UMA REFLEXÃO SOBRE A PAISAGEM CULTURAL DE JOINVILLE/SC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UMA REFLEXÃO SOBRE A PAISAGEM CULTURAL DE JOINVILLE/SC"

Transcrição

1 UMA REFLEXÃO SOBRE A PAISAGEM CULTURAL DE JOINVILLE/SC Eliziane Meurer Boing 1 Mariluci Neis Carelli 2 A cultura é o agente, a área natural o meio e a paisagem cultural é o resultado (Carl O. Sauer 3 ) RESUMO O artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão acerca da discussão sobre a paisagem cultural na cidade de Joinville, localizada no Estado de Santa Catarina, principalmente com relação a dois espaços: a Estação da Memória e a Alameda Brüstlein, lugares importantes como instrumentos de políticas públicas de gestão, sobretudo na interação da sociedade com relação à preservação e sustentabilidade do patrimônio cultural da cidade e região. Esses espaços apresentam intervenções humanas significativas culturalmente refletidas no ambiente. Palavras chaves: paisagem cultural, patrimônio cultural, memória, sustentabilidade. ABSTRACT The article presents two sites of the cultural landscape of the city of Joinville, located in the state of Santa Catarina: Alameda Station Memory and Brüstlein as examples of 1 Mestranda do curso de Patrimônio Cultural e Sociedade da Universidade da Região de Joinville (Univille), graduada em Ciências Econômicas pela Univille/SC, especialização em Gestão Estratégica de Pessoas pela FAE/PR, participante do grupo de pesquisa em patrimônio ambiental e do grupo de pesquisa da Rede Catarinense de pesquisadores em educação. 2 Doutora em Engenharia da Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina, Mestre em Sociologia Política, graduada em Serviço Social. Professora titular na Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE) leciona na graduação e no Programa de Mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade. Coordenadora do grupo de pesquisa em Cultura e Sustentabilidade, cujos estudos se direcionam para a questão do patrimônio ambiental cultural, incluindo estudo sobre paisagem cultural e patrimônio industrial. 3 SAUER, Carl O. (apud Ribeiro, Rafael Winter 2007, p. 19).

2 policies of management of urban public spaces, cultural heritage, local identity and significant human interventions in the environment. Key-words: cultural landscape, cultural heritage, urban memory and urban sustainability. INTRODUÇÃO As reflexões contidas neste artigo têm origem na pesquisa sobre patrimônio ambiental da cidade de Joinville, localizada no Estado de Santa Catarina, projeto de pesquisa desenvolvido para aprofundar o estudo sobre esse assunto e também será parte de uma dissertação de mestrado. A cidade de Joinville/SC está inserida, de um lado, em uma paisagem que compreende a Serra do mar, a Baia Babitonga, o manguezal e os sambaquis. De outro lado, a cidade e sua crescente urbanização e o parque industrial. Para uma sociedade sustentável é necessário preservar o patrimônio ambiental e cultural, abrangendo a população diretamente envolvida, evidenciando sua memória e a essencialidade da identidade dos cidadãos que residem na região de Joinville/SC. Uma visão não ingênua de sustentabilidade é inseparável da consciência crítica de seus limites e possibilidades. Sendo assim, torna-se indispensável o estudo do patrimônio ambiental em Joinville/SC, tema dessa natureza evidenciará a intensa interseção entre homem e o meio ambiente. É nesse cenário que faremos um recorte, com relação à paisagem cultural de Joinville/SC. A paisagem cultural poderá trazer novos horizontes de atuação e orientar novas práticas de preservação patrimonial, uma vez que seu escopo parte do reconhecimento das relações entre homem e meio ambiente numa perspectiva integradora capaz de considerar as múltiplas relações tecidas ao longo do tempo entre essas duas esferas.

3 O trabalho foi desenvolvido segundo uma metodologia de pesquisa documental dentro do espaço contextual de Joinville/SC. Focalizando-se a literatura disponível específica sobre o tema e as pesquisas já efetuadas por outros pesquisadores, que possuem diagnósticos e projetos considerados relevantes na área e a utilização de imagens (gravuras e fotografias), principalmente aquelas que possam ilustrar paisagens culturais na cidade. O texto está estruturado em três partes, primeiramente discute a conceituação de paisagem cultural, o surgimento e a legislação. Em seguida aborda-se o processo histórico de Joinville/SC. Por fim, é feita uma discussão entre os espaços de Joinville/SC: a Estação da Memória e a Alameda Brüstlein. A PAISAGEM CULTURAL O termo paisagem é polissêmico, visto que é utilizado por várias disciplinas, no entanto para a geografia esse conceito é chave, começou a ser utilizado por Carl O. Sauer, considerado o fundador da geografia cultural, final do século XIX. Cabe ressaltar, que este é um dos vários conceitos históricos que envolvem o surgimento do termo, que não serão aprofundados neste artigo. No entanto, a paisagem compreende elementos funcionais e dinâmicos que estão implicados na relação entre natureza e cultura, e que não pode ser observado somente o aspecto visível, mas necessariamente, deve-se buscar olhar além do aspecto não visível da paisagem, sendo que são estes os que têm significados dos valores humanos, o conteúdo simbólico, a relação afetiva que os grupos sociais estabelecem com os lugares onde a vida humana se reproduz (Ribeiro, 2007), estes que representam o testemunho do passado e do presente da relação existente entre os indivíduos e seu meio ambiente. Dessa maneira, ainda podemos considerar dois tipos de paisagens, natural e cultural. Os conceitos de paisagem natural e paisagem cultural, conforme Ribeiro

4 (2007) são baseados na geografia alemã. A paisagem natural é aquela que não sofreu modificações do homem, enquanto a paisagem cultural é aquela modificada pelo trabalho do homem. Então os termos como Landscape seria o equivalente ao alemão Landschaft, e pode ser definido como uma área construída por uma associação distinta de formas tanto naturais como culturais argumenta Sauer (apud RIBEIRO, 2007, p. 19). Santos (2012) comenta que a paisagem é um conjunto heterogêneo de formas naturais e culturais. Para a paisagem já estava previsto a proteção desde a edição do decreto lei federal nº 25/1937, no entanto com a renovação das práticas no âmbito do IPHAN 4, houve a possibilidade de destacar a Paisagem Cultural como uma nova categoria específica do patrimônio cultural (IPHAN, 2012, web) sendo criado instrumento próprio para sua preservação, a Portaria nº 127/2009, que estabeleceu a Chancela da Paisagem Cultural Brasileira. Porém, o que é Paisagem Cultural? De acordo com a Portaria 127/2009, no seu artigo 1º a Paisagem Cultural Brasileira constitui uma porção peculiar do território nacional, representativa do processo de interação do homem com o meio natural, à qual a vida e a ciência humana imprimiram marcas ou atribuíram valores (IPHAN, 2012, web). Sendo que o termo peculiar é o que representa algo particular, especial, próprio, que será o alvo da Chancela. Tendo a compreensão desta diferenciação e sabendo a existência da mesma, é que o espaço pode ser Chancelado, senão ficaria na generalidade tudo é paisagem cultural (IPHAN, 2012). Para Santos (2012, p.64) por isso cada lugar é singular, e uma situação não é semelhante a qualquer outra. A criação dessa Chancela representa uma grande inovação na forma de dedicar-se ao patrimônio cultural brasileiro, pois auxilia o IPHAN, que é um dos articuladores nas ações de valorização, planejamento, assim como viabiliza a qualidade de vida da população e a motivação responsável pela preservação conjunta na gestão desse patrimônio. 4 Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, criando em 1937.

5 Por conta, do conceito de paisagem cultural, o IPHAN vem desenvolvendo um estudo, em território nacional, intitulado Roteiros Nacionais de Imigração Santa Catarina, que trata de uma ampla pesquisa que mapeou e identificou o patrimônio cultural dos grupos de imigrantes alemães, poloneses, italianos, ucranianos no estado catarinense, os quais contribuíram para a formação do que se chama de identidade nacional (IPHAN, 2012). A cidade de Joinville/SC está inserida com bens na lista dos Roteiros Nacionais de Imigração/SC, esses bens estão conectados à paisagem os lugares por onde passaram, viveram emigrantes e também os lugares onde os escravos se instalavam. A Chancela é como um selo de qualidade, um instrumento de reconhecimento do valor cultural de uma porção definida do território, que mostra os processos de interação do homem com o meio ambiente de formas especiais. Para que essa paisagem chancelada possa usufruir desse título, ela deve manter as características que a fizeram merecer a sua classificação, e para isso precisa desenvolver um Plano de Gestão. A Chancela é, portanto, regida por um pacto que envolve o poder público, a sociedade civil e a iniciativa privada, resultando em uma gestão compartilhada de determinada porção do território nacional (IPHAN, 2012, web). Esse Plano de Gestão deve ser realizado, em decorrência desse pacto, que deve conter as ações para a preservação dos valores do lugar que foi reconhecido como Paisagem Cultural Brasileira, caso, as paisagens forem perdidas ou degradadas, pode ser cancelada a Chancela, o que, é diferente dos outros processos de preservação do patrimônio cultural, que uma vez declarado, por exemplo, o tombamento, não há possibilidade de anulação. Na portaria 127/2009, no seu artigo 4º, coloca-se que as ações de planejamento e ordenamento devem ser estabelecidas com base no pacto de gestão mencionado acima, que implica no estabelecimento de pacto que pode envolver o poder público, a sociedade civil e a iniciativa privada, visando à gestão compartilhada da porção do território nacional assim reconhecida (IPHAN, 2012, web).

6 Segundo Carlos Fernando de Moura Delphim em entrevista concedida a Gorgulho (2008, web) a paisagem cultural, não é uma declaração compulsória efetuada por órgãos do poder público. É uma decisão democrática da população. Expressa, de forma perfeitamente democrática, a vontade que tem cada grupo de proteger os cenários mais valiosos de sua sociedade [...] a declaração de Paisagem Cultural convive com as transformações inerentes ao desenvolvimento econômico e social sustentáveis. Alias, valoriza a motivação responsável pela preservação do patrimônio. Portanto, este instrumento, serve como um balizador para a população, para promover uma discussão de que não apenas edificações estéticas, monumentos, mas espaços do território, com marcas de ação humana, que ao longo do tempo, foram tendo interação do homem ao meio natural, são patrimônios culturais. A CONSTRUÇÃO DE UMA CIDADE: JOINVILLE/SC Joinville começa sua história no século XIX, com a negociação de 25 léguas quadradas, de um dote nupcial pelo casamento do príncipe de Joinville, François Ferdinand Philipe (terceiro filho do rei da França, Luiz Felipe) com a irmã de Dom Pedro II, princesa Dona Francisca Carolina (Françoise Caroline). O local das 25 léguas quadradas ainda não fora escolhido, sendo o dote da princesa até essa data uma área imaginária e imensa na mata virgem [...] (dentre as melhores da província de Santa Catarina) (FICKER, 2008, p. 26), efetivando a fundação da denominada Colônia Dona Francisca, em homenagem à Princesa Francisca Carolina, e posteriormente chamada de Joinville, em homenagem ao Príncipe de Joinville. Essas terras acabaram sendo negociadas como parte de problemas financeiros e econômicos, por parte do príncipe de Joinville que se encontrava exilado. Nesse acordo o príncipe vende ao Senador Mathias Schroeder, um total de 08 (oito) léguas das terras dotais, para que o Senador, que já possuía uma frota de navios e fazia

7 expedições e transportes, além de possuir vastas relações comerciais no Brasil, então para que a sua empresa a Companhia Colonizadora de Hamburgo, empreendesse uma colonização em grande escala. Essa colonização também resultou das constantes transformações econômicas que estavam ocorrendo na Europa com o processo de consolidação do capitalismo e em decorrência de revolução e conflitos. Assim, em 09 de março de 1851 oficialmente, chegam às terras dotais com a barca Colon os primeiros imigrantes, mesmo com todos os percalços de uma viagem para uma terra nova, desconhecida, mas ao mesmo tempo por ser um espaço encantador, acredita-se segundo Ficker (2008, p. 99) que, Foi um verdadeiro espetáculo, porquanto apresenta a Baía Babitonga dimensões e surpresas paisagísticas raramente igualadas por outras baías do Sul do Brasil. Passando pela Ilha Redonda e Ilha Comprida, os passageiros apreciaram as pedras enormes de granito nas margens dos ilhotes e a quantidade imensa de aves aquáticas. [...] atravessada a lagoa Saguaçú o rio tornou-se extremamente estreito, tanto assim que as árvores, com suas ricas parasitas, dobravam-se sobre as cabeças dos passageiros, entusiasmados com a beleza tropical das folhagens, das flores e orquídeas da nova pátria, na terra ainda tão pouco conhecida, cheia de segredos e mistérios. Iniciava-se, portanto, a ocupação efetiva das terras onde se desenvolveria a cidade de Joinville/SC, já em meio à acentuada diversidade cultural entre os imigrantes, alemães, suíços e noruegueses e entre esses e os nativos que moravam no distrito de São Francisco do Sul (S.THIAGO, 2001). Ao chegar tiveram que construir todo o espaço inicial da cidade, justamente por encontrarem um lugar com o meio ambiente totalmente natural, onde a paisagem, ainda não havia tido uma interação com o homem. A figura 01 mostra a primeira vista de Joinville, ano de 1850.

8 Figura 01 Primeira vista de Joinville, antes da fundação. Desenho de Fonte: Ficker, Carlos. História de Joinville: crônica da Colônia Dona Francisca. 3ed. Joinville: Letradágua, 2008, p. 69. De acordo com o arquiteto e urbanista Norberto Sgarzerla (2001, p. 65) se Joinville não fosse uma cidade, certamente essas terras poderiam ser um parque, mesmo assim e pela massa de vegetação existente, temos então uma cidade no meio de muito verde. Então, nos primeiros meses os novos habitantes se dedicaram à derrubada da mata, afinal, os dias foram difíceis na medida em que quase nada tinha sido feito, sofreram um grande impacto, o solo e o clima eram adversos. Mas, precisaram adaptar-se à nova realidade que lhes foi apresentada, segundo a historiadora S.Thiago (2001, p. 16) tal desafio exigiu a capacidade de dominar o meio ambiente vontade e muito trabalho, atributos comuns entre a maioria dos imigrantes. [...] Trouxeram consigo sua cultura e com ela tradições, idioma, costumes, crenças. Essa questão reforça a rápida expansão dos colonos, o estabelecimento da colônia agrícola. Com a abertura das picadas e estradas, a ocupação continuava a

9 margem dos rios Vermelhos, Morro Alto, Cachoeira e Jaguariú, fazendo com que assim surgissem novos povoados. Já nesse momento, começam as transformações da paisagem, a ação dos imigrantes, sobre o espaço. A paisagem é algo que está determinado pelas ações humanas, é uma ferramenta de análise (ALVES, 2010) que processa a plenitude das modificações do espaço através das ações humanas em um determinado lugar. De um lado o patrimônio natural representa a memória da natureza [...], os testemunhos dos processos naturais e das relações estabelecidas entre seus elementos. De outro, torna-se, também, parte da memória humana, pois adquire significado e sentido para os diversos grupos sociais, torna-se uma referência histórica e é inserido na memória social (SCIFONI, 2008, p.10). O intenso processo de imigração que ocorreu em Joinville/SC na década de 70, fez com que a hegemonia dos tempos coloniais cedesse lugar a um ambiente de diversidade cultural e étnica, visto que milhares de pessoas, vindas de várias partes do Brasil, foram tornando-se cidadãos joinvilenses. O que ocasionou um desenvolvimento econômico e novas manifestações culturais. Aqui, pode-se citar o período da industrialização, com o surgimento de algumas das maiores indústrias do país da atualidade, como por exemplo, Tupy, Consul e Tigre. Por conta desse processo de migração a população teve um crescimento fortemente ampliado entre os anos de 1970 e 1980, como vemos na tabela 01.

10 Tabela 01 Crescimento populacional em Joinville/SC, entre 1960 e ANOS TAXAS MÉDIAS INÍCIO DA FINAL DA % DÉCADA DÉCADA 1950 a , a , a , a , a , a , Fonte: IBGE Censos Demográficos 1960, 1970, 1980, 1991, 2000 e 2010 (publicado em 29 de novembro de 2010) extraído de IPPUJ (2011, p. 57). Com a intensificação e aceleramento da urbanização devido a esse crescimento da população, houve alteração nos parques fabris uma referência é a Fundição Tupy, cuja transferência da indústria do bairro central para o bairro Boa Vista, em 1954, contribuiu para o povoamento e urbanização de espaços verdes de grande parte dos bairros da Zona Leste. O bairro Comasa surgiu devido a essa empresa, os trabalhadores começaram a construir as moradas para ficarem mais próximos de seu local de trabalho e de uma grande fonte geradora de empregos (Plano de Estruturação Urbana/1987). O local onde a indústria se instalou o acesso era difícil, não havia ruas, a área verde exuberante pertencente à Baia Babitonga teve seu entorno todo modificado com o crescimento do parque fabril da empresa, houve mais modificações, sendo que na atualidade grande parte dessa área foi totalmente devastada, ocorrendo uma mudança no desenho da paisagem local. Esse é somente um exemplo. Portanto, é através da ação humana nas modificações dos espaços, gerando a interação do homem com o meio ambiente que surge o argumento de Santos (2004, p. 54) são testemunhos de um momento do modo de produção e de um momento do

11 mundo, pois a paisagem é o resultado de uma acumulação de tempos. Verifica-se a temporalidade da história humana e também o tempo da natureza. Assim, a paisagem cultural de Joinville/SC foi sendo construída, destruída e reconstruída seguindo um caminho em que o tempo histórico dos ciclos econômicos cunhou. Ribeiro comenta que (2007), a paisagem cultural não pode ser compreendida somente como uma somatória de objetos, lugares ou pontos do espaço, mas como um sistema que possui relações que permanecem conectados aos lugares de memória sob aspectos estéticos, históricos, simbólicos, funcionais e ambientais. Partindo dessa reflexão, serão analisados dois espaços 5 a Estação da Memória e a Alameda Brüstlein, lugares importantes como instrumentos de políticas públicas de gestão, principalmente na interação da sociedade com relação à preservação e sustentabilidade do patrimônio cultural e apresentam intervenções humanas significativas culturalmente refletidas no ambiente. ESTAÇÃO DA MEMÓRIA Inicialmente construída para ser a Estação Ferroviária de Joinville, em 1906, inaugurada pelo então presidente da República Afonso Pena, como um importante edifício ferroviário do Brasil e um marco no processo de formação e desenvolvimento do município. Sua arquitetura e sua estreita ligação afetiva com a sociedade joinvilense a torna um bem cultural representativo da cultura local e um atrativo turístico. Em 2007 foi restaurada, sendo fiel à época que foi construída e em 2008 foi tombada como patrimônio arquitetônico do Brasil. No mesmo ano, o Complexo foi inaugurado sob a denominação Estação da Memória. Em 30/08/2010 foi assinado o Decreto nº que regulamentou a criação desta unidade. Seu objetivo é atuar como centro de referência de memória das identidades que estabelecem a diversidade cultural de Joinville e região. 5 Espaço é resultado da ação dos homens sobre o próprio espaço, intermediados pelos objetos naturais e artificiais (SANTOS, 2012)

12 A Estação da Memória além de constituir essa porção do território onde houve a interação do homem com o meio natural, atribuindo valor significativo, apresenta no seu ambiente a memória, assim como transporta o homem ao passado geralmente de modo coletivo (HALBWACHS, 2006), também traz para uma conexão com o presente e com o futuro, esses processos sociais da memória são importantíssimos para a composição da identidade e do lugar. Nas figuras 02 e 03, pode-se perceber a característica singular da Estação da Memória em 1906 e 2010, mesmo com todas as modificações, restaurações realizadas no decorrer dos anos. Figura 02 - Estação Ferroviária (1906) Fonte: Acesso em 10/08/2012. Após restauração e requalificação a Estação da Memória, o espaço, na atualidade, abriga a Coordenação de Patrimônio Cultural, área de lazer, cultura e

13 educação, contando a história da cidade, bem como a memória do trabalho em Joinville e região (figura 03). Mensalmente ocorre neste espaço o evento Sábado na Estação, com Mercado de Pulgas, Feira de Arte, Artesanato e Apresentações Culturais (Fundação Cultural de Joinville, 2012). Figura 03 - Estação da Memória (2010) Fonte: Acesso em 10/08/2012. ALAMEDA BRÜSTLEIN A Alameda Brüstlein, mais conhecida na cidade como Rua das Palmeiras, foi concebida para servir de ligação entre a Maison de Joinville (atual Museu Nacional de Imigração e Colonização) e Rua Olaria (atual Rua do Príncipe). Em 1867, Frederico Brüstlein, administrador da Colônia Dona Francisca, por isso, o nome de Alameda

14 Brüstlein, ordenou a Louis Niemeyer que trouxesse do Rio de Janeiro sementes das palmeiras imperiais existentes no Jardim Botânico. Em 1873, as mudas de 56 (cinquenta e seis) palmeiras foram transplantadas para o local. Em 1961, foram replantadas mais dez palmeiras, em substituição às antigas, sendo que quatro haviam sido retiradas devido às ruas terem sido alagadas no século XIX (Fundação Cultural de Joinville, 2012). Em 1973, a Alameda foi ajardinada e transformada em Boulevard, com projeto do artista Juarez Machado. A Alameda Brüstlein foi tombada como Patrimônio Cultural do município de Joinville, pelo decreto , no dia 9 de março de Em 2012, foi realizado um projeto de requalificação urbana da Alameda Brüstlein que, entre outras melhorias, abriu um caminho central levemente sinuoso para a passagem de pedestres. Este projeto, elaborado pela administração pública em parceria com instituições vinculadas a cultura, teve como principais objetivos estimular a convivência urbana, fortalecer o turismo, preservar a história e o simbolismo do local, além de garantir acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida (Fundação Cultural de Joinville, 2012, web). A Alameda Brüstlein, desde seu surgimento passou por várias alterações de traçado, trânsito, sentido propostas por paisagistas, gestores, artistas. Pelo seu significado e simbolismo para a história da cidade, para seus habitantes o que se pode constatar é que a paisagem é um elemento fluido, rápido e mutável. Assim, como o ser humano ela se move, cria e sofre as mesmas mudanças sociais gritantes (ALVES, 2010), então as paisagens possuem significados simbólicos porque é o produto da apropriação e transformação do meio ambiente pelo homem (COSGROVE, 2004 apud ALVES, 2010, p. 3). Como demonstrado na figura 04 aparece a Alameda nos anos de 1890 e 1910, pode se perceber algumas mudanças provocadas pela ação do homem, no decorrer dos anos.

15 Figura 04 - Alameda Brüstlein Fonte: Acesso em 10/08/2012. A mesma paisagem cultural pode ser observada na figura 05, no ano de 1960, quando no ano seguinte foi efetuado o replantio de algumas palmeiras e no ano de 1973, quando virou um Boulevard, modificações sofridas ao longo dos anos, no entanto, a representatividade do lugar para a cidade permaneceu, assim como a peculiaridade do lugar, não sofreu alteração. Figura 05 - Alameda Brüstlein Fonte: Acesso em 10/08/2012.

16 Em Joinville/SC, a Alameda Brüstlein, um dos principais atrativos culturais, está diretamente ligado ao que se constitui como patrimônio histórico e cultural e esses inseridos na consolidação da história de Joinville/SC, também é um dos principais atrativos para o turismo da cidade como demonstrado na figura 06. Figura 06 - Alameda Brüstlein (2010) Fonte: Acesso em 10/08/2012. Em 2012, o atrativo da cidade recebeu um novo paisagismo, obras de drenagem pluvial, espaços de permanência, nova pavimentação e moderna iluminação, entre outras melhorias (IPPUJ, 2012), como visualizado na figura 07. A requalificação do espaço teve como objetivo a utilização do local para o desenvolvimento cultural e a convivência da população. Novamente o espaço, sofreu alteração, mas sua excepcionalidade conservar-se.

17 Figura 07 - Alameda Brüstlein (2012) Fonte: Foto Divulgação (IPPUJ, 2012). Acesso em 10/08/2012. Consideramos que a memória deve ser entendida como um fenômeno coletivo e social, como já argumentava Halbwachs (2006), ou seja, como um fenômeno que é construído coletivamente e submetido a flutuações, transformações, mudanças constantes. Assim esses dois espaços de Joinville/SC que foram analisados passam pela memória coletiva da população, transformando-se em lugares de memória, lugares esses particularmente ligados a uma lembrança, independente do momento que ocorreu (POLLAK, 1992). Como Santos afirma (2012, p.73) uma paisagem é uma escrita sobre a outra, é um conjunto de objetos que têm idades diferentes, é uma herança de muitos diferentes momentos. Passado, presente, futuro todas essas transformações constantes dos elementos naturais, foram geradas em decorrência da integração da paisagem cultural e sua abordagem de forma articulada dos diversos grupos sociais, fazendo com que esses

18 criassem ou produzissem, nos espaços analisados lugares de memória. E essa memória coletiva, representa a sociedade e compõe a paisagem cultural da cidade de Joinville/SC, dada sua interação do homem com o meio ambiente, mas, principalmente, o resultado material de todas as mudanças sociais e naturais que ocorrem nas regiões onde estão inseridos os espaços. CONSIDERAÇÕES FINAIS PRELIMINARES A paisagem cultural em Joinville/SC é um assunto recente, assim como no Brasil. No geral, paisagem cultural é um conceito pouco conhecido, as reflexões e discussões são intensas e profundas, principalmente nas modificações das paisagens, sejam naturais ou culturais, como esses espaços urbanos são transformados com certa velocidade, visto que a paisagem cultural, não é algo estático, mas sim um elemento fluido e rapido (MOREIRA, 2007). A cidade precisa dessas paisagens culturais, pela necessidade de identidade e de reconhecimento desses espaços como parte do cotidiano de suas vidas, gerando um legado cultural para as futuras gerações. Essa percepção é o que faz com que esse estudo seja um desafio, uma vez que a cidade apresenta paisagens culturais significativas para sua população, algumas expostas pela mídia, que podem ser visualizadas nos cartões postais, folders e outros, mas que estão na memória dos cidadinos. E a questão da sustentabilidade atrelada à paisagem cultural é um questionamento que permanece latente. Enfim, acreditamos que mesmo tendo passado por esses processos de modificações e restaurações, ambos os espaços analisados, mantêm suas características peculiares, são lugares de memória, de milhares de joinvilenses, que de alguma forma ou de outra, olham para essas paisagens e veem significados de valores humanos, uma relação afetiva criada no processo social de interação do homem com o meio ambiente. Mas, ainda há uma reflexão que permanece, podemos chama-las de paisagens culturais considerando os conceitos apresentados pelas normativas da UNESCO e do IPHAN?

19 REFERÊNCIAS ABREU, Regina; CHAGAS, Mario. Memória e patrimônio: ensaios contemporâneos. 2.ed. Rio de Janeiro: Lamparina, ALVES, Rahyan de Carvalho. Cidade e paisagem: a decodificação do visível por citadinos do município de Pirapora, norte de Minas Gerais. I Colóquio Cidade e Região: dinâmicas dos espaços urbanos e rurais. Unimontes, 13 a 15 de setembro de BERQUE, A. paisagem-marca, paisagem-matriz: elementos da problemática para uma geografia cultural. In: CORRÊA, R.L.; ROSENDAHL, Z. (Orgs). Paisagem, Tempo e Cultura. Rio de Janeiro: EdUERJ, P CABRAL, Luiz Otavio. A paisagem enquanto fenômeno vivido. Revista Geosul, v.15. n.30, p.34-45, jul/dez CAUQUELIN, Anne. A invenção da paisagem. São Paulo: Martins Fontes, CONVENÇÃO Européia de Paisagem. Florença, 20/10/2000. FCJ - Fundação Cultural de Joinville. Disponível em: < >. Acesso em: 15.Jul FICKER, Carlos. História de Joinville: crônica da Colônia Dona Francisca. 3ed. Joinville: Letradágua, DELFHIM, Carlos F. de M. Paisagem cultural: depoimento [outubro. 2008]. Entrevistador. Silvestre Gorgulho. Disponível em: <http://www.gorgulho.com>. Acesso em: 26.jun HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. Tradução Beatriz Sidou. São Paulo: Centauro, IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA Censo Demográfico 2000 e Estimativa Censitária, IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Disponível em: <http://www.iphan.gov.br/>. Acesso em: 20. jul.2012.

20 IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Portaria nº 127 de 30/04/2009. Estabelece a chancela da Paisagem Cultural Brasileira. IPPUJ - Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville. Cidade em Dados IPPUJ - Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville. Disponível em: < Acesso em: 21.Jul IPPUJ - Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville. Plano de Estruturação Urbana MOREIRA, Ruy. Pensar e ser em geografia: ensaios de historia, epistemologia e ontologia do espaço. São Paulo: Contexto, NASCIMENTO, Flávia Brito & SCIFONI, Simone. A paisagem cultural como novo paradigma para a proteção: a experiência do Vale do Ribeira-SP. Revista CPC, São Paulo, n. 10, p , maio/out POLLAK, Michael. Memória e identidade. Estudos históricos. Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992, p RIBEIRO, Rafael Winter. Paisagem cultural e patrimônio. Brasília: Iphan, SANTOS, Milton. Pensando o espaço do homem. São Paulo: Edusp, SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos da geografia. 6.ed. São Paulo: Edusp, SCIFONI, Simone. A Construção do patrimônio natural. São Paulo: Labur edições, SCHAMA, Simon. Paisagem e memória. Trad. Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, SGANZERLA, Norberto. O processo urbanístico. Instituto 150 anos. Joinville: Letradágua, STIGLIANO, B.V. RIBEIRO, H. CESAR. P. de A. B. Paisagem cultural e sustentabilidade: possíveis conexões e subsídios para políticas públicas e planejamento do turismo. Turismo em análise, v.22. n.3. Dez ISSN

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de A U A UL LA Observar a paisagem Nesta aula, vamos verificar como a noção de paisagem está presente na Geografia. Veremos que a observação da paisagem é o ponto de partida para a compreensão do espaço geográfico,

Leia mais

A PATRIMONIALIZAÇÃO DO MEIO RURAL DE JOINVILLE/SC

A PATRIMONIALIZAÇÃO DO MEIO RURAL DE JOINVILLE/SC A PATRIMONIALIZAÇÃO DO MEIO RURAL DE JOINVILLE/SC Gustavo Grein 1 Ilanil Coelho 2 Resumo: Este escrito tem como objetivo discutir o processo de patrimonialização do meio rural do município de Joinville,

Leia mais

MUSEUS E PAISAGENS CULTURAIS

MUSEUS E PAISAGENS CULTURAIS O acesso ao material Bibliográfico está disponível apenas para consulta local. O Boletim Cenedom é destinado à difusão regular do acervo e das atividades do Cenedom, como estudos, pesquisas e publicações

Leia mais

CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009.

CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009. INVENTÁRIO DE BENS CULTURAIS DE RIBEIRÃO PRETO SP Henrique Telles Vichnewski 1 Lílian Rodrigues de O. Rosa 2 Nainôra Maria B. de Freitas 3 O Inventário de Bens Culturais de Ribeirão Preto faz parte do

Leia mais

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA Karin Comerlatto da Rosa kcomerlattodarosa@yahoo.com.br Resumo: A história da Lapa está presente

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA PAISAGEM NO AUXÍLIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

AS IMPLICAÇÕES DA PAISAGEM NO AUXÍLIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL AS IMPLICAÇÕES DA PAISAGEM NO AUXÍLIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Wallace Matheus Torres Peres / UERJ w.matheustorres@bol.com.br Renan Caldas Galhardo Azevedo / UERJ renan.azevedo08@outlook.com INTRODUÇÃO O

Leia mais

CICLOS DE VIDA NOS LUGARES DAS ÁGUAS: as ilhas do rio São Francisco em Pirapora/MG

CICLOS DE VIDA NOS LUGARES DAS ÁGUAS: as ilhas do rio São Francisco em Pirapora/MG CICLOS DE VIDA NOS LUGARES DAS ÁGUAS: as ilhas do rio São Francisco em Pirapora/MG SOUZA, Angela Fagna Gomes de UFU angelafagna@hotmail.com SANTOS, Rodrigo Herles dos UFU rherlles@hotmail.com BRANDÃO,

Leia mais

TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR

TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR Authors: Eliete Araujo¹, Ivana Santos¹, Fabiana Rajão¹, Laura Guerreiro¹ Affiliation: 1 - UniCEUB Keywords: Torre. Requalificar. Inteligente. I. INTRODUÇÃO Este trabalho

Leia mais

itabira diagnóstico e propostas

itabira diagnóstico e propostas itabira diagnóstico e propostas A CVRD foi constituída, em 1942, a partir de ativos minerários existentes, sobretudo as minas de Itabira. Cauê foi a maior mina de minério de ferro do Brasil As operações

Leia mais

ENTREGA DE KIT. Data: 13/06/2015. Horário: Das 12h as 18h. No Hotel TANNENHOF Rua Visconde Taunay, 340 Joinville/SC

ENTREGA DE KIT. Data: 13/06/2015. Horário: Das 12h as 18h. No Hotel TANNENHOF Rua Visconde Taunay, 340 Joinville/SC JOINVILLE Joinville foi fundada em 9 de março de 1851, com a chegada dos primeiros imigrantes da Alemanha, Suíça e Noruega, a bordo da barca Colon. A nova terra foi denominada Colônia Dona Francisca, em

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE.

GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE. GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO PLANEJAMENTO URBANO UM OLHAR SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM URBANA OCORRIDAS NO BAIRRO JABOTIANA, ARACAJU/SE. Rafael da Cruz 1, Anna Allice Souza Silva 2, Luana Pereira

Leia mais

ECO SHOPPING LAGOA DO PERI

ECO SHOPPING LAGOA DO PERI Boletim do Investimento Urbano Sustentável ECO SHOPPING LAGOA DO PERI A agenda estratégica de desenvolvimento sustentável Floripa 2030, constitui um marco para a mudança das formas de uso e ocupação do

Leia mais

Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO

Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO Vista da Rua Schilling, no ano de 1981 Fonte : Júnior Manuel Lobo Fonte:Vila Hamburguesa sub-distrito da Lapa município da capital de São Paulo Vila

Leia mais

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011.

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011. 1 - APRESENTAÇÃO A Área de Proteção Ambiental (APA) Serra Dona Francisca, localizada no município de Joinville/SC, com área mapeada de 40.177,71 ha, foi criada através do Decreto n 8.055 de 15 de março

Leia mais

PRAÇA GETÚLIO VARGAS IMPORTANTE ESPAÇO PÚBLICO DE CONVÍVIO SOCIAL EM PONTA GROSSA-PR

PRAÇA GETÚLIO VARGAS IMPORTANTE ESPAÇO PÚBLICO DE CONVÍVIO SOCIAL EM PONTA GROSSA-PR PRAÇA GETÚLIO VARGAS IMPORTANTE ESPAÇO PÚBLICO DE CONVÍVIO SOCIAL EM PONTA GROSSA-PR Joel Zubek da Rosa - zubek14joel@hotmail.com Maria Aparecida de Oliveira Hinsching (Orientadora) Resumo A Praça Getúlio

Leia mais

ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE

ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE TENORIO, LUCIENE A. (1); CARVALHO, AMANDA B. (2); ZHAYRA, ADELAIDE C. (3) 1. LVF Empreendimentos LTDA.

Leia mais

CADERNO DE CAMPO (GRUPO 13) DO IDEAL À REALIDADE EM TRANSFORMAÇÃO CONSIDERAÇÕES SOBRE A TRAJETÓRIA URBANO-ESTRUTURAL DO DISTRITO FEDERAL

CADERNO DE CAMPO (GRUPO 13) DO IDEAL À REALIDADE EM TRANSFORMAÇÃO CONSIDERAÇÕES SOBRE A TRAJETÓRIA URBANO-ESTRUTURAL DO DISTRITO FEDERAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA FLG0435 - TRABALHO DE CAMPO EM GEOGRAFIA I PROF. DR. TARIK REZENDE DE AZEVEDO CADERNO DE CAMPO (GRUPO

Leia mais

ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI

ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI Autoria: Manoel Brito de Farias Segundo (orientador) Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (FACISA) Caio Méssala da Silva Faustino - Faculdade de

Leia mais

Requalificação da Frente Ribeirinha do Concelho de Vila Franca de Xira Polis & Polis XXI

Requalificação da Frente Ribeirinha do Concelho de Vila Franca de Xira Polis & Polis XXI Requalificação da Frente Ribeirinha do Concelho de Vila Franca de Xira Polis & Polis XXI Luís Matas de Sousa Director do Projecto de Requalificação Urbana da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira Área

Leia mais

Palavras chave: Expansão Urbana;Sensoriamento Remoto; SIG e Supressão da vegetação.

Palavras chave: Expansão Urbana;Sensoriamento Remoto; SIG e Supressão da vegetação. SENSORIAMENTO REMOTO E SIG APLICADOS NA ANÁLISE DA EXPANSÃO URBANA NA REGIÃO SUDOESTE DA CIDADE DE MONTES CLAROS MG E A SUPRESSÃO DA VEGETAÇÃO NOS ANOS DE 2000 Á 2011 OLIVEIRA, Gustavo Henrique Gomes de

Leia mais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais AS TRANSFORMAÇÕES ESPACIAIS NA ZONA OESTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO A PARTIR DOS INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA PARA COPA DO MUNDO EM 2014 E AS OLIMPÍADAS DE 2016 Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino

Leia mais

PLANO DIRETOR DECENAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. LEI COMPLEMENTAR N 16, de 4 de junho de 1992

PLANO DIRETOR DECENAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. LEI COMPLEMENTAR N 16, de 4 de junho de 1992 Um plano e novas definições Em 1992, foi publicado na forma de lei complementar o Plano Decenal da Cidade do Rio de Janeiro. Estabeleciam-se então as normas para a política urbana de nossa cidade que deveriam

Leia mais

MUDANÇAS ESPACIAIS NO BAIRRO VILA GARCIA, MUNICIPIO DE JACAREÍ SP NO PERIODO DE 1970 A 2010

MUDANÇAS ESPACIAIS NO BAIRRO VILA GARCIA, MUNICIPIO DE JACAREÍ SP NO PERIODO DE 1970 A 2010 MUDANÇAS ESPACIAIS NO BAIRRO VILA GARCIA, MUNICIPIO DE JACAREÍ SP NO PERIODO DE 1970 A 2010 José Maria Filho ¹, Bruno Rodrigo 1, Sandra Maria Fonseca da Costa¹ 1 Universidade do Vale do Paraíba Faculdade

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL E URBANO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PROCESSOS URBANOS E REGIONAIS DO DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL E URBANO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PROCESSOS URBANOS E REGIONAIS DO DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL E URBANO Áreas de Concentração / Linhas de Pesquisa ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PROCESSOS URBANOS E REGIONAIS DO DESENVOLVIMENTO As transformações em curso

Leia mais

PAISAGEM E LUGAR: O RESSIGNIFICADO DAS PAISAGENS DA ORLA DA PRAIA DA PONTA NEGRA (RIO NEGRO-MANAUS-AM)

PAISAGEM E LUGAR: O RESSIGNIFICADO DAS PAISAGENS DA ORLA DA PRAIA DA PONTA NEGRA (RIO NEGRO-MANAUS-AM) Valdelice Carvalho Sousa Mestranda da Universidade Federal do Amazonas valdelice.geo@gmail.com Amélia Regina Batista Nogueira Doutora da Universidade Federal do Amazonas ab.nogueira@uol.com.br PAISAGEM

Leia mais

INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS

INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS Secretaria Municipal de Urbanismo INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS Lei de Uso e Ocupação do Solo: Introdução Estamos construindo uma cidade cada vez melhor A Lei

Leia mais

Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP)

Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP) Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP) Mariana Ferreira Cisotto maricisotto@yahoo.com.br IG/UNICAMP Antonio Carlos Vitte IG/UNICAMP Palavras-chave:

Leia mais

BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL. Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil

BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL. Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil PLANEJAMENTO URBANO O planejamento urbano é o processo de

Leia mais

Promover e Valorizar a Paisagem Natural e a Cultura Local por meio de Cartões Postais 1

Promover e Valorizar a Paisagem Natural e a Cultura Local por meio de Cartões Postais 1 Promover e Valorizar a Paisagem Natural e a Cultura Local por meio de Cartões Postais 1 COIMBRA, Bruno Abdala Vieira Di 2 ; ALMEIDA, Maria Geralda 3 Palavras-chave: Kalunga, Paisagem Cultural, Paisagem

Leia mais

PARQUE LINEAR EM BATAGUASSU/MS COMO PAISAGEM, PLANEJAMENTO E CONTROLE URBANOS

PARQUE LINEAR EM BATAGUASSU/MS COMO PAISAGEM, PLANEJAMENTO E CONTROLE URBANOS 493 PARQUE LINEAR EM BATAGUASSU/MS COMO PAISAGEM, PLANEJAMENTO E CONTROLE URBANOS Brysa Yanara de Mendonça Thomazini 1, Sibila Corral de Arêa Leão Honda 2 1 Discente do curso de Arquitetura e Urbanismo

Leia mais

História da Habitação em Florianópolis

História da Habitação em Florianópolis História da Habitação em Florianópolis CARACTERIZAÇÃO DAS FAVELAS EM FLORIANÓPOLIS No início do século XX temos as favelas mais antigas, sendo que as primeiras se instalaram em torno da região central,

Leia mais

Significado do termo Paisagismo ou Arquitetura Paisagística

Significado do termo Paisagismo ou Arquitetura Paisagística Significado do termo Paisagismo ou Arquitetura Paisagística Definição de Paisagem Natural / Cultural 1. Consideramos Paisagem todo o espaço que se abrange num lance de vista, e que é delimitado pela linha

Leia mais

ROTEIROS TURÍSTICOS EM JOINVILLE

ROTEIROS TURÍSTICOS EM JOINVILLE O seu passeio personalizado ROTEIROS TURÍSTICOS EM JOINVILLE OPÇÃO 01 CULTURAL. -Museu da Imigração, Rua das Palmeiras, Panorâmico nas Praças do Imigrantes, da Barca, Prefeitura Municipal. Parque Zoobotanico,

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS MORADORES SOBRE OS IMPACTOS AMBIENTAIS URBANOS CAUSADOS PELA PONTE JOSÉ SARNEY

PERCEPÇÃO DOS MORADORES SOBRE OS IMPACTOS AMBIENTAIS URBANOS CAUSADOS PELA PONTE JOSÉ SARNEY PERCEPÇÃO DOS MORADORES SOBRE OS IMPACTOS AMBIENTAIS URBANOS CAUSADOS PELA PONTE JOSÉ SARNEY RESUMO Saulo Ribeiro dos Santos Professor da Universidade Federal do Maranhão Doutorando em Geografia (UFPR)

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 2CTDAMT06.P METODOLOGIAS DE INVENTÁRIO PARA RESTAURO DE EDIFICAÇÕES DE VALOR PATRIMONIAL Carolina Marques Chaves (2) ; Maria Berthilde Moura Filha (3) Centro de Tecnologia/Departamento de Arquitetura e

Leia mais

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA Juliana de Oliveira Meirelles Camargo Universidade Candido Mendes/ Instituto Prominas e-mail: Ju_meirelles@yahoo.com.br Léa Mattosinho

Leia mais

HOTÉIS OFICIAIS MASTER EXPRESS DISTANCIA DO EVENTO. Rua Francisco Torres, 285 - Centro DETALHES TIPO DE APTO TIPO DE APTO

HOTÉIS OFICIAIS MASTER EXPRESS DISTANCIA DO EVENTO. Rua Francisco Torres, 285 - Centro DETALHES TIPO DE APTO TIPO DE APTO Prezado (a) Visitante, Abaixo, listamos os hotéis oficiais e serviços turísticos acordados para o evento AMOR EXIGENTE 2015, com sede em Curitiba-Pr. Outras informações referentes à programação e transfers

Leia mais

A preocupação com a memória e o Patrimônio Cultural vem ganhando espaço,

A preocupação com a memória e o Patrimônio Cultural vem ganhando espaço, MEMÓRIA GASTRONÔMICA E PATRIMÔNIO CULTURAL LONDRINENSE GASTRONOMIC MEMORY AND LONDRINENSE CULTURAL HERITAGE Prof. Dr. Leandro Henrique Magalhães 1 Profa. Dra. Mirian Cristina Maretti 1 Sonia Maria Dantas

Leia mais

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: UMA POSSIBILIDADE PARA REFLETIR, INFORMAR, EDUCAR E PRESERVAR.

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: UMA POSSIBILIDADE PARA REFLETIR, INFORMAR, EDUCAR E PRESERVAR. 25 a 27 de maio de 2010 Facom-UFBa Salvador-Bahia-Brasil EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: UMA POSSIBILIDADE PARA REFLETIR, INFORMAR, EDUCAR E PRESERVAR. Ana Maria Garcia Moura 1 Cristiane Batista dos Santos 2 Resumo:

Leia mais

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco Danilo Corsino de Queiróz Albuquerque¹ Ana Regina Marinho Dantas Barboza da Rocha Serafim² ¹Graduando do 5º Período no Curso de Licenciatura em Geografia pela Universidade de Pernambuco (UPE), E-mail:

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real A referenciação dos percursos como componentes da estrutura edificada (in Magalhães, Manuela; Arquitectura

Leia mais

DECRETO Nº 25974. de 15 de dezembro de 2008.

DECRETO Nº 25974. de 15 de dezembro de 2008. DECRETO Nº 25974 de 15 de dezembro de 2008. Institui o GEOPARQUE CICLO DO OURO DE GUARULHOS e dá diretrizes para sua estruturação com o objetivo de implantação e forma de gestão. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

(Re)Conhecendo a Geografia Humana de Paul Vidal de la Blache

(Re)Conhecendo a Geografia Humana de Paul Vidal de la Blache HAESBAERT, Rogério; PEREIRA, Sergio Nunes; RIBEIRO, Guilherme (Orgs.). Vidal, Vidais: textos de Geografia Humana, Regional e Política. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012. 464p. (Re)Conhecendo a Geografia

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL Profa. Dra. Ana Barbara A. Pederiva Professora da Universidade Cruzeiro

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio ETEC Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: TEODORO SAMPAIO Área de conhecimento: Ciências Humanas Componente Curricular: Historia

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO (X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG

AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG Tamiris Batista Diniz tamirisbdiniz@hotmail.com Discente Geografia UNIFAL-MG 349 Ana Rute do Vale ana.vale@unifal-mg.edu.br

Leia mais

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Região Norte 1. Qual a diferença entre região Norte, Amazônia Legal e Amazônia Internacional? A região Norte é um conjunto de 7 estados e estes estados

Leia mais

Uso e Arborização dos Espaços Comuns nas Escolas Municipais de Canhotinho-PE

Uso e Arborização dos Espaços Comuns nas Escolas Municipais de Canhotinho-PE THAMYLLYS MYLLANNY PIMENTEL AZEVEDO(AUTORA) E-mail: thamyllysmyllanny@hotmail.com MARIA BETÂNIA MOREIRA AMADOR (COAUTORA) E-mail: betaniaamador@yahoo.com.br UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-UPE/CAMPUS GARANHUNS

Leia mais

Introdução. OBSERVATORIUM: Revista Eletrônica de Geografia, v.5, n.15, p. 133-139, dez. 2013.

Introdução. OBSERVATORIUM: Revista Eletrônica de Geografia, v.5, n.15, p. 133-139, dez. 2013. REPRESENTAÇÕES ESPACIAIS POR MEIO DE FOTOGRAFIAS: práticas realizadas por Acadêmico do Curso de Geografia da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal/Universidade Federal de Uberlândia freitasbrunode@gmail.com

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

26º. Encontro Técnico AESABESP DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP.

26º. Encontro Técnico AESABESP DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP. 26º. Encontro Técnico AESABESP Izanilde Barbosa da Silva Elivania Silva de Abreu DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP. São Paulo-SP INTRODUÇÃO O Brasil é um pais

Leia mais

Pinhal Digital 2: a caminho de uma atividade transdisciplinar.

Pinhal Digital 2: a caminho de uma atividade transdisciplinar. TEXTO 05 Pinhal Digital 2: a caminho de uma atividade transdisciplinar. Clarissa Ribeiro Pesquisadora do Nomads.USP Núcleo de Estudos sobre Habitação e Modos de Vida, Escola de Engenharia de São Carlos,

Leia mais

Alexandre Brasil André Prado. Carlos A. Maciel Danilo Matoso. Revitalização do Centro de Goiânia Goiânia, GO projeto: 2000 concurso 1o lugar

Alexandre Brasil André Prado. Carlos A. Maciel Danilo Matoso. Revitalização do Centro de Goiânia Goiânia, GO projeto: 2000 concurso 1o lugar Alexandre Brasil André Prado Carlos A. Maciel Danilo Matoso projeto: 2000 concurso 1o lugar O conjunto objeto desta proposta se constitui de três partes de caráter notadamente diferenciadas: a primeira,

Leia mais

TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO (TIC S): UM RECURSO PARA DIFUNDIR A ARTE E CULTURA DA CIDADE DE AREIA-PB

TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO (TIC S): UM RECURSO PARA DIFUNDIR A ARTE E CULTURA DA CIDADE DE AREIA-PB TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO (TIC S): UM RECURSO PARA DIFUNDIR A ARTE E CULTURA DA CIDADE DE AREIA-PB Resumo Márcia Verônica Costa Miranda 1 - UFPB José Lourivaldo da Silva 2 - UFPB Dayana Inocêncio

Leia mais

Novos textos no ensino da Geografia

Novos textos no ensino da Geografia Novos textos no ensino da Geografia Renata de Souza Ribeiro (UERJ/ FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/ FFP) Resumo Este texto relata a experiência desenvolvida no curso Pré-vestibular Comunitário Cidadania

Leia mais

Prof. Dr. André Munhoz de Argollo Ferrão

Prof. Dr. André Munhoz de Argollo Ferrão ECOCIDADES E ECORREGIÕES: ORDENAMENTO TERRITORIAL COM BASE NA CONEXÃO PATRIMÔNIO-PAISAGEM CULTURAL 18/09/2014 Prof. Dr. André Munhoz de Argollo Ferrão VIII CONGRESO INTERNACIONAL ECO CIUDADES Patrimonio

Leia mais

PAISAGEM CULTURAL: permanência e transformação

PAISAGEM CULTURAL: permanência e transformação PAISAGEM CULTURAL: permanência e transformação CARDOSO, FLORA O.S. Universidade Federal de Pernambuco. Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano Rua da Harmonia, 862 Recife/PE CEP: 52051500 flordeoliveira@gmail.com

Leia mais

BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES

BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES Nome: Data: / / 2015 ENSINO FUNDAMENTAL Visto: Disciplina: Natureza e Cultura Ano: 1º Lista de Exercícios de VC Nota: BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES QUANDO OS PORTUGUESES CHEGARAM AO BRASIL, COMANDADOS

Leia mais

CULTURA, GASTRONOMIA E TURISMO: DESENVOLVIMENTO LOCAL ESTUDO DE CASO DA III FESTA DA FARINHA DE ANASTÁCIO (MS)

CULTURA, GASTRONOMIA E TURISMO: DESENVOLVIMENTO LOCAL ESTUDO DE CASO DA III FESTA DA FARINHA DE ANASTÁCIO (MS) CULTURA, GASTRONOMIA E TURISMO: DESENVOLVIMENTO LOCAL ESTUDO DE CASO DA III FESTA DA FARINHA DE ANASTÁCIO (MS) 1 TREVIZAN, Fernanda Kiyome Fatori INTRODUÇÃO A promoção dos recursos humanos e do planejamento

Leia mais

Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional

Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional Ponta do Calabouço e adjacências: história, memória e patrimônio nos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro CHAMADA PÚBLICA DE TRABALHOS A faixa de terra

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

BOLETIM MUSEU DA IMIGRAÇÃO Março Abril 2014

BOLETIM MUSEU DA IMIGRAÇÃO Março Abril 2014 O Boletim do Museu da Imigração chega à sua décima nona edição. Junto com a proposta de manter as comunidades e o público geral informados sobre o processo de restauro das edificações e reformulação do

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES COLÉGIO ARNALDO 2014 CADERNO DE ATIVIDADES GEOGRAFIA ATENÇÃO: Este trabalho deverá ser realizado em casa, trazendo as dúvidas para serem sanadas durante as aulas de plantão. Aluno (a): 5º ano Turma: Professora:

Leia mais

2.2.3 Casos de Imóveis preservados

2.2.3 Casos de Imóveis preservados 2.2.3 Casos de Imóveis preservados Em Sorocaba o tombamento municipal é a base da política de preservação adotada em nível local. Em entrevista para o Jornal Cruzeiro do Sul a presidente do CMDPH, Maria

Leia mais

INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO

INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO Thalyta Lopes Rego Mestranda em Geografia, Universidade Federal de Goiás Instituto de

Leia mais

(Adaptado de: . Acesso em: 26 jul. 2014.)

(Adaptado de: <http://www2.sabesp.com.br/mananciais/divulgacaositesabesp.aspx>. Acesso em: 26 jul. 2014.) GEOGRFI 1 Leia o texto e as figuras a seguir. O conhecimento da geografia contribui para que a sociedade tenha uma melhor compreensão dos problemas ambientais. falta d água no Sistema Cantareira do estado

Leia mais

3.4 Patrimônio histórico e cultural O Pólo Costa do Delta conta com 18 bens tombados, sendo 17 em Teresina e 1 em Parnaíba. Destes, a totalidade é

3.4 Patrimônio histórico e cultural O Pólo Costa do Delta conta com 18 bens tombados, sendo 17 em Teresina e 1 em Parnaíba. Destes, a totalidade é 3.4 Patrimônio histórico e cultural O Pólo Costa do Delta conta com 18 bens tombados, sendo 17 em Teresina e 1 em Parnaíba. Destes, a totalidade é tombada em nível estadual, apenas um bem é tombado pela

Leia mais

Como chegar Gestão Curiosidades Estatísticas Festas Populares

Como chegar Gestão Curiosidades Estatísticas Festas Populares Como chegar Gestão Curiosidades Estatísticas Festas Populares Geografia História Tradição Util Pública Centro urbano Além da oferta municipal, com clima agradável, incontáveis rios, cachoeiras e vilas

Leia mais

MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS NO BAIRRO JÓQUEI CLUBE: DA DESATIVAÇÃO DO JÓQUEI CLUBE CEARENSE A GENTRIFICAÇÃO DO BAIRRO

MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS NO BAIRRO JÓQUEI CLUBE: DA DESATIVAÇÃO DO JÓQUEI CLUBE CEARENSE A GENTRIFICAÇÃO DO BAIRRO Helania Martins de Souza Universidade Federal do Ceará helania.martins@yahoo.com.br Pesquisa em conclusão MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS NO BAIRRO JÓQUEI CLUBE: DA DESATIVAÇÃO DO JÓQUEI CLUBE CEARENSE A GENTRIFICAÇÃO

Leia mais

Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural

Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CURSO DE TURISMO Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural Fabiana Bernardes

Leia mais

Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa

Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa HORTO DO CAMPO GRANDE MAGAZINE 14 HORTO DO CAMPO GRANDE MAGAZINE 15 FOTOS: Miguel Serradas Duarte FOTOS: Miguel Serradas Duarte Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa HORTO

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1 ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1 1. Localização (discriminação): Municípios de Viçosa do Ceará, Ipú, Tianguá, Ubajara, São Benedito, Carnaubal e Guaraciaba do Norte. (Total de

Leia mais

Diferenças entre o mundo rural e o urbano.

Diferenças entre o mundo rural e o urbano. Oficina Urbanização Esta oficina tem como objetivo analisar uma das principais características do mundo atual; a vida em cidades. Pretendemos compreender a evolução das cidades na história e como se configuram

Leia mais

Centreventos Cau Hansen

Centreventos Cau Hansen Centreventos Cau Hansen Inspirado no moderno conceito de arenas multiuso, o Centreventos foi concebido para reunir, em um só lugar, o máximo em entretenimento. Inaugurado em meados de 1998, possui uma

Leia mais

PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II

PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II UFJF Faculdade de Engenharia - Dep. de Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Projeto VIII Prof: Luciane Tasca Grupo: Jeanny Vieira, Livia Cosentino, Marília

Leia mais

Consulta Pública sobre as Normas de Preservação do Sítio Histórico de Ouro Preto. Memória de Reuniões

Consulta Pública sobre as Normas de Preservação do Sítio Histórico de Ouro Preto. Memória de Reuniões Consulta Pública sobre as Normas de Preservação do Sítio Histórico de Ouro Preto Memória de Reuniões 1.0-Sobre as Normas de Preservação para o Conjunto Tombado de Ouro Preto O Departamento do Patrimônio

Leia mais

INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANA JANAÍNNA VALESKA BORATTO PROPOSTA DE MEIO INTERPRETATIVO NÃO PERSONALIZADO PARA O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA

INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANA JANAÍNNA VALESKA BORATTO PROPOSTA DE MEIO INTERPRETATIVO NÃO PERSONALIZADO PARA O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANA JANAÍNNA VALESKA BORATTO PROPOSTA DE MEIO INTERPRETATIVO NÃO PERSONALIZADO PARA O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA PONTA GROSSA 2012 JANAÍNNA VALESKA BORATTO PROPOSTA DE MEIO

Leia mais

O Patrimônio arqueológico como elemento do Patrimônio Cultural

O Patrimônio arqueológico como elemento do Patrimônio Cultural O Patrimônio arqueológico como elemento do Patrimônio Cultural Adriana Machado Pimentel de Oliveira Kraisch Mestranda do Programa de Pós-graduação em História da UFPB E-mail: adriana.butija@gmail.com Palavras-chave:

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação de Interesse Social em Paiçandu

Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação de Interesse Social em Paiçandu Beatriz Fleury e Silva bfsilva@iem.br Msc. Engenharia Urbana. Docente curso de arquitetura Universidade Estadual de Maringá Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação

Leia mais

Infográficos Cidades@

Infográficos Cidades@ Page 1 of 18 Instituto eiro de Geografia e Estatística Infográficos Cidades@ - RJ Page 2 of 18 Dados Básicos População Área Bioma 6.323.037 hab. 1.200,28 km 2 Mata Atlântica Localização da Sede Page 3

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

Planejamento Anual. Componente Curricular: GEOGRAFIA Ano: 2º Ano Letivo: 2015. Professor(s): Júlio

Planejamento Anual. Componente Curricular: GEOGRAFIA Ano: 2º Ano Letivo: 2015. Professor(s): Júlio Planejamento Anual Componente Curricular: GEOGRAFIA Ano: 2º Ano Letivo: 2015 Professor(s): Júlio APRESENTAÇÃO: Percebemos ser de fundamental importância que o aluno da 2 Ano do Ensino Fundamental possua

Leia mais

Horários: 10h30 12h30 / 15h00 20h00 (com marcação prévia)

Horários: 10h30 12h30 / 15h00 20h00 (com marcação prévia) MUSEU DO CARRO ELÉTRICO Inaugurado em 1992, o Museu do Carro Elétrico nasceu da dedicação e voluntarismo de um pequeno grupo de entusiastas e apaixonados por este meio de transporte coletivo, impulsionados

Leia mais

LEVANTAMENTO DA CONCEPÇÃO DE RISCO AMBIENTAL E ÁREAS DE RISCO NA ESCOLA BÁSICA EM SÃO JOÃO DEL REI BRASIL: RESULTADO PRELIMINAR

LEVANTAMENTO DA CONCEPÇÃO DE RISCO AMBIENTAL E ÁREAS DE RISCO NA ESCOLA BÁSICA EM SÃO JOÃO DEL REI BRASIL: RESULTADO PRELIMINAR LEVANTAMENTO DA CONCEPÇÃO DE RISCO AMBIENTAL E ÁREAS DE RISCO NA ESCOLA BÁSICA EM SÃO JOÃO DEL REI BRASIL: RESULTADO PRELIMINAR André Barbosa Ribeiro Ferreira Departamento de Geografia, Universidade Federal

Leia mais

TERRITÓRIO E LUGAR - ESPAÇOS DA COMPLEXIDADE

TERRITÓRIO E LUGAR - ESPAÇOS DA COMPLEXIDADE TERRITÓRIO E LUGAR - ESPAÇOS DA COMPLEXIDADE Renata Pekelman 1 Alexandre André dos Santos 2 Resumo: O artigo pretende trabalhar com conceitos de território e lugar, a complexidade intrínseca a esses conceitos,

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Tânia de Sousa Lemos 1 ; Ana Beatriz Araujo Velasques 2 1 Aluna do Curso de Arquitetura e

Leia mais

Graduanda em Geografia pela Universidade de São Paulo. Bolsista de iniciação científica da FUSP/BNDES. Contato: ca-milafranco@hotmail.

Graduanda em Geografia pela Universidade de São Paulo. Bolsista de iniciação científica da FUSP/BNDES. Contato: ca-milafranco@hotmail. Implementação de bancos de dados georeferenciados das Viagens Filosóficas Portuguesas (1755-1808) e a criação de um material didático com o uso do Google Earth. Camila Franco 1 Ermelinda Moutinho Pataca

Leia mais

Água como patrimônio cultural Possibilidades de proteção

Água como patrimônio cultural Possibilidades de proteção Água como patrimônio cultural Possibilidades de proteção XIII Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente Vitória/ES 18/04/2013 I- A proteção da água como patrimônio natural - na legislação

Leia mais

comunicação visual para a

comunicação visual para a projetos de design e comunicação visual para a cidade contemporânea solange de oliveira patrícia a. nascimento sheila nicolini neto orgel ramos júnior estudo de casos Parque das Nações (Lisboa); Estação

Leia mais

Conflitos Socioambientais entre as Obras de Ampliação da Usina Eólica e a Comunidade Pedra do Sal Parnaíba PI.

Conflitos Socioambientais entre as Obras de Ampliação da Usina Eólica e a Comunidade Pedra do Sal Parnaíba PI. Conflitos Socioambientais entre as Obras de Ampliação da Usina Eólica e a Comunidade Pedra do Sal Parnaíba PI. Mayara Maia Ibiapina¹; Brendo Rodrigues dos Santos¹; Luciana Morais do Vale²; Edvania Gomes

Leia mais

SOB O DOMÍNIO DE NAPOLEÃO

SOB O DOMÍNIO DE NAPOLEÃO SOB O DOMÍNIO DE NAPOLEÃO Nível de Ensino/Faixa Etária: 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, e todas as séries do Ensino Médio Áreas Conexas: História, Geografia, Sociologia, Ciências Consultor: Rafael

Leia mais

Trens turísticos e o patrimônio cultural. Roberta Abalen Dias

Trens turísticos e o patrimônio cultural. Roberta Abalen Dias Trens turísticos e o patrimônio cultural Roberta Abalen Dias Atualmente o Turismo é considerado uma atividade de grande importância econômica, responsável por geração de emprego e renda. Tal atividade

Leia mais

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Renata de Souza Ribeiro (UERJ/FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/FFP) Eixo: Fazendo escola com múltiplas linguagens Resumo Este texto relata

Leia mais

Consumption of fashion, culture and city: a look at the Vila Madalena (SP)

Consumption of fashion, culture and city: a look at the Vila Madalena (SP) CONSUMO DE MODA, CULTURA E CIDADE: UM OLHAR PARA A VILA MADALENA (SP) Consumption of fashion, culture and city: a look at the Vila Madalena (SP) Resumo Nunes, Luisa da Conceição; Graduando; Universidade

Leia mais

MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX

MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX MOURA FILHA 1, Maria Berthilde CAVALCANTI FILHO 2, Ivan QUEIROZ 3, Louise Costa GONDIM 4, Polyanna Galvão RESUMO Nos últimos

Leia mais