RELATÓRIO AUDIÊNCIA PÚBLICA NA OAB

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1 RELATÓRIO AUDIÊNCIA PÚBLICA NA OAB A audiência pública realizada no dia 10 de setembro, as 14:00 no Auditório da Ordem dos Advogados da Bahia OAB, foi organizada pela Comissão de Esporte, Cultura e Lazer da Ordem e teve como objetivo esclarecer questões concernentes à constitucionalidade da lei nº 9696/98, que cria o Conselho Federal de Educação Física CONFEF e os respectivos Conselhos Regionais CREF s em relação a atuação dos profissionais que não são formados em Licenciatura Plena em Educação Física que ministram aulas de cultura física e corporal e arte e ofício e também debater a cerca do projeto de Lei nº 7370/02 (altera o artigo 2º da lei nº 9696/98 que confere o registro profissional aos portadores de diploma e/ou que estejam filiados ao sistema CREF/CONFEF). Foi um momento único e inédito, pois até o momento as discussões promovidas pelo CONFEF ou que envolviam esse sistema estavam limitadas a questões corporativas e legalistas. Raras eram as discussões no campo científico, jurídico, político, social e histórico. Juridicamente, apesar da vasta documentação organizada pelo Movimento Nacional Contra a Regulamentação do Profissional de Educação Física MNCR na internet (http://mncref.vilabol.uol.com.br/index.htm), que apresenta de forma transparente as arbitrariedades e abusos desse conselho, nunca havia ocorrido um debate da forma como este ocorreu. Todos os presentes assistiram os sólidos e consistentes argumentos que demonstram a fragilidade, arbitraiedade e até ilegalidade do Sistema CONFEF que ficou desmoralizado publicamente frente as argumentos apresentados pelos expositores. O professor Carlos Pimentel atual presidente do CREF- 13 que abrange os Estados da Bahia e Sergipe, não apresentou argumentos sustentáveis e nem documentos que pudessem contestar as colocações e documentações que ali foram apresentadas e que consubstanciaram incisiva, coerente e cientificamente os argumentos educacionais, políticos e jurídicos que demonstram as incoerências, inconsistências e até ilegalidades do CONFEF. O debate permitiu levantar a possibilidade de uma ação de inconstitucionalidade do Sistema. Fizeram-se presente no evento, capoeiristas renomados como Mestre Curió, Mestre Nenéu, Mestre Cafuné, Mestre Ministro, Mestre Dinho, Mestre Daltro, Mestre Ferreira, Mestre Tonho Matéria, Mestre Benivaldo, Mestre Macaco Branco, Mestre Gildo Alfinete, Mestre Faísca, Contramestre Caroço, Contramestre Risadinha, Contramestre Macarrão, Contramestre Coentro, Contramestre Rudson, Professor Foguete, Professor Boca, Professor Biriba, Professor Papa-Léguas, Professor Guerreiro e tantos outros mestres, professores, contramestres e alunos de capoeira que se fizeram presentes. A turma do Pilates, das Artes Marciais (Karatê e Kung Fú), da dança, da Yôga (Yoga), acadêmicos e professores de Educação Física da Universidade Federal da Bahia, da Universidade Católica da Bahia e Faculdade Social da Bahia; Movimento Nacional Contra a Regulamentação do Profissional de Educação Física MNCR; Frente Unida Pela Autonomia da Educação e das Tradições Culturais; Colégio Brasileiro das Ciências do Esporte CBCE; Movimento Liberdade Para a Cultura; Movimento Entre a Arte e o Ofício; Linha de

2 Estudo e Pesquisa em Educação Física, Esporte e Lazer LEPEL/FACED/UFBA; Secretaria da Reparação, Secretaria da Educação, Professores de Educação Física Escolar da Rede Pública e Privada, Fundação Palmares, Movimento Negro, Imprensa (Jornal A TARDE, TVE), dentre outras entidades. Após a abertura dos trabalhos pelo Presidente da Comissão de Esporte, Cultura e Lazer da OAB, Odilon Góes e da rápida introdução do senhor Dr. Calmon Teixeira, Presidente da Escola Superior de Advocacia, O Primeiro a fazer suas considerações sobre o assunto foi o respeitável intelectual e professor Edvaldo Boa Ventura, chefe redator do jornal A TARDE, que surpreendeu a todos abrindo a seção apoiando o relatório apresentado na Comissão de Educação da Câmara pela Deputada Alice Portugal (PcdoB Bahia) referente a PL 7370/02, reafirmando sua posição publica em defesa da cultura da Bahia, agora seriamente ameaçada pelas ações do SISTEMA CREF/CONFEF. Em seguida, o professor Carlos de Souza Pimentel, presidente do CREF-13 se pronunciou utilizando seus quinze minutos passando um vídeo, apresentando o sistema CONFEF/CREF, como se tivesse alguém ali presente que não soubesse o que esta ocorrendo. Apresentou a lei 9696/98, algumas resoluções e alguns pareceres favoráveis ao sistema. Seguiu-se o pronunciamento da Deputada Federal Alice Portugal, que demonstrou coerência quanto à questão ali tratada, não deixando dúvidas sobre a sua posição, expressa no Relatório sobre o PL 7370/02 do deputado Fleury. Em sua exposição, exemplificou, um a um, todos os dispositivos, através de fundamentações coerentes, justificando porque as manifestações culturais e corporais citadas na lei não deveriam ser regulamentadas e fiscalizadas pelo CONFEF. A deputada ainda citou que essas resoluções e pareceres apresentados durante o pronunciamento do representante do CONFEF, professor Pimental, não tinham valor de lei e eram altamente questionáveis. Após a explanação da Deputada Alice Portugal, foi cedida a palavra ao Delegado Regional do Trabalho Dr. Carlos Martins que iniciou seu pronunciamento falando em dubiedades e defendendo a existência de qualquer conselho; contudo, este em suas palavras disse ter detectado uma hipertrofia no que tange as atividades que devem ser regulamentadas e fiscalizadas pelo CONFEF, e ainda, citou as leis trabalhistas que em sua opinião estão em vigência e validas, por exemplo, para a Yôga e a dança, demonstrando irregularidades na atuação do CONFEF nessas áreas. Mencionou ainda que era um absurdo o CONFEF querer regulamentar e exigir diplomação dos capoeiristas. De forma bastante veemente, Dr Carlos Martins, publicamente reconheceu a capoeira como cultura da Bahia e manifestação do povo, lembrando que para uma grande parte da população o ensino da capoeira é a única fonte de renda e sobrevivência. Não se pode tirar isso da população! É um absurdo! (expressão na íntegra de suas palavras). Posteriormente foi cedida a palavra ao representante da Fundação Palmares, o reconhecido "Zulu" (como gosta de ser chamado, assim indicou em fala) que desempenha o papel de Secretário Executivo da referida Fundação e substitui o professor Ubiratan Castro Presidente da Fundação, que estava em viagem com o Ministro da Cultura. Zulu deu uma aula de cidadania, consciência cultural e baianidade negra. Citou o artigo 216 da Constituição Brasileira:

3 Art Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem: I - as formas de expressão; II - os modos de criar, fazer e viver; III - as criações científicas, artísticas e tecnológicas; IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico. 1.º O poder público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação. 2.º Cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem. 3.º A lei estabelecerá incentivos para a produção e o conhecimento de bens e valores culturais. 4.º Os danos e ameaças ao patrimônio cultural serão punidos, na forma da lei. 5.º Ficam tombados todos os documentos e os sítios detentores de reminiscências históricas dos antigos quilombos. Após essa exposição "Zulu" cedeu espaço em sua fala para um artista e poeta popular, que estava na platéia, para que este pudesse recitar alguns versos que se faziam pertinentes, frente às circunstâncias de evidentes ataques a cultura baiana por parte do SISTEMA CREF/CONFEF. Finalmente, pronunciou-se o grande e atuante jurista, Procurador da República e Conselheiro da OAB-BA, Dr. Arx Tourinho, que iniciou dizendo que isso que estava acontecendo não era culpa do professor Pimentel e sim do CONFEF. Logo depois, falou que não é aceitável que as coisas no Brasil se imponham de cima para baixo e analisando em seguida a lei que regulamenta o profissional de Educação Física detectou que a mesma somente continha seis artigos, quer dizer cinco por que o 6º não conta (Art. 6º). Esta lei entra em vigor na data de sua publicação). Dr. Arx ficou abismado com a falta de objetividade da lei citando que foi muito mal elaborada, de perspectiva muito ampla, sem limitações para o campo de atuação do profissional. Na oportunidade, Dr. Arx leu um trecho de um documento que estava em suas mãos que falava sobre as especialidades do profissional de Educação Física.

4 "O Profissional de Educação Física é especialista em atividades físicas, nas suas diversas manifestações - ginásticas, exercícios físicos, desportos, jogos, lutas, capoeira, artes marciais, danças, atividades rítmicas, expressivas e acrobáticas, musculação, lazer, recreação, reabilitação, ergonomia, relaxamento corporal, ioga, exercícios compensatórios à atividade laboral e do cotidiano e outras práticas corporais, tendo como propósito prestar serviços que favoreçam o desenvolvimento da educação e da saúde, contribuindo para a capacitação e/ou restabelecimento de níveis adequados de desempenho e condicionamento fisiocorporal dos seus beneficiários, visando à consecução do bem-estar e da qualidade de vida, da consciência, da expressão e estética do movimento, da prevenção de doenças de acidentes, de problemas posturais, da compensação de distúrbios funcionais, contribuindo ainda, para a consecução da autonomia, da auto-estima, da cooperação, da solidariedade, da integração... (Calma que eu vou consegui! Dizia o Dr. Arx Tourinho aos prantos de risos, para o auditório)... da "Cidadania, das relações sociais e a preservação do meio ambiente, observados os preceitos de responsabilidade, segurança, qualidade técnica e ética no atendimento individual e coletivo." No final da leitura Dr. Arx Tourinho exclamou Eu nem sei o que é isso... isso não é norma jurídica, isso não é NADA! Na realidade o texto lido pelo Dr. Arx trata de uma resolução interna de número 46 de fevereiro de 2002 do CONFEF, que definiu internamente, arbitrariamente e de forma hipertrófica as competências do "profissional" de Educação Física em sua atuação profissional. O respeitável Dr. Arx Tourinho ainda destacou que A ordem jurídica não pode ser feita para deleite da alguns e que a lei 9696/98 foi mal construída, é inconstitucional e abusiva. Na segunda parte do evento, os expositores responderam as perguntas escritas da plenária, que por sinal foram muitas. O único posicionamento do professor Carlos Pimentel, na fase dos debates, foi se reportar à forma com que o Procurador da República tratou o assunto, denominandoa de piegas e desrespeitosa. Dr. Arx Tourinho, como foi citado, solicitou imediatamente o direito de resposta se referindo ao professor Pimentel dizendo que pieguice e falta de respeito era o que o CONFEF/CREF estava fazendo com a capoeira, a dança, as artes marciais, com os próprios professores de educação física, enfim com a sociedade em geral, quando expõe uma lei daquela natureza que destrói a cultura, as manifestações populares e os direitos das populações. Em seguida a deputada Alice Portugal respondeu a uma pergunta de um professor filiado ao CREF e que se fazia presente. A pergunta suscitou uma problemática que vem acontecendo no Estado da Bahia, que diz respeito ao CREF - 13, que através de seus fiscais vem coagindo, constrangendo e autuando estabelecimentos de capoeira, karatê, pilates, dentre outros. O referido professor, dirigindo-se ao publico presente perguntou quem ali estava sendo ou foi coagido pelo CONFEF/CREF a se filiar. Imediatamente ocorreram varias manifestações inclusive com provas documentais. Foram apresentadas por varias pessoas da plenária, algumas vítimas, provas dessa prática ilegal do conselho. O documento do CREF que autuava uma academia de Karatê (somente e especificamente de karatê) foi direto as mãos do Dr. Arx; este continha a seguinte autuação. O estabelecimento não possui CNPJ, não possui profissionais filiados ao CREF e não possui licença para funcionamento do CREF. As duas últimas autuações têm fundamento (não legalidade), o

5 professor de Karatê não possui a carteirinha do CREF e não possui nenhum documento do conselho para funcionar na sua academia. O professor autuado demonstrou publicamente que tinha CNPJ e estava em dias, e ainda esclareceu que o problema é que o fiscal do CREF, como não encontrou o responsável pela academia, e talvez para não perder a viagem, prontamente autuou o pedreiro que estava a fazer melhorias no estabelecimento! O pedreiro, que não tem conselho e que nem sabe o que é CNPJ, foi autuado pelo fiscal do CREF. Este e outros absurdos foram apresentados por presentes ao evento. Essa questão colocada na audiência pública piorou a situação do representante do CONFEF, o senhor Carlos Pimentel, que nessas circunstâncias não ousava a se posicionar mais. Dr. Arx indignado, comentou o ocorrido dizendo que Conselho não é poder legislativo e não tem poder de polícia que aquilo era motivo de uma provável ação de constrangimento e que cabia um pedido de danos morais e ainda mais, que aquele documento não tinha valor legal e que quem tivesse recebido documento parecido poderia destruí-lo. Em prosseguimento aos trabalhos, a Deputada Federal Alice, ainda falou sobre a Educação Física Escolar que também é alvo das investidas do CREF, obrigando e coagindo os professores a se filiarem. Esta de forma veemente argumentou: Professor é uma profissão antiga, que tem história... a classe de professores possui sindicatos, é regido por normas do Ministério da Educação MEC e possui Conselhos Nacional e Estadual. Nos outros conselhos se você exerce uma função no magistério a filiação não constitui uma obrigatoriedade. Nas considerações finais o professor Pimentel deixou escapar que aquela casa também fazia parte da sua história, pois também tem formação acadêmica em Direito. Surpreso Dr. Arx imediatamente cobrou dele, já que dominava o assunto, a reformulação daquelas normativas e resoluções internas tão incoerentes e descabidas. A deputada federal Alice Portugal também pediu em público o comprometimento da Comissão de Esporte, Cultura e Lazer referente às questões ali destacadas e discutidas, com o objetivo de proteger os professores dessas culturas corporais e de educação física escolar. O evento foi finalizado através de uma das formas de expressão do capoeirista - a música que se manifestou na voz do professor de capoeira Boca e do mestre Tonho Matéria que a meu pedido cantou uma de suas músicas mais belas e que traduzia o momento: Um movimento puro e ostensivo Palpita sobre os nossos corações Ô capoeira! Quem te olha mal Não sabe que a vida sua é uma união Movida sobre uma necessidade Concreta sempre Distingue a razão Se a luz da força a um corpo Velho ou Moço

6 É lindo! Eu digo então... A capoeria é linda! É a fonte do saber! A capoeira é nossa! Não pode deixar morrer! Vamos Capoeirar... Nada mais havendo a relatar encerro este relatório que tem como objetivo, apresentar de maneira sucinta elementos fundamentais e esclarecedores sobre a audiência pública organizada e realizada pela Comissão de Esporte, Cultura e Lazer da Ordem dos Advogados da Bahia, com apoio da Escola Superior de Advocacia Orlando Gomes e Caixa de Assistência dos Advogados da Bahia. Neuber Leite Costa Coord. de Ed. Física e Esporte Escolar

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