Ana Maria Milano Silva. A Lei sobre GUARDA COMPARTILHADA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ana Maria Milano Silva. A Lei sobre GUARDA COMPARTILHADA"

Transcrição

1 Ana Maria Milano Silva É advogada, formada pela USP Atua em Jundiaí e Campo Limpo Paulista. Sua área preferida é o Direito de Família. Fez mestrado em Direito Civil com a dissertação que deu origem ao presente livro em sua quarta edição. É formada em 'coaching' pela Sociedade Brasileira de "Coaching". A Lei sobre GUARDA COMPARTILHADA ~ A Guarda Compartilhada na prática ~ A Guarda de filhos na Legislação Brasileira ~ Alienação Parental>- Lei nº , de ~ Direitos e deveres decorrentes do Poder Familiar ~ Noções de Coaching corno ferramenta para a viabilidade da prática da Guarda Compartilhada

2 94 ANA MARIA MILANO SILVA Cabe todavia fazermos a seguinte ressalva: nossa opinião é contrária à aplicação compulsória da guarda compartilhada pelos juízes, exclusivamente nos casos em que a litigiosidade do casal se mostra incontornável, mesmo que tenham eles eventualmente buscado, porém sem êxito, auxílio em instrumentos interdisciplinares, como a Mediação, por exemplo, e permanecem intransigentes não aceitando quaisquer ponderações e orientações por parte de seus advogados e do magistrado que conduz o processo. 4 Fundamentos Jurídicos para a Aplicação da Guarda Compartilhada Na primeira edição deste livro, no ano de 2005, nossa posição era que nos casos de separação ou divórcio consensual, em que o casal optava pela guarda compartilhada, essa escolha poderia ser juridicamente possível mesmo diante da (ainda) inexistência de norma específica destinada à sua aplicação no âmbito do Direito de Família. A crítica que fazíamos era quanto à posição de alguns juízes que não acatavam o pedido em comum das partes para que fosse adotada a guarda compartilhada como modelo de guarda e indeferiam tal proposta sem maiores ponderações, afastando quaisquer argumentos das partes e seus procuradores e obrigando a que se camuflasse o exercício da guarda compartilhada, desejado e até mesmo já em prática, através do termo "visitação ampla" permanecendo como cláusula de separação consensual a guarda única, materna, e cabendo ao pai a visitação quinzenal. Tal posição era sempre sopesada pelos juízes sob o fundamento de que não havia lei que erigisse a guarda compartilhada como um modelo de guarda permitido.

3 A LEI SOBRE GUARDA COMPARTILHADA 95 Ao contrário desse intransigente posicionamento judicial, a guarda compartilhada mostrava-se lícita e possível em nosso direito e nos aliávamos, para sua aplicação, destacando primeiramente a Constituição Federal, que em seu artigo 5º prevê a absoluta igualdade entre o homem e a mulher, bem como a mesma igualdade de direitos e deveres inerentes à sociedade conjugal, estampada no 5º do artigo e a devida proteção à criança, elevada em absoluta prioridade pelo artigo Em consonância, o artigo 229 confere a ambos os país o dever de assistir, criar e educar os filhos menores. Do mesmo modo, a Lei 8.060/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente, no caput do artigo 4º, transmite o mesmo regramento do artigo 227 da Constituição. Expressa o artigo 6Q: "Na interpretação desta lei levar -se-ão em conta (... ) e a condição peculiar da criança e do adolescente como pessoas em desenvolvimento". O artigo 16, caput: "O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos (... ) "V - participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação". E, finalmente o artigo 22 transmite: "aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, 56 "Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher." 57 "É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, exploração, violência, crueldade e opressão."

4 96 ANA MARIA MILANO SILVA cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais. A Lei 9.278/96, em seu artigo 2º, caput, coloca que "São direitos e deveres iguais dos conviventes (... ) III - guarda, sustento e educação dos filhos comuns". A Lei 6.515/77, do artigo 9º ao 16º traz as regras estabelecidas para a atribuição da guarda de filhos (já analisadas no capítulo sobre guarda), e novamente destacamos o artigo 13, que faculta ao juiz dispor sobre a guarda da maneira que julgar mais conveniente aos filhos. Ao utilizar-se desse dispositivo legal o magistrado pode também aplicar a guarda compartilhada, se o caso revelar que é a modalidade que melhor atende aos superiores interesses do menor e se for recomendada por equipe interprofissional de assessoramento, cuja competência vem descrita no artigo 151 do ECA. Analisávamos os fundamentos jurídicos, justificando-os sob três itens essenciais: a) O vínculo parental, deveres e direitos referentes aos mesmos, não acaba com a extinção do vínculo conjugal, pois ainda persistirá o poder familiar (pátrio poder do CC de 1916). b) A guarda conjunta encontra possibilidade de aplicação quando os pais a indicarem, verificando o juiz que os filhos se beneficiarão com esse modelo, mesmo que ainda não haja expresso dispositivo legal a seu respeito.

5 A LEI SOBRE GUARDA COMPARTILHADA 97 c) A guarda de filhos pode ser por aceitação dos pais, depois de esclarecidos pelo juiz, quando afere que há possibilidade de ambos em assumi-la. A imprescindibilidade de o juiz sopesar e dissecar pormenores da situação familiar submetida à sua apreciação e assim possuir melhores elementos para a orientação às partes garantirá a justeza e viabilidade no acordo de vontades dos pais, que sempre produzirá melhores efeitos que o peso de uma decisão judicial. Após lançarmos estas ponderações, reafirmávamos que, como em outros países, apesar de ainda não haver, à época, legislação específica no Brasil quanto à aplicação da guarda compartilhada, também não havia regra que a afastasse, o que tornaria implícita sua possibilidade, ainda mais em decorrência da ainda pequena, mas já existente jurisprudência a respeito, que vinha ressaltando ser ela o único meio de assegurar uma estrita igualdade entre os genitores na condução dos filhos. Quanto à doutrina pertinente à guarda compartilhada, Waldir Grisard Filho informava: (... ) em 1986 o então juiz de direito e depois desembargador do TJRS, Sérgio Gischkow Pereira, fez publicar o primeiro estudo sobre a licitude da guarda compartilhada, ou conjunta, em nosso Direito, anotando que, naquela época, o modelo começara a ser pesquisado no Rio Grande do Sul "sob o prisma jurídico e psiqu íátrico", envolvendo profissionais do Direito, da Educação, da Medicina, da Sociologia etc GRJSARD, Waldir Filho. Guarda Compartillwdci: urn novo modelo de responsobilídade parental. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000, p. 139.

6 98 ANA MARIA MILANO SILVA Mesmo no Código Civil de 2002, a lacuna na situação legislativa persistia, pois o diploma legal não previa a guarda compartilhada como um dos modelos de guarda. Entretanto, informávamos que havia projetos de lei para a alteração dos artigos e do Código Civil, sobre a guarda de filhos nos casos de dissolução da sociedade ou do vínculo conjugal, pela separação judicial por mútuo consentimento ou pelo divórcio direto consensual, que visavam acrescentar parágrafos para a aplicação da guarda compartilhada (íntegra no anexo do livro). Quais alterações? A lei traz ao Juiz a necessidade de que ele evidencie às partes as vantagens da guarda compartilhada, antes mesmo de homologar a conciliação. Talvez essa tarefa seja mais executada por parte do Ministério Público, quando as partes o procurarem para sua manifestação quanto às cláusulas de separação consensual. Só a prática forense o dirá. A lei define a guarda compartilhada como um sistema de corresponsabilização do dever familiar entre os pais, em caso de ruptura conjugal ou da convivência, em que os pais participam igualmente da guarda material dos filhos, bem como os direitos e deveres emergentes do poder familiar. Definição essa que se coaduna com todas as opiniões de juristas e doutrinadores, não só de vários países do mundo como do Brasil, amplamente destacadas nas obras que tratam do assunto.

7 A LEI SOBRE GUARDA COMPARTILHADA 99 A nova lei preconiza que, se as partes não chegarem a um acordo quanto à guarda dos filhos, o juiz estabelecerá o sistema da guarda compartilhada, sempre que possível, ou, nos casos em que não haja possibilidade, atribuirá a guarda tendo em vista o melhor interesse da criança. Essa alteração no Código Civil merece o alerta para sua devida interpretação. A lei não está dispondo que o juiz deverá estabelecer sempre o regime da guarda compartilhada, quando não houver consenso entre as partes quanto à guarda dos filhos. Ao contrário, a ressalva é clara: sempre que possível. Pois deverá o juiz ter a cautela de não determiná-la se perceber que as partes ainda estão sob o estigma do litígio. Somente casais que dispõem de diálogo poderão executá-la a contento, vez que seu requisito essencial é decidirem, de comum acordo, sobre todas as questões que envolvem a vida dos filhos. compartilhada! Sem diálogo não há guarda Certamente o convencimento do juiz só estará concluído após a verificação do caso especial, que deverá merecer toda a sua atenção, na maioria das vezes com respaldo no averiguado por sua equipe multidisciplinar, composta por psicólogos e assistentes sociais. O legislador acrescenta uma disposição que antes não havia: acena com a aplicação de sanções no caso de alterações ou descumprimento imotivado de cláusula de guarda, unilateral ou compartilhada.

8 100 ANA MARIA MILANO SILVA A penalidade prevista é a redução de prerrogativas atribuídas àquele que detém a guarda, com a possibilidade de redução do tempo de convivência com o filho. A batalha das organizações pela igualdade de direitos entre homens e mulheres quanto ao trato dos filhos, no exercício da parentalídade em todos os seus aspectos, está ganha. Vejamos agora se ela será mais vezes proposta. Vejamos agora como os país efetivamente lidarão com essa nova opção legal. Para sua melhor praticidade, necessário se torna dissecar o instituto em todas as nuances e formas, fazendo assim uma profunda análise de seus aspectos. 5 Análise da Guarda Compartilhada Após discorrermos sobre a correlação entre o estágio da evolução da família na sociedade contemporânea e a necessidade da criação de novos mecanismos e modelos que se adaptem às transformações, adentraremos na efetiva análise da guarda :! compartilhada. O tema é por demais complexo enquanto questão jurídica e sob vários aspectos, psicológicos e sociais, bem como pleno de nuances sutis a serem consideradas. Nos textos americanos, há um termo a acompanhar a expressão "joínt custody" (guarda compartilhada) e que é muito significativo: "shared parentinq" (divisão de cuidados, de rnaternagem, de atenção). Diferentemente do termo 'guarda', que

JHMIZUNO EDITORA DISTRIBUIDORA

JHMIZUNO EDITORA DISTRIBUIDORA Ana Maria Milano Silva É advogada, formada pela USP. Atua em Jundiaí e Campo Limpo Paulista. Sua área preferida é o Direito de Família. Fez mestrado el7! Direito Civil com a dissertação que deu origem

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57 Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57 CONSULTA nº 110.469/11 Assunto: paciente menor, genitores separados, fornecimento prontuário Relator: Laide Helena

Leia mais

OS FILHOS E O DIVÓRCIO

OS FILHOS E O DIVÓRCIO OS FILHOS E O DIVÓRCIO Luís Otávio Sigaud Furquim Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Especialista em Administração; Pós-graduado em Gestão de Serviços Jurídicos, ambas

Leia mais

GUARDA COMPARTILHADA, NOVA CONCEPÇÃO NO CUIDADO DE FILHOS DE PAIS SEPARADOS

GUARDA COMPARTILHADA, NOVA CONCEPÇÃO NO CUIDADO DE FILHOS DE PAIS SEPARADOS GUARDA COMPARTILHADA, NOVA CONCEPÇÃO NO CUIDADO DE FILHOS DE PAIS SEPARADOS Camila Barbosa de Souza 1 RESUMO Este trabalho foi desenvolvido mediante estudos de doutrina e artigos na internet, com a finalidade

Leia mais

Guarda. Guarda Compartilhada. Filhos Menores. Interesse do Menor. Aplicação

Guarda. Guarda Compartilhada. Filhos Menores. Interesse do Menor. Aplicação DA GUARDA COMPARTILHADA Rayssa Marques Tavares RESUMO: O tema procura abordar a guarda dos filhos menores de pais separados conjugalmente. Pois, acredita-se que as crianças sofram muito com essa ruptura,

Leia mais

Aspectos Polêmicos da Guarda Compartilhada

Aspectos Polêmicos da Guarda Compartilhada Doutrina Aspectos Polêmicos da Guarda Compartilhada WALDYR GRISARD FILHO Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Membro do Instituto dos Advogados do Paraná e do Instituto Brasileiro

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL. Art. 227, CF/88 RAFAEL FERNANDEZ

DIREITO CONSTITUCIONAL. Art. 227, CF/88 RAFAEL FERNANDEZ DIREITO CONSTITUCIONAL Art. 227, CF/88 RAFAEL FERNANDEZ É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde,

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR A Responsabilidade Civil dos Pais por Abandono Afetivo dos Filhos A paternidade responsável e o projeto de lei n 4294/08. CRISLAINE MARIA SILVA DE ALMEIDA 1. FERNANDA DURÃES NORONHA 2 Introdrução A família

Leia mais

A Guarda Compartilhada

A Guarda Compartilhada A Guarda Compartilhada Maria Carolina Santos Massafera Aluna do curso de pós-graduação em Direito Civil e Processo Civil na Fundação Aprender Varginha, em convênio com o Centro Universitário Newton Paiva.

Leia mais

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 TÍTULO VIII Da Ordem Social CAPÍTULO VII DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO Art. 227. É dever da família, da sociedade

Leia mais

A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família. Válter Kenji Ishida

A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família. Válter Kenji Ishida A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família Válter Kenji Ishida Promotor de Justiça das Execuções Criminais e Professor Universitário Autor das seguintes

Leia mais

Guarda compartilhada: uma análise de sua aplicabilidade

Guarda compartilhada: uma análise de sua aplicabilidade Guarda compartilhada: uma análise de sua aplicabilidade Shared custody: an analysis of its applicability por Edevaldo Bezerra da Silva Aluno do 10º semestre do Curso de Direito das Faculdades Integradas

Leia mais

EMBARGOS INFRINGENTES. ECA. ADOÇÃO.

EMBARGOS INFRINGENTES. ECA. ADOÇÃO. Acórdãos ADOÇÃO Processo 599313269 Quarto Grupo de Câmaras Cíveis Relator: Des. Alzir Felippe Shmitz Consentimento 70001166131 Relatora: Desa. Maria Berenice Dias Consentimento 599024858 2ª Câmara de Férias

Leia mais

A PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE EM FACE DO PODER FAMILIAR 1. Keith Diana da Silva

A PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE EM FACE DO PODER FAMILIAR 1. Keith Diana da Silva A PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE EM FACE DO PODER FAMILIAR 1 Keith Diana da Silva keith.diana@hotmail.com FAC São Roque NPI: Núcleo de Pesquisa Interdisciplinar Introdução É dever dos pais, no exercício

Leia mais

A GUARDA COMPARTILHA

A GUARDA COMPARTILHA A GUARDA COMPARTILHA 1 Introdução Inaiara Zélia Carvalho Duarte 1 A guarda discutida tem sido a solução aos conflitos que surgem por ocasião da separação, com a finalidade de ambos os pais terem maior

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DO FORO CENTRAL DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS.

EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DO FORO CENTRAL DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS. EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DO FORO CENTRAL DA COMARCA DE PORTO ALEGRE-RS. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA A DO ESTADO, por seus Defensores Públicos

Leia mais

Saúde, vida e patrimônio. A convicção de que o direito à vida é superior ao direito patrimonial é lógica. Mais

Saúde, vida e patrimônio. A convicção de que o direito à vida é superior ao direito patrimonial é lógica. Mais Saúde, vida e patrimônio. Marcelo Moscogliato. (Artigo publicado pelo Ministério da Saúde no Boletim de Direitos Humanos nº 01, de Maio de 1997, em Brasília DF.) A convicção de que o direito à vida é superior

Leia mais

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Capítulo 3 Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Leia a lei: arts. 1.571 a 1.582 CC. Como se trata de uma relação de base contratual, o casamento

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE 0000000000000000000000000 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA OBJETIVANDO GARANTIR TRANSPORTE ESCOLAR DE QUALIDADE que firmam o ESTADUAL, por meio da Promotoria de Justiça de... e o MUNICÍPIO

Leia mais

HISTÓRIA EM QUADRINHOS FUNDAMENTOS LEGAIS DÚVIDAS FREQUENTES

HISTÓRIA EM QUADRINHOS FUNDAMENTOS LEGAIS DÚVIDAS FREQUENTES C a r t i l h a E d u c a t i v a HISTÓRIA EM QUADRINHOS FUNDAMENTOS LEGAIS DÚVIDAS FREQUENTES Apresentação Com base no perfil constitucional de 1988, o Ministério Público age também como defensor dos

Leia mais

do Idoso Portaria 104/2011

do Idoso Portaria 104/2011 DEVER DE NOTIFICAR- do Idoso Portaria 104/2011 Lei 6.259/75l Lei 10.778/03, ECA, Estatuto n Médicos n Enfermeiros n Odontólogos n Biólogos n Biomédicos n Farmacêuticos n Responsáveis por organizações e

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE CORNÉLIO PROCÓPIO

CÂMARA MUNICIPAL DE CORNÉLIO PROCÓPIO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 002/2015 02/02/2015 EMENTA: Estabelece medidas com o intuito de se evitar a venda, oferta, fornecimento, entrega e o consumo de bebida alcoólica, ainda que gratuitamente,

Leia mais

GUARDA COMPARTILHADA: UMA ANÁLISE À LUZ DO MELHOR INTERESSE DO MENOR

GUARDA COMPARTILHADA: UMA ANÁLISE À LUZ DO MELHOR INTERESSE DO MENOR GUARDA COMPARTILHADA: UMA ANÁLISE À LUZ DO MELHOR INTERESSE DO MENOR Valéria Edith Carvalho de Oliveira 1 uiza Helena Messias Soalheiro 2 RESUMO: O fim de um relacionamento muitas vezes se dá de maneira

Leia mais

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa)

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa) Projeto de Decreto Dispõe sobre as atribuições e competência do Programa de Execução de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, atendendo à Resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente,

Leia mais

DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO. doutrina e legislação. Del Rey. Belo Horizonte, 2006

DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO. doutrina e legislação. Del Rey. Belo Horizonte, 2006 CARLOS CABRAL CABRERA Membro do Ministério Público do Estado de São Paulo. Professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Paulista UNIP. ROBERTO MENDES DE FREITAS JUNIOR Membro

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011.

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. Dispõe sobre a atuação dos membros do Ministério Público na defesa do direito fundamental à convivência familiar e comunitária de crianças

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA OBJETIVANDO GARANTIR EDUCAÇÃO INFANTIL DE QUALIDADE PARA TODOS. que firmam o ESTADUAL, por meio da Promotoria de Justiça de... e o MUNICÍPIO DE... O DO ESTADO

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS P.L.L. Nº 082/02 EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS A Constituição Federal, o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em diferentes artigos, trazem a discussão que subsidia a argumentação

Leia mais

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014 A OBRIGATORIEDADE DA GUARDA COMPARTILHADA Patrícia Serafini Gross 1 Júlia Bagatini 2 SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO. 2 A FAMÍLIA E O PODER FAMILIAR. 3 A GUARDA DE FILHOS. 4 A GUARDA COMPARTILHADA. 5 CONCLUSÃO.

Leia mais

Direito de Família. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Direito de Família. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Direito de Família Direito de Família Direito de Família Regula as relações patrimoniais e morais decorrentes do casamento, das demais entidades familiares e da relação de parentesco. Entidade Familiar

Leia mais

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Josefa Adelaide Clementino Leite 1 Maria de Fátima Melo do Nascimento 2 Waleska Ramalho Ribeiro 3 RESUMO O direito à proteção social

Leia mais

Breves comentários sobre o Instituto da Guarda Compartilhada

Breves comentários sobre o Instituto da Guarda Compartilhada Breves comentários sobre o Instituto da Guarda Compartilhada CRISTINA MOTTA PALHARES Advogada, Formada em Nutrição pela UERJ em 1977; formada em Direito pela UERJ em 1984; Especialista em Direito Processual

Leia mais

16.7.1 Execução de alimentos. Prisão do devedor, 394

16.7.1 Execução de alimentos. Prisão do devedor, 394 1 Introdução ao Direito de Família, 1 1.1 Compreensão, 1 1.2 Lineamentos históricos, 3 1.3 Família moderna. Novos fenômenos sociais, 5 1.4 Natureza jurídica da família, 7 1.5 Direito de família, 9 1.5.1

Leia mais

Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990

Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a

Leia mais

ABANDONO MORAL Simone Ramalho Novaes Juíza de Direito

ABANDONO MORAL Simone Ramalho Novaes Juíza de Direito ABANDONO MORAL Simone Ramalho Novaes Juíza de Direito A questão do abanono moral ainda é bastante polêmica e demanda prudência e cautela na análise do caso concreto. As regras de experiência comum ensinam

Leia mais

Estatuto das Familias

Estatuto das Familias Estatuto das Familias Princípios: a dignidade da pessoa humana, a solidariedade familiar, a igualdade de gêneros, de filhos e das entidades familiares, a convivência familiar, o melhor interesse da criança

Leia mais

PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA

PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA PROPOSTA DE RECOMENDAÇÃO PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA A Recomendação ora apresentada se faz necessária para que o Ministério

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 71 DE 15 DE JUNHO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 71 DE 15 DE JUNHO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº 71 DE 15 DE JUNHO DE 2011. Dispõe sobre a atuação dos membros do Ministério Público na defesa do direito fundamental à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento

Leia mais

ASPECTOS HISTÓRICOS RESGATE DA HISTÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BRASIL Maria Izabel Rocha Simão e Silva Capacitação de Candidatos ao Conselho Tutelar Barbacena, julho/2010 Objetivos: 1- Entendimento

Leia mais

A CULTURA DA VIOLENCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ESPAÇO DOMÉSTICO

A CULTURA DA VIOLENCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ESPAÇO DOMÉSTICO UNIFLU FACULDADE DE DIREITO DE CAMPOS PROGRAMA DE MESTRADO A CULTURA DA VIOLENCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO ESPAÇO DOMÉSTICO LUZINARA SCARPE MORGAN CAMPOS DOS GOYTACAZES - RIO DE JANEIRO 2006/2007

Leia mais

DA GUARDA COMPARTILHADA ( Lei nº 13.058 de 22/12/2014)

DA GUARDA COMPARTILHADA ( Lei nº 13.058 de 22/12/2014) DA GUARDA COMPARTILHADA ( Lei nº 13.058 de 22/12/2014) Felícia Ayako Harada* Já tivemos oportunidade de comentar sobre o poder familiar que o Novo Código Civil trouxe em substituição ao pátrio poder. Com

Leia mais

FÓRUM ESTADUAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL E REGULARIZAÇÃO DO TRABALHO DO ADOLESCENTE -FEPETI-GO TERMO DE COOPERAÇÃO

FÓRUM ESTADUAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL E REGULARIZAÇÃO DO TRABALHO DO ADOLESCENTE -FEPETI-GO TERMO DE COOPERAÇÃO FÓRUM ESTADUAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL E REGULARIZAÇÃO DO TRABALHO DO ADOLESCENTE -FEPETI-GO TERMO DE COOPERAÇÃO TERMO DE COOPERAÇÃO que entre si celebram I) o FORUM ESTADUAL DE

Leia mais

TRABALHO INFANTIL. Fabiana Barcellos Gomes

TRABALHO INFANTIL. Fabiana Barcellos Gomes TRABALHO INFANTIL Fabiana Barcellos Gomes Advogada, Pós graduada em Direito e Processo Penal com ênfase em Segurança Pública, Direito do Trabalho e Pós graduanda em Direito de Família e Sucessões O que

Leia mais

GUARDA COMPARTILHADA: REALIDADE CONTEMPORÂNEA PARA PROTEÇÃO DOS INTERESSES DOS FILHOS

GUARDA COMPARTILHADA: REALIDADE CONTEMPORÂNEA PARA PROTEÇÃO DOS INTERESSES DOS FILHOS GUARDA COMPARTILHADA: REALIDADE CONTEMPORÂNEA PARA PROTEÇÃO DOS INTERESSES DOS FILHOS Hildeberto Forte Daltro Filho 1 INTRODUÇÃO A Lei 11.698, colocada em nosso ordenamento jurídico em 2008 e que instituiu

Leia mais

Blumenau, 24 de junho de 2015. Ilustríssimo(a) Senhor(a) Vereador(a).

Blumenau, 24 de junho de 2015. Ilustríssimo(a) Senhor(a) Vereador(a). 1 Ofício nº 01/2015 - CDS - OAB/BLUMENAU Aos(as) Excelentíssimos(as) Vereadores(as) de Blumenau. Blumenau, 24 de junho de 2015. Ilustríssimo(a) Senhor(a) Vereador(a). Conforme se denota do sítio eletrônico,

Leia mais

Conselho Nacional de Justiça

Conselho Nacional de Justiça PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS N. 0005958-45.2010.2.00.0000 RELATOR REQUERENTE REQUERIDO ASSUNTO : JORGE HÉLIO CHAVES DE OLIVEIRA : MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO : CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA : REGULAMENTAÇÃO

Leia mais

EDITAL COMPLEMENTAR Nº 010 DIVULGA JULGAMENTO DOS RECURSOS CONTRA A PROVA OBJETIVA

EDITAL COMPLEMENTAR Nº 010 DIVULGA JULGAMENTO DOS RECURSOS CONTRA A PROVA OBJETIVA EDITAL COMPLEMENTAR Nº 010 DIVULGA JULGAMENTO DOS RECURSOS CONTRA A PROVA OBJETIVA A Presidenta da Comissão Organizadora do Processo Seletivo Simplificado da Secretaria Municipal de Educação de Alto Araguaia

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 Dispõe sobre a mediação extrajudicial. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Capítulo I Disposições Gerais Art. 1º Esta lei dispõe sobre mediação extrajudicial. Parágrafo único.

Leia mais

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC)

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) DO CONCEITO A ADOÇÃO É UM ATO JURÍDICO EM SENTIDO ESTRITO, CUJA EFICACIA É DEPENDENTE DA AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. NESSE CASO, CRIA UM VÍNCULO FICTÍCIO DE PATERNIDADE-

Leia mais

PROCESSO DE ADOÇÃO. 1. Desenvolvimento

PROCESSO DE ADOÇÃO. 1. Desenvolvimento PROCESSO DE ADOÇÃO * Ricardo Peixoto Teixeira ** Vânia Maria Bemfica Guimarães Pinto Coelho 1 Resumo A adoção é tradicionalmente considerada como instituto de direito de família, que tem por finalidades

Leia mais

A GUARDA COMPARTILHADA COMO FONTE ASSEGURADORA DO EXERCÍCIO DO PODER FAMILIAR

A GUARDA COMPARTILHADA COMO FONTE ASSEGURADORA DO EXERCÍCIO DO PODER FAMILIAR A GUARDA COMPARTILHADA COMO FONTE ASSEGURADORA DO EXERCÍCIO DO PODER FAMILIAR ALINE ESQUARCIO SOBRINHO 1 ROSANA MOREIRA 2 RESUMO: Este trabalho almeja demonstrar uma visão inovadora do instituto da Guarda

Leia mais

A ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA GESTÃO DOS CONFLITOS QUE ENVOLVAM GUARDA DE FILHOS DE PAIS SEPARADOS 1.

A ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA GESTÃO DOS CONFLITOS QUE ENVOLVAM GUARDA DE FILHOS DE PAIS SEPARADOS 1. A ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA GESTÃO DOS CONFLITOS QUE ENVOLVAM GUARDA DE FILHOS DE PAIS SEPARADOS 1. Luciano Machado de Souza 2 JUSTIFICATIVA: Prescindindo do método tradicional, pela maioria considerado

Leia mais

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO IGUALDADE ENTRE SEXOS - Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, ao estabelecer que "homens e mulheres são iguais em direitos e

Leia mais

ENUNCIADOS DAS I, III E IV JORNADAS DE DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES

ENUNCIADOS DAS I, III E IV JORNADAS DE DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES As Jornadas de Direito Civil são uma realização do Conselho da Justiça Federal - CJF e do Centro de Estudos Jurídicos do CJF. Nestas jornadas, compostas por especialistas e convidados do mais notório saber

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DOS MEDIADORES CAPÍTULO III DOS MEDIADORES JUDICIAIS CAPÍTULO IV DO PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DOS MEDIADORES CAPÍTULO III DOS MEDIADORES JUDICIAIS CAPÍTULO IV DO PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO Projeto de Lei do Senado/Câmara n o de CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DOS MEDIADORES CAPÍTULO III DOS MEDIADORES JUDICIAIS CAPÍTULO IV DO PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO Seção I - Da Mediação Judicial

Leia mais

A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO CONTEXTO SÓCIO-JURÍDICO: O PAPEL DOS IDOSOS GUARDIÕES

A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO CONTEXTO SÓCIO-JURÍDICO: O PAPEL DOS IDOSOS GUARDIÕES A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO CONTEXTO SÓCIO-JURÍDICO: O PAPEL DOS IDOSOS GUARDIÕES FERREIRA, M.F.J.A. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo TJSP - BRASIL A perspectiva deste trabalho consiste em

Leia mais

CARTA DE SÃO PAULO PELA PROTEÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE TRABALHO INFANTIL ARTÍSTICO

CARTA DE SÃO PAULO PELA PROTEÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE TRABALHO INFANTIL ARTÍSTICO CARTA DE SÃO PAULO PELA PROTEÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE TRABALHO INFANTIL ARTÍSTICO A. PREÂMBULO I CONSIDERANDO que o Brasil é signatário da Declaração dos Direitos da Criança,

Leia mais

O REFLEXO DA INTERPRETAÇÃO DO CONCEITO DE GUARDA COMPARTILHADA NA SUA NÃO-APLICABILIDADE PELOS OPERADORES JURÍDICOS: UMA POSSIBILIDADE

O REFLEXO DA INTERPRETAÇÃO DO CONCEITO DE GUARDA COMPARTILHADA NA SUA NÃO-APLICABILIDADE PELOS OPERADORES JURÍDICOS: UMA POSSIBILIDADE O REFLEXO DA INTERPRETAÇÃO DO CONCEITO DE GUARDA COMPARTILHADA NA SUA NÃO-APLICABILIDADE PELOS OPERADORES JURÍDICOS: UMA POSSIBILIDADE Ricardo Vanzin Silveira 1 1 INTRODUÇÃO O objetivo desse artigo é verificar

Leia mais

Ementas legitimidade MP

Ementas legitimidade MP s legitimidade MP Processo REsp 701708 / RS ; RECURSO ESPECIAL 2004/0161474-4 Relator(a) Ministro FRANCISCO FALCÃO (1116) Data do Julgamento 14/02/2006 Data da Publicação/Fonte DJ 06.03.2006 p. 195. PROCESSUAL

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011. (Do Sr. Reinaldo Azambuja)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011. (Do Sr. Reinaldo Azambuja) PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Reinaldo Azambuja) Acrescenta à Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências., os dispositivos

Leia mais

Des. Paulo da Cunha Presidente. Desa. Clarice Claudino da Silva Vice-Presidente. Desa. Maria Erotides Kneip Baranjak Corregedora-Geral da Justiça

Des. Paulo da Cunha Presidente. Desa. Clarice Claudino da Silva Vice-Presidente. Desa. Maria Erotides Kneip Baranjak Corregedora-Geral da Justiça Des. Paulo da Cunha Presidente Desa. Clarice Claudino da Silva Vice-Presidente Desa. Maria Erotides Kneip Baranjak Corregedora-Geral da Justiça AUTORA Jaqueline Cherulli Juíza de Direito COLABORAÇÃO Alisson

Leia mais

A adoção internacional e suas diretrizes no direito brasileiro.

A adoção internacional e suas diretrizes no direito brasileiro. A adoção internacional e suas diretrizes no direito brasileiro. Amira Samih Hamed Mohd Houdali 1 Victor Paulo Kloeckner Pires 2 Resumo: A partir de uma abordagem qualitativa e da utilização dos métodos

Leia mais

O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS RESUMO

O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS RESUMO O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS Fábio Roberto Caldin 1 Rodrigo Pessoni Teófilo de Carvalho 1 Vinicius Leonam Pires Kusumota 1 Vitor Turci de Souza 1 RESUMO O

Leia mais

Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto

Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Mediação Familiar Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Altera a Organização Tutelar de Menores, nomeadamente através da introdução de novos artigos de que destacamos aquele que se refere à mediação Artigo 147.º

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesucol@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

PROJETO DE LEI. Parágrafo único. Para os efeitos desta Lei, considera-se:

PROJETO DE LEI. Parágrafo único. Para os efeitos desta Lei, considera-se: PROJETO DE LEI Altera a Lei n o 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, para estabelecer o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2012

PROJETO DE LEI N o, DE 2012 PROJETO DE LEI N o, DE 2012 (Do Sr. Alfredo Kaefer) Autoriza o Poder Público a realizar a internação compulsória, para tratamento médico especializado, de crianças, adolescentes e adultos apreendidos em

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. ADOÇÃO PELO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (lei nº 8069, de 13/07/1990) E PELO CÓDIGO CIVIL (lei nº 10406, de 10/01/2002).

PROJETO DE PESQUISA. ADOÇÃO PELO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (lei nº 8069, de 13/07/1990) E PELO CÓDIGO CIVIL (lei nº 10406, de 10/01/2002). PROJETO DE PESQUISA ADOÇÃO PELO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (lei nº 8069, de 13/07/1990) E PELO CÓDIGO CIVIL (lei nº 10406, de 10/01/2002). Polyana da Silva Siqueira Rosana Rangel Silva Campos

Leia mais

Art. 99. As medidas previstas neste Capítulo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente, bem como substituídas a qualquer tempo.

Art. 99. As medidas previstas neste Capítulo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente, bem como substituídas a qualquer tempo. Conforme o Estatuto da Criança e do Adolesecente Art. 98. As medidas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos nesta Lei forem ameaçados ou violados: I -

Leia mais

Das diretrizes gerais

Das diretrizes gerais PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Anderson Ferreira) Dispõe sobre o Estatuto da Família e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei institui o Estatuto da Família e dispõe

Leia mais

PRESTAÇÃO DE ALIMENTOS ENTRE CÔNJUGES CASADOS E PARA FILHOS QUE COABITAM COM OS PROVEDORES DOS ALIMENTOS. Caroline Said Dias.

PRESTAÇÃO DE ALIMENTOS ENTRE CÔNJUGES CASADOS E PARA FILHOS QUE COABITAM COM OS PROVEDORES DOS ALIMENTOS. Caroline Said Dias. 1 PRESTAÇÃO DE ALIMENTOS ENTRE CÔNJUGES CASADOS E PARA FILHOS QUE COABITAM COM OS PROVEDORES DOS ALIMENTOS Caroline Said Dias Advogada Comissão de assuntos externos do IBDFAM- PR 1. O QUE SÁO MARIDO E

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N ACÓRDÃO I MUI mil mu mu uni um um imi mi 111 *03043864* Vistos, relatados e discutidos

Leia mais

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação).

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). Direito de familia Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). 1 EC nº 66/2010: Nova redação do art. 226, 6º da CF: O casamento civil pode ser dissolvido

Leia mais

TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA - ASSISTÊNCIA SOCIAL

TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA - ASSISTÊNCIA SOCIAL TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA - ASSISTÊNCIA SOCIAL Pelo presente instrumento, na forma do artigo 5º, 6º, da lei n.º 7.347/85, alterado pelo artigo 113 da Lei n.º 8.078/90, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO

Leia mais

PARTILHA EXTRAJUDICIAL DE BENS: A possibilidade de partilha extrajudicial posterior ao divórcio judicial. Leandro Augusto Neves Corrêa 1

PARTILHA EXTRAJUDICIAL DE BENS: A possibilidade de partilha extrajudicial posterior ao divórcio judicial. Leandro Augusto Neves Corrêa 1 PARTILHA EXTRAJUDICIAL DE BENS: A possibilidade de partilha extrajudicial posterior ao divórcio judicial. Leandro Augusto Neves Corrêa 1 Com o advento da Lei 11.441/07 2, muitos foram os questionamentos

Leia mais

Pernambuco. O DESEMBARGADOR JONES FIGUEIRÊDO ALVES, CORREGEDOR GERAL. DA JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, EM EXERCÍCIO, no uso de

Pernambuco. O DESEMBARGADOR JONES FIGUEIRÊDO ALVES, CORREGEDOR GERAL. DA JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, EM EXERCÍCIO, no uso de PROVIMENTO Nº 009/2013 Dispõe sobre o reconhecimento voluntário de paternidade socioafetiva perante os Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado de Pernambuco. O DESEMBARGADOR JONES FIGUEIRÊDO

Leia mais

ADOÇÃO: o processo adotivo no Brasil

ADOÇÃO: o processo adotivo no Brasil 1 ADOÇÃO: o processo adotivo no Brasil Ana Flávia Oliva Machado Carvalho 1 RESUMO Este estudo objetivou destrinchar todo o procedimento da adoção. Inicialmente buscamos discorrer sob sua evolução histórica.

Leia mais

DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ANTONIO CEZAR LIMA DA FONSECA DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 3!! Edição Ampliada, revisada e atualizada de acordo com as Leis n~ 12.594/12 (SINASE), 12.696/12 (Conselho Tutelar), 12.852/13 (Estatuto

Leia mais

SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL

SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL Rénan Kfuri Lopes A separação consensual tem regra própria regulamentada pelos artigos 1.120 a 1.124 do Código de Processo Civil que obrigatoriamente têm de ser seguidas.

Leia mais

I. A atual situação da Declaração do Imposto de Renda dos casais separados/divorciados no que tange a seus dependentes

I. A atual situação da Declaração do Imposto de Renda dos casais separados/divorciados no que tange a seus dependentes A POSSIBILIDADE JURÍDICA DE AMBOS OS GENITORES DECLARAREM O(S) MESMO(S) FILHO(S) COMO DEPENDENTE(S) PARA FINS DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA, EM CASO DE GUARDA COMPARTILHADA, SEM FIXAÇÃO DE PENSÃO ALIMENTÍCIA

Leia mais

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série 1 - DEFINIÇÃO Direitos e deveres civis, sociais e políticos usufruir dos direitos e o cumprimento das obrigações constituem-se no exercício da

Leia mais

ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLECENTE PROF. GUILHERME MADEIRA DATA 30.07.2009 AULA 01 e 02

ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLECENTE PROF. GUILHERME MADEIRA DATA 30.07.2009 AULA 01 e 02 TEMAS TRATADOS EM SALA ECA ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PARTE CIVIL 1) Objeto art. 2º do ECA: a) Criança = 12 anos incompletos. b) Adolescente = 12 e 18 anos. Atenção: Pode o ECA ser aplicado à

Leia mais

GUARDA COMPARTILHADA. Regina Beatriz Tavares da Silva

GUARDA COMPARTILHADA. Regina Beatriz Tavares da Silva GUARDA COMPARTILHADA Regina Beatriz Tavares da Silva Críticas à nova lei de Guarda Compartilhada Críticas à Lei n. 13.058/2014 A Lei n. 13.058/2014 não define o conceito de Guarda Compartilhada O 2º do

Leia mais

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E OPERACIONAL

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E OPERACIONAL TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E OPERACIONAL Termo de Cooperação entre o Ministério Público de São Sebastião do Caí, a Defensoria Pública de São Sebastião do Caí, o Município de São Sebastião do Caí, o Hospital

Leia mais

Novo código perdeu a chance de aceitar união gay

Novo código perdeu a chance de aceitar união gay NOTÍCIAS domingo, dia 6 de setembro de 2009 Família fora da lei Novo código perdeu a chance de aceitar união gay POR GLÁUCIA MILÍCIO E ALINE PINHEIRO O Código Civil de 2002 trouxe importantes mudanças

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO. VIII Processo de Escolha dos Membros dos Conselhos Tutelares de Belo Horizonte/MG

CURSO PREPARATÓRIO. VIII Processo de Escolha dos Membros dos Conselhos Tutelares de Belo Horizonte/MG CURSO PREPARATÓRIO VIII Processo de Escolha dos Membros dos Conselhos 2015 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ECA Fernanda Flaviana de Souza Martins Assistente Social, Doutora Psicologia pela PUCMinas,

Leia mais

A Hermenêutica do Artigo 50, 13, Inciso III, do ECA, Frente à Equidade e aos Princípios Constitucionais da Proteção Integral e da Prioridade Absoluta

A Hermenêutica do Artigo 50, 13, Inciso III, do ECA, Frente à Equidade e aos Princípios Constitucionais da Proteção Integral e da Prioridade Absoluta 238 Série Aperfeiçoamento de Magistrados 11 Curso de Constitucional - Normatividade Jurídica A Hermenêutica do Artigo 50, 13, Inciso III, do ECA, Frente à Equidade e aos Princípios Constitucionais da Proteção

Leia mais

(Apensos os Projetos de Lei nsº 1.917, de 2011 e 6.736, de 2013 )

(Apensos os Projetos de Lei nsº 1.917, de 2011 e 6.736, de 2013 ) COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 1.212, DE 2011 (Apensos os Projetos de Lei nsº 1.917, de 2011 e 6.736, de 2013 ) Acrescenta dispositivo à Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990,

Leia mais

REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO 1 REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO Cleiton Graciano dos Santos 1 RESUMO: Este artigo trata sobre o Regime de Bens no novo Código Civil brasileiro, apresentando os principais aspectos do assunto,

Leia mais

APROVEITO PARA INFORMAR QUE EM BREVE LANÇAREI PELA EDITORA FERREIRA - O LIVRO ESTATUTO DO IDOSO COMENTADO.

APROVEITO PARA INFORMAR QUE EM BREVE LANÇAREI PELA EDITORA FERREIRA - O LIVRO ESTATUTO DO IDOSO COMENTADO. PREZADO(A)S CANDIDATO(A)S, PRIMEIRAMENTE GOSTARIA DE PARABENIZAR A TODOS OS GUERREIROS E GUERREIRAS QUE PARTICIPARAM DO TÃO ESPERADO E CONCORRIDO CONCURSO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Leia mais

Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo

Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo LEONARDO COSTA SCHÜLER Consultor Legislativo da Área VIII Administração Pública ABRIL/2013 Leonardo Costa Schüler 2 SUMÁRIO O presente trabalho aborda

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012.

TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012. TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012. O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ, daqui por diante

Leia mais

PONTOS DO LIVRO DIREITO CONSTITUCIONAL DESCOMPLICADO QUE FORAM OBJETO DE ATUALIZAÇÃO NA 6ª EDIÇÃO DA OBRA.

PONTOS DO LIVRO DIREITO CONSTITUCIONAL DESCOMPLICADO QUE FORAM OBJETO DE ATUALIZAÇÃO NA 6ª EDIÇÃO DA OBRA. Nota à 6ª edição Nesta edição, concentramos nossa atenção na atualização do Capítulo 17 Ordem Social, em razão da recente promulgação pelo Congresso Nacional de duas emendas à Constituição Federal. A EC

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 3.962, DE 2012 Altera e inclui dispositivos na Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994, e no Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940,

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014

SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014 SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 10, DE 20 DE JUNHO DE 2014 Instala a Comissão de Mediação, Conciliação e Arbitragem da Superintendência Nacional de

Leia mais

RESOLUÇÃO N, DE DE DE 2011

RESOLUÇÃO N, DE DE DE 2011 RESOLUÇÃO N, DE DE DE 2011 Dispõe sobre o Programa Adolescente Aprendiz no âmbito do Ministério Público da União e do Estados O CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício das atribuições conferidas

Leia mais

REGULAMENTO DO 7º CONCURSO DE FOTOGRAFIAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

REGULAMENTO DO 7º CONCURSO DE FOTOGRAFIAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO Estão abertas as inscrições para o 7º Concurso de Fotografia do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) até o dia 16 de maio. Este ano, o tema é Os direitos da criança e do adolescente. Poderão participar

Leia mais

SÉTIMA CÂMARA CÍVEL Nº 70046147369 COMARCA DE CAÇAPAVA DO SUL. Vistos, relatados e discutidos os autos.

SÉTIMA CÂMARA CÍVEL Nº 70046147369 COMARCA DE CAÇAPAVA DO SUL. Vistos, relatados e discutidos os autos. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO. ECA. DIREITO À VIDA E À SAÚDE. FORNECIMENTO DE FRALDAS DESCARTÁVEIS. SOLIDARIEDADE ENTRE OS ENTES PÚBLICOS. É dever dos

Leia mais