CIRCULAR INFORMATIVA GA/07/2010 SUMÁRIO. Assuntos Trabalhistas / Previdenciários RJ Assuntos Estaduais / Municipais ICMS Nacional...

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1 Rio de Janeiro, 18 de Junho de CIRCULAÇÃO DATA RUBRICA. Diretor/Sócio.. Contador.. Chefe D.P.. Chefe D.Fiscal.. Arquivo. CIRCULAR INFORMATIVA GA/07/2010 SUMÁRIO 1 Assuntos Federais pág Assuntos Trabalhistas / Previdenciários RJ Assuntos Estaduais / Municipais ICMS Nacional SP Assuntos Estaduais / Municipais Atenção: O conteúdo desta Circular Informativa poderá ser obtido no endereço eletrônico FUNDADOR: NELSON GORIN DIRETORES: J. ROBERTO FAVERO ILAN GORIN CRC-RJ Nº 176 Cadastro Especial de Auditores Independentes-CRC-RJ Nº 49 CNPJ MF / Insc. Mun

2 ASSUNTOS FEDERAIS FEDERAIS APRESENTAÇÃO COM CERTIFICAÇÃO DIGITIAL. De acordo com a Instrução Normativa RFB nº 1.036, de 01/06/2010, as declarações a seguir (dentre outras) somente poderão ser entregues mediante Certificação Digital: a) DCTF fatos geradores ocorridos a partir de maio/2010; b) DACON fatos geradores ocorridos a partir de maio/2010; c) Demonstrativo de Notas Fiscais (DNF) fatos geradores a partir de junho/2010 d) Escrituração Contábil Digital (ECD) para fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário de 2009; e) Dimob para fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário de 2010; f) DIRF para fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário de 2010; g) DBF (Declaração de Benefícios Fiscais, para fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário de 2010; h) DIMOF para fatos geradores ocorridos a partir de 1º (primeiro) semestre de O certificado Digital e-cpf ou e-cnpj é o documento eletrônico de identidade que certifica a autenticidade dos emissores e destinatários dos documentos e dados que trafegam numa rede de comunicação, bem assim assegura a privacidade e a inviolabilidade destes. 1.2 FEDERAIS DCTF NORMAS PARA APRESENTAÇÃO. De acordo com a Instrução Normativa RFB nº 974, de 27/11/2009 (DO.U de 30/11/2009, as pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive equiparadas, as imunes e as isentas, as autarquias e fundações da administração pública dos Estados, Distrito Federal e Municípios e órgãos públicos dos Poderes Executivo e Legislativo e Judiciário dos Estados e do Distrito Federal e dos Poderes Executivo, Legislativo dos Municípios, desde que constituam em unidades gestoras de orçamento, deverão apresentar, de forma centralizada, pela matriz, mensalmente, a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). Dispensa de Apresentação da DCTF Estão dispensadas da apresentação da DCTF, dentre outras: I as microempresas e as empresas de pequeno porte enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), instituído pela Lei 2

3 Complementar nº 123/2006, relativamente aos períodos abrangidos por esse sistema; II As pessoas que se mantiveram inativas durante todo o ano-calendário a que se referirem as DCTF; III os órgãos públicos da administração direta da União; IV as autarquias e as fundações públicas federais; e V as pessoas que não tenham débito a declarar. São também dispensadas da apresentação da DCTF, ainda que se encontrem inscritas no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou que tenham seus atos constitutivos registrados em Cartório ou Juntas Comerciais: I os condomínios de edifícios; III os consórcios de empregadores; XII as incorporações imobiliárias objeto de opção pelo Regime Especial de Tributação (RET), de que trata a Lei nº , de 2 de agosto de 2004; XIII as empresas, fundações ou associações domiciliadas no exterior que possuam no Brasil Bens e direitos sujeitos a registro de propriedade ou posse perante órgãos públicos localizados ou utilizados no Brasil. Não Estão dispensados de Apresentação Não estão dispensados de apresentação da DCTF, as pessoas jurídicas: I excluídas do Simples Nacional, quando às DCTF relativas aos fatos geradores ocorridos a partir da data em que a exclusão produzir efeitos; II no caso de inativa, a partir do período, inclusive, em que praticarem qualquer atividade operacional, não-operacional, financeira ou patrimonial; III no caso das pessoas jurídicas que não tenham débito a declarar, em relação à DCTF do mês de dezembro de cada ano-calendário, na qual deverá indicar os meses em que não teve débitos a declarar. A Instrução Normativa RFB nº 1.034, de 17/05/2010 (DO.U de 18/05/2010), alterou o inciso III, acima, dando a seguinte redação: III de que trata o inciso V do caput: a) em relação à DCTF referente ao mês de dezembro de cada ano-calendário, na qual deverão indicar os meses em que não tiveram débitos a declarar; b) em relação à DCTF referente ao mês de ocorrência do evento, nos casos de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial; e c) em relação à DCTF referente ao último mês de cada trimestre do ano-calendário, quando tenha sido informado, no trimestre anterior, que o débito de Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) ou de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) foi dividido em quotas. 3

4 1.3 FEDERAIS PARCELAMENTO DE DÉBITOS FISCAIS. A Portaria Conjunta 02 PGFN/RFB de 29/04/2010 (DO.U de 03/05/2010), alterou o modelo de requerimento previsto no Anexo V da Portaria Conjunta nº 15 PGFN/RFB, de 15/12/2009 e estabelece modelo de requerimento para pedido de reparcelamento de débito inscrito em divida ativa inferior a R$ ,00 (quinhentos mil reais) FEDERAIS FORMULÁRIO DE ATENDIMENTO. A Portaria 454 PGFN, de 28/04/2010 (DO.U de 30/04/2010), aprovou formulários constantes nos anexos I, II, II, III, IV a esta portaria, destinado aos seguintes requerimentos: I averbação de causa suspensiva/ garantia e/ ou exclusão do CADIN; II- liberação de parcelamento simplificado; III- revisão e/ ou extinção da dívida; IV- vista ou cópia de processo administrativo; e V- alteração de co-devedor 1.5 FEDERAIS RECEITA FEDERAL SOLUÇÕES DE CONSULTAS. De acordo com a Solução de Consulta 293, de 30/08/2004 (DO.U de 06/10/2004), da Superintendência Regional da Receita Federal, 10ª Região Fiscal, é ineficaz a consulta que não descrever, completa e exatamente, a hipótese a que se referir, ou que não contiver ao elementos necessários à sua solução. Informamos aos nossos clientes que as Soluções de Consultas, são respostas às consultas formuladas por contribuintes à Receita Federal, aplicando-se a casos específicos. Caso a resposta de alguma Solução de Consulta venha a se aplicar a determinada situação do contribuinte, é necessário que este ingresse com processo junto a Receita Federal para que possa se beneficiar da aplicabilidade daquela norma. Solução de Consulta nº 90, 24 de Março de 2010 SRRF 9º RF Assunto: Apropriação de crédito de IPI Ementa: O estabelecimento industrial somente poderá se creditar do IPI efetivamente pago na aquisição de matérias-primas (MP), produtos intermediários (PI) e materiais de embalagem (ME) utilizados no processo de industrialização de produto final tributado, ainda que à alíquota zero ou isento. A aquisição de MP, PI e ME tributados à alíquota zero, isentos ou não tributados (NT) não gera direito ao creditamento do IPI. 4

5 É vedada a apropriação de créditos do IPI pago na aquisição de MP, PI e ME empregados na industrialização de produtos não tributados (NT). O estabelecimento industrial que adquirir MP, PI e ME junto a comerciante atacadista não contribuinte de IPI (exceto se optante pelo Simples), para emprego na industrialização de produtos tributados, ainda que à alíquota zero, poderá creditar-se do imposto mediante aplicação da alíquota do produto adquirido, sobre 50% do valor constante da nota fiscal de compra, desde que esses insumos sejam efetivamente tributados pelo imposto em alíquotas superiores a zero. Os créditos assim apurados poderão ser utilizados para deduzir o montante de IPI a ser recolhido, para solicitar o ressarcimento de eventual saldo credor ao final do período de apuração, ou, ainda, para compensar com débitos referentes aos demais tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Dispositivos Legais: Decreto nº de 2002, (Regulamento do IPI), arts. 2º, 3º, 4º, 8º, 14, inc. I, 163,164, 165,166, 195, 207 a 209 e 519; Lei nº de 1999, art. 11; Instrução Normativa SRF nº 33 de 1999, art. 4º; Instrução Normativa RFB nº 900, de 2008, art. 21. Solução de Consulta nº 128, de 2 de Dezembro de 2009 (DO.U de 22/01/2010) Assunto: Contribuição para o COFINS. Ementa: Créditos. Bens Incorporados ao Ativo Imobilizado. Custo de Aquisição. IPI. ICMS - Para fins de determinação da base de cálculo dos créditos da Cofins, na forma da legislação em vigor, os valores referentes ao ICMS e ao IPI suportados na compra de máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado e utilizados na produção de bens destinados à venda integram o custo de aquisição, desde que não recuperáveis pelo contribuinte. Dispositivos legais: Lei nº , de 2002, art. 3º ; Lei nº , de 2003, art. 15, II; Lei nº , de 2004, arts. 1º e 2º, 1º e 2º, Lei nº , de 2005, art. 15; Decreto nº 4.544, de 2002, art. 164; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º; e IN RFB nº 457, de 2004, arts 1º e 2º. (Esta norma também é aplicável do PIS). Solução de Consulta nº 481, de 17//12/2009 (DO.U de 29/01/2010) Assunto: Regime Tributário de Transição RTT. Ementa: A pessoa jurídica objeto de eventos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação no ano-calendário de 2008 e obrigadas à entrega de DIPJ 2008, para optar pelo Regime Tributário de Transição RTT, deverá: 5

6 (i) utilizar os métodos e critérios da legislação societária para apurar, em sua escrituração contábil, o resultado do período antes do Imposto sobre a Renda, deduzido das participações; (ii) utilizar os métodos e critérios contábeis aplicáveis à legislação tributária, vigentes em 31 de dezembro de 2007, para apurar o resultado do período, para fins fiscais; (iii) determinar a diferença entre os valores apurados nos itens (i) e (ii); (iv) ajustar, exclusivamente no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), o resultado do período, apurado nos termos do item (i), pela diferença apurada no item (iii); (v) apresentar o Controle Fiscal de Transição (FCONT), se devido. Caso não tenha sido extinta, e estando obrigada à entrega da DIPJ de 2009, deverá manifestar a opção pelo RTT nessa declaração. Se o evento tiver ocorrido em 31/12/2008, a opção deverá ser confirmada na DIPJ de Dispositivos legais: Medida Provisória nº 449/2008; art.s 15 a 24 da Lei nº /2009; IN RFB nº 849/2008 e IN RFB nº 949/2009. Solução de Consulta nº 482, de 18/12/2009 (DO.U de 29/01/2010). Assunto: Simples Nacional Ementa: Locação de Imóveis Próprios A atividade de locação de imóveis próprios permitia a opção pelo Simples Nacional. A partir de 22 de dezembro de 2008, a referida atividade veda a opção pelo Simples Nacional, exceto quando se referir à prestação de serviços constantes na Lista Anexa à LC 116, de 2006, tributada pelo ISS. Na hipótese da possibilidade de opção pelo Simples Nacional, em virtude do enquadramento da atividade exercida na exceção prevista no inciso IX do artigo 17 da LC nº 123, de 2006, a respectiva receita será tributada na forma do Anexo III da referida Lei Complementar. Dispositivos legais: LC nº 123, de 2006, arts 17, inciso XV 2º e 18, 5º-F. Solução de Consulta nº 484, de 18/12/2009 (DO.U de 29/01/2010) Assunto: Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica IRPJ. Ementa: Recebimento Antecipado Regime de Competência O valor recebido antecipadamente de instituição financeira, a título de pagamento por Direito por Aquisição de Folha de Pagamento, registrado no passivo não circulante da pessoa jurídica deve ser reconhecido para fins de apuração da base de cálculo do IRPJ, em parcelas mensais de acordo com o número de meses de vigência do contrato. Dispositivos legais: Lei nº 6.404, de 1996, art. 177 e art 187, 1º; RIR/99, arts. 247, 1º, art. 248, 251, 274, 325, I, c ; Resolução CFC nºs 750/93, 774/94 e C. Circular 6

7 BCB nº 3.357/2009. Solução de Consulta nº 4, de 05/02/2010 (DO.U de 5/05/2010) Assunto: Contribuição para a COFINS. Ementa: Prestação de Serviços. Tomador Residente ou domiciliado no Exterior. Intermediação de pessoa domiciliada no País. Requisitos. Não Incidência Para fins de não-incidência da Cofins, é irrelevante a existência de intermediação de pessoa domiciliada no País na relação negocial entre o prestador de serviço nacional e o tomador residente ou domiciliado no exterior, desde que a terceira pessoa atue em nome e por conta deste e o pagamento do preço do serviço exportado represente ingresso de divisas, seguindo normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil. Dispositivos legais: Lei nº , de 2003, art. 6º, II; Medida Provisória nº , de 2001, art. 14, III. (Esta norma de aplica, também, ao PIS). Solução de Consulta nº 8, de 09/02/2010 (DO.U de 11/02/2010) Assunto: : Contribuição para a COFINS. Ementa: A partir da revogação do 1º do art. 3º da Lei nº 9.718, de 1998, a receita financeira e a receita de aluguel de imóvel próprio, quando estas atividades não fazem parte do objeto social da pessoa jurídica, não integram a base de cálculo da Cofins no regime de não incidência cumulativo. Dispositivos Legais:Lei nº , de 2003, art. 10; Lei nº 9.718, de 1998, arts. 2º e 3º; Lei nº , art. 79, XII. Solução de Consulta nº 95, de 7/04/2010 (DO.U de 5/05/2010) Assunto: Simples Nacional. Ementa: Sócio. Receita Bruta Global. Efeitos de Exclusão Não pode ser optante pelo Simples Nacional a empresa cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ ,00 no anocalendário imediatamente anterior. Essa vedação possui dois requisitos cumulativos: (a) o societário e (b) o da ultrapassagem de limite de receita bruta global no anocalendário anterior. Isso significa que essa vedação só incide quando ambos estiverem presentes. Conseqüentemente, na prática, os efeitos da exclusão são determinados de acordo com o critério utilizado para o requisito implementado por último, Assim, se ocorrer por último a inclusão de sócio com participação maior de 10% do capital (ou aumento de sua participação para mais de 10% do capital), a 7

8 exclusão produzirá efeitos a partir do mês seguinte ao da inclusão (oi aumento de participação). Todavia, se ocorrer por último a ultrapassagem de limite de receita bruta global, o que só é apurado ao final do ano (i.e., independentemente do mês em que ela ocorra), a exclusão produzirá efeitos a partir de janeiro do ano-calendário seguinte ao da ultrapassagem. Dispositivos legais: Resolução CGSN nº 4, de 2007, art. 12, I, V; Resolução CGSN nº 15, de 2007, art. 6º, II, IV. Solução de Consulta nº 168, de 20/04/2010 (DO.U de 13/05/2010) Assunto: Simples Nacional. Ementa: A receita decorrente de atividade de prestação de serviço sujeita-se à tributação na forma do Anexo III da LC nº 123, de 2006, se não houver previsão expressa de tributação na forma dos Anexos IV e V da referida Lei Complementar. Na hipótese de atividade caracterizada como industrialização por encomenda, serão tributadas na forma do Anexo II da LC nº 123, de 2006, as receitas que decorrerem de operação referida no art. 4º do Decreto nº 4.544, de 2002, e para a qual não haja previsão expressa de exclusão do conceito de industrialização, de forma que a atividade resulte em produto com a incidência do IPI, mesmo que este produto esteja sujeito à alíquota zero ou seja isento. Na hipótese de atividade caracterizada como industrialização por encomenda, submetida à incidência simultânea de IPI e ISS, a respectiva receita sujeita-se à tributação na forma do Anexo II da LC nº 123, de 2006, deduzida a parcela correspondente ao ICMS e acrescida a parcela correspondente ao ISS previsto no Anexo III da mencionada Lei Complementar. Declara-se a ineficácia de parte da consulta concernente à legislação do ICMS e ISS. Dispositivos legais: LC nº 123, de 2006, arts. 17, 18 e 79-D, Anexos II e III: Resolução CGSN nº 13, de 2007, art. º, 2º e 4º; Decreto nº 4.544, de 2002, arts. 5º e 7º I. RENDA - DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA FONTE DIRF. De acordo com a Instrução Normativa RFB nº 1.033, de 14/05/2010 (DO.U de 17/05/2010), deve ser observado as seguintes normas relativas à apresentação da DIRF de 2010, conforme destacamos: Obrigatoriedade de Apresentação Devem apresentar a Declaração do Imposto de Renda na Fonte (DIRF) as seguintes pessoas jurídicas e físicas que tenham pago ou creditado rendimentos que tenham sofrido retenção na fonte, ainda que em um único mês no ano-calendário: I- estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas de direito privado domiciliados no Brasil, inclusive as imunes ou isentas; 8

9 II- pessoas jurídicas de direito público; III- filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior; IV- empresas individuais; V- caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores; VI titulares de serviços e de registro; VII- condomínios edifícios; VIII- pessoas físicas; IX- instituições administradoras de fundos ou clubes de investimentos; e X órgãos gestores de mão-de-obra do trabalho portuário. Deverão também entregar a DIRF, as pessoas físicas e jurídicas domiciliadas no País que efetuarem pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a residentes ou domiciliados no exterior, ainda que não tenha havido a retenção do imposto, inclusive nos casos de isenção ou alíquota zero, de valores referentes a: I - aplicações em fundos de investimento de conversão de débitos externos; II - royalties e assistência técnica; III - juros e comissões em geral; IV - juros sobre o capital próprio; V - aluguel e arrendamento; VI - aplicações financeiras em fundos ou em entidades de investimento coletivo; VII - em carteiras de valores mobiliários e nos mercados de renda fixa ou renda variável; VIII - fretes internacionais; IX - previdência privada; X - remuneração de direitos; XI - obras audiovisuais, cinematográficas e videofônicas; XII - lucros e dividendos distribuídos; XIII - rendimentos de que trata o art. 1º do Decreto nº 6.761, de 5 de fevereiro de 2009, que tiveram a alíquota do imposto sobre a renda reduzida a zero, relativos a: a) despesas com pesquisas de mercado, bem como com aluguéis e arrendamentos de estandes e locais para exposições, feiras e conclaves semelhantes, no exterior, inclusive promoção e propaganda no âmbito desses eventos, para produtos e serviços brasileiros e para promoção de destinos turísticos brasileiros (Lei nº 9.481, de 13 de agosto de 1997, art. 1º, inciso III, e Lei nº , de 17 de setembro de 2008, art. 9º); b) contratação de serviços destinados à promoção do Brasil no exterior, por órgãos do Poder Executivo Federal (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1º, inciso III, e Lei nº , de 2008, art. 9º); c) comissões pagas por exportadores a seus agentes no exterior (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1º, inciso II); d) despesas de armazenagem, movimentação e transporte de carga e de emissão de documentos realizadas no exterior (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1º, inciso XII, Lei nº , de 2008, art. 9º); e) operações de cobertura de riscos de variações, no mercado internacional, de taxas de juros, de paridade entre moedas e de preços de mercadorias (hedge) (Lei nº 9.481, 9

10 de 1997, art. 1º, inciso IV); f) juros de desconto, no exterior, de cambiais de exportação e as comissões de banqueiros inerentes a essas cambiais (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1º, inciso X); g) juros e comissões relativos a créditos obtidos no exterior e destinados ao financiamento de exportações (Lei nº 9.481, de 1997, art. 1º, inciso XI); e h) outros rendimentos pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, com alíquota do imposto sobre a renda reduzida a zero; e XIV - demais rendimentos considerados como rendas e proventos de qualquer natureza, na forma das instruções vigentes, exceto aqueles previstos no art. 690 do Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999 (RIR/1999). Ficam também obrigadas à entrega da DIRF as pessoas jurídicas que tenham efetuado retenção, ainda que em um único mês do ano-calendário a que se referir a DIRF, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição para o PIS/Pasep sobre pagamentos efetuados a outras pessoas jurídicas, nos termos do art. 1º da Lei nº , de 3 de julho de 2002, e dos arts. 30, 33 e 34 da Lei nº , de 29 de dezembro de Preenchimento Os valores referentes a rendimentos tributáveis, deduções e imposto de renda retido na fonte devem ser informados em reais e com centavos. O declarante deve informar os rendimentos tributáveis pagos ou creditados, por si ou, na qualidade de representante de terceiro, bem assim o respectivo imposto de renda retido na fonte, conforme tabela de códigos de retenções. As pessoas obrigadas a apresentação da DIRF, devem informar os beneficiários de rendimentos: I que tenham sofrido retenção do imposto e/ou contribuição, ainda que em um único mês do ano-calendário; e II do trabalhado assalariado ou não assalariado, de aluguéis, e de royalties, acima de R$ 6.000,00 (seis mil reais), pagos durante o ano-calendário, ainda que não tenham sofrido retenção do imposto; e III de previdência privada e de planos de seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) pagos durante o anocalendário, ainda que não tenham sofrido retenção do imposto. Em relação ao beneficiário incluído na DIRF, deve ser informada a totalidade dos rendimentos pagos, inclusive aqueles que não tenham sofrido retenção. 10

11 Rendimentos Com Depósito Judicial Devem, também, ser informados na DIRF os rendimentos tributáveis em relação aos quais tenham havido depósito judicial do imposto ou que, mediante concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, nos termos do art. 151 da Lei 5.172, de 25/10/1996 Código Tributário Nacional (CTN) não tenha havido retenção do imposto de renda na fonte. Pagamentos de Comissões e Corretagens De acordo com o artigo 15, os rendimentos e o respectivo imposto de renda na fonte devem ser informados na DIRF: I da pessoa jurídica que tenha pago a outras pessoas jurídicas importâncias a título de comissões e corretagens relativas a: colocação ou negociação de títulos de renda fixa; operações realizadas em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhados; distribuição de valores mobiliários emitidos, no caso de pessoa jurídica que atue como agente da companhia emissora; operações de câmbio; vendas de passagens, excursões ou viagens; administrações de cartões de crédito; prestação de serviços de distribuição de refeições pelo sistema de refeições-convênio; prestação de serviços de administração de convênios; II do anunciante que tenha pago a agência de propaganda importâncias relativas à prestação de serviços de propaganda e publicidade. As pessoas jurídicas que tenham recebido as importâncias na forma do artigo 15, acima, devem fornecer às pessoas jurídicas que as tenham pago, até 31 de janeiro do ano subseqüente àquele a que se referir a DIRF, documento comprobatório com indicação do valor das importâncias pagas e do respectivo imposto de renda recolhido, relativos ao ano-calendário anterior. Assinatura Digital Para a transmissão da DIRF das pessoas jurídicas, exceto para as optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresa de Pequeno Porte (Simples Nacional), relativos a fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário de 2010, é obrigatória a assinatura digital da declaração, mediante utilização de certificado digital válido, conforme o disposto no art. 1º da Instrução Normativa RFB nº 969, de 2009, com a redação dada pelo art. 1º da Instrução Normativa RFB nº 995, de 2010, inclusive no caso das pessoas jurídicas de direito público. 11

12 Fornecimento do Programa O Programa Gerador da DIRF 2011 (PGD 2011) encontra-se disponível, no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) em sua página na Internet, no endereço Prazo de Entrega A DIRF relativa ao ano-calendário de 2010 deve ser entregue até as 23h:59min59s, horário de Brasília, de 28 de fevereiro de Penalidade pela Falta de Apresentação / Irregularidades. A falta de apresentação da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) no prazo fixado, ou a sua apresentação após o prazo, sujeita o declarante à multa de 2% (dois por cento) ao mês mês-calendário ou fração, incidente sobre o montante dos tributos e contribuições informados na declaração, ainda que integralmente pago, limitado a 20% (vinte por cento), observado que a multa mínima será de R$ 200,00 (duzentos reais) tratando-se de pessoa física, pessoa jurídica inativa e pessoa jurídica optante pelo Simples, e de R$ 500,00 (quinhentos reais) nos demais casos. Observados os valores mínimos acima, as multas serão reduzidas: em 50% (cinquenta por cento) quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; em 25% (vinte e cinco por cento), se houver a apresentação da declaração no prazo fixado na intimação. Considera-se não entregue a declaração que não atenda às especificações técnicas estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal (SRF). Nesta hipótese o sujeito passivo será intimado a apresentar nova declaração, no prazo de dez dias contados da ciência da intimação, e sujeitar-se-á as penalidades antes informadas. O declarante está sujeito a multa quando forem constatadas na DIRF as seguintes irregularidades: I falta de indicação do número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); II indicação do número de inscrição no CPF de forma incompleta, assim entendido o que não contenha onze dígitos, sendo nove dígitos base e dois para a formação do dígito verificador.; III indicação do número de inscrição no CNPJ de forma incompleta, assim 12

13 entendido o que não contenha quatorze dígitos, sendo oito dígitos base, quatro para a formação do número de ordem e dois para a formação do DV; IV indicação de número de inscrição no CPF ou no CNPJ inválido, assim entendido o que não corresponda aos constantes no cadastro mantido pela SRF; V não indicação ou indicação incorreta de beneficiário; VI código de retenção não informado, inválido ou indevido, considerando-se: inválido, o código que não conste da Tabela de Códigos de Imposto de Renda Retido na Fonte, vigente em 31 de dezembro do ano a que se refere a DIRF; indevido, o código que não corresponda à especificação do rendimento ou ao beneficiário; VII beneficiário informado mais de uma vez por um mesmo declarante, sob o mesmo código de retenção; VIII outras irregularidades verificadas no preenchimento da declaração. Neste caso o declarante será intimado a corrigir as irregularidades constatadas, no prazo de dez dias, contados da ciência à intimação e a não correção das irregularidades, ou a sua correção após o prazo, sujeita o declarante à multa de R$ 20,00 (vinte reais) para cada grupo de dez ocorrências. O código de DARF para recolhimento das penalidades será o Guarda das Informações Os declarantes devem manter todos os documentos contábeis e fiscais mencionados com o Imposto de Renda e/ou as contribuições retidos na fonte, bem assim as informações relativas a beneficiários sem retenção do Imposto de Renda e/ou de contribuições na fonte, pelo prazo de cinco anos, a contar da data de entrega da DIRF à Secretaria da Receita Federal. 1.7 FEDERAIS INCENTIVO FISCAL REDUÇÃO DO IMPOSTO. Através da Resolução 20 MI, de 14/04/2010 (DO.U de 28/05/2010), foi aprovado o regulamento dos incentivos fiscais administrados pela SUDAM e pela SUDENE FEDERAIS CAPITAL BRASILEIRO NO EXTERIOR. De acordo com a Resolução BACEN, de 27/05/2010 (DO.U de 28/05/2010), as pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País, assim conceituadas na legislação tributária, devem prestar ao Banco Central do Brasil, na forma, limites e condições estabelecidas nesta Resolução, declaração de bens e valores que possuírem fora do território nacional. A declaração acima, inclusive suas retificações, deve ser apresentada anualmente, por meio eletrônico, na data-base de 31 de dezembro de cada ano, quando os bens e 13

14 valores do declarante no exterior totalizarem, nesta data, a quantia igual ou superior a US$ ,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos da América), ou seu equivalente em outras moedas. Sem prejuízo da declaração acima, as pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País, ficam obrigadas a prestar declarações nas datasbase de 31 de março, 30 de junho e 30 de setembro de cada ano, quando os valores do declarante no exterior totalizarem, nessas datas, a quantia igual ou superior a US$ ,00 (cem milhões de dólares dos Estados Unidos da América, ou seu equivalente em outras moedas, sendo estas declarações obrigatórias a partir de 31 de março de A Declaração de Bens e Valores compreenderá informações relacionadas às seguintes modalidades: I depósito; II empréstimo em moeda; III financiamento; IV arrendamento mercantil financeiro; V investimento direto; VI investimento em portfólio; VII aplicação em instrumentos financeiros derivativos; e VIII outros investimentos, incluindo imóveis e outros bens. O Banco Central do Brasil estabelecerá os períodos de entrega da declaração. 1.9 FEDERAIS ESTIMATIVAS - LANÇAMENTO DE OFÍCIO MULTA. Através do Ato Declaratório Executivo 35 CODAC, de 31/05/2010 (DO.U de 01/06/2010), criou os seguintes códigos de receitas para pagamento de multa de lançamento de ofício, exigida isoladamente da pessoa jurídica que deixar de efetuar o recolhimento mensal estimado do Imposto de Renda e da Contribuição Social: 1632 Multa por Não Recolhimento da Estimativa IRPJ; e 1649 Multa por Não Recolhimento da Estimativa CSLL FEDERAIS CFC PARCELAMENTO DE DÉBITO. Através da Resolução CFC, de 28/05/2010 (DO.U de 02/06/2010), foi instituído o Regime de Parcelamento de Débitos de Anuidades e Multas (REDAM), o qual possibilita o pagamento de débitos aos Conselhos Regionais de Contabilidade nos prazos e condições previstos nesta Resolução. Poderão ser parcelados os débitos provenientes de anuidades e multas de infrações de eleições. 14

15 ASSUNTOS TRABALHISTAS/PREVIDENCIÁRIOS SP / TRABALHO - CERTIDÃO DE INFRAÇÕES TRABALHISTAS. A Portaria 56 SRTE-SP, de 26/04/2010 (DO.U de 04/05/2010), que revogou as Portarias SRTE-SP 43, de 24/08/2009 e 13, de 02/02/2010, delimita parâmetros para concessão de: I-Certidão de débitos salariais; II- Certidão de infrações trabalhistas; III- Certidão de ilícitos trabalhistas à legislação de proteção à criança e ao adolescente. A emissão das certidões acima serão expedidas: a) com base na declaração de responsabilidade de inexistência de débito salarial; b) conforme apuração de infrações ao capítulo da CLT que dispõe sobre a remuneração do empregado; c) conforme apuração de infrações das normas relativas ao FGTS; d) se não existirem multas decorrentes da inobservância das Normas Regulamentadoras do MTE. 13, de 02/02/ TRABALHO INTERVALO PARA REPOUSO OU ALIMENTAÇÃO. A Portaria nº MTE, de 19/05/2010 (DO.U de 20/05/2010), estabelece que a redução do intervalo intrajornada de que trata o art. 71, parágrafo 3º, da Consolidação das Leis do Trabalho CLT poderá ser deferida por ato de autoridade do Ministério do Trabalho e Emprego quando prevista em convenção ou acordo coletivo de trabalho, desde que os estabelecimentos abrangidos pelo seu âmbito de incidência atendam integralmente às exigências concernentes à organização dos refeitórios, e quando os respectivos empregados não estiverem sob regime de trabalho prorrogado a horas suplementares. Os instrumentos coletivos que estabeleçam a possibilidade de redução deverão especificar o período do intervalo intrajornada. Não será admitida a supressão, diluição ou indenização do intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de trinta minutos. O pedido de redução do intervalo intrajornada formulado pelas empresas com fulcro em instrumento coletivo far-se-ão acompanhar de cópia deste e serão dirigidos ao Superintendente Regional do Trabalho e Emprego, com a individualização dos estabelecimentos que atendam os requisitos indicados no caput do art. 1º desta 15

16 Portaria, vedado o deferimento de pedido genérico. Deverá também instruir o pedido, conforme modelo previsto no anexo desta Portaria, documentação que ateste o cumprimento, por cada estabelecimento, dos requisitos previstos no caput do art. 1º desta Portaria. O Superintendente Regional do Trabalho e Emprego poderá deferir o pedido formulado, independentemente de inspeção prévia, após verificar a regularidade das condições de trabalho nos estabelecimentos pela análise da documentação apresentada, e pela extração de dados do Sistema Federal de Inspeção do Trabalho, da Relação Anual de Informações Sociais - RAIS e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED. O ato de que trata o art. 1º desta Portaria terá a vigência máxima de dois anos e não afasta a competência dos agentes da Inspeção do Trabalho de verificar, a qualquer tempo, in loco, o cumprimento dos requisitos legais. O descumprimento dos requisitos torna sem efeito a redução de intervalo, procedendo-se às autuações por descumprimento do previsto no caput do art. 71 da CLT, bem como das outras infrações que forem constatadas. 2.3 PREV. SOCIAL CONTRIBUIÇÃO - RETENÇÃO. Através da Instrução Normativa RFB, de 22/04/2010 (DO.U de 23/04/2010), foi alterada a Instrução Normativa 971, de 13/11/2009 e dentre as alterações destacamos que a empresa que contratar serviços executados por intermédio do MEI Microempreendedor Individual, não reterá a contribuição para o INSS, desde que o serviço prestado seja de hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria, manutenção ou reparo de veículos, cabendo apenas o recolhimento da contribuição patronal sobre a respectiva remuneração. A Tabela de Códigos FPAS foi atualizada para adequar as alíquotas do RAT ao disposto no Anexo V do Regulamento da Previdência Social, 2.4 TRABALHO SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO. Através da Portaria 184 SIT-DDSST, de 21/05/2010 (DO.U de 24/05/2010), foram alterados diversos requisitos obrigatórios aplicáveis aos EPI e prorrogados prazos para cumprimento de algumas obrigações, dentre as novas obrigações destacamos: Comprovação de Conformidade dos Equipamentos I - Item 1.3 e seus subitens do Anexo I da Portaria /SIT nº 121/2009: 1.3 Os fabricantes e importadores dos equipamentos EPI, constantes do Anexo da 16

17 NR-06, devem comprovar ao DSST sua conformidade, com requisitos de desempenho estabelecidos em regulamentos por meio de documentação técnica, incluindo relatórios de ensaio ou declaração de conformidade realizados no exterior: a) capacete para combate a incêndio e outros equipamentos contra agentes térmicos (calor) e chamas utilizados no combate a incêndio; b) respirador de ar motorizado, respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido de demanda com pressão positiva tipo peça facial inteira combinado com cilindro auxiliar, respirador de adução de ar tipo máscara autônoma de circuito fechado, respirador de fuga; c) máscara de solda de escurecimento automático; e d) equipamento de proteção contra agentes térmicos (calor) e chamas provenientes de arco elétrico e/ou fogo repentino. II item Os resultados de laboratórios estrangeiros de ensaio serão aceitos quando o laboratório for acreditado por um organismo signatário de acordo bilateral de reconhecimento mútuo, estabelecido por uma das seguintes cooperações: a) Interamerican Accreditation Cooperation IAAC; b) European co-operation for Accreditation EA c) Iternational Laboratory Accreditation Cooperation ILAC. Também serão aceitos os resultados de ensaios realizados pelos laboratórios do organismo estrangeiro National Institute for Occupational Safety and Health NIOSH, para respirador purificador de ar motorizado, respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido de demanda com pressão positiva tipo peça facial inteira combinado com cilindro auxiliar, respirador de adução de ar tipo máscara autônoma de circuito fechado, respirador de fuga. Prorrogações Foi prorrogado até 7 de junho de 2011 o atendimento ao item 3.1 do Anexo I da Portaria/SIT nº 121, de 2009 que estabelece a obrigatoriedade de marcação da data de fabricação dos EPI de forma indelével, legível, sempre que possível, em cada exemplar ou componente do EPI, na forma mês/ano, no mínimo. Certificados de Aprovação Validade - Prorrogação Os Certificados de Aprovação CA dos seguintes equipamentos terão validade prorrogada conforme a seguir: a) Equipamentos de proteção individual contra agentes térmicos (calor/frio) e chamas, exceto arco elétrico, fogo repentino e combate a incêndio, até 31 de dezembro de 2010; b) Vestimentas de proteção contra agentes químicos/respingos de produtos químicos (industrial e agrotóxico), capacete para combate a incêndio e outros equipamentos de proteção contra agentes térmicos (calor) e chamas no combate a incêndio, respirador purificador de ar motorizado, respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido 17

18 de demanda com pressão positiva tipo peça facial inteira combinado com cilindro auxiliar, respirador de adução de ar tipo máscara autônoma de circuito fechado, respirador de fuga, máscara de solda de escurecimento automático e EPI de proteção contra agentes térmicos (calor) e chamas provenientes de arco elétrico e/ou fogo repentino, até 7 de junho de TRABALHO ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. (Jurisprudência Recurso Ordinário TRT, de 2007) A exposição à área de risco, mesmo por apenas alguns minutos durante a jornada laboral, tem caráter permanente, conforme exige o artigo 193 da CLT, gerando direito à percepção do adicional de periculosidade. A habitualidade não é constatada pelo tempo em que ele esteve exposto, mas, sim, pela freqüência com que é submetido a essa exposição. (TRT 12ª Região). 2.6 TRABALHO EXAME MÉDICO. De acordo com a Portaria MTE, 28/05/2010 (DO.U de 31/05/2010), não será permitida, de forma direta ou indireta, nos exames médicos por ocasião da admissão, mudança de função, avaliação periódica, retorno, demissão ou outros ligados à relação de emprego, a testagem do trabalhador quanto ao HIV. O disposto acima não obsta que campanhas ou programas de prevenção da saúde estimulem os trabalhadores a conhecer seu estado sorológico quanto ao HIV por meio de orientações e exames comprovadamente voluntários, sem vínculo com a relação de trabalho e sempre resguardada a privacidade quanto ao conhecimento dos resultados. 2.7 TRABALHO VÍNCULO EMPREGATÍCIO CARACTERIZAÇÃO. (Jurisprudência Recurso Ordinário 802 TRT, de ª Região) O acordo individual de compensação CLT: 59; TST: SUM só é admissível para o limite de duas horas extras diárias. Para que o obreiro labore em escala de 12 x 36, é imprescindível que haja previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho CRFB/88; art. 7º, XIII. 18

19 RIO DE JANEIRO ASSUNTOS ESTADUAIS/MUNICIPAIS ICMS CONCESSÃO DE REGIME ESPECIAL. Certidão de Regularidade Ambiental A Portaria 655 SAF, de 05/05/2010 (DO.RJ de 06/05/2010), que alterou a Portaria SAF nº 639/2010, inclui a Certidão de Regularidade Ambiental do Instituto Estadual do Ambiente INEA ou declaração de não existência de passivo ambiental da empresa, firmado pelos sócios administradores ou representantes legais, que representem mais de 75% do capital social, na lista de documentos a serem apresentados para comunicação da opção do Regime Diferenciado da Lei nº 5.636/2010. O benefício fiscal de que trata a Lei 5.636/2010, consiste em substituição à sistemática de apuração de créditos e débitos, que o imposto a ser recolhido corresponde à aplicação da alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor das operações de saídas por transferência e por venda, deduzidas as devoluções, já incluído a parcela de 1% (um por cento), destinado ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais FECP, instituído pela Lei nº 4.056, de 30/12/2002, vedado o aproveitamento de qualquer crédito fiscal. No caso de extinção do FECP, o imposto a ser recolhido permanecerá com a alíquota de 2% (dois por cento). A saída e o respectivo retorno de mercadoria destinada a conserto, reparo ou industrialização gozam de suspensão do imposto, em conformidade com o Convênio AE-15/74, de 11/12/1974, observadas as condições estabelecidas pelo Regulamento do ICMS do Estado do Rio de Janeiro. As operações que destinem mercadoria ao exterior ficam excluídas do cálculo do imposto a ser recolhido. Municípios de localização dos contribuintes que podem se beneficiar: Aperibé, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cambucí, Campos dos Goytacazes, Cantagalo, Carapebus, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Conceição de Macabu, Cordeiro, Distrito Industrial da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro - CODIN, no Município de Queimados, Duas Barras, Engenheiro Paulo de Frontin, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Macuco, Mendes, Miguel Pereira, Miracema, Natividade, Paraíba do Sul, Paty de Alferes, Porciúncula, Quissamã, Rio das Flores, São Fidelis, Santa Maria Madalena, Santo Antônio de Pádua, São Francisco do Itabapoana, São João da Barra, 19

20 São José de Ubá, São Sebastião do Alto, São José do Vale do Rio Preto, Saquarema, Sapucaia, Sumidouro, Trajano de Morais, Três Rios, Valença, Vassouras, Varre Sai, Distrito Industrial de Japeri e Distrito Industrial de Paracambí ESTADUAIS LICENCIAMENTO AMBIENTAL O Decreto nº de 30/04/2010 (DO.RJ de 03/05/2010), estabelece que o INEA (Instituto Estadual do Ambiente) poderá celebrar convênio com os municípios do Estado do Rio de Janeiro para dar informações relativas aos instrumentos de controle vigente e licenciamento ESTADUAIS COMUNICAÇÃO DE CESSAÇÃO. A Portaria 654 SAF, de 05/05/2010 (DO.RJ DE 06/05/2010), revogou a Portaria 646 SAF, de 28/04/2010 e estabelece que sempre que for detectada a ocorrência de cessação de atividade do contribuinte no endereço cadastral sem a devida comunicação de novo endereço do estabelecimento à repartição fiscal, ou o amparo de regular paralisação de atividades, ou pedido de baixa de inscrição será lavrado auto de infração por descumprimento de obrigações acessórias e será promovida a desabilitação de ofício da Inscrição Estadual. Caso seja constatada a existência de documentos fiscais emitidos em data posterior à promoção do impedimento de atividades deverão ser confrontadas as respectivas autorizações de impressão de documentos fiscais, da Inspetoria e das gráficas impressoras, para a verificação de responsabilidades de pessoas e crimes a ordem tributária. Constatado alguma irregularidade serão lavrados autos de infração. Sempre que detectada a ocorrência de quaisquer das hipóteses previstas no art 44 da Lei 2657/96 deverá ser proposto pelo titular da repartição cancelamento da inscrição do contribuinte ICMS ISENÇÃO DE ICMS OLIMPÍADAS DE A Resolução 293 SEFAZ, de 12/05/2010 (DO.RJ de 13/05/2010), isenta do ICMS as operações com aparelhos, máquinas, equipamentos e demais instrumentos e produtos, nacionais ou estrangeiros, inclusive animais, destinados à realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de O benefício fiscal acima, somente de aplica às operações que, cumulativamente, estejam contempladas: I com isenção ou tributação com alíquota zero pelo imposto de importação ou IPI; II com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). 20

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