P.A. (MPF) n /

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "P.A. (MPF) n 1.16.000.000924/2006-94"

Transcrição

1 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA ª VARA DA JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL P.A. (MPF) n / O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por intermédio da Procuradora da República que esta subscreve, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência, com fundamento nos artigos 127 e 129, inciso III, ambos da Constituição Federal de 1988, no artigo 5º, inciso I, alínea h, e inciso V, alínea b, e no artigo 6º, inciso VII, alíneas b e d, da Lei Complementar 75/93 (LOMPU), no artigo 31 da Lei 8.742/93 e na Lei 7.347/85 (LACP), propor AÇÃO CIVIL PÚBLICA em face das seguintes pessoas jurídicas: UNIÃO BRASILIENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA UBEC, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com endereço à SMPW, Quadra 05, Conjunto 13, Lote 08 CEP.: Núcleo Bandeirante Brasília/DF;

2 UNIÃO, pessoa jurídica de direito público interno, a ser citada na pessoa do Procurador Regional da União, no Setor de Autarquias Sul, Quadra 02, Bloco E, 2º andar - sala 206, Ed. PGU, - Tel.: Fax.: Asa Sul, CEP: Brasília/DF. 1.INTRODUÇÃO A presente ação tem por objetivo anular Certificados de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) concedidos pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) 1 à UNIÃO BRASILIENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA UBEC, Mantenedora da UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA. O CNAS possui competência, nos termos da Lei 8.742/93, para conceder o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) 2, que é um dos requisitos da isenção/imunidade, nos termos do art. 195, 7 o da CF/88, c/c art. 55, da Lei 8.212/91, além de possibilitar aos portadores outros benefícios que não fiscais. Por meio do processo n / , a UBEC solicitou a concessão de um CEBAS ao CNAS. Pela Resolução n 137/96, de 05/08/96, publicada no DOU de 14/08/96, o CNAS deferiu a titulação, com validade para o período de 01/01/95 a 31/12/97. Posteriormente o CNAS ainda deferiu outro CEBAS à UBEC, solicitado pelo processo n / , nos termos da Resolução n 220/1999, de 17/08/1999, publicada no DOU de 19/08/1999, cuja validade está assegurada para o período de 01/01/1998 a 31/12/2000. CNAS (Doc. 1). Tais informacoes podem ser verificados no Histórico fornecido pelo Nessa ação o MPF irá demonstrar a ilegalidade da concessão de CEBAS à UBEC com validade para o período de 01/01/95 a 31/12/97, e, por conseguinte, da sua renovação, eis que a ré, além de não se enquadrar como entidade beneficente de assistência social, não possuía inscrição no Conselho Distrital de Assistência Social CDAS. 1 Órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). 2 A Medida Provisória , de , reeditada até o nº , de , vigorando em função do art. 2º da Emenda Constitucional nº 32, de , alterou o nome do certificado: de Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos (CEFF), para Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS). As regras para a certificação, contudo, continuaram as mesmas.

3 2.COMPETÊNCIA Competente a Justiça Federal, nos termos do artigo 109, I, da Constituição Federal, pela presença da UNIÃO no pólo passivo da presente ação. Competente a presente Seção Judiciária, nos termos do artigo 109, 2 o da Carta, pois no Distrito Federal vêm sendo praticados os atos irregulares de concessão de CEBAS pelo CNAS. 3.LEGITIMIDADE PASSIVA Legitimados passivos a UBEC, conquanto que se pretende contribuinte das contribuições da seguridade social, bem como a UNIÃO, pessoa jurídica de direito público competente pelos atos administrativos que se pretende anular (CEBAS irregularmente concedidos pelo CNAS e, em decorrência, isenções de contribuições da seguridade social, atualmente administradas, unicamente, pela Secretaria da Receita Federal do Brasil). 4.LEGITIMIDADE ATIVA Legítima a presença do Ministério Público Federal no pólo ativo, nos termos do inciso III do art. 129 da Constituição Federal. A legitimidade do Ministério Público Federal decorre também em base infraconstitucional, do artigo 5º da Lei da Ação Civil Pública e do Capítulo I da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público Federal (Lei Complementar no. 75), que prevê: Art. 5º São funções institucionais do Ministério Público da União: I - a defesa da ordem jurídica, do regime democrático, dos interesses sociais e dos interesses individuais indisponíveis, considerados, dentre outros, os seguintes fundamentos e princípios:

4 h) a legalidade, a impessoalidade, a moralidade e a publicidade, relativas à administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União; II - zelar pela observância dos princípios constitucionais relativos: a)ao sistema tributário, às limitações do poder de tributar, à repartição do poder impositivo e das receitas tributárias e aos direitos do contribuinte; d) à seguridade social, à educação, à cultura e ao desporto, à ciência e à tecnologia, à comunicação social e ao meio ambiente; III - a defesa dos seguintes bens e interesses: a) o patrimônio nacional; b) o patrimônio público e social; No mesmo sentido o disposto na Lei Orgânica da Assistência Social LOAS, Lei 8.742/93, no seu art. 31. Ainda, como já decidiu o Superior Tribunal de Justiça, em acórdão da lavra do Ministro JOSÉ DELGADO - RESP / RO: 2. A carta de 1988, ao evidenciar a importância da cidadania no controle dos atos da administração, com a eleição dos valores imateriais do art. 37 da CF como tuteláveis judicialmente, coadjuvados por uma série de instrumentos processuais de defesa dos interesses transindividuais, criou um microsistema de tutela de interesses difusos referentes à probidade da administração pública, nele encartando-se a Ação Popular, a Ação Civil Pública e o Mandado de Segurança Coletivo, como instrumentos concorrentes na defesa desses direitos eclipsados por cláusulas pétreas. 3. Em conseqüência, legitima-se o Ministério Público a toda e qualquer demanda que vise à defesa do patrimônio público sob o ângulo material (perdas e danos) ou imaterial (lesão à moralidade). Em suma, o Ministério Público Federal nesta ação buscará fazer com que a Lei Orgânica da Assistência Social seja aplicada corretamente. Tem-se, portanto, evidenciada a legitimidade ativa do Ministério Público Federal para propositura da presente demanda.

5 5.DO DIREITO A ilegalidade dos CEBAS concedidos pelo CNAS à UBEC é objetiva e será facilmente demonstrada. A UBEC não possui inscrição no Conselho Distrital de Assistência Social do Distrito Federal requisito fundamental para se pleitear um CEBAS no CNAS. Com efeito, possuir inscrição no Conselho Distrital de Assistência Social é condição necessária para que o CNAS conceda o Certificado. Não se trata de avaliação subjetiva! A entidade, ao requerer o CEBAS, deverá instruir o processo com a documentação necessária. A comprovação de estar inscrita no Conselho Distrital de Assistência Social é documento de fundamental importância por determinação de lei que deveria ter vinculado as decisões do Conselho. Nos termos do art. 203 da CF/88, as ações governamentais na área de assistência social serão realizadas com recursos do orçamento da seguridade social, previstos no art. 195, além de outras fontes, sendo prescrita uma descentralização político-administrativa, cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal, bem como a entidades beneficentes e de assistência social. Por auxiliarem os Estados e Municípios na execução de programas de assistência social, a Carta conferiu privilégios às entidades beneficentes de assistência social que atendessem aos requisitos de futura lei ordinária (no caso, do art. 55 da Lei 8.212/91). As Leis 8.212/91 e 8.742/93 conferiram competência ao CNAS para conceder a titulação criada pelo inciso II do art. 55 da Lei 8.212/91, para que essas entidades usufruíssem dos benefícios oferecidos pela Carta. Art. 55 da Lei 8.212/91: Art. 55. Fica isenta das contribuições de que tratam os arts. 22 e 23 desta Lei a entidade beneficente de assistência social que atenda aos seguintes requisitos cumulativamente: II - seja portadora do Registro e do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social, fornecidos pelo Conselho Nacional de Assistência Social, renovado a cada três anos;

6 Art. 18 da Lei 8.212/91: Art. 18. Compete ao Conselho Nacional de Assistência Social: IV - conceder registro e Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social; A Lei 8.742/93, de forma sábia, diante do maior conhecimento dos munícipes sobre entidades locais e seu efetivo auxílio na execução de programas assistenciais (competência local), previu que caberia aos Conselhos Municipais fiscalizarem as entidades beneficentes de assistência social, na forma da lei ou de regulamento, e que para funcionarem dependeriam de prévia inscrição no respectivo Conselho local. E, para evitar fraudes na obtenção do CEBAS no CNAS, órgão localizado em Brasília, previu a LOAS que para o mero requerimento da titulação no âmbito federal (que gera benefícios fiscais, inclusive), seria condição sine qua non a prévia inscrição no Conselho Municipal ou Distrital: Art. 9º O funcionamento das entidades e organizações de assistência social depende de prévia inscrição no respectivo Conselho Municipal de Assistência Social, ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, conforme o caso. 1º A regulamentação desta lei definirá os critérios de inscrição e funcionamento das entidades com atuação em mais de um município no mesmo Estado, ou em mais de um Estado ou Distrito Federal. 2º Cabe ao Conselho Municipal de Assistência Social e ao Conselho de Assistência Social do Distrito Federal a fiscalização das entidades referidas no caput na forma prevista em lei ou regulamento. 3º A inscrição da entidade no Conselho Municipal de Assistência Social, ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, é condição essencial para o encaminhamento de pedido de registro e de certificado de entidade beneficente de assistência social junto ao Conselho Nacional de Assistência Social CNAS. (grifei) Ou seja, nos termos do 3 o do art. 9 o da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), para ENCAMINHAR um pedido de CEBAS ao CNAS, deve a entidade

7 possuir prévia inscrição no Conselho Municipal de Assistência Social, ou no Conselho Distrital. O Decreto 2.536/98, por sua vez, repete a LOAS, e coloca como um dos requisitos do CEBAS a prévia inscrição no Conselho Municipal/Distrital DE Assistência Social: Art. 3º Faz jus ao Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social a entidade beneficente de assistência social que demonstre, cumulativamente: II - estar previamente inscrita no Conselho Municipal de Assistência Social do município de sua sede se houver, ou no Conselho Estadual de Assistência Social, ou Conselho de Assistência Social do Distrito Federal; Contudo, conforme Declaração fornecida pelo Conselho Distrital de Assistência Social, a UBEC solicitou sua inscrição apenas em 2000 (e já possuía dois CEBAS concedidos pelo CNAS) (Doc. 2), que ao que se sabe foi negada. ser anulados. Diante desse quadro, todos os CEBAS conferidos pelo CNAS devem O MPF, utilizando-se do que possibilita o art. 7 o, 2 o do Decreto 2.536/98, encaminhou Representação ao CNAS para que anulasse as titulações concedidas à UBEC. Dois anos após receberem a Representação o Colegiado nada fez, sendo que pelo procedimento previsto no regulamento o lapso decisório deveria ocorrer em cerca de três meses º Qualquer Conselheiro do CNAS, os órgãos específicos dos Ministérios da Justiça e da Previdência e Assistência Social, o INSS, a Secretaria da Receita Federal do Ministério da Fazenda ou o Ministério Público poderão representar àquele Conselho sobre o descumprimento das condições e requisitos previstos nos arts. 2º e 3º, indicando os fatos, com suas circunstâncias, o fundamento legal e as provas ou, quando for o caso, a indicação de onde estas possam ser obtidas, sendo observado o seguinte procedimento: I - recebida a representação, será designada relator, que notificará a empresa sobre o seu inteiro teor; II - notificada, a entidade terá o prazo de trinta dias para apresentação de defesa e produção de provas; III - apresentada a defesa ou decorrido o prazo sem manifestação da parte interessada, o relator, em quinze dias, proferirá seu voto, salvo se considerar indispensável a realização de diligências; IV - havendo determinação de diligências, o relator proferirá o seu voto em quinze dias pós a sua realização; V - O CNAS deliberará acerca do cancelamento do Certificado de Entidade do Fins Filantrópicos até a primeira sessão seguinte à apresentação do voto do relator, não cabendo pedido de reconsideração;

8 6.DA ORDEM DE JUNTADA DOS PROCESSOS DE CONCESSÃO/RENOVAÇÃO DE CEBAS O Ministério Público Federal requer que este Juízo determine à União a JUNTADA de todos os processos administrativos do CNAS em que foram concedidos CEBAS trienais à Universidade/Ré, bem como de todas as Representações Administrativas originárias do INSS, Receita Federal, Ministério Público ou outro órgão fiscalizador encaminhadas ao Colegiado, julgadas ou não, que sugerem a ilegalidade do ato praticado no CNAS, que ora se busca anular. 7.DO PEDIDO final: Diante de todo o exposto, o Ministério Público Federal pede, ao Anulação do CEBAS concedido pelo CNAS com validade para o período de 01/01/95 a 31/12/97, que foi deferido pela Resolução 137/96 (processo administrativo n / ); 7.2 Anulação do CEBAS concedido pelo CNAS com validade para o período de 01/01/98 a 31/12/00, que foi deferido pela Resolução 220/99 (processo administrativo n / ). 7.3 Que este Juízo condene à Uni]ao (CNAS) à obrigação de fazer, consistente em arquivar todos os pedidos de CEBAS formulados pela UBEC, pendentes de decisão, que tenham sido protocolados anteriormente à obtenção da inscrição no Conselho Distrital de Assistência Social. Requer, também: 7.4 A citação dos réus para oferecerem contestação, podendo a União migrar para o pólo ativo da demanda; 7.5 A intimação da Procuradoria da Fazenda Nacional para, se julgar oportuno, ingressar no feito, eis que também há reflexos tributários em questão.

9 Protesta pela produção de provas através de todos os meios em Direito admitidos, em especial juntada de documentos, testemunhas e perícia. Dá-se à causa o valor de R$ ,00 (quarenta milhões de reais), que é o que se estima devido à seguridade social em relação aos fatos geradores ocorridos no período dos CEBAS que se busca anular. Nestes termos, pede deferimento. Brasília, 4 de setembro de LÍVIA NASCIMENTO TINÔCO Procuradora da República ROL DE DOCUMENTOS QUE INSTRUEM A PRESENTE ACP: Doc. 1 Histórico dos processos da UBEC no CNAS; Doc. 2 Declaração fornecida à UBEC pelo Conselho Distrital de Assistência Social.

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Exmo. Sr. Juiz Federal da.ª Vara da Seção Judiciária Federal de São Paulo O Ministério Público Federal, por seu Procurador que ao final assina e com base no artigo 129, II e III da Constituição Federal,

Leia mais

Lei nº 12.101 de 27 de novembro de 2009

Lei nº 12.101 de 27 de novembro de 2009 CERTIFICAÇÃO CEBAS - NA ÁREA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - MDS Lei nº 12.101 de 27 de novembro de 2009 Da Assistência Social Art. 18. A certificação ou sua renovação será concedida à entidade de assistência

Leia mais

CT03.07 - Departamento de Gestão Social Fevereiro/2013 Atualizado em março/2014 CARTA TÉCNICA

CT03.07 - Departamento de Gestão Social Fevereiro/2013 Atualizado em março/2014 CARTA TÉCNICA CARTA TÉCNICA Nome do Certificado: INSCRIÇÃO NO CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ENTIDADES QUE DEVEM REALIZAR O REGISTRO: Entidades de Assistência Social ORGÃO RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO: Conselho

Leia mais

Instrução Normativa nº 1, de 30 de dezembro de 2010 (Pág. 46) Estabelece procedimentos relativos à certificação de entidades beneficentes de

Instrução Normativa nº 1, de 30 de dezembro de 2010 (Pág. 46) Estabelece procedimentos relativos à certificação de entidades beneficentes de Instrução Normativa nº 1, de 30 de dezembro de 2010 (Pág. 46) Estabelece procedimentos relativos à certificação de entidades beneficentes de assistência social, no âmbito do Ministério do Desenvolvimento

Leia mais

SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Campo Grande-MS

SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Campo Grande-MS SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Campo Grande-MS Mudanças na Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social e

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI No 451, DE 2011

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI No 451, DE 2011 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI No 451, DE 2011 Institui o Programa Nacional de Apoio à Assistência Social PRONAS e dá outras providências. Autor: Deputado THIAGO PEIXOTO Relator:

Leia mais

2ª fase- Direito Administrativo. 02/2007 - CESPE

2ª fase- Direito Administrativo. 02/2007 - CESPE 2ª fase- Direito Administrativo. 02/2007 - CESPE Foi noticiado em jornal de grande circulação que O secretário de transportes de determinado estado, e certa empresa de transportes coletivos, pessoa jurídica

Leia mais

RESOLUÇÃO CMDCA nº 03/2014

RESOLUÇÃO CMDCA nº 03/2014 RESOLUÇÃO CMDCA nº 03/2014 Estabelece novas normas para registro de Entidades governamentais e não governamentais e inscrição de programas ou projetos que tenham por objetivo a promoção e defesa dos direitos

Leia mais

file://c:\documents and Settings\Ronald\Meus documentos\scanner\fw_ Desobrigaçã...

file://c:\documents and Settings\Ronald\Meus documentos\scanner\fw_ Desobrigaçã... Page 1 of 12 Instrução Normativa RFB nº 1.027, de 22 de abril de 2010 DOU de 23.4.2010 Altera a Instrução Normativa RFB nº 971, de 13 de novembro de 2009, que dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS O MP E AS VERBAS DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa

Leia mais

Portaria nº 335, de 30 de maio de 2006 D.O.U de 31/05/2006

Portaria nº 335, de 30 de maio de 2006 D.O.U de 31/05/2006 Portaria nº 335, de 30 de maio de 2006 D.O.U de 31/05/2006 Regulamenta o Sistema de Correição do Poder Executivo Federal, de que trata o Decreto nº 5.480, de 30 de junho de 2005. O MINISTRO DE ESTADO DO

Leia mais

SEGURIDADE SOCIAL DIREITO PREVIDENCIÁRIO SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL. Prof. Eduardo Tanaka CONCEITUAÇÃO

SEGURIDADE SOCIAL DIREITO PREVIDENCIÁRIO SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL SEGURIDADE SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL. Prof. Eduardo Tanaka CONCEITUAÇÃO DIREITO PREVIDENCIÁRIO Prof. Eduardo Tanaka CONCEITUAÇÃO 1 2 Conceituação: A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a

Leia mais

Resolução nº 9, de 16 de julho de 1997 (publicada no Diário Oficial da União de 13.8.97)

Resolução nº 9, de 16 de julho de 1997 (publicada no Diário Oficial da União de 13.8.97) Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE SCN Quadra 2 Projeção C, Brasília, DF CEP 70712-902 Tel.: (61) 426-8599 Fax: (61) 328-5523 cade@cade.gov.br Resolução nº 9, de 16

Leia mais

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA EXAME DE ORDEM. Peça Treino 8

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA EXAME DE ORDEM. Peça Treino 8 Peça Treino 8 Refrigeração Nacional, empresa de pequeno porte, contrata os serviços de um advogado em virtude de uma reclamação trabalhista movida pelo exempregado Sérgio Feres, ajuizada em 12.04.2013

Leia mais

O que é uma administração transparente?

O que é uma administração transparente? O que é uma administração transparente? Uma prefeitura transparente É quela que respeita o cidadão Expõe as suas contas para toda a população Uma prefeitura transparente É aquela que publica seus atos

Leia mais

I. DO OBJETIVO II. DOS FATOS

I. DO OBJETIVO II. DOS FATOS Nota Técnica nº 001/2009 CNS Em 02 de setembro de 2009. Assunto: A Natureza Deliberativa e a Executoriedade das Decisões do Conselho Nacional de Saúde. I. DO OBJETIVO Trata a presente nota jurídica de

Leia mais

Direito Constitucional Dra. Vânia Hack de Ameida

Direito Constitucional Dra. Vânia Hack de Ameida 1 Controle da Constitucionalidade 1. Sobre o sistema brasileiro de controle de constitucionalidade, é correto afirmar que: a) compete a qualquer juiz ou tribunal, no primeiro caso desde que inexista pronunciamento

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS RESOLUÇÃO N 137, DE 21 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

1. CABIMENTO DAS PEÇAS.

1. CABIMENTO DAS PEÇAS. 1. CABIMENTO DAS PEÇAS. Após o Nascimento do Tributo, mas antes do lançamento: Ação Declaratória de Inexistência da relação jurídica tributária; Mandado de Segurança Preventivo. Após a notificação do contribuinte

Leia mais

Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010

Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010 Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010 LEI N. 12.101/2009 DECRETO N. 7237/2010 O principal objetivo da presente Lei é dispor sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social. Tem

Leia mais

Quanto ao órgão controlador

Quanto ao órgão controlador Prof. Ms. Cristian Wittmann Aborda os instrumentos jurídicos de fiscalização sobre a atuação dos Agentes públicos; Órgãos públicos; Entidades integradas na Administração Pública; Tem como objetivos fundamentais

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PROJETO DE LEI Nº 5.663, DE 2013

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PROJETO DE LEI Nº 5.663, DE 2013 COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PROJETO DE LEI Nº 5.663, DE 2013 Acrescenta inciso ao art. 52 da Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, que regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece

Leia mais

CAPÍTULO I DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E DO BENEFICIÁRIO

CAPÍTULO I DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E DO BENEFICIÁRIO DECRETO N o 1.744, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1995 Regulamenta o benefício de prestação continuada devido à pessoa portadora de deficiência e ao idoso, de que trata a Lei n 8.742, de 7 de dezembro de 1993, e

Leia mais

PORTARIA N.º 016/2011-9ª PJDPP

PORTARIA N.º 016/2011-9ª PJDPP PORTARIA N.º 016/2011-9ª PJDPP GEAP nº 000746-005/2006 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO, por meio de seu agente de execução atuante na 9ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público

Leia mais

Direito Constitucional Peças e Práticas

Direito Constitucional Peças e Práticas PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO CONSTITUCIONAL ASPECTOS JURÍDICOS E PROCESSUAIS DA RECLAMAÇÃO Trata-se de verdadeira AÇÃO CONSTITUCIONAL, a despeito da jurisprudência do STF a classificar como direito de petição

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 3.230, DE 2008 (Apenso o Projeto de Lei n.º 1.701, de 2007)

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 3.230, DE 2008 (Apenso o Projeto de Lei n.º 1.701, de 2007) COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI N o 3.230, DE 2008 (Apenso o Projeto de Lei n.º 1.701, de 2007) Acrescenta 1º e 2º ao art. 45 do Decreto n.º 70.235, de 6 de março de 1972, para vedar a

Leia mais

IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS (possibilidades de redução de custos)

IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS (possibilidades de redução de custos) IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS (possibilidades de redução de custos) TRIBUTOS (art. 145 CF) IMUNIDADES E ISENÇÕES -IMUNIDADE VEDAÇÃO, PROIBIÇÃO CONSTITUCIONAL - ISENÇÃO CONCESSÃO FAVOR

Leia mais

PORTARIA Nº 131, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008

PORTARIA Nº 131, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008 PORTARIA Nº 131, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008 Estabelece os requisitos técnicos e procedimentos para credenciamento de empresas prestadoras de serviço de vistoria em veículos automotores. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO

Leia mais

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003 Regulamenta disposições da Lei n 13.478, de 30 de dezembro de 2002, alterada pela Lei nº 13.522, de 19 de fevereiro de 2003, que instituiu a Taxa de Resíduos Sólidos

Leia mais

AÇÃO CIVIL PÚBLICA, em face de

AÇÃO CIVIL PÚBLICA, em face de EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARÁ Inquérito Civil 1.23.000.000142/2014-21 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por meio do Procurador da República infra-subscrito, vem à presença

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIX EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIX EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Determinado partido político, que possui dois deputados federais e dois senadores em seus quadros, preocupado com a efetiva regulamentação das normas constitucionais,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. Fixa os critérios e procedimentos para a realização de concursos públicos de provas e títulos, destinados ao provimento dos cargos efetivos do

Leia mais

Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹

Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹ Importância do CEBAS Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹ - Isenção das Contribuições Sociais;

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO MINUTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS Acórdão: 20.514/14/2ª Rito: Sumário PTA/AI: 15.000017859-30 Impugnação: 40.010135173-41 Impugnante: Proc. S. Passivo: Origem: EMENTA Daniel dos Santos Lauro CPF: 084.807.156-50 Karol Araújo Durço DF/Juiz

Leia mais

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991.

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. ALTERADO PELOS DECRETOS SC N 322/1995; 2.155/1997; 2.442/1997 DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. Dispõe sobre a competência do Conselho de Meio Ambiente - CONSEMA - SC O GOVERNADOR DO ESTADO DE

Leia mais

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. Pág. 1 de 7 MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013. DO: PODER EXECUTIVO AO: PODER LEGISLATIVO DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE ATENDIMENTO DOS DIREITOS DO IDOSO, CRIA O FUNDO MUNICIPAL

Leia mais

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL TOMADA DE CONTAS ESPECIAL COMPARATIVO ENTRE A IN TCU Nº 13/1996 E A IN TCU Nº 56/2007 IN TCU Nº 13/1996 IN TCU Nº 56/2007 Art. 1º Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da Aplicação

Leia mais

Marco legal. da política indigenista brasileira

Marco legal. da política indigenista brasileira Marco legal da política indigenista brasileira A política indigenista no país tem como base a Constituição Federal de 1988, o Estatuto do Índio (Lei nº 6.001/1973) e instrumentos jurídicos internacionais,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 066 CONSUPER/2013

RESOLUÇÃO Nº. 066 CONSUPER/2013 RESOLUÇÃO Nº. 066 CONSUPER/2013 Dispõe sobre o Regulamento sobre Movimentação de servidores no âmbito do Instituto Federal Catarinense. O Presidente do do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL VIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL VIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Com fundamento na recente Lei n. 1.234, do Estado Y, que exclui as entidades de direito privado da Administração Pública do dever de licitar, o banco X (empresa pública

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 114/2013/TCE-RO

RESOLUÇÃO N. 114/2013/TCE-RO RESOLUÇÃO N. 114/2013/TCE-RO Dá nova redação ao artigo 86 e revoga o 1º do artigo 247 e o inciso XII do artigo 187, todos do Regimento Interno do TCE/RO, relativos à vista, carga e devolução de processos

Leia mais

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO PUBLICAÇÕES JUDICIAIS I - INTERIOR SP E MS SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SAO CARLOS 2ª VARA DE SÃO CARLOS

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO PUBLICAÇÕES JUDICIAIS I - INTERIOR SP E MS SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SAO CARLOS 2ª VARA DE SÃO CARLOS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO PUBLICAÇÕES JUDICIAIS I - INTERIOR SP E MS SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SAO CARLOS 2ª VARA DE SÃO CARLOS Processo nº 0001312-86.2014.403.6115 RCO IND., COM., EXPORT. E

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 043/2010-CPJ

RESOLUÇÃO Nº 043/2010-CPJ RESOLUÇÃO Nº 043/2010-CPJ O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista o disposto no artigo 29-A da Lei nº 8.229, de 07 de dezembro de

Leia mais

Alguns Aspectos da Tributação das Fundações de Direito Privado

Alguns Aspectos da Tributação das Fundações de Direito Privado Alguns Aspectos da Tributação das Fundações de Direito Privado I. INTRODUÇÃO Frederico da Silveira Barbosa Advogado Como regra geral, os atributos específicos da pessoa jurídica tributada não são relevantes

Leia mais

RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I

RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I Alterada pela Resolução CNAS nº 3, de 13 de fevereiro de 2001 Regras e critérios para a concessão ou renovação do Certificado de Entidade

Leia mais

O consulente não juntou outros documentos aos autos.

O consulente não juntou outros documentos aos autos. PROCESSO Nº : 24.482-1/2015 INTERESSADO : PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA SANTA HELENA ASSUNTO : CONSULTA RELATOR : CONSELHEIRO JOSÉ CARLOS NOVELLI PARECER Nº : 072/2015 Excelentíssimo Senhor Conselheiro:

Leia mais

LOAS - LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - 1993

LOAS - LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - 1993 LOAS - LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - 1993 LEI Nº 8.742, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1993. Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

COMDICAS Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Sumaré - SP

COMDICAS Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Sumaré - SP RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2011 Dispõe sobre registro de Entidades não Governamentais sem fins lucrativos e inscrição de programas, projetos e Serviços de Atendimento, governamentais e não governamentais,

Leia mais

Interessados: RESPONSÁVEIS: João Paulo Bastos Hildebrandt e Paulo Macedo de Carvalho Mesquita

Interessados: RESPONSÁVEIS: João Paulo Bastos Hildebrandt e Paulo Macedo de Carvalho Mesquita Tribunal de Contas da União Número do documento: AC-0054-06/99-1 Identidade do documento: Acórdão 54/1999 - Primeira Câmara Ementa: Tomada de Contas. Centro Psiquiátrico Pedro II. Exercício de 1997. Garantias

Leia mais

PEDRO DUTRA Advogado. São Paulo, 09 de outubro de 1998

PEDRO DUTRA Advogado. São Paulo, 09 de outubro de 1998 São Paulo, 09 de outubro de 1998 À ANATEL Agência Nacional de Telecomunicações Protocolo Geral SAS, Quadra 6, Bloco H 70313-900 Brasília-DF Via E-mail PEDRO DUTRA, advogado inscrito na OAB-SP sob o nº

Leia mais

DELIBERAÇÃO CEE N 314, DE 08 DE SETEMBRO DE 2009.

DELIBERAÇÃO CEE N 314, DE 08 DE SETEMBRO DE 2009. Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO COMISSÃO ESPECIAL DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DELIBERAÇÃO CEE N 314, DE 08 DE SETEMBRO DE 2009. Estabelece

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DENATRAN Nº 01, de 09 de dezembro de 2003.

INSTRUÇÃO NORMATIVA DENATRAN Nº 01, de 09 de dezembro de 2003. INSTRUÇÃO NORMATIVA DENATRAN Nº 01, de 09 de dezembro de 2003. Estabelece orientações e procedimentos a serem adotados na celebração de Contratos, Convênios, Termos de Cooperação, Acordos de Cooperação

Leia mais

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004.

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. (PUBLICADO NO DOE DE 26.04.04) Este texto não substitui o publicado no DOE Regulamenta a Lei nº 14.546, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a criação do

Leia mais

Ministério Público Federal Procuradoria da República em São Paulo - SP

Ministério Público Federal Procuradoria da República em São Paulo - SP Ofício Referência: Prot SIAPRO n. 08500.006741/2008-31 SR/DPF/SP Procedimento de Controle Externo n. 1.34.001.000452/2008-11(favor usar esta referência) São Paulo, 04 de junho de 2008. Ilmo. Sr. Corregedor

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL 1 RESOLUÇÃO Nº 261, DE 2013 (Autoria do Projeto: Vários Deputados) Insere dispositivos no Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal para criar a Comissão de Fiscalização, Governança,

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 5/2014

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 5/2014 PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 5/2014 Dispõe sobre a reorganização da Rede Nacional de Certificação Profissional - Rede Certific. OS MINISTROS DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI N. 3.177, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. PUBLICADO NO DOE Nº 2297, DE 11.09.13

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI N. 3.177, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. PUBLICADO NO DOE Nº 2297, DE 11.09.13 LEI N. 3.177, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. PUBLICADO NO DOE Nº 2297, DE 11.09.13 Consolidada, alterada pela Lei nº: 3250, de 19.11.13 DOE n. 2343, de 19.11.13 Autoriza o Poder Executivo a realizar a compensação

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Ministério da Fazenda Comissão de Valores Mobiliários INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Estabelece normas e procedimentos para a organização e o funcionamento das corretoras de mercadorias. O

Leia mais

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO N.º /2005. (DO SR. RENATO COZZOLINO)

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO N.º /2005. (DO SR. RENATO COZZOLINO) REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO N.º /2005. (DO SR. RENATO COZZOLINO) Solicita informações ao Sr. Ministro da Educação sobre Cursos Superiores Fora da Sede da Universidade. Senhor Presidente: Com fundamento

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 105819/PE (0005639-71.2010.4.05.0000) AGRTE : JOACYR FONSECA SOARES ADV/PROC : MARCO ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE MEIRA AGRDO : FAZENDA NACIONAL PARTE R : CARTAGO REVENDEDORA AUTORIZADA

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA DECRETO N. 17.466, DE 08 DE JANEIRO DE 2013. DOE N. 2131, DE 08 DE JANEIRO DE 2013. Regulamenta o artigo 3º, inciso VII, da Lei Complementar n. 620, de 21 de junho de 2011. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RONDÔNIA,

Leia mais

TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA.

TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA. PALESTRA TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA. Professor: Dr. Francisco Ferreira Jorge Neto Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Professor Universitário

Leia mais

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM O Conselho de Supervisão da BM&FBOVESPA SUPERVISÃO DE MERCADOS (BSM), no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto Social da entidade e após a autorização da Comissão

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 175, DE 2007

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 175, DE 2007 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 175, DE 2007 Altera a Lei n.º 8.080, de 1990, a fim de inserir capítulo sobre Atenção à Saúde dos Dependentes de Drogas. Autor: Deputado

Leia mais

Presidente Prudente/São José do Rio Preto, Julho de 2013.

Presidente Prudente/São José do Rio Preto, Julho de 2013. Presidente Prudente/São José do Rio Preto, Julho de 2013. Prezado Cliente, Empregados Públicos Celetistas do Estado de São Paulo - DER, SUCEN, Secretaria da Saúde, etc... Em ação judicial proposta pela

Leia mais

Apoiando Entidades EXTRAÍDO

Apoiando Entidades EXTRAÍDO Apoiando Entidades EXTRAÍDO ANO CXLIII N.º 138 - BRASÍLIA - DF, 20 DE JULHO DE 2006. REPRODUZIDO DE CONFORMIDADE COM A PORTARIA 209 DE 10.09.2003/I.N. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA

Leia mais

Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG * '

Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG * ' Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG OBJETO: ( ) INSUMO DE INTERESSE PARA A SAÚDE HUMANA (exceto cirurgia e transporte) ( )

Leia mais

Ao ensejo, renovamos a Vossa Excelência e nobres Pares nossos protestos de elevada estima e distinta consideração. LUIZ MARINHO Prefeito

Ao ensejo, renovamos a Vossa Excelência e nobres Pares nossos protestos de elevada estima e distinta consideração. LUIZ MARINHO Prefeito ML-7/2015 Encaminha Projeto de Lei. São Bernardo do Campo, 23 de março de 2015. PROJETO DE LEI N. 07/15 PROTOCOLO GERAL N. 1.240/15 Senhor Presidente: Encaminhamos a Vossa Excelência, para apreciação plenária,

Leia mais

Fazendo referência a Instrução Normativa DREI nº 29, de 07.10.2014, publicada no DOU 1 de 08.10.2014, informamos:

Fazendo referência a Instrução Normativa DREI nº 29, de 07.10.2014, publicada no DOU 1 de 08.10.2014, informamos: Rio de Janeiro, 09 de outubro de 2014 Of Circ Nº 333/14 Referência: Instrução Normativa DREI nº 29/14 - Registro público de empresas mercantis e atividades afins - Procedimentos de registro e arquivamento

Leia mais

PROCESSO Nº : 2.567-4/2016 ASSUNTO

PROCESSO Nº : 2.567-4/2016 ASSUNTO PROCESSO Nº : 2.567-4/2016 ASSUNTO : CONSULTA INTERESSADO : FUNDO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES DE FELIZ NATAL GESTOR : DANIELA DICÉLIA SCARIOT RELATOR : CONSELHEIRO-SUBSTITUTO JOÃO BATISTA

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB XIII EXAME DE ORDEM C006 DIREITO TRIBUTÁRIO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB XIII EXAME DE ORDEM C006 DIREITO TRIBUTÁRIO C006 DIREITO TRIBUTÁRIO PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL C006042 Responsabilidade Tributária. Exceção de pré-executividade. Determinada pessoa jurídica declarou, em formulário próprio estadual, débito de ICMS.

Leia mais

Recomendação Conjunta

Recomendação Conjunta Recomendação Conjunta OFÍCIO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E SOCIAL O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por intermédio dos Procuradores da República signatários, no uso de suas atribuições legais e constitucionais,

Leia mais

336 TRIBUNAL DE JUSTIÇA

336 TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO 2ª CÂMARA CRIMINAL AGRAVO Nº 0009049-46.2012.8.19.0000 AGRAVANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO AGRAVADO: RAFAEL BEZERRA LEANDRO RELATORA: DES. KATIA MARIA AMARAL JANGUTTA AGRAVO

Leia mais

Juizados Especiais. Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br.

Juizados Especiais. Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br. Juizados Especiais Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br Ementa da aula Competência em razão do objeto Competência territorial Competência de

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 Institui orientação para regulamentação do art. 3º

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.611, DE 03 DE JANEIRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.611, DE 03 DE JANEIRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.611, DE 03 DE JANEIRO DE 2012. Cria o programa "POUPANÇA FISCAL", altera a Lei n 8.486, de 26 de fevereiro de 2004, que instituiu campanha de incentivo à emissão de documentos

Leia mais

HOMOLOGADO EM 27/03/2007

HOMOLOGADO EM 27/03/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Haustin Caster Vieira Sandes UF: SP ASSUNTO: Consulta sobre o reconhecimento do Programa de Formação Pedagógica de Docentes, ministrado

Leia mais

TJD - Santa Catarina. II que ao TJD/SC competirá nomear os membros indicados pelas entidades conveniadas,ou designar e nomear tais membros;

TJD - Santa Catarina. II que ao TJD/SC competirá nomear os membros indicados pelas entidades conveniadas,ou designar e nomear tais membros; Fundamento Legal RESOLUÇÃO N 02/CED/2007 O Presidente do Conselho Estadual de Desportos, no uso de suas atribuições regimentais e de acordo com as deliberações da plenária do CED de 9 de julho de 2007,

Leia mais

DECISÃO. Relatório. 2. A decisão impugnada tem o teor seguinte:

DECISÃO. Relatório. 2. A decisão impugnada tem o teor seguinte: DECISÃO RECLAMAÇÃO. CONSTITUCIONAL. ALEGADO DESCUMPRIMENTO DA SÚMULA VINCULANTE N. 10 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. RECLAMAÇÃO PROCEDENTE. Relatório 1. Reclamação, com pedido de antecipação de tutela, ajuizada

Leia mais

CONCLUSÃO. Vistos. Juiz(a) de Direito: Dr(a). Fernando Oliveira Camargo. fls. 1

CONCLUSÃO. Vistos. Juiz(a) de Direito: Dr(a). Fernando Oliveira Camargo. fls. 1 fls. 1 CONCLUSÃO Em 16 de março de 2012, faço estes autos conclusos a(o) MM. Juiz(a) de Direito, Dr(a). Fernando Oliveira Camargo. Eu, LEILA MACEDO FIROOZMAND, Escrevente Técnico Judiciário, lavrei este

Leia mais

1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA.

1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. 1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. Fundamento legal: Art. 840 CLT Subsidiariamente: 282 do CPC. Partes: Reclamante (autor), Reclamada (ré). Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz do Trabalho da ª Vara

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Acórdão 291/96 - Segunda Câmara - Ata 17/96 Processo nº TC 399.124/93-4 Responsável: Sebastião Fernandes Barbosa Entidade: Prefeitura Municipal de Minas Novas

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE EMENTA ACÓRDÃO ACÓRDÃO: REEXAME NECESSÁRIO 012 AUTOR REU DESA. MARILZA MAYNARD SALGADO DE CARVALHO RELATOR:

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE EMENTA ACÓRDÃO ACÓRDÃO: REEXAME NECESSÁRIO 012 AUTOR REU DESA. MARILZA MAYNARD SALGADO DE CARVALHO RELATOR: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE ACÓRDÃO: REEXAME NECESSÁRIO 012 PROCESSO: 200 AUTOR REU DE MA MA RELATOR: SA DE CA EMENTA Constitucional e Tributário - Reexame Necessário -Ausência de nota fiscal-

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL CAPÍTULO I OBJETIVOS Art. 1º - O Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional, vinculado ao Instituto

Leia mais

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo)

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre o licenciamento para o exercício de atividades econômicas e sem fins lucrativos no âmbito do

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL Agravo de Instrumento nº 0052654-08.2013.8.19.0000 Agravante: Município de Armação de Búzios Agravado: Lidiany da Silva Mello

Leia mais

DECRETO N 28.662, DE 08 DE MARÇO DE 2007

DECRETO N 28.662, DE 08 DE MARÇO DE 2007 ESTADO DO CEARÁ DECRETO N 28.662, DE 08 DE MARÇO DE 2007 * Publicado no DOE em 12/03/2007. REGULAMENTA O ART.25 DA LEI COMPLEMENTAR Nº58, DE 31 DE MARÇO DE 2006 (DOE-CE DE 31.03.2006), QUE DISPÕE SOBRE

Leia mais

RELATÓRIO. Apelação Cível nº 1250429-5 fl. 2

RELATÓRIO. Apelação Cível nº 1250429-5 fl. 2 APELAÇÃO CÍVEL Nº 1250429-5, DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE LONDRINA 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA, FALÊNCIAS E RECUPERAÇÃO JUDICIAL. Apelante 1: MARIA NASCIMENTO DE GOUVEIA E OUTROS

Leia mais

DECRETO Nº 29.290, DE 22 DE JULHO DE 2008 DODF de 23.07.2008

DECRETO Nº 29.290, DE 22 DE JULHO DE 2008 DODF de 23.07.2008 DECRETO Nº 29.290, DE 22 DE JULHO DE 2008 DODF de 23.07.2008 Dispõe sobre o afastamento para estudo, congressos, seminários ou reuniões similares de servidor e empregado da Administração Pública Distrital

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO. (Alterada pelas Resoluções nº 65/2011 e 98/2013) RESOLUÇÃO Nº 20, DE 28 DE MAIO DE 2007.

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO. (Alterada pelas Resoluções nº 65/2011 e 98/2013) RESOLUÇÃO Nº 20, DE 28 DE MAIO DE 2007. CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO (Alterada pelas Resoluções nº 65/2011 e 98/2013) RESOLUÇÃO Nº 20, DE 28 DE MAIO DE 2007. Regulamenta o art. 9º da Lei Complementar nº 75, de 20 de maio de 1993 e

Leia mais

Aposentadorias por Tempo de Contribuição e por Idade do. Segurado com Deficiência

Aposentadorias por Tempo de Contribuição e por Idade do. Segurado com Deficiência Art. 70-A. A concessão da aposentadoria por tempo de contribuição ou por idade ao segurado que tenha reconhecido, em avaliação médica e funcional realizada por perícia própria do INSS, grau de deficiência

Leia mais

PARECER REEXAMINADO (*) (*) Reexaminado pelo Parecer CNE/CES nº 204/2008 (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 19/11/2008

PARECER REEXAMINADO (*) (*) Reexaminado pelo Parecer CNE/CES nº 204/2008 (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 19/11/2008 PARECER REEXAMINADO (*) (*) Reexaminado pelo Parecer CNE/CES nº 204/2008 (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 19/11/2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Portaria nº. 275/2012 de 20 de Julho de 2012.

Portaria nº. 275/2012 de 20 de Julho de 2012. Portaria nº. 275/2012 de 20 de Julho de 2012. Dispõe sobre procedimentos a serem adotados com relação aos atestados para os Servidores Público Municipais. O Secretário de Administração e Recursos Humanos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ RESOLUÇÃO Nº 17/CEPE, DE 03 DE MAIO DE 2006 Aprova normas para os cursos de especialização da Universidade Federal do Ceará. O Reitor da UNIVERSIDADE

Leia mais

SINDICATO DOS OPERADORES PORTUÁRIOS DO ESTADO DO PARANÁ

SINDICATO DOS OPERADORES PORTUÁRIOS DO ESTADO DO PARANÁ SINDICATO DOS OPERADORES PORTUÁRIOS DO ESTADO DO PARANÁ CIRCULAR 019/2006. Aos ASSOCIADOS DO SINDOP Prezados Senhores, Assunto: CONTRIBUIÇÃO SINDICAL Com relação ao assunto à epígrafe, o SINDOP sugere

Leia mais

Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro 23ª CÂMARA CÍVEL

Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro 23ª CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO n º 0009211-70.2014.8.19.0000 AGRAVANTE: RONALDO LIMA BUARQUE DE NAZARETH AGRAVADA: APPAI ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DOS PROFESSORES PÚBLICOS ATIVOS E INATIVOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

I FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA (FUNDEB) - ANO 2010: SITUAÇÃO JURÍDICA E CONTÁBIL

I FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA (FUNDEB) - ANO 2010: SITUAÇÃO JURÍDICA E CONTÁBIL fls. 1 MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 78ª PROMOTORIA DA EDUCAÇÃO DE NATAL/RN Av. Marechal Floriano Peixoto, 550, Centro - Natal-RN CEP 59.020-500 Telefones: (84) 3232-7173 / 3232-1581

Leia mais