza, e a dívida associada, pelo montante do valor justo do bem arrendado, ou ao valor presente das parcelas mínimas acordadas, se for inferior. O montante das parcelas pagas é distribuído proporcionalmente entre redução do principal da dívida por arrendamento e custo financeiro, de forma a obter uma taxa de juros constante no saldo remanescente do 21

26 passivo. Os custos financeiros são contabilizados na demonstração do resultado ao longo da vigência do contrato. e) Ativos e passivos financeiros Investimentos financeiros Todas as compras e vendas convencionais de aplicações financeiras são reconhecidas no balanço patrimonial na data de negociação, que é a data na qual o compromisso de comprar ou vender o ativo é assumido. No momento do reconhecimento inicial, a Sociedade classifica seus ativos financeiros de acordo com as seguintes categorias: ativos financeiros mantidos para negociação, outros ativos financeiros pelo valor justo com mudanças no resultado, empréstimos e contas a receber, investimentos mantidos até o vencimento, investimentos no patrimônio de empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas, e ativos financeiros disponíveis para a venda. No encerramento de cada exercício a classificação é revista, se necessário. Os ativos financeiros negociáveis, ou seja, os investimentos realizados para obter rendimentos em curto prazo por variações nos preços, são classificados na categoria de ativos financeiros mantidos para negociação e são apresentados como ativos circulantes ou não circulantes em função de seu vencimento. Todos os derivativos são classificados nesta categoria, exceto quando reunirem todos os requisitos para serem considerados instrumentos de cobertura. Os investimentos no patrimônio de empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas são classificados na categoria do mesmo nome e são avaliados pelo seu custo, menos qualquer possível ajuste de valor por desvalorização. As sociedades do Grupo são aquelas sobre as quais há controle, seja por domínio efetivo ou pela existência de acordos com os outros acionistas. As sociedades controladas em conjunto são aquelas administradas em conjunto com terceiros (joint ventures). As sociedades coligadas são aquelas sobre as quais se exerce influência significativa, sem exercer o controle e sem que haja gestão conjunta com terceiros. As aplicações financeiras detidas pela sociedade com intenção de manter por um prazo indeterminado, suscetíveis de alienação para atender a necessidades pontuais de liquidez ou alterações nas taxas de juros, que não tenham sido classificadas em nenhuma das outras categorias definidas, são classificadas na categoria disponíveis para venda. Esses investimentos são classificados como ativos não circulantes, salvo quando a sua liquidação em um prazo de doze meses estiver prevista e for viável. Os ativos financeiros incluídos nesta categoria são avaliados pelo valor justo. Os lucros ou perdas resultantes de variações nos valores justos em cada encerramento são reconhecidos no patrimônio, acumulando-se até o momento da liquidação ou ajuste por desvalorização, momento em que são lançados na demonstração do resultado. Os dividendos das participações acionárias disponíveis para venda são lançados na demonstração do resultado no momento em que fica estabelecido o direito da Sociedade de receber seu valor. O valor justo é determinado de acordo com os seguintes critérios: 1. Títulos com cotação oficial em um mercado ativo: Como valor justo é considerado o valor da cotação na data de encerramento. 22

27 2. Títulos sem cotação oficial em um mercado ativo: O valor justo é obtido usando técnicas de avaliação, que incluem o desconto de fluxos de caixa, modelos de avaliação de opções ou por referência a transações comparáveis. Excepcionalmente, quando não é possível determinar o valor justo de forma confiável, esses investimentos são contabilizados pelo custo. A categoria de empréstimos e contas a receber inclui os ativos financeiros que não sejam derivativos nem ações em tesouraria, com origem comercial ou não, cujo recebimento seja de quantia determinada ou determinável e que não tem cotação em mercados organizados e que não são classificados nas categorias anteriores. No momento inicial, são registrados pelo seu valor justo, que, salvo prova em contrário, é o preço da transação, que equivale ao valor justo da contraprestação entregue mais os custos da transação que lhes sejam diretamente atribuíveis. As contas dessa natureza são registradas posteriormente pelo seu custo amortizado pelo método da taxa de juros efetiva. Os lucros e prejuízos são reconhecidos na demonstração do resultado no momento da liquidação ou correção de valor por desvalorização, bem como através do processo de amortização. As contas comerciais a receber são reconhecidas pelo valor da fatura, registrando a correspondente correção de avaliação caso exista prova objetiva de risco de não-pagamento por parte do devedor. O valor da provisão é calculado pela diferença entre o valor contábil das contas comerciais de créditos com liquidação duvidosa e seu valor recuperável. Por regra geral, as contas comerciais de curto prazo não são descontadas. No encerramento de cada ano é avaliada a possível desvalorização dos ativos financeiros com o objetivo de registrar o ajuste oportuno, se for o caso. Se houver evidência objetiva de desvalorização de um ativo financeiro avaliado pelo custo amortizado, o valor da perda a ser refletido na demonstração do resultado é determinado pela diferença entre o valor líquido contábil e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados (sem considerar perdas futuras), descontados à taxa de juros efetiva original do ativo (quando o valor do mercado for suficientemente confiável, é utilizado este). Se, em um período subsequente, o valor da perda por desvalorização diminui em consequência de um fato ocorrido posteriormente, o prejuízo é revertido até o limite do custo amortizado que deveria não ter sido reconhecida a desvalorização do valor no momento da reversão. O valor revertido é registrado na demonstração do resultado do período correspondente. Nos ativos financeiros disponíveis para a venda de instrumentos de capital, a prova objetiva da desvalorização é determinada, para cada título, em função de que ocorra um evento ou produza o efeito combinado de vários eventos que suponham que não será recuperado o valor contábil do título. Em caso de evidência objetiva de desvalorização de um ativo financeiro disponível para venda, a perda registrada no patrimônio é reconhecida na demonstração do resultado, por um montante igual à diferença entre o custo original (líquido de eventuais reembolsos e amortizações de principal realizados) e seu valor justo na data, deduzida qualquer perda lançada nos resultados em períodos anteriores. Se, em um período subsequente, o valor justo do ativo financeiro aumenta e este aumento é consequência de um fato ocorrido posteriormente, a perda é revertida contra o resultado do período se o ativo for um instrumento de dívida. Caso se trate de um instrumento de capital, a perda não é revertida contra o resultado do período, mas será revertido contra o patrimônio por ocasião da avaliação do instrumento pelo seu valor justo e lançado no patrimônio as alterações desse valor. 23

28 Para os investimentos em empresas do Grupo, controladas em conjunto e coligadas, o valor recuperável para efeitos de estimativa da desvalorização será a diferença entre seu valor justo líquido de custos de venda e o valor atual dos fluxos de caixa futuros derivados do investimento, calculados mediante a estimativa do que se espera receber como consequência da distribuição de dividendos e da alienação ou baixa, ou mediante a estimativa da participação nos fluxos de caixa que se espera que seja gerado pelo investimento (tanto pelo desenvolvimento de suas atividades, como por sua alienação ou baixa). As baixas de ativos financeiros ocorrem, de forma total ou parcial, exclusivamente em alguma das circunstâncias a seguir: 1. Os direitos de recebimento de fluxos de caixa associados ao ativo tiverem vencido. 2. A sociedade tiver assumido a obrigação de pagar a um terceiro a totalidade dos fluxos de caixa que receberá do ativo. 3. A sociedade tiver cedido a um terceiro os direitos a receber os fluxos de caixa do ativo, com a transferência de praticamente todos os riscos e benefícios associados ao ativo. Caixa e outros ativos líquidos equivalentes O caixa e equivalentes reconhecidos no balanço patrimonial compreendem o dinheiro em caixa e contas bancárias, depósitos à vista e outros investimentos de grande liquidez com vencimentos com um prazo inferior a três meses. Essas contas são registradas pelo seu custo histórico, que não difere significativamente de seu valor de realização. Para fins da demonstração de fluxos de caixa, o saldo de caixa e equivalentes definido no parágrafo anterior, é apresentado líquido de eventuais saldos bancários a descoberto. Emissões e dívidas com instituições de crédito Estas dívidas são registradas inicialmente pelo valor justo da contraprestação recebida, sendo deduzidos os custos atribuíveis diretamente à transação. Em períodos posteriores, os passivos financeiros são avaliados ao custo amortizado pelo método de taxa de juros efetiva. Qualquer diferença entre o valor recebido (líquido de custos de transação) e o valor do reembolso é lançada na demonstração do resultado ao longo do período do contrato. As dívidas financeiras são apresentadas como passivos não circulantes quando seu prazo de vencimento for superior a doze meses ou a Companhia tiver o direito incondicional de adiar a liquidação durante ao menos doze meses após a data de encerramento. Os passivos financeiros são baixados do balanço quando a obrigação correspondente vence ou é liquidada ou cancelada. Quando um passivo financeiro é substituído por outro com termos substancialmente distintos, a alteração é tratada como baixa do passivo original e a inclusão de um novo passivo, sendo a diferença dos respectivos valores contábeis lançada na demonstração do resultado. 24

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