Relatório e Contas à Data de Dissolução

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1 Relatório e Contas à Data de Dissolução :2014

2 RELATÓRIO DE GESTÃO... 3 I: NOTA INTRODUTÓRIA... 5 II: ATIVIDADE DESENVOLVIDA... 7 III: ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA IV: RECURSOS HUMANOS V: CUMPRIMENTO DAS ORIENTAÇÕES LEGAIS VI: DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE NOS TERMOS DO ART O DO CVM VII: PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS VIII: NOTA FINAL RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO I: MISSÃO, OBJETIVOS E POLÍTICAS II: ESTRUTURA DE CAPITAL III: PARTICIPAÇÕES SOCIAIS E OBRIGAÇÕES DETIDAS IV: ÓRGÃOS SOCIAIS E COMISSÕES V: ORGANIZAÇÃO INTERNA VI: REMUNERAÇÕES VII: TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS E OUTRAS VIII: ANÁLISE DE SUSTENTABILIDADE DA EMPRESA IX: AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS I: BALANÇO II: DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA III: DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR FUNÇÕES IV: DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA V: DEMONSTRAÇÃO DE ALTERAÇÕES DE CAPITAL PRÓPRIO VI: ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS E RELATÓRIO DE AUDITORIA RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 01

3 RELATÓRIO DE GESTÃO :2014

4 I: NOTA INTRODUTÓRIA Na Assembleia Geral Anual da sociedade Parque EXPO, realizada a 6 de outubro, foi deliberada por unanimidade a dissolução da sociedade, com efeitos a 30 de setembro de 2014, e que a liquidação da empresa seja concluída até um prazo máximo de dois anos. A Comissão Liquidatária eleita na referida Assembleia Geral elaborou o presente relatório e contas, dando cumprimento ao artigo 149.º do código das sociedades comerciais, o qual estabelece que antes de ser iniciada a liquidação devem ser organizados e aprovados os documentos de prestação de contas da sociedade, reportados à data da dissolução. Atento o carácter particular e excecional deste relatório e contas, poderá haver situações em que não é possível dar cumprimento integral a todas as orientações e/ou obrigações que a Direção Geral do Tesouro e Finanças transmite às empresas do setor empresarial do Estado para efeitos de elaboração e apresentação dos respetivos relatórios e contas. RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 05

5 II: ATIVIDADE DESENVOLVIDA CONCEÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS DE REQUALIFICAÇÃO URBANA MERCADO NACIONAL Em matéria de gestão de projetos de requalificação urbana e ambiental apresentam-se os principais factos ocorridos até setembro de 2014: PROGRAMA POLIS LITORAL No âmbito do Programa Polis Litoral, a Parque EXPO prosseguiu a atividade de gestão das operações integradas de requalificação e valorização do Litoral Norte (entre Caminha e Esposende), da Ria de Aveiro, da Ria Formosa, e do Litoral Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Apresenta-se de seguida uma breve caracterização das intervenções após aprovação de propostas de reprogramação das mesmas em termos físicos, financeiros e temporais: Intervenção Polis Litoral Municípios envolvidos Área de intervenção Data Início Data Fim Investimento (milhões de euros) Previsto Comprometido Realizado Litoral Norte Ria de Aveiro Caminha, Viana do Castelo e Esposende ha ,8 27,2 17,3 Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro - Baixo Vouga ha ,7 30,9 23,0 Ria Formosa Faro, Olhão, Tavira e Loulé ha ,0 34,6 27,2 Litoral Sudoeste Aljezur, Odemira, Vila do Bispo e Sines ha ,1 13,7 8,3 RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 07

6 Na intervenção do Litoral Norte, há a assinalar: : A prorrogação em através de DSUE da duração da Sociedade PLN até 31/12/2015. : A conclusão das seguintes empreitadas: i) Reestruturação e Consolidação de Estruturas Marítimas de Defesa Costeira - Embocadura do Rio Neiva; ii) Reestruturação e Consolidação de Estruturas Marítimas de Defesa Costeira Esporões de Ofir e Pedrinhas; iii) Recuperação, Protecção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas - Praia de Moledo; iv) Recuperação, Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas - Foz do Rio Âncora - 1ª fase; v) Reparação dos percursos da natureza do Parque Litoral Norte: passadiço no estuário do Cávado; vi) Requalificação da frente ribeirinha de Viana do Castelo Núcleo de Santiago da Barra. : O acompanhamento das seguintes empreitadas em curso: i) Reordenamento e Qualificação de Frentes Marítimas - S. Bartolomeu do Mar; ii) Infraestruturas de Apoio ao Uso Balnear Praia de Afife; iii) Requalificação de Frentes Ribeirinhas Fão. : O acompanhamento / desenvolvimento dos seguintes processos de contratação de empreitadas: o Reestruturação e Consolidação de Estruturas Marítimas de Defesa Costeira - Esporão Pedra Alta; o o o o o o Recuperação, Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas Caminha e Viana do Castelo; Recuperação, Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas - Concelho de Esposende; Recuperação, Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas - Restinga de Ofir; Recuperação, Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas - Foz do Rio Âncora - 2ª fase; Recuperação, Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Degradadas e Requalificação Frente Marítima - Praia Norte; Recuperação, Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas - Praia de Ofir - Fase 2; 08 : RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014)

7 o o o o o o o o o o o o Recuperação, Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas - Praia de Ofir - Fase 3; Reordenamento e Qualificação de Frentes Marítimas - Núcleo da Praia do Carreço; Reordenamento e Qualificação de Frentes Marítimas - Núcleo da Amorosa; Reordenamento e Qualificação de Frentes Marítimas - Núcleo de Pedra Alta; Valorização Ecológica e Revitalização das Áreas de Pinhal - Pinhal da Gelfa; Infra-Estruturas de Apoio ao Uso Balnear Praia de Ínsua; Infra-Estruturas de Apoio ao Uso Balnear Praia de Arda/Bico; Infra-Estruturas de Apoio ao Uso Balnear Praia de Paçô/Carreço; Infra-Estruturas de Apoio ao Uso Balnear Praia de Rio de Moinhos; Infra-Estruturas de Apoio ao Uso Balnear Praia de Ramalha; Percursos de informação e sensibilização ambiental do PNLN - 2ª fase; Requalificação de Frentes Ribeirinhas / P8.2 - Viana do Castelo Cabedelo; : Continuação do desenvolvimento dos seguintes projetos: i) Valorização Paisagística e Ambiental dos Pequenos Estuários - Foz do Coura; ii) Valorização Paisagística e Ambiental dos Pequenos Estuários - Foz do Âncora; iii) Valorização Paisagística e Ambiental dos Pequenos Estuários - Foz do Neiva; iv) Valorização Ecológica e Revitalização das Áreas de Pinhal - Pinhal do Camarido; v) Ecovia do Litoral e percursos complementares; vi) Requalificação de Frentes Ribeirinhas - Frente Ribeirinha de Caminha. : A continuação da execução da candidatura aprovada pelo Programa Operacional Temático Valorização do Território (POVT) com a denominação Medidas Corretivas da Erosão e Defesa Costeira no Litoral Norte e para o conjunto das ações em Prioridade A e da candidatura de empreitadas aprovada pelo Programa Operacional Regional do Norte (ON.2) com o código NORTE FEDER : A submissão de uma candidatura ao ON-2 no domínio da Gestão Ativa de Espaços Protegidos e Classificados, com a denominação Conservação, valorização e qualificação ambiental e territorial no Litoral Norte, para a execução de 11 ações (9 envolvendo Empreitadas e 2 Estudos), representando um montante de investimento de 5,47 milhões de euros. RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 09

8 Na intervenção da Ria Aveiro, há a destacar: : A prorrogação, em AG realizada em 25/11/2014, da duração da Sociedade PLRF até 31/12/2015; : O acompanhamento de 3 estudos relativos a processos de avaliação de impacto ambiental, na Ria de Aveiro (em fase de conclusão do EIA), Pateira de Fermentelos (enviado o EIA à AIA) e Barrinha de Esmoriz (emitida a DIA). : O acompanhamento de 23 projetos e a conclusão de 7. : A conclusão das seguintes empreitadas: i) Reordenamento e qualificação da frente lagunar de Estarreja - Cais de Canelas, Cais de Salreu e Esteiro de Estarreja; ii) Reordenamento, requalificação e valorização da Barrinha e Lagoa de Mira e Lago do Mar; iii) Reforço de margens, pela recuperação de diques e motas, entre o Cais do Mancão e o Cais da Ribeira do Gago; iv) Reordenamento e qualificação da Frente Lagunar de Ílhavo e Vagos: Área de Recreio Fluvial do Canal de Mira, entre a Costa Nova Sul e a Vagueira; v) Reordenamento e qualificação da Frente Lagunar de Ovar - Praia do Areínho, Cais da Ribeira e Foz do rio Cáster; vi) Reordenamento e qualificação da frente lagunar de Ovar Azurreira; vii) Reordenamento e qualificação da frente lagunar de Estarreja Cais da Ribeira de Mourão e Esteiro de Veiros : O acompanhamento das seguintes empreitadas em curso: i) Reordenamento e qualificação da Frente Lagunar de Vagos - margens do Rio Boco e Cais dos Moliceiro/Folsas Novas; ii) Proteção e recuperação do sistema dunar, através do reforço do cordão dunar entre a Costa Nova e Mira; iii) Reordenamento e qualificação da Frente Ria de S. Jacinto; iv) Reordenamento e valorização dos núcleos piscatórios lagunares I - Porto de Abrigo da Torreira;v) Reordenamento e valorização de 7 Núcleos Piscatórios Lagunares; vi) Requalificação e valorização da Pateira de Fermentelos - Parques de Requeixo e Carregal (Aveiro); Requalificação e valorização da Pateira de Fermentelos - Parques de Espinhel (Águeda); : 3 empreitadas em concurso: i) Via ciclável como forma vivência da Ria - Troço Estarreja, Albergaria, Aveiro e Troço Vagos-Mira; ii) Reforço de Margens, pela Recuperação de Diques e Motas com vista à prevenção de riscos: Portas de Água e Canal de Mira (RA3); iii) Reordenamento e Valorização dos Núcleos Piscatórios Lagunares I: Cais da Bestida, Cais da Cova do Chegado, Cais do Puxadouro e Cais da Gafanha D`Áquém. 010 : RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014)

9 : Em termos de financiamento destaca-se em 2014: (a) a aprovação das candidaturas Fermentelos Parques e Plano de Marketing Territorial pelo MaisCentro; (b) A preparação da reprogramação física, financeira e temporal a apresentar ao POVT, da candidatura Candidatura nº POVT FCOES Polis Ria Aveiro - Proteção e defesa da zona costeira e lagunar da Ria de Aveiro, visando a prevenção do risco com a transferência de 2 ações da Prioridade B para a Prioridade A, tendo o investimento elegível passado de 22,9 M para 22.3 M. Na intervenção da Ria Formosa, há a referir: : A prorrogação, em AG realizada em 20/08/2014, da duração da SPLRF até 31/12/2015; : A conclusão de dois Estudos de Impacte Ambiental com emissão dos respetivos DCAPE s, destacando-se que a conclusão de um deles permitiu o lançamento de quatro empreitadas de Valorização Hidrodinâmica e Mitigação do Risco. O outro EIA é referente às ações da Ponte, Acessos e Estacionamento Exterior da Praia de Faro que aguarda por garantia de financiamento para a sua realização; : A existência de oito estudos e/ou projetos de execução cuja elaboração se encontram em curso. Para além destes, doze foram concluídos durante o ano. : Ao nível das empreitadas destaca-se a conclusão da Empreitada do Parque Ribeirinho de Faro - 1.ª Fase e da Empreitada de Alimentação Artificial e Reforço do Cordão Dunar do Extremo Poente da Ilha de Cabanas (Tavira) ; : A realização, a partir de novembro, da consignação de três empreitadas, nomeadamente o PIR dos Ilhotes e Ilha Deserta, a Requalificação das Quatro Águas Tavira Bloco A e o Plano de Praia dos Cavacos ; : A contratação de duas empreitadas, a iniciar em janeiro de 2015 e cujos contratos serão remetidos em novembro para obtenção de visto pelo Tribunal de Contas, nomeadamente a Requalificação Paisagística da Ligação entre Pedras d El Rei e Santa Luzia e o PIR da Península do Ancão 1ª Fase Demolição de 2ª Habitação : O lançamento até final de 2014 dos procedimentos para contratação de sete empreitadas, nomeadamente o PIR da Culatra Núcleo do Farol Nascente, PIR da Culatra Núcleo dos Hangares, Valorização Hidrodinâmica e Mitigação do Risco Intervenção 2.1 Faro/Olhão, Valorização Hidrodinâmica e Mitigação do Risco Intervenção 2.2 Esteiro do Ramalhete e Barra do Ancão, Valorização Hidrodinâmica e Mitigação do Risco RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 011

10 Intervenção 3.1 Canal e área interior do delta de vazante da Barra da Armona, do Parque Ribeirinho do Ludo e a Valorização Hidrodinâmica e Mitigação do Risco Intervenção 1 Tavira ; : A execução orçamental do plano de investimentos da Sociedade, tendo sido apresentados três relatórios de atividade trimestral e registados mensalmente no Sistema de Informação do Orçamento de Estado a despesa efetuada, o financiamento recebido, os compromissos assumidos, os fundos disponíveis, os Pagamentos em atraso / faturas por pagar e as Unidades de Tesouraria, : Ao nível do Financiamento à Intervenção registaram - se os seguintes aspetos relevantes: : No POVT - foi apresentada, em julho, a reprogramação da candidatura de obras (Candidatura 59) e prestada a informação solicitada; em termos de pedidos de pagamento, foram apresentados 18 pedidos envolvendo um montante de financiamento de 321,7 mil Euros. : No POR Algarve foram apresentadas no segundo trimestre e aprovadas também no mesmo período as reprogramações temporais de três candidaturas Candidaturas 35, 36 e 37, relativas respetivamente a Pedras d El-Rei, Lacém, e Plano de Mobilidade; Foi também prestada toda a informação solicitada incluindo em sede de audiência prévia, à auditoria efetuadas pela ADC_ Agência para o desenvolvimento e Coesão (ex-ifdr) à candidatura 15 Projetos de Execução dos Planos de Praia; em termos de pedidos de pagamento, foram apresentados 7 pedidos envolvendo um montante de financiamento de 1,504,6 mil Euros. : No PIT foram apresentadas quatro reprogramações temporais das candidaturas Parque Ribeirinho de Faro, Ludo, Pedras e Lacém. Em termos de pedidos de pagamento e dada a situação de apenas uma das obras se encontrar em execução apenas foram registadas no SI do PIT, as despesas do PR de Faro, as quais mesmo assim não foram submetidas ainda a pedido de pagamento, por problemas do Sistema de Informação, que se aguarda a todo o tempo sejam solucionados. : No Promar foi apresentada a reprogramação temporal da única candidatura nº FEP-61- Estudos de valorização das atividades ligadas aos recursos da Ria Formosa ; Foi também prestada toda a informação solicitada incluindo em sede de audiência prévia, à auditoria efetuada pela Entidade Financiadora à candidatura; Na intervenção do Litoral do Sudoeste e Costa Vicentina há a destacar: 012 : RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014)

11 : A prorrogação em através de DSUE da duração da Sociedade PLSW até 31/12/2015; : A elaboração do Plano de Atividades e Orçamento para 2014 e do Relatório e Contas 2013 da Sociedade; : A preparação e acompanhamento dos procedimentos concursais das seguintes empreitadas: o o o o o o o o o o o o Proteção e Recuperação de Sistemas Dunares e Arribas do Sudoeste Alentejano: São Torpes a Morgavel, Porto Covo Sul, Zambujeira do Mar, Alteirinhos a Carvalhal; Reposição das Condições de Ambiente Natural pela Recuperação e Proteção de Sistemas Costeiros em Santo André; Qualificação e Valorização do Portinho do Forno; Qualificação e Valorização dos Portinhos de Odemira; Valorização e Qualificação da Praia da Samouqueira; Valorização e Qualificação da Praia do Malhão; Valorização e Qualificação da Praia do Almograve; Valorização e Qualificação da Praia do Castelejo; Valorização e Qualificação da Praia da Mareta; Requalificação e Valorização de Vila Nova de Milfontes; Requalificação e Valorização de Zambujeira do Mar; Reposição das Condições de Ambiente Natural no Cabo Sardão/Entrada da Barca : A conclusão das seguintes empreitadas: i) Valorização e Qualificação da Praia Norte de Odeceixe; ii) Valorização e Qualificação da Praia da Amoreira; iii) Valorização e Qualificação da Praia de Vale Figueiras; iv) Valorização e Qualificação da Praia do Boca do Rio; v) Valorização e Qualificação da Praia do Martinhal. : O acompanhamento das seguintes empreitadas em curso: i) Proteção e Recuperação de Sistemas Dunares e Arribas da Costa Vicentina: Samouqueira, Barradinha, Vale dos Homens, Carriagem, Bordeira, Ponta da Atalaia e Forte de Almádena; ii) Reposição das Condições de Ambiente Natural pela Recuperação e Proteção dos Sistemas Costeiros na Arrifana zona 1 e 2; iii) Reposição das Condições de Ambiente Natural pela Recuperação e Proteção dos Sistemas Costeiros em Amoreira/Monte Clérigo; iv) Valorização e Qualificação RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 013

12 da Praia das Furnas; v) Valorização e Qualificação da Praia dos Alteirinhos; vi) Valorização e Qualificação da Praia da Ingrina. : O acompanhamento da contratação e execução de 23 projetos, dos quais 16 concluídos, e obtenção dos respetivos pareceres junto das Entidades Gestoras do Território: : O acompanhamento da contratação e execução de diversos planos, estudos, levantamentos e prestações de serviços, necessários ao desenvolvimento e publicitação da Intervenção. : A negociação e formalização de protocolos de concertação e contratos de comodato com os proprietários das ações da área de intervenção Polis Litoral Sudoeste; : Na sequência dos fenómenos climatéricos extremos que afetaram esta faixa litoral nos meses de Janeiro e Fevereiro, a contratação e acompanhamento de projetos, empreitadas, fornecimentos e fiscalizações visando a reposição das condições mínimas de segurança de pessoas e bens em 10 zonas costeiras; : O acompanhamento da execução dos contratos de financiamento comunitário celebrados com o PO Algarve 21 (ALG FEDER "Arranjo da Orla Costeira da Praia da Boca do Rio", ALG FEDER "Arranjo da Orla Costeira da Praia da Amoreira", ALG FEDER "Conservação e Valorização do Litoral da Costa Vicentina", ALG FEDER "Ecovia e Ciclovias da Costa Vicentina"), INAlentejo (ALENT FEDER "Conservação e Valorização do Litoral Alentejano no Concelho de Odemira") e POVT (POVT FCOES "Medidas Corretivas da Erosão e Defesa Costeira no Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina - Estudos e Projetos") e (POVT FCOES "Reposição do Ambiente Natural e Proteção e Recuperação dos Sistemas Costeiros, Dunares e Arribas no Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina"); : O acompanhamento do processo de aprovação da candidatura n.º FEP Qualificação/Valorização da Atividade Piscatória, no âmbito do PROMAR. PROGRAMA POLIS Ao longo do ano prosseguiu-se a atividade de gestão das intervenções de Viana do Castelo e Costa de Caparica nas componentes técnica, financeira, administrativa e jurídica, inerentes à implementação dos respetivos planos estratégicos. 014 : RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014)

13 Relativamente à intervenção de Viana do Castelo, a atividade desenvolvida em 2014, mantevese circunscrita à ação estruturante de expropriação do Edifício Jardim, subsequente demolição e posterior construção do novo mercado municipal e espaços públicos envolventes, nomeadamente no acompanhamento dos processos judiciais do Edifício Jardim e de processos de expropriação do Parque da Cidade. No que toca ao Edifício Jardim houve um desenvolvimento bastante favorável aos interesses da VianaPolis, tendo sido revogadas as providências cautelares de duas das ações principais que estavam suspensas e que correspondem a 34 frações, permitindo deste modo a prossecução dos processos expropriativos dessas frações. Foi executada a empreitada de reabilitação das patologias associadas ao edifício da zona do antigo Mercado (Lote A3) e lançado o concurso público para a execução da empreitada de reabilitação no parque de estacionamento do Campo da Agonia (cujo início está dependente do visto do Tribunal de Contas), face à recusa ou sucessivos adiamentos dos empreiteiros em executarem a reabilitação das obras com deficiências de construção, e cujo financiamento é proveniente do acionamento das garantias bancárias aos empreiteiros. A VianaPolis conseguiu vender 8 apartamentos dos edifícios de realojamento, continuando a empenhar-se na alienação dos restantes ativos apartamentos dos edifícios de realojamento e lotes do parque da Cidade. Em 1 de dezembro de 2014 através de Deliberação Social Unânime por Escrito, foi aprovada a prorrogação de prazo da Sociedade até 31 de dezembro de 2015, alterando assim o art.º 3.º dos Estatutos da Sociedade. Este prazo continua a revelar-se ser de difícil concretização, pelo escasso tempo disponível para concretizar todas estas pendências. Na intervenção da Costa de Caparica, em 31 de dezembro de 2013 reuniu a Assembleia Geral da COSTAPOLIS, tendo sido deliberados, entre outros pontos: : Aprovada a dissolução da CostaPolis, nos termos do disposto no artigo 3.º dos respetivos Estatutos e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 141.º do Código das Sociedades Comerciais, e a sua imediata entrada em liquidação; : Foi aprovada a eleição por maioria, com o voto a favor do acionista ESTADO e o voto contra do acionista MUNICÍPIO dos seguintes membros da Comissão Liquidatária, Arq.º Vítor Manuel Roque Martins dos Reis, na qualidade de presidente do IHRU, Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, IP.; Eng.º Maria Manuela Araújo de Matos, na qualidade de Administradora da Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste. RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 015

14 Em 21 de março de 2014 realizou-se nova Assembleia Geral tendo sido tomadas as seguintes decisões: : Aprovação dos documentos de prestação de contas da Sociedade referentes ao exercício de 2012; : Aprovado por unanimidade a eleição do representante do Acionista MUNICÍPIO DE ALMADA, nos termos do previsto no art.º 151.º, n.º 2 do Código das Sociedades Comerciais, à CostaPolis, Sociedade para o Desenvolvimento do Programa Polis na Costa da Caparica, S.A., para integrar a Comissão Liquidatária, o Senhor Arquiteto José António Veríssimo Paulo. : O Acionista ESTADO apresentou a proposta de orientação à Comissão Liquidatária, para promoção das seguintes diligências: o o o Realização das obras de carácter inadiável que reponham as condições de segurança de pessoas e bens na área de intervenção da sociedade, devendo o respetivo financiamento ser assegurado pelos fundos disponíveis, mediante, se necessário, a realocação de fundos destinados a outras ações; Apresentação de candidatura ao concurso aberto no Programa Operacional Temático de Valorização do Território (POVT) de apoio a ações de reforço das condições de defesa costeira em áreas de maior risco, visando a consolidação da faixa costeira da zona de intervenção, designadamente na área mais afetada pelos efeitos do mau tempo e onde se tem verificado uma maior pressão e recuo na linha de costa; As ações mencionadas nas alíneas anteriores, deverão ser enquadradas no Plano de Liquidação e Orçamento a apresentar pela Comissão Liquidatária aos Acionistas, ajustadas aos meios financeiros disponíveis. Em conformidade com as orientações estabelecidas foi elaborado o Plano de Liquidação desta Sociedade e enviado aos acionistas, tendo o mesmo já sido aprovado pela DGTF. Iniciou-se o procedimento com vista à execução de projeto, obra e fiscalização das Obras de Defesa Costeira a executar no paredão da Costa de Caparica. Em paralelo, procedeu-se também à candidatura ao POVT que já mereceu a sua aprovação. Após conclusão do projeto, decorrem os procedimentos para a contratação da empreitada e da fiscalização e de obtenção do respetivo visto pelo Tribunal de Contas. 016 : RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014)

15 Estão em curso ainda os procedimentos para a conclusão dos PP s em falta (PP4 e PP6). Terminou o acompanhamento do PP da Fonte da Telha. Foram executadas ações de manutenção dos acessos às praias urbanas e dos apoios de praia. Foi também feito o levantamento dos prejuízos causados pelas intempéries. Efetuado o acompanhamento de todos os processos judiciais em curso, incluindo a prestação de depoimentos em tribunal. OUTROS PROJETOS Na intervenção de requalificação da Frente Ribeirinha de Lisboa, os serviços de coordenação técnica e gestão integrada da operação de requalificação denominada Frente Ribeirinha de Lisboa, nos termos definidos pelo Contrato, em 2013 ficaram circunscritos ao projeto Ajuda - Belém, sub-projetos Novo Museu dos Coches e Museu de Arte Popular. Com o fim da prestação de serviços em junho de 2013, durante o ano de 2014, foi dado apoio pontual no esclarecimento de situações solicitadas pela DGPC, relacionadas com as instalações técnicas e com o lançamento dos concursos. Há a registar também, as diligências efetuadas para a obtenção do pagamento das verbas em divida relativas, à empreitada de Demolições, no montante de ,48 (IVA incluído), e das faturas referentes aos últimos meses da prestação de serviço, no montante de ,04 (IVA incluído), bem como, da concretização da cedência da posição contratual da Parque Expo para a DGPC, no contrato de elaboração do projeto do Novo Museu dos Coches. Quanto ao Projeto de Valorização e Requalificação do Promontório de Sagres (PVRPS), decorreu o acompanhamento do Projeto de Requalificação dos Edifícios dos Anos 90 Corpos A, B, C e D e a finalização e receção do Projeto de Execução dos Conteúdos do Centro Expositivo de Sagres. A transferência do projeto tem vindo a decorrer com o envio à DRCA de todo o arquivo digital do PVRPS. Realizaram-se várias reuniões de acompanhamento com a DRCA e os projetistas de forma a fechar os projetos acima referenciados. RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 017

16 MERCADO INTERNACIONAL O desenvolvimento dos trabalhos relativos ao Plan Directeur d Aménagement et d Urbanisme (PDAU) de la Wilaya d Alger, na Argélia, prosseguiu durante 2014, tendo em vista a conclusão das obrigações contratuais, não obstante as dificuldades inerentes a este tipo de processos. Durante o 1º trimestre foi possível assegurar o recebimento de um valor em dívida de cerca de 0,5 milhões de euros. GESTÃO DE ATIVOS A atividade ao nível da alienação e gestão patrimonial prosseguiu durante o ano de 2014, mantendo-se a atividade organizada em dois grupos de ações: : Promoção e venda de ativos alienáveis, procurando compatibilizar os valores patrimoniais e os valores de mercado; : Gestão de ativos não alienáveis, nomeadamente os imóveis de carater emblemático, imóveis em regime de cessão de exploração, e imóveis afetos a realojamentos efetuados à data da realização da EXPO 98. Enquadrando a atividade de alienação de terrenos no Parque das Nações, e considerando os poderes que permanecem na Parque EXPO relativamente à elaboração dos Projetos de Reparcelamento, foram desenvolvidos diversos processos, e submetidos a decisão da Câmara Municipal de Lisboa. Numa perspetiva do mercado imobiliário, verificou-se uma ligeira retoma, que no caso dos ativos imobiliários da Parque EXPO se refletiu na comercialização de frações comerciais. Mantem-se no entanto o impasse relativamente a uma eventual revisão do PP5 e PP6, numa perspetiva de potenciar estas áreas do ponto de vista imobiliário, tendo-se no entanto, iniciado um processo de diálogo com a Câmara Municipal de Lisboa com vista a encontrar um modelo adequado à implementação destes projetos. Durante este período foram desenvolvidas ações junto da Autoridade Tributária no sentido de regularizar diversas questões ao nível dos registos matriciais e da avaliação patrimonial. 018 : RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014)

17 VENDA DE PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO No contexto acima referido, foram concretizadas as seguintes operações: : Celebração da escritura de venda da fração C do edifício (Frente Ribeirinha Norte); : Celebração da escritura de venda da fração N do edifício (Frente Ribeirinha Norte); : Celebração da escritura de venda do Lote ; : Celebração do Contrato Promessa Compra e Venda do Lote ; : Celebração do Contrato Promessa Compra e Venda de créditos de edificabilidade relativos ao Lote GESTÃO DE PATRIMÓNIO O património edificado da Parque EXPO gerou rendimentos no valor de cerca de 2,0 milhões de euros, provenientes da exploração do Oceanário de Lisboa, e dos contratos de cessão de exploração dos parques de estacionamento, em particular o Parque Oceanário e o Parque das Tágides. Regista-se igualmente o sinistro verificado no Palácio dos Suíços, imóvel na posse da Parque EXPO desde 1995, mas ainda propriedade da Câmara Municipal de Lisboa, do qual resultou a destruição parcial do imóvel. No âmbito da gestão das frações afetas a realojamentos, regista-se a celebração de contratos de arrendamento das frações FF e GG do nº 9 da Rua Antero de Quental na Póvoa de Santa Iria., disponíveis após falecimento dos respetivos comodatários. Esta opção de arrendamento, resultou do fato de as diligências para a sua venda se terem mostrado infrutíferas, pelo atual enquadramento sócio-económico em que se integram. Durante este período foram igualmente efetuadas ações de manutenção preventiva e corretiva nos imóveis pertencentes ao património da Parque EXPO. RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 019

18 GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS Em matéria de participações sociais há a destacar que procedeu-se, com referência a 30 de junho de 2014, à dissolução, liquidação e partilha, por integração global do património da sociedade Parque EXPO Gestão Urbana do Parque das Nações, S.A. na Parque EXPO 98, S.A. Relativamente às restantes sociedades em que a Parque EXPO detém participação acionista, apresentam-se sumariamente os principais factos ocorridos na sua atividade: OCEANÁRIO DE LISBOA, S.A. No ano em que o equipamento assinalou 18 milhões de visitantes, registou-se até setembro um aumento de 6% do número de visitantes face a período homólogo do ano anterior. Para os visitantes muito contribuiu o êxito a exposição temporária Tartarugas marinhas. A viagem., cujo encerramento ocorreu precisamente no final do mês de setembro. Encontra-se já em concepção a segunda exposição temporária cuja inauguração se prevê ocorrer no ínicio do segundo trimestre de A receita gerada pelos visitantes cresceu de forma similar ao número de visitantes, cerca de 7%, tendo atingido o montante de cerca de 7,7 milhões de euros até final de setembro. MARINA DO PARQUE DAS NAÇÕES, S.A. Em termos operacionais a marina do Parque das Nações manteve a taxa de ocupação média nos 60%, verificando-se um decréscimo no número de postos de amarração de residentes compensado pelo aumento do número de visitantes. Face ao processo em curso de extinção da Parque EXPO, com a promoção da Direção Geral do Tesouro e Finanças, continuaram a ser estabelecidos contactos com a Administração do Porto de Lisboa no âmbito da análise de cenários futuros de desenvolvimento da Marina do Parque das Nações. 020 : RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014)

19 III: ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA As Demonstrações Financeiras foram preparadas a partir do conjunto normativo que estrutura o Sistema de Normalização Contabilística (SNC), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho, formado pelas normas contabilísticas e de relato financeiro (NCRF) e pelas normas interpretativas emitidas pela Comissão de Normalização Contabilística (CNC). BALANÇO Rubrica Var. 13/14 % Ativo % Passivo % Capital Próprio % valores em milhares de euros Em 2014, até à data da dissolução, manteve-se a tendência de redução do Ativo Líquido verificada nos últimos anos. O decréscimo verificado foi milhares de euros face ao ano anterior e teve origem nas seguintes variações: Rubrica Var. 13/14 % Ativo não corrente % Ativo corrente % Total do Ativo % valores em milhares de euros O ativo não corrente diminuiu cerca de 12,2 milhões de euros, sendo de registar as seguintes variações relevantes: RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014) : 021

20 : Diminuição da rubrica de outras contas a receber, no valor de 11,7 milhões de euros, justificada pelas reduções correspondentes às amortizações do primeiro aditamento (1,7 milhões de euros) e segundo aditamentos (10 milhões de euros) ao acordo financeiro de 2005; : Decréscimo do valor da rubrica de propriedades de investimento resultante das alienações das frações C e N do lote com o consequente abate do valor contabilístico no montante de 749,7 mil euros. O ativo corrente aumentou cerca de 1,8 milhões de euros devido essencialmente às seguintes variações: : Redução da rubrica de inventários, no valor de 4,6 milhões de euros, pelo apuramento do resultado da alienação do lote : Aumento das rubricas de clientes (+1 milhão de euros); : Aumento da rubrica de outras contas a receber (+3 milhões de euros). O aumento da rubrica de outras contas a receber deve-se, fundamentalmente, à necessidade de prestar caução, no valor de 2,5 milhões de euros, relativamente a processos judiciais que se encontram em curso. : Aumento da rubrica de outros ativos financeiros no valor de 2,5 milhões de euros. No passivo verificaram-se as seguintes variações: Rubrica Var. 13/14 % Passivo não corrente % Passivo corrente % Total do Passivo % valores em milhares de euros O passivo total diminuiu cerca de milhares de euros. A variação verificada deve-se fundamentalmente: : À redução do passivo bancário, no valor de milhares de euros, justificada pelos pagamentos efetuados pela Autarquia de Lisboa; : À redução da rubrica de provisões, para responsabilidades contingentes na Marina do Parque das Nações, no valor de milhares de euros ver nota 14 do Anexo às contas. 022 : RELATÓRIOS E CONTAS À DATA DA DISSOLUÇÃO (SET-2014)

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