O PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA E O PLANO BANDA LARGA NAS ESCOLAS: O ALCANCE E OS ENTRAVES NA REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES*

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA E O PLANO BANDA LARGA NAS ESCOLAS: O ALCANCE E OS ENTRAVES NA REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES*"

Transcrição

1 O PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA E O PLANO BANDA LARGA NAS ESCOLAS: O ALCANCE E OS ENTRAVES NA REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES* Bárbara Tostes Machado Mestranda do Programa de Mestrado Profissional em Educação- PROMESTRE pela Universidade Federal de Minas Gerais UFMG. RESUMO: A crescente presença de brasileiros conectados à internet, interagindo nas redes sociais, acessando virtualmente serviços públicos, demonstram a importância das políticas públicas voltadas para a inclusão digital, que por sua vez deve ser pensada além da mera disponibilização de equipamentos, ou acesso à internet de baixa velocidade. O governo brasileiro implementou, entre 2010 e 2014, o Plano Nacional de Banda Larga e o Plano Nacional de Banda Larga nas Escolas. O artigo procura compreender os programas, observando seus objetivos, detectando os entraves encontrados e os resultados alcançados. A premissa que orienta a pesquisa é de que na atualidade, cada vez mais, o exercício da cidadania está ligado ao acesso às tecnologias digitais. Portanto, é preciso estabelecer um diálogo entre as políticas de comunicação e as educacionais para examinar os possíveis caminhos de atuação governamental na redução das desigualdades e na promoção de uma educação que potencialize a autonomia das pessoas. PALAVRAS-CHAVE: Inclusão Digital. Plano de Banda Larga. Plano Banda Larga nas escolas. Educação. INTRODUÇÃO Este artigo apresenta uma discussão sobre o papel dos programas governamentais Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). proposto em 2009 e iniciado em 2011, e o Programa Banda Larga nas Escolas (PNBLE). Ambos projetos visam a ampliação do acesso à internet, no entanto, o alcance das ações ainda não correspondem as expectativas, principalmente no que tange a qualidade das conexões reais oferecidas e aos custos dos serviços. Recentemente, notícias sobre um acordo em processo entre o governo brasileiro e o Facebook 1, conhecida como acesso patrocinado, aqueceram as discussões. A prática, também conhecida como "zero-rating" 2, discutida amplamente em vários países, consiste na isenção do custo sobre o uso do Facebook. Os benefícios aparentes para consumidores destas operadoras acabam por ofuscar a quebra da neutralidade da rede, uma vez que tratam de formas diferentes conteúdos ao permitir o tráfego e dados patrocinados pelo Facebook. * XII EVIDOSOL e IX CILTEC-Online - junho/ O Facebook é uma rede social digital, criada em Através da criação de um perfil é possível criar uma rede de amizades que interagem através do compartilhamento de imagens, vídeos e mensagens. Disponível em: Acessado em: 04/05/ Para conhecer um pouco mais sobre a prática, compreendendo as discussões existentes em outros países: Acessado em: 18/05/2015 1

2 Esta situação, que se estende, em alguns casos para o Whatsapp 3, um aplicativo que pertence ao Facebook, ajuda a fortalecer a ideia de que a internet é usada para ter acesso a estas redes sociais. No entanto, as possiblidades de uso da internet são muito mais amplas. Desde de acesso a serviços públicos até mesmo estudar e trabalhar. Assim, a quebra da neutralidade da rede acaba por afetar os caminhos para a construção de um país com menores entraves digitais, com uma população incluída no ambiente digital, usando as multiplas possibildidades de acesso, para além de redes sociais como Facebook e Whatsapp. A pressão das grandes operadoras de telecomunicação é o maior entrave vivido pelo governo. Ainda que, beneficiados diretamente pelos investimentos feitos pela esfera pública, não cumprem acordos oferecendo serviços inadequados com conexões abaixo da velocidade contratada. Na internet, pode-se encontrar medidores online 4 que mostram a conexão oferecida naquele momento. O uso diário destas ferramentas revelam a discrepância entre a velocidade real e a contratada. A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) estipula os padrões mínimos de conexão de devem ser oferecidos pelas operadoras 5. Nem sempre, cumpridas, as determinações da Anatel demonstram os impasses entre o governo e as empresas de telecomunicação. O impacto deste cenário reflete na educação e nos caminhos para a construção de uma democracia digital, alcançando os setores mais pobres e impossibilitados de usufruirem dos recursos digitais. 1 DESIGUALDADES GERADAS PELA PRESENÇA INTENSIVA DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS A intensificação do uso das tecnologias digitais levam a alterações no entendimento do homem sobre o mundo, a comunicação, o poder, dentre tantos outros aspectos. As mudanças ocorrem de forma acelerada e alcançam, de forma heterogênea os mais distantes recôncavos do planeta.o atual processso de globalização pode ser caracterizado pela intensificação das relações sociais em escala mundial (GIDDENS, 1991). Uma das consequências é o grande fluxo de informações que acabam influenciando os modos de encarar questões políticas, sociais e culturais. Um mundo de consumidores de produtos, serviços e informações. A realidade brasileira é de um significativo crescimento do uso da intenet, de redes sociais como o Facebook e o Whatsapp, principalmente com o avanço do acesso móvel feito através de smartphones. Porém, esta é uma realidade heterogênea, tendo seu alcance limitado a condicionantes geográficos, estruturais e socieconomicos. As pessoas pobres continuam tendo um acesso limitado, por vezes, nulo, revelando uma desigualdade profunda em nossa sociedade. Para reduzir as desigualdades sociais é preciso mais do que condições 3 O Whatsapp é uma rede social digital de compartilhamento de mensagens instantâneas. O aplicativo, que funciona em smartphones, permite o compartilhamento de mensagens de texto, de voz, imagens e vídeos. Recentemente foi lançado o recurso que permite a realização de chamadas, como um telefone. As mensagens podem ser trocadas para um único remetente ou para grupos. Por ser uma das redes sociais digitais de maior destaque da atualidade, acabou chamando a atenção de Zuckerberg, que adquiriu o aplicativo. Mais informações : Acessado em: 04/05/ Artigo da Revista Info que apresenta alguns exemplos de medidores de velocidade real da conexão : Acessado em: 18/05/ Materia jornalística sobre a determinação da Anatel, em 2014, de que as operadoras terão de garantir 80% da velocidade contratada: Acessado em: 18/05/

3 materiais. Para combater a pobreza e as desigualdades é preciso garantir o exercício da cidadania a milhões de brasileiros, e isso inclui, atualmente, possibilitar o uso das tecnologias digitais disponíveis, principalmente a internet. As ações governamentais voltadas para a redução deste quadro de desigualdade são de grande valia e podem contribuir para um crescimento mais justo e homogêneo do país. A inclusão digital deve ser compreendida enquanto imersão dos sujeitos no universo da cultura digital (PRETTO & PINHEIRO, 2014, p.201). Assim, permitir com que milhões de brasileiros tenham acesso ao mundo digital é um direito a ser garantido. A integração das tecnologias digitais na vida cotidiana, aos poucos, deixa de ser encarada como uma possiblidade para se tornar uma obrigação. Dessa forma, caminhamos para a consolidação de novas formas de marginalização daqueles que não possuem dispositivos digitais e nem possuem as habilidades necessárias para seu manuseio. Segundo Bauman, não temos mais o direito de fracassar- que por tanto tempo foi um aspecto inescapável de nossa liberdade. Processos de estereotipia e medidas de exclusão estão à espera dos grupos desafortunados o bastante para serem rotulados de indesejados (BAUMAN, 2013, p.13). Importante atenta para o subuso dos recursos ofertados pela internet. Castells (1996) alerta para o uso compulsório das tecnologias digitais, levando a um relação de dominação e pouca capacidade autonoma de ação. Dessa forma, para que as ações do governo se concretizem, para além dos interesses de mercado, é preciso criar um ambiente de aprendizagem do uso dos recursos disponíveis, compreendendo as possibildidades de uso. A educação precisa contemplar, cada vez mais este cenário, discutindo questões ligadas ao mundo digital, promovendo experiências de utilização e manuseio das ferramentas disponíveis. Este papel é fundamental em áreas de vulnerabilidade social e escassez de recursos. Para tanto, Plano Nacional de Banda Larga nas Escolas é um importante passo. No entanto, ele não pode ficar restrito as condições materiais. A formação dos docentes para o manuseio técnico e desenvolvimento das habilidades necessárias deve ser contemplada. As possiblidades de uso são múltiplas, mas a resistência, a falta de condições materiais acabam por propiciar, por vezes, uma subutilização dos recursos disponíveis. Esta discussão deve ser ampliada, para que a tecnologia chegue em sala de aula e sejam utilizadas para possibilitar vivências de aprendizagem. Estas vivências devem contemplar as novas formas de comunicação que são possiveís através da internet. A principal característica desta comunicação é a autonomia, a participação ativa daqueles que a realizam, possibilitando novas formas de organização do poder. Segundo Castells (2013, p.14): Como os meios de comunicação de massa são amplamente controlados por governos e empresas de mídia, na sociedade em rede a autonomia de comunicação é basicamente construída nas redes da internet e nas plataformas de comunicação sem fio. As redes sociais digitais oferecem a possibilidade de deliberar sobre e coordenar as ações de forma amplamente desimpedida A possibilidade de expressão, de comunicação com os pares, leva a uma nova forma de sociabilidade e concepção do poder. Estudos acadêmicos defendem que a internet, através do trânsito de informações sobre políticas públicas e munidas de seus recursos multimídias, hipertextos e redes sociais, pode favorecer o aprofundamento da democracia (ROTHBERG, 2014). Os políticos, por sua vez, graças à democracia e a educação de massas, têm oportunidades ilimitadas de manipular a opinião pública, embora eles próprios dependam 3

4 diretamente das mudanças de atitude da sociedade de massa e possam ser por elas destruídos (BAUMAN & DONSKIS, 2014). Vale lembrar que a comunicação estabelecida em redes sociais digitais, como o Facebook, acabam por criar um grande banco de dados. Os dados armazeandos servem como parâmetros para o aperfeiçoamento de ferramentas de filtragem de conteúdo. O resultado disso é um acesso cada vez mais personalizado, desde os desejos de consumo até mesmo as opinões políticas. Novas formas de controle e vígilia são incorporadas no cotidiano, sob a alcunha da personalização do acesso. Além disso, a acessibildiade destes dados precisa ser mais amplamente debatida, pois servem para atender a interesses políticos e econômicos. Nessa sociedade, em que a produção e circulação de informação constante, a luta pelo poder passa a ser uma batalha pela construção de significado na mente das pessoas A rede de significados é estabelecida através da comunicação, que é o processo de compartilhar informações, em um mundo cada vez mais dependente da comunicação em massa realizada em meios digitais (CASTELLS, 2013). O acesso, portanto, deve caminhar junto do aprendizagem das possibildidades e das novas formas de controle e vígilia, a fim de garantir a autonomia e a redução das desigualdades sociais. 2 PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA E PLANO BANDA LARGA NAS ESCOLAS O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) foi instituido pelo Decreto nº , de O objetivo geral do programa e a difusão do uso e fornecimento de bens e serviços de telecomunicação, promovendo a massificação do acesso à serviços de conexão de banda larga para a internet, promovendo a inclusão digital, o desenvolvimento econômico e social. O projeto também objetiva a redução das desigualdades social e regional, capacitando a população para o uso das tecnologias da informação, impulsionando a geração de empregos e renda. Por fim, o decreto aponta a ampliação de serviços eletrônicos do governo, facilitando o uso dos serviços do estado. O úlitmo ponto abordado retrata um aspecto fundamental do atual processo de intesificação do uso das tecnologias digitais. Aos poucos, serviços do governo são incorporados ao mundo digital e, aqueles que não possuem nem acesso, nem o domínio das habilidades básicas de para o manuseio das internet e dos recursos digitais disponíveis, terão seu direito à cidadania negado. Portanto, a ampliação do debate sobre a inclusão digital, principalmente na importância da educação nesse processo, é fundamental para pensarmos na redução das desigualdades sociais. Outra questão de destaque é a pressão exercida pelas empresas de telecomunicação. Segundo o Art.6º do Decreto nº (BRASIL, 2010),a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) é a responsável pela regulação das empresas de serviço de telecomunicações e infraestrutura de rede de suporte de conexão. A ação da ANATEL é orientada pela promoção da concorrência e da livre iniciativa, estimulando negócios inovadores, garantindo a obrigatoriedade do compartilhamento e instalação de infraestrutura. No entanto, a pressão exercida pelas grandes corporações da telecomunicação revelam um cenário bem diferente. A meta era chegar a 40 milhões de domicílios conectados à internet, em No entanto, segundo os dados apresentados pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunição e Informática do Senado Federal 7, apresentado em dezembro de 2014, revela que 6 O programa criado pelo decreto nº7.175/2010. Disponível em: Acessado em: 19/05/ Os resultados do PNBL: Acessado em: 19/05/

5 a meta não foi alcançada. Segundo o relatório apenas 23.5 milhões de locais, incluindo os estabelecimentos comerciais foram contemplados. Além disso, existem denúncias sobre a qualidade dos serviços e acessos aos planos populares, que deveriam ser disponibilizados. Por não serem economicamnte interessante para as empresas, os planos populares ficam escondidos em meio às demais ofertas das operadoras. As propagandas não alcançaram o principal público do programa, contribuindo para que as metas não fossem atingidas. Os desacordos entre a oferta dos serviços e o previsto no concreto revelam os limites da ANATEL em conseguir mediar as relações entre consumidores e as operadoras de telecomunicação. O governo acabou cedendo ao lobby das grandes operadoras de telecomunicação, que se beneficiam dos investimentos feitos pela esfera pública e não ofertam adequadamente os serviços a que são obrigados a prestar (PRETTO; PINHEIRO, 2014, p.197). A sociedade civil, organizou uma campanha, apresentada ao governo federal e a ANATEL, chamada Banda Larga é direito seu 8. O eixo da campanha é a mudança do regime de operação da rede e prestação de serviços através da ação direta da esfera pública. Campanhas como esta refletem a demanda por ações que visam a inserção da população no mundo digital, como um caminho possível para reduzir as desigualdades e aprofundar a democracia brasileira, garantindo aos cidadãos seus direitos. No entanto, o maior desses desafios concerne no enfrentamento das operadoras que não querem abrir mão das vantajosas condições de exploração do mercado. O Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE), por sua vez, tem o objetivo de oferecer conexão de todas as escolas públicas urbanas à internet, em uma gestão conjunta do Ministério da Educação (MEC), Agência Nacional de Telecomunicação (ANATEL), Ministério das Comunicações (MCOM), Ministério do Planejamento (MPOG) e Secretária de Educação Estaduais e Municípios, através do decreto nº O prazo estabelecido, para a implementação de redes de internet de alta velocidade, pelas operadoras é O portal do MEC 10 apresenta alguns dados sobre o programa, disponibilizando listas dos municipios atendidos, além de documentos legais sobre o processo de implementação do programa, as leis que regem e o norteiam. Apresenta, também, sistemas de monitoramento dos laboratórios. No entanto, informações para a utilização, voltadas para o público docente que frequenta o site não foi encontrado. Apenas um tópico com um material de leitura que redirecionava para outro site que ofertava cursos privados 11. Este fato chama atenção, pois pode-se constatar um distanciamento e a ausência de diálogo para com aqueles que vão ser benefiados pelo programa. Alguns avanços foram conquistados na ampliação do acesso à internet nas escolas brasileiras. Mas deve-se ponderar o quanto estes avanços ficaram restritos ao campo administrativo das escolas e o quanto eles passaram a integrar as práticas docentes. Não basta criar a infraestrutura, para avançar é preciso conceber a inclusão digital em suas múltiplas demandas, que incluem a formação docente para lidar com as possilibades de uso dos recursos disponíveis, uma renovação curricular que diálogue com o mundo digital e suas peculiaridades. Caso contrário, o alcance dos investimentos realizados é limitado. 8 Sobre a campanha: Acessado em:19/05/ O Decreto nº6.424 altera o Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Comutado Prestado no Regime Público (PGMU). O programa tem o objetivo de atender todas as escolas públicas urbanas. Disponível em: https://www.fnde.gov.br/fndelegis/action/urlpublicasaction.php?acao=abriratopublico &sgl tipo=dec&num_ato= &seq_ato=000&vlr_ano=2008&sgl_orgao=ni. Acessado em: 19/05/ Disponível em: Acessado em: 19/05/ O site indicado é da Escola Superior de Redes, que oferece cursos presenciais e a distância de capacitação de recursos humanos em Tecnologias da Informação e Comunicação em 7 cidades biasileiras. Disponível em : Acessado em: 20/05/

6 Outra critica sobre o programa é que o governo deixou de usar a própria infraestrutura do estado, estabelecendo parceria com as operadoras de telecomunicação, levando a uma instabilidade e dominação que inibem outras possiblidades de organização da sociedade civil e comunitária, sem nenhum tipo de regulamentação que garanta a oferta de qualidade dos serviços (BONILLA, 2010). Assim, o que pode-se concluir é que o caminho ainda é longo e que tem como um eixo importante de discussão as relações entre a esfera pública e o setor privado. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Os desafios encontrados pelo PNBL e pelo PNBE, assim como o não cumprimento de algumas metas, revelam a necessidade de ampliar a discurssão sobre a inclusão digital no Brasil. As transformações rápidas e ligadas ao poder de consumo levaram a uma recente intensificação do uso das tecnologias digitais e da internet. Um cenário em que novas fomas de exclusão vão se constituindo. A exclusão digital, por sua vez, para a ter uma dimensão central quando pensamos o direito à cidadania, pois cada vez mais serviços oferecidos pelo governo são acessado pelos meios digitais e pela internet. Não ter acesso à internet, não possuir recursos para consumir as tecnologias disponíveis e a falta de habilidade de manuseio, aprofundam a desigualdade socioeconômica, constituindo um entrave para o cescimento do Brasil. A falta de visibilidade sobre a emergência destas questões, nas notícias veiculadas em diversos meios, é preocupante, pois limita tanto o alcance das ações propostas pelo governo, como também o poder de mobilização da sociedade civil para garantir seus direitos. A qualidade dos serviços oferecidos deve garantida pelo governo. Caso contrário, as operadoras das telecomunicações continuarão explorando o mercado brasileiro, com amplas concessões e sem alcançar a popularização proposta. A discussão sobre a relação entre o governo e a pressão exercida por essas empresas é também um importante passo para avançar nas políticas de inclusão digital. Vale ressaltar que, para obter êxito, esses programas deveriam ser pensados dentro de uma visão estratégica de garantia das liberdades individuais, da privacidade, do anonimato e de efetiva participação e uso da internet (LEMOS & ALMEIDA, 2012). Para tanto, se faz necessário a convergência de ações que possibilitem a garantia do uso associada ao domínio das habilidades necessárias. Além disso, a atenção deve ser redobrada para que os acordos que estão em processo com o Facebook, não levem a quebra da neutralidade da internet. As redes sociais possuem vários recursos e promovem possibilidade de interações sociais. No entanto, as possibilidades de uso da internet vão além, é preciso garantir um acesso amplo para que a população possa usar a internet de uma forma mais abrangente. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAUMAN, Zigmund. Vigilância líquida: diálogos com David Lyon. Rio de Janeiro: Zahar, & DONSKIS, L. Cegueira moral: a perda da sensibilidade na modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, BONILLA, M. H. Políticas públicas para a inclusão digital nas escolas. Revista motrivivência, Ano XXII, 2010, p

7 BRASIL. Decreto nº 7.175/2010.Criação do Plano Nacional de Banda Larga. Disponível em: Acessado em: 19/05/2015 CASTELLS, Manuel. Redes de Indignação e esperança: moviementos sociais na era da internet. Rio de Janeiro: Zahar, The rise of the network society. Cambridge,MA,Oxford, UKUK: Blackwell Publishers.(The information age:economy, society and culture, v.1), GIDDENS, Antony. As consequências da modernidade. São Paulo: UNESP,1991. LEMOS, A., & ALMEIDA, P. J. O Plano Nacional de Banda Larga brasileiro: um estudo de seus limites e efeitos sociais e políticos. Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação- E-compós, v.15.n.1, Disponível em: Acessado em: 20/05/2015. PRETTO, N., & PINHEIRO, D. S. Escolas e Redes: conexões. In: R. H. TAVARES, & S. GOMES, Sociedade, educação e redes: desafios à formação crítica. Araraquara: Junqueira & Martin, 2014, p ROTHBERG, Danilo. Democracia digital e redes sociais: Twitter como filtro de informação política. Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação- E-compós, v.17, jan/abr. n.1, Disponível em: Acessado em: 20/05/

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

O uso de blogs no ensino de Matemática 2

O uso de blogs no ensino de Matemática 2 Claudinei Flavia Batista Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil bs_flavia@hotmail.com Sirlândia Souza Santana sirlandiasantana@hotmail.com Resumo Este trabalho tem como principal objetivo

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CONEXÃO: DESAFIOS DO SÉCULO XXI

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CONEXÃO: DESAFIOS DO SÉCULO XXI POLÍTICAS PÚBLICAS DE CONEXÃO: DESAFIOS DO SÉCULO XXI Claudionei Lucimar Gengnagel UPF Fernanda Nicolodi UPF Resumo: A pesquisa que se apresenta irá discutir a importância e a necessidade de políticas

Leia mais

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios Prof. José Carlos Vaz EACH-USP 1 1. A importância da democratização do acesso à TI A desigualdade no acesso à tecnologia é um fator adicional

Leia mais

Brechas Digitais: direito à comunicação nas regiões do Cone Sul e Brasil por Vera Vieira

Brechas Digitais: direito à comunicação nas regiões do Cone Sul e Brasil por Vera Vieira Brechas Digitais: direito à comunicação nas regiões do Cone Sul e Brasil por Vera Vieira BRASIL 2 BRASIL (Dados IBGE, 2010 e Governo Federal, 2011) População: mais de 190 milhões de habitantes Brancos:

Leia mais

Trilha 3 Banda larga no Brasil e inclusão digital: o que fazer?

Trilha 3 Banda larga no Brasil e inclusão digital: o que fazer? e inclusão digital: o que fazer? Coordenador da Trilha Eduardo Fumes Parajo (CGI.br, Abranet) Oradores iniciais indicados pelo setores do CGI.br: 3º Setor Beá Tibiriçá (Coletivo Digital) e Paulo Lima (Saúde

Leia mais

Igor Vilas Boas de Freitas

Igor Vilas Boas de Freitas 18ª Reunião Extraordinária da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática. 26 de maio de 2010 Igor Vilas Boas de Freitas Consultor Legislativo do Senado Federal 1. Quais são os

Leia mais

ENSINO DIGITAL E INOVAÇÃO: PANORAMA EAD FURG POSSIBILIDADES E DESAFIOS

ENSINO DIGITAL E INOVAÇÃO: PANORAMA EAD FURG POSSIBILIDADES E DESAFIOS ENSINO DIGITAL E INOVAÇÃO: PANORAMA EAD FURG POSSIBILIDADES E DESAFIOS Profa. Dra. Ivete Martins Pinto Secretária Geral de Educação a Distância Coordenadora UAB/FURG Presidente da Associação Universidade

Leia mais

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Autores: Ana Paula Bernardo Mendonça Ana Cristina da Matta Furniel Rosane Mendes da Silva Máximo Introdução

Leia mais

Senado Federal. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA

Senado Federal. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA 4 de novembro de 2014 Flávia Lefèvre Guimarães flavia@lladvogados.com.br Lei Geral de Telecomunicações

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital 11 1 Introdução Com o advento da nova era da internet, conhecida com web 2.0, e o avanço das tecnologias digitais, o consumidor passa a ter maior acesso à informação bem como à facilidade de expressar

Leia mais

O futuro da educação já começou

O futuro da educação já começou O futuro da educação já começou Sua conexão com o futuro A 10 Escola Digital é uma solução inovadora para transformar a sua escola. A LeYa traz para a sua escola o que há de mais moderno em educação, a

Leia mais

Trilha IV Internet e Direitos Humanos

Trilha IV Internet e Direitos Humanos Trilha IV Internet e Direitos Humanos Temas e Posicionamentos Exposições das(os) Painelistas Posicionamentos Cláudio Machado (APAI-CRVS Programa Africano p/ Fortalecimento Registro Civil, terceiro setor)

Leia mais

mudanças qualitativas radicais na vida econômica, social e política das nações.

mudanças qualitativas radicais na vida econômica, social e política das nações. PRONUNCIAMENTO DO MINISTRO EDUARDO CAMPOS NA SOLENIDADE DE INSTALAÇÃO DA III ASSEMBLÉIA GERAL DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE PARLAMENTARES PARA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (IPAIT), NA CÂMARA DOS DEPUTADOS,

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

PROPOSTAS PARA A CONECTIVIDADE DAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

PROPOSTAS PARA A CONECTIVIDADE DAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS PROPOSTAS PARA A CONECTIVIDADE DAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS I. APRESENTAÇÃO Como garantir que todas as escolas públicas tenham acesso à internet veloz para que as novas tecnologias contribuam de maneira

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

Telebras Institucional

Telebras Institucional Telebras Institucional Ibirubá-RS, Setembro 2011 A Telebrás Quem somos A TELEBRAS é uma S/A de economia mista, vinculada ao Ministério das Comunicações, autorizada a usar e manter a infraestrutura e as

Leia mais

PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM PRODUTO DE INCENTIVO A FAVOR DAS ENTIDADES DA TV COMUNITÁRIA

PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM PRODUTO DE INCENTIVO A FAVOR DAS ENTIDADES DA TV COMUNITÁRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

CTIR Gov - Centro de Tratamento de Incidentes de Segurança de Redes de Computadores da Administração Pública Federal. CTIR Gov

CTIR Gov - Centro de Tratamento de Incidentes de Segurança de Redes de Computadores da Administração Pública Federal. CTIR Gov CTIR Gov Centro de Tratamento de Incidentes de Segurança de Redes de Computadores da Administração Pública Federal - CTIR Gov http://www.ctir.gov.br O CTIR Gov é um órgão subordinado ao Departamento de

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

Sistema de Gestão de Aulas

Sistema de Gestão de Aulas Sistema de Gestão de Aulas criando cultura para o Ensino a Distância e melhorando o processo ensino-aprendizagem pela internet RICARDO CREPALDE* RESUMO O objetivo deste artigo é apresentar a experiência

Leia mais

ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015.

ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015. ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015. 1 OBJETIVO O objetivo deste documento é estipular um plano de ação para criar e gerenciar perfis do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP

Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP Movimentos sociais e internet: uma análise sobre as manifestações de 2013 no Brasil Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista,

Leia mais

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR 1 Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR A Definição e organização do sistema: 1 O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Leia mais

Avanços importantes na Educação com o advento da Banda Larga

Avanços importantes na Educação com o advento da Banda Larga Avanços importantes na Educação com o advento da Banda Larga Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Camara dos Deputados Carlos Bielschowsky Secretário de Educação a Distância - MEC Em 16

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira SENAR INSTITUTO FICHA TÉCNICA Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Senadora Kátia Abreu Secretário Executivo do SENAR Daniel Carrara Presidente do Instituto CNA Moisés Pinto

Leia mais

Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão. Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes

Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão. Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes Liberdade de Expressão! Para quem? Marco internacional

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

Relatório de Consumo de Conteúdo Profissional 2014

Relatório de Consumo de Conteúdo Profissional 2014 Relatório de Consumo de Conteúdo Profissional 2014 A ascensão dos Revolucionários de Conteúdo: uma análise minuciosa sobre os principais usuários que consomem conteúdo no LinkedIn e como os profissionais

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

Trilha 4 Diversidade e Conteúdo Matriz GERAL de sistematização

Trilha 4 Diversidade e Conteúdo Matriz GERAL de sistematização Trilha 4 Diversidade e Conteúdo Matriz GERAL de sistematização coordenador: Lisandro Zambenedetti Granville relatores: Francele Cocco e Lucas Farinella Pretti A) Questões-chave SUSTENTABILIDADE DE PRODUTORES

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO

WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO NOME DO PROJETO Web Rádio: Escola César Cals- Disseminando novas tecnologias via web ENDREÇO ELETRÔNICO www.eccalsofqx.seduc.ce.gov.br PERÍODO DE EXECUÇÃO Março a Dezembro de

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

Política Nacional de Participação Social

Política Nacional de Participação Social Política Nacional de Participação Social Apresentação Esta cartilha é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Presidência da República para difundir os conceitos e diretrizes da participação social estabelecidos

Leia mais

Programa Nacional de Banda Larga

Programa Nacional de Banda Larga Programa Nacional de Banda Larga Metas e eixos de ação Comissão de Ciência e Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Senado Federal Brasília, 31 de agosto de 2011 Dados de acesso à Internet em

Leia mais

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância

A Escola. Com uma média de 1.800 alunos por mês, a ENAP oferece cursos presenciais e a distância A Escola A ENAP pode contribuir bastante para enfrentar a agenda de desafios brasileiros, em que se destacam a questão da inclusão e a da consolidação da democracia. Profissionalizando servidores públicos

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL

Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL A DIRETORA DA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS no exercício de suas atribuições legais, com fundamento no art. 65, inciso II da Lei

Leia mais

Trilha I Desafios da Inclusão Digital

Trilha I Desafios da Inclusão Digital Trilha I Desafios da Inclusão Digital Temas e Posicionamentos Exposições das(os) Painelistas Posicionamentos Karina Menezes (Raul Hacker Club, terceiro setor) O acesso à Internet deve estimular espaços

Leia mais

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Nicia Cristina Rocha Riccio nicia@ufba.br Introdução Com o advento das tecnologias de informação e comunicação (TICs) a Educação a Distância (EAD) ganha

Leia mais

O PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL (PID): FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS DE SAÚDE DO BRASIL

O PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL (PID): FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS DE SAÚDE DO BRASIL Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 O PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL (PID): FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS DE SAÚDE DO BRASIL Zenite da Graça Bogea Freitas Kátia Maria

Leia mais

ESPELHO DE EMENDA INICIATIVA

ESPELHO DE EMENDA INICIATIVA SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE S ÀS LEIS ORÇAMENTÁRIAS 366 ESPELHO DE AUTOR DA Chico D'angelo 24970001 Compartilhamento de infra estrutura para banda larga (unbundling) 0751 - Expandir a infraestrutura e os

Leia mais

A Utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação nas Escolas Públicas Estaduais e Municipais de Maceió

A Utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação nas Escolas Públicas Estaduais e Municipais de Maceió A Utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação nas Escolas Públicas Estaduais e Municipais de Maceió Lívia Maria Omena da Silva liviamariaomena@gmail.com CESMAC Alexa Luiza Santos Farias alexafarias1@hotmail.com

Leia mais

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESPAÇO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS REFERENTES À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Florianópolis SC - maio 2012 Categoria: C Setor

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

RNP2: Política de Uso Comitê Gestor RNP

RNP2: Política de Uso Comitê Gestor RNP ANEXO 1 À RESOLUÇÃO Nº 04/2001, DO COMITÊ GESTOR RNP RNP2: Política de Uso Comitê Gestor RNP Novembro de 2000 Este documento apresenta as condições e políticas de uso aceitável do backbone RNP2, incluindo

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS

CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS MARTA LÚCIA DA SILVA ROSANA CAPPUTI BORGES Educação Infantil: desigualdades de idade e raça, um grande desafio a ser conquistado. São Paulo 2012 EDUCAÇÃO

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho SOMOS TOD@S UFRB Síntese da Proposta de Trabalho Chapa SOMOS TOD@S UFRB Reitor: Silvio Soglia Vice-Reitora: Georgina Gonçalves "Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro aprender a ficar

Leia mais

Educação além dos limites da sala de aula

Educação além dos limites da sala de aula Educação além dos limites da sala de aula Como a Brightspace passou a fazer parte da vida de 20.000 alunos da Universidade Tiradentes Visão Geral Com mais de 50 anos de tradição e reconhecido pioneirismo

Leia mais

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009.

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. Institui a Política de Tecnologia da Informação e Comunicação no Governo do Estado do Piauí, cria o Sistema de Governança de Tecnologia da Informação e

Leia mais

Dias 12 e 13 de fevereiro de 2014 João Pessoa - Paraíba

Dias 12 e 13 de fevereiro de 2014 João Pessoa - Paraíba Realização: Apoio Técnico e Institucional Secretaria do Estado da Educação Dias 12 e 13 de fevereiro de 2014 João Pessoa - Paraíba Dia 12 de fevereiro de 2014 15h Novas e antigas tecnologias devem se combinar

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2B

Mídias sociais como apoio aos negócios B2B Mídias sociais como apoio aos negócios B2B A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos.

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Elizabeth Sarates Carvalho Trindade 1 Resumo: A utilização e articulação das tecnologias e mídias pela educação no processo de aprendizagem

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Pedro Henrique SOUZA¹, Gabriel Henrique Geraldo Chaves MORAIS¹, Jessiara Garcia PEREIRA².

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

Resolução SE 21, de 28-4-2014. Institui o Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades

Resolução SE 21, de 28-4-2014. Institui o Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades Resolução SE 21, de 28-4-2014 Institui o Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades A Secretária Adjunta, Respondendo pelo Expediente da Secretaria da Educação, tendo em vista o disposto no inciso

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

INCLUSÃO DIGITAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A SITUAÇÃO NAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

INCLUSÃO DIGITAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A SITUAÇÃO NAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS INCLUSÃO DIGITAL: UMA REFLEXÃO SOBRE A SITUAÇÃO NAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS Thaíse dos Santos Soares Siqueira- Universidade Estadual do Norte Fluminense Eliane Cristina Ribeiro Pessanha- Universidade

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO Natália Aguiar de Menezes 1 RESUMO: Observa-se que com o passar dos anos o ensino superior

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais

Ministério das Comunicações

Ministério das Comunicações Sumário 1. Perfil do país 2. Dados Setoriais 3. Programa Nacional de Banda Larga 4. Marco Civil da Internet Perfil do País 30,0% Taxa de analfabetismo (população com mais de 15 anos de idade) 20,0% 10,0%

Leia mais

ANÁLISE DESCRITIVA DO POLO PRESENCIAL DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL EM ITAPEVI/SP

ANÁLISE DESCRITIVA DO POLO PRESENCIAL DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL EM ITAPEVI/SP CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X ANÁLISE DESCRITIVA DO POLO PRESENCIAL DA UNIVERSIDADE ABERTA

Leia mais

ROSO, Adriane Rubio¹; SANTOS, Claudia Soder²; BERNI, Vanessa Limana³; ALMEIDA, Nathiele Berger 4.

ROSO, Adriane Rubio¹; SANTOS, Claudia Soder²; BERNI, Vanessa Limana³; ALMEIDA, Nathiele Berger 4. ESPAÇO DE COMPARTILHAMENTOS SOBRE O ADOLESCER COM HIV/AIDS ROSO, Adriane Rubio¹; SANTOS, Claudia Soder²; BERNI, Vanessa Limana³; ALMEIDA, Nathiele Berger 4. ¹ Docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia

Leia mais

INESUL / FAEC FACULDADE EDUCACIONAL DE COLOMBO. Programa de Responsabilidade Social

INESUL / FAEC FACULDADE EDUCACIONAL DE COLOMBO. Programa de Responsabilidade Social INESUL / FAEC FACULDADE EDUCACIONAL DE COLOMBO Programa de Responsabilidade Social APRESENTAÇÃO 2 O equilíbrio de uma sociedade em última instância, é formada pelo tripé: governo, família e empresa. Esperar

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

TEATRO SOCIAL: VALORES PARA A VIDA

TEATRO SOCIAL: VALORES PARA A VIDA TEATRO SOCIAL: VALORES PARA A VIDA Utilizando o Teatro como Ferramenta de Ensino e Transformação Social CONEXÃO SOCIAL REDE NACIONAL DE ENSINO SOCIOEMOCIONAL IASEA 2015 1. APRESENTAÇÃO TEATRO SOCIAL é

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais