Gestão da energia na comunidade. Eng.º Adriano Carvalho, FEUP Jornadas Técnicas "Eficiência Energética e Ambiental em Edífícios

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão da energia na comunidade. Eng.º Adriano Carvalho, FEUP asc@fe.up.pt. Jornadas Técnicas "Eficiência Energética e Ambiental em Edífícios"

Transcrição

1 Jornadas Técnicas "Eficiência Energética e Ambiental em Edífícios Gestão da energia na comunidade Eng.º Adriano Carvalho, FEUP

2 Agenda Eficiência Energética e Ambiental Gestão da energia Porquê? Gestão da energia Como? Gestão da energia vs Utilização da energia autoprodução? Energia sustentável e ambiente Desafio da energia sustentável e ambiente Notas finais

3 Quadro de análise Eficiência Energética Ambiental Gestão da energia Edifícios Comunidade local Gestão Técnica Económica Financeira Política

4 Gestão da energia Porquê? Consumo de energia é demasiado face ao que deveria ser sem perda de conforto Redução medida superior a 25% Edifícos institucionais grandes consumidores - já reduzem o consumo pelo valor economico/financeiro ganho Existem operadores no mercado regulação do Estado para edifícios novos, empresas prestadoras de serviço técnico (ESCO),, clientes

5 Gestão da energia Como? Existem operadores no mercado regulação do Estado para edifícios novos, empresas prestadoras de serviço técnico (ESCO),, clientes Produtos e serviços tecnológicos Mudança de atitude individual e comunitária face ao uso/consumo da energia sem custos tecnológicos. Informação clara sobre energia e potência

6 Gestão da energia vs Utilização da energia autoprodução? Mudança do modelo da produção de energia Grandes sistemas e produção centralizada para pequena produção e produção no local de consumo Generalização da abordagem ao conceito Zero energy house A rede elétrica é um recurso comum e disponível aos produtores numa abordagem de comunidade local

7 Energia sustentável e ambiente A fonte de energia primária para qualquer forma de energia é o sol Energia sustentável conduz à utilização de todas as formas de energia disponíveis renovadas pela energia recebida do sol: Hídrica, eólica, fotovoltaica, biomassa,. Captar e aproveitar a energia solar, nas suas diversas formas, torna sustentável o abastecimento e consumo de energia

8 Desafio da energia sustentável e ambiente Levar a mudança de modelo da produção e abastecimento até às pessoas/famílias/comunidades locais Tornar o problema do consumo e abastecimento de energia um problema da comunidade Observar as fontes locais de produção de energia, e encontrar soluções de as colocar a produzir a energia que a comunidade consome Agregar capacidades locais para desenvolver as soluções que interessam à comunidade

9 Desafio da energia sustentável e ambiente Exemplos de melhoria de aproveitamentos Energia hídrica os rios têm todos já aproveitamentos feitos para moagem (do tempo em que as comunidades tinham de ser sustentáveis na satisfação das suas necessidades energéticas). São desperdiçados por não interessarem aos produtores que vendem energia! O rio Ave tem aproveitamento privado de 1 MW, a fio de água...

10 Desafio da energia sustentável e ambiente Como enfrentar o desafio? Estabelecer o objetivo de enquadrar a questão energética num quadro de auto-sustentação das famílias e da comunidade, reduzindo as necessidades de comprar fora da comunidade Identificar todas as formas de energia sustentáveis quer do lado energético quer do lado tecnológico para cumprir o objetivo Mover as capacidades próprias para prosseguir o objetivo, estabelecendo um plano que faça uso das capacidades da comunidade

11 Notas finais A gestão da energia por parte das famílias, das instituições, da comunidade é uma questão é uma questão multidimensional, técnica, económica, financeira, e política Redução de consumos pode e deve começar de imediato, sem custos, informando a generalidade das pessoas que o consumo da mesma energia pode ser feito com menor potência As famílias, as instituições, a comunidade local deve enfrentar a energia como uma necessidade a ser satisfeita o mais possível por si mesmas cortando com a cultura atual que apresenta a energia como uma necessidade satisfeita pelo mercado

12 Notas finais A mudança do modelo de procura de energia no mercado pelo modelo de a comunidade ser autosuficiente em energia é um desafio emergente por três razões 1. A comunidade tende a ser conservadora. O desafio da mudança tem custos 2. O custo relativo da energia no mercado vai continuar a crescer, de acordo com a lei da oferta e procura, se for mantido o modelo atual 3. Analizando a questão na sua dimensão económica apenas, não há razão alguma que impeça uma comunidade de aumentar a economia interna à comunidade, produzindo a sua energia, ao fazer uso dos seus recursos naturais

13 Obrigado pela V/ atenção Questões? Adriano Carvalho

Energias Renováveis (ER) Sustentabilidade Económica e Ambiental

Energias Renováveis (ER) Sustentabilidade Económica e Ambiental Seminário de Boa Governação das Energias Renováveis Energias Renováveis (ER) Sustentabilidade Económica e Ambiental Madival Alva das Neves Meteorologista (Direção Geral do Ambiente) São Tomé, 30 de junho,

Leia mais

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis O futuro que queremos não se concretizará enquanto a fome e a subnutrição persistirem,

Leia mais

O Projeto Energy4Management: Vantagens para as empresas

O Projeto Energy4Management: Vantagens para as empresas O Projeto Energy4Management: Vantagens para as empresas Poupar na Fatura Energética com a Cooperação: Empresas mais competitivas Marta Ferreira CTCV 05 de março de 2015 1 Enquadramento Gestão da Energia

Leia mais

O ESTADO ATUAL DO SETOR DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM PORTUGAL. António Sá da Costa

O ESTADO ATUAL DO SETOR DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM PORTUGAL. António Sá da Costa O ESTADO ATUAL DO SETOR DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM PORTUGAL António Sá da Costa 1. A ENERGIA EM PORTUGAL E NO MUNDO A ENERGIA NO MUNDO Existe uma nova realidade no setor da energia a nível mundial Consumo

Leia mais

I - Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo - Enquadramento. III Estratégia Nacional para a Energia 2020 Energia Solar

I - Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo - Enquadramento. III Estratégia Nacional para a Energia 2020 Energia Solar Índice I - Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo - Enquadramento II Estratégia Nacional para a Energia 2020 III Estratégia Nacional para a Energia 2020 Energia Solar IV - Potencialidades

Leia mais

Caminhos da Engenharia Brasileira Instituto de Engenharia As vantagens do Brasil Da geografia ao modelo de concessões

Caminhos da Engenharia Brasileira Instituto de Engenharia As vantagens do Brasil Da geografia ao modelo de concessões Caminhos da Engenharia Brasileira Instituto de Engenharia As vantagens do Brasil Da geografia ao modelo de concessões 14 de agosto de 2012 (Paulo Pedrosa- Presidente Executivo) Quem somos Fundada em agosto

Leia mais

Patentes de Genes Humanos e a Tutela dos Interesses Difusos

Patentes de Genes Humanos e a Tutela dos Interesses Difusos Patentes de Genes Humanos e a Tutela dos Interesses Difusos Profa. Adriana Diaféria Novas Tecnologias da Genética Humana: Avanços e Impatos para a Saúde Rio de Janeiro RJ 23.03.2007 O papel das ciências

Leia mais

SISTEMAS SOLARES PEQUENOS (SSP) Uma solução viável para comunidades grandes vivendo em zonas rurais de Moçambique

SISTEMAS SOLARES PEQUENOS (SSP) Uma solução viável para comunidades grandes vivendo em zonas rurais de Moçambique SISTEMAS SOLARES PEQUENOS (SSP) Uma solução viável para comunidades grandes vivendo em zonas rurais de Moçambique Por: Nilton Trindade CONTEÚDO DA APRESENTAÇÃO 1 Objectivos da apresentação 2 Conceito de

Leia mais

INSERÇÃO DAS ENERGIAS ALTERNATIVAS RENOVÁVEIS NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO

INSERÇÃO DAS ENERGIAS ALTERNATIVAS RENOVÁVEIS NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO INSERÇÃO DAS ENERGIAS ALTERNATIVAS RENOVÁVEIS NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO Associação Brasileira dos Pequenos e Médios Produtores de Energia Elétrica - APMPE CONFERÊNCIA REGIONAL DA AMÉRICA LATINA E DO

Leia mais

4. Indicadores de desenvolvimento sustentável

4. Indicadores de desenvolvimento sustentável 4. es de desenvolvimento sustentável para o Município de Fronteira 1. Os indicadores de desenvolvimento sustentável são instrumentos de monitorização do caminho que é percorrido desde a situação existente,

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE. Missão:

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE. Missão: GERAÇÃO DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE: LIÇÕES APRENDIDAS E PENSANDO O FUTURO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Missão: Promover a adoção de princípios e estratégias para o conhecimento, a proteção e a recuperação

Leia mais

Zillo Lorenzetti projeto de cogeração com bagaço

Zillo Lorenzetti projeto de cogeração com bagaço Anexo III da Resolução n o 1 da CIMGC a) Contribuição para a sustentabilidade ambiental local O consiste na queima do bagaço de canade-açúcar para geração de energia para uso próprio e para exportação

Leia mais

Criação do OBSERVATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE DO OESTE

Criação do OBSERVATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE DO OESTE OBSERVATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS ASSOCIADOS DA OESTESUSTENTÁVEL Objectivo Geral: Dotar os municípios associados da OesteSustentável de mecanismos que permitam exercer

Leia mais

1. Contexto atual (crise econômica)

1. Contexto atual (crise econômica) 1. Contexto atual (crise econômica) Crescimento demográfico maior demanda por serviços do Estado; Restrições orçamentárias. As políticas ambientais tendem a ficar em segundo plano. Como manter uma gestão

Leia mais

Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável FBDS

Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável FBDS Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável FBDS F U N D A Ç Ã O B R A S I L E I R A P A R A O D E S E N V O L V I M E N T O S U S T E N T Á V E L FBDS Um Diferencial na Abordagem do Desenvolvimento

Leia mais

Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos. Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais

Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos. Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais Missão Executa a sua missão através da cooperação próxima e articulada com outros organismos

Leia mais

Centro Cultural de Belém

Centro Cultural de Belém Audição Pública sobre a proposta de regulamentação do Gás Natural Centro Cultural de Belém Perspectiva dos consumidores A opinião da COGEN Portugal A. Brandão Pinto Presidente da Comissão Executiva ÍNDICE

Leia mais

Contribuição do Projeto BK Energia Itacoatiara para o Desenvolvimento Sustentável. a) Contribuição para a sustentabilidade ambiental local

Contribuição do Projeto BK Energia Itacoatiara para o Desenvolvimento Sustentável. a) Contribuição para a sustentabilidade ambiental local Contribuição do Projeto BK Energia Itacoatiara para o Desenvolvimento Sustentável a) Contribuição para a sustentabilidade ambiental local O projeto BK Energia Itacoatiara contribui para a sustentabilidade

Leia mais

Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental

Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental Considerando a Diretriz 2 do Plano Nacional de Segurança Alimentar: Promoção do abastecimento e estruturação de sistemas descentralizados,

Leia mais

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP Candidatura 2010 ENERGIA Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP ÍNDICE: 1. ENQUADRAMENTO 2. EIXO 2 APOIO AS ENERGIAS RENOVÁVEIS 3. OBJECTIVOS

Leia mais

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO [27] TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 1. Nos últimos anos a maioria dos países enfrentou grave crise econômica, que gerou um grande

Leia mais

2 Características do Sistema Interligado Nacional

2 Características do Sistema Interligado Nacional 2 Características do Sistema Interligado Nacional O Sistema Elétrico Brasileiro (SEB) evoluiu bastante ao longo do tempo em termos de complexidade e, consequentemente, necessitando de um melhor planejamento

Leia mais

Aproveitamento da biomassa florestal para fins energéticos

Aproveitamento da biomassa florestal para fins energéticos Jornada Técnica Eficiência Energética e ambiental em Edifícios Aproveitamento da biomassa florestal para fins energéticos Ponte de Lima, 06 de Fevereiro de 2014 2000 2003 Comissão de Acompanhamento Central

Leia mais

Termoeletricidade com combustíveis fósseis

Termoeletricidade com combustíveis fósseis Comissão de Serviços de Infraestrutura Audiência pública: Investimento e gestão: desatando o nó logístico do País 1º ciclo: Energia e desenvolvimento do Brasil Painel 01: Eletricidade convencional Termoeletricidade

Leia mais

ESTRATÉGIA DE CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA ENERGIA DA BIOMASSA

ESTRATÉGIA DE CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA ENERGIA DA BIOMASSA REPÚBLICA DE MÇAMBIQUE MINISTÉRI DA ENERGIA DIRECÇÃ NACINAL DE ENERGIAS NVAS E RENVAVEIS ESTRATÉGIA DE CNSERVAÇÃ E US SUSTENTÁVEL DA ENERGIA DA BIMASSA Conteúdos Introdução Enquadramento legal e institucional

Leia mais

PEP/2011 3ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA. 1ª QUESTÃO (Valor 6,0)

PEP/2011 3ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA. 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) PEP/2011 3ª AVALIAÇÃO DE TREINAMENTO FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO 1 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Estudar o processo de ocupação da Região Norte do Brasil, a partir de 1970, e concluir sobre os impactos causados

Leia mais

A intervenção do Instrumento JESSICA

A intervenção do Instrumento JESSICA A intervenção do Instrumento JESSICA Próximo período de programação - Algumas considerações Sílvio Costa Presidente do Instituto de Desenvolvimento Regional, IP-RAM Funchal, 03 de Junho de 2014 Com que

Leia mais

O QUE FAZEMOS QUEM SOMOS: MARCA DA SOTECNISOL PARA O MERCADO DE OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA:

O QUE FAZEMOS QUEM SOMOS: MARCA DA SOTECNISOL PARA O MERCADO DE OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA: O QUE FAZEMOS QUEM SOMOS: MARCA DA SOTECNISOL PARA O MERCADO DE OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA: 45 anos de mercado, presença activa em 3 continentes Missão comum de ser a mais competente empresa

Leia mais

Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade

Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade XIV Reunión Anual Iberoamericana de Reguladores de la Energía Salvador - Bahía 28 a 30 de Abril de 2010 Vítor Santos Agenda 1. A Política Energética Europeia

Leia mais

sustentável Crescimento

sustentável Crescimento sustentável Crescimento A população urbana aumenta de forma significativa, e gestores têm o desafio de buscar soluções criativas e inovadoras para financiar a infraestrutura necessária a esse contingente

Leia mais

Seminário ABRAEX/UDF 2015. Sustentabilidade: Novos desafios e oportunidades Experiências japonesas e o contexto brasileiro

Seminário ABRAEX/UDF 2015. Sustentabilidade: Novos desafios e oportunidades Experiências japonesas e o contexto brasileiro Seminário ABRAEX/UDF 2015 Sustentabilidade: Novos desafios e oportunidades Experiências japonesas e o contexto brasileiro Apoio Evento oficial dos 120 Anos de Amizade Japão-Brasil Seminário ABRAEX/UDF

Leia mais

GERAÇÃO DE ENERGIA. Eletricidade Geração de Energia Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo

GERAÇÃO DE ENERGIA. Eletricidade Geração de Energia Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo GERAÇÃO DE ENERGIA Eletricidade Geração de Energia Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina Tipos de Geração de Energia

Leia mais

Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal

Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal A Biomassa Florestal, energia e desenvolvimento rural Universidade Católica do Porto Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal Centro de Biomassa para a Energia 1 O QUE É A BIOMASSA? De acordo

Leia mais

A Importância do Aproveitamento Energético da Biomassa em Portugal

A Importância do Aproveitamento Energético da Biomassa em Portugal A Importância do Aproveitamento Energético da Biomassa em Portugal Conferência Biomassa Financiar uma Fonte Limpa de Produção Energética Lisboa, 7 de Julho de 2010 Clemente Pedro Nunes: Professor Catedrático

Leia mais

Referência. A prevenção na nova DQ. Conteúdo. PREVENÇÃO de resíduos. PREVENÇÃO - definição. Registo Público dos Documentos do Conselho

Referência. A prevenção na nova DQ. Conteúdo. PREVENÇÃO de resíduos. PREVENÇÃO - definição. Registo Público dos Documentos do Conselho Referência Registo Público dos Documentos do Conselho http://register.consilium.europa.eu/ PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DE RESÍDUOS Susana Xará historial da proposta dossier interinstitucional: 2005/0281 permite

Leia mais

Estudo de Viabilidade Econômica na Implantação de Incineradores de RSU com Aproveitamento Energético em Consórcio de Municípios

Estudo de Viabilidade Econômica na Implantação de Incineradores de RSU com Aproveitamento Energético em Consórcio de Municípios Estudo de Viabilidade Econômica na Implantação de Incineradores de RSU com Aproveitamento Energético em Consórcio de Municípios Adailton Pereira de Brito Prof. Dr.Alcides Padilha Prof.Dr.Celso Luiz da

Leia mais

Tecnologia nacional potencia sustentabilidade

Tecnologia nacional potencia sustentabilidade Tecnologia nacional potencia sustentabilidade 1 Tecnologia nacional potencia sustentabilidade O desenvolvimento de soluções inovadoras que melhoram a eficiência das organizações e a qualidade de vida das

Leia mais

PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DE RESÍDUOS. Susana Xará

PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DE RESÍDUOS. Susana Xará PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DE RESÍDUOS Susana Xará Referência Registo Público dos Documentos do Conselho http://register.consilium.europa.eu/ historial da proposta dossier interinstitucional: 2005/0281 permite

Leia mais

NOVIDADES NA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO

NOVIDADES NA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO NOVIDADES NA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO Fredy Moreinos Netafim Brasil Sist. Equips. Irrigação Ltda Rua Salvador Scaglione, 135 14066-446 Ribeirão Preto SP 55 16 2111.8000 netafim@netafim.com.br O Brasil

Leia mais

A RECICLAGEM DE ÓLEO PRODUZIDO NA ESCOLA PROFESSOR LORDÃO COMO PROMOTOR DO CUIDADO AMBIENTAL

A RECICLAGEM DE ÓLEO PRODUZIDO NA ESCOLA PROFESSOR LORDÃO COMO PROMOTOR DO CUIDADO AMBIENTAL A RECICLAGEM DE ÓLEO PRODUZIDO NA ESCOLA PROFESSOR LORDÃO COMO PROMOTOR DO CUIDADO AMBIENTAL DANTAS¹, Danilo Lima ; SILVA¹,Aline Priscila de França,SANTOS², José Carlos Oliveira; ARAÚJO 3, Danielly Santos

Leia mais

Energia e Desenvolvimento Humano

Energia e Desenvolvimento Humano Aula 19 A energia elétrica de cada dia Página 321 O consumo de energia aumentou gradativamente ao longo das etapas de desenvolvimento. Este aumento está relacionado com o crescimento populacional e o desenvolvimento

Leia mais

Resumo do Relatório. Objetivos e Escopo do Relatório. Estatísticas Gerais

Resumo do Relatório. Objetivos e Escopo do Relatório. Estatísticas Gerais SITUAÇÃO DOS PAGAMENTOS POR SERVIÇOS HÍDRICOS: UM MERCADO EMERGENTE - SUMÁRIO EXECUTIVO Por Tracy Stanton, Marta Echavarria, Katherine Hamilton e Caroline Ott 2010 Resumo do Relatório Um esforço de pesquisa

Leia mais

[R]evolução energética:

[R]evolução energética: Ricardo Baitelo* [R]evolução energética: perspectivas para uma energia global sustentável As fortes suspeitas de que o ser humano é o agente responsável pela crise do aquecimento global foram categoricamente

Leia mais

A PARCERIA PORTUGUESA PARA A ÁGUA Visita da Delegação da Comissão de Recursos Hídricos do Rio das Pérolas 17 de Maio 2011

A PARCERIA PORTUGUESA PARA A ÁGUA Visita da Delegação da Comissão de Recursos Hídricos do Rio das Pérolas 17 de Maio 2011 O que quer que possuamos, duplica o seu valor quando temos a oportunidade de o partilhar com outros. JEAN-NICOLAS BOUILLY (1763-1842) A PARCERIA PORTUGUESA PARA A ÁGUA Visita da Delegação da Comissão de

Leia mais

Visão Global - Experiências de ITAIPU

Visão Global - Experiências de ITAIPU Visão Global - Experiências de ITAIPU no Projeto Veículo Elétrico Rio de Janeiro,18 de junho de 2012. Eng. Celso Ribeiro Barbosa de Novais Chefe da Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável da ITAIPU

Leia mais

Resumo Objetivo e Definição do problema

Resumo Objetivo e Definição do problema 1 Resumo Objetivo e Definição do problema O presente trabalho estuda o uso potencial de instrumentos que utilizam uma interação próxima entre os setores público, privado e o terceiro setor, visando aumentar

Leia mais

Seção 1: Solicitação de registro

Seção 1: Solicitação de registro U K. A R 6. C D M. V a l i d a t i o n Q u e s t ã o 1 Seção 1: Solicitação de registro F-MDL-REG Registro de Atividade de Projeto de MDL e Formulário do Relatório de Validação (Ao enviar este formulário,

Leia mais

Dotar o território de instrumentos de planeamento de gestão compatíveis com a preservação e conservação dos recursos;

Dotar o território de instrumentos de planeamento de gestão compatíveis com a preservação e conservação dos recursos; 1. Medida 3.5.: Apoio ao Desenvolvimento do Sistema Ambiental e do Ordenamento 2. Descrição Esta medida contempla o apoio aos investimentos a realizar nos domínios do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

INFORMATIVO. Você já reparou que o mundo mudou, mas a forma como produzimos e consumimos energia continua praticamente igual há 50 anos?

INFORMATIVO. Você já reparou que o mundo mudou, mas a forma como produzimos e consumimos energia continua praticamente igual há 50 anos? INFORMATIVO Você já reparou que o mundo mudou, mas a forma como produzimos e consumimos energia continua praticamente igual há 50 anos? Ainda dependemos de grandes usinas que produzem energia a quilômetros

Leia mais

Energia sustentável SEÇÃO 3. 3.1 Energia e desenvolvimento SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

Energia sustentável SEÇÃO 3. 3.1 Energia e desenvolvimento SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL SEÇÃO 3 Energia sustentável O desenvolvimento econômico baseado na queima de combustíveis fósseis está contribuindo enormemente para a mudança climática, pois a utilização destes resulta na emissão de

Leia mais

PARNAÍBA GÁS NATURAL. Brazil Energy and Power - Setembro 2015

PARNAÍBA GÁS NATURAL. Brazil Energy and Power - Setembro 2015 PARNAÍBA GÁS NATURAL Brazil Energy and Power - Setembro 2015 QUEM SOMOS A PGN é uma empresa independente de E&P, que opera em sete campos e sete blocos exploratórios na Bacia do Parnaíba, no Maranhão Meta

Leia mais

Energia Solar: Utilização como fonte de energia alternativa

Energia Solar: Utilização como fonte de energia alternativa Energia Solar: Utilização como fonte de energia alternativa Caio Peixoto Gomes* Resumo A crescente preocupação com a preservação do meio ambiente, o aumento da demanda energética, e a possível escassez

Leia mais

Estratégias para promover a transparência. ncia. ção da corrupçã Brasília, 14 de Junho de 2007. Seminário Brasil Europa de prevençã

Estratégias para promover a transparência. ncia. ção da corrupçã Brasília, 14 de Junho de 2007. Seminário Brasil Europa de prevençã Estratégias para promover a transparência ncia Projeto EuroBrasil 2000 Seminário Brasil Europa de prevençã ção da corrupçã ção Brasília, 14 de Junho de 2007 Argumentos para acessar à informaçã ção Tornar

Leia mais

III Conferência Anual da RELOP

III Conferência Anual da RELOP Energias Renováveis, Regulação e Sustentabilidade III Conferência Anual da RELOP Rio de Janeiro 4 Novembro 2010 Vítor Santos Agenda 1. A Política Energética Europeia e Nacional 2. Remuneração e alocação

Leia mais

PRÁTICA DA AGRICULTURA ORGÂNICA: Sustentabilidade, Cooperativismo, Qualidade de Vida e Erradicação da Pobreza. 1

PRÁTICA DA AGRICULTURA ORGÂNICA: Sustentabilidade, Cooperativismo, Qualidade de Vida e Erradicação da Pobreza. 1 PRÁTICA DA AGRICULTURA ORGÂNICA: Sustentabilidade, Cooperativismo, Qualidade de Vida e Erradicação da Pobreza. 1 Andreza Ferreira da Silva 2 Evilaine Cruz Ramos 2 Juliana da Conceição Justino 2 Ludmilla

Leia mais

!+,(-. / %01213"&$$(

!+,(-. / %01213&$$( !"#$%&$'"$(%)"*(%!+,(-. / %01213"&$$( Com base nas informações apresentadas na Nota Técnica em referência, apresentamos algumas contribuições que julgamos oportunas para auxiliar nas diversas questões

Leia mais

Norma de Referência Certificado de Energia Renovável Solar

Norma de Referência Certificado de Energia Renovável Solar Histórico das alterações: Nº Revisão Data de alteração 00 02.04.2012 Emissão inicial do documento. Sumário das Alterações Pág. 1 1. Resumo Esta norma estabelece requisitos técnicos para a concessão do

Leia mais

TEMAS PRIORITÁRIOS PARA ALOCACÃO DE RECURSOS DO GEF-6 - POR ÁREA FOCAL 26/03/15

TEMAS PRIORITÁRIOS PARA ALOCACÃO DE RECURSOS DO GEF-6 - POR ÁREA FOCAL 26/03/15 TEMAS PRIORITÁRIOS PARA ALOCACÃO DE RECURSOS DO GEF-6 - POR ÁREA FOCAL 26/03/15 A definição das prioridades de financiamento de projetos com recursos do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF) faz parte

Leia mais

RELATÓRIO 1.º Energy Lab de Torres Vedras

RELATÓRIO 1.º Energy Lab de Torres Vedras RELATÓRIO 1.º Energy Lab de Torres Vedras Data de Realização: 23 de Janeiro de 2013 Local: Auditório da Câmara Municipal de Torres Vedras Hora: 9-13h N.º Participantes: 23 INTRODUÇÃO O Energy Lab de Torres

Leia mais

VII Jornadas Pascal. Energia: os desafios do futuro António Comprido Secretário-Geral da Apetro

VII Jornadas Pascal. Energia: os desafios do futuro António Comprido Secretário-Geral da Apetro VII Jornadas Pascal António Comprido Secretário-Geral da Apetro Porto, 2 de Junho de 2011 1 Estrutura da apresentação Onde estamos Para onde caminhamos Quais os desafios que enfrentamos 2 Onde estamos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.847, DE 15 DE MARÇO DE 2004. Autoriza a criação da Empresa de Pesquisa Energética EPE e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

DIA MUNDIAL DA ÁGUA. 22 de março de 2014

DIA MUNDIAL DA ÁGUA. 22 de março de 2014 DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 de março de 2014 No dia 22/3/2014 comemora-se o dia mundial da água cujo tema é Água e Energia pelo que é sinalizada a seguinte informação. REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 1. FATOS GERAIS

Leia mais

Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas

Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas Cascais, 26 de Agosto de 2010 1 P á g i n a ÍNDICE 1.ENQUADRAMENTO... 1 2.METAS E OBJECTIVOS... 2 3.MEDIDAS A IMPLEMENTAR...

Leia mais

Damos valor à sua energia

Damos valor à sua energia Damos valor à sua energia Invista em energias renováveis e eficiência energética e comece a poupar naturalmente. Energia O futuro do planeta está cada vez mais nas nossas mãos e a forma como obtemos e

Leia mais

Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo

Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo Modelos de Gestão Novas Demandas e Ambientes para o Gestor Contemporâneo Modernidade trouxe vantagens e prejuízos Poluição causada pelas organizações afeta diretamente a natureza Criação de Leis para minimizar

Leia mais

PROJECTOS AVAC EM ESCOLAS: SUCESSOS E DIFICULDADES

PROJECTOS AVAC EM ESCOLAS: SUCESSOS E DIFICULDADES PROJECTOS AVAC EM ESCOLAS: SUCESSOS E DIFICULDADES ENQUADRAMENTO REGULAMENTAR: RSECE (DL79/06) Grande Edifício de Serviços (área > 1000 m 2 ) Edifício constituído por vários corpos Grande intervenção de

Leia mais

Abrantes, 18 de Fevereiro de 2016

Abrantes, 18 de Fevereiro de 2016 Abrantes, 18 de Fevereiro de 2016 Enquadramento A MédioTejo21 foi fundada em 29 de Maio de 2009 pelos municípios de Abrantes, Alcanena, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Oleiros, Proença-a-Nova,

Leia mais

MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA

MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA CTC CÁVADO-MINHO LIMA-OURENSE COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO CÁVADO AGÊNCIA DE ENERGIA DO CÁVADO Setembro, 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 SEMINÁRIO Energia Solar Passiva...

Leia mais

A Energia Solar Fotovoltaica: um motor para o desenvolvimento sustentável.

A Energia Solar Fotovoltaica: um motor para o desenvolvimento sustentável. 2º Painel C O terceiro setor e a academia. Sustentabilidade energética na agenda para o desenvolvimento. A Energia Solar Fotovoltaica: um motor para o desenvolvimento sustentável. António Joyce Antonio.Joyce@lneg.pt

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS ENDÓGENAS

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS ENDÓGENAS MINISTÉRIO DA ECONOMIA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS ENDÓGENAS Resolução do Conselho de Ministros n.º 154/2001 de 27 de Setembro >Introdução >Estratégia >Medidas Enquadramento geral Eficiência energética

Leia mais

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Workshop Adaptação às mudanças climáticas e os desafios da gestão ambiental integrada no Brasil O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Diretoria de Recursos Hídricos Ministério

Leia mais

www.projecto-ecos.blogspot.com

www.projecto-ecos.blogspot.com www.projecto-ecos.blogspot.com Objectivo Central do Programa Criar Cidades e Redes de Cidades Competitivas e Inovadoras a Nível Internacional Rede ECOS TEMÁTICA Eficiência energética e aplicação de energias

Leia mais

Sobre a Contratação dos Parques Fotovoltaicos

Sobre a Contratação dos Parques Fotovoltaicos Sobre a Contratação dos Parques Fotovoltaicos As acusações veiculadas pela oposição no Parlamento relativas à contratação de duas centrais fotovoltaicas, para além da evidente má-fé que lhes está subjacente,

Leia mais

ESCO COMO INSTRUMENTO DE FOMENTO A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

ESCO COMO INSTRUMENTO DE FOMENTO A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ESCO COMO INSTRUMENTO DE FOMENTO A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Ralf Majevski Santos 1 Flávio Tongo da Silva 2 ( 1 Ralf_majevski@yahoo.com.br, 2 ftongo@bitavel.com) Fundamentos em Energia Professor Wanderley

Leia mais

A FALTA DE GÁS NATURAL E O ABASTECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA

A FALTA DE GÁS NATURAL E O ABASTECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA C n l g o e Consultoria Legislativa do Senado Federal COORDENAÇÃO DE ESTUDOS A FALTA DE GÁS NATURAL E O ABASTECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA Omar Alves Abbud TEXTOS PARA DISCUSSÃO 36 Brasília, novembro /

Leia mais

OS RISCOS DA MINERAÇÃO: DEFINIÇÕES, IMPACTOS E MITIGAÇÃO UMA ABORDAGEM SIMPLIFICADA

OS RISCOS DA MINERAÇÃO: DEFINIÇÕES, IMPACTOS E MITIGAÇÃO UMA ABORDAGEM SIMPLIFICADA OS RISCOS DA MINERAÇÃO: DEFINIÇÕES, IMPACTOS E MITIGAÇÃO UMA ABORDAGEM SIMPLIFICADA HERNÁN EDUARDO M. CARVAJAL, PhD ALEJANDRO MARTINEZ C. MsC PARTE 1 INTRODUÇÃO: MINERAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE

Leia mais

Comunidades Sustentáveis

Comunidades Sustentáveis Comunidades Sustentáveis Ph.D., Engº do Ambiente Dep. Engª Civil, Arquitectura / Instituto Superior Técnico manuel.pinheiro@civil.ist.utl.pt ou manuel.pinheiro@lidera.info Comunidades? Comunidade communitas,

Leia mais

O SECTOR ELÉCTRICO EM PORTUGAL CONTINENTAL

O SECTOR ELÉCTRICO EM PORTUGAL CONTINENTAL O SECTOR ELÉCTRICO EM PORTUGAL CONTINENTAL CONTRIBUTO PARA DISCUSSÃO 31 de Março de 2011 O presente documento resume as principais conclusões do Estudo O Sector Eléctrico em Portugal Continental elaborado

Leia mais

O Projeto de Lei em epígrafe institui um conjunto de políticas com vistas a estimular a geração de energia elétrica a partir da biomassa no Brasil.

O Projeto de Lei em epígrafe institui um conjunto de políticas com vistas a estimular a geração de energia elétrica a partir da biomassa no Brasil. COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA PROJETO DE LEI N o 3.529, DE 2012 Institui a política nacional de geração de energia elétrica a partir da biomassa, estabelece a obrigatoriedade de contratação dessa energia

Leia mais

V Seminário Ética Sustentabilidade e Energia MUDANÇAS CLIMÁTICAS. Maio/2015 08/06/2016 1

V Seminário Ética Sustentabilidade e Energia MUDANÇAS CLIMÁTICAS. Maio/2015 08/06/2016 1 V Seminário Ética Sustentabilidade e Energia MUDANÇAS CLIMÁTICAS Maio/2015 1 Alícia Amancio"A COP 21 simbolizou um momento histórico para a humanidade, mas a sociedade civil será a responsável pela grande

Leia mais

Conferência PENSAR VERDE NO LOCAL DE TRABALHO Embaixada dos EUA em Portugal. Gerir o futuro da UA. as pessoas, o ambiente e a energia.

Conferência PENSAR VERDE NO LOCAL DE TRABALHO Embaixada dos EUA em Portugal. Gerir o futuro da UA. as pessoas, o ambiente e a energia. Conferência PENSAR VERDE NO LOCAL DE TRABALHO Embaixada dos EUA em Portugal Gerir o futuro da UA as pessoas, o ambiente e a energia Carlos Borrego Fundação Calouste Gulbenkian 16 de Abril 2010 UA curso

Leia mais

EFICIÊNCIA HÍDRICA. Relatório de experiência realizada no Colégio xxxxxxxxx de Campo de Ourique. Experiência de 13/09 a 09/11 de 2010

EFICIÊNCIA HÍDRICA. Relatório de experiência realizada no Colégio xxxxxxxxx de Campo de Ourique. Experiência de 13/09 a 09/11 de 2010 EFICIÊNCIA HÍDRICA Relatório de experiência realizada no Colégio xxxxxxxxx de Campo de Ourique Experiência de 13/09 a 09/11 de 2010 Novembro de 2010 1. Introdução A água é um bem essencial à vida e indispensável

Leia mais

A Competitividade das Empresas e do Estado. Paula Adrião, Abril 2013

A Competitividade das Empresas e do Estado. Paula Adrião, Abril 2013 A Competitividade das Empresas e do Estado Paula Adrião, Abril 2013 Desafios na procura de competitividade e valor Portugal tem condições privilegiadas em termos de: Forças de trabalho muito qualificadas;

Leia mais

Jean Rodrigues Benevides

Jean Rodrigues Benevides AÇÕES DE INCENTIVO E FINANCIAMENTO A PROJETOS DE SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA Jean Rodrigues Benevides Gerente Nacional Gerência Nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental 153 67 mil

Leia mais

Implantação de Novos Pomares de kiwis. PROSA Produtos e Serviços Agrícolas, S.A

Implantação de Novos Pomares de kiwis. PROSA Produtos e Serviços Agrícolas, S.A Implantação de Novos Pomares de kiwis PROSA Produtos e Serviços A PROSA Produtos e Serviços Agrícolas, S.A., foi constituída com o objecto de produzir*, distribuir, comercializar produtos agrícolas e prestar

Leia mais

Construçõ. Linhas de Financiamento. Brasília/DF, 24 de junho de 2010.

Construçõ. Linhas de Financiamento. Brasília/DF, 24 de junho de 2010. Seminário Construçõ ções Sustentáveis Linhas de Financiamento Brasília/DF, 24 de junho de 2010. Grandes Números Banco do Brasil 202 anos de existência Base de Clientes 53,5 milhões Funcionários 103,9 mil

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE DIRECÇÃO NACIONAL DE TECNOLOGIAS AMBIENTAIS PLANO ESTRATÉGICO DAS TECNOLOGIAS AMBIENTAIS 2012-2017

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE DIRECÇÃO NACIONAL DE TECNOLOGIAS AMBIENTAIS PLANO ESTRATÉGICO DAS TECNOLOGIAS AMBIENTAIS 2012-2017 REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE DIRECÇÃO NACIONAL DE TECNOLOGIAS AMBIENTAIS PLANO ESTRATÉGICO DAS TECNOLOGIAS AMBIENTAIS 2012-2017 SUMÁRIO INTRODUÇÃO PLANO ESTRATÉGICO DAS TECNOLOGIAS AMBIENTAIS

Leia mais

Código Europeu de Boas Práticas para Contratos de Desempenho Energético. 2ª Versão DRAFT

Código Europeu de Boas Práticas para Contratos de Desempenho Energético. 2ª Versão DRAFT 2ª Versão DRAFT Projecto Transparense Este documento foi realizado no âmbito do projecto "Transparense - Aumentar a transparência dos mercados de serviços energéticos", apoiado pelo programa comunitário

Leia mais

XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020

XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 Sistema da Indústria Responsável (SIR) 18 de outubro UMA de 2014/ ESTRATÉGIA António Oliveira PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO Sistema da Indústria

Leia mais

Rede ECOS. www.projecto-ecos.blogspot.com. Peniche

Rede ECOS. www.projecto-ecos.blogspot.com. Peniche www.projecto-ecos.blogspot.com 25 de Fevereiro de 2008 Objectivo Central do Programa Criar Cidades e Redes de Cidades Competitivas e Inovadoras a Nível Internacional Rede ECOS TEMÁTICA Eficiência energética

Leia mais

PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU CAPÍTULO 3

PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU CAPÍTULO 3 PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU CAPÍTULO 3 PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO EXISTENTE E SUA IMPLEMENTAÇÃO A NÍVEL EUROPEU 19 CAPÍTULO 3 ÍNDICE 3. PRINCIPAL REGULAMENTAÇÃO

Leia mais

Fase 1 Agosto de 2007 RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO SELECTIVO. Universidade de Aveiro

Fase 1 Agosto de 2007 RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO SELECTIVO. Universidade de Aveiro Fase 1 Agosto de 2007 RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO SELECTIVO O relatório foi elaborado pela equipa da UA Celeste Coelho (coordenação) Fátima Alves Filomena Martins Teresa Fidélis Sandra Valente Cristina Ribeiro

Leia mais

"A nova legislação do desempenho energético dos edifícios

A nova legislação do desempenho energético dos edifícios XI SIMPÓSIO LUSO-ALEMÂO DE ENERGIA "A nova legislação do desempenho energético dos edifícios Lisboa, 26 de maio 2014 ADENE Pedro Mateus A nova regulamentação de eficiência energética em edifícios 1. Sistema

Leia mais

Seminário. Taxa de Drenagem Urbana O que é? Como Cobrar?

Seminário. Taxa de Drenagem Urbana O que é? Como Cobrar? Escola Politécnica Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária PHD 2537 Água em Ambientes Urbanos Seminário Taxa de Drenagem Urbana O que é? Como Cobrar? Maíra Simões Cucio Nº USP: 5621990 Novembro

Leia mais

FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO

FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO Estudo da Sustentabilidade das Empresas Recém Criadas Produção apoiada pelo Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), co-financiado pelo Estado

Leia mais

Caracterização do Sector Português da Água

Caracterização do Sector Português da Água Caracterização do Sector Português da Água ÁGUAGLOBAL A Internacionalização do Sector Português da Água AEP - Edifício de Serviços 19 de Abril de 2012 Centro Empresarial Torres de Lisboa Rua Tomás da Fonseca,

Leia mais

DISCURSO SOBRE DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE DEPUTADO MARCELO SERAFIM (PSB-AM) No dia Mundial do Meio Ambiente o Planeta Terra se volta para a questão

DISCURSO SOBRE DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE DEPUTADO MARCELO SERAFIM (PSB-AM) No dia Mundial do Meio Ambiente o Planeta Terra se volta para a questão DISCURSO SOBRE DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE DEPUTADO MARCELO SERAFIM (PSB-AM) Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Povo do Estado do Amazonas, No dia Mundial do Meio Ambiente o Planeta Terra se volta

Leia mais

Objetivo Indicador Métrica Propostas Entraves Ações Viabilizadoras Escasso tempo para Participar da elaboração, da aprovação PDSA

Objetivo Indicador Métrica Propostas Entraves Ações Viabilizadoras Escasso tempo para Participar da elaboração, da aprovação PDSA Planilha de Objetivos, Indicadores e Ações Viabilizadoras FT Meio Ambiente A Santa Maria que queremos Visão: Que Santa Maria seja uma cidade sustentável, boa para se viver, cumprindo as diretrizes das

Leia mais

ENERGIA SOLAR VS. ENERGIAS SUJAS. Danielle Beatriz de Sousa Borges Isadora M. Carvalho A. Menezes

ENERGIA SOLAR VS. ENERGIAS SUJAS. Danielle Beatriz de Sousa Borges Isadora M. Carvalho A. Menezes ENERGIA SOLAR VS. ENERGIAS SUJAS Danielle Beatriz de Sousa Borges Isadora M. Carvalho A. Menezes Pibid Física UFTM - 2013 1 ENERGIA LIMPA VS. ENERGIA SUJA VS. ENERGIA NÃO RENOVÁVEL 2 Energias Limpas HIDROELÉTRICAS

Leia mais