Breves comentários sobre o Instituto da Guarda Compartilhada

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Breves comentários sobre o Instituto da Guarda Compartilhada"

Transcrição

1 Breves comentários sobre o Instituto da Guarda Compartilhada CRISTINA MOTTA PALHARES Advogada, Formada em Nutrição pela UERJ em 1977; formada em Direito pela UERJ em 1984; Especialista em Direito Processual Civil (ESA/OAB/RJ), Especialista em Direito e Processo do Trabalho (UCAM- INSTITUTO A VEZ DO MESTRE). Sumário Recentemente entrou em vigor a Lei n /08, publicada em de 13 de junho de 2008, que alterou os artigos e do nosso Código Civil, e introduziu, expressamente, a guarda compartilhada em nossa legislação, embora estivesse amparada pelo Princípio constitucional da Igualdade de direitos e deveres entre os homens e as mulheres. Assim sendo, houve uma ratificação sobre a legislação existente sobre a guarda compartilhada, pois, agora, o assunto é tratado de forma clara e de fácil compreensão, uma vez que a nova Lei tornou o tema uniforme, em determinados casos, quanto a sua aplicação nos tribunais e, não mais uma exceção à regra. Entretanto, o interesse do menor continua sendo uma condição sine qua non para sua aplicação. Houve a necessidade de ratificar-se a sua aplicação, pois, na nossa sociedade houve mudanças sociológicas em relação à família, inclusive no âmbito do Direito Processual Civil, dando relevo ao Instituto da guarda compartilhada, pelo motivo de tratar-se de um Direito Fundamental, o qual é norma e, também, uma necessidade e tarefa do Estado. Assim sendo, a Lei é muito bem vinda, considerando-se a força normativa da Constituição da República de 1988, sob a ótica da axiologia, da materialidade e da juridicidade constitucional, uma vez que veio respeitar a inter-relação axiológica através de uma unidade sistemática, com a efetivação dos valores que estão estabelecidos na nossa constituição cidadã, em relação ao Direito Infraconstitucional. 1

2 O Instituto da Guarda Compartilhada surgiu no mundo jurídico como conseqüência de modificações ocorridas em nossa sociedade, onde o fato social se impõe; e, em conseqüência disto, no âmbito do Direito. A matéria encontra amparo legal constitucional e infraconstitucional, embora a sua aplicação em juízo seja recente, por versar sobre tema relativamente novo na nossa prática forense. Assim, a sua aplicação começou a ser utilizada por nossos Tribunais, uma vez que o assunto que deixou de ser obscuro, por existir fundamento legal expresso, tanto no Direito Material como no Direito Processual Civil, sendo lícita a sua aplicação em nossos Tribunais de Justiça, mesmo antes da Lei de 13 de junho de Pode-se assim, observar a importância do Instituto da guarda compartilhada, de acordo com a nossa Constituição da República de 1988 e, de acordo com o nosso Direito Processual Civil. Introdução I. O conceito da guarda compartilhada deriva diretamente dos valores implícitos na substituição do termo pátrio poder pelo de PODER PARENTAL, o qual deriva da idéia da igualdade dos cônjuges entre si e dos pais em relação aos filhos. O Instituto da guarda compartilhada, mesmo antes de ser expressamente amparada em nossa legislação, tinha fundamento jurídico quanto à sua aplicação e procedimento, embora necessitasse de uma visão específica, a fim de evitar falso entendimento e ocorrência de interpretações errôneas. Seu objetivo é o de equilibrar papéis parentais entre os genitores, mantendo os deveres comuns quanto à guarda, educação e ao sustento dos filhos, os quais constituem um múnus na família legítima ou na família natural. 2

3 A guarda compartilhada parte de um novo modelo de responsabilidade parental, a qual continua a existir mesmo após a dissolução da sociedade conjugal ou do vínculo conjugal. Assim, estabelece uma responsabilidade parental entre ambos os genitores, em relação aos filhos, isto é, uma co-responsabilidade parental, objetivando assim, a continuidade da relação familiar, sem que para isto haja períodos previamente fixados ou pré-estabelecidos, uma vez que os filhos possuem o direito ao convívio com ambos os pais e, em qualquer momento de suas vidas; e não, apenas, em datas pré-estabelecidas. II. A guarda dos filhos sempre foi um assunto de suma importância em nossos tribunais e, através das alterações vindas com a Constituição da República de 1988, principalmente em seu artigo quinto, inciso primeiro, que previu a Igualdade entre homens e as mulheres, ficou o Instituto da Guarda Compartilhada fundamentado na absoluta igualdade entre o homem e a mulher, em seus direitos e em seus deveres. Desta forma, foi aberto o campo para a guarda compartilhada se impor na prática forense. Com a evolução dos costumes e do Direito, a nova prática de compartilhar a guarda dos filhos surgiu e, desta forma, ambos os pais passam a ter direitos e deveres em relação aos filhos, passando a responsabilidade ser de ambos os genitores, isto é, conjunta. Tal fato equilibra as relações entre pais e filhos, além de beneficiar emocionalmente ao menor, por não quebrar as relações familiares. É notório que o Instituto prioriza o bem estar do menor ao manter a relação deste com ambos os pais, pois a família do menor não deve desaparecer em conseqüência da separação dos pais. Através do Preceito constitucional da Igualdade entre os sexos, surgiu o conceito de PODER FAMILIAR ou PODER PARENTAL, o qual privilegia a ambos os pais, em condições de igualdade, tanto em seus direitos como em suas obrigações e responsabilidades. 3

4 O mencionado conceito substituiu o antigo conceito de família patriarcal, onde o pátrio poder era uma prerrogativa exclusiva do homem, através do pátria potesta. Com a evolução dos costumes em sociedade, os ditames constitucionais de igualdade jurídica entre o homem e a mulher, foram expressamente previstos no artigo 5 e 227 da Constituição da República de Assim sendo, o PODER PARENTAL é o que deverá ser exercido, em igualdade de condições, pelo pai e pela mãe, e não o pátrio poder. III. Ao se adotar a GUARDA COMPARTILHADA como um modelo padrão para o convívio de ambos os pais com os filhos, uniformizou-se a norma, tornando o Instituto uma regra geral, em determinadas circunstâncias, Quando não houver acordo entre a mãe e o pai quanto à guarda do filho, será aplicada, sempre que possível, a guarda compartilhada ; e, padronizado, formando um padrão social de exercício comum entre ambos os genitores. Todavia, não pode ser esquecido que, importante é o critério a ser adotado pelo juiz de Direito, ao decidir sobre a guarda compartilhada, pois a sua decisão deverá atender aos interesses do menor, devendo ser ouvida a equipe interprofissional de assessoramento, nos moldes do artigo 151 do Estatuto da Criança e do Adolescente. O Estatuto da Criança e do Adolescente, no artigo 28, prevê a possibilidade do juiz colher a opinião das crianças ou adolescentes; entretanto, referemse aos menores em situação irregular. Todavia, sendo necessário, poderá o juiz ouvir o menor não abandonado, apenas como informante (não como testemunha), com fundamento no artigo 405 do Código de Processo Civil, em seu parágrafo quarto: sendo estritamente necessário, o juiz ouvirá testemunhas impedidas ou suspeitas; mas os seus depoimentos serão prestados independentemente de compromisso (artigo 415) e o juiz lhes atribuirá o valor que possam merecer. 4

5 IV. Apesar do nosso Código de Processo Civil, em seu artigo 405, parágrafo primeiro, inciso três, e parágrafo segundo, vedar a oitiva de menores em juízo, é dado ao juiz da causa a autorização para decidir sobre a guarda, porém, atendendo aos interesses do menor em questão, o qual poderá ser ouvido pelo juiz, em virtude do interesse ou conveniência do menor, que sobrepõe sobre os direitos e prerrogativas dos pais. O critério adotado pelo juiz da causa, a fim de realizar o julgamento da matéria, possui fundamento no artigo 128 do Código de Processo Civil, que diz: o juiz decidirá a lide nos limites em que foi proposta, sendo-lhe defeso conhecer de questões não suscitadas, a cujo respeito exige a iniciativa da parte. Todavia, há casos em que, em observação ao interesse e bem estar do menor, este deva ser entregue, apenas, a um dos pais, podendo o juiz decidir contrário ao pedido do autor, segundo o artigo 460 do código supracitado, pois: é defeso ao juiz proferir sentença a favor do autor, de natureza diversa da pedida, bem como condenar o réu em quantidade superior ou em diverso do que lhe foi demandado. Desta forma, o juiz poderá realizar decisão extra petita em casos de motivo grave, isto é, em questão que leve o magistrado a interferir no processo com decisão diferente da requerida no pedido, agindo assim, de maneira a defender os interesses do menor. Neste caso, a decisão não poderá ser objeto de nulidade, nem será considerada decisão extra petita, uma vez que a lei processual civil autoriza ao juiz agir ex-offício em questões que versem sobre matéria de ORDEM PÚBLICA. Entretanto, a regra comum protege o status quo em que o menor encontravase no momento do rompimento da vida em comum de seus pais, pois a lei acolhe o PRINCÍPIO DA IMODIFICABILIDADE DA SITUAÇÃO PRECEDENTE, sendo a guarda atribuída ao cônjuge em cuja companhia estava o menor, durante o tempo de ruptura da vida em comum. Na lei do divórcio, em seu artigo onze lê-se que: quando a separação judicial ocorrer com fundamento no parágrafo primeiro do artigo quinto, os filhos ficarão 5

6 em poder do cônjuge em cuja companhia estava durante o tempo de ruptura da vida em comum, desta forma, valendo o PRINCÍPIO DA IMODIFICABILIDADE. V. Quanto ao pedido, a guarda compartilhada pode ser requerida em juízo de família, o qual é competente para dirimir conflitos sobre a guarda de filhos menores, sendo o titular deste direito o menor, o qual possui o direito de conviver com ambos os pais. Desta forma, o suplicante deverá representar e/ou assistir o filho menor a fim de ingressar em juízo. O procedimento a ser adotado é o ordinário, através de ação própria, onde o suplicante pleiteará a guarda compartilhada do filho menor, ou a modificação da guarda existente, sendo lícito o seu pedido nos casos de dissolução de sociedade de fato, concubinato ou casamento; não havendo proibição em lei quanto à sua aplicação, vez que independe do vínculo existente entre os pais, por dizer respeito, apenas, ao poder parental. Todavia, a guarda compartilhada poderá ser obtida através de acordo entre os genitores, o qual deverá ser homologado em juízo de família, desde que a sua aplicação não seja prejudicial aos filhos menores. O juiz, ao julgar o caso, levará em consideração o interesse do menor, e levará em consideração os fatos alegados, as provas e o bem estar do menor. Quanto ao domicílio do filho menor, este deverá ser definido, E, mesmo que os pais residam em lugares separados a guarda compartilhada poderá ser concedida. Entretanto, há necessidade de ser fixado um domicílio para o menor, isto é, a residens, que é o local em que o menor possui como sua morada, como expressa o artigo 98 do Código de Processo Civil: a ação em que o incapaz for réu se processará no foro do domicílio de seu representante. E, segundo o artigo 76 do Código Civil: tem domicílio necessário o incapaz, o servidor público, o militar e o preso. Parágrafo único: o domicílio do incapaz é o do seu representante ou assistente. 6

7 Assim, há necessidade de fixar-se um domicílio único para fins de direito ao menor, por ser uma imposição da lei processual civil, sem que isso iniba a guarda compartilhada. Pois, difere do sistema rígido da guarda alternada, onde fica estabelecida residência alternada. Nas causas onde versem sobre guarda, há a necessidade da intervenção do Ministério Público, segundo o artigo 82 do Código de Processo Civil, por haver na causa interesse de incapaz. Entretanto, é livre para decidir, com fundamento no artigo 799 do Código de Processo Civil: poderá o juiz, para evitar o dano, autorizar ou vedar a prática de determinados atos, ordenar a guarda judicial de pessoas e depósito de bens e impor a prestação de caução ; devendo o juiz observar o Decreto Lei 3200/41, em seus parágrafos primeiro e segundo do artigo dezesseis, que autoriza ao juiz a decidir sobre a guarda do menor, devendo seguir o critério geral do interesse do menor, matéria com fundamento em nossa jurisprudência: o que prepondera é o interesse dos filhos e não a pretensão do pai ou da mãe. (Acórdão do Supremo Tribunal Federal in Revista dos Tribunais v. 724 p.416) e, ainda, de acordo com Acórdão do TJPR: o que deve ser considerado primordialmente é o interesse da criança e não da sua genitora biológica, pois esta não possui, apenas, por essa condição, o direito de ter a filha em sua companhia, mas o dever desse encargo ( Acórdão do TJPR, in Revista dos Tribunais, v. 740, p ). VI. A regulamentação da guarda compartilhada é amparada pelo Código de Processo Civil nos artigos 1120 a 1124, e no artigo 40 da Lei do Divórcio, devendo a petição inicial ser instruída com o acordo relativo à guarda dos filhos menores (artigo 9 e 15 da Lei do Divórcio). A fixação da guarda não é submetida à autorização da coisa julgada, porque as decisões sobre guarda são tomadas segundo as circunstâncias fáticas de cada caso concreto, como observado no artigo 13 da Lei do Divórcio e no artigo 35 do Estatuto da Criança e do Adolescente. 7

8 Entretanto, uma vez fixada a guarda por sentença judicial, para que um dos pais tê-la modificada, será necessário haver motivo excepcional para justificar a sua alteração, devendo ingressar em juízo com Ação Rescisória, nos moldes do artigo 495 do Código de Processo Civil, ou, ingressar em juízo com ação ordinária, postulando a modificação da guarda com fulcro nas situações fáticas ocorridas após a prolatação da sentença anterior, a ser modificada; sendo admissível a antecipação da tutela jurisdicional do Estado, a fim de conceder a guarda compartilhada, visando o interesse do menor envolvido; isto, porque, em nosso direito não existe norma jurídica imperativa da guarda conjunta. Deve ser observado o artigo 333 do Código de Processo Civil, o qual corresponde ao ônus da prova: na fase atual da evolução do direito de família, é justificável o fetichismo de normas ultrapassadas em detrimento da verdade real, sobretudo quando em prejuízo de legítimos interesses de menor. Deve-se ensejar a produção de provas sempre que ela se apresentar imprescindível à boa realização da justiça (STJ, Resp.4987-RJ, Rel. Min. SÁLVIO DE Figueiredo Teixeira. Cit.in Theotônio Negrão CPC e Legislação Processual em Vigor, 24ª Ed. P. 272). VII. Assim sendo, havendo dúvidas sobre a situação fática, caberá ao juiz esclarecê-la através da chamada sindicância social, pois o poder judiciário possui um núcleo de serviço psicológico e social, com atribuições da Lei 8.622/93 (artigo 5), o qual destina-se a assessorar a justiça, sendo comum o parecer profissional do psicólogo e do profissional assistente social, anexados aos autos da ação, a fim de esclarecer dúvidas, isto, embora o serviço social forense não atue como perito; atuando no processo, apenas, durante a instrução processual. Assim, com a Lei 11698/2008 em vigor houve a proteção a manifestação do amor, sentimento que une os pais aos filhos; isto, porque os pais podem requerer a guarda compartilhada a fim de conviver com os filhos, uma vez que a separação havida é entre o casal, não dos pais com seus filhos. 8

9 Referências bibliográficas: RAMOS, Patrícia Pimentel de Oliveira Chambers. A GUARDA COMPARTILHADA COMO DIREITO FUNDAMENTAL DA CRIANÇA. In Revista do Ministério Público, n.15, jan/jun 2002, PP CAHALI, Yussef Said. CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. 7 edição Rio de Janeiro: Revista dos Tribunais, CAHALI, Yussef Said. CONSTITUIÇÃO FEDERAL -7 edição Rio de Janeiro: Revista dos Tribunais, DINAMARCO, Candido Rangel. A NOVA ERA DO PROCESSO CIVIL São Paulo: Malheiros, BITTAR, Carlos Alberto. O DIREITO DE FAMÍLIA A CONSTITUIÇÃO DE Rio de Janeiro, Saraiva, GRISARD FILHO, Waldyr. GUARDA COMPARTILHADA: UM NOVO MODELO E RESPONSABILIDADE PARENTAL. Rio de Janeiro, Revista dos Tribunais NEGRÃO, Theotônio Negrão e GOUVÊA, José Roberto Ferreira. CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL E LEGISLAÇÃO PROCESSUAL EM VIGOR Rio de Janeiro, Saraiva,

OS FILHOS E O DIVÓRCIO

OS FILHOS E O DIVÓRCIO OS FILHOS E O DIVÓRCIO Luís Otávio Sigaud Furquim Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Especialista em Administração; Pós-graduado em Gestão de Serviços Jurídicos, ambas

Leia mais

A Guarda Compartilhada

A Guarda Compartilhada A Guarda Compartilhada Maria Carolina Santos Massafera Aluna do curso de pós-graduação em Direito Civil e Processo Civil na Fundação Aprender Varginha, em convênio com o Centro Universitário Newton Paiva.

Leia mais

ENUNCIADOS DAS I, III E IV JORNADAS DE DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES

ENUNCIADOS DAS I, III E IV JORNADAS DE DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES As Jornadas de Direito Civil são uma realização do Conselho da Justiça Federal - CJF e do Centro de Estudos Jurídicos do CJF. Nestas jornadas, compostas por especialistas e convidados do mais notório saber

Leia mais

TRT Comentário da Prova de Analista

TRT Comentário da Prova de Analista TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 9a REGIÃO Direito Processual Civil Glauka Archangelo Pessoal. A prova de processo civil, não trouxe nenhuma surpresa, o edital foi respeitado e não há nenhuma questão passível

Leia mais

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal 202 O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal Juliana Andrade Barichello 1 O objetivo deste trabalho é discorrer sobre os principais pontos das palestras, enfatizando a importância das alterações

Leia mais

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS 1) Entende-se por fundamento referido no art. 10 do CPC/2015 o substrato fático que orienta o pedido, e não o enquadramento jurídico atribuído pelas partes. 2) Não ofende a regra do contraditório do art.

Leia mais

A GUARDA COMPARTILHADA COMO FONTE ASSEGURADORA DO EXERCÍCIO DO PODER FAMILIAR

A GUARDA COMPARTILHADA COMO FONTE ASSEGURADORA DO EXERCÍCIO DO PODER FAMILIAR A GUARDA COMPARTILHADA COMO FONTE ASSEGURADORA DO EXERCÍCIO DO PODER FAMILIAR ALINE ESQUARCIO SOBRINHO 1 ROSANA MOREIRA 2 RESUMO: Este trabalho almeja demonstrar uma visão inovadora do instituto da Guarda

Leia mais

PROVAS ASPECTOS GERAIS.

PROVAS ASPECTOS GERAIS. PROVAS ASPECTOS GERAIS. CONCEITO art.332 Art. 332. Todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, ainda que não especificados neste Código, são hábeis para provar a verdade dos fatos, em que

Leia mais

ATUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO CONFORME LEI 12.470 DE 31/08/2011

ATUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO CONFORME LEI 12.470 DE 31/08/2011 ATUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO CONFORME LEI 12.470 DE 31/08/2011 8. DEPENDENTES Na ausência do arrimo de família, a sociedade houve por bem dar proteção social aos que dele (a) dependiam.

Leia mais

EMBARGOS DECLARATÓRIOS - EDCL.

EMBARGOS DECLARATÓRIOS - EDCL. 1. Conceito EMBARGOS DECLARATÓRIOS - EDCL. Os embargos de declaração ou embargos declaratórios, doravante denominados EDcl., visam aperfeiçoar as decisões judiciais, propiciando uma tutela jurisdicional

Leia mais

Sentença é o ato do juiz que implica alguma das situações previstas nos arts 267 e 269 desta Lei.

Sentença é o ato do juiz que implica alguma das situações previstas nos arts 267 e 269 desta Lei. SENTENÇA CÍVEL 1. CONCEITO. Art. 162 parágrafo 1º do CPC Sentença é o ato do juiz que implica alguma das situações previstas nos arts 267 e 269 desta Lei. Redação anterior...é o ato pelo qual o juiz põe

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIX EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIX EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Determinado partido político, que possui dois deputados federais e dois senadores em seus quadros, preocupado com a efetiva regulamentação das normas constitucionais,

Leia mais

Divórcio e Separação por Escritura Pública: Possibilidade Quando Existem Filhos Menores ou Incapazes

Divórcio e Separação por Escritura Pública: Possibilidade Quando Existem Filhos Menores ou Incapazes 258 Divórcio e Separação por Escritura Pública: Possibilidade Quando Existem Filhos Menores ou Incapazes Victor Silva dos Passos Miranda 1 INTRODUÇÃO A Lei nº 11.441, publicada em 4 de janeiro de 2007,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 956.110 - SP (2007/0123248-2) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS PROCURADOR : KEILA NASCIMENTO SOARES E OUTRO(S) RECORRIDO

Leia mais

2- Princípio da Solidariedade Social:

2- Princípio da Solidariedade Social: Princípios do direito de família: CF 1 ): 1- Princípio da dignidade da pessoa humana (artigo 1º, III, É um dos fundamentos da República Federativa do Brasil (não é o objetivo, não confundir), significa

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Dois pais e uma mãe: É possível registrar? Rafael D'Ávila Barros Pereira * No dia 09/04/08, no capítulo da novela "Duas Caras", da Rede Globo, foi apresentada uma situação, se não

Leia mais

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL.

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. A PROVA FOI MUITO BEM ELABORADA EXIGINDO DO CANDIDATO UM CONHECIMENTO APURADO

Leia mais

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA EXAME DE ORDEM. Peça Treino 8

NÚCLEO PREPARATÓRIO PARA EXAME DE ORDEM. Peça Treino 8 Peça Treino 8 Refrigeração Nacional, empresa de pequeno porte, contrata os serviços de um advogado em virtude de uma reclamação trabalhista movida pelo exempregado Sérgio Feres, ajuizada em 12.04.2013

Leia mais

Princípio da proporcionalidade para além da coisa julgada

Princípio da proporcionalidade para além da coisa julgada Princípio da proporcionalidade para além da coisa julgada Maria Berenice Dias Desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul Vice-Presidente Nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Tutela antecipada e suspensão da exigibildade do crédito tributário Eduardo Munhoz da Cunha* Sumário:1. Introdução. 2. A possibilidade de concessão de tutela antecipada contra a

Leia mais

A Mitigação do processo civil no Direito de Família

A Mitigação do processo civil no Direito de Família A Mitigação do processo civil no Direito de Família Denise Damo Comel Elaborado em 10/2011. A natureza, a relevância e a especialidade das questões tuteladas autorizam a mitigação dos princípios gerais

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL. PROCEDIMENTO ORDINÁRIO. AÇÃO DE COBRANÇA C/C INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA. BENEFICIÁRIO DO

APELAÇÃO CÍVEL. PROCEDIMENTO ORDINÁRIO. AÇÃO DE COBRANÇA C/C INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA. BENEFICIÁRIO DO (AÇÃO DE COBRANÇA) APELANTE: FERNANDA DE OLIVEIRA PORTO (AUTORA) APELADO: BRADESCO VIDA E PREVIDÊNCIA S.A. (RÉU) DESEMBARGADORA RELATORA: MARCIA FERREIRA ALVARENGA APELAÇÃO CÍVEL. PROCEDIMENTO ORDINÁRIO.

Leia mais

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014 A OBRIGATORIEDADE DA GUARDA COMPARTILHADA Patrícia Serafini Gross 1 Júlia Bagatini 2 SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO. 2 A FAMÍLIA E O PODER FAMILIAR. 3 A GUARDA DE FILHOS. 4 A GUARDA COMPARTILHADA. 5 CONCLUSÃO.

Leia mais

RESUMO ÁREA DO ARTIGO: DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL

RESUMO ÁREA DO ARTIGO: DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL decisão. 1 Esse direito/dever é ainda mais importante nas ações de investigação de RESUMO ÁREA DO ARTIGO: DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL Este artigo traz a discussão sobre a relativização da coisa julgada

Leia mais

1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA.

1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. 1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. Fundamento legal: Art. 840 CLT Subsidiariamente: 282 do CPC. Partes: Reclamante (autor), Reclamada (ré). Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz do Trabalho da ª Vara

Leia mais

A extinção da personalidade ocorre com a morte, que pode ser natural, acidental ou presumida.

A extinção da personalidade ocorre com a morte, que pode ser natural, acidental ou presumida. Turma e Ano: Turma Regular Master A Matéria / Aula: Direito Civil Aula 04 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitora: Fernanda Manso de Carvalho Silva Personalidade (continuação) 3. Extinção da personalidade:

Leia mais

Princípio da proporcionalidade para além da coisa julgada

Princípio da proporcionalidade para além da coisa julgada Princípio da proporcionalidade para além da coisa julgada Maria Berenice Dias www.mbdias.com.br www.mariaberenice.com.br www.direitohomoafetivo.com.br Diz a Lei de Alimentos (LA), no art. 15, com todas

Leia mais

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil LEI CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Parte Geral Livro I DAS NORMAS PROCESSUAIS CIVIS TÍTULO ÚNICO DAS NORMAS FUNDAMENTAIS E DA APLICAÇÃO DAS NORMAS PROCESSUAIS

Leia mais

Nº 70053391546 COMARCA DE FELIZ CONSTRUTORA SC LTDA A C Ó R D Ã O

Nº 70053391546 COMARCA DE FELIZ CONSTRUTORA SC LTDA A C Ó R D Ã O APELAÇÃO CÍVEL. LICITAÇÃO. MULTA APLICADA EM RAZÃO DE ATRASO NA EXECUÇÃO DE OBJETO DO CONTRATO. NECESSIDADE DE ABERTURA DE PRAZO PARA DEFESA PRÉVIA. A imposição de qualquer das penalidades previstas nos

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL PEÇA PROFISSIONAL Deve-se propor ação renovatória, com fulcro no art. 51 e ss. da Lei n.º 8.245/1991. Foro competente: Vara Cível de Goianésia GO, conforme dispõe o art. 58, II, da Lei n.º 8.245/1991:

Leia mais

Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais, Efeitos Patrimoniais.

Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais, Efeitos Patrimoniais. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Família e Sucessões / Aula 08 Professor: Andreia Amim Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais,

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL PEÇA PROFISSIONAL Petição inicial: Queixa-crime. Endereçamento: Vara Criminal da Comarca de São Paulo SP. Vara criminal comum, visto que as penas máximas abstratas, somadas, ultrapassam dois anos. Como

Leia mais

A apreciação das provas no processo do trabalho

A apreciação das provas no processo do trabalho A apreciação das provas no processo do trabalho Ricardo Damião Areosa* I. Introdução Segundo Aroldo Plínio Gonçalves, processualista mineiro e juiz do trabalho, Nulidade é a conseqüência jurídica prevista

Leia mais

Notas técnicas. Introdução

Notas técnicas. Introdução Notas técnicas Introdução As Estatísticas do Registro Civil são publicadas desde 1974 e fornecem um elenco de informações relativas aos fatos vitais, casamentos, separações e divórcios ocorridos no País.

Leia mais

GRUPO III ESPELHO DE CORREÇÃO CRITÉRIO GERAL:

GRUPO III ESPELHO DE CORREÇÃO CRITÉRIO GERAL: GRUPO III ESPELHO DE CORREÇÃO CRITÉRIO GERAL: Nos termos do art. 20 do Regulamento do Concurso para Ingresso na Carreira do Ministério Público, na correção da prova escrita levar-se-á em conta o saber

Leia mais

PODER DE FAMÍLIA. * Aluna do 3º ano da Faculdade de Direito de Varginha. (2008) ** Professora Titular da Cadeira de Direito Processual Penal.

PODER DE FAMÍLIA. * Aluna do 3º ano da Faculdade de Direito de Varginha. (2008) ** Professora Titular da Cadeira de Direito Processual Penal. PODER DE FAMÍLIA Gislaine Aparecida Giorgetti da Silva Vânia Maria Bemfica Guimarães Pinto Coelho Resumo A família que era protegida, para não ser desfeita, hoje já não é tão intocável, aquela família

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA fls.1 A C Ó R D Ã O (CSJT) CARP/cgr/ps 1 - CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO. LICENÇA-ADOTANTE A SERVIDOR NA CONDIÇÃO DE PAI SOLTEIRO. INTERPRETAÇÃO DO ARTIGO 210 DA LEI Nº

Leia mais

TERMINOLOGIAS NO PROCESSO JUDICIÁRIO DO TRABALHO PRINCÍPIOS DO PROCESSO JUDICIÁRIO DO TRABALHO TRABALHO PRINCÍPIOS DO PROCESSO JUDICIÁRIO DO TRABALHO

TERMINOLOGIAS NO PROCESSO JUDICIÁRIO DO TRABALHO PRINCÍPIOS DO PROCESSO JUDICIÁRIO DO TRABALHO TRABALHO PRINCÍPIOS DO PROCESSO JUDICIÁRIO DO TRABALHO DO PROCESSO JUDICIÁRIO DO AULA 07.1 - INTRODUÇÃO TERMINOLOGIAS NO No processo do trabalho há um dialeto próprio, que define: -O AUTOR como sendo o RECLAMANTE; -O RÉU como sendo do RECLAMADO. 1 2 DO O direito

Leia mais

Resumo. Sentença Declaratória pode ser executada quando houver o reconhecimento de uma obrigação.

Resumo. Sentença Declaratória pode ser executada quando houver o reconhecimento de uma obrigação. 1. Execução Resumo A Lei 11.232/05 colocou fim à autonomia do Processo de Execução dos Títulos Judiciais, adotando o processo sincrético (a fusão dos processos de conhecimento e executivo a fim de trazer

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO 37ª Câmara de Direito Privado

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO 37ª Câmara de Direito Privado ACÓRDÃO Registro: 2014.0000726618 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1007380-59.2014.8.26.0554, da Comarca de Santo André, em que é apelante JOSÉ RIBEIRO, é apelado KOPLENO PRODUTOS

Leia mais

MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS:

MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS: MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS: Mudança no modo de contagem dos prazos: A partir do novo CPC, os prazos processuais

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 41.796 - MS (2013/0100701-0) RELATOR : MINISTRO HUMBERTO MARTINS RECORRENTE : MARGARETH DE MIRANDA VIDUANI ADVOGADO : PATRÍCIA CONTAR DE ANDRADE RECORRIDO : ESTADO DE

Leia mais

CONSULTA N.º 07/2013 OBJETO: Guarda de Fato pela Avó Dever dos Pais de Pagar Alimentos Representação Processual INTERESSADO: Maria Gorete Monteiro

CONSULTA N.º 07/2013 OBJETO: Guarda de Fato pela Avó Dever dos Pais de Pagar Alimentos Representação Processual INTERESSADO: Maria Gorete Monteiro CONSULTA N.º 07/2013 OBJETO: Guarda de Fato pela Avó Dever dos Pais de Pagar Alimentos Representação Processual INTERESSADO: Maria Gorete Monteiro CONSULTA N. 07/2013: 1. Cuida-se de consulta encaminhada

Leia mais

TRABALHO 1 COMENTÁRIOS A ACÓRDÃO(STF)

TRABALHO 1 COMENTÁRIOS A ACÓRDÃO(STF) UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA MATRICULA:12/0138573 ALUNO:WILSON COELHO MENDES PROFESSOR:VALLISNEY OLIVEIRA TRABALHO 1 COMENTÁRIOS A ACÓRDÃO(STF) Teoria geral do Processo II Princípio:Juiz natural, com observações

Leia mais

JURIDICIDADE DO AUMENTO DA JORNADA DE TRABALHO DE SERVIDORES PÚBLICOS

JURIDICIDADE DO AUMENTO DA JORNADA DE TRABALHO DE SERVIDORES PÚBLICOS ESTUDO JURIDICIDADE DO AUMENTO DA JORNADA DE TRABALHO DE SERVIDORES PÚBLICOS Leonardo Costa Schuler Consultor Legislativo da Área VIII Administração Pública ESTUDO MARÇO/2007 Câmara dos Deputados Praça

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO PRIMEIRA CÂMARA ESPECIAL CÍVEL N 70003791662 PORTO ALEGRE MINISTÉRIO PÚBLICO AGRAVANTE ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVADO

AGRAVO DE INSTRUMENTO PRIMEIRA CÂMARA ESPECIAL CÍVEL N 70003791662 PORTO ALEGRE MINISTÉRIO PÚBLICO AGRAVANTE ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVADO AGRAVO DE INSTRUMENTO PRIMEIRA CÂMARA ESPECIAL CÍVEL N 70003791662 PORTO ALEGRE MINISTÉRIO PÚBLICO AGRAVANTE ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVADO DESPACHO Vistos. O Juizado da Infância e da Juventude é

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ACÓRDÃO ACÓRDÃO Registro: 2013.0000251389 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0128060-36.2010.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante AGÊNCIA ESTADO LTDA, é apelado IGB ELETRÔNICA

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO - CTASP PROJETO DE LEI Nº 7920, DE 2014.

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO - CTASP PROJETO DE LEI Nº 7920, DE 2014. COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO - CTASP PROJETO DE LEI Nº 7920, DE 2014. (Do Supremo Tribunal Federal) Acrescenta o inciso I ao 1º do artigo 4º da Lei nº 11.416, de 15 de dezembro

Leia mais

TRATADOS INTERNACIONAIS E SUA INCORPORAÇÃO NO ORDENAMENTO JURÍDICO 1. DIREITOS FUNDAMENTAIS E TRATADOS INTERNACIONAIS

TRATADOS INTERNACIONAIS E SUA INCORPORAÇÃO NO ORDENAMENTO JURÍDICO 1. DIREITOS FUNDAMENTAIS E TRATADOS INTERNACIONAIS Autora: Idinéia Perez Bonafina Escrito em maio/2015 TRATADOS INTERNACIONAIS E SUA INCORPORAÇÃO NO ORDENAMENTO JURÍDICO 1. DIREITOS FUNDAMENTAIS E TRATADOS INTERNACIONAIS Nas relações internacionais do

Leia mais

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve:

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: Art. 1º Aprovar as Normas Procedimentais da Comissão de Anistia, na

Leia mais

PONTOS DO LIVRO DIREITO CONSTITUCIONAL DESCOMPLICADO QUE FORAM OBJETO DE ATUALIZAÇÃO NA 6ª EDIÇÃO DA OBRA.

PONTOS DO LIVRO DIREITO CONSTITUCIONAL DESCOMPLICADO QUE FORAM OBJETO DE ATUALIZAÇÃO NA 6ª EDIÇÃO DA OBRA. Nota à 6ª edição Nesta edição, concentramos nossa atenção na atualização do Capítulo 17 Ordem Social, em razão da recente promulgação pelo Congresso Nacional de duas emendas à Constituição Federal. A EC

Leia mais

OBJETO DA PERÍCIA INADMISSIBILIDADE DA PERÍCIA. artigo 145 do CPC:

OBJETO DA PERÍCIA INADMISSIBILIDADE DA PERÍCIA. artigo 145 do CPC: Aulas Completas a partir de 10 de Agosto 2011, a saber: 1 Perícia (Continuação) 2 Prova Pericial 3 Perito 4 Inspeção judicial OBJETO DA PERÍCIA artigo 145 do CPC: Quando a prova do fato depender de conhecimento

Leia mais

LEI DA ADOÇÃO N 12.010/09

LEI DA ADOÇÃO N 12.010/09 LEI DA ADOÇÃO N 12.010/09 4 BRUNA BATISTA INTRODUÇÃO Adoção hoje um é instituto na prática defasado em nosso âmbito jurídico, mas que tenta se aprimorar visando o bem da criança ou adolescente não deixando

Leia mais

A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família. Válter Kenji Ishida

A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família. Válter Kenji Ishida A alienação parental e os efeitos da Lei nº 12.318, de 26 de agosto de 2010 no direito de família Válter Kenji Ishida Promotor de Justiça das Execuções Criminais e Professor Universitário Autor das seguintes

Leia mais

Petição Inicial MERITÍSSIMO JUIZ DE DIREITO DO JUÍZO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DA COMARCA DE UBERABA-MG.

Petição Inicial MERITÍSSIMO JUIZ DE DIREITO DO JUÍZO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DA COMARCA DE UBERABA-MG. MERITÍSSIMO JUIZ DE DIREITO DO JUÍZO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DA COMARCA DE UBERABA-MG. Petição Inicial xxxxxx, menor absolutamente incapaz, neste ato representado por sua mãe Lara ccccccc, brasileira, solteira,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA (Relator): Trata-se de recurso especial interposto contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo assim ementado: "Exceção

Leia mais

Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da Comarca de...

Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da Comarca de... CONTESTAÇÃO Fundamento: Oportunidade: Requisitos: Finalidade: Espécies: Art. 297 do CPC. Oferecimento no prazo de quinze (15) dias contados na forma do art. 241 do CPC. Na contestação o réu deve alegar

Leia mais

ACÓRDÃO. ALMEIDA ADVOGADOS ASSOCIADOS e agravado MESQUITA BARROS ADVOGADOS, ACORDAM

ACÓRDÃO. ALMEIDA ADVOGADOS ASSOCIADOS e agravado MESQUITA BARROS ADVOGADOS, ACORDAM AGRAVO INOMINADO NO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0019225-16.2014.8.19.0000 AGTE. CAMARA DIBE E ALMEIDA ADVOGADOS ASSOCIADOS AGDO. MESQUITA BARROS ADVOGADOS RELATOR: DESEMBARGADOR MAURICIO CALDAS LOPES Ação

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL O Partido Político "Z", que possui apenas três representantes na Câmara dos Deputados, por entender presente a violação de regras da CRFB, o procura para que, na

Leia mais

Autor: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM HOTÉIS, APART HOTÉIS, MOTÉIS, FLATS, RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E SIMILARES DE SÃO PAULO E REGIÃO,

Autor: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM HOTÉIS, APART HOTÉIS, MOTÉIS, FLATS, RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E SIMILARES DE SÃO PAULO E REGIÃO, ATENÇÃO - Texto meramente informativo, sem caráter intimatório, citatório ou notificatório para fins legais. PODER JUDICIÁRIO FEDERAL Justiça do Trabalho - 2ª Região Número Único: 01497003320065020075

Leia mais

PONTO 1: União estável PONTO 2: Alimentos. 1. União estável:

PONTO 1: União estável PONTO 2: Alimentos. 1. União estável: 1 PONTO 1: União estável PONTO 2: Alimentos 1. União estável: - Leis 8971/94 e 9278/96. - Lei 10.406/2002 e art. 1723 e seguintes. - Art. 226, 3 1, CF. União entre homem e mulher pública (notoriedade),

Leia mais

SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL

SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL Rénan Kfuri Lopes As alterações trazidas pelo novo Código Civil têm de ser constantemente analisadas e estudadas, para que possamos com elas nos familiarizar.

Leia mais

Novo Código de Processo Civil e a antiga Medida Cautelar de Antecipação de Garantia

Novo Código de Processo Civil e a antiga Medida Cautelar de Antecipação de Garantia Novo Código de Processo Civil e a antiga Medida Cautelar de Antecipação de Garantia Por Vinicius Jucá Alves e Christiane Alves Alvarenga, respectivamente, sócio e associada de TozziniFreire Advogados Em

Leia mais

ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLECENTE PROF. GUILHERME MADEIRA DATA 30.07.2009 AULA 01 e 02

ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLECENTE PROF. GUILHERME MADEIRA DATA 30.07.2009 AULA 01 e 02 TEMAS TRATADOS EM SALA ECA ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PARTE CIVIL 1) Objeto art. 2º do ECA: a) Criança = 12 anos incompletos. b) Adolescente = 12 e 18 anos. Atenção: Pode o ECA ser aplicado à

Leia mais

01 Direito da Criança e do Adolescente

01 Direito da Criança e do Adolescente 01 Direito da Criança e do Adolescente Constitui-se em um direito dos pais ou responsáveis, assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, a) adentrar no prédio escolar até as salas de aula em qualquer

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores VICE PRESIDENTE (Presidente sem voto), MARTINS PINTO E ROBERTO SOLIMENE.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores VICE PRESIDENTE (Presidente sem voto), MARTINS PINTO E ROBERTO SOLIMENE. Registro: 2012.0000194821 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0000885-74.2011.8.26.0019, da Comarca de Americana, em que é apelante FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO sendo apelado

Leia mais

Guarda. Guarda Compartilhada. Filhos Menores. Interesse do Menor. Aplicação

Guarda. Guarda Compartilhada. Filhos Menores. Interesse do Menor. Aplicação DA GUARDA COMPARTILHADA Rayssa Marques Tavares RESUMO: O tema procura abordar a guarda dos filhos menores de pais separados conjugalmente. Pois, acredita-se que as crianças sofram muito com essa ruptura,

Leia mais

Apostila Exclusiva Direitos Autorais Reservados www.thaisnunes.com.br 1

Apostila Exclusiva Direitos Autorais Reservados www.thaisnunes.com.br 1 Direito - Técnico do TRF 4ª Região É possível estudar buscando materiais e aulas para cada uma das matérias do programa do concurso de Técnico do TRF 4ª Região. Basta disciplina e organização. Sugestão

Leia mais

1008012-70.2013.8.26.0053 - lauda 1

1008012-70.2013.8.26.0053 - lauda 1 fls. 388 SENTENÇA Processo Digital nº: 1008012-70.2013.8.26.0053 Classe - Assunto Requerente: Requerido: Ação Civil Pública - Violação aos Princípios Administrativos 'MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO

Leia mais

Professor Álvaro Villaça Azevedo Titular da Faculdade de Direito da USP

Professor Álvaro Villaça Azevedo Titular da Faculdade de Direito da USP Indicação nol2812011 SC-43812011 Comissão de Direito de Família AUTOR DA INDICAÇÃO: ADVOGADO MARCOS NUNES CILOS EMENTA PAI SOCIOAFETIVO: ART. 1.593 E 1.595, AMBOS DO CC/2002. NECESSIDADE DE ADEQUAÇÃO TÉCNICA

Leia mais

SENTENÇA. Vistos, etc. CLAUS PETER DE OLIVEIRA WILLI ajuizou a presente AÇÃO ORDINÁRIA contra o INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS.

SENTENÇA. Vistos, etc. CLAUS PETER DE OLIVEIRA WILLI ajuizou a presente AÇÃO ORDINÁRIA contra o INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS. fls. 57 SENTENÇA Processo Digital n.º: 1007976-71.2014.8.26.0286 Classe Assunto: Procedimento Ordinário - Salário-Maternidade (Art. 71/73) Requerente: CLAUS PETER DE OLIVEIRA WILLI Requerido: INSTITUTO

Leia mais

Conselho da Justiça Federal

Conselho da Justiça Federal RESOLUÇÃO Nº 058, DE 25 DE MAIO DE 2009 Estabelece diretrizes para membros do Poder Judiciário e integrantes da Polícia Federal no que concerne ao tratamento de processos e procedimentos de investigação

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução.

Copyright Proibida Reprodução. PROCEDIMENTO PADRÃO PERÍCIA AMBIENTAL Prof. Éder Responsabilidade Clementino dos civil Santos INTRODUÇÃO BRASIL: Perícia Ambiental É um procedimento utilizado como meio de prova; Fornecimento de subsídios

Leia mais

A PROTEÇÃO INTEGRAL DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES VÍTIMAS.

A PROTEÇÃO INTEGRAL DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES VÍTIMAS. 1 A PROTEÇÃO INTEGRAL DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES VÍTIMAS. GRUPO TEMÁTICO: Direito à cultur a e ao lazer, e direito à liberdade, dignidade, respeito e diversidade cultur al. LUIZ ANTONIO MIGUEL FERREIRA

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Fulano de Tal, Presidente da República, concedeu a qualificação de Organização Social ao Centro Universitário NF, pessoa jurídica de direito privado que explora comercialmente

Leia mais

Conselho Nacional de Justiça

Conselho Nacional de Justiça de 11 02/12/2015 08:34 Conselho Nacional de Justiça Autos: PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS - 0004736-66.2015.2.00.0000 Requerente: ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - SECCIONAL DE RONDÔNIA Requerido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Leia mais

DECISÃO. Relatório. 2. A decisão impugnada tem o teor seguinte:

DECISÃO. Relatório. 2. A decisão impugnada tem o teor seguinte: DECISÃO RECLAMAÇÃO. CONSTITUCIONAL. ALEGADO DESCUMPRIMENTO DA SÚMULA VINCULANTE N. 10 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. RECLAMAÇÃO PROCEDENTE. Relatório 1. Reclamação, com pedido de antecipação de tutela, ajuizada

Leia mais

10 LINHAS I. DOS FATOS. A autora teve um relacionamento esporádico. com o réu, no qual nasceu Pedro.

10 LINHAS I. DOS FATOS. A autora teve um relacionamento esporádico. com o réu, no qual nasceu Pedro. Caso prático Joana teve um relacionamento esporádico com Flávio, do qual nasceu Pedro. Durante cinco anos, o infante foi cuidado exclusivamente por sua mãe e sua avó materna, nunca tendo recebido visita

Leia mais

09/05/2016 Souza Cruz é condenada por dispensa discriminatória de empregado com câncer nos rins A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho

09/05/2016 Souza Cruz é condenada por dispensa discriminatória de empregado com câncer nos rins A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho 09/05/2016 Souza Cruz é condenada por dispensa discriminatória de empregado com câncer nos rins A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso da Souza Cruz S.A. contra condenação à reintegração

Leia mais

PROJETO DE LEI N 4.596/09

PROJETO DE LEI N 4.596/09 1 COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL PROJETO DE LEI N 4.596/09 (Do Sr. Capitão Assumção) Altera os artigos 3 e 41 da Lei n 9.474, de 22 de julho de 1997, que "Define mecanismos para a

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA APELAÇÃO CÍVEL N. 001.2008.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA APELAÇÃO CÍVEL N. 001.2008. Ntátuald, TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA - APELAÇÃO CÍVEL N. 001.2008.012051-0/002, ORIGEM :Processo n. 001.2008.012051-0 da 3 a Vara

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL PEÇA PROFISSIONAL Deve-se redigir recurso de apelação endereçado ao juiz de direito da 3.ª Vara Cível de Patos de Minas MG, formular pedido para recebimento da apelação no duplo efeito e remessa dos autos

Leia mais

DA LEGITIMIDADE ATIVA DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA A DEFESA COLETIVA DOS CONSUMIDORES

DA LEGITIMIDADE ATIVA DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA A DEFESA COLETIVA DOS CONSUMIDORES DA LEGITIMIDADE ATIVA DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA A DEFESA COLETIVA DOS CONSUMIDORES Vitor Vilela Guglinski Assessor de juiz, especialista em Direito do Consumidor em Juiz de Fora (MG). A 2ª Câmara Especial

Leia mais

SENTENÇA ESTRANGEIRA DE DIVÓRCIO CONSENSUAL NÃO MAIS NECESSITA SER HOMOLOGADA PELO STJ APÓS NOVO CPC

SENTENÇA ESTRANGEIRA DE DIVÓRCIO CONSENSUAL NÃO MAIS NECESSITA SER HOMOLOGADA PELO STJ APÓS NOVO CPC SENTENÇA ESTRANGEIRA DE DIVÓRCIO CONSENSUAL NÃO MAIS NECESSITA SER HOMOLOGADA PELO STJ APÓS NOVO CPC INTRODUÇÃO *Letícia Franco Maculan Assumpção **Isabela Franco Maculan Assumpção O Novo Código de Processo

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 19.508 - SC (2005/0003208-3) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI RECORRENTE : N L DE F RECORRENTE : C L DE F ADVOGADO : NIVAL LINHARES DE FARIAS T. ORIGEM : TRIBUNAL DE

Leia mais

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945 Lei de Falências revogado. Lei nº 11.101, de 09 de fevereiro de

Leia mais

Convocação de intérpretes e tradutores para prestação de serviços junto dos tribunais portugueses no âmbito de processos penais

Convocação de intérpretes e tradutores para prestação de serviços junto dos tribunais portugueses no âmbito de processos penais 1 Convocação de intérpretes e tradutores para prestação de serviços junto dos tribunais portugueses no âmbito de processos penais Autora: Vânia Costa Ramos, a d v o g a d a estagiária, e-mail: Vaniacostaramos@netcabo.pt

Leia mais

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC)

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) DO CONCEITO A ADOÇÃO É UM ATO JURÍDICO EM SENTIDO ESTRITO, CUJA EFICACIA É DEPENDENTE DA AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. NESSE CASO, CRIA UM VÍNCULO FICTÍCIO DE PATERNIDADE-

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL A sociedade empresária XYZ Ltda., citada em execução fiscal promovida pelo município para a cobrança de crédito tributário de ISSQN, realizou depósito integral e

Leia mais

O Procedimento Comum Ordinário

O Procedimento Comum Ordinário PROCESSO CIVIL 07 O Procedimento Comum Ordinário Introdução Noções Gerais Noções Iniciais: No processo de conhecimento o procedimento pode ser comum ou especial. É comum quando não houver disposição especial.

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Pará A C Ó R D Ã O Nº. 41.716 (Processo nº. 2005/53596-3) PREJULGADO Nº. 14

Tribunal de Contas do Estado do Pará A C Ó R D Ã O Nº. 41.716 (Processo nº. 2005/53596-3) PREJULGADO Nº. 14 1 A C Ó R D Ã O Nº. 41.716 (Processo nº. 2005/53596-3) PREJULGADO Nº. 14 EMENTA: Não será aplicada multa regimental pela intempestividade na remessa das prestações de contas aos responsáveis por entidades

Leia mais

Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões.

Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões. Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões. Para o autor do nosso livro-texto, o Direito de família consiste num complexo de normas que regulam a celebração do casamento e o reconhecimento

Leia mais

Guia de Procedimentos

Guia de Procedimentos Guia de Procedimentos Interdição e Inabilitação Versão Leitura Fácil e Pictogramas Índice 1. Introdução O que se pretende com este Guia 2. Linhas de Orientação De que é que trata o Guia de Procedimentos

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO -1- JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO AÇÃO ORDINÁRIA SENTENÇA

PODER JUDICIÁRIO -1- JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO AÇÃO ORDINÁRIA SENTENÇA PODER JUDICIÁRIO -1- AÇÃO ORDINÁRIA UNIÃO FEDERAL... Autora(s) (Proc. Dra. Virginia C.J. Cestari) L. S. T.... Réu(s) PROCESSO N... 2003.5101016976-2... 14 a Vara CLÁUDIA MARIA PEREIRA BASTOS NEIVA... Juíza

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº201070630010993/PR RELATORA : Juíza Andréia Castro Dias RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL RECORRIDA : MARIA APARECIDA FERNANDES DE OLIVEIRA V O T

Leia mais

PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS

PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS PERÍCIA Exame realizado por técnico, ou pessoa de comprovada aptidão e idoneidade profissional, para verificar e esclarecer um fato, ou estado ou a estimação da coisa que é

Leia mais

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações:

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: 1. Jurisdição internacional concorrente Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: I de alimentos, quando: a) o credor tiver domicílio ou residência no

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO Corregedoria-Geral da Advocacia da União ANEXO MODELOS DE ATOS E DOCUMENTOS

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO Corregedoria-Geral da Advocacia da União ANEXO MODELOS DE ATOS E DOCUMENTOS ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO Corregedoria-Geral da Advocacia da União ANEXO MODELOS DE ATOS E DOCUMENTOS S u m á r i o 1. Portaria instauradora de processo administrativo disciplinar e sindicância contraditória...

Leia mais

MATERIAL DE AULA LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996.

MATERIAL DE AULA LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996. MATERIAL DE AULA I) Ementa da aula Interceptação Telefônica. II) Legislação correlata LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

Conflito de Competência n. 2012.072258-1, de Timbó Relator: Des. Eládio Torret Rocha

Conflito de Competência n. 2012.072258-1, de Timbó Relator: Des. Eládio Torret Rocha Conflito de Competência n. 2012.072258-1, de Timbó Relator: Des. Eládio Torret Rocha CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. AÇÃO DE DIVÓRCIO CUMULADA COM PEDIDO DE GUARDA, REGULAMENTAÇÃO DO DIREITO DE VISITAS

Leia mais