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1 Ricardo Baitelo* [R]evolução energética: perspectivas para uma energia global sustentável As fortes suspeitas de que o ser humano é o agente responsável pela crise do aquecimento global foram categoricamente confirmadas, este ano, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Os relatórios divulgados entre janeiro e maio apontam as vulnerabilidades do planeta, as projeções dos impactos no ser humano e no ambiente e os meios de se eliminar emissões de gases de efeito estufa. Os gases de efeito estufa são os responsáveis pelas mudanças climáticas que o planeta sofre. A maior contribuição dessas emissões vem do hemisfério Norte: países industrializados respondem por mais de 70% do consumo de energia global. Os Estados Unidos da América (EUA), em particular, são responsáveis por cerca de um quarto das emissões globais. SETEMBRO

2 O lixo tóxico, que já vem sendo gerado nas usinas de Angra 1 e 2, é armazenado de forma provisória, e a implantação de Angra 3 deverá agravar a questão As emissões são ocasionadas, principalmente, por combustíveis fósseis. Carvão, petróleo e gás natural, utilizados na geração de energia, são a maior contribuição para o problema do aquecimento global, provocando cerca de 70% das emissões de gases de efeito estufa. O bloco de países em desenvolvimento contribui com apenas 30% das emissões globais decorrentes do consumo de energia. Mesmo assim, há, nesse bloco de países, grandes poluidores, como China e Brasil, primeiro e quarto maiores emissores de gases de efeito estufa do planeta, respectivamente. Cabe a eles uma parcela de contribuição pela redução de emissões globais. No caso do Brasil, o Ministério de Ciência e Tecnologia identifica a mudança no uso da terra e das florestas como responsável por 75% das emissões nacionais e o setor de energia por outros 23%. Dessa forma, as prioridades para a mitigação das emissões nacionais estão direcionadas ao fim do desmatamento e ao aumento de energias limpas na matriz energética. A composição dessa matriz deve incluir a diversificação de energias renováveis, a redução de utilização de combustíveis fósseis e o aumento da eficiência energética. No entanto, a matriz elétrica nacional proposta pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) aponta para outra direção. O estudo de Planejamento Nacional Energético 2030 apresenta aumento de geração de eletricidade por combustível fóssil e nuclear e diminuição da participação de energias renováveis na matriz energética. Tal projeção segue tendência bastante diferente do histórico de geração elétrica nacional, atualmente baseada em 88% de energia renovável (entre grandes hidrelétricas e térmicas de biomassa). A utilização de fontes energéticas fósseis, além de seu alto nível de emissão, esbarra em questões como a segurança do fornecimento energético, o esgotamento progressivo do suprimento desses combustíveis e a vulnerabilidade do preço desses energéticos em diferentes cenários políticos mundiais. Urânio, o combustível das usinas nucleares, também é um recurso finito. A energia nuclear produz menos dióxido de carbono (CO 2 ) em comparação aos demais combustíveis fósseis, mas sua utilização implica múltiplas ameaças à sociedade e ao meio-ambiente. Dentre elas, impactos ambientais da mineração, do processamento e do transporte de urânio, o insolúvel problema do lixo nuclear e a ameaça constante de acidentes graves. Há sérias preocupações com o risco de acidentes nucleares e os possíveis impactos na população e no ambiente da área afetada. Ainda que a probabilidade de ocorrência de acidentes seja baixa, a extensão e o impacto desses acidentes são enormes, conforme ilustram os exemplos de Chernobyl e Three Mile Island. O acúmulo de lixo tóxico, com a geração de grandes quantidades de resíduos radioativos, também representa problema sem solução. No Brasil, o lixo tóxico, que já vem sendo gerado nas usinas de Angra 1 e 2, é armazenado de forma provisória, e a implantação de Angra 3 deverá agravar a questão. Por outro lado, as reservas de energias renováveis são tecnicamente acessíveis e de potencial enorme para abastecer o consumo nacional de forma contínua. As fontes de energia renovável incluem vento, biomassa, fotovoltaica, solar térmica, geotérmica, oceânica e hidrelétrica. As tecnologias variam em termos de desenvolvimento técnico e competitividade econômica, mas todas apresentam duas características em comum: produzem pouco ou nenhum gás de efeito estufa e contam com fontes naturais virtualmente inesgotáveis. Algumas dessas tecnologias já são competitivas e podem ficar ainda mais com investimentos em pesquisa e desenvolvimento, aumentos contínuos do preço dos combustíveis fósseis e a possibilidade de terem valor comercial no mercado de créditos de carbono. Além do enorme potencial nacional de energias renováveis, há também enorme campo para a aplicação de medidas de eficiência energética. A redução do consumo de energia não implicaria redução de oferta de serviços de energia ou de conforto no dia-a-dia do público consumidor. A redução desse consumo pode ser obtida com base em uma série de medidas de eficiência energética aplicadas em indústrias, casas, empresas de serviços e setor público. Novos cenários Visando propor uma matriz elétrica alternativa à sinalizada pelo governo, foi desenvolvido o cenário de [r]evolução energética. Esse 4 DEMOCRACIA VIVA Nº 36

3 [R]EVOLUÇÃO ENERGÉTICA: PERSPECTIVAS PARA UMA ENERGIA GLOBAL SUSTENTÁVEL estudo foi encomendado pelo Greenpeace Internacional e pela Comissão Européia de Energia Renovável (Erec) ao Centro Aeroespacial Alemão (DLR), com a contribuição de 11 institutos internacionais de pesquisa. O cenário tem como objetivo a adoção de medidas para cortar pela metade as emissões de CO 2 nos próximos 43 anos, sem comprometer a segurança da oferta de energia e o crescimento econômico mundial estável. No Brasil, esse estudo foi conduzido em parceria com o Grupo de Energia do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Universidade de São Paulo (Gepea/USP) e apresentou três cenários elétricos: um de referência, um intermediário e um de [r]evolução energética. O primeiro foi elaborado com dados da Empresa de Pesquisa Energética, órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia, que constam do estudo Mercado de Energia Elétrica O cenário intermediário foi elaborado de acordo com as premissas do Gepea. O cenário de [r]evolução energética foi elaborado pelo Greenpeace, considerando a ampla utilização de energias renováveis e eficiência energética e a redução de geração fóssil e nuclear. Os três cenários foram produzidos com base em modelagens realizadas pelo Gepea/USP e sob sua supervisão técnica. Consideraram-se, nos três modelos, as mesmas projeções para crescimento da população e do Produto Interno Bruto (PIB), e foi utilizada a mesma projeção de geração de eletricidade para Os dados para a população seguiram as projeções da Organização das Nações Unidas (ONU); e para o crescimento do PIB, utilizaram-se os dados da EPE, que apontam taxa de 3,2% ao ano. A matriz elétrica proposta pela Empresa de Pesquisa Energética, quando extrapolada para o ano 2050 (segundo estudo conduzido pelo Gepea/USP), apresenta geração de terawatts-hora/ano, na qual a participação das Princípios da [r]evolução Os princípios fundamentais que nortearam o estudo de [r]evolução energética foram: Implantação de sistemas de energia limpa, soluções renováveis e descentralizadas As tecnologias existentes podem ser utilizadas de modo mais eficiente na produção de energia. Energias renováveis e medidas de eficiência energética estão disponíveis, são viáveis e cada vez mais competitivas. As energias eólica e solar vêm crescendo de forma considerável desde a década passada. A descentralização da produção de energia traz como benefícios a redução das perdas de transmissão de energia e o maior aproveitamento de recursos energéticos locais. Respeito aos limites naturais A sociedade deve aprender a utilizar recursos naturais de forma sustentável. A utilização de energias renováveis e o uso racional das energias produzidas incentivam novas práticas, de maneira que as reservas fósseis deixam de ser gradativamente utilizadas para a geração de energia e menos pressão é imposta sobre o ambiente. Eliminação gradual de energias poluentes As usinas a carvão e nucleares devem ser gradualmente eliminadas e substituídas. O uso de petróleo, carvão e diesel é extremamente proibitivo no atual momento, quando emissões oferecem perigo real à manutenção da vida no planeta. A energia nuclear tampouco é uma alternativa à redução de emissão de gases de efeito estufa, uma vez que implica enormes riscos ambientais e sociais. Promoção da eqüidade e da justiça Cerca de 20 milhões de habitantes ainda não têm acesso à energia no Brasil. Essa enorme deficiência se deve ao modelo nacional de geração centralizada, cujos custos de distribuição de energia inviabilizam a chegada de eletricidade a comunidades isoladas, principalmente no Norte do país. A utilização de geração descentralizada com base em energias renováveis busca sanar esse gargalo, ao democratizar o acesso à energia oferecendo eletricidade baseada em fontes energéticas livres e disponíveis em todo o território, como o vento e o sol. A segurança energética só poderá ser alcançada quando os benefícios dos serviços de energia como luz, aquecimento, eletricidade e transporte forem disponibilizados a todas as pessoas. Desvincular crescimento econômico do uso de combustíveis fósseis O crescimento econômico nacional não depende do uso e da exploração de combustíveis fósseis. É necessário fazer uma transição ágil para as energias renováveis de forma a proporcionar um crescimento limpo e sustentável. O mercado mundial de energia renovável é o que mais cresce atualmente, tendo movimentado cerca de US$ 70 bilhões em Dentre todas as formas de geração elétrica, as energias solar e eólica são as que mais geram empregos por quantidade de energia produzida. SETEMBRO

4 energias renováveis é de apenas 56% e a contribuição da eficiência energética é desprezível. A matriz nacional seria composta por 38% de energia hidrelétrica, participação marcante de gás natural (com 34%), aumento de geração nuclear para 6% e geração em termelétrica a diesel e a carvão de 4%. Essa matriz teria a participação de energias renováveis de apenas 56%; energia eólica e biomassa contribuiriam com 4% e 15%, respectivamente, juntando-se aos 38% de energia hidrelétrica. Alternativamente, o cenário de revolução energética mostra que é possível desenvolver matriz elétrica com terawattshora/ano de geração e 413 terawatts-hora/ano em eficiência energética. A participação das renováveis nessa matriz é de 88%, e a carteira de recursos distribuída em 38% hídrica, 26% biomassa, 20% eólica, 4% solar fotovoltaico. A geração elétrica a carvão, óleo diesel e nuclear é totalmente eliminada nesse cenário. Em termos de custos de oferta de energia, a tendência é de aumento contínuo para suprir demanda sempre crescente. No cenário de referência, o crescimento da demanda, o aumento dos preços dos combustíveis fósseis e os custos das emissões de CO 2 resultam numa matriz orçada em R$ 537 bilhões em Já no cenário da [r]evolução energética, obtém-se matriz avaliada em R$ 350 bilhões em 2050, somados a R$ 70 bilhões destinados a programas e medidas de eficiência energética. No cômputo final, há economia de R$ 117 bilhões em 2050, último ano da projeção. A matriz do cenário de [r]evolução energética cumpre as metas globais de redução de CO 2 e ajuda a estabilizar os custos de energia, aliviando, desse modo, a pressão econômica sobre a sociedade. Aumentar a eficiência energética e incrementar a oferta energética proveniente de fontes de energias renováveis resultam, a longo prazo, em redução de cerca Alternativas para o Brasil Entre as principais tecnologias renováveis modernas para o cenário brasileiro, ressaltamos: Energia hídrica o potencial estimado para geração de pequenas centrais hidrelétricas, segundo a EPE, é de 17 mil megawatts; na região Centro-sul, ainda existe importante potencial para as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) com geração de até 30 megawatts. A geração de eletricidade nas hidrelétricas já existentes pode ser aumentada com a substituição de turbinas e equipamentos obsoletos. Mas a construção de mais hidrelétricas de grande porte e grandes impactos socioambientais vai contra as premissas desse estudo e não está incluída nos resultados do cenário. Energia eólica o potencial nacional para esse tipo de energia é estimado em 143 gigawatts, segundo o Atlas Eólico Nacional. Esse número deve aumentar consideravelmente se incluído o potencial de geração offshore (instalação de torres de geração no mar). O mercado eólico cresceu cerca de 74% nos últimos dois anos; economias em desenvolvimento, como Índia e China, tornaram-se, nesta década, respectivamente, terceiro e quinto maiores mercados dessa indústria, indicando a viabilidade da energia eólica no Brasil. Energia solar (térmica e fotovoltaica) o uso de energia solar na aplicação térmica está fortemente consolidado, apesar de ainda necessitar de aumento de escala produtiva. Na área fotovoltaica, a participação ainda é pequena e os custos, elevados. Entretanto, o mercado mundial cresce 40% ao ano e o alto potencial de radiação em todo o território nacional favorece a utilização da geração solar fotovoltaica. Biomassa oferece amplas possibilidades como forma de contribuição parcial, tanto na produção de biocombustíveis como na co-geração com base em resíduos agrícolas, no uso do descarte de lenha e biogás de lixo urbano. A produção de etanol a partir da cana-de-açúcar tem importante papel no suprimento da geração elétrica e pode ser feita, desde que sejam respeitados os devidos parâmetros socioambientais de sustentabilidade. O desenvolvimento tecnológico e a chegada da segunda geração de biocombustíveis devem reduzir o problema de utilização e impactos no solo. Ao lado das energias renováveis, a eficiência energética é uma ferramenta importantíssima na substituição de energéticos poluentes. Para tanto, há diversas possibilidades de aplicação de medidas, desde a substituição de equipamentos ineficientes, como lâmpadas, chuveiros, motores e aparelhos de ar condicionado, até programas de combate ao desperdício de eletricidade e uso racional. O perfil da demanda elétrica pode ser alterado com o uso de tarifas alternativas e armazenamento de energia (em termoacumuladores). Os horários de pico de consumo de energia seriam distribuídos, adiando a necessidade de ampliação da geração elétrica nacional. A arquitetura bioclimática conjuga o melhor uso de iluminação, aquecimento e ventilação naturais, de forma a reduzir a necessidade de eletricidade em residências e edifícios públicos durante o dia. 6 DEMOCRACIA VIVA Nº 36

5 [R]EVOLUÇÃO ENERGÉTICA: PERSPECTIVAS PARA UMA ENERGIA GLOBAL SUSTENTÁVEL de um terço dos custos da eletricidade constatados no cenário de referência. Fica claro, portanto, que planejar de acordo com metas ambientais rigorosas no setor energético também é uma opção bem-sucedida do ponto de vista econômico. Renovação e eficiência As energias renováveis modernas apresentam grande vantagem sobre outros recursos energéticos poluentes em vários aspectos. Para tanto, é importante estabelecer a visão de custos completos ou impactos totais no planejamento de recursos energéticos. Nessa ótica, devemos analisar recursos energéticos não somente pelos seus parâmetros técnico-econômicos, mas também pelos seus impactos sociais, ambientais e políticos. É sabido que toda e qualquer forma de geração de energia apresenta algum tipo de impacto ambiental. No entanto, as energias renováveis modernas oferecem as seguintes vantagens: descentralização, possibilidade de geração isolada e diminuição de emissão de poluentes. A geração eólica, solar e em pequenas centrais elétricas podem ser distribuídas pelo país em áreas com maior potencial específico, podem suprir a necessidade de comunidades sem acesso à eletricidade e oferecem alternativas não-poluentes a usinas a carvão ou grandes usinas hidrelétricas com reservatórios. O cenário de revolução energética mostra que é possível atender a demanda futura de eletricidade valendo-se da utilização maciça de energias renováveis. Porém, para garantir a formação desse mercado no país é fundamental seguir as seguintes medidas: eliminação gradual dos subsídios às fontes sujas, como carvão, diesel e energia nuclear, e a internalização de seus custos reais (por exemplo, o custo de seguro e descomissionamento de usinas nucleares); definição de metas obrigatórias para a participação das renováveis na matriz brasileira. A recente legislação de incentivo às fontes renováveis não foi suficiente para implementar um mercado nacional. O atual modelo desfavorece as renováveis ao priorizar preços baixos de tarifas (renováveis são mais caras), segurança de suprimento (renováveis, muitas vezes, não geram energia de forma contínua) e estabilidade regulatória (a regulamentação das fontes alternativas ainda não é bem clara). No caso específico de energia eólica, o índice de nacionalização exigido pelo Programa de Incentivo a Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) inviabilizou a entrada dos fabricantes estrangeiros no país; retorno estável e definido para o investidor no setor elétrico, com contratos a longo prazo e rentabilidade garantida até que as tecnologias estejam competitivas; garantias de acesso prioritário à rede elétrica para as tecnologias renováveis com relação às tecnologias poluentes; padrões de eficiência energética rigorosos para promover a economia e o uso racional de energia, reduzindo a necessidade de novos projetos de geração. Para que isso ocorra, é necessário um novo marco legal no país, evoluindo da escala piloto atual (Proinfa) para uma lei com metas mais ousadas que estabeleça outros parâmetros para a formação de preços de fontes energéticas. O financiamento desses projetos pelos bancos de fomento públicos ou privados deve ocorrer segundo a prática do projectfinance, e não apenas pela garantia financeira para empréstimos. Outras barreiras à implantação desse mercado podem ser identificadas, como a falta de vontade política de estimular o setor, repercutindo na falta de um ambiente regulamentado e na ausência de investidores internacionais. Pode-se somar a esse pacote o quase desconhecimento da indústria sobre a evolução da área de renováveis e a ausência de linhas de transmissão em diversas áreas do país onde se pretende instalar geradores eólicos e centrais a biomassa. As oportunidades já detectadas para o desenvolvimento do mercado de renováveis são, entre outras: o grande potencial nacional de energias renováveis; o baixo índice de emissão de gases de efeito estufa; o curto tempo de implementação de projetos; a geração de empregos nas tecnologias renováveis; o crescimento da demanda elétrica em, pelo menos, três vezes até 2050, gerando forte demanda sobre a utilização de tecnologias novas; e a crescente consciência e o interesse do público consumidor em utilizar energias não-poluentes em residências e edifícios. Em síntese, pode-se dizer que o sucesso desse mercado e da composição de uma matriz elétrica limpa baseada em energias renováveis e eficiência energética dependem de esforço conjunto do governo e da sociedade. * Ricardo Baitelo Coordenador da Campanha de Energias Renováveis no Greenpeace Brasil, engenheiro eletricista, mestre em Eficiência Energética e doutorando em Planejamento Integrado de Recursos Energéticos pela Poli/USP SETEMBRO

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