CURSO DE NOÇÕES BÁSICAS PRIMEIROS SOCORROS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO DE NOÇÕES BÁSICAS PRIMEIROS SOCORROS"

Transcrição

1 CURSO DE NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS Núcleo de Educação em Urgência Rua Jaraguá, 858, Bom Retiro São Paulo SP - CEP PABX

2 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS I- DEFINIÇÕES O Atendimento Pré Hospitalar (APH), compreende um conjunto de procedimentos técnicos que são realizados por profissionais habilitados, no próprio local de ocorrência (local do incidente) e durante o transporte, que tem por finalidade manter uma vítima com vida e em situação mais próxima possível de normalidade (estabilidade), até sua chegada ao hospital. Quem o executa: auxiliares de enfermagem, enfermeiros e médicos, com o apoio do condutor do veículo de emergência, bombeiros militares e civis. O Resgate compreende um conjunto de técnicas que tem por finalidade a retirada de vítimas de locais de onde não consigam sair sozinhas e sem risco. Quem o executa: bombeiros e equipes de APH treinadas em técnicas de resgate. Os Primeiros Socorros são procedimentos de baixa complexidade, executados com intuito de preservação da vida, amparo e redução do sofrimento e que pode ser realizado por qualquer cidadão oriundo ou não da área de saúde, desde que tenha treinamento e algumas habilidades necessárias para tais ações, até a chegada de um serviço especializado. Quem os executa: qualquer pessoa desde que devidamente treinada. Vários estudos comprovam que quando se atende uma vítima no próprio local da ocorrência e, se possível, só a remove após sua estabilização, há uma redução acentuada das sequelas e do óbito. No Brasil, os serviços que prestam atendimento de emergência às vítimas são: SAMU 192, o Resgate do Corpo de Bombeiros (193), as empresas concessionárias de rodovias e os grupos militares. Modalidades de Atendimento Pré Hospitalar: A- Suporte Básico de Vida SBV: englobam atividades que consistem em medidas de suporte básico de vida. Não faz diagnóstico e não utiliza manobras invasivas. A ambulância é tripulada por auxiliares de enfermagem e motoristas treinados. Ex: estancar uma hemorragia, imobilizar uma fratura, atender a um engasgamento ou a um ferimento, realizar respiração artificial e compressão torácica, utilização do desfibrilador externo automático, etc. B- Suporte Avançado de Vida SAV: atividade médica e do enfermeiro que serve de apoio ao Suporte Básico de Vida. Utiliza equipamentos para sua prática como ventiladores, desfibriladores, faz alguns diagnósticos e utiliza manobras invasivas (intubação, medicamentos, cricotiredoitomia, etc.). Apenas profissionais da área da saúde podem realizá-lo e depende das leis de cada País: No Brasil médicos e enfermeiros, em outros países paramédicos e técnicos em emergência médica. 2

3 A forma de acionamento do SAMU 192 e do Corpo de Bombeiros 193 segue um padrão internacional, conforme esquema abaixo: 1. A vítima ou alguém aciona uma central por meio de telefone; 2. A Central identifica a situação, classificando a emergência; 3. A Central localiza a ambulância mais próxima e adequada (SBV ou SAV) e a aciona; 4. A ambulância vai ao local, sem perda de tempo; 5. A equipe treinada e equipada atende a vítima, estabilizando-a no que for possível; 6. A ambulância transporta a vítima para o hospital mais próximo e mais adequado para a situação encontrada, conforme orientação da Central de Operações; 7. O hospital preparado dá o atendimento definitivo à vítima. 3

4 II-BIOSSEGURANÇA E AVALIAÇÃO DA CENA Uma pessoa que presta socorro deve ter em mente os riscos que corre ao realizar um atendimento. Por isso, sempre antes de socorrer uma vítima deve-se, observar se o local onde a mesma se encontra está seguro para que o socorrista se aproxime. Lembre-se: o socorrista pode se tornar mais uma vítima se não observar cuidadosamente o local onde está. Também é muito importante ressaltar que as pessoas podem transmitir doenças de umas para as outras e, portanto se o socorrista não tiver protegido (luvas de procedimento, máscaras, etc.), poderá ser contaminado ao prestar socorro. Por isso, antes de nos aproximarmos da vítima, devemos verificar se o local está seguro e utilizarmos equipamentos de proteção individual. III-AVALIAÇÃO INICIAL OU PRIMÁRIA DA VÍTIMA Durante a avaliação da vítima temos que observar se estão presentes os sinais que indicam que uma pessoa está viva (sinais vitais): respiração e circulação. Respiração: composta pela inspiração, quando o oxigênio que está no ar é levado aos pulmões e pela expiração, quando o gás carbônico é exalado; Passos para avaliação inicial ou primária da vítima: 1. Chame pela vítima com voz firme e alta e toque em seus ombros; 2. Se ela não responder, chame o serviço de emergência médica (192 ou 193); 3. Verifique se esta vítima está respirando, realizando observação rápida da expansibilidade torácica; 4. Se a vítima estiver respirando, verifique rapidamente a presença de hemorragia importante por toda a extensão do corpo da vítima; IV-PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA (PCR) E REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR (RCP) Quando uma pessoa tem uma parada cardiorrespiratória, as células de seu corpo começam a sofrem e a morrer pela falta de oxigênio. O principal órgão que sofre com esta falta é o nosso cérebro, cujas células começam a morrer em curto espaço de tempo (cerca de 4 a 6 minutos em média). As principais causas da parada cardiorrespiratória são doenças do aparelho circulatório no adulto e distúrbios respiratórios nas crianças. 4

5 Ao socorrermos uma vítima com suspeita de cardiorrespiratória devemos agir da seguinte forma: 1- Verifique segurança do local; 2- Verifique a consciência da vítima; 3- Solicite ajuda (192 ou 193); 4- Verifique a Respiração da vítima. a. Se a vítima respira: verifique a presença de hemorragia, mantenha a via aérea aberta e aguarde chegar ajuda, verificando sempre a respiração da mesma. b. Se a vítima não Respira: Inicie as compressões torácicas 5- Realize 30 compressões torácicas: a- Posicione-se de joelhos, ao lado da vítima, na altura de seus ombros; b- Coloque a região hipotênar (calcanhar) de uma de suas mãos sobre o osso esterno da vítima, na linha entre os mamilos; c- Coloque a outra mão sobre a primeira e, mantendo os cotovelos bem esticados, comprima em torno de 4 a 5 cm, por 30 vezes o tórax da vítima d- para baixo, de forma firme e rápida (100 vezes por minuto); Reanimação Cardiopulmonar (vítima acima de 8 anos) 6- Faça a reanimação respiratória da seguinte forma: a- Inspire normalmente, faça a abertura das vias aérea com a hiperextensão do pescoço e coloque a sua boca sobre a sobre a boca da vítima (utilize a máscara facial com válvula unidirecional), selando bem e tape as narinas da mesma; 5

6 b- Sopre o ar para dentro dos pulmões da vítima de forma contínua e suave, até que o tórax da mesma se eleve (gaste 01 minuto aproximadamente). Observe a elevação do tórax da vítima. Não sopre muito ar, nem com muita força, pois isto pode prejudicar as manobras de socorro, ao desviar o ar para o estômago, provocando vômito na vítima; c- Afaste sua boca da boca da vítima, solte as narinas dela e observe seu tórax descer. Logo a seguir faça a segunda insuflação. 7- Realize 2 insuflações; Abertura de via aérea Continue a reanimação cardiopulmonar ( 30 compressões e 2 insuflações) até a vítima apresentar alguma reação, a chegada de socorro ou quando o DEA (Desfibrilador Externo Automático) estiver disponível para a utilização. Reanimação Cardiopulmonar em criança (de 1 a 8 anos) 1. Coloque o punho de uma de suas mãos sobre o osso esterno da criança, na linha imaginária entre os mamilos da mesma; 2. Comprima o esterno cerca de 4 cm, por 30 vezes; 3. Realize duas insuflações; 4. Repita o processo até a chegada do socorro. 6

7 Reanimação Cardiopulmonar em bebê (menos de 1 ano de idade) 1. Coloque os 2 dedos de uma de suas mãos, sobre o osso esterno, logo abaixo da linha imaginária entre os mamilos; 2. Comprima o osso esterno cerca de 1,2 a 2,5 cm, por 30 vezes; 3. Realize duas insuflações (selando boca e nariz do bebê); 4. Repita o processo até a chegada do socorro. V-OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS POR CORPOS ESTRANHOS (OVACE)- ENGASGO Trata-se do bloqueio da passagem de ar através das vias aéreas, devido a um corpo estranho, que pode levar à parada respiratória e se não corrigido, à morte. Geralmente os corpos estranhos são alimentos (balas, chicletes, lanches, pedaços de carne), pequenos brinquedos e objetos (principalmente em crianças menores de 03 anos), próteses dentárias, dentes e pedaços de ossos (trauma de face), entre outros. Tipos de obstrução: a. Obstrução leve das Vias Aéreas A vítima apresenta tosse vigorosa e fala algumas palavras, aponta para a boca ou segura o pescoço (sinal universal do engasgo). Neste caso, fique ao lado da vítima e estimule-a a tossir para assim eliminar a causa da obstrução; b. Obstrução grave das Vias Aéreas A vítima não consegue falar, apresenta tosse fraca ou não tosse, não consegue respirar, apresenta cor arroxeada e o sinal universal de engasgo. Neste caso devemos agir imediatamente realizando a manobra de compressão abdominal subdiafragmática. 7

8 Técnicas Para Desobstrução de Vias Aéreas: Estas técnicas devem ser realizadas em crianças (a partir de 01 ano) e em adultos, conscientes. 1- Compressão Abdominal Subdiafragmática - consiste em compressões manuais abdominais, efetuadas na região subdiafragmática, com a finalidade de forçar rajadas de ar dos pulmões, a fim de expulsar o objeto. As compressões são realizadas entre o umbigo e o final do osso esterno, e devem ser efetuada até a saída do objeto ou até a vítima se tornar inconsciente. Para mulheres em adiantado estado de gestação e em vítimas obesas, as compressões devem ser realizadas no tórax, no mesmo local da compressão cardíaca. 2- Vítima inconsciente - caso a vítima torne-se inconsciente, deve-se imediatamente solicitar ajuda (ligar para o sistema de emergência 192/193) e utilizar a mesma técnica da reanimação cardiopulmonar, observando, a cavidade oral após as 30 compressões, em busca do objeto causador da obstrução. Se o objeto for removido, verificar a respiração e iniciar a reanimação cardiopulmonar, se necessário. Se disponível o DEA deve ser utilizado. Se a vítima permanecer engasgada, a RCP deve ser feita (sempre observando a cavidade oral, após as 30 compressões em procura do objeto), até a ajuda chegar. Técnica Para Desobstrução de Vias Aéreas em Bebês Conscientes (menores de 1 ano) 1. Segure firme o bebê com o rosto voltado para baixo, com a cabeça ligeiramente mais baixa que o restante do corpo. Sustente a cabeça do bebê segurando firmemente a mandíbula dele. Coloque seu braço em sua coxa, para ter mais apoio; 8

9 2. Aplique 5 golpes no meio das costas do bebê usando o punho da mão com os dedos estendidos; 3. Após ter aplicado os 5 golpes nas costas do bebê, coloque sua mão livre nas costas do mesmo, segurando a cabeça com a palma da mão; 4. Vire o bebê em bloco, segurando cuidadosamente a cabeça e o pescoço do mesmo. Segure o bebê de costas, sobre o seu braço apoiado em sua coxa. Mantenha a cabeça do bebê mais baixa que o restante do corpo; 5. Aplique 5 compressões no tórax do bebê, no mesmo local da reanimação cardíaca; 6. Repita a seqüência até a saída do objeto ou até o bebê tornar-se inconsciente. Técnica em bebê inconsciente: Utilize a técnica de reanimação cardiopulmonar, observando a cavidade oral, após cada 30 compressões torácicas, buscando pelo corpo estranho. VI-EMERGÊNCIAS MÉDICAS Angina de peito Angina Pectoris: Dor caracterizada por uma sensação de intenso aperto no peito, associada a um suprimento insuficiente de oxigênio para o músculo cardíaco. É agravada pelo exercício físico e emoções fortes. Alivia com repouso ou medicamento. Infarto Agudo do Miocárdio (IAM): Morte de uma área do músculo cardíaco, resultante de uma obstrução da artéria coronária. 9

10 Sinais e Sintomas da Angina e do Infarto - Falta de ar; - Palidez, sudorese fria; - Aumento da freqüência cardíaca; - Dor no peito, que irradia para o pescoço, costas, braços e faces (no infarto a dor dura mais que 20 minutos e não cessa com o repouso); - Mal estar gástrico; - Opressão e peso no tórax; - Ansiedade, irritabilidade; - Depressão, angústia; - Apatia; - Negação. O que fazer? para Angina e Infarto. - Avalie a consciência e a respiração da vítima; - Acione o serviço de emergência médica (192/193); - Procure saber se a vítima sofreu algum trauma torácico nas últimas horas, e se sofre de algum problema cardíaco; - Observe os sinais e sintomas; - Coloque a vítima em uma posição em que se sinta mais confortável, semi sentada costuma ser a melhor; - Afrouxe as roupas do tórax e abdome; - Mantenha o local ventilado; - Tranqüilize a vítima, evite assustá-la, afaste curiosos; - Mantenha observação direta, pois a mesma pode entrar em parada cardiorrespiratória; - Aguarde socorro especializado. Acidente Vascular Cerebral ( derrame ) Definição: Dano no tecido cerebral produzido por falha na irrigação sanguínea. Pode ser de 2 (dois) tipos: 1. AVC Isquêmico Quando há obstrução na parede do vaso sangüíneo, provocado por placas de gorduras e trombos, entre outras. Este tipo ocorre em 80% dos casos. 2. AVC Hemorrágico Quando há rompimento de um vaso sangüíneo, devido à fragilidade na parede do mesmo (aneurisma), levando ao extravasamento de sangue. Este tipo está presente em 20% dos casos. 10

11 Sinais e Sintomas Depende da localização e extensão da lesão. A vítima pode apresentar: - Cefaléia (dor de cabeça); - Dificuldade para falar; - Alteração na visão, visão dupla; - Alteração de sensibilidade até paralisia em braços e pernas; - Alteração do comportamento; - Perda de memória; - Parada cardiorrespiratória. O que fazer? - Avalie a consciência e respiração da vítima; - Acione o serviço de emergência médica (192/193); - Afrouxe roupas do tórax e abdome para facilitar a respiração; - Mantenha o ambiente ventilado; - Coloque a vítima em posição confortável, sentada ou semi sentada costuma ser melhor; - Em vítimas inconscientes que respiram, coloque-as deitadas sobre o lado esquerdo para prevenir vômito e suas complicações; - Não dê nada para a vítima ingerir; - Aguarde socorro especializado. Convulsão Definição: Ocorre devido a uma descarga elétrica cerebral, que se propaga para todas as regiões do cérebro, levando a uma alteração da atividade cerebral, provocando uma série de movimentos involuntários dos músculos, de início súbito, que podem ser acompanhadas por contrações generalizadas ou focais. Causas: - Traumas; - AVC; - Epilepsia; - Febre alta em crianças menores de 04 anos; - Intoxicação; - Tumor cerebral; - Doenças infecciosas. 11

12 Sinais e Sintomas: - Perda da Consciência; - Contraturas musculares; - Respiração ruidosa, forçada; - Dentes cerrados e salivação abundante, que parece espuma devido à passagem forçada do ar entre os dentes; - Perda do controle dos esfíncteres, com perda de urina e fezes; - Pode ocorrer parada respiratória em crianças; - Após a crise a vítima recupera o seu estado de consciência lentamente, podendo ficar confusa, irritada e ter amnésia do episódio. O que fazer? - Acione o serviço de emergência (192/193); - Proteger a vítima da queda; - Afastar objetos que estejam próximos à vítima; - Não restrinja os movimentos da vítima; - Proteja a cabeça da vítima e, se possível mantenha-a deitada de lado para melhor saída da saliva; - Não introduza nada na boca da vítima; - Após a crise, esteja atento à respiração da vítima. Se a mesma respira, deixe-a deitada sobre o seu lado esquerdo; - Proteja a privacidade da vítima afastando os curiosos; - Aguarde socorro especializado Desmaio Definição: Perda súbita e transitória da consciência, por diminuição do fluxo sanguíneo cerebral. Causas: - Hipoglicemia; - Fator emocional; - Fadiga; - Desidratação; - Hipotensão. 12

13 Sinais e Sintomas: - Vertigem; - Mal estar; - Sudorese fria; - Palidez; - Escurecimento da visão; - Pulso e respiração geralmente fracos. O que fazer? - Faça a avaliação primária; - Acione o serviço de emergência (192/193); - Afrouxe roupas do tórax e abdome para facilitar a livre respiração; - Ventile o ambiente; - Mantenha a vítima deitada sobre o seu lado esquerdo; - Observe reações da vítima; - Aguarde socorro especializado. Atenção: Não ofereça produtos químicos para vítima inalar, ingerir ou passar sobre partes do corpo. Intoxicações Definição: Emergência médica causada pela ingestão, inalação, absorção ou injeção de substância, que por suas características e pela sua quantidade geram danos ao organismo ou risco para a vida. Sinais e sintomas: - Alteração do pulso e da respiração; - Alteração do estado de consciência; - Reações de pele (coceira, ardor, manchas); - Náuseas e vômitos; - Dor; - Convulsão; - Choque alérgico; - Hemorragia; - Alteração do diâmetro pupilar; - outros. 13

14 O que fazer? - Faça a avaliação primária; - Acione o serviço de emergência (192/193); - Afrouxe roupas do tórax e abdome para facilitar a livre respiração; - Ventile o ambiente; - Mantenha a vítima deitada sobre o seu lado esquerdo; - Observe reações da vítima; - Não dê nada pela boca; - Remova roupas contaminadas; - Lave a região exposta ao produto, com água em substância; - Esteja atento para os vômitos; - Se ocorrer o vômito, recolha-o e transporte-o junto com a vítima; - Envie junto com a vítima qualquer material que seja suspeito da causa da intoxicação, como frascos, embalagens de remédios, entre outros; - Aguarde o socorro solicitado. Hipotermia Avaliação de temperatura: dar preferência para termômetro retal ou timpânico (T < 36 C). Grupos de risco: Pessoas expostas à baixas temperaturas; Pessoas em situação de rua, alcoólatras; Usuários de drogas, deficientes mentais; Vítimas de trauma, afogamento e intoxicação; Distúrbios metabólicos, SNC e infecciosos; Idosos, crianças e neonatos. 14

15 O que fazer? Solicitar ajuda Remover roupas molhadas e aquecer a vítima, retirando-a, rapidamente do ambiente frio; Manter a vítima na posição horizontal ; Evitar movimentos bruscos e mobilização excessiva; Se PCR, iniciar RCP. VII-HEMORRAGIA Definição: Extravasamento de sangue para fora dos vasos sangüíneos. Quando o sangramento ocorre para fora do corpo (visível) denomina-se hemorragia externa. Quando o sangramento ocorre para dentro do corpo, denomina-se hemorragia interna. Formas para Controle de Hemorragia: 1- Compressão direta sobre a lesão comprimir o local da lesão, utilizando gazes ou outro tecido limpo qualquer. Caso a gaze ou tecido sature de sangue, não removê-la, mas sim aplicar outra sobre a primeira, exercendo maior pressão. Após estancar a hemorragia, faça a fixação das gazes com a bandagem triangular. 15

16 2- Torniquete: Seu uso é indicado somente em situações especiais, e realizado somente para profissionais da saúde. VIII-FERIMENTOS Definição: São lesões na superfície interna ou externa do organismo. Podem ser: - Fechados: contusões, lacerações e perfurações e rupturas internas; - Abertos: abrasões, incisões, lacerações, perfurações; Complicações: - Contaminação. - Sangramento. O que fazer? - Ferimentos fechados: mantenha a vítima deitada e aquecida e acione o serviço de emergência médica. - Ferimentos abertos: 1. Acione serviço de emergência (192/193); 2. Exponha o ferimento; 3. Limpe a superfície do ferimento com soro fisiológico ou água limpa; 4. Controle o sangramento; 5. Fixe o curativo após o sangramento ter sido controlado; 6. Mantenha a vítima em repouso; 7. Acalme a vítima. Ferimentos especiais: diante de algum ferimento mais complicado, acione imediatamente o serviço de emergência médica: - Ferimentos nos olhos; - Ferimentos perfurantes no tórax; - Evisceração: Exposição das vísceras. Não tente recolocar as vísceras para dentro da cavidade abdominal. Mantenha a vítima deitada; - Amputação: O procedimento básico consiste em controlar o sangramento, com compressão local. O segmento amputado deve ser envolvido com gaze seca ou tecido limpo e seco, colocado em saco plástico bem fechado e, este em outro saco plástico ou recipiente com gelo ou água gelada; - Objetos encravados: Não devem ser retirados, exceto quando os mesmos estiverem em vias aéreas, comprometendo a respiração. 16

17 IX-QUEIMADURAS As queimaduras envolvem além da pele, outras estruturas abaixo da mesma, incluindo os músculos, ossos, nervos e vasos sanguíneos. Podem também ferir os olhos e as vias aéreas, podendo até levar à pessoa a parada respiratória. Classificação: Queimadura de 1º Grau: causa vermelhidão e dor; Queimadura de 2º Grau: causa vermelhidão, dor e bolhas; Queimadura de 3º Grau: áreas enegrecidas ou partes secas e esbranquiçadas. O que fazer? 1. Acione o serviço de emergência (192/193); 2. Apague as chamas, se a vítima ainda estiver pegando fogo (use um cobertor ou role a vítima no chão); 3. Esfrie a área queimada com água corrente em abundância, e então retire as roupas da vítima (não retire as que tiverem aderidas à pele); 4. Avalie a respiração; 5. Não rompa as bolhas; 6. Retire anéis, pulseiras e relógios, desde que não estejam aderidos à pele; 7. Cubra o local com plástico limpo ou tecido. X-LESÕES OSTEOARTICULARES Definição: São lesões traumáticas que ocorrem nos ossos ou nas articulações, com ou sem alteração funcional. Tipos: Contusão, entorse, luxação, fratura (exposta ou fechada) Identificação de uma possível lesão: Pelos sinais: edema, calor, alteração da cor, desvios, crepitação, alteração de pulsos, etc. Pelos sintomas: dor, formigamento, alteração da sensibilidade, etc. Pelo mecanismo da lesão: mesmo na ausência de sinais ou sintomas 17

18 Tratamento: Imobilização Finalidades: Estabilizar a área afetada, evitar a dor, minimizar complicações (dano muscular, laceração da pele, sangramentos) e segurança no transporte. Devemos sempre suspeitar que uma vítima possua lesões graves e até traumatismo de crânio e/ou coluna, nas seguintes situações: Acidentes de trânsito; Atropelamento; Quedas em geral; Acidente por arma de fogo e arma branca em cabeça, tórax, abdome; Acidentes de mergulho; Vítimas encontradas inconscientes sem história conhecida; Agressão física; Entre outros Sinais e Sintomas: vão depender do tipo e local da lesão: - Inconsciência; - Confusão mental; - Paralisia; - Parada respiratória e/ou cardíaca; - Formigamento; - Dor; - Drenagem de sangue ou líquidos pelo nariz, ouvidos e boca; - Convulsão; - Entre outros. O que fazer? - Acione o serviço de emergência (192/193); - Mantenha a vítima na posição encontrada; - Tranqüilize a vítima, e oriente-a para que permaneça imóvel; - Afaste curiosos; - Não retire objetos como: tênis, capacete; - Não ofereça nenhum tipo de alimento (água, chá, etc); - Mantenha a cabeça da vítima estabilizada; - Mantenha diálogo com a vítima: procure saber seu nome, o que ocorreu, etc; - Se a mesma estiver em parada cardiorrespiratória, inicie RCP. 18

PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA E MANOBRAS DE RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR

PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA E MANOBRAS DE RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA E MANOBRAS DE RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR Parada cardíaca ou parada cardiorrespiratória (PCR) é a cessação súbita da circulação sistêmica e da respiração. As principais causas

Leia mais

OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão. Definir:

OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão. Definir: FRATURAS OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão Definir: * Fratura,luxação e entorse; * Citar 4 sinais ou sintomas que indicam tais lesões; * Citar 2 importantes razões para efetuar a imobilização;

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

FRATURA 21/6/2011. Ruptura total ou parcial de um osso.

FRATURA 21/6/2011. Ruptura total ou parcial de um osso. FRATURA Ruptura total ou parcial de um osso. CLASSES TRAUMATISMOS Fechada (simples): A pele não perfurada pelas extremidades ósseas. foi Aberta (exposta): O osso se quebra, atravessando a pele, ou existe

Leia mais

O que Fazer em Uma Emergência

O que Fazer em Uma Emergência O que Fazer em Uma Emergência Primeiros Socorros e Emergências Aquáticas Dr David Szpilman Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro Maj BM QOS David Szpilman Em qualquer emergência procure

Leia mais

PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR

PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR SUMÁRIO 01. Apresentação 02. Definições de Termos 03. Síntese Histórica 04. Causas de Acidentes 05. Estatísticas de Acidentes 06. Prioridades

Leia mais

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Corpo de Bombeiros. São Paulo Corpo de Bombeiros São Paulo NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS Acionamento do serviço de emergência Antes de iniciar qualquer procedimento, garanta sua segurança e acione o serviço de emergência. 193 192 Fonte:

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INCÊNDIO

PLANO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INCÊNDIO PLANO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INCÊNDIO CONDOMINIO ESPAÇO MÉDICO EMPRESARIAL Telefones em caso de emergências: CORPO DE BOMBEIROS 193 SAMU 192 POLÍCIA MILITAR 190 JF BRIGADA`S JOÃO PAULO: 63 92090197

Leia mais

APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA

APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA Dra. Maria Beatriz Silveira Schmitt Silva Coordenadora do SAMU do Vale do Itajaí Coordenadora Médica do SOS Unimed Blumenau Setembro/2010 Revisado em Fevereiro

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO

NORMAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO NORMAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO 1. INTRODUÇÃO Toda e qualquer atividade prática a ser desenvolvida dentro de um laboratório apresentam riscos e estão propensas a acidentes. Devemos então utilizar normas

Leia mais

EMERGÊNCIA. Experiência não é o que acontece a você. Éo que você faz com o que acontece a você. EMERGÊNCIAS MÉDICAS EM ODONTOLOGIA

EMERGÊNCIA. Experiência não é o que acontece a você. Éo que você faz com o que acontece a você. EMERGÊNCIAS MÉDICAS EM ODONTOLOGIA EMERGÊNCIAS MÉDICAS EM ODONTOLOGIA Experiência não é o que acontece a você. Éo que você faz com o que acontece a você. Aldous Huxley EMERGÊNCIA Éuma situação crítica, acontecimento perigoso ou dificuldade

Leia mais

Primeiros Cuidados. Dicas de uma Alimentação Saudável

Primeiros Cuidados. Dicas de uma Alimentação Saudável Dividindo o ambiente com os seres humanos, os bichos de estimação também precisam de cuidados especiais para não contrair doenças e, se já houver algum problema, evitar a transmissão aos seus donos. Entre

Leia mais

Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis

Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis tivessem mais orientações ou tomassem mais cuidado

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE ACESSOS VASCULARES PARA TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE. Contactos: Unidade de Hemodiálise: 276300932.

ORIENTAÇÕES SOBRE ACESSOS VASCULARES PARA TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE. Contactos: Unidade de Hemodiálise: 276300932. Evitar a infecção A infecção é uma complicação grave que pode ocorrer por ter as defesas diminuídas. Prevenir também depende de si. Cumpra as regras de higiene e as indicações fornecidas pela Equipa do

Leia mais

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA Policial BM Espínola LEMBRE-SE Antes de administrar cuidados de emergência, é preciso garantir condições de SEGURANÇA primeiramente

Leia mais

PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES

PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES Introdução As crianças pequenas não têm a capacidade para avaliar o perigo, pelo que qualquer objeto que encontram em casa pode transformar-se num brinquedo

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO E CULTURA ESCOLA SUPERIOR DE SARGENTOS CURSO SUPERIOR DE TECNÓLOGO DE

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO E CULTURA ESCOLA SUPERIOR DE SARGENTOS CURSO SUPERIOR DE TECNÓLOGO DE POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO E CULTURA ESCOLA SUPERIOR DE SARGENTOS CURSO SUPERIOR DE TECNÓLOGO DE POLÍCIA OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA I MATÉRIA 25: PRONTO SOCORRISMO

Leia mais

Primeiros Socorros Básicos

Primeiros Socorros Básicos Primeiros Socorros Básicos Cid Tavares www.forcadeemergencia.com.br Santos - SP DISTRIBUIÇÃO GRATUITA PROMOCIONAL Versão 4.0 2014 Direitos Autorais e Cedidos Reservados. Proibida a reprodução total ou

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ PRODUTO: FLASH CLEAN POP REVISÃO Nº: 002 05/2013

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ PRODUTO: FLASH CLEAN POP REVISÃO Nº: 002 05/2013 1 INDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Desinfetante para uso geral. Nome comercial: Flash Clean Pop. Empresa: Quimifel Indústria e Comércio de Produtos de Limpeza Ltda. Autorização de

Leia mais

REGRAS DE SEGURANÇA E CUIDADOS PARA PREVENIR ACIDENTES NO LABORATÓRIO:

REGRAS DE SEGURANÇA E CUIDADOS PARA PREVENIR ACIDENTES NO LABORATÓRIO: Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Curitiba Diretoria de Graduação e Educação Profissional Departamento Acadêmico de Química e Biologia REGRAS DE SEGURANÇA E CUIDADOS PARA PREVENIR ACIDENTES

Leia mais

CM 50. P Aparelho Anti-celulite. Instruções de utilização

CM 50. P Aparelho Anti-celulite. Instruções de utilização CM 50 PT P Aparelho Anti-celulite Instruções de utilização Beurer GmbH Söflinger Str. 218 89077 Ulm, Germany Tel.: +49 (0)731 / 39 89-144 Fax: +49 (0)731 / 39 89-255 www.beurer.com Mail: kd@beurer.de Componentes

Leia mais

PROGRAMAS DE PRODUCT STEWARDSHIP DE ISOPA. Walk the Talk UTILIZADORES DE TDI. 1 Version09/06

PROGRAMAS DE PRODUCT STEWARDSHIP DE ISOPA. Walk the Talk UTILIZADORES DE TDI. 1 Version09/06 PROGRAMAS DE PRODUCT STEWARDSHIP DE ISOPA Walk the Talk UTILIZADORES DE TDI 1 Version09/06 2 Walk the Talk - Utilizadores de TDI Conteúdo Informação essencial Boas práticas Quando alguma coisa sai mal...

Leia mais

GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014

GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014 GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014 Gestos que Salvam O que fazer? EM CASO DE EMERGÊNCIA O QUE FAZER Número Europeu de Emergência LIGAR PARA O NÚMERO EUROPEU

Leia mais

SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO

SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO Primeiros Socorros TST FILIPE MUNIZ RODRIGUES Introdução Primeiros Socorros, são as medidas imediatas aplicadas à uma vítima fora do ambiente hospitalar,

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

Gestos que Salvam Vidas..

Gestos que Salvam Vidas.. Gestos que Salvam Vidas.. O que é o SBV (suporte básico de vida)? Conjunto de medidas utilizadas para restabelecer a vida de uma vitima em paragem cardio-respiratória. Com o objectivo de recuperar a vitima

Leia mais

http://www.solidariar.hpg.ig.com.br downloads grátis Manual de Primeiros Socorros no Trânsito

http://www.solidariar.hpg.ig.com.br downloads grátis Manual de Primeiros Socorros no Trânsito Introdução Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a utilização das vias públicas é um direito de todos, ou seja, o espaço público pertence a todos de maneira igualitária. Mas a convivência social

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico. Data da última revisão: Setembro/2014

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico. Data da última revisão: Setembro/2014 Pág.:1/10 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO REVESTIMENTO BELAGRAF Todas as 01 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Código interno: 40.35.XX.01 Empresa: Bellini Tintas Duragel

Leia mais

CM 50 P Aparelho anti-celulite Instruções de utilização

CM 50 P Aparelho anti-celulite Instruções de utilização CM 50 P P Aparelho anti-celulite Instruções de utilização Beurer GmbH Söflinger Str. 218 89077 Ulm, Germany Tel.: +49 (0)731 / 39 89-144 Fax: +49 (0)731 / 39 89-255 www.beurer.de Mail: kd@beurer.de Portugues

Leia mais

DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA Sex, 28 de Agosto de 2009 19:57 - Última atualização Sáb, 21 de Agosto de 2010 19:16

DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA Sex, 28 de Agosto de 2009 19:57 - Última atualização Sáb, 21 de Agosto de 2010 19:16 DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA A tensão do dia a dia é a causa mais freqüente das dores de cabeça mas, elas poderem aparecer por diversas causas e não escolhem idade e sexo. Fique sabendo, lendo este artigo,

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ: 753.01/2016

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ: 753.01/2016 Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ: 753.01/2016 FUNDO PREPARADOR DE PAREDES BASE ÁGUA PREMIUM CORIARTE Data 12/02/2016 Revisão: 002/2016 Página 1/6 1-IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA PARA PRODUTO QUÍMICO THINNER USO GERAL - 8016

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA PARA PRODUTO QUÍMICO THINNER USO GERAL - 8016 01 - IDENTIFIÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Código Interno: 8016 THINNER USO GERAL Empresa: RHAI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MASSAS PLÁSTICAS LTDA Endereço: Rodovia PR 506, 44 km 2 Distrito de Araçatuba Campina

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ ADESIVO PISOFIX - OBRAFIX

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ ADESIVO PISOFIX - OBRAFIX Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ ADESIVO PISOFIX - OBRAFIX 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Pisofix ou Obrafix Nome da empresa: Indústria e Comércio

Leia mais

Passos para se proteger do Ébola enquanto aguarda por assistência Documento para a Guiné-Bissau

Passos para se proteger do Ébola enquanto aguarda por assistência Documento para a Guiné-Bissau Passos para se proteger do Ébola enquanto aguarda por assistência Documento para a Guiné-Bissau 1 Lembre-se de três coisas Não tocar Isole a pessoa doente Ligue para a linha de apoio 2 Se pensa que alguém

Leia mais

Feridas e Curativos. Maior órgão do corpo humano.

Feridas e Curativos. Maior órgão do corpo humano. Feridas e Curativos Enfermeira: Milena Delfino Cabral Freitas Pele Maior órgão do corpo humano. Funções: proteção contra infecções, lesões ou traumas, raios solares e possui importante função no controle

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO VIAPOL LTDA Nome do Produto: DILUENTE POLIMAX FISPQ Nº: 093 Página: 1 de 6 Data: 05/11/12 Rev: 02

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO VIAPOL LTDA Nome do Produto: DILUENTE POLIMAX FISPQ Nº: 093 Página: 1 de 6 Data: 05/11/12 Rev: 02 Página: 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: DILUENTE POLIMAX Empresa: Viapol Ltda Endereço: Rodovia Vito Ardito, 6.401 km 118,5 Complemento: Bairro: Jd. Campo Grande Cidade: Caçapava

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE PRIMEIROS SOCORROS

CURSO TÉCNICO DE PRIMEIROS SOCORROS UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL REGIÃO DE SÃO PAULO POLO DE DESENVOLVIMENTO DO ESCOTISMO SÃO PAULO PIRATININGA CURSO TÉCNICO DE PRIMEIROS SOCORROS SÃO PAULO (26 DE MARÇO) 2006 1 Esta apostila é um documento

Leia mais

Suporte Básico de Vida em Pediatria

Suporte Básico de Vida em Pediatria CAPÍTULO 154 Suporte Básico de Vida em Pediatria Vera Coelho Teixeira * A função do atendimento pré-hospitalar é reduzir a morbidade e mortalidade depois de parada cardiorrespiratória. Muito já foi feito

Leia mais

conhecer e prevenir DIABETES MELLITUS

conhecer e prevenir DIABETES MELLITUS conhecer e prevenir DIABETES MELLITUS 2013 Diretoria Executiva Diretor-Presidente: Cassimiro Pinheiro Borges Diretor Financeiro: Eduardo Inácio da Silva Diretor de Administração: André Luiz de Araújo Crespo

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Telha Impermeabilizante Incolor Página: 01 / 07 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Telha Impermeabilizante Incolor Código

Leia mais

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções.

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções. INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções. Possuímos dois rins que têm cor vermelho-escura, forma de grão de feijão e medem cerca de 12 cm em uma pessoa adulta.localizam-se na parte posterior

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico FISPQ 394/10 Revisão 21/07/2010

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico FISPQ 394/10 Revisão 21/07/2010 1 Indicação da Substância e da companhia/responsável Detalhes do produto Nome comercial: TYTAN Profissional TYTAN LUB Fabricante/Fornecedor: AP Winner Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 1 de 7 FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Em conformidade com NBR 14725-4/2012 FISPQ n : 040/02 Data: 02/05/2002 Revisão: 4 Data Rev.: 13/01/14 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: CASTANHO P-BR Empresa: Clariquimica Com.de Produtos Químicos Ltda. Endereço: Rua Manoel Vitorino, 353. Complemento: xxxxxx Bairro: Cumbica Cidade: Guarulhos

Leia mais

Tipo de PCR Fibrilação Ventricular Desfibrilação Princípios da Desfibrilação Precoce Tipos de Desfibrilador

Tipo de PCR Fibrilação Ventricular Desfibrilação Princípios da Desfibrilação Precoce Tipos de Desfibrilador Qual a importância do Desfibrilador Externo Automático (DEA) em praias e balneários e especialmente em casos de afogamento? (versão datada de 24/03/2013) Aprovado pela Diretoria da Sociedade Brasileira

Leia mais

4 Primeiros Socorros 4_Primeiros_socorros.indd 77 3/25/09 8:58:22 AM

4 Primeiros Socorros 4_Primeiros_socorros.indd 77 3/25/09 8:58:22 AM 4 Primeiros Socorros 4_Primeiros_socorros.indd 77 3/25/09 8:58:22 AM Capítulo 4 Primeiros Socorros 4.0 Sinais vitais São reflexos ou indícios de mudanças no estado do indivíduo. É um conjunto de sinais

Leia mais

Rebrilhar Poli PU 10

Rebrilhar Poli PU 10 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome comercial do Produto: Nome da Empresa: Rebrilhar Resinas e Vernizes Ltda. Endereço: Rua Luiz de Moraes Rego, nº. 505 Jardim do Bosque Leme/SP Telefones: 19-35186900

Leia mais

Cartilha Medicamentos para Diabetes

Cartilha Medicamentos para Diabetes Universidade Federal de São João del-rei Campus Centro-Oeste - Dona Lindu Divinópolis, Minas Gerais Cartilha Medicamentos para Diabetes Projeto Empoderamento Farmacoterapêutico de pacientes com Diabetes

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 1 de 7 FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Em conformidade com NBR 14725-4/2009 FISPQ n : 002/02 Data: 02/05/2002 Revisão: 3 Data Rev.: 09/03/11 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

Leia mais

O diabetes ocorre em qualquer idade e se caracteriza por um excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia). Os principais sintomas são emagrecimento,

O diabetes ocorre em qualquer idade e se caracteriza por um excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia). Os principais sintomas são emagrecimento, O diabetes ocorre em qualquer idade e se caracteriza por um excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia). Os principais sintomas são emagrecimento, fome e sede constantes, vontade de urinar diversas vezes,

Leia mais

AOS SÁBADOS NA ESEC Workshop Como Prestar os Primeiros Socorros : 10/3/2012

AOS SÁBADOS NA ESEC Workshop Como Prestar os Primeiros Socorros : 10/3/2012 AOS SÁBADOS NA ESEC Workshop Como Prestar os Primeiros Socorros : 10/3/2012 Formador: Enfermeiro Paulo Oliveira (HUC) Síntese elaborada por Ana Sofia Frias Quando ligamos para o 112, quem atende a nossa

Leia mais

Capítulo 25. Emergências Pediátricas. Capítulo 25. Emergências Pediátricas 1. OBJETIVOS

Capítulo 25. Emergências Pediátricas. Capítulo 25. Emergências Pediátricas 1. OBJETIVOS Capítulo 25 Emergências Pediátricas 1. OBJETIVOS No final da sessão os formandos deverão ser capazes de: Listar e descrever as emergências médicas mais frequentes; Listar e descrever os cuidados gerais

Leia mais

Objetivos. Salvar a vida humana. Minimizar a dor. Evitar complicações

Objetivos. Salvar a vida humana. Minimizar a dor. Evitar complicações Primeiros Socorros Objetivos Salvar a vida humana Minimizar a dor Evitar complicações Abordagem na vítima Verificar Sinais Vitais Verificar se há sangramento, fraturas e etc. Informar-se,se possível o

Leia mais

1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 - IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 3 - COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES. Nome: MASSA PARA MADEIRA

1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 - IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 3 - COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES. Nome: MASSA PARA MADEIRA Página: 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: MASSA PARA MADEIRA Empresa: Viapol Ltda Endereço: Rodovia Vito Ardito, 6.401 km 118,5 Complemento: Bairro: Jd. Campo Grande Cidade: Caçapava

Leia mais

TREINAMENTO 1. Aquecimento: Alongamento: Rodrigo Gonçalves (Comissão Paulista de Cheerleading) (CREF. 028011-G/SP)

TREINAMENTO 1. Aquecimento: Alongamento: Rodrigo Gonçalves (Comissão Paulista de Cheerleading) (CREF. 028011-G/SP) TREINAMENTO 1 Rodrigo Gonçalves (Comissão Paulista de Cheerleading) (CREF. 028011-G/SP) Rotina de alongamento e condicionamento (Treino 1): O alongamento e o aquecimento são importantíssimos em qualquer

Leia mais

Laboratório de Química Orgânica. Orgânica e Farmacêutica. Com colaboração da Dr.ª Sara Cravo QOI - 02/03 1

Laboratório de Química Orgânica. Orgânica e Farmacêutica. Com colaboração da Dr.ª Sara Cravo QOI - 02/03 1 Laboratório de Química Orgânica e Farmacêutica NORMAS GERAIS E PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA Com colaboração da Dr.ª Sara Cravo 1 Laboratório de Química Orgânica 2 QOI - 02/03 1 1) Não entre no laboratório

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Título: Decorama Esmalte Base Água Alto Brilho

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Título: Decorama Esmalte Base Água Alto Brilho Página 1 de 7 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Decorama Esmalte Base Água Alto Brilho Código Interno de Identificação do Produto: 772045 Nome da Empresa: Tintas Iquine LTDA Endereço

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ONE TOUCH Lavanda, Jardim e Pomar, Conforto do Lar e Amor de Mãe.

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ONE TOUCH Lavanda, Jardim e Pomar, Conforto do Lar e Amor de Mãe. Página 1 de 7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Código interno Aparelho / Refil NO AR LAVANDA (Provence) 9047 / 9051 NO AR AMOR DE MÃE (Lembranças) 9049 / 9053 NO AR JARDIM E POMAR 9046 / 9050

Leia mais

F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO TIPO DE PRODUTO : DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS

F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO TIPO DE PRODUTO : DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO ALCOOL NORD DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS NOME DO FABRICANTE Cinord

Leia mais

ESTA FISPQ FOI PREPARADA PELO FABRICANTE. AS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS SÃO NECESSÁRIAS PARA UTILIZAÇÃO SEGURA DO MATERIAL NO LOCAL DE TRABALHO.

ESTA FISPQ FOI PREPARADA PELO FABRICANTE. AS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS SÃO NECESSÁRIAS PARA UTILIZAÇÃO SEGURA DO MATERIAL NO LOCAL DE TRABALHO. ESTA FISPQ FOI PREPARADA PELO FABRICANTE. AS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS SÃO NECESSÁRIAS PARA UTILIZAÇÃO SEGURA DO MATERIAL NO LOCAL DE TRABALHO. 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO...

Leia mais

QUIMICRYL S/A Ficha de Segurança de Produtos Químicos Página 1 de 8 BAUCRYL 5.000. Data da última revisão: 28/3/2013

QUIMICRYL S/A Ficha de Segurança de Produtos Químicos Página 1 de 8 BAUCRYL 5.000. Data da última revisão: 28/3/2013 Ficha de Segurança de Produtos Químicos Página 1 de 8 1. Identificação do Produto e da Empresa Produto: BAUCRYL 5.000. Usos Recomendados: SISTEMA MAI MEMBRANA DE POLÍMERO MODIFICADA COM CIMENTO Impermeabilizante

Leia mais

RISCOS PARA A SAÚDE RESULTANTES DA OCORRÊNCIA DE INCÊNDIOS

RISCOS PARA A SAÚDE RESULTANTES DA OCORRÊNCIA DE INCÊNDIOS RISCOS PARA A SAÚDE RESULTANTES DA OCORRÊNCIA DE INCÊNDIOS Os incêndios florestais e urbanos para além das consequências económicas e ambientais, representam riscos para a saúde das populações decorrentes

Leia mais

CAPÍTULO 5 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR. 2. Classificação dos Equipamentos e Materiais

CAPÍTULO 5 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR. 2. Classificação dos Equipamentos e Materiais Fig 5.2 Rádio portátil Equipamentos Utilizados no Atendimento Pré-Hospitalar CAPÍTULO 5 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR 1. Introdução No atendimento a uma situação de emergência é

Leia mais

RISCOS E SEGURANÇA FRASES R NATUREZA DOS RISCOS ESPECÍFICOS ATRIBUÍDOS ÀS SUBSTÂNCIAS E PREPARAÇÕES PERIGOSAS

RISCOS E SEGURANÇA FRASES R NATUREZA DOS RISCOS ESPECÍFICOS ATRIBUÍDOS ÀS SUBSTÂNCIAS E PREPARAÇÕES PERIGOSAS RISCOS E SEGURANÇA FRASES R NATUREZA DOS RISCOS ESPECÍFICOS ATRIBUÍDOS ÀS SUBSTÂNCIAS E PREPARAÇÕES PERIGOSAS R1 R2 Explosivo no estado seco. Risco de explosão por choque, fricção, fogo ou outras fontes

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos Tinta pó Branco Evereste -Pág. 01/06 Este produto atende a classificação para Cal de pintura

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos Tinta pó Branco Evereste -Pág. 01/06 Este produto atende a classificação para Cal de pintura Tinta pó Branco Evereste -Pág. 01/06 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA. Nome do Produto: Tinta pó Branco Evereste Código Interno de Identificação do Produto: Indicação: A Tinta em Pó Super Refinada

Leia mais

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Cozinha Industrial Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Serviços de alimentação Este tipo de trabalho aparenta não ter riscos, mas não é bem assim, veja alguns exemplos: Cortes

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725-4 DATA DA ÚLTIMA REVISÃO: 09/08/13 1/11

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725-4 DATA DA ÚLTIMA REVISÃO: 09/08/13 1/11 DATA DA ÚLTIMA REVISÃO: 09/08/13 1/11 FISPQ NRº. 026 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: NOME DO PRODUTO: DICLORO ORGÂNICO NOME QUÍMICO: Dicloroisocianurato de sódio N CAS: 2893-78-9 NOME DA EMPRESA:

Leia mais

FISPQ A - 016 Em conformidade com a NBR 14725:2005 2 ed.

FISPQ A - 016 Em conformidade com a NBR 14725:2005 2 ed. 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Aplicação: Limpa Contatos Limpeza de contatos elétricos Fornecedor: Sprayon Química Industrial Ltda - ME - Indústria Brasileira Endereço: Rua Chile

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MATERIAL SAFETY DATA SHEET (MSDS) NIPPO-FER

FICHA DE INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MATERIAL SAFETY DATA SHEET (MSDS) NIPPO-FER NIPPO-FER 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial do Produto: NIPPO-FER Identificação da Empresa: Nippon Chemical Ind. e Com. de San. e Det. Prof. Ltda Rua Platina, nº 259 Recreio Campestre

Leia mais

Confederação Brasileira de Tiro Esportivo Originária da Confederação do Tiro Brasileiro decreto 1503 de 5 de setembro de 1906

Confederação Brasileira de Tiro Esportivo Originária da Confederação do Tiro Brasileiro decreto 1503 de 5 de setembro de 1906 Exercícios com Elástico Os Exercícios com elástico irão trabalhar Resistência Muscular Localizada (RML). Em cada exercício, procure fazer a execução de maneira lenta e com a postura correta. Evitar o SOLAVANCO

Leia mais

SEG. E MEDICINA DO TRABALHO MAN03 SMT Rev00 01/03/13. MANUAL Plano de emergência AREAS DE APLICAÇÃO Expodireto Cotrijal Feira

SEG. E MEDICINA DO TRABALHO MAN03 SMT Rev00 01/03/13. MANUAL Plano de emergência AREAS DE APLICAÇÃO Expodireto Cotrijal Feira MANUAL Plano de emergência AREAS DE APLICAÇÃO Expodireto Cotrijal Feira SEG. E MEDICINA DO TRABALHO MAN03 SMT Rev00 01/03/13 Objetivo: Fornecer um conjunto de diretrizes e informações visando a adoção

Leia mais

Primeiros Socorros Volume I

Primeiros Socorros Volume I Manual Primeiros Socorros Volume I um Manual de Junho de 2008 Rua Braancamp, 52-4º 1250-051 Lisboa Tel. 212476500 geral@oportalsaude.com Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode

Leia mais

FICHA DE SEGURANÇA 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

FICHA DE SEGURANÇA 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FICHA DE SEGURANÇA 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO LIMPA PNEU CAR CÓDIGO DO PRODUTO 18 FABRICANTE Indústria e Comércio de Polidores Pérola Ltda R. Amazonas, 2786 - Vl Gerty CEP

Leia mais

Actualizado em 21-09-2009* Doença pelo novo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 Mulheres grávidas ou a amamentar

Actualizado em 21-09-2009* Doença pelo novo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 Mulheres grávidas ou a amamentar Doença pelo novo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 Mulheres grávidas ou a amamentar Destaques A análise dos casos ocorridos, a nível global, confirma que as grávidas constituem um grupo de risco, pelo

Leia mais

Urgências Ortopédicas em Clínica Pediátrica. Dr. Celso Rizzi Ortopedista Pediátrico do INTO

Urgências Ortopédicas em Clínica Pediátrica. Dr. Celso Rizzi Ortopedista Pediátrico do INTO Urgências Ortopédicas em Clínica Pediátrica Dr. Celso Rizzi Ortopedista Pediátrico do INTO Placa de Crescimento Epífise Metáfise Diáfise Metáfise Placa de Crescimento Epífise Osso Imaturo na Criança Fraturas

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nº: 059 Data da última revisão: 04/05/2013 Nome do Produto: Betugrout Super 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Betugrout Super Código do Produto:026050100. Nome da Empresa:Betumat

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA DATA DA ÚLTIMA REVISÃO: 09/08/2013 1/7 FISPQ NRº. 022 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA. - Nome do Produto: Ortotolidina - Solução - Nome Comercial: Solução

Leia mais

CURSO SUPERVISOR EM ESPAÇO CONFINADO

CURSO SUPERVISOR EM ESPAÇO CONFINADO FUNCIONAMENTO DO CURSO O curso terá duração de 40 horas/aula, composto pelos seguintes módulos: MÓDULO h/a Entendimento da NR-33 4 Análise de Riscos 4 Permissões de Trabalho e Bloqueio de Energias 4 Proteção

Leia mais

Capítulo 4 Oxigenoterapia

Capítulo 4 Oxigenoterapia Capítulo 4 Oxigenoterapia 1. Objetivos No final desta unidade modular, os formandos deverão ser capazes de: Listar e descrever as indicações para oxigenoterapia; Listar os débitos de oxigénio protocolados;

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NOME DO PRODUTO: ÁLCOOL ABSOLUTO Elaboração: 01/08 Revisão: 01-06/10

RELATÓRIO TÉCNICO. FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NOME DO PRODUTO: ÁLCOOL ABSOLUTO Elaboração: 01/08 Revisão: 01-06/10 RELATÓRIO TÉCNICO I - DADOS GERAIS: Nome do Produto: ÁLCOOL ABSOLUTO Sinônimo: Álcool 99ºGL, Hidróxi-Etano, Etanol, Álcool Etílico Anidro Estado Físico: Líquido Cuidados para conservação: Conservar o produto

Leia mais

Dicas de Segurança IV

Dicas de Segurança IV Dicas de Segurança IV Noções Básicas de Primeiros Socorros Ressuscitação Cardiopulmonar Também conhecida como respiração boca a boca (aeração). Utilizada em casos de paradas respiratórias. Procedimentos:

Leia mais

1. CONCEITO 2. VALAS E VALÕES ONDAS 3. PREVENÇÃO corrente de retorno (vala)

1. CONCEITO 2. VALAS E VALÕES ONDAS 3. PREVENÇÃO corrente de retorno (vala) POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS DIRETORIA DE ENSINO ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR SENADOR ARNON DE MELLO DIVISÃO TÉCNICA DE ENSINO CURSO POLICIAL DE CAPACITAÇÃO AQUÁTICA SALVAMENTO AQUÁTICO Versão 2014 1. CONCEITO

Leia mais

1.2 Identificação do Produto: Nome: Pindorama,Vinol e Expressão GEL LAVA BANHEIROS LUMINAR

1.2 Identificação do Produto: Nome: Pindorama,Vinol e Expressão GEL LAVA BANHEIROS LUMINAR Página 1 de 7 Última Revisão: MAR / 2010 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO GEL LAVA BANHEIROS LUMINAR 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO 1.1 - Identificação da Empresa: Valdir Carvalhal

Leia mais

Gripe H1N1 ou Influenza A

Gripe H1N1 ou Influenza A Gripe H1N1 ou Influenza A A gripe H1N1 é uma doença causada por vírus, que é uma combinação dos vírus da gripe normal, da aviária e da suína. Essa gripe é diferente da gripe normal por ser altamente contagiosa

Leia mais

Regras Básicas de Segurança Em Laboratórios de Química

Regras Básicas de Segurança Em Laboratórios de Química Regras Básicas de Segurança Em Laboratórios de Química O que deve ser sempre lembrado é que: A segurança depende de cada um. É importante que o pessoal se habitue a trabalhar com segurança fazendo com

Leia mais

PRIMEIROS SOCORROS. RECURSOS HUMANOS - PH/PHA Data: 28/03/2000 PESSOAS: NOSSA MELHOR ENERGIA

PRIMEIROS SOCORROS. RECURSOS HUMANOS - PH/PHA Data: 28/03/2000 PESSOAS: NOSSA MELHOR ENERGIA PRIMEIROS SOCORROS CONCEITO TRATAMENTO IMEDIATO E PROVISÓRIO CARACTERÍSTICAS DO SOCORRISTA CONHECIMENTO INICATIVA CONFIANÇA CRIATIVIDADE CALMA SOLIDARIEDADE ESTADO DE CHOQUE HIPOTENSÃO COM ACENTUADA BAIXA

Leia mais

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) DESENGORDURANTE MALTEX.

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) DESENGORDURANTE MALTEX. 01/05 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DO DISTRIBUIDOR Nome do produto: Desengordurante MALTEX. Aplicação: indicado para desengordurar e limpar superfícies em restaurantes, açougues, frigoríficos, peixarias,

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Pág. 1/8 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Nome do produto: CERA Cód. Interno de Identificação do Produto: Nome da Empresa: POLIDENTAL INDÚSTRIA

Leia mais

Resumo de Primeiros Socorros

Resumo de Primeiros Socorros Resumo de Primeiros Socorros Avaliação da Vítima Exame Primário Deve ser realizado rapidamente com o objetivo de se verificar se existe perigo imediato de vida A Airway Via Aérea: Verificar Permeabilidade

Leia mais

AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START. 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester.

AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START. 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester. AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START 1- ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester. Sistema de triagem inicial

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES. MODELO: NL4000A - 127v MODELO: NL4000B - 220v

MANUAL DE INSTRUÇÕES. MODELO: NL4000A - 127v MODELO: NL4000B - 220v MANUAL DE INSTRUÇÕES MODELO: NL4000A - 127v MODELO: NL4000B - 220v Leia atentamente este Manual, antes de usar seu MASSAGEADOR. Guarde-o em local seguro, para futuras consultas. WWW.G-LIFE.COM.BR SAC:

Leia mais

FICHA DE SEGURANÇA Edição revista no : 1

FICHA DE SEGURANÇA Edição revista no : 1 Página : 1 Etiqueta 2.2 : Gás não inflamável e não tóxico. 1 IDENTIFICAÇÃO DA SUBSTÂNCIA/PREPARAÇÃO E DA SOCIEDADE / EMPRESA Designação Comercial : N Ficha de Segurança : Uso : Gas Refrigerante. Identificação

Leia mais

Segurança com serra mármore. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Segurança com serra mármore. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Segurança com serra mármore Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Segurança da área de trabalho Mantenha a área de trabalho sempre limpa e bem iluminada. Áreas de trabalho desorganizadas

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 3 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 3 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS NOME DO PRODUTO: Metassilicato de Sódio FÓRMULA: Na2O SiO2. 5H2O 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome da Empresa: Petra Química Matriz: Estrada do Barreiro, 136 Gleba Nova Ukrânia - CEP: 86.800-970

Leia mais

PRIMEIRO A SEGURANÇA. Armazenamento e Manuseamento Seguro de Produtos de Limpeza e de Desinfecção. Seguir as Regras de Segurança:

PRIMEIRO A SEGURANÇA. Armazenamento e Manuseamento Seguro de Produtos de Limpeza e de Desinfecção. Seguir as Regras de Segurança: Seguir as Regras de Segurança: 1. Seguir sempre as recomendações e instruções de aplicação dos produtos de limpeza e de desinfecção. 2. Observar os pictogramas de perigo, as advertências de perigo e as

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: PASTA BRUSH Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: PASTA BRUSH Nome da Empresa: INDÚSTRIA

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. PRODUTO Metano, Comprimido Página 1 / 5 FIS.SEDC 23.062 Revisão 0 Data: 12/06/2007

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. PRODUTO Metano, Comprimido Página 1 / 5 FIS.SEDC 23.062 Revisão 0 Data: 12/06/2007 PRODUTO Metano, Comprimido Página 1 / 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Metano, Comprimido Nome da Empresa AIR LIQUIDE BRASIL LTDA Endereço Av. das Nações Unidas 11.541 - cjs.

Leia mais

LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA

LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA PARA GARANTIR O USO SEGURO DA SUA MÁQUINA DE COSTURA Para operar uma máquina de costura, máquina automática e dispositivos auxiliares (daqui por diante denominados

Leia mais