Lumina Resíduos Industriais S.A. Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2010

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1 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras em de 2010

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4 Balanços patrimoniais Em milhares de reais Ativo Nota explicativa 31 de dezembro de de dezembro 1º de janeiro de 2009 Passivo e patrimônio líquido Nota explicativa 31 de dezembro de de dezembro 1º de janeiro de 2009 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Contas a receber Salários e encargos sociais Tributos a recuperar Tributos a pagar Despesas antecipadas Dividendos a pagar 13 (d) Outros ativos Outros passivos Não circulante Realizável a longo prazo Não circulante Sociedades da Organização Odebrecht Sociedades da Organização Odebrecht Tributos diferidos Tributos diferidos Despesas antecipadas Outros passivos Outros ativos Investimentos Patrimônio líquido 13 Imobilizado Capital social Intangível Reservas de lucros Total do ativo Total do passivo e patrimônio líquido As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 1 de 21

5 Demonstrações do resultado Exercícios findos em Nota explicativa Receita líquida de serviços Custos dos serviços prestados (36.822) (27.515) Lucro bruto Despesas operacionais Gerais e administrativas 16 (22.487) (17.000) Outras receitas (despesas), líquidas 1 (5) Lucro operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro Resultado de participações societárias Equivalência patrimonial 8 (b) (2.477) Provisão para perda em investimentos (115) Resultado financeiro 15 Despesas financeiras (252) (5.505) Receitas financeiras Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social - correntes 12 (2.688) (594) Imposto de renda e contribuição social - diferidos 12 (1.711) (367) Lucro líquido do exercício Lucro líquido por lote de mil ações do capital social das operações continuadas no final do exercício - R$ 56,55 74,73 As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 2 de 21

6 Demonstração das mutações no patrimônio líquido Em milhares de reais Reservas de lucros Nota explicativa Capital social Reserva legal Retenção de lucros Lucros acumulados Total Em 1º de janeiro Aumento de capital 13 (a) Lucro líquido do exercício Dividendos propostos 13 (d) (371) (371) Constituição de reservas 13 (b)(c) (15.473) Em Redução de capital 13 (a) ( ) (23.458) ( ) Lucro líquido do exercício Constituição de reservas 13 (b)(c) (4.882) Em de As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 3 de 21

7 Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em Em milhares de reais Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Ajustes Depreciação e amortização Resultado de equivalência patrimonial (12.205) Provisão para perda em investimentos 115 Juros e variações monetárias e cambiais, líquidas Variações nos ativos e passivos Contas a receber (10.577) (1.723) Adiantamentos a fornecedores (528) Tributos a recuperar (8.113) (1.486) Outros ativos Despesas antecipadas (1.334) Fornecedores (1.840) Salários e encargos sociais Tributos a pagar Outros passivos Caixa aplicado nas operações (845) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 4 de 21 Juros pagos (5.505) Imposto de renda e contribuição social pagos (243) (961) Caixa líquido aplicados nas atividades operacionais (1.088) 383 Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisições de investimentos (2.047) Adições ao imobilizado (3.324) (381) Adições ao intangível (12.617) Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (17.988) (381) Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Amortizações de financiamentos ( ) Ingressos de financiamentos Aumento de capital Sociedades da Organização Odebrecht Dividendos pagos (2.892) Caixa líquido proveniente das (aplicado nas) atividades de financiamentos Aumento (redução) líquido (a) de caixa e equivalentes de caixa (13.816) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício

8 1 Informações gerais A Lumina Resíduos Industriais S.A. ( Lumina ou Companhia ) foi constituída em 14 de março de 2002, inicialmente sob a razão social de Ecoresorts Pantanal S.A. e tem como objeto social atuar na área de meio ambiente através da prestação de serviços de coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos sólidos domiciliares; prestação de serviço de coleta seletiva, operação e manutenção de centrais de triagem; implantação, operação e manutenção de centrais de tratamento de resíduos, compreendendo compostagem, incineração, resíduos sólidos domiciliares e industriais, estações de transbordo e aterros sanitários; implantação, operação e manutenção de estações de tratamento de água, esgotos e efluentes diversos, inclusive para fins de reutilização, aproveitamento energético de resíduos; monitoramento e controle de qualidade e emissão de ar e gases; e monitoramento, avaliação e remediação de solos e águas, subterrâneas e superficiais, além da participação em outras sociedades, na qualidade de acionista ou sócia. Em 29 de abril, através da alteração do estatuto social e transformação para Sociedade por Ações do tipo sociedade anônima, a Companhia teve a sua razão social alterada para Lumina Resíduos Industriais S.A. Em 15 de julho de 2010, foi aprovada a redução do capital social da Companhia, no montante de R$ , equivalente a 100% de participação na Lumina Jeceaba, mediante a transferência de investimento para a controladora Foz do Brasil S.A. ( Foz ). A Companhia é parte integrante da Organização Odebrecht ( Organização ), controlada direta pela Foz. 2 Resumo das principais políticas contábeis As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras estão apresentadas a seguir. Essas políticas vêm sendo aplicadas de modo consistente em todos os exercícios apresentados, salvo disposição em contrário. 2.1 Base de preparação As presentes demonstrações financeiras foram aprovadas pela diretoria da Companhia em 18 de março de As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). 5 de 21

9 Estas são as primeiras demonstrações financeiras apresentadas de acordo com os CPCs pela Companhia. O processo de adoção dos CPCs pela primeira vez está descrito na Nota 18. A preparação de demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por parte da administração da Companhia no processo de aplicação das políticas contábeis da Organização. Aquelas áreas que requerem maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas quais premissas e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras, estão divulgadas na Nota 3. A Companhia não apresenta demonstrações financeiras consolidadas conforme requerido pelo CPC 36 (R1) demonstrações consolidadas, por ser uma controlada da Foz, a qual apresenta demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), e não requer que a Companhia prepare demonstrações financeiras consolidadas. 2.2 Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais de três meses, ou menos e com risco insignificante de mudança de valor (Nota 5). 2.3 Ativos financeiros Classificação A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao valor justo através do resultado e empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. (a) Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categoria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda no curto prazo. (b) Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Companhia compreendem "Caixa e equivalentes de caixa" e "Contas a receber" (Notas 5 e 6). 6 de 21

10 2.3.2 Avaliação de ativos financeiros e não financeiros Ativos mensurados ao custo amortizado A Companhia avalia se existe evidência objetiva de impairment. Não foram identificadas evidências objetivas que pudessem justificar o registro de perdas de impairment tanto para ativos financeiros, quanto para os não financeiros. 2.4 Contas a receber de clientes As contas a receber de clientes correspondem aos valores a receber de clientes pela prestação de serviços no decurso normal das atividades da Companhia. Se o prazo de recebimento é equivalente a um ano ou menos, as contas a receber são classificadas no ativo circulante. As contas a receber de clientes são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo menos a provisão para créditos de liquidação duvidosa, calculada com base na análise dos créditos e registrada em montante considerado pela Administração como suficiente para cobrir perdas nas contas a receber. 2.5 Despesas antecipadas As despesas antecipadas são compostas por prêmios de seguro a apropriar, avaliados ao custo, líquidas das amortizações incorridas até a presente data, e reconhecidas ao resultado, de acordo com o prazo de vigência do seguro. 2.6 Investimentos As participações em controladas são avaliadas pelo método da equivalência patrimonial (Nota 8). Para efeito do cálculo da equivalência patrimonial, os lucros não realizados entre a Companhia e suas controladas são eliminados na medida da participação da Companhia. As práticas contábeis das controladas e controladas em conjunto são iguais às práticas adotadas pela Companhia. 2.7 Imobilizado O imobilizado é mensurado pelo seu custo histórico, menos depreciação acumulada. O custo histórico inclui os gastos diretamente atribuíveis à aquisição dos itens. Quando aplicável, o custo histórico também inclui os custos de financiamento relacionados com a aquisição de ativos qualificáveis. 7 de 21

11 Os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados, se apropriado, ao final de cada exercício. A depreciação é calculada usando o método linear para alocar seus custos aos seus valores residuais durante a vida útil estimada. O valor contábil de um ativo é imediatamente baixado para seu valor recuperável se o valor contábil do ativo for maior do que seu valor recuperável estimado (Nota 2.3.2). 2.8 Ativos intangíveis Os ativos intangíveis estão compostos de licenças de uso de softwares e ágio na aquisição de coligada (Nota 10). O ágio refere-se à aquisição de 25% da participação da Utilitas Participações S.A. 2.9 Fornecedores As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso normal dos negócios, sendo classificadas no passivo circulante Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido O imposto de renda sobre o lucro líquido é calculado à alíquota estabelecida, de acordo com a legislação aplicável. Os encargos referentes ao imposto de renda são registrados em regime de competência dos exercícios, incluindo o imposto de renda e a contribuição social diferidos que são calculados pelas diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações financeiras. As alíquotas, definidas atualmente para determinação desses tributos diferidos, são de 25% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social (Nota 12) Regime Tributário de Transição O Regime Tributário de Transição (RTT) terá vigência até a entrada em vigor de lei que discipline os efeitos fiscais dos novos métodos contábeis, buscando a neutralidade tributária das alterações na legislação societária brasileira, introduzidas pela Lei nº /07 e pela MP nº 449/08, convertida na Lei nº /09 de 27 de maio. A partir do ano-calendário de 2010, o RTT é obrigatório para as pessoas jurídicas optantes pelo lucro real. Assim, considerando que nenhuma legislação disciplinando os efeitos fiscais no contexto dos novos métodos contábeis foi editada, a Companhia permanece adotando os preceitos do RTT, quais sejam, de eliminar, para fins fiscais, os efeitos decorrentes dos novos regramentos contábeis, utilizando-se para tanto, as regras contábeis vigentes. 8 de 21

12 2.12 Reconhecimento da receita A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela prestação de serviços no curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida dos impostos, dos abatimentos e dos descontos. A Companhia reconhece as receitas quando os valores podem ser mensurados com segurança e é provável que benefícios econômicos futuros serão apurados. 3 Estimativas e julgamentos contábeis críticos Na elaboração das demonstrações financeiras é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da Companhia incluem, portanto, estimativas referentes à seleção de vidas úteis do ativo imobilizado, apropriação da receita de serviços prestados, determinações da provisão para imposto de renda e outras similares que, não obstante refletirem a melhor precisão possível, podem apresentar variações em relação aos resultados reais. 4 Gestão de risco financeiro 4.1 Fatores de risco financeiro Considerações gerais A Companhia participa em operações envolvendo instrumentos financeiros, incluindo contas a receber e contas a pagar a fornecedores. Os instrumentos financeiros operados pela Companhia têm como objetivo administrar a disponibilidade financeira de suas operações. A administração dos riscos envolvidos nessas operações é feita através de mecanismos do mercado financeiro que buscam minimizar a exposição dos ativos e passivos das empresas, protegendo a rentabilidade dos contratos e o patrimônio da Companhia. Os valores registrados no ativo e no passivo circulante têm liquidez imediata ou vencimento, em sua maioria, em prazos inferiores a três meses. Considerando o prazo e as características desses instrumentos financeiros, que são sistematicamente renegociados, os valores contábeis se aproximam dos valores justos. (a) Risco de crédito A política da Companhia considera o nível de risco de crédito a que está disposta a se sujeitar no curso de seus negócios. 9 de 21

13 (b) Risco de liquidez É o risco de a Companhia não dispor de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos. Para administrar a liquidez do caixa em moeda nacional e estrangeira, são estabelecidas premissas de desembolsos e recebimentos futuros, sendo monitoradas diariamente pela área de tesouraria. Em 31 dezembro de 2010, a Companhia mantinha caixa e equivalentes de caixa no montante de R$ ( - R$ ). 4.2 Gestão de capital Os objetivos da Companhia ao administrar seu capital são os de salvaguardar a capacidade de sua continuidade para oferecer retorno aos acionistas e benefícios às outras partes interessadas, além de manter uma adequada estrutura de capital para reduzir o respectivo custo. E, para atingimento desses objetivos, exerce uma gestão financeira e de capital centralizada na Foz. Para manter ou ajustar a estrutura do capital, a Companhia pode rever a política de pagamento de dividendos, devolver capital aos acionistas ou, ainda, emitir novas ações ou vender ativos para reduzir, por exemplo, o nível de endividamento. 5 Caixa e equivalentes de caixa de º de janeiro Fundo fixo Banco conta movimento Aplicações financeiras Referem-se substancialmente ao fundo de investimento exclusivo da Caixa Econômica Federal, com rendimento de 99% do CDI e ao fundo de investimento denominado Renda fixa CDB SWAP", com rendimento aproximado de 100% do CDI. 10 de 21

14 6 Contas a receber de º de janeiro Contas a receber de clientes Clientes privados e públicos Tributos a recuperar de 2010 IR IR sobre aplicação financeira CSLL PIS COFINS INSS ISS Outros º de janeiro Investimentos (a) Participação em coligadas e controladas País de 2010 Participação no capital social (%) Foz de Jeceaba Engenharia Ambiental S.A. ("Jeceaba") (*) Brasil 100,00 Foz de Rio Claro S.A. ("Rio Claro") Brasil 5,00 5,00 Cetrel Lumina Soluções Ambientais ("Cetrel Lumina") Brasil 50,00 50,00 Utilitas Particiações S.A. ("Utilitas") (**) Brasil 25,00 (*) Investimento alienado a sua controladora Foz ao longo do exercício findo em 31 de dezembro de 2010 (Nota 1). (**) Investimento adquirido ao longo do exercício findo em de de 21

15 (b) Movimentação dos investimentos Saldo no início do exercício Adições (baixas) Provisão para perda (Dividendos a receber) / reversão Equivalência patrimonial Saldo no final do exercício Rio Claro 675 (99) Utilitas (21) Cetrel Lumina (115) Jeceaba ( ) (3.620) ( ) (115) (99) (2.477) Imobilizado (a) Composição de º de janeiro Depreciação Custo acumulada Líquido Líquido Líquido Taxas médias anuais de depreciação (%) Terrenos Equipamentos de informática 77 (21) Máquinas, equipamentos e instalações (361) Edificações e benfeitorias (1.073) a 40 Móveis e utensílios 406 (57) Outros até (1.512) (b) Movimentação de 2010 Saldo no início do exercício (+) Adições (-) Depreciação (609) (403) Saldo no final do exercício de 21

16 10 Intangível (a) Composição de 2010 Amortização Custo acumulada Líquido Ágio (*) Softwares, Direitos de uso 117 (69) (69) (*) Refere-se ao ágio na aquisição de participação minoritária da Utilitas, ocorrida em 14 de julho de (b) Movimentação de 2010 Saldo no início do exercício (+) Adições (-) Amortização (69) Saldo no final do exercício Empréstimos e financiamentos A Companhia efetuou captação de recursos no decorrer do exercício para financiar o inicio da construção dos ativos de sua antiga controlada Jeceaba. O montante de R$ de capital de giro era atualizado com a taxa de CDI + 2% a 3,3% ao ano e, foi captado junto ao Banco HSBC, Banco Modal S.A. e o Banco Nossa Caixa S.A., nos valores de R$ , R$ e R$ , respectivamente. O empréstimo foi liquidado dentro do próprio exercício. 13 de 21

17 12 Imposto de renda e contribuição social (a) Despesa de Imposto de renda e contribuição social Os saldos de despesa de imposto de renda e contribuição social são relacionadas a seguir: Imposto de renda (1.970) (431) Contribuição social (718) (163) (2.688) (594) (b) Reconciliação da despesa de imposto de renda e da contribuição social corrente Os valores de imposto de renda e contribuição social corrente demonstrados no resultado apresentam a seguinte reconciliação em seus valores à alíquota nominal: Imposto de Renda de 2010 Contribuição social Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social (+) Adições (-) Prejuizo Fiscal/ Base negativa (440) (440) (-) Exclusões permanente (16.544) (16.544) Base de cálculo Imposto de renda corrente (15% e adicional de 10%) (1.970) Contribuição social corrente (9%) (718) Imposto de renda e contribuição social corrente (1.970) (718) 14 de 21

18 (c) Imposto de renda e contribuição social diferidos Os saldos da despesa de imposto de renda e contribuição social diferidos são referentes às investidas relacionadas a seguir: Imposto de renda (1.258) (270) Contribuição social (453) (97) (1.711) (367) O imposto de renda e a contribuição social diferidos são calculados sobre os prejuízos fiscais do imposto de renda, a base negativa de contribuição social e as correspondentes diferenças temporárias entre as bases de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e os valores contábeis das demonstrações financeiras. As alíquotas desses impostos, definidas atualmente para determinação dos tributos diferidos, são de 25% para o imposto de renda e de 9% para a contribuição social. Impostos diferidos ativos são reconhecidos na extensão em que seja provável que o lucro futuro tributável esteja disponível para ser utilizado na compensação das diferenças temporárias, com base em projeções de resultados futuros elaboradas e fundamentadas em premissas internas e em cenários econômicos futuros que podem, portanto, sofrer alterações. Os valores de compensação são os seguintes: de 2010 Ativo de imposto diferido Ativo de imposto diferido a ser recuperado mais de 12 meses Passivo de impostos diferidos Imposto de renda e contribuição social diferido (2.077) (913) Passivo de imposto diferido a ser liquidado mais de 12 meses (2.077) (913) Imposto diferido (líquido) (2.077) (366) 15 de 21

19 13 Patrimônio líquido (a) Capital social Em 17 de dezembro, a Companhia registrou aumento de capital no valor de R$ , mediante emissão de quotas, pelo valor nominal de R$ 1,00 cada uma, através de cessão de crédito no mesmo valor pela controladora Foz. Em 15 de julho de 2010, foi aprovada a redução do capital social da Companhia, no montante de R$ , e redução da reserva de retenção de lucros no montante de R$ , equivalentes a 100% de participação na controlada Jeceaba, mediante a transferência de investimento para a controladora Foz. Em de 2010, o capital social da Companhia é de R$ (, R$ ), totalmente subscrito e integralizado pela Foz em ações e 1 ação da Odebrecht S.A. ( ODB ), sendo representado por ações. (b) Reserva legal A reserva legal é constituída anualmente como destinação de 5% do lucro líquido do exercício e não poderá exceder a 20% do capital social ou até que o saldo dessa reserva, acrescido do montante de reserva de capital, exceda a 30% do capital social. A reserva legal tem por fim assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízo ou aumentar o capital. (c) Retenção de lucros A reserva de retenção de lucros refere-se à retenção do saldo remanescente de lucros acumulados, a fim de atender ao projeto de crescimento dos negócios estabelecido em seu plano de investimentos, conforme orçamento de capital proposto pelos administradores da Companhia, a ser deliberado na Assembléia Geral em observância ao artigo 196 da Lei das Sociedades por Ações. (d) Dividendos Em 29 de abril de 2010, foram aprovados, dividendos relativos ao exercício findo em 2009, no valor de R$ 371, os quais haviam sidos propostos em. 16 de 21

20 14 Receita A reconciliação das receitas auferidas no período é como segue: Operações Receita de serviços Impostos e contribuições sobre serviços (10.688) (6.473) Resultado financeiro O resultado financeiro da Companhia está composto substancialmente por receitas financeiras sobre a aplicação financeira e por despesas financeiras sobre financiamento incorrido e amortizado dentro do exercício (Nota 11). 16 Despesas gerais e administrativas As despesas gerais e administrativas do exercício referem-se, substancialmente, a remuneração dos funcionários, despesas com prestadores de serviço e estudo de viabilidade de novos contratos. 17 Sociedades da Organização Odebrecht Ativo não circulante 1º de janeiro Passivo não circulante de 2010 Foz do Brasil (*) OEA (**) Em 29 de dezembro,o saldo da Companhia com a OEA foi cindido para Foz, através de cessão de crédito. (*) Rateio de despesas. (**) Contratos de conta-corrente, sem encargos financeiros e com vencimento indeterminado. 17 de 21

21 18 Adoção dos CPCs pela primeira vez 18.1 Base da transição Aplicação dos CPCs 37 e 43 As demonstrações financeiras para o exercício findo em de 2010 são as primeiras demonstrações financeiras anuais em conformidade com os CPCs. A Companhia aplicou os CPCs 37 e 43 na preparação destas demonstrações financeiras. A data de transição é 1 o de janeiro. A administração preparou o balanço patrimonial de abertura segundo os CPCs nessa data. Na preparação dessas demonstrações financeiras, a Companhia aplicou as exceções obrigatórias relevantes e certas isenções opcionais em relação à aplicação completa retrospectiva Exceções da aplicação retrospectiva seguidas pela Companhia A Companhia aplicou a seguinte exceção obrigatória na aplicação retrospectiva. Exceção das estimativas As estimativas utilizadas na preparação destas demonstrações financeiras em 1 o de janeiro e em são consistentes com as estimativas feitas nas mesmas datas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil anteriormente ("BR GAAP antigo") Conciliação entre BR GAAP antigo e CPCs Abaixo seguem explicações sobre os ajustes relevantes nos balanços patrimoniais e na demonstração do resultado, e depois as conciliações apresentando a quantificação dos efeitos da transição. Lucros acumulados Todos os ajustes foram efetuados contra lucros acumulados iniciais, em 1 o de janeiro, exceto pelos itens de reclassificação. As seguintes conciliações apresentam a quantificação do efeito da transição para os CPCs e nas seguintes datas:. Patrimônio líquido na data de transição de 1 o de janeiro (Nota ).. Patrimônio líquido em (Nota ).. Lucro líquido para o exercício findo em (Nota ). 18 de 21

22 Conciliação do patrimônio líquido em 1 o de janeiro De acordo com BR GAAP antigo Efeito total da mudança para CPCs De acordo com CPCs De acordo com BR GAAP antigo Efeito total da mudança para CPCs De acordo com CPCs Ativos Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Contas a receber Salários e encargos sociais Tributos a recuperar Tributos a pagar Outros ativos Dividendos a pagar Não circulante Realizável a longo prazo Sociedades da Organização Odebrecht Outros ativos Patrimônio líquido Investimentos 748 (146) 602 Capital social Imobilizado Reservas de lucros (3.038) (146) (3.038) Total ativos (146) Total do passivo e patrimônio liquido (146) de 21

23 Conciliação do patrimônio líquido em De acordo com BR GAAP antigo Efeito total da mudança para CPCs De acordo com CPCs De acordo com BR GAAP antigo Efeito total da mudança para CPCs De acordo com CPCs Ativos Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Contas a receber Salários e encargos sociais Tributos a recuperar Tributos a pagar Outros ativos 125 (38) 87 Dividendos a pagar Outros passivos (38) Não circulante Realizável a longo prazo Não circulante Tributos diferidos Sociedades da Organização Odebrecht Outros ativos Tributos diferidos Outros passivos Investimentos Imobilizado Patrimônio líquido Capital social Reservas de lucros Total ativos Total do passivo e patrimônio liquido de 21

24 Conciliação do lucro líquido no exercício findo em De acordo com BR GAAP antigo Efeito total da mudança para CPCs De acordo com CPCs Operações Receita de serviços Impostos e contribuições sobre serviços (6.473) (6.473) Receita líquida de serviços Custos dos serviços prestados (27.515) (27.515) Lucro bruto Despesas operacionais Gerais e administrativas (17.000) (17.000) Outras receitas, líquidas (5) (5) Lucro operacional antes das participações societárias e do resultado financeiro Resultado de participações societárias Equivalência patrimonial (1.792) Provisão para perda em investimentos (401) 286 (115) Resultado financeiro Despesas financeiras (5.505) (5.505) Receitas financeiras Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição social - correntes (961) (961) Lucro líquido do exercício * * * 21 de 21

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