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1 Apoio: Linux SP, CDI São Paulo, sampa.org e RITS GNU/LINUX e aplicativos livres nos Telecentros Gnome Interface Gráfica Galeon Navegador Web Internet / Webmail GPaint Desenhos Digitais Curso de Informática Livre OpenOffice.org Textos e Planilhas Coordenadoria do Governo Eletrônico 1

2 2 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

3 GNU/LINUX e Aplicativos Livres nos Telecentros Obra redigida e organizada por: Coord. do Governo Eletrônico e Linux SP Apoio: RITS e CDI - São Paulo Versão São Paulo, Agosto de 2002 Sistema Operacional GNU/Linux Red Hat Interface Gráfica Gnome GPaint Navegador Galeon Internet OpenOffice.org Esta obra pode ser reproduzida e distribuída parcial ou integralmente desde que citada a fonte. Material Copyleft. Venda proibida. Coordenação: Sérgio Amadeu da Silveira / Edição: João Cassino Tel: (11) / Fax: (11) Coordenadoria do Governo Eletrônico 3

4 4 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

5 Aprender para ser Livre Esta apostila é resultado de um grande esforço coletivo. Ela é a primeira versão de um curso pioneiro e inovador. Com ela você irá aprender informática básica e ao mesmo tempo irá saber que no computador podemos usar inúmeras linguagens e programas. Nada nos obriga a ficarmos aprisionados a um modelo, a um programa ou a uma empresa. Nosso curso faz parte do Programa de Inclusão Digital da Prefeitura de São Paulo. Com ele queremos usar as tecnologias de informação para combater a pobreza, a desigualdade e ampliar a cidadania. Sabemos que a tecnologia tem gerado mais desigualdade do que oportunidades. O papel dos governos democráticos é reverter este quadro. No mundo atual, existem aqueles que têm acesso as mais modernas e velozes formas de comunicação e de processamento de informações enquanto a maioria da população é lançada em um estado de analfabetismo digital. Como as novas tecnologias ampliam a inteligência humana, não podemos permitir que a desigualdade seja ampliada a ponto de gerar um fosso intransponível, uma sociedade de pessoas que sabem organizar as informações para gerar conhecimento ao lado de pessoas de segunda categoria que mal conhecem as possibilidades da telemática. cidade e não para aprisioná-las. Por isso, você aprenderá a usar o computador com softwares livres e nãoproprietários. Terceiro, estaremos construindo uma das maiores redes de usuários de GNU/Linux do planeta o que incentivará o surgimento e o desenvolvimento de empresas locais que produzam novos aplicativos para software livre. Além disso, deixaremos de enviar royalties ao exterior como pagamento de licenças pelo uso de programas proprietários. Esta apostila será reproduzida e melhorada no espírito do software livre. Poderá ser copiada, alterada e enviada a todos que necessitem dos conhecimentos nela contidos, bastando para tal citar a sua fonte original. Por fim, nosso curso de informática básica mais do que ensinar o caminho das pedras quer ser um instrumento democratizador. Queremos formar pessoas capazes de pensar a diversidade. Buscamos alertar que na era da informação o mais importante é aprender a sempre aprender. Recusamos formar prisioneiros de um único software, muito menos queremos criar um exército de reféns do adestramento acrítico de programas de propriedade de algum monopólio mundial. Acreditamos na inteligência coletiva e compartilhada, defendemos a educação para a cidadania e para a liberdade. Somos defensores do software livre. Aqui estamos fazendo três apostas. A primeira é por acreditarmos que as tecnologiasdeinformação também podem ser usadas para reduzir a desigualdade. A segunda, é que a informática deve ser usada para libertar e dar autonomia às pessoas de nossa Sérgio Amadeu da Silveira Coordenador do Governo Eletrônico Coordenadoria do Governo Eletrônico 5

6 A 3ª onda da inclusão digital Estamos olhando de frente para a terceira onda da Inclusão Digital. Muita gente ainda nem chegou na primeira, eu sei, mas o que posso fazer? A Terceira Onda chegou e é melhor a gente entender isso melhor. Primeiro vieram as empresas e a clareza de que quem não soubesse usar um computador não iria entrar ou participar do mercado de trabalho. Ou se sabe usar computador ou não se tem emprego. As escolas de informática populares proliferaram e todos escolas particulares, rede pública, departamento de treinamento das empresas, ONG s, associações comunitárias, etc. passaram a, de alguma forma, oferecer este treinamento, essa qualificação tecnológica. As vezes com conteúdo puramente instrumentador, às vezes sob o manto da discussão de cidadania, mas sempre tendo a tecnologia como centro do assunto e periferia da transformação. Depois, logo em seguida, descobriuse que auxiliar a entrada no mundo do trabalho era apenas parte do potencial inclusivo da tecnologia. A tecnologia ganha um novo uso. Ela passa a ser uma grande aliada nos processos de combate à exclusão social, de forma abrangente, democratizando a informação, possibilitando que pessoas e grupos se comuniquem e se fortaleçam através da Internet, que o conhecimento possa ser adquirido e difundido de uma forma nova, sob novo paradigma de concentração, distribuição e poder. Neste momento criamse os Telecentros, ou centros públicos de acesso à Internet, patrocinados por ONG s e pelas diversas instâncias do poder público. Com maior ou menor eficiência, todos acabam por cumprir o seu objetivo. Os que não provocam, também não impedem a integração, a busca e acumulação de conhecimento. Mas eis que fica claro que isso não é o suficiente. Que estamos incluindo, sim, mas onde? Em um padrão tecnológico e de direitos de uso que impede que a essência de nossos programas de inclusão digital seja levada a cabo. Passamos a enfrentar um paradoxo. A tecnologia que nos incentiva a democratizar a informação não é democrática. A tecnologia que nos possibilita adquirir, difundir e produzir novo conhecimento nos proíbe quando esse conhecimento é sobre ela mesma. Nosso discurso fica irremediavelmente distante de nossos atos. A terceira onda da Inclusão Digital nasce quando esse paradoxo é rompido. É imperativo que a tecnologia democratizante seja ela mesma democrática. 6 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

7 É aqui que entram em cena os sistemas e aplicativos de código aberto, representados pelo GNU/Linux e pelos milhares de programas e centenas de milhares de programadores que o tornam uma tecnologia exemplar. Agora, mesmo apenas como usuário, usando sua capacidade de criticar, elogiar, reportar falhas e acertos dos sistemas usados, cada cidadão de São Paulo, frequentador dos telecentros com sistemas de código aberto, estará contribuindo com algo que será posteriormente dividido democraticamente com todos na forma de um produto melhor e mais adequado. Costumo dizer que a inclusão digital não pode ser vista como dar a uma comunidade o mero acesso à tecnlogia, mas que é um processo que deve passar pelo desenvolvimento das seguintes capacidades: usar a tecnologia em seu benefício, transformar a tecnologia existente para que lhe seja mais adequada e desenvolver a tecnologia que lhe seja totalmente adequada. Não vejo como isso possa ser possível sem o padrão de código aberto. Ricardo Kobashi CDI - Comitê para Democratização da Informática - São Paulo Coordenadoria do Governo Eletrônico 7

8 Promover e incentivar É evidente que a globalização trouxe uma série de benefícios para os habitantes do nosso planeta, mas também é verdade que aqueles que realmente vêm se beneficiando dela são os que possuem estrutura política, econômica e social: estamos falando de países desenvolvidos. Aos países mais pobres resta, quando muito, observar a avalanche de novas tecnologias que, em crescimento exponencial, privilegia poucos. A Internet, rede mundial de computadores, é um exemplo disso: a princípio chegou como solução para o desenvolvimento social em grande escala, dada sua potencialidade para a integração da informação, mas o que se vê hoje em dia não é bem isso; em termos tecnológicos até ultrapassou as expectativas a curto prazo, mas em termos sociais não. Atualmente, somente quem tem dinheiro para possuir um computador, pagar as mensalidades de um provedor, do serviço de conexão (como o telefone) e, em geral, pagar as licenças de um número esmagador de softwares proprietários pode, enfim, desfrutar das indiscutíveis potencialidades da Internet. Como resultado temos a verdadeira realidade: a exclusão de milhares de pessoas que poderiam se beneficiar das potencialidades dessa rede e não o fazem. A Linux SP, ONG que tem por missão promover e incentivar atividades de ensino, suporte e divulgação do sistema operacional GNU/Linux, identificou-se com o programa da prefeitura e colaborou com seu conhecimento para a socialização da informática na Terceira Onda da Inclusão Digital. Acreditamos que uma sociedade bem estruturada baseia-se também no acesso ao conhecimento acerca da informática. Esse conhecimento, que costuma ser aprisionado em sistemas proprietários mas é livre em sistemas abertos, agora pode ser encontrado e usado pela sociedade para que esta desenvolva sua própria tecnologia, buscando soluções para seus problemas. Por isso, os esforços dos colaboradores da Linux SP no projeto dos Telecentros, sempre focados nessa nova e real possibilidade de crescimento social, foram em desenvolver um ambiente estável, seguro, diversificado e acessível para atender as mais variadas necessidades que a comunidade possa ter, desde digitar um currículo até buscar notícias do Brasil e do mundo na Internet. Esperamos que a população faça bom uso desse novo espaço de crescimento pessoal e comunitário, e que os esforços da atual gestão da Prefeitura sejam bem apreciados pelas próximas administrações, de forma a dar continuidade a essa nova forma de liberdade social e tecnológica. Linux SP 8 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

9 Código aberto no Sampa.org Há dois anos nasceu o sampa.org como um projeto de inclusão digital, e seu nascimento partiu de conceitos bem discutidos e definidos sobre como deveria ser considerado o tema da Inclusão Digital. A concepção estrutural do projeto sampa.org está longe de gerar polêmicas: democratizar o acesso da população à informação e ao conhecimento através de um núcleo de telecentros e da construção de uma Rede Pública de Comunicação, espaços reais e virtuais de utilização intensiva, por parte dos cidadãos, das novas tecnologias de informação. O núcleo inicial desta Rede Pública de Comunicação e Informação é atualmente constituído por 10 telecentros instalados na sede de diferentes organizações da sociedade civil localizadas na Região de Capão Redondo. Hoje, somando-se os dez telecentros, a população local gera um número por volta de 15 mil horas mensais de acesso à Internet. Porém, permeando essa estrutura básica, sempre se manteve presente e atuante a idéia de que democratizar o acesso da população à informação e ao conhecimento seria a inclusão na sociedade do conhecimento, ou seja, uma sociedade na qual a estratificação é dada em função da capacidade de cada cidadão em operar com o conhecimento e de colocá-lo a serviço de seus interesses e suas necessidades. Portanto, o esforço colocado a serviço de um projeto de inclusão digital vai além da universalização do acesso, da alfabeti-zação digital e da capacitação em programas aos moldes das escolas de informática. Esse esforço deve contem-plar a universalização da capacidade de operar com o conhecimento, não de adquiri-lo e reproduzi-lo simplesmente, mas interpretá-lo e transformá-lo, possibilitando a contínua produção de conhecimento. Para isso visamos construir espaços democráticos de acesso às novas TICs, e assim nasceram os primeiros dez telecentros do sampa.org. Espaços de aprendizado coletivo, de vivência comunitária e de incremento da cidadania através da utilização da tecnologia. Mas somente isso não dá condições para que o projeto acima descrito se transforme em realidade. Embora a capacidade de operar o conhecimento seja visivelmente estimulada e desenvolvida através de projetos imaginados e efetuados pela própria comunidade, trabalhando hoje com dados e informações antes inacessíveis ou desorganizadas, expondo e discutindo idéias e experiências, alavancando e incrementando, através das novas tecnologias, trabalhos que fazem parte das necessidades coletivas e individuais, que encontram sua razão de ser na existência cotidiana de cada cidadão e de cada instituição envolvida nesse projeto. Mas há um limite de atuação para lidar com o conhecimento nesses Coordenadoria do Governo Eletrônico 9

10 operacional ou um processador de textos, e não aprender a utilizar aquele sistema ou aquele programa, é um processo de aprendizagem que privilegia o entendimento, a criação e a efetiva vivência da tecnologia, ao invés da repetição automática, é descobrir e refletir sobre a essência, libertando-se do encarceramento de possibilidades que opções prédefinidas encerram em si. Não se trata apenas do acesso, mas sim do uso da tecnologia e de seu desenvolvimento em busca de novas adequações e em prol das necessidades e projetos cotidianos dos novos incluídos. Hoje o gerenciamento da conexão da rede de telecentros do sampa.org já é feito em GNU/Linux, uma ação desenvolvida pela equipe de suporte técnico, do Centro Universitário Adventista. Com o apoio da Coordenadoria do Governo Eletrônico da Prefeitura de São Paulo, todos os telecentros estarão trabalhando com GNU/Linux, com monitores capacitados para a orientação e o estímulo dos usuários. Daí certamente surgirão novos projetos, com maior capacidade de adequação à realidade dos cidadãos locais, libertos de uma das mais profundas barreiras ao acesso tecnológico. Rodrigo Ortiz Assumpção Diretor Executivo do Sampa.org 10 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

11 A importância dos Telecentros Estamos em processo de globalização. Globaliza-se a produção industrial, as transações financeiras e os instrumentos de trabalho e lazer, do celular ao computador. Globalizam-se as relações humanas dos que podem ter acesso à Internet e viajar ao exterior. Enquanto isso, perpetuam-se e ampliam-se as desigualdades. O Brasil exporta aviões e não é capaz de dar saneamento digno a seus cidadãos. A globalização globaliza os custos, já que com ela importam-se as tecnologias, métodos e processos para produzir a maioria dos bens e serviços privados e públicos. Hoje custa quase o mesmo manter um grande hospital em São Paulo ou em Los Angeles, ou produzir água potável no Rio ou em Paris. A globalização, no entanto, não democratiza os benefícios. Continuamos sem saneamento adequado, nossa saúde e educação públicas estão em frangalhos, há desemprego elevado e pagam-se salários miseráveis para a maioria da população. Enquanto isso, a globalização amplia cada vez mais a quantidade de necessidades básicas. Agora, além da TV e do telefone, é preciso também ter um computador conectado à Internet. Mas a maioria imensa das famílias brasileiras não pode pagar nem por um computador nem pelo custo do acesso à Internet. A chamada sociedade da informação é um espaço social, cultural, econômico e político de igualdade de oportunidades de acesso aos recursos de informação, bem como de inclusão digital genera-lizada ou seja, onde todos terão acesso às redes de informação e saberão como lidar com seus instrumentos. Se não for assim, as tentativas de levar serviços governamentais e informações públicas aos cidadãos via Internet (componente do chamado egoverno ) beneficiarão apenas quem já tem acesso à Internet no Brasil, isso é menos de 10% da população em menos de 10% das cidades. Por outro lado, a modernização dos serviços públicos e privados utilizando a Internet como instrumento básico é inevitável uma das consequências da globalização. Fica assim claro que os que não têm acesso à Internet estarão cada vez mais distanciados dos benefícios dessa modernização, e que a efetiva democratização do acesso só será alcançada por uma política pública que possibilite igualdade de acesso efetivo às informações e serviços oferecidos via Internet. Não há como esperar que a iniciativa privada ofereça soluções abrangentes e de baixo custo. E as entidades civis sozinhas não têm recursos técnicos ou financeiros para assumir em escala significativa essa responsabilidade apesar da grande pressão exercida por algumas agências internacionais de desenvolvimento para que as entidades civis embarquem na montagem e manutenção de telecentros auto-susten-táveis. Sem apoio concreto de uma política pública, a maioria desses telecentros acaba fracassando por falta de recursos. Coordenadoria do Governo Eletrônico Resta, portanto, ao Estado 11 a

12 universalização de acesso oferecendo às comunidades de menos recursos os meios necessários para isso. No entanto, não se pode reproduzir o modelo dos países desenvolvidos um computador e conexão Internet para cada residência ou indivíduo. O Estado não tem recursos para isso e nem pode ampliar sua capacidade de arrecadar impostos para isso. As soluções têm que ser muito mais criativas e tomando em conta os escassos recursos disponíveis. É por essas razões que alguns governos, como a Prefeitura de São Paulo, estão adotando uma estratégia avançada de instalação de meios coletivos de universalização de acesso à Internet. A Prefeitura de São Paulo está montando telecentros geridos pela comunidade em áreas de baixa renda, preparando e contratando instrutores e operadores, produzindo material didático para o treinamento de usuários e oferecendo serviços básicos como correio eletrônico e acesso a sites WWW. de acesso pela comunidade, e conta para isso com parcerias com entidades civis, tanto locais que podem colaborar na manutenção e gestão dos telecentros e na criação de projetos inovadores de inclusão digital. Conta ainda com parcerias com organizações especialistas nacionais, como a Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits) que podem contribuir com suas especialidades na consolidação de serviços que tornem mais efetiva a apropriação cidadã desses bens públicos. Carlos A. Afonso Diretor de tecnologias - RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor São espaços onde vários computadores podem ser utilizados por milhares de cidadãos de cada comunidade, tanto para ter acesso à rede e utilizar serviços públicos e privados, como para ter sua identidade na Internet (um endereço de ) e até mesmo preparar e imprimir documentos. São locais que permitem a capacitação no uso básico das ferra-mentas de um computador e no uso efetivo dos serviços Internet. São verdadeiros centros comunitários de serviços e aprendizado. A Prefeitura compreende a importância da apropriação desses centros 12 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

13 INTRODUÇÃO Aprender para ser Livre...05 A 3ª onda da exclusão digital...07 Promover e incentivar...08 Código aberto no Sampa.org...09 A importância dos Telecentros Índice...13 Informática Livre...15 Partes do Computador...17 Como ligar e desligar...17 Usando identificação (Login) e senha...17 Teclado...18 I - INTERNET A rede mundial de computadores Formato de um domínio...19 Mas o que é um site?...19 O navegador Galeon...20 Carregando uma página Navegando no Portal da Prefeitura de São Paulo A Barra de Rolagem...22 Treinando o mouse com Internet...22 Treinando digitação com Internet...24 Procurando sites na Internet...25 Adicionando marcadores II - WEBMAIL O que é ?...28 Formato de um Webmail e-cidadania...28 Usuário e senha: entrando no webmail...29 Enviando uma mensagem...30 Recebendo uma mensagem...32 Organizando s em pastas...33 Criando pastas...33 Colocando s na pasta 'amigos'...34 Índice Trocando o nome de pastas de s Excluindo pastas...34 Alternando pastas...34 Encerrando o webmail...34 III - OPENWRITER O que é o OpenOffice.org?...36 O processador de textos...36 Fazendo um cartaz Tipos de letras...37 Mudando o tamanho das letras...38 Itálico, Negrito e Sublinhado...38 Alinhamento de texto...39 O 'Zoom'...39 Salvar o documento Fazendo um currículo...40 Abrindo um novo arquivo...40 Digitando o currículo...40 Modelo de currículo...41 Formatando o currículo...42 Pintando letras...42 Inserindo uma imagem...42 Criando tabelas...43 Movendo itens para dentro da tabela IV - OPENCALC O que é uma planilha eletrônica Apresentando o OpenCalc Inserindo dados Alinhamento de dados nas células...47 Pintando células...48 Fazendo cálculos simples Definindo a unidade de medida das células Definindo uma fórmula...50 Fazendo cálculos de média...51 Copiando fórmulas...52 Selecionando o formato para salvar o documento...52 Coordenadoria do Governo Eletrônico 13

14 Índice V - GPAINT Imagens digitais...53 Desenhando a bandeira do Brasil...53 VI - GNU/LINUX E GNOME O que é o GNU/Linux?...57 O que é o Gnome?...57 Arquivos...58 Pastas Pasta do usuário...59 Criando arquivos ou pastas...59 Renomeando arquivos ou pastas. 60 Movendo arquivos ou pastas...60 Colocando arquivos ou pastas no disquete...61 Apagando arquivos ou pastas Iniciando uma aplicação a partir do menu...63 Iniciando uma aplicação a partir do painel Alternando aplicativos abertos no painel Minimizar, maximizar e fechar uma janela Conceito de janela Redimensionando uma janela Desligando o computador...66 VII - COMPARAÇÃO DE SISTEMAS Gerenciador de arquivos...67 Processador de textos...68 Planilha eletrônica...69 Navegador de Internet...70 Desenhos digitais Linux e aplicativos livres nos Telecentros

15 Informática Livre SOBRE O CURSO DE INFORMÁTICA LIVRE O curso de Informática Livre trata do ensino da utilização básica de informática, suficiente para atender a população em suas principais necessidades. Os exemplos abordados no curso, como escrever um currículo e fazer um controle de notas, dão a dimensão da utilidade que a informática pode proporcionar. Além disso, também é ensinado 'Internet' e correio eletrônico, e como usar esses novos instrumentos de comunicação. POR QUE INFORMÁTICA LIVRE? Muitas vezes compramos programas (sofware) para computador sem saber o que estamos levando. A maioria dos softwares comerciais trazem junto uma licença de uso que significa que o consumidor tem apenas o direito de usar aquele programa, mas não pode empres-tar, copiar, instalar em outro computador ou vender, e se fizer estará cometendo um crime, mais conhecido como pirataria ; normalmente as pessoas não são informadas disso. Nos últimos anos tem surgido uma nova categoria de progra-mas, conhecida como Software Livre. Nesta categoria o usuário tem liberdade para fazer coisas simples como emprestar o programa para um amigo, instalar em outro micro, copiar, sem cometer infrações contra a lei. Como todo o curso é efetuado utilizando Software Livre, então foi adotada a terminologia Livre para representar a liberdade de utilização oferecida por esses programas. PROGRAMAÇÃO DO CURSO No curso será abordado o computador e suas partes, como ligar e desligar, e exercícios práticos com os aplicativos. Primeiramente, haverá aulas específicas sobre Internet e (correio ele-trônico), para depois ser estudado os aplicativos de escritório, como processador de textos, planilha eletrô-nica, além de um aplicativo para desenho. Todas as aulas terão tempo de uso livre do computador, para o usuário fazer o que desejar. Na última aula será abordada algumas semelhanças entre aplicativos livres e comerciais, bem como o aluno poderá praticar o que aprendeu. LIBERDADE EM INFORMÁTICA Na década de 80, quando começavam a surgir os primeiros computadores pessoais no Brasil, o conhecimento sobre informática estava a disposição da população; advogados, médicos, estudantes, etc. podiam desenvolver aplicativos de próprio punho, pois o universo dos computadores era mais democrático. Nos anos 90, esse conhecimento começou a sair da mãos Coordenadoria do Governo Eletrônico 15

16 do povo com a criação das interfaces gráficas. Apesar de serem mais intuitivas, o desenvolvimento era mais complicado, não somente por razões técnicas mas também legais, devido aos programas proprietários. Para se desenvolvedor aplicações gráficas era preciso usar conhecimento que não estava mais na mão da população, mas aprisionado em grandes oligopólios. Com a evolução do Software Livre (ou Free Software) a comunidade tem uma nova oportunidade para desenvolvedor programas, pois existem ferramentas de desenvolvimento livres e não há segredos que impeçam a aquisição de conhecimento sobre esses programas, pelo contrário, há inclusive suporte na lei. O que permite isso são as licenças livres, onde a GPL (Licença Pública Geral) é a mais conhecida, sendo parte do projeto GNU mantido pela Free Software Fundation; existem outros tipos de licenças livres que são comentadas na página inclusive em português. Algumas empresas usam a publicidade e o marketing para confundir a população e dizer que a tradução contextual do palavra free é gratuito, sendo que a tradução correta é livre. Esse tipo de equívoco deixa margem para algumas questões preconceituosas do tipo se é gratuito não é bom. Como exemplo de boas coisas gratuitas podemos colocar um sorriso, um abraço, os amigos, a natureza, etc., portanto, mesmo que free seja equivo-cadamente traduzido como gratuito, não há porque ter preconceitos sobre o uso de Software Livre. Para exercer essa liberdade em informática, existem a disposição muitas linguagens e ambientes de programação livres, podendo ser citados o Free Pascal, Glade, PHP, Perl/Tk, Visual TCL, PerlComposer entre outros. Com tantas ferramentas mais uma vez a comunidade pode desenvolver seu conhecimento em informática e produzir aplicativos para os mais diversos fins - padaria, estoque, loja de conveniência, etc. Como se não bastasse, essa liberdade infere em menor custo de aquisição de computadores pessoais, justamente por não ter os altos preços cobrados em lincenças proprietárias. Deste modo, o Software Livre é um dos pilares da Liberdade em Informática necessária para o desenvolvimento da nação brasileira. TELECENTROS Os Telecentros de São Paulo irão oferecer o curso de informática básica livre nas suas 19 unidades, localizadas em todas as regiões da cidade. Mais 81 unidades estarão em funcionamento até o final de O curso, totalmente gratuito, terá 12 horas, divididas em 6 dias. Para obter mais informações e saber qual o endereço do Telecentro mais próximo de sua residência acesse o website 16 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

17 O microcomputador (ou simplesmente computador) é o nosso instrumento de trabalho. Com ele escrevemos textos e fazemos pesquisas na Internet. Antes de começar a prática, vamos entender um pouco sobre ele. PARTES DO COMPUTADOR Partes do Computador O monitor é chamado de interface de saída, pois mostra as informações que sai dele para nós. Já o teclado e o mouse são chamados de interfaces de entrada, porque com eles passamos comandos para dentro do computador. Por exemplo, quando usamos um editor de texto e pressionamos a tecla A, registra-se uma entrada. Então, o monitor entende o comando e exibe A na tela No gabinete, que pode ser horizontal ou vertical, ficam os principais dispositivos eletrônicos do computador, como placa-mãe, placa de vídeo, proces-sador, etc. Esses dispositivos são os responsáveis pelo funcionamento geral. Tudo isso junto forma o que tecnicamente chama-se de hardware. descargas elétricas ou variações de tensão na rede elétrica pública. TECLADO O Teclado é o instrumento do computador que nos permite escrever e executar comandos variados. As teclas podem trazer letras do alfabeto, números, acentos, caracteres especiais ou funções específicas. No trabalho com textos é necessário um bom conhecimento do teclado e do funcionamento de teclas isoladas ou conjuntamente com outras. Praticamente tudo que se faz com o uso do mouse se faz também através do teclado. TECLA ESC (ESCAPE) Você pode pressionar ESC para sair de uma tarefa que esteja executando. Em muitas situações, para cancelar uma operação, pressionamos a tecla ESC. TECLA TAB A tecla provoca um salto à direita de oito caracteres. Conjuntamente com o uso do BACKSPACE, há um salto de oito caracteres à esquerda. Chamamos estes saltos de tabulação. COMO LIGAR E DESLIGAR TECLA CAPS LOCK Esta tecla permite que você insira texto Para se ligar o computador é aconselhável seguir alguns passos. Geralmente em letras maiúsculas (ASDFG) e minúsculas (asdfg). entre ele e a tomada está conectado um dispositivo chamado estabilizador, que TECLA SHIFT serve para proteger o computador de Pressione a tecla SHIFT junto com outra tecla para digitar uma letra em maiúsculo Coordenadoria do Governo Eletrônico ou um caractere especial que esteja na 17

18 TECLADO O Teclado é o instrumento do computador que nos permite escrever e executar comandos variados. As teclas podem trazer letras do alfabeto, números, acentos, caracteres especiais ou funções específicas. No trabalho com textos é necessário um bom conhecimento do teclado e do funcionamento de teclas isoladas ou conjuntamente com outras. Praticamente tudo que se faz com o uso do mouse se faz também através do teclado. TECLA ESC (ESCAPE) Você pode pressionar ESC para sair de uma tarefa que esteja executando. Em muitas situações, para cancelar uma operação, pressionamos a tecla ESC. TECLA TAB A tecla provoca um salto à direita de oito caracteres. Conjuntamente com o uso do BACKSPACE, há um salto de oito caracteres à esquerda. Chamamos estes saltos de tabulação. TECLA CAPS LOCK Esta tecla permite que você insira texto em letras maiúsculas (ASDFG) e minúsculas (asdfg). TECLA SHIFT Pressione a tecla SHIFT junto com outra tecla para digitar uma letra em maiúsculo ou um caractere especial que esteja na parte superior da tecla, como por exemplo um asterisco (*) ou um sinal de porcentagem (%). comando: isso vem mostrado do lado direito do menu de comandos. TECLA ALT A tecla ALT é comumente usada para servir de atalho para menus de comandos. TECLA BARRA DE ESPAÇOS Pressione esta tecla para inserir um espaço em branco. TECLAS DE FUNÇÃO Estas teclas (F1 a F12) permitem que você rapidamente execute tarefas específicas. Em muitos programas, você pode pressio-nar F1 para exibir informações de ajuda. TECLA BACKSPACE Esta tecla apaga os caracteres à esquerda do cursor, um a cada toque. ENTER Tudo o que queremos mandar para o processamento do computador e em outras situações que veremos, teclamos o Enter. São duas no teclado: uma à extrema direita e a outra ao lado direito das teclas alfabéticas. NUM LOCK A tecla Num Lock habilita/desabilita as teclas numéricas, mostradas na figura abaixo, a funcionarem como numéricas (muito utilizado por digitadores) ou como teclas de movimentação de texto (setas). DELETE OU DEL Apaga o caractere à direita do cursor. TECLA CRTL (CONTROL) Funciona como atalho de comandos. E é usada em conjunto com uma letra do INSERT OU INS A tecla que habilita/ desabilita a inserção de caracteres à direita do cursor. 18 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

19 Internet A REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES A Internet, nome da grande rede mundial de computadores, reúne milhões de usuários em mais de uma centena de países. Através dela, as pessoas trocam mensagens, estudam, trabalham, lêem jornais, discutem política e muito mais. World Wide Web - mais simplesmente chamado de Web, WWW ou W3 - é um ambiente gráfico muito fácil que disponibiliza informações na rede. Quando nos referimos à navegação ou de endereços de sites, estamos falando da Web. QUEM É O DONO DA INTERNET? Ninguém é dono da Internet. Computadores espalhados pelo planeta e conectados entre si formam essa grande rede mundial. No entanto, existem grandes empresas que vivem exclusivamente da Internet e movimentam milhares de dólares por ano. FORMATO DE UM DOMÍNIO Cada um de nós tem um número de telefone e, quando alguém quer nos encontrar, tem que discar esse número. Na Internet, cada página tem um endereço próprio. Esses endereços são chamados de domínios. O formato de um domínio é assim: sendo; - sigla que indica um protocolo de transmissão na WWW. www. - indica que estamos na Web google.- nome do site com. - tipo do site (com - comercial, gov - governamental, org - ONGs e entidades, etc.) br - país de origem do site (br - Brasil, ar - Argentina, ru - Rússia, etc.) MAS O QUE É UM SITE? Um site - ou sítio - é literalmente um local na rede. Podemos imaginar um site como se fosse uma revista. Geralmente um site trata de um assunto específico e agrupa várias páginas sobre esse tema. Um site que agrega muitos sites é chamado de portal. A Prefeitura de São Paulo, por exemplo, tem um portal que une os sites de todas as secretarias municipais, empresas públicas, autar-quias e administrações regionais. Coordenadoria do Governo Eletrônico 19

20 O NAVEGADOR GALEON O Galeon é um programa navegador, ou seja, serve para navegar na Web. Com um programa navegador, ou browser (em inglês), podemos visitar páginas que estão em qualquer lugar do mundo. O Galeon é apenas uma das muitas opções para navegar na Internet. Mozilla, Netscape e Internet Explorer são outras alternativas. O uso de todos eles é muito parecido. 1 - Barra de endereços Neste lugar digitamos o endereço das páginas que desejamos ver. 2- Área de visualização Local onde aparecem as páginas da Internet. É a principal área da tela. 3 - Barra de Status Mostra informações sobre a conexão e localização dos sites Ao iniciar o navegador Galeon, a página a ser carregada será o endereço que for determinado por você como sendo a sua página inicial. No nosso caso estaremos utilizando como página inicial o site dos Telecentros. Exercício: Vamos visitar o site da Prefeitura. Passo 1 - Clique na barra de endereços e então digite: Passo 2 - Tecle ENTER 20 Linux e aplicativos livres nos Telecentros

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Oficina de Software Livre. Professor: Igor Patrick Silva Contato: (38)88037610 E-Mail: igorsilva88037610@hotmail.com 1 Índice CAP. 1 O computador e seus componentes 2 CAP. 2 O que é software livre e o que é software proprietário

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