Em setembro de 2011, ocorreu a cisão parcial de 99,99% de seu patrimônio líquido.

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1 NUMERAL 80 PARTICIPAÇÕES S.A. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Numeral 80 Participações S.A. ( Companhia ), anteriormente denominada Santos-Brasil S.A., domiciliada no Brasil, com sede em São Paulo, tem por objeto a participação em outras sociedades. Em setembro de 2011, ocorreu a cisão parcial de 99,99% de seu patrimônio líquido. Após a citada reestruturação societária, a Companhia teve as suas atividades operacionais transferidas para a controladora Santos Brasil Participações S.A. 2. BASE DE PREPARAÇÃO a) Declaração de conformidade (com relação às normas do CPC) As demonstrações contábeis foram preparadas em conformidade com os pronunciamentos técnicos e as orientações e interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC. A demonstração do resultado abrangente não está sendo apresentada, pois não há valores a serem apresentados sob esse conceito, ou seja, o resultado do exercício é igual ao resultado abrangente total. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Diretoria em 31 de janeiro de b) Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações contábeis são apresentadas em real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financeiras apresentadas em real foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. c) Uso de estimativas e julgamentos A preparação das demonstrações contábeis de acordo com as normas do CPC exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas.

2 3. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS As políticas contábeis descritas em detalhes a seguir têm sido aplicadas pela Companhia de maneira consistente para todos os exercícios apresentados nessas demonstrações contábeis: a) Instrumentos financeiros Caixa e equivalentes de caixa Abrangem saldos de caixa e saldo em conta-corrente bancária. Passivos financeiros A Companhia tinha fornecedores como passivos financeiros em 31 de dezembro de Capital social Ações ordinárias e preferenciais São classificadas como patrimônio líquido. O capital preferencial é classificado como patrimônio líquido caso seja não resgatável, ou somente resgatável à escolha da Companhia. Ações preferenciais não dão direito a voto e possuem preferência na liquidação da sua parcela do capital social. Os dividendos mínimos obrigatórios, conforme definido em estatuto e quando consignados ao final do exercício, são reconhecidos como passivo. b) Receita operacional Até 2011, a receita de serviços era reconhecida no resultado em virtude da sua prestação e está relacionada, principalmente, a operações de cais, armazenagem alfandegada e operações logísticas. As operações de cais referem-se, basicamente, ao embarque e desembarque de contêineres dos navios e são reconhecidas no resultado em virtude da conclusão das operações de cada navio. A armazenagem alfandegada está relacionada à armazenagem de carga de importação ou exportação. A receita de armazenagem é reconhecida no resultado no momento em que ocorrem o desembaraço aduaneiro e a retirada da carga importada pelo importador ou no embarque da carga exportada no navio. O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência. c) Imposto de renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL Até 2011, os valores desses tributos, do exercício corrente e diferido, foram calculados com base nas alíquotas de 15%, acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$240, para o imposto de renda, e de 9% sobre o lucro tributável para a contribuição social, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social, limitada a 30% do lucro tributável.

3 A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. Os impostos correntes e diferidos são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados a combinação de negócios, ou itens diretamente reconhecidos no patrimônio líquido ou em outros resultados abrangentes. d) (Prejuízo) lucro por ação O (prejuízo) lucro básico por ação é calculado por meio do resultado do exercício da Companhia e da média ponderada das ações ordinárias e preferenciais em circulação no respectivo exercício. A Companhia não está apresentando o resultado por ação diluído, pois não possui nenhum instrumento potencialmente conversível em ação, com efeito diluidor, nos exercícios apresentados, nos termos do pronunciamento técnico CPC 41 - Resultado por Ação. e) Demonstrações do valor adicionado A Companhia elaborou demonstrações do valor adicionado nos termos do pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado, as quais são apresentadas como parte integrante das demonstrações contábeis conforme legislação societária brasileira aplicável às companhias abertas. 4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Caixa e saldo em bancos TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) Remuneração do pessoal-chave A remuneração do pessoal-chave da Administração compreende: Conselho de Conselho de Administração Administração Diretoria Benefícios de curto prazo Outros benefícios Total Nos valores da Diretoria, em 31 de dezembro de 2011, estavam incluídos os diretores estatutários e os demais diretores. b) Controladores A controladora da Companhia é a Santos Brasil Participações S.A., que detém 100% das ações que representam o seu capital social.

4 6. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social Ações ordinárias Ações preferenciais Existentes no início do exercício Redução - cisão parcial - ( ) - ( ) Aumento de capital Emitidas/autorizadas sem valor nominal Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 19 de dezembro de 2011, foi aprovado o aumento de capital social no montante de R$290, totalizando, assim, R$300. A Companhia está autorizada a aumentar o seu capital social, independentemente de decisão de Assembleia Geral, até o limite de de ações, mediante deliberação do Conselho de Administração, que fixará as condições de emissão e de colocação dos referidos títulos mobiliários. Cada ação ordinária dá direito a um voto nas deliberações da Assembleia Geral. As ações preferenciais não possuem dividendos assegurados. b) Remuneração dos acionistas São assegurados aos acionistas dividendos mínimos de 25% do lucro líquido, ajustado de acordo com a legislação societária e o Estatuto Social da Companhia. 7. RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA A conciliação entre a receita bruta para fins fiscais e a receita contábil apresentada na demonstração do resultado do exercício é conforme segue: Receita bruta Deduções da receita: Impostos sobre vendas Outras

5 8. DESPESAS OPERACIONAIS POR NATUREZA Mão de obra avulsa - (38.650) Taxas - Companhias Docas - (24.977) Arrendamentos e infraestruturas - Companhias Docas - (21.233) Fretes - (2.135) Despesas com pessoal (35) ( ) Manutenção operacional - (17.990) Depreciação e amortização - (50.194) Outras despesas (140) (71.492) Total (175) ( ) Classificadas como: Custo dos serviços prestados - ( ) Despesas com vendas - (12.233) Despesas gerais e administrativas (175) (42.972) Total (175) ( ) 9. OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Outras receitas operacionais: Ressarcimento de Imposto Sobre Serviços - ISS sobre notas canceladas 735 Ganho na venda de ativo Correção de depósitos judiciais 352 Outras 452 Total Outras despesas operacionais: Projetos inviabilizados - Chile (540) Outras (135) Total (675)

6 10. RECEITAS (DESPESAS) FINANCEIRAS RECONHECIDAS NA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Receitas financeiras: Rendimento de aplicação financeira Juros de mútuo Variações monetárias e cambiais ativas Valor justo da operação de swap 843 Outras 792 Total Despesas financeiras: Juros (2.066) Variações monetárias e cambiais passivas (12.433) Valor justo da operação de swap (476) Outras (655) Total (15.630) 11. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL a) Conciliação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ e da CSLL - correntes e diferidos A conciliação do IRPJ e da CSLL apropriados ao resultado é demonstrada a seguir: (Prejuízo) lucro antes do imposto de renda e da contribuição social (175) I - Valor-base - IRPJ e CSLL (84) Alíquota de 15% de IRPJ e de 9% de CSLL (42) Alíquota adicional de 10% de IRPJ com dedução de R$240 (42) II - Efeitos das adições e exclusões permanentes de despesas e receitas Adições permanentes- Outras III - Efeitos dos incentivos fiscais - (714) Incentivos fiscais - (714) IV - Taxa efetiva IRPJ e CSLL ajustados (I + II + III) (82) Alíquota efetiva N/A 33,9% V - Efeitos do IRPJ e da CSLL diferidos Não contabilização de prejuízos fiscais e diferenças temporárias Efeitos do IRPJ e da CSLL no resultado (IV + V)

7 Imposto de renda e contribuição social - correntes Imposto de renda e contribuição social - diferidos Total b) Despesa de IRPJ e CSLL correntes e diferidos IRPJ CSLL Imposto reconhecido no resultado- Despesa corrente- Do exercício IRPJ e CSLL diferidos: Diferenças temporárias (1.296) (467) Regime Tributário de Transição - RTT Total de despesa com IRPJ e CSLL INSTRUMENTOS FINANCEIROS Classificação dos instrumentos financeiros A classificação dos instrumentos financeiros está apresentada no quadro a seguir, e não existem instrumentos financeiros classificados em outras categorias além das informadas, estando seus valores a preço justo de mercado: Ativo- Empréstimos e recebíveis- Caixa e equivalentes de caixa Subtotal Passivo- Custo amortizado- Fornecedores 1 - Subtotal 1 - Total

8 Conselho de Administração Verônica Valente Dantas (Presidente) Richard Klien (Vice-Presidente) Marcos Nascimento Ferreira Suplentes Maria Amalia Delfim de Melo Coutrim Fabio Perrone Campos Mello José Raul Sant Anna Diretoria Antônio Carlos Duarte Sepúlveda - Diretor-Presidente Washington Cristiano Kato - Diretor Econômico-Financeiro e de Relações com Investidores Caio Marcelo Morel Correa - Diretor de Operações Mauro Santos Salgado - Diretor Administrativo Luiz Carlos Quene TC/CRC 1SP192166/O-6 Diretor de Controladoria

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