Terceira Publicação Comissão da União Africana Julho 2011

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1 2011 Terceira Publicação Comissão da União Africana Julho

2 SUMÁRIO AGRADECIMENTOS RECONHECIMENTO SUMÁRIO INTRODUÇÃO HISTÓRICO METODOLOGIA ABORDAGEM TEÓRICA DA INTEGRAÇÃO INTEGRAÇÃO E SUAS ETAPAS vantagens da integração económica abordagem africana da integração ESTATUTO POR COMUNIDADE ECONÓMICA REGIONAL COMUNIDADE ECONÓMICA DOS ESTADOS DA ÁFRICA OCIDENTAL (CEDEAO) Objectivos Actividades e evolução estado das actividades desafios perspectiva mercado comum da áfrica austral e oriental (COMESA) Objectivos do COMESA Actividades e evolução realizações desafios perspectivas comunidade económica dos estados da áfrica central (CEEAC/ECCAS) Objectivos da CEEAC actividades e evolução

3 4.3.3 realizações Desafios perspectivas comunidade de desenvolvimento da África austral (SADC) Objectivos DA SADC actividades e evolução realizações desafios perspectivas autoridade intergovernamental para o desenvolvimento (IGAD) objectivos da IGAD actividades e evolução realizações desafios perspectivas comunidade dos estados do SAHEL-SAHARIANO (CEN-SAD) objectivos da CEN-SAD actividades e realizações realizações desafios perspectivas comunidade da áfrica oriental (EAC) objectivos actividades e evolução actividades desafios perspectivas

4 5. Actividades ao nível continental programa de desenvolvimento de infra-estruturas em áfrica (pida) programa abrangente de desenvolvimento da agricultura em áfrica (CAADP) instituições financeiras banco africano de investimento banco central africano fundo monetário africano carta africana das estatísticas (ACS) e estratégia para a harmonização das estatísticas em áfrica (SHASA) histórico e fundamento carta africana das estatísticas estratégia para harmonização das estatísticas em áfrica (SHaSA) carta africana sobre a democracia recursos humanos, ciência e tecnologia educação ciência e tecnologia programa para a juventude análise comparativa dos resultados atingidos estado de realizações da comunidade económica africana (CEA) tabela 5. estado das comunidades económicas regionais estado actual das comunidades económicas regionais harmonização e cooperação das actividades entre as Cers desafios recomendações conclusão BIBLIOGRAFIA

5 RECONHECIMENTO A Comissão gostaria agradecer a todas Comunidades Económicas Regionais (CERs) e todos aqueles os quais consentiram imensuráveis esforços que permitiram a equipa da Comissão produzir este documento. Ponto Focal: Islam Swaleh 5

6 ACRONIMOS E ABREVISTURAS ACHPR AEC BAD AMU/UMA APSA ATI Tribunal Africano dos Direitos do Homem e dos Povos Comunidade Económica Africana Banco Africano de Desenvolvimento União Árabe do Mágrebe Arquitectura Africana de Paz e Segurança Agência Africana de Seguro para o comércio ACHPR AEC BAD AMU/UMA APSA ATI AVAL CAADP CASSOA CEN-SAD CET CEWARN CIPRES COMAI COMESA Tribunal Africano dos Direitos do Homem e dos Povos Comunidade Económica Africana Banco Africano de Desenvolvimento União Árabe do Mágrebe Arquitectura Africana de Paz e Segurança Agência Africana de Seguros do Comércio Mais-valia para o coiro africano Programa Exaustivo de Desenvolvimento da Agricultura em África Agência de fiscalização da tranquilidade e segurança na Aviação Civil Comunidade dos Estados do Sahel-Sahariano Tarifa Externa Comum, Mecanismo de Alerta Prévia de Conflitos e de Resposta Conferência Inter-africana sobre Segurança Social Conferência dos Ministros Africanos Responsáveis pela Integração Mercado Comum dos Países Africanos do Leste e Austral 6

7 CTN DLCO DMC DMCH DMCN RDC EAC EBID CEEAC ECOSOCC CEEAO FANR ICAO ICPAC IGAD IGMOU ISRT ITP LLPI LVFO MERECP NRM OHADA OIE RETOSA Nomenclatura Tarifaria Comum Organização de Controlo dos Gafanhotos do Deserto Centro de Monitorização da Seca Centro de Monitorização da Seca, Harare Centro de Monitorização da Seca, Nairobi República Democrática do Congo Comunidade Económica do Leste Banco da CEEAO para Investimento e Desenvolvimento Comunidade Económica dos Estados da África Central Conselho Económico, Social e Cultural Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental Recursos Naturais, Agrícolas e Alimentares Organização Internacional de Aviação Civil Centro do IGAD de Previsão Meteorológica e Aplicação para Monitorização Autoridade Inter-governamental para Desenvolvimento Memorando Inter-governamental de Entendimento Transito Inter-governamental das Estradas Processo Institucional de Transformação Instituto do Coiro e Produtos Derivados Organização da Pesca dos Grandes Lagos Programa Regional de Conservação do Ecossistema do Monte Elgon Gestão dos Recursos Naturais Organização para Harmonização da Lei Comercial em África Organização da Saúde Animal Organização Regional de Turismo da África Austral 7

8 SADC SAPP SPA SYSCOA TAZARA UNECA Comunidade de Desenvolvimento da África Austral Centro Energético da África Austral Programa de Acção da África Austral Sistema de Contabilidade da África Austral Autoridade Tanzânia - Zâmbia dos Caminhos de Ferro Comissão Económica das Nações Unidas para África ACNUR Alto Comissariados das Nações Unidas para Refugiados WABA WAGP WAHO Associação dos Banqueiros da África Ocidental Gasoduto da África Ocidental Organização da Saúde da África Ocidental WAMA Agência Monetária da África Ocidental WAMI Instituto monetário da África Ocidental WAPP Westcor WRCU WRM Centro Energético da África Ocidental Projecto do Corredor Ocidental Unidade de Coordenação dos Recursos Aquáticos Gestão dos Recursos Aquáticos WTM Mercado Mundial de Viagens ZAMCOM Comissão dos Cursos de Água do Zambezi 8

9 1. SUMÁRIO 1. O Tratado de Abuja lança a base para a criação da Comunidade Económica Africana (AEC), na qual as economias dos Estados Membros da UA estarão completamente integradas. O objectivo da AEC é o de transformar as cinquenta e três economias da África numa única união económica e monetária com moeda comum, livre circulação de capital e de trabalho. É desejo da liderança do continente, tal como estipulado no Acto Constitutivo que haja um Banco Central Africano, um Fundo Monetário Africano e um Banco Africano de Investimento quando a AEC estiver completamente operacional. Isto pressupõe que a África, unidade, caminhe através de todas as etapas de integração. As CERs, as quais constituem os pilares da AEC, integrarão nesta fase os seus programas num único. 2. Não obstante os progressos atingidos pelos Estados Membros no domínio da cooperação económica, a criação da AEC está dificultada pelos desafios da governação política, económica e social nalgumas partes do continente. 3. Desde o inicio, a Comunidade Económica Africana (AEC) foi concebida para construção gradual a ser concretizada em seis etapas. Actualmente a AEC está na Terceira etapa do processo, a qual requer a criação de uma Zona de Comércio Livre (ZCL) e de uniões aduaneiras em cada um dos blocos até Contudo, o actual processo de criação das diferentes ZCL e das uniões aduaneiras varia consideravelmente no contexto das oito CERs reconhecidas pela União Africana (UA). 4. Relativamente as uniões aduaneiras, existe maior variabilidade em termos de resultados esperados porque este tipo de acordo requer a aprovação de uma tarifa externa comum (TEC). No caso da CENSAD e do IGAD, o processo estagnou enquanto o da CEEAO está progredindo lentamente. 5. A Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e a SADC estão na etapa mais preliminar, preconizando a criação das suas respectivas uniões aduaneiras até Entretanto, a COMESA e a EAC lançaram com êxito as suas uniões aduaneiras. A COMESA lançou a sua união aduaneira em Junho de 2009 e a sua implementação está programada para um período de três anos. A União Aduaneira da EAC está em pleno crescimento. 6. A maior progressão foi a decisão para promover um projecto de longa duração conducente a criação de uma ZLC entre três CERs, nomeadamente COMESA, EAC e abrangendo 26 Países africanos. Os esforços de harmonização da agenda regional da SADC, COMESA, EAC e SADC estão em curso o que demonstra o interesse partilhado de maior solidez entre as diferentes CERs. Esta evolução é particularmente crucial para os países que são simultaneamente Membros da COMESA e da SADC, os quais poderão enfrentar problemas mais complexos a partir do momento em que a união aduaneira da SADC se tornar operacional em termos de compatibilidade com as exigências das uniões aduaneiras da COMESA e da SADC. 1

10 7. Por último, a EAC lançou o seu Mercado Comum, o qual assegurará a livre circulação de bens e serviços, mobilidade dos trabalhadores bem como a circulação de capital e o direito de estabelecimento a partir de Julho de 2010, a ser seguido por uma União Monetária em Estas inovações também requererão considerável coordenação, harmonização e convergência de esforços entre as três partes. 8. Pese embora o facto de algumas CERs terem celebrado protocolos sobre a livre circulação de pessoas, bens e serviços, o processo de implementação nalguns Estados Membros é muito lento. Por outro lado, nalgumas CERs que atingiram a ZCL, existem alguns Estados Membros que não implementaram o Protocolo da ZCL. Na verdade, a paz e segurança são os prés requisitos para o desenvolvimento e crescimento económico de qualquer região. A UA criou uma Arquitectura Africana de Paz e Segurança em África. Um dos principais pilares desta Arquitectura é a criação de um sistema continental de alerta prévia, o qual as CERs podem adoptar de forma a prevenir futuros conflitos aos níveis regional e continental. 9. As Comunidades Económicas Regionais devem se posicionar em bloco dentro da visão extra continental. O esforço consentido pela COMESA, SADC e EAC na Cimeira Tripartida, realizada Outubro de 2008, em Campala, para criar uma única ZCL é recomendável porquanto contribuirá para mais breve materialização da AEC. Contudo, a criação da AEC coloca um desafio tanto mais não ser certo que a criação da União Aduaneira Continental esteja concluída até A importância do tempo e a sequência destas actividades são cruciais para o sucesso destas iniciativas. 10. Os esforços de desenvolvimento do continente estão também cativeiros de numerosos desafios, proeminentemente entre as quais as pandemias do HIV/SIDA, malária e tuberculose que representam ameaças sérias ao desenvolvimento humano. A actual crise económica global coloca os seus próprios desafios bem como a criação de oportunidades conducentes a integração económica regional em África. Numa palavra, isto poderá desembocar numa desaceleração das actividades comerciais e económicas e adversamente afectar as receitas dos Estados Membros, enquanto por outro lado, poderá forçar os Países africanos a promover mais o comércio entre eles e enveredar por um mais alto volume de transacções, facilitando assim o processo de integração. Os Estados Membros que integram as diferentes CERs têm dificuldades em implementar as actividades abrangentes no mesmo domínio. Isto provoca a duplicação de programas e dispersão dos recursos entre outros. 11. Dado ao estado actual do processo de integração em África, algumas recomendações são feitas neste relatório, as quais, caso implementada, poderão ajudar a enfrentar positivamente os desafios. Uma significativa recomendação é que o sucesso de qualquer processo de integração depende em grande medida, do compromisso dos Estados Membros em implementar as suas decisões, tratados e protocolos. A incapacidade dos Estados Membros em implementar os protocolos celebrados reside, em parte, a falta de vontade política pois alguns, talvez não discerniram as vantagens susceptíveis de tirar da integração regional. Este estado de coisas tem protelado a agenda 2

11 da integração. É merecedor enfatizar que as CERs não alternativa se não se comprometerem de forma a partilhar as boas práticas, considerando uma visão transfronteiriça da integração continental. 12. Actualmente, a Comissão da União Africana em estreita colaboração com a CERs identificou projectos prioritários a serem implementados num período específico relativamente ao programa Mínimo de Integração (PMI), adoptado como um instrumento dinâmico da estratégia continental em Yaoundé, Camarões em Isto sublinha a necessidade de racionalizar os recursos e de harmonizar as actividades e programas das Comunidades Económicas Regionais (CERs). O PMI é compatível com a visão transfronteiriça, nomeadamente a realização da Comunidade Económica Africana (AEC), preconizada no Tratado de Abuja e no Acto constitutivo da União Africana. 2. INTRODUÇÃO 2.1 ANTECEDENTES 13. A integração regional em África foi sempre o principal objectivo dos Países africanos desde a criação da então Organização da Unidade Africana (OUA). Grande número de declarações foi feito pelos Estados Membros para impulsionar o processo de integração em África. De igual modo, o Tratado de Abuja, o Plano de Acção de Lagos, o Fórum Africano do Sector Privado, entre ouros, enfatizaram a necessidade de promover a integração regional em África. 14. O Tratado de Abuja, assinado em 3 de Junho de 1991 e entrado em vigor em 12 de Maio de 1994 estipula que os Estados Africanos deverão consentir esforços para fortalecer as Comunidades Económicas Regionais (CERs), particularmente na coordenação, harmonização e na progressiva integração das suas actividades de forma a permitir a criação da Comunidade Económica Africana, a qual se tornará operacional durante um período de transição de 34 anos, subdivididos em seis etapas distintas. Resumidamente, os objectivos maiores foram, entre outros, os de promover o desenvolvimento económico, social e cultural e a integração das economias africanas de força a fortalecer a auto confiança económica bem como promover um desenvolvimento endógeno e auto sustentado e coordenar e harmonizar as políticas entre as existentes e futuras comunidades económicas como forma de encorajar a criação da Comunidade. 15. Em 9 de Setembro de 1999, os Chefes de Estado e de Governos da então OUA aprovaram uma Declaração (Declaração de Syrte) apelando para a criação da União Africana com o objectivo, inter alia, de acelerar o processo de integração no continente para permitir-lhe jogar o papel de direito na economia global e ao mesmo tempo tratar dos multifacetados problemas políticos, económicos e sociais tais como caracterizados nos certos aspectos da globalização. 16. Durante a Segunda e Terceira Conferências dos Ministros Africanos da Integração, realizadas em Kigali em Junho de 2007 e Abidjan 2008, respectivamente, várias recomendações foram aprovadas, nomeadamente: 3

12 Necessidade para a Comissão de, em estreita colaboração com outros interessados, rever o Tratado de Abuja, tomando em consideração a Declaração de Syrte; Necessidade para a Comissão de elaborar o Programa Mínimo da Integração (PMI) em colaboração com as CERs; Necessidade da Comissão de coordenar as actividades das CERs bem como de harmonizar as políticas e programas enquanto estratégia chave para reforçar o processo de racionalização; Necessidade de encorajar e promover a livre circulação de pessoas, bens capital e serviços entre e em todas as CERs de forma a conduzir com êxito a integração acelerada da integração; 17. Até a data, quatro reuniões foram realizadas: a primeira de 30 a 31 de Março de 2006 em Ouagadougou, Burkina Faso; a segunda de 26 a 27 de Julho de 2007 em Kigali, Ruanda e a Terceira realizada de 19 a 23 de Maio de 2008 em Abidjan, Côte d Ivoire. A quarta reunião teve lugar entre 4 e 8 de Maio de 2009 em Yaoundé, Camarões sob o tema: Parceria e Integração em África. 18. Como parte do processo de avaliação da implementação do Programa de Integração Económica da África de conformidade com o Tratado que criou a Comunidade Económica Africana, a Comissão da União Africana (CUA) realizou a primeira e a segunda avaliações em 2008 e 2009 respectivamente. Os relatórios das avaliações foram apresentados e discutidos durante a Terceira e Quarta Conferências dos Ministros Africanos da Integração, realizadas em Abidjan, Côte d Ivoire de 22 a 23 de Maio de 2008 e de 7 a 8 de Maio de 2009 respectivamente. Além disto, ambos relatórios foram endossados pela Assembleia da UA. 19. A CUA está neste momento preparando o terceiro relatório em estreita colaboração com as CERs sobre o estatuto da integração em África (SIA II). Este relatório contém informações sobre o processo de implementação da integração tal como previsto no Tratado de Abuja. Esta é a forma de assistir os decisores políticos do continente e de dar algumas ideias de como acelerar a integração política e económica do continente. 20. O objectivo deste estudo foi o de rever o processo de integração através da revisão do Tratado de Abuja com vista a mais rápida criação da Comunidade Económica Africana (AEC). É neste contexto que a União Africana tenta encorajar a harmonização das CERs e avaliar quanto evoluíram na facilitação dos seus programas. Este relatório destina-se também a criar consciência através da troca de informações entre todas as CERs de forma a partilhar as melhores práticas entre elas na solução de dificuldades e, do mesmo modo, impulsionar o processo de integração. 21. Ele contém informações sobre as actividades e progressos das CERs, o estado de implementação dos programas de cada CER, baseado nos objectivos fixados pelas 4

13 mesmas nas seguintes áreas: Zona de Comércio Livre; União Aduaneira, União Monetária e União Económica. Ele analisa os progressos nas suas actividades bem como os desafios encontrados. Ele também compara os progressos com os do ano passado. Além disto, dá uma visão geral do processo de harmonização entre as CERs, tomando em consideração os desafios que enfrentam. Finalmente, ele contém recomendações sobre as vias a seguir. 2.2 METODOLOGIA 22. A seguinte metodologia foi usada para avaliar o estado de implementação das Comunidades Económicas Regionais (CERs). 23. O estudo foi conduzido através de investigações e de missões in loco. A abordagem adoptada consistiu nas consultas e discussões com as Comunidades Económicas Regionais. A Comissão preparou um questionário baseado nos progressos derivados das actividades e sectores a partir de A Comissão visitou igualmente as CERs e entabulou discussões com os seus vários Departamentos sobre o conjunto das actividades das CERs, seus progressos bem como as dificuldades e constrangimentos encontrados durante a implementação dos seus objectivos bem como o Tratado que cria a Comunidade Económica Africana. 24. Investigações complementares também foram realizadas através de várias fontes, tais como nas bibliografias e alguns documentos relativas as actividades da cada CER. Neste sentido, entre outros, foram usados os seguintes documentos: Estatuto da Integração em África, Tratado de Abuja, Racionalização das Comunidades Económicas Regionais (CERs), Revisão do Tratado de Abuja e Adopção do Programa da Integração, Relatórios do Comité de Coordenação da UA/CERs/CEA e BAD bem como o Acto Constitutivo da União Africana. 25. Em termos de cobertura, o projecto do relatório foi transmitido a todas CERs reconhecidas pela UA (excepto a AMU). As CERs visitadas foram: COMESA, CEEAO, CEEAC, CENSAD, IGAD e EAC. A SADC não pôde ser visitada porque encontrava-se, na altura, a realizar a sua Cimeira anual, mas a Comissão procurou obter informações em estreita colaboração com a comunidade regional. 3. ABORDAGEM TEÓRICA DA INTEGRAÇÃO 3.1. INTEGRAÇÃO E SUAS ETAPAS 26. A integração económica é definida como a eliminação de barreiras económicas entre duas ou mais economias (Jacques Pelkmans). Uma barreira económica representa a demarcação, muitas vezes, fronteiras geográficas de um Estado, para o qual o fluxo de bens, mão-de-obra e capital são restringidos. A integração económica envolve a remoção de obstáculos as actividades económicas transfronteiriças nos domínios do comércio, circulação de mão-de-obra, serviços e de fluxo de capital. 5

14 27. Os Economistas identificam as várias etapas do processo de integração. Segundo Balassa (1962), a integração económica consiste em cinco etapas 1. Estas etapas são: zona de comércio livre, união aduaneira, mercado comum, união económica e completa união económica Bela Balassa identificou cinco formas básicas de que se pode revestir a integração. A primeira, menos complicada, consiste na criação de uma zona de comércio livre na qual as restrições tarifárias e quantitativas são eliminadas no comércio entre os Países membros, embora cada País retenha a estrutura das suas tarifas para os Estados não Membros. Ver Tabela 1 Tabela 1: Diferentes etapas da integração económica 1. Zona de Comércio Livre Integração dos mercados Eliminação de barreiras ao comércio Integração monetária Política comercial comum Integração das políticas económicas Circulação de factores de produção e bens financeiros Taxa cambial fixa ou moeda comum Políticas económicas comuns 2. União Aduaneira 3. Mercado Comum 4. União Monetária 5. União Económica e Monetária 1 Para mais informações veja: Bela Balassa, The Theory of Economic Integration (London: Allen and Unwin, 1962) at 2 [Balassa]. Balassa descreve as etapas como se segue: Numa zona de comércio livre, abolição de restrições tarifárias (quantitativas) entre os Países participantes mas, cada Estado mantém as suas próprias tarifas contra os Estados não Membros. Criar uma união aduaneira envolve além da supressão da discriminação no domínio da circulação das comodidades dentro da união, a paridade das tarifas no comércio com os Países não membros. A mais alta forma da integração é alcançar um Mercado comum, onde não só estão abolidas as restrições ao comércio como também as restrições ao factor circulação. Uma união económica, distinta do Mercado comum, combina com a supressão das restrições sobre comodidades e o factor circulação com algum grau de harmonização das políticas económicas nacionais de forma a remover a discriminação devida as disparidades nestas políticas. Finalmente, a total integração pressupõe a unificação monetária, fiscal, social, políticas disseminadoras e a criação de uma autoridade supranacional cujas decisões sejam aplicáveis nos Estados Membros. 2 Ibid 6

15 Fonte: G.Duthil and W. Marois (1997): Politiques économiques, éd. Ellipses; p 253, extracted by Kouassi N.R (2008). Integração do Mercado Integração Monetária Política de integração económica 1. Zona de comércio livre Eliminação de obstáculos ao comércio Política Comercial Comum Circulação dos factores, finanças e bens Taxa de câmbio fixa ou moeda comum Políticas económica comuns 2. União Aduaneira 3. Mercado Comum 4. União Monetária 5. União Económica Monetária e 29. Em segundo lugar: Uma união aduaneira segue à zona de comércio livre a igualização das tarifas pelos Estados Membros para as importações dos Estados não Membros (isto é, a implementação da Tarifa Externa Comum ou TEC). 30. Em terceiro lugar: Um Mercado comum inclui comércio livre de mercadorias entre os Estados Membros, uma TEC bem como a eliminação das restrições sobre a circulação dos factores de produção (mão-de-obra e capital) entre os Estados Membros. 31. Em quatro lugar: Uma União económica segue aos instrumentos do Mercado comum alguns níveis de harmonização das políticas económicas nacionais de forma a remover barreiras provocadas pelas anteriores disparidades entre os Estados Membros nestas políticas (por exemplo, a criação de um Banco Central com alguns poderes supranacionais). 32. Finalmente, uma integração económica total pressupõe a unificação monetária, fiscal, social e políticas disseminadoras e requer a criação da autoridade supranacional cujas decisões sejam aplicáveis nos Estados Membros (isto é por natureza a criação de uma federação política). Tabela 1: Cinco principais etapas da Integração Institucional Regional (Instrumento de Balassa) 7

16 Etapa 1. Zona de Comércio Livre (ZCL): uma zona na qual as tarifas e quotas são abolidas sobre as importações na zona dos Estados Membros. Contudo os Estados Membros retêm as tarifas e quotas contra terceiros. Exemplos são ASEAN e NAFTA; Etapa 2. União Aduaneira (UA): Uma ZCL cria tarifas e quotas (se for o caso) para o comércio entre os Estados não Membros. Como exemplo, a Comunidade Europeia, a partir de Etapa 3. Mercado comum (MC): Uma UA elimina as barreiras não tarifarias ao comércio (isto é, promove a integração dos mercados de bens e serviços) bem como as restrições à circulação dos factores de produção (isto é, promove a integração dos mercados de mão-de-obra e de capital). Exemplos são a Comunidade Andeana e a Comunidade Europeia a partir de 1993 (com a criação do Mercado Único Europeu). O MC já havia sido definido como objectivo pelo Tratado de Roma (Chamado quatro liberdades ). Etapa 4. União Económica (UEC): Um MC com um significativo nível de coordenação das políticas económicas nacionais e/ou das leis nacionais relevantes. Por exemplo, a União Europeia; e Etapa 5. Integração Económica Total (IET): Uma UEC com relevantes políticas económicas conduzidas ao nível supranacional, possível de acordo com o princípio de subsidiariedade. Com este objectivo, tanto as autoridades supranacionais como as leis supranacionais devem ser criadas. Por exemplo, a zona euro (que integra a partir de 2008, 15 dos 27 Membros da EU), a qual pode ser actualmente classificada algures entre uma UEC e uma IET. Contudo, algumas autoridades supranacionais e processo legislativo conjunto foram já criados pelo Tratado de Roma em 1957 e subsequentemente fortalecidos. Fonte: Balassa, ibid 33. Balassa acreditava que os mercados comuns supranacionais com a sua livre circulação transfronteiriça dos factores económicos, naturalmente gera procura de futura integração, não apenas económica (via uniões monetárias) mas também política e assim, as comunidades económicas naturalmente evolui para uniões políticas a qualquer momento. No geral a teoria de Balassa reconheceu as seguintes modalidades: Zona de comércio livre, União aduaneira, Mercado comum, União económica e uma completa integração económica VANTAGENS DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA 34. O objectivo principal da integração económica é o aumento do comércio em todo o mundo. Existem outras vantagens associadas com este conceito. Eis algumas: a) Criação de oportunidades para o comércio: Todos os Países que seguem a via de integração económica têm uma considerável larga variedade de bens e serviços dos quais podem escolher. A entrada para a integração económica 8

17 ajuda a adquirir bens e serviços a mais baixo custo. Isto resulta da remoção de barreiras ao comércio, da redução ou complete remoção das tarifas. A redução de despesas e a baixa de preços permite economizar muito dinheiro livre com Países os quais podem ser usados para adquirir mais bens e serviços. Os Países Membros têm: (a) mais extensa selecção de bens e serviços não previamente disponíveis; (b) possibilidade de adquirir bens e serviços a custos mais baixos após as barreiras comerciais devido a tarifas mais baixas ou a remoção de tarifas (c) possibilidade de encorajar mais comércio entre os Países Membros e a diferença do dinheiro dispendido com bens e serviços mais baratos pode ser usada para comprar mais produtos e serviços. b) Oportunidades de emprego As várias opções disponíveis de integração económica ajuda a liberalizar e encorajar o comércio. Isto provoca expansão no Mercado devido ao grande capital investido na economia do País. Isto cria mais oportunidades para emprego de pessoas de toda a parte do mundo. Eles se movimentam assim de uma parte do mundo a outra a procura de emprego ou na perspectiva de melhor ser pago. Tal como a integração económica encoraja a liberalização do comércio e conduz a expansão do Mercado, mais investimento para o país e maior difusão da tecnologia faz criar mais oportunidades de emprego para as pessoas se deslocarem de um País a outro para encontrar emprego ou melhores salários. Por exemplo: as indústrias que requerem a maioria de mão-de-obra não qualificada tendem a transferir a produção para os Países com salário mais baratos no quadro de uma cooperação regional. c) Benefícios para o Mercado financeiro A integração económica é extremamente benéfica aos mercados financeiros pois se revela fácil obter empréstimos a juros baixos. Isto porque a liquidez de capital dos maiores mercados de capital aumenta e a consequente diversificação reduz os riscos associados aos grandes investimentos. d) Aumento de Investimento Estrangeiro Directo A integração económica ajuda a aumentar o montante de dinheiro em investimento estrangeiro directo (IED). Desde que uma sociedade inicia um IED, através de novas operações ou fusão, controlo de gestão e aquisição, ela transforma-se numa empresa internacional. Os Países de maior economia ou que estão geograficamente mais próximos dos maiores na Região podem obter maior aumento de IED como resultado de parcerias mais do que aqueles Países que têm economia de menor escala ou estão situados na periferia. Contudo, em média, todos os Países nos sete agrupamentos regionais chaves beneficiaram de um IED adicional através da regionalização. e) Integração Política. Os Países que constituem a integração económica formam grupos e têm maior influência política comparativamente com a criada por uma única nação. Integração é uma estratégia vital para contornar os 9

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