Grupo de Trabalho da Qualidade de Energia Elétrica (GT-QEE) Relatório da Reunião n.º 5

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Grupo de Trabalho da Qualidade de Energia Elétrica (GT-QEE) Relatório da Reunião n.º 5"

Transcrição

1 Grupo de Trabalho da Qualidade de Energia Elétrica (GT-QEE) Relatório da Reunião n.º 5 (1. Uniformização dos Relatórios e dos Métodos de Medição) Dia: 27 de fevereiro de 2015 Hora: 14h00 às 16h00 Local: ERSE, Rua Dom Cristóvão da Gama 1, Lisboa Participantes: (Ver lista em anexo) Resumo da Reunião: A reunião iniciou-se com uma intervenção do Eng.º Jorge Esteves sobre o balanço dos trabalhos desenvolvidos pelos grupos de trabalho do GA-RQS após um ano de funcionamento a possibilidade de, até ao final de 2015, serem aprovadas 2 diretivas da ERSE que resultem de propostas que estão a ser trabalhadas pelos elementos deste grupo de trabalho. Em seguida apresentou a ordem de trabalhos da reunião que consistiu numa (i) apresentação por parte dos operadores de rede relativa a uma proposta de alteração ao Procedimento n.º 9 do MPQS dedicado ao processo de monitorização da QEE que resulte de reclamações de clientes e à classe de equipamentos (A ou S) a utilizar nessas situações e numa (ii) apresentação por parte da ERSE de uma proposta de diretiva sobre o modelo de relatório de divulgação na internet dos resultados da monitorização da QEE. No primeiro ponto da ordem de trabalhos, o Eng.º Nuno Melo informou que se têm realizado interações entre os operadores de rede e que já existe uma proposta de alteração do procedimento n.º 9 do MPQS que não difere muito daquela que foi apresentada na reunião anterior. Neste âmbito, o Eng.º Jorge Esteves informou que o processo de alteração de qualquer um dos procedimentos do MPQS implica a realização de uma consulta pública de acordo com os procedimentos estabelecidos nos estatutos da ERSE. Em seguida o Eng.º Nuno Melo fez a apresentação de um fluxograma que incorpora as alterações propostas, tendo salientado que a maioria das reclamações efetuadas pelos clientes se refere ao valor eficaz da tensão e que a proposta apresentada tem como objetivo aumentar a eficiência técnica e económica destas intervenções. Após a apresentação houve um debate sobre qual o papel dos comercializadores nas situações de reclamações desta natureza. Tendo-se clarificado que os clientes poderão reclamar sobre as características da tensão de fornecimento ao seu comercializador, o qual deverá ser o interlocutor junto do operador de rede no sentido obter esclarecimentos sobre a situação, ou poderão dirigir-se diretamente ao operador de rede ao qual se encontram ligados. O Eng.º Jorge Esteves questionou sobre a forma como os vários operadores de rede estavam envolvidos na proposta apresentada, tendo o Eng.º Nuno Melo esclarecido que a EDA, a EEM e a CEVE tinham participado na proposta e estavam de acordo

2 com a mesma, enquanto a REN não tinha apresentado sugestões de alteração ao procedimento. Foram ainda suscitadas dúvidas relativamente à certificação dos equipamentos de monitorização, uma vez que existem poucos laboratórios capazes de realizar essa certificação. Foi referido que a EDP Distribuição exige certificados aos fornecedores com o objetivo de garantir que as características são medidas de acordo com a metodologia estabelecida para equipamentos de classe A. Em seguida, o Eng.º Fernando Pimenta descreveu a forma como são realizadas as certificações dos equipamentos e referiu que as normas não são totalmente claras sobre a forma de fazer essa certificação. Referiu ainda que deveria estabelecer-se um modelo de testes que permitissem fazer a calibração do equipamento na instalação em que se encontra ligado, como alternativa à deslocação do equipamento para laboratório. Essa prática permitiria maior eficiência económica e reduziria os elevados tempos de paragem de utilização que se fazem notar principalmente no caso das regiões autónomas da Madeira e dos Açores. O Eng.º Francisco Gonçalves reforçou a ideia da necessidade de existirem mais laboratórios capazes de certificar os equipamentos de monitorização e referiu a falta de normas que estabelecem os procedimentos e os prazos de calibração, a nível nacional e internacional. O Eng.º Sérgio Faias referiu que uma das ações que são realizadas pelas empresas auditoras, no âmbito das auditorias de qualidade de serviço, corresponde à verificação da existência de procedimentos de aceitabilidade dos equipamentos após calibração dos mesmos, assim como a análise desses certificados de calibração. Fez ainda referência à frequente utilização indevida do conceito de calibração, tendo esclarecido que a calibração corresponde apenas à caracterização do erro de medida do equipamento e não à anulação desse mesmo erro. Deu-se início ao segundo ponto da ordem de trabalhos com uma apresentação por parte da ERSE de uma proposta de diretiva sobre o modelo de relatório de divulgação na internet dos resultados da monitorização da QEE, a qual incorporou a maioria dos comentários recebidos na reunião anterior, de 5 de dezembro de Na sequência desta apresentação, o Eng.º António Cavalheiro referiu que deverá existir algum cuidado na divulgação pública da informação sobre QEE, uma vez que apenas deverá ser divulgada a informação sintética que seja compreensível e útil ao público em geral. Deve haver informação mais detalhada para os clientes, nomeadamente quanto aos acontecimentos que os afetem, para que estes participem na melhoria das soluções que possam contribuir para minimização de acontecimentos similares futuros. Sobre este aspeto, o Eng.º Francisco Gonçalves referiu que a informação a publicar deverá ser acompanhada de um enquadramento que permita conduzir a uma análise adequada da mesma. Referiu também que o excesso de informação publicada pode ser contraproducente para os operadores de rede, uma vez que existem perturbações que ficam nos registos e que resultam de manobras em elementos de rede que não vão ser sentidas pelos clientes. O Eng.º Jorge Esteves referiu que a disponibilização da informação é essencial para futuras instalações, nomeadamente industriais, poderem escolher os melhores locais de implantação e, na fase de projeto, tomarem decisões sobre a melhor forma de se imunizarem às perturbações de fornecimento com maior probabilidade de acontecerem.

3 Na sequência das várias intervenções, conclui-se que não havia um consenso sobre a forma de divulgar os resultados da monitorização da QEE, pelo que cada operador de rede deveria aplicar o ponto n.º 7 do Procedimento n.º 8 do MPQS da forma que considerar mais adequada. A finalizar, o Eng.º Sérgio Faias referiu que apesar de não ter sido possível um consenso sobre a forma de divulgação pública dos resultados da monitorização da QEE, existe uma necessidade já identificada de evolução na forma como esses resultados estão a ser reportados à ERSE ao abrigo do ponto n.º 3 do Procedimento n.º 12 do MPQS. Por último, foi acordada com todos os participantes que a próxima reunião se realizará em conjunto com o GT-QEE-3, a qual ficou agendada para o dia 28 de maio de 2015, das 14h00 às 16h00.

4 ANEXO Lista de participantes na reunião de 27 de fevereiro de 2015 ERSE: Jorge Esteves Sérgio Faias Neuza Costa Susana Dias Hugo Pousinho

5

6

Grupo de Trabalho da Qualidade de Energia Elétrica (GT-QEE) Relatório da Reunião n.º 6

Grupo de Trabalho da Qualidade de Energia Elétrica (GT-QEE) Relatório da Reunião n.º 6 Grupo de Trabalho da Qualidade de Energia Elétrica (GT-QEE) Relatório da Reunião n.º 6 Dia: 28 de maio de 2015 Hora: 15h00 a 17h00 Local: ERSE, Rua Dom Cristóvão da Gama 1, 1400-113 Lisboa Participantes:

Leia mais

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A.

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. Janeiro 2014 Enquadramento A promoção da melhoria contínua da qualidade de serviço no

Leia mais

Análise da proposta de. condições gerais do. Contrato de Uso das Redes - RARI

Análise da proposta de. condições gerais do. Contrato de Uso das Redes - RARI Análise da proposta de condições gerais do Contrato de Uso das Redes - RARI Junho de 2006 Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.pt www.erse.pt

Leia mais

MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA

MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA MERCADO LIBERALIZADO DE ENERGIA ELÉCTRICA CTC CÁVADO-MINHO LIMA-OURENSE COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO CÁVADO AGÊNCIA DE ENERGIA DO CÁVADO Setembro, 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 SEMINÁRIO Energia Solar Passiva...

Leia mais

Processo de arbitragem n.º 612/2014. Sentença

Processo de arbitragem n.º 612/2014. Sentença Processo de arbitragem n.º 612/2014 Demandante: A Demandada: B Árbitro único: Jorge Morais Carvalho Sentença I Processo 1. O processo correu os seus termos em conformidade com o Regulamento do Centro Nacional

Leia mais

Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas

Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas Orientação Técnica n.º 1/2016 PPEC 2017-2018 Procedimentos a observar na implementação das medidas A revisão das Regras do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de energia elétrica (PPEC), aprovada

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

Ação 3 PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Verificação das incidências ambientais na Região Norte. Candidatura NORTE 2015

Ação 3 PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Verificação das incidências ambientais na Região Norte. Candidatura NORTE 2015 Candidatura NORTE 2015 PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Eixo Prioritário I Governação e Capacitação Institucional NORTE 07-0927-FEDER-000137 Ação 3 Verificação das incidências ambientais na Região

Leia mais

Centro Cultural de Belém

Centro Cultural de Belém Audição Pública sobre a proposta de regulamentação do Gás Natural Centro Cultural de Belém Perspectiva dos consumidores A opinião da COGEN Portugal A. Brandão Pinto Presidente da Comissão Executiva ÍNDICE

Leia mais

PPDA DA REN GASODUTOS ANÁLISE DO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ANO GÁS 2009-2010

PPDA DA REN GASODUTOS ANÁLISE DO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ANO GÁS 2009-2010 PPDA DA REN GASODUTOS ANÁLISE DO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ANO GÁS 2009-2010 Abril 2011 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom

Leia mais

A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade. 26 de Outubro de 2012

A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade. 26 de Outubro de 2012 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 26 de Outubro de 2012 A ERSE e a liberalização do mercado de eletricidade 1. A ERSE na proteção dos consumidores e na promoção da concorrência Missão

Leia mais

ALTERAÇÃO AO PROCEDIMENTO N.º 6 DO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR ELÉTRICO

ALTERAÇÃO AO PROCEDIMENTO N.º 6 DO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR ELÉTRICO ALTERAÇÃO AO PROCEDIMENTO N.º 6 DO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR ELÉTRICO Setembro 2014 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão

Leia mais

Informação oficial EDITAL N.º 24/2014 EDITAL N.º 39/2014 Sines, 15 de maio de 2014. Nuno José Gonçalves Mascarenhas, presidente da Câmara Municipal de Sines, ao abrigo do n.º 1 do art.º 56.º da Lei 75/2013

Leia mais

REDE ENERGIA MANUAL DO PARCEIRO. Mercado Regulado e Mercado Liberalizado de energia

REDE ENERGIA MANUAL DO PARCEIRO. Mercado Regulado e Mercado Liberalizado de energia 1 REDE ENERGIA MANUAL DO PARCEIRO edp comercial abril 2013 Mercado Regulado e Mercado Liberalizado de energia 2 No mercado regulado o preço da eletricidade e do gás natural é definido pelo governo, através

Leia mais

Decreto-Lei n.º 195/91 de 25 de Maio de 1991

Decreto-Lei n.º 195/91 de 25 de Maio de 1991 Decreto-Lei n.º 195/91 de 25 de Maio de 1991 Permite a utilização de gases de petróleo liquefeito como carburante para veículos automóveis e estabelece o regime de aprovação dos veículos adaptados à utilização

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO Entre [ ]., com sede em [ ], matriculada na Conservatória do Registo Comercial de [ ], com o número de matrícula e pessoa coletiva

Leia mais

SUBSTITUIÇÃO DE GRUPOS ELETROBOMBA: ABORDAGEM DETERMINÍSTICA BASEADA EM ESTUDOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA.

SUBSTITUIÇÃO DE GRUPOS ELETROBOMBA: ABORDAGEM DETERMINÍSTICA BASEADA EM ESTUDOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. SUBSTITUIÇÃO DE GRUPOS ELETROBOMBA: ABORDAGEM DETERMINÍSTICA BASEADA EM ESTUDOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. Exemplo: a captação de água em Morgavel. Nuno LOPES; Rodrigo MARQUES Manuel LACERDA; Luís GHIRA

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Diretiva N.º 20/2013. Parâmetros de Regulação da Qualidade de Serviço do setor elétrico

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Diretiva N.º 20/2013. Parâmetros de Regulação da Qualidade de Serviço do setor elétrico ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Diretiva N.º 20/2013 Parâmetros de Regulação da Qualidade de Serviço do setor elétrico O Regulamento da Qualidade de Serviço do setor elétrico (RQS) prevê que

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA DE ENERGIA ELÉTRICA EM 2016

CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA DE ENERGIA ELÉTRICA EM 2016 CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA DE ENERGIA ELÉTRICA EM 2016 Dezembro 2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom Cristóvão da Gama

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL Doenças Respiratórias

PROGRAMA NACIONAL Doenças Respiratórias PROGRAMA NACIONAL Doenças Respiratórias para as REGRAS DE PRESCRIÇÃO DE CUIDADOS RESPIRATÓRIOS DOMICILIÁRIOS Programa Nacional para as Doenças Respiratórias (PNDR) Autoria Elsa Soares Jara Cristina Bárbara

Leia mais

A liberalização do mercado de Eletricidade e de Gás Natural o Como e quando mudar de Comercializador

A liberalização do mercado de Eletricidade e de Gás Natural o Como e quando mudar de Comercializador A liberalização do mercado de Eletricidade e de Gás Natural o Como e quando mudar de Comercializador GAI Gabinete de Apoio à Instituição julho 2012 Mercado de Eletricidade e de Gás Natural Este documento

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA RCTS

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA RCTS POLÍTICA DE SEGURANÇA DA RCTS ACTA DA REUNIÃO Nº 1 Data: 27/01/2011 10:00 Ordem de trabalhos: Ponto um: Enquadramento do trabalho a desenvolver neste grupo Ponto dois: Definição do âmbito da política de

Leia mais

Referenciais da Qualidade

Referenciais da Qualidade 2008 Universidade da Madeira Grupo de Trabalho nº 4 Controlo da Qualidade Referenciais da Qualidade Raquel Sousa Vânia Joaquim Daniel Teixeira António Pedro Nunes 1 Índice 2 Introdução... 3 3 Referenciais

Leia mais

Projecto de SCIE e medidas de autoprotecção em lares de idosos e edifícios hospitalares

Projecto de SCIE e medidas de autoprotecção em lares de idosos e edifícios hospitalares Título 1 Projecto de SCIE e medidas de autoprotecção em lares de idosos e edifícios hospitalares 2 Sumário Breve caracterização do risco de incêndio Medidas de segurança de natureza física Projecto de

Leia mais

Regulamento Mobilidade Académica

Regulamento Mobilidade Académica Regulamento Mobilidade Académica Este regulamento visa operacionalizar o Despacho n.º 10470/2014 do Instituto Politécnico de Lisboa IPL, esclarecendo alguns aspetos relativos à sua aplicação no contexto

Leia mais

Decreto lei nº25/2013 de 19 de Fevereiro

Decreto lei nº25/2013 de 19 de Fevereiro Decreto lei nº25/2013 de 19 de Fevereiro O decreto lei nº25/2013 revê os regimes jurídicos de Microprodução e Miniprodução, define as suas últimas alterações e contempla as normas que regulamentam os dois

Leia mais

Apresentação do Manual de Gestão de IDI

Apresentação do Manual de Gestão de IDI Seminário Final do Projeto IDI&DNP Coimbra 31 de março Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. OVERVIEW DO MANUAL 3. A NORMA NP 4457:2007 4. A

Leia mais

DECRETO N.º 162/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 162/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 162/XII Aprova os requisitos de acesso e de exercício da atividade de perito qualificado para a certificação energética e de técnico de instalação e manutenção de edifícios e sistemas, conformando-o

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS

DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS DOCUMENTO DE CONSULTA REGULAMENTO DO BCE RELATIVO ÀS TAXAS DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS MAIO DE 2014 1 POR QUE RAZÃO O BCE COBRA UMA TAXA DE SUPERVISÃO? Ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1024/2013,

Leia mais

1. Comissão de Micro, Pequenas e Médias Empresas e Artesanato

1. Comissão de Micro, Pequenas e Médias Empresas e Artesanato II Reunião do Subgrupo de Trabalho 07 Indústria Realizou-se, na Cidade do Rio de Janeiro, República Federativa do Brasil, no período de 23 a 25 de outubro de 2002, a Reunião 02/02 do Subgrupo de Trabalho

Leia mais

PARECER N.º 40/CITE/2012

PARECER N.º 40/CITE/2012 PARECER N.º 40/CITE/2012 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora puérpera, por extinção do posto de trabalho, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES COMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES COMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A Comissão de Política Geral reuniu no dia 11 de junho de 2014, na delegação de Ponta Delgada da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, a fim de apreciar, relatar e dar parecer

Leia mais

PARECER N.º 104/CITE/2014

PARECER N.º 104/CITE/2014 PARECER N.º 104/CITE/2014 Assunto: Parecer relativo a queixa sobre a recusa de autorização de trabalho em regime de horário flexível, pedido pela trabalhadora com responsabilidades familiares ao Laboratório,

Leia mais

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9.1 OTIMIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA OPERAÇÃO DOS TRANSFORMADORES Os transformadores são máquinas estáticas que transferem energia elétrica de um circuito para outro, mantendo

Leia mais

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR Aprovado, por maioria com alterações, na Assembleia Geral Extraordinária de 12 de dezembro de 2014, após aprovação pelo Conselho Diretivo a 1

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA)

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA) PP. 1/9 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA) 2 DESCRIÇÃO Trabalhos diversos relacionados com a

Leia mais

Divisão de Assuntos Sociais

Divisão de Assuntos Sociais Divisão de Assuntos Sociais Programa de Apoio às Entidades Sociais de Odivelas (PAESO) Índice Pág. Preâmbulo 1 1. Objectivos 2 2. Destinatários 2 3. Modalidades de Apoio 2 3.1. Subprograma A - Apoio à

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

Plano de Contingência UCP

Plano de Contingência UCP Universidade Católica Portuguesa Plano de Contingência UCP Lisboa Sede Campus de Sintra Residência Universitária Feminina Pandemia de Gripe A (H1N1) Lisboa-Versão02-28 Setembro 09 Índice 1. LISTA DE SIGLAS

Leia mais

Memorando n.º 5 da Comissão Especializada de Planeamento e

Memorando n.º 5 da Comissão Especializada de Planeamento e Conclusões da Reunião de 11 de dezembro de No dia 11 de dezembro de, entre as 14h30 e as 16h30, reuniu a Comissão Especializada de Planeamento e (doravante designada por CE-PAF). Estiveram presentes os

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental.

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental. Regulamento PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1º Âmbito 1. O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe a dinamização de um concurso de ideias, denominado Concurso 50/50, destinado

Leia mais

Publicado no Diário da República, I série, nº 218, de 10 de Dezembro AVISO N.º 09/2014 ASSUNTO: PUBLICIDADE DE PRODUTOS E SERVIÇOS FINACEIROS

Publicado no Diário da República, I série, nº 218, de 10 de Dezembro AVISO N.º 09/2014 ASSUNTO: PUBLICIDADE DE PRODUTOS E SERVIÇOS FINACEIROS Publicado no Diário da República, I série, nº 218, de 10 de Dezembro AVISO N.º 09/2014 ASSUNTO: PUBLICIDADE DE PRODUTOS E SERVIÇOS FINACEIROS Havendo necessidade de se estabelecerem os requisitos mínimos

Leia mais

Observações. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor Data de adoção

Observações. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor Data de adoção NP 4239:1994 Bases para a quantificação dos custos da qualidade CT 80 1995-01-01 NP 4397:2008 Sistemas de gestão da segurança e saúde do trabalho. Requisitos CT 42 2008-12-31 NP 4410:2004 Sistemas de gestão

Leia mais

Dimensão Focalização no Utente. Check-list Focalização no Utente

Dimensão Focalização no Utente. Check-list Focalização no Utente 1. Consentimento informado 1.1 1.2 1.3 Check-list Focalização no Utente Tem formalmente aprovada uma política de obtenção de consentimento informado e esclarecido para atos clínicos Os registos do consentimento

Leia mais

FACULDADES ADAMANTINENSES INTEGRADAS NÚCLEO DE PSICOLOGIA

FACULDADES ADAMANTINENSES INTEGRADAS NÚCLEO DE PSICOLOGIA 1. Do Horário: O NUPFAI funciona de segunda a sexta- feira das 8h 00 às 19h00 e aos sábados das 8h00 às 12h00. O horário poderá ser revisto pela coordenação do curso quando justificada a necessidade e

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) CÓDIGO DO AVISO: POVT - POVT-35-2013-59

EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) CÓDIGO DO AVISO: POVT - POVT-35-2013-59 CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) DOMÍNIO DE INTERVENÇÃO PREVENÇÃO E GESTÃO DE RISCOS REGULAMENTO

Leia mais

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Instituto Politécnico De Setúbal

Leia mais

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P. DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Maio de 2012 Departamento de Formação em Emergência Médica Rua Almirante Barroso, n.º 36, 4º Piso 1000-013 Lisboa

Leia mais

DESPACHO n.º 13 /2016

DESPACHO n.º 13 /2016 DESPACHO n.º 13 /2016 O Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal comunicou, mediante aviso prévio, que os trabalhadores seus representados

Leia mais

DIRETORIA COMERCIAL PLANO DE OCUPAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA COELCE

DIRETORIA COMERCIAL PLANO DE OCUPAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA COELCE DIRETORIA COMERCIAL PLANO DE OCUPAÇÃO DIRETORIA COMERCIAL JUN/21 S U M Á R I O 1 OBJETIVO...1 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS, DE CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA...1 3 CLASSES DE INFRAESTRUTURAS DISPONIBILIZADAS...2

Leia mais

TV CABO PORTUGAL, S.A.

TV CABO PORTUGAL, S.A. Alteração da decisão de 14 de maio de 2014 relativa à transmissão para a Optimus Comunicações S.A. dos direitos de utilização de números detidos pela ZON TV CABO PORTUGAL, S.A. 1. Enquadramento Em 14 de

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PARECER COM(201 3)195 Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera a Diretiva 96/531CE do Conselho, de 25 de julho de 1996, que fixa as dimensões máximas

Leia mais

Gestão da energia na comunidade. Eng.º Adriano Carvalho, FEUP asc@fe.up.pt. Jornadas Técnicas "Eficiência Energética e Ambiental em Edífícios

Gestão da energia na comunidade. Eng.º Adriano Carvalho, FEUP asc@fe.up.pt. Jornadas Técnicas Eficiência Energética e Ambiental em Edífícios Jornadas Técnicas "Eficiência Energética e Ambiental em Edífícios Gestão da energia na comunidade Eng.º Adriano Carvalho, FEUP asc@fe.up.pt Agenda Eficiência Energética e Ambiental Gestão da energia Porquê?

Leia mais

NORMAS DE PARTICIPAÇÃO FREGUESIA

NORMAS DE PARTICIPAÇÃO FREGUESIA NORMAS DE PARTICIPAÇÃO FREGUESIA Uma iniciativa de: Índice Capítulo I Âmbito... 1 Artigo 1.º Objeto... 1 Artigo 2.º Definições... 1 Artigo 3º Apelos Freguesia 21... 1 Artigo 4.º Objetivos dos Apelos Freguesia

Leia mais

Número de acções detidas detidas indirectamente % Total sobre o capital. directamente

Número de acções detidas detidas indirectamente % Total sobre o capital. directamente Estrutura Capital Salvo se indicação em contrário, as respostas reportam à situação a 31 de Dezembro do ano #### Contacto da sociedade para esclarecimento: Nome Telefone E mail Quesito Identificação da

Leia mais

Atividades da Engenharia de Software ATIVIDADES DE APOIO. Atividades da Engenharia de Software. Atividades da Engenharia de Software

Atividades da Engenharia de Software ATIVIDADES DE APOIO. Atividades da Engenharia de Software. Atividades da Engenharia de Software Módulo 1 SCE186-ENGENHARIA DE SOFTWARE Profª Rosely Sanches rsanches@icmc.usp.br CONSTRUÇÃO Planejamento do Codificação Teste MANUTENÇÃO Modificação 2003 2 Planejamento do Gerenciamento CONSTRUÇÃO de Codificação

Leia mais

CIRCULAR N.º 6/2013, DE 3 DE OUTUBRO QUESTIONÁRIO SOBRE A GESTÃO DA CONTINUIDADE DE NEGÓCIO NO SETOR SEGURADOR E DOS FUNDOS DE PENSÕES

CIRCULAR N.º 6/2013, DE 3 DE OUTUBRO QUESTIONÁRIO SOBRE A GESTÃO DA CONTINUIDADE DE NEGÓCIO NO SETOR SEGURADOR E DOS FUNDOS DE PENSÕES CIRCULAR N.º 6/2013, DE 3 DE OUTUBRO QUESTIONÁRIO SOBRE A GESTÃO DA CONTINUIDADE DE NEGÓCIO NO SETOR SEGURADOR E DOS FUNDOS DE PENSÕES A gestão da continuidade de negócio constitui um importante fator

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL Julho de 2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso

Leia mais

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação ÍNDICE 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA 3.1 História 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Processos 4.2 Requisitos da Documentação 4.3 Controlo dos

Leia mais

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública).

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Ao Jornal I Jornalista Liliana Valente ENQUADRAMENTO PRÉVIO O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Com 44

Leia mais

REGULAMENTO TARIFÁRIO

REGULAMENTO TARIFÁRIO REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SECTOR ELÉCTRICO Julho 2011 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.pt

Leia mais

Legislação. Resumo: Regulamenta a contribuição sobre os sacos de plástico leves.

Legislação. Resumo: Regulamenta a contribuição sobre os sacos de plástico leves. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 286-B/2014, de 31 de dezembro Estado: vigente Resumo:

Leia mais

Formulários FOLHA DE ROSTO

Formulários FOLHA DE ROSTO Formulários FOLHA DE ROSTO 36) SOU UM EMPRESÁRIO EM NOME INDIVIDUAL E NÃO DISPONHO DE CONTABILIDADE ORGANIZADA, ESTOU SUJEITO À ENTREGA DA IES/DA? Sim, se no exercício da sua atividade, procedeu à liquidação

Leia mais

Nota Técnica n o 128 /SAB. Rio de Janeiro, 29 de abril de 2014

Nota Técnica n o 128 /SAB. Rio de Janeiro, 29 de abril de 2014 Nota Técnica n o 128 /SAB Rio de Janeiro, 29 de abril de 2014 Assunto: Minuta de resolução que tem por objetivo propor ajustes de redação nas Resoluções ANP nº 17 e nº 18, de 26/07/06, de forma a regular

Leia mais

Regulamento do Curso Técnico Superior Profissional

Regulamento do Curso Técnico Superior Profissional Regulamento do Curso Técnico Superior Profissional Preâmbulo A criação de oportunidades de formação para públicos diversos, com necessidades específicas, tem sido, desde sempre, uma prioridade para a Escola

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE SETEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE SETEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento SETEMBRO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de

Leia mais

COMISSÃO DE SAÚDE ATA NÚMERO 35/XII/ 1.ª SL

COMISSÃO DE SAÚDE ATA NÚMERO 35/XII/ 1.ª SL Aos 29 dias do mês de Fevereiro de 2012, pelas 10:00 horas, reuniu a Comissão de Saúde, na sala 2 do Palácio de S. Bento, na presença dos Senhores Deputados constantes da folha de presenças que faz parte

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO Divulgação: 108-16

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO Divulgação: 108-16 SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO Divulgação: 108-16 Em conformidade com o Regulamento de Compras e Contratações de Obras e Serviços da Organização Social de Cultura Associação Amigos do Projeto Guri, decreto nº.

Leia mais

Preâmbulo CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS E ENQUADRAMENTO. Artigo 1º. Objeto âmbito

Preâmbulo CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS E ENQUADRAMENTO. Artigo 1º. Objeto âmbito Preâmbulo O Centro Cultural e de Convívio Académico D. Dinis (CCDD) é uma valência da Divisão de Oferta Integrada de Serviços (DOIS) dos Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra (SASUC), ligado

Leia mais

DESPACHO n.º 17 /2016

DESPACHO n.º 17 /2016 DESPACHO n.º 17 /2016 O Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal comunicou, mediante aviso prévio, que os trabalhadores seus representados

Leia mais

Benchmarking Europeu sobre a

Benchmarking Europeu sobre a Benchmarking Europeu sobre a Qualidade de Serviço Qualidade de Serviço Comercial, Investimentos e Incentivos à Melhoria do Desempenho na Madeira Lisboa, 23 de Junho de 2009 2 3 4 5 Enquadramento da EEM

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO-PILOTO DE INTEGRAÇÃO DOS ATRIBUTOS PROFISSIONAIS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS NO SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ATRIBUTOS PROFISSIONAIS (SCAP) Entre:

Leia mais

ENTRADA EM VIGOR: A presente Orientação Normativa reporta os seus efeitos a 28 de Agosto de 2004.

ENTRADA EM VIGOR: A presente Orientação Normativa reporta os seus efeitos a 28 de Agosto de 2004. ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 4/2004 Data: 3 de Setembro de 2004 RECURSOS HUMANOS Nº PAUTA: 203.22 ASSUNTO: TRABALHADOR ESTUDANTE ENQUADRAMENTO CONVENCIONAL E LEGAL: Código do Trabalho e Regulamentação do Código

Leia mais

COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT. Regulamento Interno 1. Artigo Primeiro. Objeto e Missão

COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT. Regulamento Interno 1. Artigo Primeiro. Objeto e Missão COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT Regulamento Interno 1 Artigo Primeiro Objeto e Missão 1. O presente Regulamento tem por objeto disciplinar a composição, o funcionamento e as competências da Comissão de

Leia mais

Regulamento de Formação da B-Training, Consulting

Regulamento de Formação da B-Training, Consulting Regulamento de Formação da B-Training, Consulting Desde já seja bem-vindo à B-Training, Consulting! Agradecemos a sua preferência e desejamos que o Curso corresponda às suas expectativas e que obtenha

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior 1. O anteprojecto de decreto-lei apresentado pelo governo regulamenta a recente alteração da Lei de Bases (Lei 49/2005,

Leia mais

OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012.

OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012. OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012. Ao Senhor, CARLOS ALBERTO BEZERRA DE MIRANDA Diretor de Relações com Investidores da BAESA-ENERGETICA BARRA GRANDE S.A Avenida Madre

Leia mais

DOSSIER SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS

DOSSIER SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS DOSSIER SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS APOIO AOS CONSUMIDORES DE SERVIÇOS PUBLICOS ESSENCIAIS Conheça os seus direitos Peça ajuda Aprenda a reclamar PROTEÇÃO DOS CONSUMIDORES Os consumidores gozam de mecanismos

Leia mais

15/2014 27.MAI - 1.ª S/SS

15/2014 27.MAI - 1.ª S/SS Transitou em julgado em 16/06/2014 Acórdão nº 15/2014 27.MAI - 1.ª S/SS Processo n.º 1467 a 1472/2012 Subsecção/1ª secção Acordam os juízes do Tribunal de Contas, em subseção da 1ª secção I. RELATÓRIO

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1. INTRODUÇÃO: O Banco Pottencial, considera a gestão de riscos como um instrumento essencial para maximização da eficiência no uso do capital e para escolha

Leia mais

Auditoria ao Processo de. no Sector Eléctrico

Auditoria ao Processo de. no Sector Eléctrico Auditoria ao Processo de Mudança de Comercializador no Sector Eléctrico Agenda 1. Enquadramento e objectivos 2. Descrição dos trabalhos do auditor 3. Conclusões do trabalho do auditor 4. Recomendações

Leia mais

PARECER N.º 190/CITE/2011

PARECER N.º 190/CITE/2011 PARECER N.º 190/CITE/2011 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora lactante, por extinção do posto de trabalho, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,

Leia mais

Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal

Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal atividades comerciais, industriais ou agrícolas Com as alterações introduzidas aos n.ºs 6 e 7 do art. 117 do CIRC 1, as obrigações

Leia mais

Empresa Geral do Fomento e Dourogás, ACE

Empresa Geral do Fomento e Dourogás, ACE Empresa Geral do Fomento e COMENTÁRIOS DA EMPRESA GERAL DO FOMENTO E DOUROGÁS, ACE À PROPOSTA DE REVISÃO DA REGULAMENTAÇÃO APRESENTADA PELA ERSE EM NOVEMBRO DE 2009 Novembro 2009 No seguimento da proposta

Leia mais

Madeira. Bens e serviços. Açores. Taxa Taxa intermédia. Observações / Legislação reduzida

Madeira. Bens e serviços. Açores. Taxa Taxa intermédia. Observações / Legislação reduzida F i s c a l i d a d e TOC 86 - Maio 2007 Para determinar a taxa aplicável nas operações relacionadas com as Regiões Autónomas são chamados os critérios constantes do artigo 6. do Código do IVA, por força

Leia mais

RELATÓRIO DO PROCESSO DE CONCERTAÇÃO

RELATÓRIO DO PROCESSO DE CONCERTAÇÃO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ODIVELAS FASE PROPOSTA DE PLANO VERSÃO PARA DISCUSSÃO PÚBLICA NOVEMBRO 2014 ÍNDICE GERAL 1. INTRODUÇÃO 3 2. ENQUADRAMENTO DO PROCESSO DE CONCERTAÇÃO 7 3. ALTERAÇÕES AOS ELEMENTOS

Leia mais

EDP Serviços. Colégio de Engenharia Geológica e de Minas. Optimização energética na indústria extrativa

EDP Serviços. Colégio de Engenharia Geológica e de Minas. Optimização energética na indústria extrativa EDP Serviços Colégio de Engenharia Geológica e de Minas Explorações a Céu Aberto:Novos desenvolvimentos Optimização energética na indústria extrativa Lisboa, 23 de Março de 2011 Agenda Contexto Consumos

Leia mais

INSTRUÇÃO N.º 14/2013 - (BO N.º 6, 17.06.2013) SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

INSTRUÇÃO N.º 14/2013 - (BO N.º 6, 17.06.2013) SUPERVISÃO Supervisão Comportamental INSTRUÇÃO N.º 14/2013 - (BO N.º 6, 17.06.2013) Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ASSUNTO: Comunicação de informação relativa a contratos de crédito aos consumidores Com a publicação do Decreto-Lei

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011: Contribuições de 30/11/2011 a 30/12/2011 EMENTA:

Leia mais

Observações. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor Data de adoção

Observações. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor Data de adoção NP 4239:1994 Bases para a quantificação dos custos da qualidade CT 80 1995-01-01 NP 4397:2008 Sistemas de gestão da segurança e saúde do trabalho. Requisitos CT 42 2008-12-31 NP 4410:2004 Sistemas de gestão

Leia mais

REGULAMENTO ESTÚDIO DE VIDEOCONFERÊNCIA DA U.PORTO P R A Ç A G O M E S T E I X E I R A P O R T O, 4 0 9 9-0 0 2 O U T / 2 0 0 7

REGULAMENTO ESTÚDIO DE VIDEOCONFERÊNCIA DA U.PORTO P R A Ç A G O M E S T E I X E I R A P O R T O, 4 0 9 9-0 0 2 O U T / 2 0 0 7 REGULAMENTO ESTÚDIO DE VIDEOCONFERÊNCIA DA U.PORTO P R A Ç A G O M E S T E I X E I R A P O R T O, 4 0 9 9-0 0 2 O U T / 2 0 0 7 INDICE 1-Enquadramento... 3 2-Responsáveis... 3 3-Utilização... 3 3.1-Funções

Leia mais

NOME DA INSTITUIÇÃO: Greenpeace Brasil

NOME DA INSTITUIÇÃO: Greenpeace Brasil MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 0026/2015 NOME DA INSTITUIÇÃO: Greenpeace Brasil AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Resolução Normativa nº 482,

Leia mais

CÓDIGO DE FORNECEDORES DA GALDERMA

CÓDIGO DE FORNECEDORES DA GALDERMA CÓDIGO DE FORNECEDORES DA Código de fornecedores da Galderma Preâmbulo A Galderma tem como missão ser reconhecida como a empresa de inovação mais competente e bemsucedida, centrada exclusivamente em corresponder

Leia mais

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA ATA Nº 8/2013 - ABRIL --- DATA DA REUNIÃO: Nove de Abril de dois mil e treze. ---------------------------------- ---- LOCAL DA REUNIÃO:

Leia mais

Contributo do GEOTA para a Consulta Pública do projeto de intervenção da 2.ª Circular

Contributo do GEOTA para a Consulta Pública do projeto de intervenção da 2.ª Circular Contributo do GEOTA para a Consulta Pública do projeto de intervenção da 2.ª Circular Demasiadas dúvidas para se avançar 28 de Janeiro de 2016 28 de Janeiro de 2016 1/6 Índice 1. INTRODUÇÃO 2. CONSULTA

Leia mais

Prémio Inovação Valorpneu 2014. Regulamento. Índice

Prémio Inovação Valorpneu 2014. Regulamento. Índice Regulamento Prémio Inovação Valorpneu 2014 Índice Artigo 1º... 2 Denominação... 2 Artigo 2º... 2 Objetivos... 2 Artigo 3º... 2 Âmbito... 2 Artigo 4º... 2 Destinatários... 2 Artigo 5º... 3 Prémios a atribuir...

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DO PROJETO

RELATÓRIO FINAL DO PROJETO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO I. DADOS BÁSICOS Nome da organização: Conservation Strategy Fund Título do projeto: Economics of the Conservation of Corridors in the Atlantic Forest Parceiros que contribuíram

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares

Leia mais