Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Batalha Relatório e Contas 2013 ANEXO

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1 ANEXO 13 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade: Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Concelho da Batalha, PCUP 1.2 Sede: Batalha Batalha Natureza da actividade: A Associação tem como escopo principal a protecção e apoio de pessoas e bens, designadamente o socorro a feridos, doentes, náufragos ou vítimas de catástrofes ou calamidades, a prevenção e combate a incêndios, o transporte de sinistrados ou doentes, detendo e mantendo em actividade, para o efeito, um corpo de bombeiros voluntários ou misto, com observância do definido no regime jurídico dos corpos de bombeiros e demais legislação aplicável. 2 - REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1 Base de Preparação As demonstrações financeiras apresentadas têm como referencial contabilístico o Sistema de Normalização Contabilística para Entidades do Sector Não Lucrativo (SNC-ESNL), tendo sido adoptada a Norma Contabilística e de Relato Financeiro para Entidades do Sector Não Lucrativo (NCRF-ESNL), aprovada pelo Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março.

2 2.2 Derrogação das disposições do SNC-ESNL 14 Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas Demonstrações Financeiras, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação de qualquer disposição prevista pelo SNC-ESNL. 2.3 Comparabilidade das demonstrações financeiras Os elementos constantes nas presentes demonstrações financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior. 3 - PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS 3.1 Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras. As demonstrações financeiras anexas foram preparadas a partir dos livros e registos contabilísticos da Associação, de acordo com o princípio do custo histórico. 3.2 Principais pressupostos relativos ao futuro. As demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos registos contabilísticos da Associação. 4 POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS, ALTERAÇÕES NAS ESTIMATIVAS CONTABILÍSTICAS E ERROS Foi identificado no corrente exercício, já após divulgação das contas do exercício anterior, a existência de um erro material relativo ao período de Este erro prende-se com a conta de Clientes Sócios Quotas em Cobrança, que apresentava um saldo acumulado elevado e bastante superior ao real. Após análise detalhada da respectiva conta, verificou-se que houve uma duplicação de lançamentos contabilísticos relativamente a receitas de

3 quotizações, que originou um acréscimo indevido de rendimentos, no valor de ,00. Desta forma, procedeu-se à respectiva correcção por contrapartida da conta de Resultados Transitados ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS E PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO 5.1 Divulgações sobre activos fixos tangíveis e propriedades de investimento a) Bases de mensuração usados para determinarem a quantia escriturada bruta. Os activos fixos tangíveis e as propriedades de investimento encontram-se registados ao custo de aquisição deduzido das respectivas depreciações acumuladas. b) Métodos de depreciação usados. As depreciações dos activos fixos tangíveis e das propriedades de investimento são calculadas segundo o método da linha recta (método das quotas constantes), numa base anual. c) Vidas úteis ou as taxas de depreciação usadas. Neste exercício económico, à semelhança do exercício anterior, optouse, conforme previsto na Lei, pela aplicação das taxas mínimas de depreciação.

4 16 d) A quantia escriturada bruta, as depreciações acumuladas, reconciliação da quantia escriturada no início e no fim do período, mostrando as adições, os abates, as amortizações, perdas de imparidade e suas reversões e outras alterações, foram desenvolvidas de acordo com o seguinte quadro: PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO Descrição Adições Revalorizações Abate Transferência Edifícios e outras construções , , ,25 PROP. DE INVESTIM. BRUTO ,48 0,00 0, ,23 0, ,25 Depreciações acumuladas 3.264, ,64 119, ,28 Perdas por imparidade e reversões acumuladas DEPRECIAÇÃO ACUMULADA 3.264, ,64 0,00 119,73 0, ,28 PROP. DE INVEST. LÍQUIDO , ,64 0, ,50 0, ,97 ACTIVO FIXO TANGÍVEL Descrição Adições Revalorizações Abate Transferência Edifícios e outras construções , , ,04 Equipamento básico , , ,15 Equipamento de transporte , , ,79 Equipamento administrativo , , , ,54 Outros activos fixos tangíveis , , ,94 ACTIVO TANGÍVEL BRUTO , ,19 0, ,17 0, ,46 Depreciações acumuladas , ,10 208, ,90 Perdas por imparidade e reversões acumuladas DEPRECIAÇÃO ACUMULADA , ,10 0,00 208,31 0, ,90 ACTIVO TANGÍVEL LÍQUIDO , ,09 0, ,86 0, ,56

5 RÉDITO O rédito encontra-se mensurado pelo justo valor da retribuição recebida ou a receber, tendo em consideração a quantia de quaisquer descontos concedidos pela Associação. O quadro seguinte detalha os réditos por naturezas: Rúbricas Valor ( ) Vendas Venda de água 952,50 Prestações de Serviços Quotizações 6.946,00 Jóias 195,00 Transporte de Doentes ,29 Transporte de Doentes - INEM ,26 Serviços Limpeza 4.445,60 Eventos ,41 Outros Serviços 2.639,93 Ganhos por aumentos de justo valor Activos Financeiros 431,95 Juros Depósitos Bancários 3.777,08 As rúbricas de Subsídios e Outros Rendimentos e Ganhos, apesar de serem Proveitos da Associação não são considerados réditos, por serem gerados externamente à entidade, não resultam de actividades ordinárias.

6 18 7 SUBSÍDIOS E OUTROS APOIOS 7.1 Subsídios à Exploração Os subsídios recebidos do Estado em 2013, destinados a apoiar as actividades operacionais da Associação foram os seguintes: Entidades Valor dos Subsídios ( ) Município da Batalha ,00 INEM ,45 ANPC ,20 Outras Entidades 6.095,00 Total , Subsídios ao Investimento PRODER - Op Batalha Sénior Reabilitação e Terapia Ocupacional Em 2009 a Associação candidatou-se ao Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER), no âmbito de um protocolo existente entre a Associação, a Câmara Municipal da Batalha e o Centro Hospitalar Nossa Senhora da Conceição. Este projecto visa contribuir para a reabilitação e consequente promoção da autonomia de idosos e deficientes do concelho da Batalha. Estima-se que o projecto venha a melhorar a qualidade de vida e a obtenção de serviços básicos aos mais carenciados e dinamizar as zonas rurais. No âmbito desta candidatura, a Associação adquiriu em 2010 uma viatura tipo ABTM, matrícula 01-JF-88, tendo recebido em 2011, um subsídio de ,68 referente à aquisição desta viatura. Este subsídio não reembolsável, no momento do seu recebimento, foi reconhecido nos Fundos Patrimoniais, uma vez relacionado com activos fixos tangíveis. No final de cada exercício uma parte deste subsídio é imputado como rendimento para balanceá-lo com o custo da depreciação anual da viatura que se pretende que o mesmo compense. Este procedimento foi efectuado novamente em 2013 e irá ser efectuado

7 numa base sistemática, anual, até que a viatura se encontre totalmente depreciada na contabilidade. 19 Ainda no âmbito desta candidatura ao PRODER, a Associação adquiriu em 2012, equipamentos de reabilitação e terapia destinados ao Centro Hospitalar, tendo recebido um subsídio no valor de 4.474,04. Este subsídio não reembolsável foi também reconhecido nos Fundos Patrimoniais e no final do exercício uma parte deste subsídio foi imputado como rendimento para balanceá-lo com o custo da depreciação anual dos equipamentos que se pretende que o mesmo compense. Este procedimento irá ser efectuado numa base sistemática, anual, até que os equipamentos se encontrem totalmente depreciados na contabilidade. Subsídios relacionados com activos fixos tangíveis PRODER Op Batalha Sénior Reabilitação e Terapia Ocupacional Quantias concedidas Já recebidas Período de 2013 Demonst. Resultados Imputados em Outros Rend. e Ganhos Balanço Reconhecidas em Outras Var. Fundos Patrimoniais Viatura ABTM 01-JF , , , ,54 Equip. Reabilit. e Terapia 4.474, , , ,43 Total PRODER-Op , , , ,97 Ainda no âmbito do protocolo existente entre a Associação, a Câmara Municipal da Batalha e o Centro Hospitalar Nossa Senhora da Conceição, recebeu-se em 2013, do Centro Hospitalar, o valor de 692,16, que visa comparticipar também a aquisição dos equipamentos de reabilitação e terapia adquiridos em Este valor não reembolsável foi também reconhecido nos Fundos Patrimoniais e terá o mesmo tratamento contabilístico que os subsídios ao investimento. Subsídios relacionados com activos fixos tangíveis Quantias concedidas Já recebidas Período de 2013 Demonst. Resultados Imputados em Outros Rend. e Ganhos Balanço Reconhecidas em Outras Var. Fundos Patrimoniais Equip. Reabilit. e Terapia 692,16 692,16 172,94 519,22

8 QREN-POVT-Op FCOES Relativamente à obra de requalificação do quartel comparticipada no âmbito da candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), onde se insere o POVT (Programa Operacional Temático Valorização do Território), no que dizia respeito apenas aos trabalhos comparticipados, os mesmos já haviam sido concluídos em 2012, no entanto, apenas em 2013, foi pago à Associação a totalidade da comparticipação. Este subsídio não reembolsável foi reconhecido nos Fundos Patrimoniais e no final do exercício uma parte deste subsídio foi imputado como rendimento para balanceá-lo com o custo da depreciação anual da obra que se pretende que o mesmo compense. Este procedimento irá ser efectuado numa base sistemática, anual, até que a obra se encontre totalmente depreciada na contabilidade. Período de 2013 Subsídios relacionados Demonst. Resultados Balanço com propriedades de investimento Quantias Imputados em Outros Reconhecidas em Outras Já recebidas concedidas Rend. e Ganhos Var. Fundos Patrimoniais QREN - POVT - Op FCOES , , , , Doações Em 2011, a Associação recebeu uma verba de ,00 doada pela associada Romana de Sousa Marques. Esta verba, visou custear parte das futuras obras do quartel, nomeadamente a parte não comparticipada, alguns trabalhos extra e a mais realizados, a reabilitação da torre de treinos, a aquisição de uma nova viatura, bem como, todos os activos fixos tangíveis adquiridos em 2012 e 2013.

9 Doação ,00 Parte da obra não comparticipada ,64 Trabalhos a mais, extra e reabilitação da torre treinos ,73 Viatura ABTM ,01 Restantes equipamentos adquiridos em 2012 e ,97 Valor da doação investido ,35 Valor da doação por investir 7.928,65 21 Este subsídio não reembolsável, à semelhança dos restantes, foi reconhecido nos Fundos Patrimoniais. No final do exercício uma parte deste subsídio foi imputado como rendimento para balanceá-lo com o custo das depreciações anuais que se pretende que o mesmo compense. Este procedimento irá ser efectuado numa base sistemática, anual, até que os activos se encontrem totalmente depreciados na contabilidade. Doações relacionadas com investimentos em activos Quantias recebidas Período de 2013 Demonst. Resultados Imputados em Outros Rend. e Ganhos Balanço Reconhecidas em Outras Var. Fundos Patrimoniais Verba doada por Romana de Sousa Marques , , , INSTRUMENTOS FINANCEIROS Os instrumentos financeiros encontram-se valorizados de acordo com os seguintes critérios: a) Fornecedores/clientes/outras contas a receber e a pagar Estes instrumentos financeiros encontram-se mensurados ao custo.

10 b) Caixa e depósitos bancários 22 Em 31 de Dezembro de 2013, a rubrica de caixa e depósitos bancários apresentava a seguinte decomposição: Descrição Valor ( ) Caixa e depósitos bancários Activos Caixa 924,78 Depósitos à Ordem ,61 Outros depósitos bancários ,00 Total , BENEFÍCIOS DOS EMPREGADOS 9.1 Pessoal Assalariado O número médio de pessoal assalariado no exercício de 2013 foi de Pessoal Voluntário A Associação em 2013, contou com a colaboração de cerca de 110 Bombeiros Voluntários. 9.3 Membros dos Órgãos Associativos Em 31/12/2013, a Associação era composta por 19 membros dos Órgãos Associativos, incluindo os membros suplentes: Assembleia Geral: 5 membros Direcção: 9 membros Conselho Fiscal: 5 membros Os Órgãos Directivos da Associação não auferiram qualquer remuneração pelas funções desempenhadas.

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