Anexo: Informação Relativa à Gestão de Reclamações... 5

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anexo: Informação Relativa à Gestão de Reclamações... 5"

Transcrição

1 REGULAMENTO DA POLÍTICA DE TRATAMENTO DA COMPAÑIA ESPAÑOLA DE SEGUROS Y REASEGUROS DE CRÉDITO Y CAUCIÓN, S.A., SUCURSAL EM PORTUGAL, NO QUADRO DO SEU RELACIONAMENTO COM OS TOMADORES DE SEGUROS, SEGURADOS E BENEFICIÁRIOS INDICE Artigo 1º - ÂMBITO 2 Artigo 2º - EQUIDADE, DILIGÊNCIA E TRANSPARÊNCIA 2 Artigo 3º - INFORMAÇÃO E ESCLARECIMENTO 2 Artigo 4º - GESTÃO DE RECLAMAÇÕES 3 Artigo 5º - DADOS PESSOAIS. 3 Artigo 6º - PREVENÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS DE INTERESSE...3 Artigo 7º - CELERIDADE E EFICIÊNCIA 3 Artigo 8º - QUALIFICAÇÃO ADEQUADA...3 Artigo 9º - POLÍTICA ANTI-FRAUDE. 4 Artigo 10º - REPORTE INTERNO DA POLÍTICA DE TRATAMENTO 4 Anexo: Informação Relativa à Gestão de Reclamações

2 Artigo 1º - ÂMBITO 1. O presente Regulamento consagra os princípios adoptados pela COMPAÑIA ESPAÑOLA DE SEGUROS Y REASEGUROS DE CRÉDITO Y CAUCIÓN, S.A., SUCURSAL EM PORTUGAL, doravante designada por Companhia, no quadro do seu relacionamento com os Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários. 2. Os princípios constantes do presente Regulamento reflectem a visão e os valores da Companhia, traduzindo o comportamento esperado de todos os seus colaboradores, incluindo os colaboradores dos canais de distribuição utilizados e os de todos aqueles que, em nome da Companhia, prestem serviços aos Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários. 3 - O presente regulamento e suas eventuais modificações será comunicado de forma eficaz a toda a Companhia e estará permanentemente acessível na intranet ou em outro meio de divulgação interno. 4- A política de tratamento aprovada pelo do presente regulamento será divulgada ao público através de meios adequados, designadamente por via da disponibilização no sítio da Internet da Companhia, bem como, sempre que solicitado, através da entrega em suporte papel. Artigo 2º - EQUIDADE, DILIGÊNCIA E TRANSPARÊNCIA Os colaboradores da Companhia devem contribuir para que seja assegurado a todos os Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários um tratamento equitativo, diligente e transparente, em respeito pelos seus direitos. Artigo 3º - INFORMAÇÃO E ESCLARECIMENTO Os colaboradores da Companhia devem, no exercício das suas funções, assegurar aos Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários, atendendo ao respectivo perfil e à 2

3 natureza e complexidade da situação, a prestação das informações legalmente previstas e o esclarecimento adequado à tomada de uma decisão fundamentada. Artigo 4º - GESTÃO DE RECLAMAÇÕES 1. Os Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários podem apresentar reclamações à Companhia ou ao respectivo Provedor, nos termos e através dos meios previstos no Anexo ao presente Regulamento. 2. A gestão do processo de reclamação não acarreta qualquer custo ou encargo para o reclamante. Artigo 5º - DADOS PESSOAIS O tratamento, efectuado com ou sem meios automatizados, dos dados pessoais dos Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários, deve ser feito em estrita observância das normas legais aplicáveis e das regras de segurança, de carácter técnico e organizativo, adequadas ao risco que o tratamento dos dados apresenta. Artigo 6º - PREVENÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS DE INTERESSE 1. Os colaboradores devem revelar à Companhia todas as situações que possam gerar conflitos de interesses, abstendo-se de intervir em tais situações. 2. Considera-se existir conflitos de interesse sempre que os colaboradores sejam directa ou indirectamente interessados na situação ou no processo em curso, ou o sejam os seus cônjuges, parentes ou afins em 1º grau, ou ainda sociedades ou outros entes colectivos em que directa ou indirectamente participem. Artigo 7º - CELERIDADE E EFICIÊNCIA Os colaboradores devem desempenhar as funções ou tarefas que lhes caibam, com rigor e qualidade, com vista a uma gestão célere e eficiente dos processos relativos a Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários, designadamente em matéria de sinistros e de reclamações. 3

4 Artigo 8º - QUALIFICAÇÃO ADEQUADA A Companhia assegura a qualificação adequada dos seus colaboradores, nomeadamente dos colaboradores que contactam directamente com os Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários, no sentido de garantir a qualidade do atendimento, presencial e não presencial. Artigo 9º - POLÍTICA ANTI-FRAUDE 1. A Companhia tem implementado uma política de prevenção, detecção e reporte de práticas de fraude contra os seguros, e prestará aos Tomadores de seguros, Segurados e Beneficiários, quando solicitado, a informação genérica que sobre a mesma considerar relevante. 2. A Companhia pode adoptar mecanismos de cooperação com outras Empresas de Seguros, nomeadamente no seio da Associação Portuguesa de Seguradores, com vista à prevenção, detecção ou reporte de suspeitas de fraude. Artigo 10º - REPORTE INTERNO DA POLÍTICA DE TRATAMENTO A Companhia, através do sistema de gestão do risco e controle interno, assegura os mecanismos de reporte e monitorização do cumprimento da política de tratamento. 4

5 ANEXO INFORMAÇÃO GERAL RELATIVA À GESTÃO DE RECLAMAÇÕES PELA CRÉDITO Y CAUCIÓN. Considera-se Reclamação qualquer manifestação de discordância em relação a posição assumida pela Crédito y Caución ou de insatisfação em relação aos serviços prestados por esta, bem como qualquer alegação de eventual incumprimento, apresentada pelos Tomadores de seguro, Segurados e Beneficiários. Não se consideram reclamações as participações que integram o processo de negociação contratual, as comunicações inerentes ao processo de regularização de sinistros e eventuais pedidos de informação ou esclarecimento. Assim, não serão consideradas Reclamações a serem tratadas pelo Departamento de Atenção ao Cliente as seguintes comunicações: a) As petições formuladas por Tomador, Segurado ou Beneficiário que solicitem a reconsideração ou revisão da decisão adoptada pela Companhia, dirigida à própria Sucursal ou Departamento que emanou a mesma; b) As comunicações que demonstrem desconformidade com decisões reservadas à Companhia, como a fixação de Classificação Creditícia; c) As comunicações derivadas de incidências ou anomalias ocasionais nos serviços On Line associados a uma Apólice subscrita, correspondentes a serviços prestados pela Companhia, ou interrupções desses serviços que ocorram de forma controlada e dada a conhecer previamente ao cliente, desde que o cliente tenha à sua disposição outros meios idóneos para a gestão da Apólice. A - Reclamações dirigidas à Seguradora i 1. Ponto de recepção e resposta da reclamação: Serviço ao qual devem ser dirigidas: DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO AO CLIENTE Morada: Praça do Bom Sucesso, 61, 6º, Esc. 609, Porto. Correio electrónico: 5

6 Fax: Telefone para esclarecimentos: Mais informações em WWW. CREDITOYCAUCION.PT 2. Requisitos mínimos da Reclamação: a) Identificação completa do reclamante incluindo o número de documento de identificação e, caso aplicável, da pessoa que o represente, desde que se comprove a representação por qualquer meio de acreditação admitido em direito; b) Referência à qualidade do reclamante, designadamente de Tomador de seguro, Segurado ou beneficiário ou da pessoa que o represente; c) Dados do contacto do reclamante e, caso aplicável, da pessoa que o represente; d) Identificação da Apólice a que respeita a reclamação; e) Descrição dos factos que motivam a reclamação, com identificação dos intervenientes e da data em que os factos ocorreram, excepto se for manifestamente impossível. f) Se for o caso, cópia de todos os documentos que acreditam a posição do reclamante; g) Identificação da Sucursal, Departamento ou Agente, se a reclamação tiver como causa a sua actuação; h) O pedido que formula ao Departamento de Atenção ao Cliente; i) Data e local da Reclamação e assinatura do reclamante ou do seu representante. 3. A reclamação obterá resposta escrita no prazo máximo de 20 dias (o prazo conta-se a partir da recepção da reclamação com os requisitos mínimos preenchidos, podendo estender-se a 30 dias, nos casos que revistam especial complexidade). B Reclamações dirigidas ao Provedor i a) Só poderão ser dirigidas ao Provedor as reclamações que já tenham sido objecto de apreciação pelo Departamento de Atenção ao Cliente da Crédito y Caución. Consideram-se elegíveis para apresentação ao Provedor as reclamações previamente 6

7 apresentadas à Seguradora às quais não tenha sido dada resposta no prazo máximo de 20 dias (o prazo a considerar é de 30 dias nos casos que revistam especial complexidade), ou que tendo-o sido, o reclamante discorde do sentido da mesma. b) Serviço ao qual devem ser dirigidas: Serviço de Provedoria do Cliente de Seguros, a funcionar no âmbito do CIMPAS - Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros. Moradas: Av. Fontes Pereira de Melo, nº 11-9º Esq Lisboa Rua do Infante D. Henrique, nº73, Piso Porto Telefone: Fax: Mais informações em 2. Requisitos mínimos: os mesmos previstos no nº 2 da alínea anterior 3. A reclamação obterá resposta escrita no prazo máximo de 30 dias (o prazo máximo de resposta é de 45 dias nos casos que revistam especial complexidade). C Outras entidades a quem podem ser dirigidas reclamações Instituto de Seguros de Portugal Avenida da República, Lisboa i A Companhia e o Provedor reservam-se o direito de não registar a reclamação sempre que: (i) Sejam omitidos dados essenciais que inviabilizem a respectiva gestão e que não tenham sido devidamente corrigidos; (ii) Se pretenda apresentar uma reclamação relativamente a matéria que seja da competência de órgãos arbitrais ou judiciais ou quando a matéria objecto da reclamação já tenha sido resolvida por aquelas instâncias; (iii) Estas reiterem reclamações que sejam apresentadas pelo mesmo reclamante em relação à mesma matéria e que já tenham sido objecto de resposta pela entidade a quem são dirigidas; (iv) A reclamação não tiver sido apresentada de boa fé ou o respectivo conteúdo for qualificado como vexatório. (v) Quando tenha já decorrido um prazo superior a dois anos desde que o reclamante teve conhecimento do(s) facto(s) que motivem a reclamação ou, se for o caso, se já estiverem decorridos os prazos legais ou contratuais de prescrição ou caducidade para o exercício do direito reclamado; 7

8 (vi) Quando as reclamações digam respeito a Apólices cujas operações sejam garantidas pelo Estado Português. 8

REGULAMENTO DA POLÍTICA DE TRATAMENTO - TOMADORES DE SEGUROS, SEGURADOS, BENEFICIÁRIOS OU TERCEIROS LESADOS -

REGULAMENTO DA POLÍTICA DE TRATAMENTO - TOMADORES DE SEGUROS, SEGURADOS, BENEFICIÁRIOS OU TERCEIROS LESADOS - REGULAMENTO DA POLÍTICA DE TRATAMENTO - TOMADORES DE SEGUROS, SEGURADOS, BENEFICIÁRIOS OU TERCEIROS LESADOS - Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente Regulamento consagra os princípios adotados pela Zurich Insurance

Leia mais

Artigo 1.º Âmbito. Artigo 2.º Equidade, Diligência e Transparência

Artigo 1.º Âmbito. Artigo 2.º Equidade, Diligência e Transparência REGULAMENTO DA POLÍTICA DE TRATAMENTO - TOMADORES DE SEGUROS, SEGURADOS, BENEFICIÁRIOS OU TERCEIROS LESADOS - Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente Regulamento consagra os princípios adoptados pela Zurich Insurance

Leia mais

Regulamento da Política de Tratamento da MAPFRE SEGUROS no Quadro do seu Relacionamento com os Tomadores de Seguros, Segurados, Beneficiários ou

Regulamento da Política de Tratamento da MAPFRE SEGUROS no Quadro do seu Relacionamento com os Tomadores de Seguros, Segurados, Beneficiários ou Regulamento da Política de Tratamento da MAPFRE SEGUROS no Quadro do seu Relacionamento com os Tomadores de Seguros, Segurados, Beneficiários ou Terceiros Lesados Janeiro 2010 REGULAMENTO DA POLÍTICA DE

Leia mais

Artigo 2.º Equidade, diligência e transparência

Artigo 2.º Equidade, diligência e transparência REGULAMENTO DA POLITICA DE TRATAMENTO DA EMPRESA DE SEGUROS, A.M.A., AGRUPACIÓN MUTUAL ASEGURADORA, MÚTUA DE SEGUROS A PRIMA FIJA NO QUADRO DO SEU RELACIONAMENTO COM OS TOMADORES DE SEGUROS, SEGURADOS,

Leia mais

Política de tratamento e relacionamento com tomadores de seguros, segurados, beneficiários e terceiros lesados

Política de tratamento e relacionamento com tomadores de seguros, segurados, beneficiários e terceiros lesados , Direcção de Risco e Compliance (DRC) Núcleo de Compliance (NCL) vr2.0-fevereiro/2015 Índice 1. Objetivo... 3 2. Âmbito... 3 3. Princípios gerais... 3 Artigo 1.º - Âmbito... 3 Artigo 2.º - Equidade, Diligência

Leia mais

POLÍTICA DE TRATAMENTO DA GNB - COMPANHIA DE SEGUROS, S.A

POLÍTICA DE TRATAMENTO DA GNB - COMPANHIA DE SEGUROS, S.A Artigo 1º ÂMBITO 1. A presente Política de Tratamento consagra os princípios adotados pela GNB - COMPANHIA DE SEGUROS, S.A. (GNB SEGUROS), no quadro do seu relacionamento com os tomadores de seguros, segurados,

Leia mais

POLÍTICA DE TRATAMENTO DA BES, COMPANHIA DE SEGUROS, S.A

POLÍTICA DE TRATAMENTO DA BES, COMPANHIA DE SEGUROS, S.A Artigo 1º ÂMBITO 1. A presente Política de Tratamento consagra os princípios adotados pela BES, Companhia de Seguros, S.A. (BES Seguros), no quadro do seu relacionamento com os tomadores de seguros, segurados,

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho 31 de Agosto de 2009 Índice INTRODUÇÃO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------2

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho.

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho. Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros, S.A.U. - Sucursal em Portugal 11 fevereiro2015 Índice

Leia mais

Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações

Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações Regulamento de Funcionamento Aplicável à Gestão de Reclamações Agosto 2010 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO APLICÁVEL À GESTÃO DE RECLAMAÇÕES CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Secção I Disposições preliminares

Leia mais

Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º

Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º Política de tratamento no quadro de relacionamento da COSEC com Entidades (Tomadores de Seguros, Segurados, Beneficiários, Entidades Risco e terceiros interessados) Artigo 1º ÂMBITO 1. Na sequência do

Leia mais

Política de Gestão de Reclamações

Política de Gestão de Reclamações DECLARAÇÃO DE POLÍTICA A Eurovida considera cada reclamação como uma oportunidade de melhorar o serviço que presta aos seus Clientes, Colaboradores e Parceiros e de contribuir para a boa imagem e para

Leia mais

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar nº 10/2009 de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros,

Leia mais

REGULAMENTO PROVEDORIA DO CLIENTE CAPITULO I - PRINCIPIOS GERAIS

REGULAMENTO PROVEDORIA DO CLIENTE CAPITULO I - PRINCIPIOS GERAIS REGULAMENTO PROVEDORIA DO CLIENTE CAPITULO I - PRINCIPIOS GERAIS Artigo 1º - Objecto 1- O presente documento tem por objecto definir o estatuto do Provedor do Cliente das seguintes companhias de seguro:

Leia mais

Política de Gestão de Reclamações

Política de Gestão de Reclamações Política de Gestão de Reclamações DECLARAÇÃO DE POLÍTICA A Popular Seguros considera cada reclamação como uma oportunidade de melhorar o serviço que presta aos seus Clientes, Colaboradores e Parceiros

Leia mais

Regulamento do Provedor do Cliente

Regulamento do Provedor do Cliente Vr5-0_Março/2016 Índice Artigo 1.º - Atribuições... 3 Artigo 2.º - Duração do mandato e incompatibilidades... 3 Artigo 3.º - Reclamações elegíveis para apreciação pelo Provedor do Cliente... 5 Artigo 4.º

Leia mais

PROVEDOR DO CLIENTE DA AGA INTERNATIONAL SA SUCURSAL EM PORTUGAL REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO

PROVEDOR DO CLIENTE DA AGA INTERNATIONAL SA SUCURSAL EM PORTUGAL REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO PROVEDOR DO CLIENTE DA AGA INTERNATIONAL SA SUCURSAL EM PORTUGAL REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO ARTIGO 1.º PROVEDORIA DO CLIENTE 1. A provedoria do Cliente visa a disponibilização de uma solução de resolução

Leia mais

CAPITULO I Do Provedor do Cliente

CAPITULO I Do Provedor do Cliente REGULAMENTO E ESTATUTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DA AGA INTERNATIONAL SA, SUCURSAL EM PORTUGAL (De acordo com a Norma Regulamentar n. 0 10/2009-R de 25 de Junho) Para efeitos do presente Regulamento, entende-se

Leia mais

ARTIGO 1.º OBJECTO ARTIGO 2.º DEFINIÇÕES

ARTIGO 1.º OBJECTO ARTIGO 2.º DEFINIÇÕES REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE TRATAMENTO, AUDIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS TOMADORES DE SEGUROS, PESSOAS SEGURAS, BENEFICIÁRIOS E OUTROS INTERESSADOS ARTIGO 1.º OBJECTO O presente regulamento visa

Leia mais

Regulamento de Gestão de Reclamações

Regulamento de Gestão de Reclamações Regulamento de Gestão de Reclamações no Banco Santander Totta, SA Introdução A Qualidade de Serviço é, para o Banco Santander Totta, SA, um referencial e a forma por excelência de se posicionar e distinguir

Leia mais

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. CAPÍTULO I Estatuto do Provedor

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. CAPÍTULO I Estatuto do Provedor ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Artigo 1.º Âmbito Em cumprimento do disposto no Artigo 158.º, n.º 3, do Anexo I, da Lei n.º 147/2015, de 9 de setembro (que aprova o regime jurídico de acesso

Leia mais

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13 ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13 Artigo 1.º Âmbito Em cumprimento do disposto no Artigo 158.º, n.º 3, do Anexo I, da Lei n.º 147/2015, de 9 de setembro (que aprova

Leia mais

COMPANHIA DE SEGUROS TRANQUILIDADE, S.A. PROVEDOR DO CLIENTE

COMPANHIA DE SEGUROS TRANQUILIDADE, S.A. PROVEDOR DO CLIENTE CAPÍTULO I - PRINCÍPIO GERAIS Artigo 1º - Objeto 1. O presente documento tem por objetivo definir o estatuto do Provedor do Cliente da Companhia de Seguros Tranquilidade, S.A. e estabelecer um conjunto

Leia mais

Regulamento Interno de Funcionamento da Gestão de Reclamações de Tomadores de Seguros, Segurados, Beneficiários ou Terceiros Lesados.

Regulamento Interno de Funcionamento da Gestão de Reclamações de Tomadores de Seguros, Segurados, Beneficiários ou Terceiros Lesados. Regulamento Interno de Funcionamento da Gestão de Reclamações de Tomadores de Seguros, Segurados, Beneficiários ou Terceiros Lesados Artigo 1º Objecto O presente documento tem por objecto estabelecer um

Leia mais

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A.

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. 1 O presente regulamento define as regras que orientam a função do Provedor do Cliente da Médis - Companhia Portuguesa

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

REGULAMENTO PARA PLANOS DE COMERCIALIZAÇÃO E VENDA. Capítulo I. Objecto e condições de elegibilidade das candidaturas. Artigo 1º.

REGULAMENTO PARA PLANOS DE COMERCIALIZAÇÃO E VENDA. Capítulo I. Objecto e condições de elegibilidade das candidaturas. Artigo 1º. REGULAMENTO PARA PLANOS DE COMERCIALIZAÇÃO E VENDA Capítulo I Objecto e condições de elegibilidade das candidaturas Artigo 1º (Objecto) O Presente Regulamento tem por objecto a fixação das condições de

Leia mais

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO Preâmbulo A Universidade do Porto, doravante designada UP, considera que a protecção e valorização dos resultados de I&D e de outras actividades

Leia mais

CADERNO DE ENCARGOS CONCESSÃO DE USO PRIVADO DE ESPAÇO DO DOMÍNIO PÚBLICO NO JARDIM MUNICIPAL PARA INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE DIVERSÕES

CADERNO DE ENCARGOS CONCESSÃO DE USO PRIVADO DE ESPAÇO DO DOMÍNIO PÚBLICO NO JARDIM MUNICIPAL PARA INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE DIVERSÕES CADERNO DE ENCARGOS CONCESSÃO DE USO PRIVADO DE ESPAÇO DO DOMÍNIO PÚBLICO NO JARDIM MUNICIPAL PARA INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE DIVERSÕES Cláusula 1ª Princípio geral O presente Caderno de Encargos compreende

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL O Município de Chaves tem entendido como de interesse municipal as iniciativas empresariais de natureza económica que contribuem

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007 Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 2/2007 O Aviso do Banco de Portugal nº 11/2005, de 13 de Julho, procedeu à alteração e sistematização dos requisitos necessários à abertura de contas de depósito bancário,

Leia mais

CKL CLUBE DE KENDO DE LISBOA REGULAMENTO INTERNO

CKL CLUBE DE KENDO DE LISBOA REGULAMENTO INTERNO CKL CLUBE DE KENDO DE LISBOA REGULAMENTO INTERNO (15 FEV 2015) 1 Artigo 1º Âmbito Este documento visa regulamentar a actividade e funcionamento do CKL CLUBE DE KENDO DE LISBOA, adiante designado CKL, sem

Leia mais

Condições Gerais de Prestação do Serviço Telefónico Acessível ao Público num Local Fixo através de Cartão Virtual de Chamadas 1.

Condições Gerais de Prestação do Serviço Telefónico Acessível ao Público num Local Fixo através de Cartão Virtual de Chamadas 1. Condições Gerais de Prestação do Serviço Telefónico Acessível ao Público num Local Fixo através de Cartão Virtual de Chamadas da MEO - Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., com sede na Av. Fontes

Leia mais

POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS

POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS 1/5 POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS ÍNDICE 1. OBJETIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 1 2. DEFINIÇÕES... 1 3. PRINCÍPIOS E NORMAS DE ATUAÇÃO... 2 3.1. PRINCÍPIO DA NÃO DISCRIMINAÇÃO... 2 3.2.

Leia mais

TRATAMENTO DAS RECLAMAÇÕES

TRATAMENTO DAS RECLAMAÇÕES 1/12 TRATAMENTO Nº da versão Data Motivo 07 04/09/06 Alteração do layout e dos pontos 1, 2, 3, 4 e 5 08 31/08/09 Alteração dos pontos 1 a 6 09 18/04/11 Alteração do layout e pontos 1, 2, 4, 5.1, 5.2, 5.4,

Leia mais

CKL CLUBE DE KENDO DE LISBOA REGULAMENTO INTERNO

CKL CLUBE DE KENDO DE LISBOA REGULAMENTO INTERNO CKL CLUBE DE KENDO DE LISBOA REGULAMENTO INTERNO (17 DEZ 2010) 1 Artigo 1º Âmbito Este documento visa regulamentar a actividade e funcionamento do CKL CLUBE DE KENDO DE LISBOA, adiante designado CKL, sem

Leia mais

Edição A. Código de Conduta

Edição A. Código de Conduta Edição A Código de Conduta -- A 2011.09.26 1 de 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 PRINCÍPIOS E NORMAS GERAIS... 2 a) Trabalho Infantil... 2 b) Trabalho forçado... 2 c) Segurança e bem-estar no local de trabalho...

Leia mais

SEGURO TRANQUILIDADE NO GOLF

SEGURO TRANQUILIDADE NO GOLF PROPOSTA SEGURO TRANQUILIDADE NO GOLF Produto: HOLE1 - Hole in One NOVO ALTERAÇÃO TOMADOR DO SEGURO: - Dados Obrigatórios Nome Título/Sigla Nacionalidade Morada N.º Andar Código Postal Localidade N.º Contribuinte

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

Prémio Secil Engenharia Civil 2014. Regulamento

Prémio Secil Engenharia Civil 2014. Regulamento Prémio Secil Engenharia Civil 2014 Regulamento I Prémio 1. O Prémio Secil de Engenharia Civil, atribuído através de um concurso nacional, tem como objectivo incentivar e promover o reconhecimento público

Leia mais

SEGURO UNIT LINKED CA INVESTIMENTO -1ª SÉRIE (Não Normalizado)

SEGURO UNIT LINKED CA INVESTIMENTO -1ª SÉRIE (Não Normalizado) CONDIÇÕES GERAIS SOLUÇÕES CAPITALIZAÇÃO SEGURO UNIT LINKED CA INVESTIMENTO -1ª SÉRIE (Não Normalizado) 1 CONDIÇÕES GERAIS DA APÓLICE CA Investimento 1ª Série (Não Normalizado) SEGURO INDIVIDUAL Cláusula

Leia mais

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A.

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. Janeiro 2014 Enquadramento A promoção da melhoria contínua da qualidade de serviço no

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO BiG Alocação Fundo Autónomo: BiG Alocação Dinâmica Todos os Investimentos têm risco Entidade gestora: Real Vida Seguros, S.A. Avenida de França, 316 2º, Edifício Capitólio 4050-276 Porto Portugal Advertências

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

melhoria e inovação da contratação colectiva; dignificação e melhoria das condições de trabalho.

melhoria e inovação da contratação colectiva; dignificação e melhoria das condições de trabalho. REGULAMENTO O Prémio Manuel Lopes foi instituído 1 pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade no sentido de homenagear Manuel Lopes considerando a sua dedicação à implementação da contratação colectiva

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

PARECER N.º 37/CITE/2007

PARECER N.º 37/CITE/2007 PARECER N.º 37/CITE/2007 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea b) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 151 DL-C/2007

Leia mais

Programa de Formação para Profissionais

Programa de Formação para Profissionais Programa de Formação para Profissionais 1 O ACESSO À INFORMAÇÃO DE SAÚDE DIREITOS, PROCEDIMENTOS E GARANTIAS Sérgio Pratas smpratas@gmail.com Maio e Junho 2015 2 Programa: 1. O acesso à informação de saúde

Leia mais

REAL PPR Condições Gerais

REAL PPR Condições Gerais Entre a, adiante designada por Segurador, e o Tomador do Seguro identificado nas Condições Particulares, estabelece-se o presente contrato de seguro que se regula pelas Condições Particulares e desta apólice,

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELAS EMPRESAS TRANSITÁRIAS. 1 TEU transitário. Artigo 1º Definições. Artigo 2º Âmbito

CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELAS EMPRESAS TRANSITÁRIAS. 1 TEU transitário. Artigo 1º Definições. Artigo 2º Âmbito Artigo 1º Definições Artigo 2º Âmbito Artigo 3º Aplicabilidade Artigo 4º Apresentação dos preços Artigo 5º Alteração dos preços Artigo 6º Revisão de preços e condições Artigo 7º Validade das propostas

Leia mais

CONTRATO DE ADESO PRESTAÇO DE SERVIÇOS DE GESTO DE RECURSOS FINANCEIROS E ORÇAMENTAIS EM MODO PARTILHADO (GeRFiP)

CONTRATO DE ADESO PRESTAÇO DE SERVIÇOS DE GESTO DE RECURSOS FINANCEIROS E ORÇAMENTAIS EM MODO PARTILHADO (GeRFiP) CONTRATO DE ADESO PRESTAÇO DE SERVIÇOS DE GESTO DE RECURSOS FINANCEIROS E ORÇAMENTAIS EM MODO PARTILHADO (GeRFiP) Cláusula 1. Objeto 1. O presente Contrato tem por objeto a adeso aos serviços de partilha

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e a revisão por parte de entidades idóneas, independentes e isentas.

Leia mais

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE ARTIGO 1º SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE DE SEGUROS 1. O Serviço de Provedoria do Cliente de Seguros é criado por tempo indeterminado e visa a disponibilização

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016 Preâmbulo O departamento de Acção Cultural da Fundação GDA, através do programa de Apoio a Bolsas de Qualificação

Leia mais

ARTIGO 1.º DEFINIÇÕES ARTIGO 2.º OBJECTO DO CONTRATO ARTIGO 3.º INÍCIO E DURAÇÃO DO CONTRATO. SEGURO REAL VIDA Condições Gerais

ARTIGO 1.º DEFINIÇÕES ARTIGO 2.º OBJECTO DO CONTRATO ARTIGO 3.º INÍCIO E DURAÇÃO DO CONTRATO. SEGURO REAL VIDA Condições Gerais ARTIGO 1.º DEFINIÇÕES 1. Para efeitos do presente contrato entende-se por: Seguradora: a Real Vida Seguros, S.A., que subscreve com o Tomador de Seguro o presente contrato; Tomador de Seguro: A entidade

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL A recente crise financeira internacional em que vivemos e os seus efeitos no sector financeiro suscitaram uma profunda reflexão internacional sobre

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros O revisor oficial de contas (ROC) é reconhecido na legislação e regulamentação em vigor

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

CONDUTA DE MERCADO ÍNDICE. Secção I - Política de Tratamento... Secção II - Regulamento de Gestão de Reclamações...

CONDUTA DE MERCADO ÍNDICE. Secção I - Política de Tratamento... Secção II - Regulamento de Gestão de Reclamações... CONDUTA DE MERCADO ÍNDICE Secção I - Política de Tratamento... Secção II - Regulamento de Gestão de Reclamações... Secção III - Provedoria do Cliente... 2 4 7 Secção I - POLÍTICA DE TRATAMENTO 1. ÂMBITO

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 35/X

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 35/X PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N.º 35/X Para a realização dos objectivos da União Europeia, importa melhorar as normas que regulam o auxílio judiciário mútuo em matéria penal entre os Estados Membros da União Europeia.

Leia mais

Ministério da Administração do Território

Ministério da Administração do Território Ministério da Administração do Território A Lei da Observação Eleitoral LEI N.º 4/05 De 4 de Julho Convindo regular a observação eleitoral quer por nacionais quer por estrangeiros; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 12/X. Exposição de Motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 12/X. Exposição de Motivos PROPOSTA DE LEI N.º 12/X Exposição de Motivos O Programa do XVII Governo Constitucional propôs-se promover a criação de provedores dos espectadores e dos ouvintes, dotados de um estatuto de independência

Leia mais

Regulamento Relativo aos Programas de Apoio Fundação GDA. Título I Disposições gerais. Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação

Regulamento Relativo aos Programas de Apoio Fundação GDA. Título I Disposições gerais. Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação Regulamento Relativo aos Programas de Apoio Fundação GDA Título I Disposições gerais Artigo 1º Objecto e âmbito de aplicação 1. O presente Regulamento estabelece as normas relativas aos concursos promovidos

Leia mais

Regulamento do Provedor do Cliente da UNICRE, Instituição Financeira de Crédito, S.A.

Regulamento do Provedor do Cliente da UNICRE, Instituição Financeira de Crédito, S.A. Regulamento do Provedor do Cliente da UNICRE, Instituição Financeira de Crédito, S.A. Artigo 1º Funções O Provedor do Cliente é uma entidade independente das estruturas hierárquicas da UNICRE, que funciona

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando:

CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando: CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando: 1 O estatuto da Tagusgás - Empresa de Gás do Vale do Tejo, S.A. de Operador da Rede de Distribuição e de Comercializador

Leia mais

Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários. Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo

Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários. Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo Com a criação dos Organismos de Investimento Colectivo (OIC),

Leia mais

REGULAMENTO DAS PROVAS ORAIS DE AVALIAÇÃO E AGREGAÇÃO

REGULAMENTO DAS PROVAS ORAIS DE AVALIAÇÃO E AGREGAÇÃO REGULAMENTO DAS PROVAS ORAIS DE AVALIAÇÃO E AGREGAÇÃO APROVADO PELO CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS NO ÂMBITO DO REGULAMENTO N.º 52-A/2005 DO CONSELHO GERAL A formação e avaliação têm

Leia mais

Segunda alteração ao REGULAMENTO Campanha Oferta de 6 meses de subscrição Netflix na compra de um Samsung Galaxy Tab S2

Segunda alteração ao REGULAMENTO Campanha Oferta de 6 meses de subscrição Netflix na compra de um Samsung Galaxy Tab S2 13.11.2015 Segunda alteração ao REGULAMENTO Campanha Oferta de 6 meses de subscrição Netflix na compra de um Samsung Galaxy Tab S2 1. Por questões relacionadas com a operacionalização do Passatempo e de

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

2. Procedimentos para recepção de comunicações de irregularidades

2. Procedimentos para recepção de comunicações de irregularidades 1. Regulamento 1.1. Âmbito de aplicação do Regulamento - Nos termos do disposto na alínea j) do art. 441º do Código das Sociedades Comerciais, da alínea d), do n.º 1 do art. 22º dos Estatutos da Sociedade,

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL A República Portuguesa e Belize a seguir designadas por as Partes, Desejando facilitar a troca de informações em

Leia mais

(Preâmbulo) Ao abrigo do disposto no artigo 25.º da Lei n.º 62/2007 de 10 de Setembro (RJIES) é aprovado o seguinte Regulamento: Artigo 1.

(Preâmbulo) Ao abrigo do disposto no artigo 25.º da Lei n.º 62/2007 de 10 de Setembro (RJIES) é aprovado o seguinte Regulamento: Artigo 1. (Preâmbulo) Ao abrigo do disposto no artigo 25.º da Lei n.º 62/2007 de 10 de Setembro (RJIES) é aprovado o seguinte Regulamento: Artigo 1.º (Âmbito) O presente regulamento define as funções e competências

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

CAPÍTULO I. Objectivos e Definição. Artigo 1º. Objectivos

CAPÍTULO I. Objectivos e Definição. Artigo 1º. Objectivos REGULAMENTO DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO INTEGRADO EM CONTABILIDADE LICENCIATURA EM GESTÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR CAPÍTULO I Objectivos e Definição Artigo 1º

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 Avisos do Banco de Portugal Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 A Instrução nº 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão nº 2001/193/CE,

Leia mais

Procedimento de Contratação. (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013

Procedimento de Contratação. (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013 Procedimento de Contratação (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013 Aquisição de Serviços de Consultores-formadores de Ligação e Especialistas para a execução do Projecto nº 084749/2012/831

Leia mais

Código de Ética e Conduta do IAPMEI

Código de Ética e Conduta do IAPMEI Código de Ética e Conduta do IAPMEI Âmbito e Objectivo do Documento Públicas (Lei n.º 58/2008, de 9 de Setembro) e da Carta Ética da Administração Pública. O Código de Ética e Normas de Conduta aplica-se

Leia mais

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética 1. Objecto e Âmbito do Regulamento O presente regulamento foi adoptado pelo Conselho Geral e de Supervisão (CGS) e pelo Conselho de Administração Executivo

Leia mais

PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/2016

PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/2016 PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/2016 1. Introdução 2. Plano Anual de Estágios não Remunerados 3. Candidatura e seleção dos estagiários 4. Formalização dos estágios 5. Acompanhamento

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º 1. Com o fim de estimular a valorização profissional e a especialização nos diversos domínios da Música, a Fundação

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR Entre O Primeiro Outorgante, A Administração Regional de Saúde de. IP, adiante

Leia mais

Dossiê de Preços de Transferência

Dossiê de Preços de Transferência Dossiê de Preços de Transferência Fiscalidade 2011 3 Índice Pág. 1. Preços de Transferência 03 1.1 Conceito 03 1.2 O que são Preços de Transferência 03 1.3 Porquê os Preços de Transferência? 03 1.4 Entidades

Leia mais

REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A.

REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A. REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A. Artigo 1.º Objeto O presente documento regulamenta as competências, deveres e funcionamento do Gabinete de Apoio ao Conselho

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional

Código de Ética e Conduta Profissional Código de Ética e Conduta Profissional ÍNDICE DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS 1 ARTIGO 1º. - Âmbito de Aplicação 1 ARTIGO 2º. Princípios Aplicáveis 2 ARTIGO 3º. Relação com os clientes/consumidores 3 ARTIGO

Leia mais

Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de

Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de Envie-nos os seus trabalhos jornalísticos sobre o sector rodoviário, publicados em 2011. Participe entre 1 de Novembro de 2011 e 31 de Janeiro de 2012. ENQUADRAMENTO 2ºs PRÉMIOS DE JORNALISMO CEPSA ESTRADAS

Leia mais

EDITAL (Nº.31/09. Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE

EDITAL (Nº.31/09. Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE EDITAL (Nº.31/09 Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: Torna público que, em reunião do executivo realizada no dia 11 de Novembro do ano corrente, foi aprovado

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

GABINETE DE CONSULTA JURÍDICA

GABINETE DE CONSULTA JURÍDICA 1.Consultas Jurídicas prestadas No 1º Semestre de 2007 foram prestadas 213 Consultas Jurídicas. Nº de Dias Advogados Nomeados Consultas Prestadas 16 67 213 Áreas do Direito objecto das Consultas jurídicas

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO

REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO Instituto de Ciências Sociais REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO O Conselho do Instituto, em reunião de 21 de Julho de 2010 deliberou aprovar o presente regulamento de funcionamento. Capítulo I (Natureza

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8 CÓDIGO DE CONDUTA DA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO Lisboa, Julho de 2015 1/8 I - ÂMBITO Artigo Primeiro Âmbito Pessoal O presente Código integra um conjunto de regras e princípios gerais de ética

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

Lei n.º 40/99 de 9 de Junho

Lei n.º 40/99 de 9 de Junho Lei n.º 40/99 de 9 de Junho Assegura a informação e consulta dos trabalhadores em empresas ou grupos de empresas transnacionais e regula a instituição de conselhos de empresa europeus ou de procedimentos

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 Índice Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 PROJECTO DE DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 860 Dezembro de 2008 Relatório Sobre o Sistema de Controlo Interno das Instituições de Crédito e Sociedades

Leia mais

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências

Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências CICLO DE PALESTRAS DIRECÇÃO CIENTÍFICA E DE EXTENSÃO Departamento de Políticas de Investigação e Pós-Graduação Luanda, junho de 2015 Enquadramento

Leia mais

REGULAMENTO DA CAMPANHA REDE AQUI É FRESCO 5 ANOS, 5 CARROS

REGULAMENTO DA CAMPANHA REDE AQUI É FRESCO 5 ANOS, 5 CARROS REGULAMENTO DA CAMPANHA REDE AQUI É FRESCO 5 ANOS, 5 CARROS PRIMEIRA.- EMPRESA ORGANIZADORA 1.1 UNIMARKETING, Marketing, Comercialização de Bens de Consumo e Serviços Promocionais, C.R.L com sede em Av.

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais