CARACTERÍSTICAS DO IRRADIADOR PROTÓTIPO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARACTERÍSTICAS DO IRRADIADOR PROTÓTIPO"

Transcrição

1 ESTUDO DA IMPLANTAÇÃO Í)CIJTl IPP.ADIADOR PILOTO? ' FSCALA SEMI-INDUSTRIAL E DE PESQUISAS PARA TRATAMENTO DE CFBO- LA NO. MORDESTE DO BRASIL. (1). AttUio Dali ' Olio (2) Clemente José Gusmão C.da Silva (3).líilio Pacheco Meira e Sã Júnior (4) Marco Otávio de Alencar Menezes(5) Lêucio Marques de Almeida (0) Humberto DÕria da Silva (7) SINOPSE 0 presente trabalho prende-se a aplicação d?, radiação r.aisa a problemas tipicamente regionais, mostrando a necessidade da descen tralizaçãc deste tipo de pesquisa. Ênfase foi dada ao estudo do protótipo de um irradiador econômico para tratamento de produtos agrico Ias regionais, particularmente ria cebola do Nordeste do Brasil, a ni vel de pesquisa, com possibilidade de atingir ume* escala industrial. 0 protótipo estudado, de custo relativamente baixo, evidencia, entre outras, as seguintes caracteristicas: simplicidade de construção, zo nas Je elevada uniformidade de dose, vários canais independentes de 1. Trabalho realizado no Centro de Energia Nuclear da UFPe,, discuti do e aprovado pelo Conselho Científico do CENÍlFPe. em 03/07/ Prof. Adjunto da UFPe., Doutor em FTsica pela Universidade de Par ma Itália, Chefe da Seção de Espactrometria de f'assa do CENUFPe." 3. Prof. Titular da ÜFPe., e n outor em Engenharia Nuclear pela Uni - versidade ds ParTs. 4. Engenheiro Agrônomo da Seção de Solos do IPEAME, Pesquisador em Agricultura do Ministério da Agricultura e do.conselho Nacional de Pesquisa, responsável pela Divisão de Radioagronomia do CENUFP, 5. Prof. Assistente da UFPe., e Engenheiro Civil do Centro de Ener - gia Nuclear da UFPe. 6. Engenheiro Agrônomo da Seção de Estatística do IPEAflE, Pesquisador em Agricultura do Ministério da Agricultura e do Conselho Nacio - nal de Pesquisa, responsável pelas Seções de Mutação Induzida e Estatística do CEMüFPe. 7. Acadêmico de Engenharia da universidade Federal de Pernambuco, e estagiário do Centro de Energia Nuclear da UFPe. Ill í

2 irradiação» amplo espectro de aplicações, possibilidade de irra J diaçao a ciclo contínuo e elasticidade quanto a sua capacidade de volume útil tratüvel por unidade de tempo. Este tipo de irradiador foi previsto de modo a absorver o volume total de comer' - cialização de cebolas da Central de Abastecimento S.A. de Pernas buco ou a produção total de Pernambuco, mediante o simples aumen to da intensidade das fontes e implantação desse irradiador diversificado em microregiões produtoras'do Estado. INTRODUÇÃO A produção de cebolas no Estado de Pernambuco, de a- cõrdo com as estimativas de Anônimo (1971), atingiu nesse exerci cio, um total de toneladas de cebolas. Asíperdas deste produto resultantes da alta perecibilidade das variedade locais ä aproximam-se bastante da estimativa pela FAO, MacQseen et ai ' (1971) COR relação as perdas apôs a colheita nos países em desen volvimento, pois são avaliadas em mais de 40% no Nordeste. Uma análise econômica da problemática da cebola em Pernambuco'foi e- fetuada por Sá Júnior et ai (1573), onde foi ressaltada a aplica ç3o da tecnologia nuclear. Os resultados técnicos obtidos por Silva et ai (197.1), mostraram utn elevado índice de conservação ' nas cebolas cie variedades Canária e Pera de Pernambuco, tratadas através da radiação gama do Co. 0 aspecto de legislação internacional referente a aplicação desta tecnologia na conservaçã.; de alimentos e particularmente da cebola, foi enfocado por Sil veira et ai (1973). Tais resultados sugerem a necessidade impe Mosa de estudos visando a implantação de um irradiador capaz ds tratar a produção total de cebola do Estado de Pernambuco em escala comercial. Çste irradiador no estágio atual da tecnologia nuclear do Brasil, apresenta-se possível de realização, restando apenas a necessidade de importação e instalação da fonte de irradiei ção. Isto traria varias vantagens, tais como, dentre outras, de-

3 - 3 serwolvimento de Know How próprio e significativa economia custos de instalação. Dos vários irradiadores analisados na literatura internacional, aquele em funcionamento em Riso (Dinamarca) ' (Schested, e Holm 1966), serviu de modelo inicial a realização deste estudo. 0 presente trabalho, prende-se portanto ã análise de um irradiador protótipo a ser instalado proximo a Central de Abas tecimento de Pernambuco (CEASA^Pe.) na base ftsica da Estação Ex perimental de Pesquisas Nucleares Aplicadas a Agricultura do Cen tro de Energia Nuclear, criada por força de convênio celebrado ' entre a Universidade Federal de Pernambuco e a Universidade Fede ral Rural de Pernambuco. Tal instalação terá por objetivo desenvolver, durante um período de dois (2) anos, os estudos de comer cialização de cebolas irradiadas em colaboração cam a Central de Abastecimento S.A. (CEASA-Pe.), alem de permitir a definição das condições para sua extrapolação a nível industrial. A instalação do protótipo na Estação Experimental de Pesquisas Nucleares Aplicadas a Agricultura do CENUFPe., fornece ra também as condições básicas para estudar-se a viabilidade téç nica da aplicação da irradiação gama em outros produtos de interesse socio-econômico regional. nos CARACTERÍSTICAS DO IRRADIADOR PROTÓTIPO 0 irradiador protótipo foi planejado, de modo a preencher as características pela equipe técnica do CENUFPe. abaixo discriminadas: - estrutura constituída por um bloco de cimento» e- ventualmente em mistura com barita ou Sxido de fer ro, disponível na região atravessado por vários tú neis destinados ao transporte do produto a ser irradiado, assim como a localização das fontes. A es

4 Estrutura: pessura do bloco deveria ser em cada ponto tal que nas paredes externas a dose de irradiação seja inferior ao nível máximo ocupacionai admitido pela legis lação internacional, isto ê, menor de 0,1 roengtén em 40 horas; - sistema de transporte basicamente constituído por es teiras rolantes ou sistema de monotrilho, opções que deverão ser analizadas do ponto de vista ticnico-eco nômico; - cobalto-60 como fonte radioativa; - suficiente uniformidade de dose para permitir o uso de 4a 12 Krad, como doses limites de tratamento; - capacidade para tratar a quantidade de cebola comercializada na CEASA-Pe., com alternativa para absor - ver a produção do Estado de Pernambuco; - possibilitar a irradiação simultânea de produtos a- grtcolas diferentes de modo a atender as necessida - des da pesquisa regional. Os cálculos da estrutura do bloco do irradiador protótipo, levando-se em consideração o concreto comum, concreta bari tado ou om mistura com oxido de ferro, são apresentados no Quadro 1 e 2. A fundação do bloco dependera das características do terreno no qual será localizado o irradiador protótipo e' poderá ser definido apôs a realização dos testes de consistência do per f i 1 pedologico. 0 bloco do irradiador como foi calculado, sera através sado por dois túneis, medindo cada 0,50m x 1,60m destinados ao transporte da cebola e de outros produtos a serem irradiados, conforme i ilustrado nas Figuras 1, 2 e 3. As figuras 2 e 3, em particular, evidenciam a diferença nas dimensões do irradiador ' pela' utilização de diversas matérias primas disponíveis no Nor -

5 VOLUME DA BLINDAGEM DO IRRADIADOR MONO CANAL Q U A D ft O - Atividade Total (Cf) Cimento Portland (Traço 1:2:4) Cimento Baritata Volume {m ) Cimento com Hematita (4O5S de piso em Fe) Custo CRSlOOf. Cimento Portland (Traço 1:2:4 IO IO IO * ^ 0 custo avaliado na ultima coluna baseou-se sobre o custo local do concreto em obra de CR$-300,QQ por m.

6 VOLUME DA BLINDAGEM DO IRRADIADOR A 2 CANAIS Q U A O R C - 2 Atividade Total (Ci) Volume Jülll Cimento Cimento Portland (Traço 1:2:4) Baritato Cimento com Hemafcita (A-0% de peso em Fe) Custo Cr$1000 Cimento Portland (Traço 1.2:4 H io r - 10 E ? custo avaliado na última coluna baseia-se sobre o custo local do cimento em obra, de Cr$-300,00 por m^.

7 LEGENDA. a - Canal de irradiação ; - Blindagem b '- Câmara central - Fontes c - Tilntit de acuso Fig i - Planto äo irradiador protdtito com um único canal d* irradiação. (Blindagem em concreto com 40% im peto de Fe), (Eicala 1.75) I metro

8 LEUENDA: - Blindagem -' Fontes o - Canal de irradiação b Camera central c - Túneis de aceito (f I metre Fie 2 - P into do irradiador com ao'n canei» de ndioção - (Blindagem em concreto com 40% piso de Pe). scola 1: 75)

9 LEGENDA: a - Canal d«irradiação I ' J - Blindagem - Fontes b - CÁrnara centrei c - Túneis d* acesso 1 mstro Fig 3 - Planta do irradiador com dois cena:3 de irradiação - (Blindagem «m concreto»impf»»). {Escala: i: 75)

10 deste. Sistema de transporte: 0 sistema de esteira (Fig. 4), compor-se-ã de cinco ele mentos com estrutura mecânica independente. As peças essenciais de cada elemento são dois tambores em ferro fundido cuáas polias late rais servem de apoio e dão tração as correias planas de aço estampado, sobre as quais serão fixadas as taliscas ou as chapas que constituem a esteira. Um esticador que age por gravidade mantém em posição linear a pista, cujas correias de aço-apoiam-se também so bre roletes oportunamente distribuídos com a finalidade de manter a esteira perfeitamente em plano e para evitar oscilações latera - is. Os cincos elementos recebem o movimento por um so motor acopla do agraves de caixas de engrenagens tangenciais com razão 1:1 3 e eixos rigidos com juntas elásticas ou transmissões flexíveis de aço. 0 motor de aproximadamente 3KP age através redutor a variador de velocidade. E previsto ainda a alternativa de movimento descontínuo por meio da instalação de uma jynta magnética. Tal junta será alimentada com corrente conttnua através de úm controle de tempo, tipo "Start-Stop", que poderá ser eletro-mecãnico ou eletrônico. 0 carregamento e o descarreoamento da cebola poderã ser realizado longe da parede externa do irradiador com a instalação opcionais de duas outras esteiras que da sala de comando saiam para os locais de acondionamentos e estocagem do produto, Como alternativa ao sistema de transporte acima, estabe leceu-se aquele dos carrinhos guiados num monotrilho (Fig. 5). 0 trilho» em seção de T invertido de ferro-1iga trefilado, sera chum bado no teto do túnel por intermédio de chumbadores de ferro providos de "niples 11 com rosca diraita-esquerda para conseguir nive - lar com perfeição o plano de deslizamento. A conexão entre carri - nhos feita por corrente com elos calibrados. 0 sistema terá quatro (4) rodas de canto» sendo uma motriz; tais rodas tarão um perfil especial para o encaixe da corrente e para consentir a passagem dos ganchos de suspensão dos carrinhos. A roda motriz será acg piada mediante engrenagem ao conjunto redutor-variador de velocida

11 PLANTA DEMONSTRATIVA ESC: 1/20 UMIVER5tO«Oe FS0ER4L DC PERNAMBUCO CENTRO DE ENERGÍA NUCLEAR EL 6 VAÇ.AO dementa eonjuqave* d«esteira HE: I/IO

12 s L

13 PLANTA DEMOSTRATIVA PERSPECTIVA UNIVEMIOADE CENTRO FEMBAL CE f-crnambuco DE ENERGIA NUCLEAR 5. DIAÔMMA ESCUEMATICO DE UM TR4NS- PCmiftOOfi MONOTR1LHO PARI, «OTOTIPO ELEVARÃO

14 de de um motor cuja potência sera aproximadamente de 2HP. Os carrinhos serão distanciados entre st com regulari dade. As suspensões serão de ferro e o plano de apoio, ou a caçam ba, emoldurada com cantoneira de ferro, poderá ser prevista de mo do articulado para permitir o carregamento e o descarregamento au toraãtico da cebola. Todos os rodizios serão de ambatex fenolicn ' para se obter maior silenciosidade e menor desgaste e serão provi dos de rolamentos auto-lubrificantes. Também neste caso uma exten ção do raonotrilho e oportunas desviações permitirão o carregamento e descarregamento longe da parede externa do irradiador. Os produtos terão que ser acondicionados em recipientes padronizados. Fontes: Fontes cilíndricas, serão colocadas em tubos de aço inoxidável, dispostos verticalmente nas cavidades que atravessa ' pt inteiro o bloco de cimento. Cada fonte ters un regulador dp poôiçao independente, comandada através de um duplo cabe de aço por um pequeno motor, e sua posição será registrada na $a1a de co mando. As fontes, quando em posição de Irradiação, serão dis tribuidas em plenos paralelos. Foi prevista uma posição de estoca gem das fontes em poço 30 ntvel da fundação, no qual i contido un castelo em concreto com os necessários canais para a introdução das fontes. As fontes terão cilindros de chumbo acima e abaixo da região radioativa para minizar as fugas de radiação vertical e fa cilitar as operações de instalação e troca das fontes. Como pri - meira sugestão, e previsto o carregamento, das fontes pelo teto ' do irradiador. Os detalhes de tal carregamento, assim com as operações necessárias para a substituição das fontes deverão ser dis cutidas com o fabricante das mesmas. Sistemas auxiliares: Além dessas características definidas acima, o estudo

15 também previu um circulador de ar, seja para absorver parte do c? lor produzido pelas-fontes radioativas, seja nara eliminar o ozônio e os ôxirios de hitroginios formados pela interação da radia - ção gama com a atmosfera. Para o caso de aumentar-se sensivelmente o valor atividade das fontes está previsto a instalação de uffl sistema resfriamento. da de Sistema de Segurança: 0 sistema de sequrança ambiental, prevê a utilização de filmes dosimitricos, instalados na sala de comando e nas depen dencias, do irradiador e ratemeters que indicarão continuamente os níveis de radiação presentes na sala de comando, bem como nas extremidades dos túneis de acesso do irradiador. Oportunos sinais luminosos indicarão se as fontes encontram-se em posição de irradiação ou de segurança. Curvas de isodoses serão.marcadas' de modo bastante vi stvel nos pisos da sala de comando e na região próxima as irradia dor. AVALIAÇÃO DF. CUSTO A analise econômica abrangendo as diversas relações de custos, isto S, custo por Kilowatt/hora de radiação, investi - mento, custo das fontes de radiação» custo de bloco de concreto, sistema de transporte, equipamentos, operacionais, taxas e segu - ros, s dada no anexo em seguida. A influencia das características específicas do irradiador planejado sobre a avaliação econômica do processo represen ta um problema complexo dada a interdependência de vários parâmetros, dei Vali Col 8 Castillo (1973) mostraram que o valor do investimento a ser realizado em um irradiador depende aproximativa-

16 mente de 23 parâmetros, enquanto que a quantidade anual de produ to irradiado e a atividade da fonte dependem de 14 e 11 parãme - tros respectivamente. 0 objetivo principal deste trabalho preliminar não 5 contudo a otimização econômica da instalação de um irradiador in dustrtal a ser realizada em trabalho posterior, para isto, faltam dados técnicos que somente a instalação de um irradiador oro totipo poder! fornecer com a máxima precisão. Este protótipo por quanto exposto nas paginas precedentes jã delimita o campo de variação de alguns dos parâmetros. seguir:. As justificativas para tais delimitações são dadas a Radioisotopes - a escolha atualmente limita-se entre o ÇO-60 e o Cs-137.' 0 custo por Kwatt instalado é maior para o Cs-137, que por sua vez requsr uma blindagem bastante menor e uma menor freqüência na renovação das fon tes. Contudo estas vantagens não chegam a compensar o primeiro fator negativo dados os preços atuais dos dois radioisotopes, justificando-se assim a opção previa pelo Co-60. Sistema de Armazenamento da Fonte - também neste caso existem du as alternativas: armazenamento em piscina ou em castelo blindado. 0 primeiro apresenta, de um lado, várias vantagens relativas a manipulação e a instala - ção das fontes, de outro lado sua manutenção í mais complexa e delicada. Além disto a experiência local com um reator subcrttico a piscina mostra qua as con diçoes climáticas locais facilitam a formação de inconvenientes algas, mesmo em água previamente destilada e deionízada. A particular estrutura do subsolo das áreas atualmen te previstas para a instalação do irradiador prototi po, com o lençol freãtico proximo a superfície, também não i a mais adequada para a construção de pisei

17 - 9 - nas de vários metros de profundidade. Prevendo-se enfim a possibilidade da futura instalação de irradiadores industriais no interior de Pernambuco, indispensável que as obras de manutenção do irradiá- dor sejam as mais simples possíveis., devido ä carência de pessoal de nível técnico era tais regiões. BI indagem - os volumes das bi indagens'etn função da atividade total da fonte, foram determinados baseando-se os cálculos sobre os dados de Price et ai (1957) e sobre a composi ção dos cimentos de produção local. Na fig. 6 são reportadas» em função da atividade total, as espessuras' mínimos e máximas dos vários materiais necessários para reduzir a nível de segurança a doze na parte externa do irradiador, ^s valores máximos foram obtidos ten do presente o fator de build-up para a radiação gama de uma fonte pontiforme de Co-60 em água; portanto os valores obtidos representam o limite máximo superior ' para a espessura da blindagem. As alternativas apresentadas, isto i» cimento baritado e cimento mais hematita, foram motivadas pela existência no Nordeste, de jazidas, atualmente já exploradas' industrialmente, de barita e hematita. Os custos indicados refere-se a uma estrutura em cimento Portland de traço 1:2:4, dado que as outras alternativas serio escolhidas somente no caso que exista uma vantagem econõ mica; tal vantagem não foi possível de se avaliar, dado que, tendo de utilizar-se minérios semi-industriali zados, não foi possível determinar-se com real preci - são os custos relativos, tendo a disposição somente os preços, bem maiores, dos materiais completamente indus trializados. Fontes e Camãra de irradiação: a utilização de várias fontes cilin dricas independentes fornece uma maior versatilidade, permitindo simp!icações do sistema de transporte, po -

18 LEGENDA:. CIKEMTO f&rtlako CtMEMTO e 0 _ CIMEHTO COM «0% CM " PESO OE Ft. 300 j \ 280 r! i j M m / M m 180 f/' 160 I i o I4oi a I 20, o o., - ' 240 -ii -í- 10 (O 1C? 10* 1C? 10* IO r Ci Fia 6 - Espessura mínima (m) e máxima (M) d«blindagem em função da niivídade d* ume foni«de Co - SO.

19 ill - 10 dendo-se variar seja a dose, seja a taxs de irradia - ção, caso necessário, através da movimentação das fontes. A possibilidade de modificar a geometria das fontes ' pode ainda permitir o controle da uniformidade da dose recebida pelo produto nos vários pontos da zona dö irradiação de modo como I ilustrado na fig. 7 e 8. A particular estrutura do irradiador enfocado, amplia bastante a zona de irradiação; com efeito o produto"i irradiado ao longo do inteiro comprimento do túnel de irradiação, aumentando-se assim a eficiência, das fontes e permitindo a compensação total da desuniformida de longitudinal da dose. Na fig. 3 são representadas as isodoses na zona central do túnel de irradiação no plano horizontal de simetrias determinadas com um com putador IBM 1130 nas seguintes condições: Numero de fontes : 4 Atividade relativa das fontes " : 1.00:1.00:0,75:0,75 Comprimento ativo das fontes : 43cm. Diametro das fontes: : 1.12cm. Numero de canais :.2 Largura dos.canais Distância longitudinal : 50cm. entre as fontes: 40cm. As fontes foram supostas lineares e a atenuação da radiação pelo produto aproximada considerando o túnel cheio de ãgua. Enfim, a alternativa apresentada de d-ais tuneis de ir radiação independentes, além dê duplicar a capacidade do irradiador, aumenta sua versatilidade, possibili - tando a irradiação simultânea de produtos diferentes 1 e melhora a eficiência das fontes utilizadas» Esta alternativa serã de particular utilidade na instala -

20 Fi fl 7 VARIAÇÃO DA UNIFORMIDADE DA DOSE ACUMULADA «O PLAHO OE SIMETRIA VERTICAL EM FUMÇÍO 0 0 <ÍOM- PftlMENTO L DOS ELEMENTOS RAOIOTIVOS (P.M. = ponto de nwmolliaçõo ) i L> II tm s 9 H c ft c s e TS IS 3 4 < «J» at i» 4 tu O â 5-4 5' 2 1 T t 1 \ \ \.t \ \ \ > o \ v \ \ * \^\ x> ' 4h- -= rff* 1 PJÍ. / / / r ] i \ \ I I 1 '/ 1 T 1 ' i - ' ' > OiSTANCiA DA PAREDE EXTERNA 00 TÚNEL Dt IRRADIAÇÃO i i can

21 ns Fi 9 8 VARIAÇÃO OA OOSE ACUMULADA NO PLANO DE SIMETRIA VERTICAL EM FUNÇÃO DAS RELAÇÕES DAS INTENSIDADES DOS ELEMENTENTO jflaototivos ATIVIDADE RELATIVA DAS FONTES CASO I : 1.00: O.75 :0.79 CAS02- I.OO: I.OO: IX)O: 1.00 CASO 3- I.OO: 1.00:i.2$: 1.25 CASO : 1.00:150: 1.50 i Z 3 4 O M a E o X 8 ^^ C 3 0 «f. 3 w e> oo RN O DISTANCIA OA PAREDE EXTERNA DO TUNCL ttm

22 n ção de um. irradiador num centro de comercialização~, como por exemplo a CEASA-Te., aonde será naturalmente necessária a irradiação <.!e vários outros produtos agrtcolas perecíveis, de expressão -socio-econômica ' no fíordsste. ã~ Quantidade de produtos a ser irradiado: - no tocante ao problema específico da cebola nordestina, podem ser considera dos dois casos: tratamento das cebolas comercializadas na CEASArPe. e tratamento da produção estadual. Ho primeiro caso* de acordo com as estatísticas de Anônimo (1972), a quantidade anual comercializada ai cança toneladas, com pequenas flutuações men - sais. No quadro 3 são indicadas a quantidade de produto a ser tratado em kg/h em função do, número de hg ras de funcionamento do irradiador. 0 quadro 4 fornece os mesmos dados com relação ao tratamento da inteira produção estudual, estimada em toneladas por ano»'num único irradiador, Esta tabela i simplesmente indicativa dado qua uma análise econômica mais acurada confirmará» muito provável mente, os resultados obtidos em Israel por Cohen e Lapiíioth {1967}, secundo o qual a solução economicamente mais vantajosa consiste na instalação de mais de um irradiador em microregiões produtores. Atividade Total - como já foi indicado, a atividade total ' das fontes depende aproximativamente de 11 parâmetros ' quais: radioisotopes, georcetrias das -fontes, tempo ' de utilização do irradiador, tempo de irradiação, produção anual, versatilidade, velocidade de desloca saento do produto, etc. Uma avaliação, não-optimizada, dessa atividade pode ser baseada na quantidade anual de produto a ser tra tatío para satisfazer as necessidades da CEASA-Pe.

23 QUANTIDADE PE PRODUTO A SER IRRP.AOIADO POR UNIDADE DE TEWO PARA TRATAR A CEBOLA COMER- CIALIZADA MA CEASA-Pe.* Q U A D R O - 3 1»" 1 ' ' Turnos de B Horas Por dia. kg/h D1as de Trabalho por Semana 5 Hias "5 m"/h kq/h 6 Dias m 3 /h!, í , ,251 O 3 0, , ,IO 3 1C 1 O", * i Quantidade anual comercializaia 5.10 toneladas (Densidade do produto 0,5).

24 QUANTIDADE DE PRODUTO A SER IRRADIADO POR UMI- DADE DE TEMPO PAPA TRATAR A CEBOLA PRODUZIDA ANUALMENTE E f 1 PERNAMBUCO*. Q U A D R O - 4 Turnos de 8 horas Por dia Dias de trabalho por Semana 5 Dias. kg/h i7! 3 /h 6 Dias kg/h m. 3 /h 1 IO in * 3 Quantidade anual produzida 4010 tonelada (densidade efetiva do produto 0..5).

25 is.il 12 t No quadro 3 são indicadas as quantidades de produto a ser tratado por hora nesta caso. Portanto, no caso de uma semana de trabalho de 5 di- 'as, com 1 único turno de 8 horas por'dia a quantida de calculada de produto a ser tratado ê" de 5 m /h, base numa densidade aparente de 0,5 para o produto acordicionado em sacos ds 25 Scg. Considerando o irradiador a dois canais, cada com a largura útil de 0,40m'. admitindo que o produto ocu pe uma altura de 0,40m, a velocidade de deslocamento do produto i dada por: JL S 31,25 m/h " 0,52 m/min com S ãrea da seção transversal do volume ocupado. A dose total recebida pelo produto ao atravessar o túnel e dada por: D A(x) dx aonde A(x) I a dose por unidade de tempo em função da posição ao longo do túnel de irradiação e V a ve locidade de deslocamento do produto. Temos portanto que 1 min A(x} dx i a velociade de deslocamento necessária para que o produto absorva a dose mínima de processamento, definida pelos estudos técnicos preliminares. Utilizando os valores obtidos por um irradiador a dois canais e 4 fontes dispostas sirnetriçamente em relação ao centro do túnel, obtem-se que a atividade total das 4 fontes resulta ser: A Ct (Silva et ai T973).

26 - "13 No quadro 5 é dada uma avaliação de custos por um ir radiador protótipo, baseada sobre um custo médio da fonte de CO-60 de 50 /Ci, mais 6,2 /Ci pelo encaj} sulamento alem das despesas de instalação das fontes avaliadas em 8.00Q US$. 0 baixo valor atribuido ao terreno 5 devido ao fato que preve-se. a instalação ' do irradiador protótipo em local adiacente ao Centro de Energia Nuclear. DISCUSSÃO Os trabalhos de Sã Júnior et ai (1973) e SiTva et ai (1973), demonstraram claramente que as condições preconizadas ' por McQueen (1973) como básicas a viabilidade de conservação án produtos ali'nentares por irradiação, verificam-se amplamente no caso da cebola nordestina.cora efeito: - existe um pojfblema real, que no caso em questão ai cança dimensões sociais e não somente econômicas ' (Sã üúnior et ai, 1973); - o nrodyto enfocado pode ser'tratado durante todo o a'lo, dado que o cultivo na microregião 3, comoreen dendo os municípios de Balem do São Francisco Ca.- trobõ, Petrol andi a, Petroling, etc, atualmente 5 realizada cora irrigação, existindo apenas usn curto intervalo de tempo» durante o qual a produç?o alcança com mínimo, em conseqüência dos trabalhos d? preparação do terreno para a safra sucessiva; - -i relação entre as doses maxima'e mínima não i cri tica, podendo existir um fator 3 entre tais doses; - o produto representa uroa fração bastante significa tiva (2SS) da economia das varias microregiões de Pernambuco; -?-. adoção da uma polttica de preços mtnimos para o

27 produto irradiado, representa um beneficio incalculável, dadas as implicações sociais e as transforma ções que dete?'miníirã nos mecanismos de produção o comercialização; - a liberação do produto poderá ser solicitada aos f 'i nisterios da Saúde e Agricultura do Brasil, como no caso de Israel e T'nailandia, com base nos estudos de comestibilidade e nos processos de liberação semelhantes, efetuados em outros patses. Tal'libera - cão não requererá portanto a repetição para o casn da cebola dos custosos estudos de comâstiml idade a longe prazo jl realizados em laboratórios interna - cionais. (nor ax.: Oliver et al (1?66), Hüliard et al (1966), Van Pottan et al (195fi-a) e Van P?tter et al (l 66-b). CONCLUSSO Ton has«nos resultados obtido?, sugerem-ss as se - nuintes conclusões: - a problemática regional da cebola analizada, nresnche todos os requisitos favoráveis ã opção pela viabilidade de implantação a curto prazo de um ir radiador protótipo para conservação desse produto por irradiação gama no Nordeste do Çrasil; - a implantação de um irradiador protótipo no '!or - de>te f?.z-se necessário a realização dos testes a ntvel semi-comercial de irradiação, transporte, armazenamento, distribuição o aceitação pública ' da cebola p outros produtos agrícolas regionais ' irradiados; - o referido protótipo possibilitará ain?ia a obtenção dos dados básicos» necessários ã optimizaçao

28 econômica deste processo de conservação em e industrial no "ordeste; - o projeto pioneiro na amet-ice latina de constru - ç3o de um irradiador protótipo" no üordeste,, efeti vado pelo esforço de uma equipe técnica nacional, além de possibilitar uma obvia economia nos eus - tes de instalação, permitirá fundamentalmente - o maior desenvolvimento do know-how brasileiro neste campo, indispensável para fazer frante aos seir. pre mais amplos cçmpos de aplicação da radiação ' gama; - a alternativa apresentada neste estudo de dois t<1 neis de irradiação independentes, parece ser a mais viável, a ntvel industrial, por aumentar a capacidade do irradiador 2 melhorar a sus versati lidade, possibilitando a irradiação simultânea de produtos agrícolas diferentes sem implicações sig nificativas no custo, graças simplesmente a uir eu mento ria intensidade das fontes; - a implantação do irradiador protótipo possibilita ra ainda o treinamento de, pessoal técnico, pela equipe de pesquisadores do Centro de Energia M u - cisar rfa ÜFPe., visando ã implantação de irradiadores industriais no Pordeste. AGRADECIMENTOS ^3 autoras expressam SPUS agradecimentos ao Tiretor do Centro do CoT.n.jtação de Tados da Universidade Federal de Pernambuco pela colaboração dada quando da utilização do computador IB'i-1120 pelos autores ao Dr. CARLO CAVE^LIA pela- definição técnica do sistema de transporte, ao Prof. CA«ÍLO HORSHI, pelas valiosas sugestões e ccnselhos.a seção de Oosimetria do CENUFPe. ' pelo apoio técnico dado a este projeto.

29 If. REFERENCIAS AP5?!lMn Anuario Estatístico de Per-nambuco Superintender, cia dos Serviços Estatísticos' de Pernambuco ' (SERPE). 1 :62. ANÔNIMO Comercialização de produtos hortigrangeiros Central de Abastecimento de Pernambuco (CEASß-Pe. BOL. 6.1:1-19, COHEN, Y. LAPIOOTH,!' Economic feasibility of the use of large radiation sources for the preservation of potatoes and onions. Epecial Report Israel Atomic Fnergy Coriiission 1; 1 : 123. del Val Cob, M. & de la Cruz Castillo, F The effect of technological eararoeters on the economic desiger of food-irradiation Units. Factors influencing the economical application of Food Irradiation. IAEA, VIF^IA. STI/PUB/33T:37. MILLIARD, W.G., OLIVER, W.T. è VAS PETTE' 1, 6.P Long Term Effects of Feeding irradiated onion to Dogs. Fd. Cosnet. Toxico'l. 4: ''Ac QUEEN, K.F Some consideration Which influence the economic feasibility of food irradiation. Factors influencing the economical application of Food Irradiation - IAEA, VIENNA - ST1/PUB/331 :1 MAC K.F., Ketchesou, I.W., Lapius, K.O., Proverbs, M.n., Lyall, L.H., Nuttal V.W. S Rennie, D.Ä Canadian studies on applications of isotopes and radiation in agriculture and Fod preservation. Atomic Energy of Canade Limited. A/CONF. 49/A/ 162 : 1 :16»

30 17 OLIVER, W.T., MILLIARD, W.G.?: VAN PETTEN, G.I? Effect of Feeding Irradiated Onion to Hats and Pigs. Fri. Cosmet. Toxicol. 4: PRICE, B.T., HOSTOH, C.C. SPIS'fry K.T Radiation r -'iielodinr> Me Mil Ian Co. SÄ JUNIOR, J.P.M., OALL 1 OLIC, A., SILVA, C.J.G.C., ALMEIDA, L.?!., MACHADO, A.A. & SILVEIRA, S,V Estudo sobre a viabilidade econômica de implantação do processo de irradiação gama na conservarão de ce bolas em escala industrial no Nordeste do Brasil. Comunicações do Centro de Energia Nuclear da UFP 33:1:20. SILVA, C.J.Ç.C, SA" JUNIOR,.l.P.tf., SILVEIRA, S.V., ALMEIDA,L. f., GOOOY, O.M. S DÄLL 1 OLIO, A Efeitos da radiaç~o gama na conservação de variedades de cebolas da região úo São Francisco,.Pernambuco - Brasil. Comunicações.do Centro de Energia Mucle^ ar 32: SILVEIRA, S.V.. ALMEIDA, 1.11., DALL' OLIO, A,, SILVA, C.J.G.C, SÄ JUNIOR, J.P.M. & DAfíTA-S, C.C Avaliação da situação internacional do processo de conservação da cebola e outros pordutos agrícolas por radiação ionizante. Comunicações do Centro de E- nergia Nuclear. 34:1:15. SEHESTED, K. s HOLH, H.U Installations d' irradiations an Dänemark - Food Irradiation. 6:A24. VAN PETTEN, G.R., HILLIARR, U.G. f< OLIVER, W.T. 196^6-à. Effect of Feeding Irradiated Onion on Consecutive Generations of the Rat. Fd. Cosmet. Toxicol. 4:593-5??.

Transmissão de Movimento

Transmissão de Movimento Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias Laboratório de Engenharia Agrícola EAG 03204 Mecânica Aplicada * Transmissão de Movimento 1. Introdução A transmissão

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1. ESTRUTURA E BLINDAGEM DOS MODULOS 1.1 - Estruturas Laterais Externas Deverão ser confeccionadas em chapa de aço SAE1010 #18, com varias dobras formando colunas, sem quinas ou

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

HTS ELEVADORES IND. E COM. LTDA.

HTS ELEVADORES IND. E COM. LTDA. HTS ELEVADORES IND. E COM. LTDA. ELEVADORES DE OBRA ELEVADOR DE OBRA ELEVADOR DE OBRA Controle automático digital Eficiência de consumo: quando o a velocidade ou carga está abaixo da condição de regime

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

TRANSPORTADORES DE CORREIA

TRANSPORTADORES DE CORREIA 1. DESCRIÇÃO Os Transportadores de correia é a solução ideal para o transporte de materiais sólidos a baixo custo. Sua construção é compacta e com excelente desempenho funcional. Sua manutenção é simples

Leia mais

FIS-14 Lista-09 Outubro/2013

FIS-14 Lista-09 Outubro/2013 FIS-14 Lista-09 Outubro/2013 1. Quando um projétil de 7,0 kg é disparado de um cano de canhão que tem um comprimento de 2,0 m, a força explosiva sobre o projétil, quando ele está no cano, varia da maneira

Leia mais

Elementos de Máquinas

Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Leódido Sumário Correias e Polias Correntes Definição Polia: São peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo do motor e pelas correias. Correias: É o elemento da máquina que,

Leia mais

Armazenagem temporária Investimento em eficiência

Armazenagem temporária Investimento em eficiência Armazenagem temporária Investimento em eficiência Por que utilizar a armazenagem temporária? Características e Benefícios A melhor relação Custo-Benefício O de armazenagem temporária de grãos Temp Stor

Leia mais

Teoria Princípio do Capacitor

Teoria Princípio do Capacitor Teoria Princípio do Capacitor Um capacitor consiste de dois pratos eletrodos isolados de cada lado por um dielétrico médio. As características de um capacitor são dependentes da capacitância e da tensão.

Leia mais

TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER

TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER TSA/TDA DIFUSOR PARA LUMINÁRIA TROFFER TSA/TODA DIFUSORES PARA LUMINÁRIAS O conjunto de difusão de ar completamente embutido, contribui para um visual leve e sem distorções. Sua flexibilidade própria,

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE

CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE ACADÊMICOS: ANDERSON GOMES EVERSON SCHWAB JOSÉ OSMAR GERSON NESTOR DE SOUZA Dados Históricos Data do século 17, utilizadas

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 10 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 31 A principal diferença entre um ferro fundido e um aço (aço carbono) é o teor de carbono. Portanto os percentuais de carbono nestes elementos são: Ferro

Leia mais

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Nem sempre as unidades geradoras

Leia mais

correas UNIPLY Funcionamento das Correias Elevadoras Componentes de um Elevador de Correias a Canecas Referências:

correas UNIPLY Funcionamento das Correias Elevadoras Componentes de um Elevador de Correias a Canecas Referências: Funcionamento das Correias Elevadoras Componentes de um Elevador de Correias a Canecas Os elevadores de correias a caçambas são os equipamentos mais comuns e econômicos para o movimento vertical de materiais

Leia mais

Lista 04. F.02 Espelhos Planos e Esféricos

Lista 04. F.02 Espelhos Planos e Esféricos F.02 Espelhos Planos e Esféricos 2º Série do Ensino Médio Turma: Turno: Vespertino Lista 03 Lista 04 Questão 01) Obedecendo às condições de Gauss, um espelho esférico fornece, de um objeto retilíneo de

Leia mais

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Pedro Feres Filho São Paulo, Brasil e-mail: pedro@pasa.com.br 1- Resumo Este trabalho teve como objetivo apresentar

Leia mais

c = c = c =4,20 kj kg 1 o C 1

c = c = c =4,20 kj kg 1 o C 1 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO TESTE INTERMÉDIO - 2014 (VERSÃO 1) GRUPO I 1. H vap (H 2O) = 420 4 H vap (H 2O) = 1,69 10 3 H vap (H 2O) = 1,7 10 3 kj kg 1 Tendo em consideração a informação dada no texto o calor

Leia mais

UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga

UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga 16 Valores Introdução No âmbito da ufcd 5811 Sistemas de transporte e elevação de cargas, foi-nos

Leia mais

As esteiras porta cabos Selftrak proporcionam movimentação eficiente e segura de cabos e mangueiras

As esteiras porta cabos Selftrak proporcionam movimentação eficiente e segura de cabos e mangueiras APRESENTAÇÃO As esteiras porta cabos Selftrak proporcionam movimentação eficiente e segura de cabos e mangueiras em unidades móveis de máquinas e equipamentos. Protegem cabos e mangueiras contra abrasão,

Leia mais

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS CAPÍTULO 2: ESQUEMA GERAL DA TUBULAÇÃO TELEFÔNICA. RECOMENDAÇÕES A tubulação telefônica é dimensionada em função da quantidade de pontos telefônicos previsto para cada parte do edifício. Cada ponto telefônico

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO. 1 Alimentador

DESCRITIVO TÉCNICO. 1 Alimentador DESCRITIVO TÉCNICO Nome Equipamento: Máquina automática para corte de silício 45º e perna central até 400 mm largura Código: MQ-0039-NEP Código Finame: *** Classificação Fiscal: 8462.39.0101 1 Alimentador

Leia mais

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Índice 1. Obras de infra-estrutura... 2 2. Base de concreto do Pivô... 2 3. Base de concreto da motobomba... 3 4. Casa de bombas... 4 5. Valeta da adutora...

Leia mais

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 - nova geração com moderna tecnologia Os tornos automáticos CNC de carros múltiplos Ergomat TBA 42 e TBA 60 se tornaram mais versáteis e produtivos

Leia mais

Pneumática. Exercícios de dimensionamento de redes de ar comprimido. Automação. 3.ª Edição. Publindústria

Pneumática. Exercícios de dimensionamento de redes de ar comprimido. Automação. 3.ª Edição. Publindústria Exercícios de dimensionamento de redes de ar comprimido Automação Pneumática.ª Edição Adriano Almeida Santos. António Ferreira da Silva Publindústria metros 100 metros Dimensionamento de redes de ar comprimido

Leia mais

Sistemas para Estacionamento e Vagas de Garagem DUPLIKAR. Projetamos e desenvolvemos inúmeras soluções para estacionamentos.

Sistemas para Estacionamento e Vagas de Garagem DUPLIKAR. Projetamos e desenvolvemos inúmeras soluções para estacionamentos. A Empresa A Duplikar é representante autorizado da marca Engecass, queremos apresentar uma solução caso tenha necessidades de aumentar suas vagas de garagem. A Engecass é uma indústria Brasileira, fabricante

Leia mais

A pista de fórmula 1 para recipientes

A pista de fórmula 1 para recipientes A pista de fórmula 1 para recipientes Ele alcança altas velocidades e é impressionante devido a sua alta performance e eficiência: o sistema para transporte de recipientes HEUFT conveyor é uma verdadeira

Leia mais

Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha Cursos Eletrônica e Mecânica. Projeto Eólico

Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha Cursos Eletrônica e Mecânica. Projeto Eólico Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha Cursos Eletrônica e Mecânica Projeto Eólico DARLAN ROSA DA SILVA GUILHERME GRÜN GUILHERME LEMOS DE CAMPOS PEDRO HEPS ORIENTADORES: FÍSICA E PROJETOS

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002. Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior. Goulds Pumps

BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002. Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior. Goulds Pumps BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002 Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior Goulds Pumps Goulds Modelos 5150/VJC Bombas cantiléver verticais Projetadas para lidar com lamas corrosivas

Leia mais

PONTES ROLANTES VASTEC VIGA SIMPLES. Para cada caso, um projeto eficiente. VASTEC. Equipamentos Industriais Ltda.

PONTES ROLANTES VASTEC VIGA SIMPLES. Para cada caso, um projeto eficiente. VASTEC. Equipamentos Industriais Ltda. PONTES ROLNTES VIG SIMPLES Para cada caso, um projeto eficiente. s Pontes Rolantes Viga Simples possuem capacidade variando de 0,5 a 10 toneladas com vãos de 5 até 25 metros. São fabricadas também pontes

Leia mais

Barramentos Blindados em Geral

Barramentos Blindados em Geral Barramentos Blindados em Geral Os Barramentos Blindados da Wampfler, são sistemas seguros para a eletrificação de consumidores móveis, utilizados mundialmente em instalações de transporte, máquinas e equipamentos

Leia mais

Robustez e alta velocidade com a garantia de cortes de alta precisão.

Robustez e alta velocidade com a garantia de cortes de alta precisão. METAL MECÂNICA AUTOCUT 4.0P HDX/2HDX Robustez e alta velocidade com a garantia de cortes de alta precisão. AutoCut 4.0P HDX/2HDX A AutoCut 4.0P é uma máquina CNC para corte de chapas de aço-carbono, aço

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 3 CONDUÇÃO DE ÁGUA 3.1 CONDUTOS LIVRES OU CANAIS Denominam-se condutos

Leia mais

TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA. VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares)

TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA. VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares) TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares) Nota Introdutória Este documento é um anexo ao livro Tecnologia Mecânica Tecnologia da Deformação

Leia mais

Visão geral do Guia de seleção do limitador de torque. Limitadores de torque Autogard Guia de seleção

Visão geral do Guia de seleção do limitador de torque. Limitadores de torque Autogard Guia de seleção Visão geral do Guia de seleção do limitador de torque Limitadores de torque Guia de seleção Limitadores de torque Há mais de 80 anos, a tem sido líder no setor de proteção contra sobrecargas em equipamentos,

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Aplicação de Metodologia de Testes de Desempenho de Monitores Portáteis. de Radiação. V. Vivolo, L.V.E. Caldas

Aplicação de Metodologia de Testes de Desempenho de Monitores Portáteis. de Radiação. V. Vivolo, L.V.E. Caldas Aplicação de Metodologia de Testes de Desempenho de Monitores Portáteis de Radiação V. Vivolo, L.V.E. Caldas Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, Comissão Nacional de Energia Nuclear, P.O. Box

Leia mais

MUFFATO. www.muffatopresse.com

MUFFATO. www.muffatopresse.com MUFFATO Prensas Mecânicas www.muffatopresse.com As prensas MUFFATO, geradas por uma experiência de décadas no setor da estamparia seriada de peças estampadas de pequenas dimensões, foram projetadas e fabricadas

Leia mais

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES OBRA: ESTACIONAMENTOS DO COMPLEXO MULTIEVENTOS E CAMPUS DE JUAZEIRO CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES 1/5 PISOS EXTERNOS Pavimentação em Piso Intertravado de Concreto Conforme delimitado

Leia mais

γ = 5,0m/s 2 2) Cálculo da distância percorrida para a velocidade escalar reduzir-se de 30m/s para 10m/s. V 2 2

γ = 5,0m/s 2 2) Cálculo da distância percorrida para a velocidade escalar reduzir-se de 30m/s para 10m/s. V 2 2 OBSERVAÇÃO (para todas as questões de Física): o valor da aceleração da gravidade na superfície da Terra é representado por g. Quando necessário, adote: para g, o valor 10 m/s 2 ; para a massa específica

Leia mais

Wampfler - Tecnologia mundial

Wampfler - Tecnologia mundial Wampfler - Tecnologia mundial Qualidade, tecnologia e assistência técnica Em todo o mundo, a Wampfler está a sua disposição com seus funcionários e inúmeras representações. Juntamente com nossos clientes,

Leia mais

COTIP Colégio Técnico e Industrial de Piracicaba (Escola de Ensino Médio e Educação Profissional da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba)

COTIP Colégio Técnico e Industrial de Piracicaba (Escola de Ensino Médio e Educação Profissional da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba) 1 MOENDAS 1. Moendas Conjunto de 04 rolos de moenda dispostos de maneira a formar aberturas entre si, sendo que 03 rolos giram no sentido horário e apenas 01 no sentido antihorário. Sua função é forçar

Leia mais

Paredes Diafragma moldadas in loco

Paredes Diafragma moldadas in loco Paredes Diafragma moldadas in loco Breve descrição das etapas executivas Introdução A parede diafragma moldada in loco é um elemento de fundação e/ou contenção moldada no solo, realizando no subsolo um

Leia mais

Megabloc Manual Técnico

Megabloc Manual Técnico Bomba Padronizada Monobloco Manual Técnico Ficha técnica Manual Técnico Todos os direitos reservados. Os conteúdos não podem ser divulgados, reproduzidos, editados nem transmitidos a terceiros sem autorização

Leia mais

Especifi cação Técnica. Pavimentadora de Concreto SP 92 / SP 92 i

Especifi cação Técnica. Pavimentadora de Concreto SP 92 / SP 92 i Especifi cação Técnica Pavimentadora de Concreto SP 92 / SP 92 i Especifi cação Técnica Pavimentadora de Concreto SP 92 SP 92 i Vibradores e circuitos Vibração hidráulica Vibração elétrica Vibradores de

Leia mais

EMTV MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DESDE 1956

EMTV MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DESDE 1956 EMTV Elevador de manutenção telescópico vertical MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO ZELOSO DESDE 1956 PREFÁCIO APLICAÇÃO: Este manual contém informações para a operação e manutenção, bem como uma lista ilustrada

Leia mais

Ensaios não-destrutivos

Ensaios não-destrutivos Universidade Estadual de Maringá Departamento de Engenharia Mecânica Ensaios não-destrutivos Prof. Dr. Fábio Lúcio Santos => Partículas Magnéticas => Líquidos Penetrantes Partículas Magnéticas => O ensaio

Leia mais

18 a QUESTÃO Valor: 0,25

18 a QUESTÃO Valor: 0,25 6 a A 0 a QUESTÃO FÍSICA 8 a QUESTÃO Valor: 0,25 6 a QUESTÃO Valor: 0,25 Entre as grandezas abaixo, a única conservada nas colisões elásticas, mas não nas inelásticas é o(a): 2Ω 2 V 8Ω 8Ω 2 Ω S R 0 V energia

Leia mais

MISTURADORES E AGITADORES ALIMENTÍCIOS

MISTURADORES E AGITADORES ALIMENTÍCIOS MISTURADORES E AGITADORES ALIMENTÍCIOS A mistura de um produto alimentício pode ser definida como uma operação durante a qual se efetua a combinação uniforme de vários componentes de uma formulação. A

Leia mais

Gama de Produto Compressores de Ar.

Gama de Produto Compressores de Ar. Gama de Produto Compressores de Ar. 3 Eficiência Energética nas Estradas. Com os Compressores de Ar da Voith. Desde a localização histórica para a indústria automóvel Zschopau, Saxónia, a Voith desenvolve

Leia mais

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça.

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. fls. 1/5 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos

Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos Suzana Kahn Ribeiro Programa de Engenharia de Transportes COPPE/UFRJ IVIG Instituto Virtual Internacional de Mudanças Climáticas Estrutura

Leia mais

IP 02/2004 CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS

IP 02/2004 CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS 1. OBJETIVO O objetivo desde documento é apresentar as diretrizes para a classificação de vias em função do tráfego, da geometria e do uso do solo do entorno de vias urbanas da Prefeitura do Município

Leia mais

Especifi cação técnica Pavimentadora de Concreto SP 850

Especifi cação técnica Pavimentadora de Concreto SP 850 Especifi cação técnica Pavimentadora de Concreto SP 850 Especificação técnica Pavimentadora de concreto SP 850 Vibradores e circuitos Vibração elétrica 24 conexões Vibradores acionados eletricamente Curvos

Leia mais

REF: Layout Elevadores e Torre Metálica Elaboração de Anteprojeto de torre metálica para instalação de 02(dois) elevadores panorâmicos

REF: Layout Elevadores e Torre Metálica Elaboração de Anteprojeto de torre metálica para instalação de 02(dois) elevadores panorâmicos Porto Alegre, 18 de junho de 2012. A Assembleia Legislativa do RS Porto Alegre, RS REF: Layout Elevadores e Torre Metálica Elaboração de Anteprojeto de torre metálica para instalação de 02(dois) elevadores

Leia mais

Estruturas Metálicas. Módulo V. Torres

Estruturas Metálicas. Módulo V. Torres Estruturas Metálicas Módulo V Torres APLICAÇÕES ESTRUTURAIS - TORRES Introdução Neste capítulo são abordadas as estruturas não classificadas como de edificações nem como de obras de arte, já abordadas

Leia mais

Operação Unitária de Centrifugação

Operação Unitária de Centrifugação UFPR Setor de Ciências da Saúde Curso de Farmácia Disciplina de Física Industrial Operação Unitária de Centrifugação Prof. Dr. Marco André Cardoso Centrifugação Operação unitária com a principal finalidade

Leia mais

Linha de Pavimentadoras SD Dynapac

Linha de Pavimentadoras SD Dynapac Linha de Pavimentadoras SD Dynapac Dynapac SD2500C / SD2500CS - Esteiras Dynapac SD2500W / SD2500WS - Rodas Nova linha de pavimentadoras D inovação e alta performance a se necessidades de sua obra. IMPACTO

Leia mais

Projeto de Rede Telefônica

Projeto de Rede Telefônica Projeto de Rede Telefônica Prof. Manoel Henrique Sequencia Definições e materiais. Caixas de distribuição Blocos de terminais Caixas de passagem Tubulação Entrada Primária Secundária Cabos telefônicos

Leia mais

Aproveitamento de potência de tratores agrícolas *

Aproveitamento de potência de tratores agrícolas * Aproveitamento de potência de tratores agrícolas * 1. Introdução Uma das principais fontes de potência, responsáveis pela alta produção agrícola com significante economia de mão-de-obra, é o trator agrícola.

Leia mais

FIS-14 Lista-05 Setembro/2012

FIS-14 Lista-05 Setembro/2012 FIS-14 Lista-05 Setembro/2012 1. A peça fundida tem massa de 3,00 Mg. Suspensa em uma posição vertical e inicialmente em repouso, recebe uma velocidade escalar para cima de 200 mm/s em 0,300 s utilizando

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTADORES CONTINUOS

SISTEMAS DE TRANSPORTADORES CONTINUOS Consiste na movimentação constante entre dois pontos pré-determinados. d São utilizados em mineração, indústrias, terminais de carga e descarga, terminais de recepção e expedição ou em armazéns. Esteiras

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

Pregão 003/2006 Alteração 01 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES

Pregão 003/2006 Alteração 01 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES Pregão 003/2006 Alteração ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES ITEM O1 Sistema de arquivamento composto de módulos de arquivos deslizantes, com acionamento

Leia mais

11º SBA SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL 27 E 28 DE OUTUBRO DE 2010 IMPUREZAS DA CANA

11º SBA SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL 27 E 28 DE OUTUBRO DE 2010 IMPUREZAS DA CANA 11º SBA SEMINÁRIO BRASILEIRO AGROINDUSTRIAL 27 E 28 DE OUTUBRO DE 2010 IMPUREZAS DA CANA IMPUREZAS DA CANA SEPARAÇÃO DAS IMPUREZAS EM MESA E ESTEIRA DE CANA PICADA POTÊNCIAS INSTALADAS E CONSUMIDAS EFICIÊNCIA

Leia mais

Lista 4. 2 de junho de 2014

Lista 4. 2 de junho de 2014 Lista 4 2 de junho de 24 Seção 5.. (a) Estime a área do gráfico de f(x) = cos x de x = até x = π/2 usando quatro retângulos aproximantes e extremidades direitas. Esboce os gráficos e os retângulos. Sua

Leia mais

Armazenamento de energia

Armazenamento de energia Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica 3 º. trimestre, 2015 A energia solar é uma fonte de energia dependente do tempo. As necessidades de energia

Leia mais

Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente

Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente Fornecedor: Tipo Descrição Página -13 Introdução -01-01 + 02 Aplicação dos bicos especiais -02-01 Resistências para bicos 10 Resistência

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 15/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 15/2011 Instrução Técnica nº 15/2011 - Controle de fumaça Parte 3 Controle de fumaça natural em indústrias... 331 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo

Leia mais

Sistemas de Bombeamento Através de Energia Solar

Sistemas de Bombeamento Através de Energia Solar Sistemas de Bombeamento Através de Energia Solar Introdução Uma das vantajosas aplicações para energia solar é o bombeamento d água. Em sistemas que requerem bombeamento constante ou durante o período

Leia mais

Realizando o ensaio de ultra-som

Realizando o ensaio de ultra-som Realizando o ensaio de ultra-som A UU L AL A Na aula anterior, você ficou sabendo que o ultra-som é uma onda mecânica que se propaga de uma fonte emissora até uma fonte receptora, através de um meio físico.

Leia mais

Questão 57. Questão 59. Questão 58. alternativa D. alternativa C

Questão 57. Questão 59. Questão 58. alternativa D. alternativa C OBSERVAÇÃO (para todas as questões de Física): o valor da aceleração da gravidade na superfície da Terra é representada por g. Quando necessário adote: para g, o valor de 10 m/s 2 ; para a massa específica

Leia mais

Dispositivo de ancoragem com braço giratório SkyORB TM

Dispositivo de ancoragem com braço giratório SkyORB TM Dispositivo de ancoragem com braço giratório SkyORB TM Descrição O Miller SkyORB TM é um dispositivo de ancoragem portátil com braço giratório especialmente projetado para sistemas de elonamento, carregamento/

Leia mais

Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos

Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos thinkmotion Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos Os analisadores médicos são elementos fundamentais do setor de diagnósticos médicos. São ferramentas versáteis

Leia mais

EXERCÍCIO PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFÍCIOS

EXERCÍCIO PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFÍCIOS EXERCÍCIO PROJETO DO CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFÍCIOS Você foi incumbido do planejamento da execução do edifício habitacional, constituído por um subsolo, um pavimento térreo e oito pavimentos tipo, com

Leia mais

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode. Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.com/blog/ Referência Bibliográfica Hibbeler, R. C. Resistência de materiais.

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Tópicos Abordados Grupo Moto-Propulsor. Motores para a Competição AeroDesign. Características das Hélices. Modelo Propulsivo.

Leia mais

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS 5101

Leia mais

Telecurso 2000 Processos de fabricação Peça; Retalho; Tira.

Telecurso 2000 Processos de fabricação Peça; Retalho; Tira. Conjunto de processos: Corte, Dobramento/curvamento (calandragem), Embutimento (estamp. profunda), Cunhagem, Perfilamento, Repuxamento. Processo a frio, Produto acabado, Matéria prima laminada, Forma volumétrica,

Leia mais

Eficiência Energética Chocolates Garoto

Eficiência Energética Chocolates Garoto Eficiência Energética Chocolates Garoto 1 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA Nome fantasia: Chocolates Garoto Ramo de atividade: Alimentício Localização: Vila Velha / ES Estrutura tarifária: Horo-sazonal Azul

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 3 CONTROLE DE FUMAÇA NATURAL EM INDÚSTRIAS, DEPÓSITOS

Leia mais

TÍTULO: GERADOR DE INDUÇÃO COMO ALTERNATIVA DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

TÍTULO: GERADOR DE INDUÇÃO COMO ALTERNATIVA DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA TÍTULO: GERADOR DE INDUÇÃO COMO ALTERNATIVA DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA JARAGUÁ DO SUL

Leia mais

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS UMA EXPERIÊNCIA PRÁTICA Luciano Pereira da Silva Francisco

Leia mais

PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO

PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO Amanda Alves PEIXOTO 1 Chelinton Silva SANTOS 1 Daniel Moreira da COSTA 1 Rosângela Chaves dos Santos GUISELINI 1 Eduardo Tambasco MONACO 2 RESUMO Este trabalho visa

Leia mais

MANUSEIO DE SUCATA MEMBRO DA BIR

MANUSEIO DE SUCATA MEMBRO DA BIR MANUSEIO DE SUCATA MEMBRO DA BIR MENOR CUSTO OPERACIONAL, CICLOS DE TRABALHO MAIS CURTOS, MAIS FÁCIL DE OPERAR... O E do E-Crane não significa apenas EQUILÍBRIO ele também representa: Operação Elétrica

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 2011 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Um varal de roupas foi construído utilizando uma haste rígida DB de massa desprezível, com

Leia mais

Iluminando com Luz Fria

Iluminando com Luz Fria 1 Fonte: Lumatek Iluminação http://www.luzfria.com.br/web/catalogo/tutorial_iluminando_lf.htm Iluminando com Luz Fria As lâmpadas fluorescentes são uma eficiente fonte de luz, com qualidades que nenhum

Leia mais

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE INDÍCE 1- Introdução/ Objectivos... 2- Análise Granulométrica... 2.1- Introdução e descrição dos ensaios... 2.2- Cálculos efectuados, resultados encontrados e observações... 2.3- Conclusão... 3- Ensaio

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS

ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS AULA 04 ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS Prof. Felipe Brasil Viegas Prof. Eduardo Giugliani http://www.feng.pucrs.br/professores/giugliani/?subdiretorio=giugliani 0 AULA 04 INSTABILIDADE GERAL DE EDIFÍCIOS

Leia mais

MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0

MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0 1 SSC MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0 ANDAIME FACHADEIRO CONTRATANTE: Nopin Brasil Equipamentos para Construção Civil Ltda ENDEREÇO: Rodovia RS 122 nº 7470 Pavilhões 10 e 11 95110-310 Caxias do Sul - RS

Leia mais

SISTEMAS TRANSPORTADORES DE CAIXAS

SISTEMAS TRANSPORTADORES DE CAIXAS SISTEMAS TRANSPORTADORES DE CAIXAS Sistemas transportadores de caixas Com mais de um século de experiência e centenas de instalações, os equipamentos, o software e os controles dos transportadores de caixas

Leia mais

PROJETO GERADOR EÓLICO

PROJETO GERADOR EÓLICO FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA PROJETO GERADOR EÓLICO RAFAEL RODRIGUES DOS SANTOS, 29 (3123) BRUNNO ALVES DE ABREU, 4 (4123)

Leia mais

Sistema de Tensionamento de Correias SKF. A forma da SKF apoiar a transmissão Fácil Rápido Repetitivo

Sistema de Tensionamento de Correias SKF. A forma da SKF apoiar a transmissão Fácil Rápido Repetitivo Sistema de Tensionamento de Correias SKF A forma da SKF apoiar a transmissão Fácil Rápido Repetitivo Sistema de Tensionamento de Correias SKF Uma solução inovadora para as transmissões por correias É sabido

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Introdução Vamos abordar aqui meios de armazenagem para melhor aproveitar o Pé direito, equipamentos que facilite movimentação em armazenagem

Leia mais

O tornado de projeto é admitido, para fins quantitativos, com as seguintes características [15]:

O tornado de projeto é admitido, para fins quantitativos, com as seguintes características [15]: 4 Tornado de Projeto O tornado de projeto é admitido, para fins quantitativos, com as seguintes características [15]: Tornado do tipo F3-médio; Velocidade máxima de 233km/h = 64,72m/s; Velocidade translacional

Leia mais

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM Tarefas Envolvidas no Projeto de Operações de Usinagem: Planejamento do roteamento operações para fabricar uma peça ordem lógica Instruções suficientemente detalhadas para execução da usinagem? Projeto

Leia mais

DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE DA CASA DE LIXO

DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE DA CASA DE LIXO DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE DA CASA DE LIXO A entrada do processo é feita no protocolo da EMSURB localizada na portaria do Parque da Sementeira. Após a análise é fornecida a DECLARAÇÃO E O PARECER TÉCNICO

Leia mais

GUIÃO TÉCNICO COMPACTADORES DE ASFALTO. www.construlink.com. Copyright 2003 - Construlink.com - Todos os direitos reservados.

GUIÃO TÉCNICO COMPACTADORES DE ASFALTO. www.construlink.com. Copyright 2003 - Construlink.com - Todos os direitos reservados. GUIÃO TÉCNICO COMPACTADORES DE ASFALTO FICHA TÉCNICA STET Nº 10 Nº de pág.s: 5 8 de Agosto de 2003 www.construlink.com COMPACTADORES DE ASFALTO CB-214D, CB-224D, CB-225D, CB-334D e CB-335D A família de

Leia mais