REGULAMENTO DE VIAGEM DE ESTUDOS

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1 REGULAMENTO DE VIAGEM DE ESTUDOS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Florianópolis (SC),

2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA INSTITUIÇÃO Mantenedora: Sistema Barddal de Ensino Grupo UNIESP Mantida: Faculdades Barddal Curso: Arquitetura e Urbanismo Direção Geral: Dulce América de Souza Coordenação de Curso: Dulce América de Souza Coordenação de TCC e Estágio: Tatiani Pires Passos Secretária Acadêmica: Kênia Mara Martins Fischer Assistente de Direção: Roberta Will Bibliotecária-Chefe: Karla Bernadete Linhares EXPEDIENTE Elaboração do Regulamento: Dulce América de Souza Roberta Will Coordenação e Revisão Técnica do trabalho: Dulce América de Souza Roberta Will Elaboração, organização e produção: Dulce América de Souza Roberta Will 2

3 REGULAMENTO VIAGEM DE ESTUDOS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO 01 APRESENTAÇÃO As Viagens de Estudos são componentes curriculares do curso de Arquitetura e Urbanismo das Faculdades Barddal, estabelecidas em Matriz Curricular. É fundamental a complementação dos conteúdos teóricos com atividades práticas, permitindo aos alunos, a vivência profissional e o intercâmbio técnico-científico, através de viagens de estudos curriculares, segundo consta na Proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Graduação em Arquitetura e Urbanismo: Art 8 - Os conteúdos essenciais são desenvolvidos em atividades práticas e teóricas, individuais ou de equipe, que incluem: [...] c) viagens de estudos para o conhecimento de obras arquitetônicas, de conjuntos históricos, de cidades e regiões que ofereçam soluções de interesse e de unidades de conservação do patrimônio natural; Este documento padroniza os procedimentos das duas disciplinas de Viagem de Estudos do curso de Arquitetura e Urbanismo como segue abaixo. 02 VIAGEM DE ESTUDOS I (AU 408) A disciplina Viagem de Estudos I (AU 408) compõe o quadro de disciplinas da grade curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo das Faculdades Barddal, contando do quadro de disciplinas da 4ª fase, porém, pode acontecer semestralmente e incorporar os demais alunos do curso, independente da data de seu ingresso. EMENTA Projeto multidisciplinar, cujo tema aglutinador é o Urbanismo. OBJETIVOS Efetuar uma visita in loco em espaços considerados importantes no campo da arquitetura e urbanismo, onde seja evidente a aplicação do projeto arquitetônico e urbanístico dentro das diretrizes do planejamento urbano, com o intuito de efetuar a relação teórico-prática, através dos conteúdos estudados em sala de aula nas diversas disciplinas do curso e, em específico, nas profissionalizantes. Proporcionar o reconhecimento prático do urbanismo como uma atividade de estudo, regulação, controle e planejamento da cidade (em seu sentido mais amplo) e da urbanização. Portanto, o urbanismo é uma atividade altamente multidisciplinar e complexa 3

4 que dialoga principalmente com a arquitetura (em seu sentido mais comum), com a arquitetura da paisagem, com o design urbano. Neste sentido, a proposta da disciplina é exercitar reconhecimento de edificações e seus respectivos projetos arquitetônicos, inseridas no contexto da cidade, suas relações com o entorno, a funcionalidade, a simbologia, a estética e o diálogo urbano. 03 VIAGEM DE ESTUDOS II (AU 1007) A disciplina Viagem de Estudos II (AU 1007) compõe o quadro de disciplinas da grade curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo das Faculdades Barddal, contando do quadro de disciplinas da 10ª fase, porém, pode acontecer semestralmente e incorporar os demais alunos do curso, independente da data de seu ingresso. EMENTA Projeto multidisciplinar, cujo tema aglutinador é o Patrimônio Histórico. OBJETIVOS Efetuar uma visita in loco em espaços considerados importantes no campo da arquitetura e urbanismo, relacionando-a com a construção da identidade cultural da sociedade, ressaltando a importância da preservação do patrimônio cultural como parte da herança comum da nação. A sua conservação é de interesse geral, tanto do poder público como dos proprietários e de toda a comunidade, especialmente dos arquitetos e urbanistas que são os profissionais que interferem diretamente sobre ele, através da configuração visual e simbólica das cidades. Relacionar as questões legais dispostas na Constituição da República Federativa do Brasil que estabelece que o poder público, com a cooperação da comunidade, deve promover e proteger o "patrimônio cultural brasileiro", com o campo de atuação do arquiteto e urbanista. Reconhecer que esse patrimônio é constituído pelos bens materiais e imateriais que se referem à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, como sejam: as formas de expressão os modos de criar, fazer, viver; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico. Despertar a consciência crítica dos alunos de que quando se preserva legalmente e na prática o patrimônio cultural, conserva-se a memória do que fomos e do que somos: a identidade da nação. Patrimônio, etimologicamente, significa "herança paterna"- na verdade, a riqueza comum que nós herdamos como cidadãos, e que se vai transmitindo de geração a geração. A arquitetura e o urbanismo têm um forte compromisso com a preservação da identidade cultural, e formam um importante âmbito dele. 4

5 04 METODOLOGIAS Em qualquer momento do curso o aluno pode fazer as viagens de estudo, para convalidá-las, o documento apresentado deverá ser um relatório com a seguinte formatação: CAPA Descreve as informações sobre título e autoria do relatório contendo as seguintes informações: Nome da instituição, além do Curso; Autor (Nome do Aluno); Título e subtítulo (se houver); Local (cidade); FOLHA DE ROSTO A folha de rosto é a primeira página após a capa e deve conter: Nome do autor; Indicação da natureza acadêmica do trabalho (trabalho de conclusão de curso, especialização) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); Nome da instituição na qual o relatório será submetido; Área de concentração (curso); Nome dos orientadores (se houverem professores acompanhando a viagem); Local (cidade) da instituição onde o relatório será apresentado (entregue); Mês e ano da entrega. INTRODUÇÃO A introdução deve caracterizar-se como um breve relato do que o leitor encontrará no desenvolvimento do relatório. DESENVOLVIMENTO É o corpo do relatório e deve descrever as visitas efetuadas destacando os aspectos mais pertinentes para a disciplina, como: nome da obra; características da arquitetura, urbanismo e paisagismo; detalhes técnico-construtivos; patrimônio histórico; significação do espaço ou edificação no contexto urbano/sócio-cultural da cidade; funções a que se destina (edificação pública institucional, privada, cultural, de uso misto, lazer, etc.); período de vida (data da construção); autoria do projeto; detalhes pertinentes; imagens e data da visitação. É necessário que o aluno anexe ao relatório todos os comprovantes de visitação: ingressos, tickets, folders, etc.. 5

6 CONCLUSÃO Deve registrar a importância das visitações e as opiniões pessoais sobre a aprendizagem da disciplina, como: características mais marcantes; novos aprendizados e reflexões; influências futuras na ação projetual. 05 FORMATAÇÃO DO RELATÓRIO O relatório deve seguir as normas estabelecidas no Manual Técnico para Trabalhos Acadêmicos (ABNT). Os comprovantes de ingresso e demais atividades devem constar nos anexos. 06 PROCEDIMENTOS DE ENTREGA E CONVALIDAÇÃO Ao final de cada semestre letivo o aluno deve entregar o relatório da viagem efetuada na Secretaria Acadêmica e assinar um protocolo de entrega. A Secretaria envia o relatório à Coordenação de Curso que emite o visto e o retorna à Secretaria Acadêmica para o lançamento em histórico escolar. O relatório permanece na instituição sendo arquivado na pasta do aluno. O presente regulamento entra em vigor no início do segundo semestre letivo de 2013, com validade para todos os alunos regularmente matriculados no curso, revogadas as disposições em contrário. Direção da Unidade Florianópolis (SC), em julho de

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