De sujeitos audiência a sujeitos redes. Revolução na produção/recepção de conteúdos. 1

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1 De sujeitos audiência a sujeitos redes. Revolução na produção/recepção de conteúdos. 1 Armando Ortiz MONTEIRO FILHO 2. Do Analógico, Audiência, ao Digital, Participação. A evolução de tecnologias, a descoberta de fontes de energia, a química, a física, a mecânica, a biologia, a ecologia, a nanotecnologia, diversos dos conhecimentos etc. quando aplicadas e ampliadas pela inteligência coletiva em redes de relações sociais e culturais complexas, principalmente na internet, e com estas alavancagens destas interações, de aplicativos das ciências sociais, da criatividade, de senso comum, de talentos, a aculturação, a mestiçagem, o alcance mundial de qualquer produção de conteúdos às suas operações técnicas, mesmo que ou em causa de sua regionalização, as transformam e... são revolucionarias. Esta também é a história do desenvolvimento técnico da televisão, mas como sempre o que faz a diferença é sua utilização em relação à produção de conteúdos/ mensagens, o que torna os meios, em geral e a televisão em especial a diferenciadora em audiências em relação às suas programações e ao poder de escolhas de horários e de utilização pelo público, mesmo por que ela se destaca como entretenimento, tecnologia barata e acessível, o que ainda não acontece com outros meios e plataformas de comunicação, além de suas linguagens que agregam textos, sons, imagens, animações, serem uma imensa vantagem na facilidade da comunicação, onde nem as barreiras das diversidades de línguas existem, pelas legendas que podem ser colocadas, ou ainda se a barreira é o analfabetismo, as dublagens resolvem. As passagens e evoluções do eletrônico/ analógico, ao eletrônico/ digital, não fogem desta revolução e veículos, meios, plataformas, como a da televisão à internet, que não concorrem, mas se complementam, onde mesmo as TVs digitais e a internet ampliam o alcance e o poder das comunicações. E ainda, se amplificam na utilização de suas linguagens que são comuns, enquanto linguagens, via símbolos, signos, sinais, ícones, códigos etc. que sempre são semelhantes, sendo que as nets, podem ter intervenções de conteúdo imediatas e as TVs, apesar do broadcasting mundial, 1 - artigo submetido ao Grupo 4. Produção e Recepção, no - XIV Colóquio Internacional sobre a Escola Latino- Americana de Comunicação Celacom 2010 TELEVISÃO NA AMERICA LATINA: 60 ANOS DE ACULTURAÇÃO, MESTIÇAGEM, MUNDIALIZAÇÃO MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA. 2 - Coordenador e Professor de Cursos de Pós-Graduação em Marketing e Comunicações, Mídia e Comunicação Empresarial e Institucional UNIP Universidade Paulista SP. Palestrante e Consultor pela - ACV atendimento.com - (sócio-administrador) MESTRE - em Ciências da Comunicação/ Propaganda USP Universidade de São Paulo/ ECA - orientador prof. Dr. Gino Giacomini Filho. - Doutorando em Ciências Sociais Antropologia PUC- Pontifícia Universidade Católica SP - orientadora profa. Dra. Silvia Helena Simões Borelli. 1

2 ainda tem abordagens limitadas, mesmo que a diversos tipos de profissionais que se dedicam a área. Entretanto, é neste sentido fechada a especialistas; - enquanto que as nets, exceto com os produtores de hardwares e softwares, seus usuários tem uma organização, informal, aberta à produção de conteúdos, a todos e a cada um que possui estas tecnologias como disponíveis, mesmo sendo esta a sua principal barreira, pois, alem de ainda ser uma tecnologia cara e pouco acessível, também é como se fora o aprendizado de uma nova língua, processos que duram anos, para ai sim, podermos a utilizar, nestas produções de conteúdos. Isto tudo além de na atualidade ser exigência profissional a utilização de ferramentas da informática e a utilização da internet como instrumentos que fazem parte da formação que é inclusive uma exigência profissional. Estas e outras mudanças contribuem na evolução do comércio, de mercados, de uma indústria de conteúdos digitais, na formação pessoal/ profissional, no entretenimento e em diversas de outras necessidades humanas, culturais e socais; - e hoje a evolução destas redes de relacionamentos socioculturais, que cada vez mais se tornam complexas, aceleradas em manifestações, nas comunidades virtuais, sociedades digitais, que cada vez mais contam com infra-estrutura suficiente para circulação e ampliação de conhecimentos, onde muitas vezes pela lógica destas relações sociais e culturais, são ações em princípios como a cidadania, a justiça e a responsabilidade social. Pois também, são modos de participação, mesmo que em personagens, personas, avatares, onde o fato de participar de um grupo, comunidade ou sociedade, nos tornam semelhantes, parecidos, iguais, nestes grupamentos e, portanto com o exercício do valor da igualdade; - e mais, a defesa, contribuição, solidariedade, mutirões, mesmo que dentro destes grupos, são formas de atuar, tais como na esquecida participação pela fraternidade, nos modos em que se advogam e se consolidam estes grupos; - e mais ainda, a possibilidade da produção, intervenção, ampliação de conteúdos, onde a informação é chave e a resolução de problemas, são conhecimentos, onde este exercício coletivo é também modo de interação e produção de conteúdos, como liberdade, restaurando-se cada vez mais estes valores democráticos. Assim, com o consumo de meios comunicacionais, sem deixar de lado os eletrônicos principais radio, cinema, indiscutivelmente a televisão, mas os novos digitais, a internet, TVs digitais até 3D, as lan houses, web-blogs, wikis, twitter... as comunidades virtuais, sociedades digitais... compõem também e são ao mesmo tempo: - redes socializadoras de relações complexas, mesmo que formados por estruturas organizadas informalmente, mas que estão com novas práticas sociais, culturais e conteúdos em suportes e plataformas multimidiáticas com outros espaços sociais e tempos em outras e novas redes. Onde os espaços virtuais e digitais, mesmo que em avatares, funcionam ininterruptamente, por , sites, celulares, depoimentos em grupos de participação, registros de produções que são vistas e muito mais... e que funcionam enquanto estamos no cotidiano real, neste sentido explodem nosso tempo real, em realidades paralelas, como no cotidiano/ real, no virtual de registros passados, em memórias virtuais que podem ser acessadas a qualquer momento, como já definidos em nuvens, com serviços online como no conjunto competitivo, como os de empresas como a Microsoft e o Facebook que pretendem hospedar arquivos na nuvem, onde a idéia é ser uma mistura de Mi- 2

3 crosoft Office com o Facebook, na versão cloud computing, e os meios e sociedades digitais, na possibilidade de realidades fantásticas. Apesar da grande mobilização de empreendimentos na tentativa de satisfazer pessoas com produtos, serviços, idéias, comercializadas em mercados, em busca de lucratividade, com cada vez mais a utilização de meios e veículos, em especial as TVs e basicamente a internet, quem mais tem ido além destas relações são as ONGs em primeiro lugar, alguns governos e por fim algumas empresas, pois, todas estas produções só existirão se existir a vida de todas as espécies e esta é a contrapartida da relação inicial da equação de retorno em satisfação/ lucro, em benefícios em relação à natureza/ cultura/ sociedades. Mesmo não esquecendo que a principal energia transformadora dos empreendimentos são as pessoas na constituição do sociocultural, o desafio é estimular, despertar para transformação, que amplifiquem experiências/ conhecimentos e necessidades de cumprir com a missão da contrapartida à natureza/ cultura/ sociedades, como p. ex. com a sustentabilidade, pois, toda tecnologia na outra ponta produz lixo, mesmo sendo mercado e, portanto da esfera do econômico-político; - a preservação, que é uma questão de necessidades sociais e, portanto das esferas do desenvolvimento das sociedades; - e a biodiversidade, como questão de manutenção de vidas, pois sem elas nada mais pode existir e, portanto questões da esfera da natureza/ cultura. E, hoje estas ações estão no âmbito de efervescentes mercados, portanto principalmente na esfera da economia-política, enquanto as necessidades de preservação estão mais no âmbito da existência de sociedades e a manutenção de vidas, razão talvez da maior participação de ONGs e o cuidado com a biodiversidade, na manutenção da natureza-cultura como um só elemento que são e como todos os outros âmbitos que estão interligados, entretanto só separados para melhor estudar e argumentar. No entanto, como fica a conscientização destas relações? Estão fundamentalmente vinculadas à comunicação e de forma radical em veículos como as TVs e a internet, com a fundamental participação de públicos, hoje produzindo estas passagens de sujeitos audiência, a sujeitos mídia, ativos na participação destas programações, como sujeitos redes, pois de imediato podem intervir em conteúdos que circulam nestas nets. A Questão Pública e o Público. Portanto, a web, a internet, as multiplataformas, as multimídias, nos transpuseram de: - emissores a receptores na comunicação, os web-blogs, sites, wikis... as comunidades virtuais, as sociedades digitais, nos tornam públicos, em avatares, personagens, personas, mesmo que a nossa subjetividade também torne-se pública, e onde ao mesmo tempo, - somos produtores, por: - identidades e identificações e nestas, a produção de outras lógicas, como as do sociocultural, mais próximas de princípios como os de : justiça e responsabilidade, social, cidadania, muito além das lógicas dominantes da acumulação. E, se por similaridades, identidades, então por: - igualdades, se por identificações em comunidades e sociedades, mesmo que virtuais e digitais, então por: - fraternidades e se podemos interferir na produção, no conteúdo, nas emissões e recepções então por: - liberdade resgatando valores, apesar do imenso lado obscuro da internet ter uma dimensão incalculável com a pornografia, a criminalidade, cyberwarfare, etc. 3

4 Mas, o que chama a atenção mesmo é que as pesquisas de mercado, de marketing, de comunicação, mídia... sempre levam em consideração a audiência e satisfação quase que segmentadas por individualidades, enquanto que a grande audiência em TVs, mas principalmente na internet, estão voltada a estas contrapartidas da natureza/ cultura/ sociedade, que coletivas e portanto temos já diversos modelos, parâmetros e paradigmas de programações a altas audiências com estes princípios e valores, que levam a ações da reciprocidade e contrapartida da sustentabilidade, preservação, biodiversidade, na continuidade de vidas e manutenção de suas existências, como manifestações maiores no exercício da inteligência coletiva. A Comunicação Aplicada e a Subjetividade Pública. No ambiente do composto da comunicação; (os envolvidos) - empreendimentos, empresas, a produção de bens, institutos, agencias, no marketing, na pesquisa, na comunicação, mídias, veículos, em mercados, na economia-política, na legislação, nas sociedades e em suas culturas, (este é o ambiente), as questões da comunicação aplicada, como na comunicação empresarial e institucional, o destaque está na publicidade e propaganda, assessoria de imprensa, relações públicas, merchandising... que em todos os veículos é a comunicação que patrocina o funcionamento destes meios, sendo esta a principal característica que os tornam mídias públicas, e os destaques, devemos ressaltar sempre são os voltados à produção desta comunicação em TVs. E assim, públicos audiências, ficam expostos a esta comunicação pública, já que qualquer comunicação publicitária invade, se introduz e se intromete em nossas vidas de forma racional, com humor, emocional e sensível etc. mesmo que nem sempre de qualidade, elegante e de bom gosto, razão pela qual sempre deve ser educada, talentosa, surpreendente entre diversas outras qualidades, como aplicação e aplicativos de todas as áreas de conhecimentos, que é para onde se dirige e orienta-se esta argumentação. Para estas tarefas, da comunicação que sempre dependeram de sistemas como: emissores - meios - mensagens receptores, onde até estes sistemas se transformam e assim como tudo, mudam influenciados, pelo pensar, por todas as tecnologias, os instrumentos, as novas mídias e o universo digital, onde agora: os emissores podem ser ao mesmo tempo, também receptores, e os meios cada vez mais são plataformas tecnológicas e onde o nó, como sempre, são as mensagens que são a produção dos conteúdos. Estes, os conteúdos / mensagens são, e sempre serão, a maior das questões, com a necessidade criativa do pensar e pensar fora do convencional, que deve se realizar de forma inédita, criativa, original, principalmente útil... para as pessoas, para o sociocultural, no desenvolvimento total ou global. E, hoje ainda, como os receptores também podem intervir/ interagir como emissores, são estas significativas mudanças que serão agora os assuntos que nos interessam na comunicação. No entanto, o maior avanço dos processos de comunicação, nos últimos anos, foi realizado pela tecnologia, mas o nosso maior desafio continua sendo a produção de idéias e conteúdo de forma simples e criativa, estimulante que assegure a atenção desejada, nos informe, sejam notícias, gerem as possibilidades de conhecimentos, para que requeiram nossa atenção. 4

5 Afinal, nas TVs o zapping e nas nets a tecla delete, nos fornecem este poder de seleção do que desejamos prestar atenção e onde as questões dos conhecimentos são o processamento de informações, o uso de tecnologias, para resolver nossos problemas estes sempre são os interesses e as maiores necessidades. Pois, o negócio da comunicação sempre é o conteúdo, novo, criativo, reinventado, informativo, inteligente, estimulante e... muito mais! As técnicas, os instrumentos, as tecnologias, são meros facilitadores da produção e transmissão de conteúdos, alem disso, técnicas, todos nós somos capazes de inventar, fazer, aprender e operar; - no entanto, conteúdos dependem do pensar, do refletir, de dados, de informações... de inteligência, criatividade e talento, que todos nós temos, mas, precisamos muito esforço para desenvolvê-las, para com tudo isto processá-las como conhecimentos, que resolvem nossos problemas e... fundamentalmente, comunicar. E, pensar dá prazer, emoção, sensações, razão e felicidade... o contrario, bem o contrario nos fornece a obediência, a frustração e muito mais também!...entretanto, não bastam plataformas hi-tech, nem excelentes conteúdos, pois, ainda dependemos da transmissão destes conteúdos / mensagens e da possibilidade pública de pessoas serem, por elas atingidas, envolvidas e, agirem, reagirem, interagirem e pensarem sobre elas, ou até dispensá-las, zapeá-las, descartá-las, deletálas e, no universo digital até acrescentarem adicionarem mais conteúdo a elas; - o que hoje ocorre e já faz parte da chamada inteligência coletiva, na cibercultura; ou cyberculture; - cultura digital. Onde a razão e o pensar prevalecem, a comunicação em geral e a comunicação publicitária em especial, tem que ser notícia, (boa!), entretenimento, humor, emoção, sensibilidade, razão... e por aí vai... pois, paramos para prestar atenção, quando algumas destas características acontecem e nos interessam, tocam em nossos desejos e temos valores para decodificá-las, interpretar, compreender e explicar; - mesmo com as barreiras dos valores de troca! - que geralmente são monetários. Ainda, a imensa vantagem da comunicação publicitária é que ela é patrocinada e, portanto, com tempo e espaços, assegurados em mídias e veículos, que transmitem esta comunicação a públicos específicos, nos atingindo, forçando nossa atenção, e... ainda, se repetem. No entanto, somos seletivos e selecionamos aquilo que queremos prestar atenção: os 10 minutos de comerciais nas TVs abertas, tem que corresponder a 50 min. de conteúdos e programação que nos agrade, entretenha, divirta, informe, demonstre as reciprocidades para com a natureza/ sociocultural etc. e principalmente nos estimulem às compras, para satisfazer nossas necessidades, gerar lucratividade às empresas e principalmente restarem benefícios sociais e culturais a grupamentos humanos e à natureza. Sendo que a primeira parte é mais fácil, (satisfação e lucratividade), enquanto a segunda, (benefícios à sociedade, à cultura, à natureza e biodiversidade, primordialmente sem a produção de resíduos e lixo, não elimináveis) são as novas questões que os empreendimentos devem e estão se dirigindo e orientando, sob pena de também não mais existirem. As 200 ou 300 gramas de notícias que nos interessam, nos 4 ou 5 kgs de jornal de domingo, onde a propaganda tem que nos interessar e muito... se não, - não lhe damos a menor atenção e continuamos a gerar papel, que deveria ser reciclado e muito pouco o é, e hoje, também, a um 5

6 click, selecionamos o que quisermos nas nets, na internet. E a mesma coisa com todos os outros veículos e mídias consideradas formais. Assim, muito se fala e caminha-se para a convergência de plataformas na comunicação e transmissão de conteúdos, em alternativas de novas tecnologias e em novas mídias e muito mais vem por aí, mas muito mais mesmo; - mesmo assim, sempre dependentes de conteúdos/ mensagens e do pensar. Portanto, informar-se a respeito de tudo, como meta, diante de tantas novas linguagens, aprendê-las e adequá-las, justamente para sermos bons adequadores de linguagens... na comunicação, na busca da total excelência para esta importante atuação pessoal, profissional e de impactos no econômico político e no sociocultural! As questões básicas e fundamentais na produção de conteúdo/ mensagens da comunicação publicitária, ou seja: informar, estimular as vendas, entreter, surpreender, ser original, persuadir e por aí vai... e hoje, diferente do monologo desta comunicação anterior, existe também a possibilidade maior, - do dialogo, da interação de conteúdos/ mensagens, com o público e nestes processos comunicacionais, a reverberização dos conceitos, conteúdos / mensagens, podem até se tornarem e fazerem parte da interação coletiva, como no boca em boca e em plataformas técnicas, mesmo que conceituadas de maneira inadequada de efeitos virais ; e ainda, incorporando-se na cultura, se popularizar na memória coletiva algumas vezes bom para marca, e algumas também como estímulos às vendas, outras, raramente, se incorporam como opinião pública e/ou refletem seus benefícios socioculturais! Pois, nem sempre o que cai no domínio em que o público se apropria destes conteúdos / mensagens, servem para as vendas, mas incorporam-se como cultura pop ou em domínios da população, que a refaz e recria, re-informa, reinventa e reenvia... esta comunicação. Mais ainda, mesmo que de maneira tímida, como em comerciais que vemos, mas cada vez mais, se incorporam no sociocultural e na comunicação em geral, onde a comunicação publicitária não escapa e trás sua vantagem, que é a de patrocínio, para as nossas maiores e mais reais preocupações atuais, para com a natureza, o ambiente, a biodiversidade e as vidas, sejam todas e cada uma delas, que cada vez mais perpassam o marketing e a comunicação publicitária, as mídias e os veículos e o publico em geral, a assegurar a sustentabilidade e a preservação da vida, da natureza/ cultura, que são um só elemento que não se dissociam e que todos nós dela dependemos, a natureza/ cultura! Aliás, a única forma de ampliar a natureza é através da cultura! - pois; - sem vidas/ natureza/ cultura, nada mais pode existir! A Subjetividade Pública. Desta maneira, as redes digitais complexas estão deixando brechas à produção e assim... produzindo seus rebeldes, um dos maiores exemplos é sem dúvida a produção e a colocação no you tube, com registros nesta sobre camada cultural, nas nuvens, como uma superestrutura concreta, que abre novas brechas e daí por ações em rebeldias, em constituição, produção, criatividade, que se realizam muitas vezes em outras lógicas... para além das de mercados, com finalidades e conteúdos diversos e em mutirões, tendentes a serem a favor da vida, da preservação e sustentabilidade, que por incrível que pareça hoje são: - rebeldias, resistências, mas também oportunidades! 6

7 Ainda, construir segmentos onde se possa desenvolver talentos, permitir o erro da experimentação de modelos novos, construindo laboratórios de experiências/ pesquisas, impor desafios, estabelecer objetivos... inovar sempre, assimilar técnicas de mercado e testá-las como metas que é a ampliação do capital intelectual, capital social,capital cultural, capital ambiental, capital político das sociedades, e do sociocultural e em decorrência o capital econômico-financeiro, (que neste cenário tende a ser o de menor importância), porém preservando a natureza, desenvolvendo a cultura, ou seja: pensar, fazer, agir, interagir, de modo: - fora do convencional, pela lógica do sociocultural. Nestas formações sociais até nas próximas sociedades, os projetos deveriam conter e contar com as ausências de fronteiras, como as TVs e a internet demonstram, porque o conhecimento se desloca mais facilmente que o capital, que os ativos financeiros, principalmente imóveis e ações e o dinheiro; com isto pode-se contar com possibilidades da mobilidade para cima onde tudo poderá estar disponível para todos a partir e através de uma educação formal e seus aplicativos e o principal, na circulação de conhecimentos a resolver nossos problemas, mesmo contando com as probabilidades e potencial para o fracasso, ou para o sucesso, porque qualquer um pode adquirir os meios de produção, ou seja, pode adquirir conhecimentos e... utilizá-los. As comunidades virtuais sociedades digitais e a inteligência coletiva trocam informações em instantes geralmente com princípios e valores críticos na lógica do sociocultural mesmo que como novas utopias, mas com radicais mudanças na natureza-cultura, pelas vidas, sejam elas quais forem! Assim, do ponto de vista da justiça e responsabilidade social, como princípios, são prioridades trabalhar com segmentos organizados da sociedade: empresas, ONGs, escolas, cooperativas, associações, Ministério Público, PROCON, mídia especializada em direitos do consumidor etc. que sejam indutores do balizamento das relações de consumo na lógica do sociocultural, pois, a partir das seleções realizadas na programação das TVs e na interação da internet, poderá se assegurar que só cidadãos instruídos/ conscientes, lutam por direitos, defendem o equilíbrio de relações de consumo, o comércio justo, privilegiando saúde, segurança, educação, habitação, transportes, ambiente, cidadania, justiça e responsabilidades sociais, em produções por igualdades, fraternidades, em especial com o exercício da liberdade sociocultural... Pois, as utilizações das tecnologias nos servem, mas sempre são datadas, porém, a novidade de hoje já é ultrapassada e pode ser lixo amanhã! A imensa importância das operabilidades tecnológicas são as acelerações de contatos e relações interpessoais no desenvolvimento do sociocultural, isto é a ampliação, transconformação, desenvolvimento de redes de relações sociais e culturais complexas, por que quando estamos pensando e fazendo no real cotidiano estamos agindo pela lógica da acumulação, com seus conflitos/ contradições de exploração, - mas, quando estamos pensando e fazendo no virtual / digital estamos agindo pela lógica do sociocultural, com princípios, mutirões, colaboração, por valores livres, pois, já temos muita tecnologia livre a ser utilizada, mesmo com as barreiras deste aprendizado, tais como os open sources, softwares livres, sites, linux, wikipedia, commons etc. Assim, as tecnologias nos servem para estarmos linkados em relações interpessoais na lógica do sociocultural que interessa a todos a cada um de nós e a todas as vidas à biodiversidade que só pode ser tratada por lógicas não comerciais, pois, não é mais possível ser só ambientalista, ecologista, político, eco e socialmente correto, ou só militante de causas sociais, políticas, econômicas, ecológicas, culturais... é preciso ser ético-militante na resistência da vida, da biodiversidade na 7

8 rebeldia em manter o necessário e eliminar o predatório, pois, já temos diversos ecossistemas irrecuperáveis, crises de energias, de alimentos, de recursos, contra a vida em todas as suas formas e nunca poderemos nos esquecer, que aí se encontra a maior das brechas, das rebeldias e resistências, pois que, sem elas, as vidas, nada mais pode existir. Somos seres quase insignificantes no universo da natureza. Porém, somos os mais significativos no desenvolvimento da cultura e como natureza/ cultura são elementos únicos interligados em sistemas complexos a única forma de ampliarmos a natureza é através da produção de cultura, contanto que neste processo, não tenhamos que destruí-la! Tecnologias para aceleração de relações interpessoais! Natureza/ cultura, preservação, sustentabilidade, biodiversidade... com finalidade, conteúdo, coerência, da lógica do sociocultural, podem ser novos modelos parâmetros e paradigmas da produção e reprodução de conteúdos, nos meios por enquanto mais fortes em audiência, ainda com o destaque das TVs. Referências Bibliográficas ARENDT, H. Eichmann em Jerusalém. Cia das Letras. São Paulo BAUDRILIARD, J. A Transparência do Mal - Papirus Editora, Campinas, BAUMAN, Z O Mal Estar da Pós-Modernidade. Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro, Modernidade Líquida. Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro Amor Líquido. Sobre a Fragilidade dos Laços Humanos. Jorge Zahar Ed. R.J Vida Líquida - Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro CARVALHO, E. A. Enigmas da Cultura Questões da Nossa Época 99. Cortez. São Paulo Cinema, Educação e Cidadania. APROPUC-SP. Revista Cultura Critica no. 4 Cinema - 2º Sem COSTA, R. - "Folha Explica A Cultura Digital" - Editora: Publifolha ERCILIA, M. - "A Internet" - Editora: Publifolha LACAN, J. Meu Ensino. Jorge Zahar Editor. Rio de Janeiro LÉVI-STRAUSS, C. Mitológicas I. Cosac & Naify, São Paulo MARX, K. El Capital. - Fondo de Cultura Econômica. México MAUSS, M. Sociologie et Anthropologie, Paris PUF McLUHAN, - M. La Galaxie Gutenberg. Paris. Gallimard NEGROPONTE, N. A Vida Digital - Cia. das Letras São Paulo KUNH, THOMAS A Estrutura das Revoluções Científicas - Ed. Perspectiva. S. Paulo MORIN, E. O Método 4. Ed. Sulina. Porto Alegre Cultura de Massas no Século XX Necrose. Forense Universitária Ed. - S.P Introdução ao Pensamento Complexo. Ed. Meridional/Sulina. Porto Alegre SERRES, M. Hominescências. O começo de uma outra humanidade? - Bertrand Brasil Ed. R.J SERRES, M. O Incandescente. Bertrand Brasil. R.J SILVEIRA, S.A.- Comunicação Digital e a Construção de Commons. Ed. Perseu Abramo. São Paulo

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