Terceira Publicação Comissão da União Africana Julho 2011

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Terceira Publicação Comissão da União Africana Julho 2011"

Transcrição

1 2011 Terceira Publicação Comissão da União Africana Julho

2 SUMÁRIO AGRADECIMENTOS RECONHECIMENTO SUMÁRIO INTRODUÇÃO HISTÓRICO METODOLOGIA ABORDAGEM TEÓRICA DA INTEGRAÇÃO INTEGRAÇÃO E SUAS ETAPAS vantagens da integração económica abordagem africana da integração ESTATUTO POR COMUNIDADE ECONÓMICA REGIONAL COMUNIDADE ECONÓMICA DOS ESTADOS DA ÁFRICA OCIDENTAL (CEDEAO) Objectivos Actividades e evolução estado das actividades desafios perspectiva mercado comum da áfrica austral e oriental (COMESA) Objectivos do COMESA Actividades e evolução realizações desafios perspectivas comunidade económica dos estados da áfrica central (CEEAC/ECCAS) Objectivos da CEEAC actividades e evolução

3 4.3.3 realizações Desafios perspectivas comunidade de desenvolvimento da África austral (SADC) Objectivos DA SADC actividades e evolução realizações desafios perspectivas autoridade intergovernamental para o desenvolvimento (IGAD) objectivos da IGAD actividades e evolução realizações desafios perspectivas comunidade dos estados do SAHEL-SAHARIANO (CEN-SAD) objectivos da CEN-SAD actividades e realizações realizações desafios perspectivas comunidade da áfrica oriental (EAC) objectivos actividades e evolução actividades desafios perspectivas

4 5. Actividades ao nível continental programa de desenvolvimento de infra-estruturas em áfrica (pida) programa abrangente de desenvolvimento da agricultura em áfrica (CAADP) instituições financeiras banco africano de investimento banco central africano fundo monetário africano carta africana das estatísticas (ACS) e estratégia para a harmonização das estatísticas em áfrica (SHASA) histórico e fundamento carta africana das estatísticas estratégia para harmonização das estatísticas em áfrica (SHaSA) carta africana sobre a democracia recursos humanos, ciência e tecnologia educação ciência e tecnologia programa para a juventude análise comparativa dos resultados atingidos estado de realizações da comunidade económica africana (CEA) tabela 5. estado das comunidades económicas regionais estado actual das comunidades económicas regionais harmonização e cooperação das actividades entre as Cers desafios recomendações conclusão BIBLIOGRAFIA

5 RECONHECIMENTO A Comissão gostaria agradecer a todas Comunidades Económicas Regionais (CERs) e todos aqueles os quais consentiram imensuráveis esforços que permitiram a equipa da Comissão produzir este documento. Ponto Focal: Islam Swaleh 5

6 ACRONIMOS E ABREVISTURAS ACHPR AEC BAD AMU/UMA APSA ATI Tribunal Africano dos Direitos do Homem e dos Povos Comunidade Económica Africana Banco Africano de Desenvolvimento União Árabe do Mágrebe Arquitectura Africana de Paz e Segurança Agência Africana de Seguro para o comércio ACHPR AEC BAD AMU/UMA APSA ATI AVAL CAADP CASSOA CEN-SAD CET CEWARN CIPRES COMAI COMESA Tribunal Africano dos Direitos do Homem e dos Povos Comunidade Económica Africana Banco Africano de Desenvolvimento União Árabe do Mágrebe Arquitectura Africana de Paz e Segurança Agência Africana de Seguros do Comércio Mais-valia para o coiro africano Programa Exaustivo de Desenvolvimento da Agricultura em África Agência de fiscalização da tranquilidade e segurança na Aviação Civil Comunidade dos Estados do Sahel-Sahariano Tarifa Externa Comum, Mecanismo de Alerta Prévia de Conflitos e de Resposta Conferência Inter-africana sobre Segurança Social Conferência dos Ministros Africanos Responsáveis pela Integração Mercado Comum dos Países Africanos do Leste e Austral 6

7 CTN DLCO DMC DMCH DMCN RDC EAC EBID CEEAC ECOSOCC CEEAO FANR ICAO ICPAC IGAD IGMOU ISRT ITP LLPI LVFO MERECP NRM OHADA OIE RETOSA Nomenclatura Tarifaria Comum Organização de Controlo dos Gafanhotos do Deserto Centro de Monitorização da Seca Centro de Monitorização da Seca, Harare Centro de Monitorização da Seca, Nairobi República Democrática do Congo Comunidade Económica do Leste Banco da CEEAO para Investimento e Desenvolvimento Comunidade Económica dos Estados da África Central Conselho Económico, Social e Cultural Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental Recursos Naturais, Agrícolas e Alimentares Organização Internacional de Aviação Civil Centro do IGAD de Previsão Meteorológica e Aplicação para Monitorização Autoridade Inter-governamental para Desenvolvimento Memorando Inter-governamental de Entendimento Transito Inter-governamental das Estradas Processo Institucional de Transformação Instituto do Coiro e Produtos Derivados Organização da Pesca dos Grandes Lagos Programa Regional de Conservação do Ecossistema do Monte Elgon Gestão dos Recursos Naturais Organização para Harmonização da Lei Comercial em África Organização da Saúde Animal Organização Regional de Turismo da África Austral 7

8 SADC SAPP SPA SYSCOA TAZARA UNECA Comunidade de Desenvolvimento da África Austral Centro Energético da África Austral Programa de Acção da África Austral Sistema de Contabilidade da África Austral Autoridade Tanzânia - Zâmbia dos Caminhos de Ferro Comissão Económica das Nações Unidas para África ACNUR Alto Comissariados das Nações Unidas para Refugiados WABA WAGP WAHO Associação dos Banqueiros da África Ocidental Gasoduto da África Ocidental Organização da Saúde da África Ocidental WAMA Agência Monetária da África Ocidental WAMI Instituto monetário da África Ocidental WAPP Westcor WRCU WRM Centro Energético da África Ocidental Projecto do Corredor Ocidental Unidade de Coordenação dos Recursos Aquáticos Gestão dos Recursos Aquáticos WTM Mercado Mundial de Viagens ZAMCOM Comissão dos Cursos de Água do Zambezi 8

9 1. SUMÁRIO 1. O Tratado de Abuja lança a base para a criação da Comunidade Económica Africana (AEC), na qual as economias dos Estados Membros da UA estarão completamente integradas. O objectivo da AEC é o de transformar as cinquenta e três economias da África numa única união económica e monetária com moeda comum, livre circulação de capital e de trabalho. É desejo da liderança do continente, tal como estipulado no Acto Constitutivo que haja um Banco Central Africano, um Fundo Monetário Africano e um Banco Africano de Investimento quando a AEC estiver completamente operacional. Isto pressupõe que a África, unidade, caminhe através de todas as etapas de integração. As CERs, as quais constituem os pilares da AEC, integrarão nesta fase os seus programas num único. 2. Não obstante os progressos atingidos pelos Estados Membros no domínio da cooperação económica, a criação da AEC está dificultada pelos desafios da governação política, económica e social nalgumas partes do continente. 3. Desde o inicio, a Comunidade Económica Africana (AEC) foi concebida para construção gradual a ser concretizada em seis etapas. Actualmente a AEC está na Terceira etapa do processo, a qual requer a criação de uma Zona de Comércio Livre (ZCL) e de uniões aduaneiras em cada um dos blocos até Contudo, o actual processo de criação das diferentes ZCL e das uniões aduaneiras varia consideravelmente no contexto das oito CERs reconhecidas pela União Africana (UA). 4. Relativamente as uniões aduaneiras, existe maior variabilidade em termos de resultados esperados porque este tipo de acordo requer a aprovação de uma tarifa externa comum (TEC). No caso da CENSAD e do IGAD, o processo estagnou enquanto o da CEEAO está progredindo lentamente. 5. A Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e a SADC estão na etapa mais preliminar, preconizando a criação das suas respectivas uniões aduaneiras até Entretanto, a COMESA e a EAC lançaram com êxito as suas uniões aduaneiras. A COMESA lançou a sua união aduaneira em Junho de 2009 e a sua implementação está programada para um período de três anos. A União Aduaneira da EAC está em pleno crescimento. 6. A maior progressão foi a decisão para promover um projecto de longa duração conducente a criação de uma ZLC entre três CERs, nomeadamente COMESA, EAC e abrangendo 26 Países africanos. Os esforços de harmonização da agenda regional da SADC, COMESA, EAC e SADC estão em curso o que demonstra o interesse partilhado de maior solidez entre as diferentes CERs. Esta evolução é particularmente crucial para os países que são simultaneamente Membros da COMESA e da SADC, os quais poderão enfrentar problemas mais complexos a partir do momento em que a união aduaneira da SADC se tornar operacional em termos de compatibilidade com as exigências das uniões aduaneiras da COMESA e da SADC. 1

10 7. Por último, a EAC lançou o seu Mercado Comum, o qual assegurará a livre circulação de bens e serviços, mobilidade dos trabalhadores bem como a circulação de capital e o direito de estabelecimento a partir de Julho de 2010, a ser seguido por uma União Monetária em Estas inovações também requererão considerável coordenação, harmonização e convergência de esforços entre as três partes. 8. Pese embora o facto de algumas CERs terem celebrado protocolos sobre a livre circulação de pessoas, bens e serviços, o processo de implementação nalguns Estados Membros é muito lento. Por outro lado, nalgumas CERs que atingiram a ZCL, existem alguns Estados Membros que não implementaram o Protocolo da ZCL. Na verdade, a paz e segurança são os prés requisitos para o desenvolvimento e crescimento económico de qualquer região. A UA criou uma Arquitectura Africana de Paz e Segurança em África. Um dos principais pilares desta Arquitectura é a criação de um sistema continental de alerta prévia, o qual as CERs podem adoptar de forma a prevenir futuros conflitos aos níveis regional e continental. 9. As Comunidades Económicas Regionais devem se posicionar em bloco dentro da visão extra continental. O esforço consentido pela COMESA, SADC e EAC na Cimeira Tripartida, realizada Outubro de 2008, em Campala, para criar uma única ZCL é recomendável porquanto contribuirá para mais breve materialização da AEC. Contudo, a criação da AEC coloca um desafio tanto mais não ser certo que a criação da União Aduaneira Continental esteja concluída até A importância do tempo e a sequência destas actividades são cruciais para o sucesso destas iniciativas. 10. Os esforços de desenvolvimento do continente estão também cativeiros de numerosos desafios, proeminentemente entre as quais as pandemias do HIV/SIDA, malária e tuberculose que representam ameaças sérias ao desenvolvimento humano. A actual crise económica global coloca os seus próprios desafios bem como a criação de oportunidades conducentes a integração económica regional em África. Numa palavra, isto poderá desembocar numa desaceleração das actividades comerciais e económicas e adversamente afectar as receitas dos Estados Membros, enquanto por outro lado, poderá forçar os Países africanos a promover mais o comércio entre eles e enveredar por um mais alto volume de transacções, facilitando assim o processo de integração. Os Estados Membros que integram as diferentes CERs têm dificuldades em implementar as actividades abrangentes no mesmo domínio. Isto provoca a duplicação de programas e dispersão dos recursos entre outros. 11. Dado ao estado actual do processo de integração em África, algumas recomendações são feitas neste relatório, as quais, caso implementada, poderão ajudar a enfrentar positivamente os desafios. Uma significativa recomendação é que o sucesso de qualquer processo de integração depende em grande medida, do compromisso dos Estados Membros em implementar as suas decisões, tratados e protocolos. A incapacidade dos Estados Membros em implementar os protocolos celebrados reside, em parte, a falta de vontade política pois alguns, talvez não discerniram as vantagens susceptíveis de tirar da integração regional. Este estado de coisas tem protelado a agenda 2

11 da integração. É merecedor enfatizar que as CERs não alternativa se não se comprometerem de forma a partilhar as boas práticas, considerando uma visão transfronteiriça da integração continental. 12. Actualmente, a Comissão da União Africana em estreita colaboração com a CERs identificou projectos prioritários a serem implementados num período específico relativamente ao programa Mínimo de Integração (PMI), adoptado como um instrumento dinâmico da estratégia continental em Yaoundé, Camarões em Isto sublinha a necessidade de racionalizar os recursos e de harmonizar as actividades e programas das Comunidades Económicas Regionais (CERs). O PMI é compatível com a visão transfronteiriça, nomeadamente a realização da Comunidade Económica Africana (AEC), preconizada no Tratado de Abuja e no Acto constitutivo da União Africana. 2. INTRODUÇÃO 2.1 ANTECEDENTES 13. A integração regional em África foi sempre o principal objectivo dos Países africanos desde a criação da então Organização da Unidade Africana (OUA). Grande número de declarações foi feito pelos Estados Membros para impulsionar o processo de integração em África. De igual modo, o Tratado de Abuja, o Plano de Acção de Lagos, o Fórum Africano do Sector Privado, entre ouros, enfatizaram a necessidade de promover a integração regional em África. 14. O Tratado de Abuja, assinado em 3 de Junho de 1991 e entrado em vigor em 12 de Maio de 1994 estipula que os Estados Africanos deverão consentir esforços para fortalecer as Comunidades Económicas Regionais (CERs), particularmente na coordenação, harmonização e na progressiva integração das suas actividades de forma a permitir a criação da Comunidade Económica Africana, a qual se tornará operacional durante um período de transição de 34 anos, subdivididos em seis etapas distintas. Resumidamente, os objectivos maiores foram, entre outros, os de promover o desenvolvimento económico, social e cultural e a integração das economias africanas de força a fortalecer a auto confiança económica bem como promover um desenvolvimento endógeno e auto sustentado e coordenar e harmonizar as políticas entre as existentes e futuras comunidades económicas como forma de encorajar a criação da Comunidade. 15. Em 9 de Setembro de 1999, os Chefes de Estado e de Governos da então OUA aprovaram uma Declaração (Declaração de Syrte) apelando para a criação da União Africana com o objectivo, inter alia, de acelerar o processo de integração no continente para permitir-lhe jogar o papel de direito na economia global e ao mesmo tempo tratar dos multifacetados problemas políticos, económicos e sociais tais como caracterizados nos certos aspectos da globalização. 16. Durante a Segunda e Terceira Conferências dos Ministros Africanos da Integração, realizadas em Kigali em Junho de 2007 e Abidjan 2008, respectivamente, várias recomendações foram aprovadas, nomeadamente: 3

12 Necessidade para a Comissão de, em estreita colaboração com outros interessados, rever o Tratado de Abuja, tomando em consideração a Declaração de Syrte; Necessidade para a Comissão de elaborar o Programa Mínimo da Integração (PMI) em colaboração com as CERs; Necessidade da Comissão de coordenar as actividades das CERs bem como de harmonizar as políticas e programas enquanto estratégia chave para reforçar o processo de racionalização; Necessidade de encorajar e promover a livre circulação de pessoas, bens capital e serviços entre e em todas as CERs de forma a conduzir com êxito a integração acelerada da integração; 17. Até a data, quatro reuniões foram realizadas: a primeira de 30 a 31 de Março de 2006 em Ouagadougou, Burkina Faso; a segunda de 26 a 27 de Julho de 2007 em Kigali, Ruanda e a Terceira realizada de 19 a 23 de Maio de 2008 em Abidjan, Côte d Ivoire. A quarta reunião teve lugar entre 4 e 8 de Maio de 2009 em Yaoundé, Camarões sob o tema: Parceria e Integração em África. 18. Como parte do processo de avaliação da implementação do Programa de Integração Económica da África de conformidade com o Tratado que criou a Comunidade Económica Africana, a Comissão da União Africana (CUA) realizou a primeira e a segunda avaliações em 2008 e 2009 respectivamente. Os relatórios das avaliações foram apresentados e discutidos durante a Terceira e Quarta Conferências dos Ministros Africanos da Integração, realizadas em Abidjan, Côte d Ivoire de 22 a 23 de Maio de 2008 e de 7 a 8 de Maio de 2009 respectivamente. Além disto, ambos relatórios foram endossados pela Assembleia da UA. 19. A CUA está neste momento preparando o terceiro relatório em estreita colaboração com as CERs sobre o estatuto da integração em África (SIA II). Este relatório contém informações sobre o processo de implementação da integração tal como previsto no Tratado de Abuja. Esta é a forma de assistir os decisores políticos do continente e de dar algumas ideias de como acelerar a integração política e económica do continente. 20. O objectivo deste estudo foi o de rever o processo de integração através da revisão do Tratado de Abuja com vista a mais rápida criação da Comunidade Económica Africana (AEC). É neste contexto que a União Africana tenta encorajar a harmonização das CERs e avaliar quanto evoluíram na facilitação dos seus programas. Este relatório destina-se também a criar consciência através da troca de informações entre todas as CERs de forma a partilhar as melhores práticas entre elas na solução de dificuldades e, do mesmo modo, impulsionar o processo de integração. 21. Ele contém informações sobre as actividades e progressos das CERs, o estado de implementação dos programas de cada CER, baseado nos objectivos fixados pelas 4

13 mesmas nas seguintes áreas: Zona de Comércio Livre; União Aduaneira, União Monetária e União Económica. Ele analisa os progressos nas suas actividades bem como os desafios encontrados. Ele também compara os progressos com os do ano passado. Além disto, dá uma visão geral do processo de harmonização entre as CERs, tomando em consideração os desafios que enfrentam. Finalmente, ele contém recomendações sobre as vias a seguir. 2.2 METODOLOGIA 22. A seguinte metodologia foi usada para avaliar o estado de implementação das Comunidades Económicas Regionais (CERs). 23. O estudo foi conduzido através de investigações e de missões in loco. A abordagem adoptada consistiu nas consultas e discussões com as Comunidades Económicas Regionais. A Comissão preparou um questionário baseado nos progressos derivados das actividades e sectores a partir de A Comissão visitou igualmente as CERs e entabulou discussões com os seus vários Departamentos sobre o conjunto das actividades das CERs, seus progressos bem como as dificuldades e constrangimentos encontrados durante a implementação dos seus objectivos bem como o Tratado que cria a Comunidade Económica Africana. 24. Investigações complementares também foram realizadas através de várias fontes, tais como nas bibliografias e alguns documentos relativas as actividades da cada CER. Neste sentido, entre outros, foram usados os seguintes documentos: Estatuto da Integração em África, Tratado de Abuja, Racionalização das Comunidades Económicas Regionais (CERs), Revisão do Tratado de Abuja e Adopção do Programa da Integração, Relatórios do Comité de Coordenação da UA/CERs/CEA e BAD bem como o Acto Constitutivo da União Africana. 25. Em termos de cobertura, o projecto do relatório foi transmitido a todas CERs reconhecidas pela UA (excepto a AMU). As CERs visitadas foram: COMESA, CEEAO, CEEAC, CENSAD, IGAD e EAC. A SADC não pôde ser visitada porque encontrava-se, na altura, a realizar a sua Cimeira anual, mas a Comissão procurou obter informações em estreita colaboração com a comunidade regional. 3. ABORDAGEM TEÓRICA DA INTEGRAÇÃO 3.1. INTEGRAÇÃO E SUAS ETAPAS 26. A integração económica é definida como a eliminação de barreiras económicas entre duas ou mais economias (Jacques Pelkmans). Uma barreira económica representa a demarcação, muitas vezes, fronteiras geográficas de um Estado, para o qual o fluxo de bens, mão-de-obra e capital são restringidos. A integração económica envolve a remoção de obstáculos as actividades económicas transfronteiriças nos domínios do comércio, circulação de mão-de-obra, serviços e de fluxo de capital. 5

14 27. Os Economistas identificam as várias etapas do processo de integração. Segundo Balassa (1962), a integração económica consiste em cinco etapas 1. Estas etapas são: zona de comércio livre, união aduaneira, mercado comum, união económica e completa união económica Bela Balassa identificou cinco formas básicas de que se pode revestir a integração. A primeira, menos complicada, consiste na criação de uma zona de comércio livre na qual as restrições tarifárias e quantitativas são eliminadas no comércio entre os Países membros, embora cada País retenha a estrutura das suas tarifas para os Estados não Membros. Ver Tabela 1 Tabela 1: Diferentes etapas da integração económica 1. Zona de Comércio Livre Integração dos mercados Eliminação de barreiras ao comércio Integração monetária Política comercial comum Integração das políticas económicas Circulação de factores de produção e bens financeiros Taxa cambial fixa ou moeda comum Políticas económicas comuns 2. União Aduaneira 3. Mercado Comum 4. União Monetária 5. União Económica e Monetária 1 Para mais informações veja: Bela Balassa, The Theory of Economic Integration (London: Allen and Unwin, 1962) at 2 [Balassa]. Balassa descreve as etapas como se segue: Numa zona de comércio livre, abolição de restrições tarifárias (quantitativas) entre os Países participantes mas, cada Estado mantém as suas próprias tarifas contra os Estados não Membros. Criar uma união aduaneira envolve além da supressão da discriminação no domínio da circulação das comodidades dentro da união, a paridade das tarifas no comércio com os Países não membros. A mais alta forma da integração é alcançar um Mercado comum, onde não só estão abolidas as restrições ao comércio como também as restrições ao factor circulação. Uma união económica, distinta do Mercado comum, combina com a supressão das restrições sobre comodidades e o factor circulação com algum grau de harmonização das políticas económicas nacionais de forma a remover a discriminação devida as disparidades nestas políticas. Finalmente, a total integração pressupõe a unificação monetária, fiscal, social, políticas disseminadoras e a criação de uma autoridade supranacional cujas decisões sejam aplicáveis nos Estados Membros. 2 Ibid 6

15 Fonte: G.Duthil and W. Marois (1997): Politiques économiques, éd. Ellipses; p 253, extracted by Kouassi N.R (2008). Integração do Mercado Integração Monetária Política de integração económica 1. Zona de comércio livre Eliminação de obstáculos ao comércio Política Comercial Comum Circulação dos factores, finanças e bens Taxa de câmbio fixa ou moeda comum Políticas económica comuns 2. União Aduaneira 3. Mercado Comum 4. União Monetária 5. União Económica Monetária e 29. Em segundo lugar: Uma união aduaneira segue à zona de comércio livre a igualização das tarifas pelos Estados Membros para as importações dos Estados não Membros (isto é, a implementação da Tarifa Externa Comum ou TEC). 30. Em terceiro lugar: Um Mercado comum inclui comércio livre de mercadorias entre os Estados Membros, uma TEC bem como a eliminação das restrições sobre a circulação dos factores de produção (mão-de-obra e capital) entre os Estados Membros. 31. Em quatro lugar: Uma União económica segue aos instrumentos do Mercado comum alguns níveis de harmonização das políticas económicas nacionais de forma a remover barreiras provocadas pelas anteriores disparidades entre os Estados Membros nestas políticas (por exemplo, a criação de um Banco Central com alguns poderes supranacionais). 32. Finalmente, uma integração económica total pressupõe a unificação monetária, fiscal, social e políticas disseminadoras e requer a criação da autoridade supranacional cujas decisões sejam aplicáveis nos Estados Membros (isto é por natureza a criação de uma federação política). Tabela 1: Cinco principais etapas da Integração Institucional Regional (Instrumento de Balassa) 7

16 Etapa 1. Zona de Comércio Livre (ZCL): uma zona na qual as tarifas e quotas são abolidas sobre as importações na zona dos Estados Membros. Contudo os Estados Membros retêm as tarifas e quotas contra terceiros. Exemplos são ASEAN e NAFTA; Etapa 2. União Aduaneira (UA): Uma ZCL cria tarifas e quotas (se for o caso) para o comércio entre os Estados não Membros. Como exemplo, a Comunidade Europeia, a partir de Etapa 3. Mercado comum (MC): Uma UA elimina as barreiras não tarifarias ao comércio (isto é, promove a integração dos mercados de bens e serviços) bem como as restrições à circulação dos factores de produção (isto é, promove a integração dos mercados de mão-de-obra e de capital). Exemplos são a Comunidade Andeana e a Comunidade Europeia a partir de 1993 (com a criação do Mercado Único Europeu). O MC já havia sido definido como objectivo pelo Tratado de Roma (Chamado quatro liberdades ). Etapa 4. União Económica (UEC): Um MC com um significativo nível de coordenação das políticas económicas nacionais e/ou das leis nacionais relevantes. Por exemplo, a União Europeia; e Etapa 5. Integração Económica Total (IET): Uma UEC com relevantes políticas económicas conduzidas ao nível supranacional, possível de acordo com o princípio de subsidiariedade. Com este objectivo, tanto as autoridades supranacionais como as leis supranacionais devem ser criadas. Por exemplo, a zona euro (que integra a partir de 2008, 15 dos 27 Membros da EU), a qual pode ser actualmente classificada algures entre uma UEC e uma IET. Contudo, algumas autoridades supranacionais e processo legislativo conjunto foram já criados pelo Tratado de Roma em 1957 e subsequentemente fortalecidos. Fonte: Balassa, ibid 33. Balassa acreditava que os mercados comuns supranacionais com a sua livre circulação transfronteiriça dos factores económicos, naturalmente gera procura de futura integração, não apenas económica (via uniões monetárias) mas também política e assim, as comunidades económicas naturalmente evolui para uniões políticas a qualquer momento. No geral a teoria de Balassa reconheceu as seguintes modalidades: Zona de comércio livre, União aduaneira, Mercado comum, União económica e uma completa integração económica VANTAGENS DA INTEGRAÇÃO ECONÓMICA 34. O objectivo principal da integração económica é o aumento do comércio em todo o mundo. Existem outras vantagens associadas com este conceito. Eis algumas: a) Criação de oportunidades para o comércio: Todos os Países que seguem a via de integração económica têm uma considerável larga variedade de bens e serviços dos quais podem escolher. A entrada para a integração económica 8

17 ajuda a adquirir bens e serviços a mais baixo custo. Isto resulta da remoção de barreiras ao comércio, da redução ou complete remoção das tarifas. A redução de despesas e a baixa de preços permite economizar muito dinheiro livre com Países os quais podem ser usados para adquirir mais bens e serviços. Os Países Membros têm: (a) mais extensa selecção de bens e serviços não previamente disponíveis; (b) possibilidade de adquirir bens e serviços a custos mais baixos após as barreiras comerciais devido a tarifas mais baixas ou a remoção de tarifas (c) possibilidade de encorajar mais comércio entre os Países Membros e a diferença do dinheiro dispendido com bens e serviços mais baratos pode ser usada para comprar mais produtos e serviços. b) Oportunidades de emprego As várias opções disponíveis de integração económica ajuda a liberalizar e encorajar o comércio. Isto provoca expansão no Mercado devido ao grande capital investido na economia do País. Isto cria mais oportunidades para emprego de pessoas de toda a parte do mundo. Eles se movimentam assim de uma parte do mundo a outra a procura de emprego ou na perspectiva de melhor ser pago. Tal como a integração económica encoraja a liberalização do comércio e conduz a expansão do Mercado, mais investimento para o país e maior difusão da tecnologia faz criar mais oportunidades de emprego para as pessoas se deslocarem de um País a outro para encontrar emprego ou melhores salários. Por exemplo: as indústrias que requerem a maioria de mão-de-obra não qualificada tendem a transferir a produção para os Países com salário mais baratos no quadro de uma cooperação regional. c) Benefícios para o Mercado financeiro A integração económica é extremamente benéfica aos mercados financeiros pois se revela fácil obter empréstimos a juros baixos. Isto porque a liquidez de capital dos maiores mercados de capital aumenta e a consequente diversificação reduz os riscos associados aos grandes investimentos. d) Aumento de Investimento Estrangeiro Directo A integração económica ajuda a aumentar o montante de dinheiro em investimento estrangeiro directo (IED). Desde que uma sociedade inicia um IED, através de novas operações ou fusão, controlo de gestão e aquisição, ela transforma-se numa empresa internacional. Os Países de maior economia ou que estão geograficamente mais próximos dos maiores na Região podem obter maior aumento de IED como resultado de parcerias mais do que aqueles Países que têm economia de menor escala ou estão situados na periferia. Contudo, em média, todos os Países nos sete agrupamentos regionais chaves beneficiaram de um IED adicional através da regionalização. e) Integração Política. Os Países que constituem a integração económica formam grupos e têm maior influência política comparativamente com a criada por uma única nação. Integração é uma estratégia vital para contornar os 9

P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5525849 Fax: (251-11) 5525855

P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5525849 Fax: (251-11) 5525855 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5525849 Fax: (251-11) 5525855 DOCUMENTO-SÍNTESE SOBRE A PROMOÇÃO DO COMÉRCIO INTRA- AFRICANO E ACELERAÇÃO

Leia mais

SEGUNDO FÓRUM DA UNIÃO AFRICANA SOBRE O DIREITO INTERNACIONAL E O DIREITO DA UNIÃO AFRICANA 11-12 de Novembro de 2013 ADIS ABEBA (ETIÓPIA)

SEGUNDO FÓRUM DA UNIÃO AFRICANA SOBRE O DIREITO INTERNACIONAL E O DIREITO DA UNIÃO AFRICANA 11-12 de Novembro de 2013 ADIS ABEBA (ETIÓPIA) LC10630 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 011-551 7700 Fax : 011-551 7844 website : www. africa-union.org SEGUNDO FÓRUM DA UNIÃO AFRICANA SOBRE

Leia mais

DECLARAÇÃO DE LUANDA

DECLARAÇÃO DE LUANDA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5525849 Fax: (251-11) 5525855 Website: www.africa-union.org SEGUNDA SESSÃO DA CONFERÊNCIA DOS MINISTROS

Leia mais

ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES. N Recomendação Estado de Implementação Desafios. Comissão da União Africana

ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES. N Recomendação Estado de Implementação Desafios. Comissão da União Africana Comissão da União Africana 1. Solicitar à CUA para que organize, enquanto aguardar-se pela implementação plena das decisões pertinentes sobre a operacionalização dos Comités Técnicos Especializados (CTE),

Leia mais

Propriedade, Prestação de Contas e Sustentabilidade na Resposta de VIH/SIDA, Tuberculose e Malária em África: Passado, Presente e o Futuro

Propriedade, Prestação de Contas e Sustentabilidade na Resposta de VIH/SIDA, Tuberculose e Malária em África: Passado, Presente e o Futuro SA10179 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA CIMEIRA ESPECIAL DA UNIÃO AFRICANA SOBRE O VIH/SIDA, TUBERCULOSE E MALÁRIA 12-16 DE JULHO DE 2013 ABUJA, NIGÉRIA Tema: Propriedade, Prestação de Contas

Leia mais

Resumo do Relatório sobre a Implementação das Recomendações da COMAI V

Resumo do Relatório sobre a Implementação das Recomendações da COMAI V EA8213 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: 251-115-517 700 Ext. 205 Website: www.africa-union.org Resumo do Relatório sobre a Implementação das

Leia mais

A NOVA PARCERIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA ÁFRICA ( NEPAD )

A NOVA PARCERIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA ÁFRICA ( NEPAD ) CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE AFRICANA 8 DE JULHO DE 2002 Durban, ÁFRICA DO SUL AHG/235 (XXXVIII) ANEXO I A NOVA PARCERIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA ÁFRICA ( NEPAD

Leia mais

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde

Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Page 1 of 5 Discurso proferido pelo Sr. Dr. Carlos de Burgo por ocasião da tomada de posse como Governador do Banco de Cabo Verde Senhor Ministro das Finanças e Planeamento, Senhores Representantes do

Leia mais

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO Mercado Economico em Angola - 2015 Caracterização Geográfica de Angola Caracterização da economia Angolana Medidas para mitigar o efeito da redução do

Leia mais

Prevenir Conflitos, promover a integração CONFERÊNCIA DOS MINISTROS AFRICANOS RESPONSÁVEIS PELAS FRONTEIRAS

Prevenir Conflitos, promover a integração CONFERÊNCIA DOS MINISTROS AFRICANOS RESPONSÁVEIS PELAS FRONTEIRAS AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 517 700 Fax : 517844 website : www. africa-union.org CONFERÊNCIA DOS MINISTROS AFRICANOS RESPONSÁVEIS PELAS

Leia mais

Reforma institucional do Secretariado da SADC

Reforma institucional do Secretariado da SADC Reforma institucional do Secretariado da SADC Ganhamos este prémio e queremos mostrar que podemos ainda mais construirmos sobre este sucesso para alcançarmos maiores benefícios para a região da SADC e

Leia mais

Relatório de Monitorização da Implementação das Recomendações da Quarta Conferência de Ministros Africanos Responsáveis pela Integração (COMAI IV)

Relatório de Monitorização da Implementação das Recomendações da Quarta Conferência de Ministros Africanos Responsáveis pela Integração (COMAI IV) AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P. O. Box 3243 Telephone: 5517 700 Fax: 5511299 Website: www. africa-union.org Relatório de Monitorização da Implementação das Recomendações

Leia mais

Conferência da UA dos Ministros da Indústria - 20ª Sessão Ordinária

Conferência da UA dos Ministros da Indústria - 20ª Sessão Ordinária Conferência da UA dos Ministros da Indústria - 20ª Sessão Ordinária Acelerar a Industrialização em África no Âmbito da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 Reunião de Ministros 13-14 Junho de 2013 Pontos:

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 SA11715 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 MECANISMO REVISTO DE ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO

Leia mais

O IMPACTO DO DIREITO OHADA E DOS ACORDOS DA OMC NO DIREITO FISCAL SÃO-TOMENSE. Jaime de Oliveira

O IMPACTO DO DIREITO OHADA E DOS ACORDOS DA OMC NO DIREITO FISCAL SÃO-TOMENSE. Jaime de Oliveira O IMPACTO DO DIREITO OHADA E DOS ACORDOS DA OMC NO DIREITO FISCAL SÃO-TOMENSE Jaime de Oliveira 1 PLANO DA APRESENTAÇÃO I. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE: OHADA, OMC E DIREITO FISCAL SÃO-TOMENSE II. DIFICULDADES

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: 251-115-517 700 Ext. 255 Website: www.africa-union.org

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: 251-115-517 700 Ext. 255 Website: www.africa-union.org AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: 251-115-517 700 Ext. 255 Website: www.africa-union.org CONFERÊNCIA DA UNIÃO Décima-Nona Sessão Ordinária 15-16

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B6-0000/2007 nos termos do nº 5 do artigo

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 19.12.2007 C 308/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 5 de Dezembro de 2007 sobre o seguimento do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Leia mais

VERSÃO PRELIMINAR ACORDO INTERGOVERNAMENTAL SOBRE A REDE TRANSAFRICANA DE AUTOESTRADAS

VERSÃO PRELIMINAR ACORDO INTERGOVERNAMENTAL SOBRE A REDE TRANSAFRICANA DE AUTOESTRADAS VERSÃO PRELIMINAR ACORDO INTERGOVERNAMENTAL SOBRE A REDE TRANSAFRICANA DE AUTOESTRADAS ACORDO INTERGOVERNAMENTAL SOBRE A REDE TRANSAFRICANA DE AUTOESTRADAS PREÂMBULO Considerando o Ato Constitutivo da

Leia mais

Temas: Recomendações: Observações:

Temas: Recomendações: Observações: TI12653 CONFERÊNCIA DA UA DOS MINISTROS DA INDÚSTRIA (CAMI) Recomendações da 18 a Sessão Ordinária da Conferência dos Ministros da Indústria da UA (CAMI 18) a Nível de Altos Funcionários Durban, República

Leia mais

CPLP: Circulação de Pessoas, Bens, Capitais e Serviços. Prof. Doutor Esmeraldo de Azevedo Centro de Estudos Lusófonos

CPLP: Circulação de Pessoas, Bens, Capitais e Serviços. Prof. Doutor Esmeraldo de Azevedo Centro de Estudos Lusófonos Capitais e Serviços Prof. Doutor Esmeraldo de Azevedo Centro de Estudos Lusófonos 1. Como é do conhecimento, A CPLP apresenta-se como uma organização internacional, intergovernamental, caracterizada pela

Leia mais

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia,

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia, ANGOLA NO CONTEXTO DA INTEGRAÇAO ECONÓMICA REGIONAL 29 de Setembro, 2015 Intervenção do Doutor Paolo Balladelli, Representante Residente do PNUD em Angola Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro

Leia mais

RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 1º TRIMESTRE DE 2015

RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 1º TRIMESTRE DE 2015 RELATÓRIO DO RESUMO DA ALMA 1º TRIMESTRE DE 2015 Introdução A África alcançou um ponto de viragem crítico na sua luta contra a malária este ano à medida que objectivos, estratégias e planos globais e regionais

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Plano de Acção para a Cooperação Económica e Comercial (2007-2009) 2ª Conferência Ministerial, 2006

Leia mais

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE CRIAÇÃO DE EMPREGO NUM NOVO CONTEXTO ECONÓMICO 27-28 demarço de 2014, Maputo, Moçambique A conferência de dois dias dedicada ao tema Diálogo Nacional Sobre

Leia mais

África em busca de um futuro melhor: a União Africana

África em busca de um futuro melhor: a União Africana Leonardo Santos Simão * Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação da República de Moçambique 7 Introdução AO LONGO DOS TEMPOS, os povos africanos demonstraram sempre uma vontade firme de serem donos

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS I. INTRODUÇÃO O Governo apresentou ao Conselho Económico e Social o Projecto de Grandes Opções do Plano 2008 (GOP 2008) para que este Órgão, de acordo com

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

O Impacto das Doenças Não-Transmissíveis (DNT) e Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) no Desenvolvimento em África NOTA CONCEPTUAL

O Impacto das Doenças Não-Transmissíveis (DNT) e Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) no Desenvolvimento em África NOTA CONCEPTUAL SA9208 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Tele: +251-11-5517 700 Fax: +251-11-5517844 Website: www.au.int SEXTA SESSÃO DA CONFERÊNCIA DA UNIÃO AFRICANA DOS

Leia mais

TEMA: - DESAFIOS PARA O ACESSO INCLUSIVO E UNIVERSAL NOTA DE INFORMAÇÃO SOBRE A RESPOSTA AO ÉBOLA

TEMA: - DESAFIOS PARA O ACESSO INCLUSIVO E UNIVERSAL NOTA DE INFORMAÇÃO SOBRE A RESPOSTA AO ÉBOLA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: +251 11 551 7700 Fax: +251 115 182 072 Website: www.au.intwww.africa-youth.org PRIMEIRA REUNIÃO DO COMITÉ TÉCNICO

Leia mais

TICAD IV (28-30 de Maio de 2008)

TICAD IV (28-30 de Maio de 2008) TICAD IV (28-30 de Maio de 2008) TICAD (Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África) é um colóquio político para o Desenvolvimento de África, que o Japão iniciou em 1993 e conduziu

Leia mais

Promoção do Comércio Intra-Africano

Promoção do Comércio Intra-Africano AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 011-551 7700 Fax : 011-551 7844 website : www. africa-union.org CONFERÊNCIA DA UNIÃO DÉCIMA OITAVA SESSÃO 29-30

Leia mais

P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5525849 Fax: (251-11) 5525855 Website: www.africa-union.org

P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5525849 Fax: (251-11) 5525855 Website: www.africa-union.org AFRICAN UNION UNION AFRICAINE CONFERÊNCIA DA UNIÃO Vigésima Terceira Sessão Ordinária 26 27 de Junho de 2014 Malabo, GUINÉ EQUATORIAL UNIÃO AFRICANA P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11)

Leia mais

SESSÃO ESPECIAL DA COMISSÃO DE TRABALHO E ASSUNTOS SOCIAIS DA UNIÃO AFRICANA WINDHOEK, NAMÍBIA 23-25 DE ABRIL DE 2014 DOCUMENTO SÍNTESE

SESSÃO ESPECIAL DA COMISSÃO DE TRABALHO E ASSUNTOS SOCIAIS DA UNIÃO AFRICANA WINDHOEK, NAMÍBIA 23-25 DE ABRIL DE 2014 DOCUMENTO SÍNTESE SA11658 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: 251 11-551 7700 Fax: 251 11-551 7844 website : www.africa- union.org SESSÃO ESPECIAL DA COMISSÃO DE

Leia mais

Orientações Integradas para o Crescimento e Emprego (2005-2008)

Orientações Integradas para o Crescimento e Emprego (2005-2008) Orientações Integradas para o Crescimento e Emprego (2005-2008) ORIENTAÇÕES MACROECONÓMICAS 1. Garantir a estabilidade económica tendo em vista o crescimento sustentável 2. Preservar a sustentabilidade

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO ANO LECTIVO 2010/2011

FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO ANO LECTIVO 2010/2011 FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO ANO LECTIVO 2010/2011 1 1G203 - ECONOMIA INTERNACIONAL A regulação das trocas internacionais: do GATT à OMC 1.3 OMC: Objectivos e princípios. Perspectiva histórica da liberalização

Leia mais

Excelências Senhoras e Senhores,

Excelências Senhoras e Senhores, Excelência Sr. Blaise Campaoré - Presidente do Burkina Faso, Excelência Sr. Jean Ping, Presidente da Comissão da União Africana, Sr. Soumaila Cissé Presidente da Comissão Económica dos Estados da África

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

Introduzindo o Programa Compreensivo para o Desenvolvimento da Agricultura em África (CAADP) PARCEIROS DE APOIO DO CAADP

Introduzindo o Programa Compreensivo para o Desenvolvimento da Agricultura em África (CAADP) PARCEIROS DE APOIO DO CAADP Introduzindo o Programa Compreensivo para o Desenvolvimento da Agricultura em África (CAADP) PARCEIROS DE APOIO DO CAADP Agricultura e o CAADP: Uma Nova Visão para a África Se quisermos fazer com que a

Leia mais

Para Crescer Sustentadamente

Para Crescer Sustentadamente Preparar a Reestruturação da Dívida Para Crescer Sustentadamente Nenhuma estratégia de combate à crise poderá ter êxito se não conciliar a resposta à questão da dívida com a efectivação de um robusto processo

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

DOCUMENTO SÍNTESE 20º DIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO DE ÁFRICA

DOCUMENTO SÍNTESE 20º DIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO DE ÁFRICA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 5517700 Fax : 5517844 Website: www. africa-union.org AU/TD/AID.CN DOCUMENTO SÍNTESE 20º DIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO DA PRESIDENTE DA CUA SOBRE ACTIVIDADES RELACIONADAS COM A SAÚDE

RELATÓRIO DA PRESIDENTE DA CUA SOBRE ACTIVIDADES RELACIONADAS COM A SAÚDE SA9430 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P.O. Box 3243 Telephone: 5517 700 Fax: 5517844 www.africa-union.org CONFERÊNCIA DA UA DOS MINISTROS DA SAÚDE (CAMH6) Sexta Sessão

Leia mais

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP Intervenção do Secretário Executivo da CPLP Senhor Presidente, Senhores Ministros, Senhor Secretário de Estado do Turismo, Senhores Embaixadores Senhores Representantes

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25 ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL DE PROGRAMAS PESCAS NO.VA/NPCA/11/25 A União Africana (UA), estabelecida como órgão singular continental Pan-Africano, procura assegurar a vanguarda do processo da rápida integração

Leia mais

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar 2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar Nome: N.º: Classificação: Ass.Professor: GRUPO I Este grupo é constituído

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Conferência Regional sobre a Apatrídia na África Ocidental. Nota Conceitual

Conferência Regional sobre a Apatrídia na África Ocidental. Nota Conceitual Conferência Regional sobre a Apatrídia na África Ocidental Nota Conceitual 1. Introdução A apátrida não e um fenómeno recente. Ele é tão antigo quanto o conceito de nacionalidade. A apatrídia constitui

Leia mais

AFRICAN UNION UNION AFRICAINE. Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: (251 11) 5517700 Fax: (251 11) 5517844 website: www. africa union.

AFRICAN UNION UNION AFRICAINE. Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: (251 11) 5517700 Fax: (251 11) 5517844 website: www. africa union. AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: (251 11) 5517700 Fax: (251 11) 5517844 website: www. africa union.org CONFERÊNCIA DA UNIÃO AFRICANA Primeira

Leia mais

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org WG11036 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.org ANÚNCIO E CONVITE PARA APRESENTAÇÃO

Leia mais

NOTA CONCEPTUAL Rev.5

NOTA CONCEPTUAL Rev.5 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 517 700 Fax : 517844 website: www. africa-union.org SEGUNDO FÓRUM PAN-AFRICANO SOBRE A POSIÇÃO COMUM AFRICANA

Leia mais

POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL

POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIAP. O. Box 3243Telephone +251 11 5517 700 Fax : 00251 11 5517844 www.au.int POSIÇÃO COMUM AFRICANO SOBRE ACABAR COM O CASAMENTO INFANTIL

Leia mais

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011 ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE E O GOVERNO DA AUSTRÁLIA Novembro de 2011 Acordo de planeamento estratégico para o desenvolvimento Timor-Leste Austrália

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

Decreto n.º 15/2004 Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, adoptada em Estocolmo em 22 de Maio de 2001

Decreto n.º 15/2004 Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, adoptada em Estocolmo em 22 de Maio de 2001 Decreto n.º 15/2004 Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, adoptada em Estocolmo em 22 de Maio de 2001 Reconhecendo que os poluentes orgânicos persistentes possuem propriedades tóxicas, são

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

RELATÓRIO DO PRESIDENTE DA COMISSÃO SOBRE A 2ª CONFERÊNCIA DOS MINISTROS AFRICANOS RESPONSÁVEIS PELAS QUESTÕES FRONTEIRIÇAS

RELATÓRIO DO PRESIDENTE DA COMISSÃO SOBRE A 2ª CONFERÊNCIA DOS MINISTROS AFRICANOS RESPONSÁVEIS PELAS QUESTÕES FRONTEIRIÇAS AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia, P.O. Box: 3243 Tel.: (251-11) 5513 822 Fax: (251-11) 5519 321 Email: situationroom@africa-union.org, situationroom@ausitroom-psd.org

Leia mais

2.ª SESSÃO ORDINÁRIA DO COMITÉ TÉCNICO ESPECIALIZADO PARA JUVENTUDE, CULTURA E DESPORTO 13 17 DE JUNHO DE 2016 ADIS ABEBA, ETIÓPIA

2.ª SESSÃO ORDINÁRIA DO COMITÉ TÉCNICO ESPECIALIZADO PARA JUVENTUDE, CULTURA E DESPORTO 13 17 DE JUNHO DE 2016 ADIS ABEBA, ETIÓPIA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: +251 11 551 7700 Fax: +251 115182072 Website: www.au.int SA17218 76/76/9/10 2.ª SESSÃO ORDINÁRIA DO COMITÉ TÉCNICO

Leia mais

FUNDO NEPAD/ESPANHA PARA O EMPODERAMENTO DAS MULHERES AFRICANAS (O FUNDO)

FUNDO NEPAD/ESPANHA PARA O EMPODERAMENTO DAS MULHERES AFRICANAS (O FUNDO) FUNDO NEPAD/ESPANHA PARA O EMPODERAMENTO DAS MULHERES AFRICANAS (O FUNDO) SELECÇÃO PROVISÓRIA DOS PAÍSES ELEGÍVEIS PARA O FUNDO NO CONTEXTO DO 2º APELO PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS 24 DE NOVEMBRO DE 2010

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA 1/21 ANÁLISE DA ENVOLVENTE EXTERNA À EMPRESA... 3 1. Análise do Meio Envolvente... 3 2. Análise da Evolução do Mercado... 7 3. Análise da Realidade Concorrencial...

Leia mais

BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul MECANISMOS INTER-REGIONAIS BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul O que faz o BRICS? Desde a sua criação, o BRICS tem expandido suas atividades em duas principais vertentes: (i) a coordenação

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179.

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179. REGULAMENTO (CE) N.º 806/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Abril de 2004 relativo à promoção da igualdade entre homens e mulheres na cooperação para o desenvolvimento O PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

Saber mais. Comércio & Desenvolvimento

Saber mais. Comércio & Desenvolvimento Comércio & Desenvolvimento Saber mais O comércio tem sido um poderoso motor de crescimento para vários países, contribuindo para tirar milhões de pessoas de situações de pobreza. A política comercial da

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Profissionais Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA (2º ano de formação) Página 1 de 6 Competências Gerais Usar os conceitos

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a Migração no Mediterrâneo Ocidental Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Diálogo 5 + 5 Quinta Conferência Ministerial sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Conclusões da Presidência Nos dias 12 e 13 de Dezembro de 2006 teve lugar

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais Negócios Internacionais Capítulo 3.3 Integração da Economia Regional e Acordos Cooperativos International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Definir

Leia mais

Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Escola Básica e Secundária de Velas Ano Lectivo 2010/2011 MATRIZ DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Ao abrigo do Decreto-Lei N.º74/2004, de 26 de Março com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO DA SESSÃO MINISTERIAL

PROJECTO DE RELATÓRIO DA SESSÃO MINISTERIAL AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone: 517 700 Fax: 5130 36 website: www. www.au.int PRIMEIRA REUNIÃO DO COMITÉ TÉCNICO ESPECIALIZADO (CTE) DE COMUNICAÇÕES

Leia mais

I. Trabalho digno como resposta à crise

I. Trabalho digno como resposta à crise I. Trabalho digno como resposta à crise 1. A crise económica mundial e as suas consequências demonstram que o mundo está confrontado com a perspectiva de um aumento prolongado do desemprego, da pobreza

Leia mais

Encaminhado em 2013 para reduzir a incidência de malária em >75% até 2015 (vs. 2000)

Encaminhado em 2013 para reduzir a incidência de malária em >75% até 2015 (vs. 2000) P TRIMESTRE Introdução RELATÓRIO DE RESUMO DA ALMA: 2P o DE 205 No mês de Julho de 205, a Etiópia e a Comissão Económica das Nações Unidas para África vão ser os anfitriões da 3ª Conferência Internacional

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA

UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA S160/06 UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA Documento da Comissão e do SG/AR para o Conselho Europeu FAZER FACE AOS RISCOS EXTERNOS NO DOMÍNIO DA ENERGIA A UE

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal por Hossein Samiei Conselheiro, Departamento Europeu do FMI Conferência Sobre Reformas Estruturais no Contexto do Programa de

Leia mais

DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS

DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS Maria da Graça a Carvalho 5ª Universidade Europa Curia,, 28 Janeiro 2012 Conteúdo da Apresentação A Convenção para as Alterações Climáticas

Leia mais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais IMF Survey PERSPECTIVAS ECONÓMICAS REGIONAIS África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais Por Jesus Gonzalez-Garcia e Juan Treviño Departamento da África, FMI 24 de Abril de 2014

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO PARA O EMPREGO E ALÍVIO DA POBREZA

PLANO DE ACÇÃO PARA O EMPREGO E ALÍVIO DA POBREZA SA11757 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 PLANO DE ACÇÃO PARA O EMPREGO E ALÍVIO DA POBREZA Antecedentes/Introdução: 1. Em 2004,

Leia mais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório do Director Regional RESUMO

REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório do Director Regional RESUMO 15 de Junho de 2006 COMITÉ REGIONAL AFRICANO ORIGINAL: FRANCÊS Quinquagésima-sexta sessão Addis Abeba, Etiópia, 28 de Agosto - 1 de Setembro de 2006 REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório

Leia mais

ULTRAPASSAR A CRISE: UM PACTO GLOBAL PARA O EMPREGO. A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho,

ULTRAPASSAR A CRISE: UM PACTO GLOBAL PARA O EMPREGO. A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, ULTRAPASSAR A CRISE: UM PACTO GLOBAL PARA O EMPREGO A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Tendo ouvido os Chefes de Estado, os Vice-Presidentes, os Primeiros-Ministros assim como

Leia mais

OFFICE OF THE SPECIAL ENVOY OF THE SECRETARY-GENERAL FOR THE GREAT LAKES REGION

OFFICE OF THE SPECIAL ENVOY OF THE SECRETARY-GENERAL FOR THE GREAT LAKES REGION OFFICE OF THE SPECIAL ENVOY OF THE SECRETARY-GENERAL FOR THE GREAT LAKES REGION Comunicado da Conferência de Consulta Regional sobre as Oportunidades de Investimento no Sector Privado da Região dos Grandes

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens. http://ec.europa.eu/equalpay

Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens. http://ec.europa.eu/equalpay Acabar com as disparidades salariais entre mulheres e homens Resumo O que se entende por disparidades salariais entre mulheres e homens Por que razão continuam a existir disparidades salariais entre mulheres

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS XXI Encontro de Lisboa entre as Delegações dos Bancos Centrais dos Países de Língua Oficial Portuguesa à Assembleia Anual do FMI/BM Banco de Portugal 19 de Setembro de 2011 Intervenção do Ministro de Estado

Leia mais

22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43

22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43 22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43 IV (Actos adoptados, antes de 1 de Dezembro de 2009, em aplicação do Tratado CE, do Tratado da UE e do Tratado Euratom) DECISÃO DO CONSELHO de 27 de Novembro

Leia mais

TRIGÉSIMA PRIMEIRA SESSĂO DO COMITE INTERGOVERNAMENTAL DE PERITOS

TRIGÉSIMA PRIMEIRA SESSĂO DO COMITE INTERGOVERNAMENTAL DE PERITOS République du Congo TRIGÉSIMA PRIMEIRA SESSĂO DO COMITE INTERGOVERNAMENTAL DE PERITOS «Desenvolver a Indústria Florestal para a Transformação Estrutural das Económias da Àfrica Central» Brazzaville, Congo,

Leia mais

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR Prioridades Estratégicas Indústria Portuguesa Agro-Alimentar Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares XI LEGISLATURA 2009-2013 XVIII

Leia mais

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union.

UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P.O. Box 3243 Téléphone: 251115511092 Fax: 251115510154 Site Internet: www.africa-union. AFRICAN UNION UNION AFRICAINE PRIMEIRO PROJECTO DO CONVITE PARA A APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS SOBRE O TEMA: EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Ao abrigo das Decisões da Conferência da União Africana Assembly/AU/Dec.277(XVI)

Leia mais

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Nós, representantes democraticamente eleitos dos Parlamentos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique, Portugal,

Leia mais

O COMPROMISSO DE BRAZZAVILLE NO AVANÇO EM DIRECÇÃO AO ACESSO UNIVERSAL AO TRATAMENTO, CUIDADOS, APOIO E PREVENÇÃO DO VIH E SIDA EM ÁFRICA ATÉ 2010

O COMPROMISSO DE BRAZZAVILLE NO AVANÇO EM DIRECÇÃO AO ACESSO UNIVERSAL AO TRATAMENTO, CUIDADOS, APOIO E PREVENÇÃO DO VIH E SIDA EM ÁFRICA ATÉ 2010 O COMPROMISSO DE BRAZZAVILLE NO AVANÇO EM DIRECÇÃO AO ACESSO UNIVERSAL AO TRATAMENTO, CUIDADOS, APOIO E PREVENÇÃO DO VIH E SIDA EM ÁFRICA ATÉ 2010 Brazzaville, República do Congo 8 de Março de 2006 1.

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Adotado pela 24 os Estados Gerais em Malmö em 24 abril 2009

DECLARAÇÃO FINAL Adotado pela 24 os Estados Gerais em Malmö em 24 abril 2009 2 24 os ESTADOS GERAIS DO CONSELHO DOS MUNICÍPIOS E REGIÕES DA EUROPA «PRONTOS PARA O FUTURO? COMO É QUE SE PREPARAM OS PODERES LOCAIS E REGIONAIS DECLARAÇÃO FINAL Adotado pela 24 os Estados Gerais em

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04

ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04 ANÚNCIO DE VAGA: OFICIAL PRINCIPAL DE PROGRAMAS (ANALISTA NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO.VA/NPCA/11/04 A União Africana (UA), estabelecida como órgão singular continental Pan-Africano, procura assegurar

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 00251 11 5517 700 Fax : 00251 11 5517844 www.africa-union.org

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 00251 11 5517 700 Fax : 00251 11 5517844 www.africa-union.org SC7343 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 00251 11 5517 700 Fax : 00251 11 5517844 www.africa-union.org CONSELHO EXECUTIVO Vigésima Primeira Sessão

Leia mais