BIBLIOTECA VIRTUAL UTILIZANDO FRAMEWORK MENTAWAI

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1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BIBLIOTECA VIRTUAL UTILIZANDO FRAMEWORK MENTAWAI PABLO SILVA BORGES RICARDO AUGUSTO RIBEIRO DE MENDONÇA GOIÂNIA/GO JUNHO/2007

2 ii 2 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BIBLIOTECA VIRTUAL UTILIZANDO FRAMEWORK MENTAWAI Trabalho de Conclusão de Curso apresentado por Pablo Silva Borges e Ricardo Augusto Ribeiro de Mendonça à Universidade Católica de Goiás, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharéis em Ciência da Computação a ser aprovada pela Banca Examinadora: Professor Vicente Paulo de Camargo, UCG Orientador Goiânia, 14 de junho de 2007.

3 iii 3 BIBLIOTECA VIRTUAL UTILIZANDO FRAMEWORK MENTAWAI PABLO SILVA BORGES RICARDO AUGUSTO RIBEIRO DE MENDONÇA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado por Pablo Silva Borges e Ricardo Augusto Ribeiro de Mendonça à Universidade Católica de Goiás, como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação. Professor Vicente Paulo de Camargo Orientador Professor Dr. José Luiz de Freitas Júnior Coordenador de Projeto Final de Curso

4 iv 4 DEDICATÓRIA Ao professor Vicente Paulo de Camargo, orientador acadêmico, pelo apoio e confiança depositada. Aos nossos amigos pelo apoio e compreensão. Às nossas famílias, pelo incentivo em todas as fases de nossas vidas.

5 v 5 AGRADECIMENTOS Agradecemos primeiramente a Deus, pela oportunidade de dar esse salto tão importante em nossas vidas acadêmicas e profissionais, sempre com saúde e força de vontade. Agradecemos a todos os professores e colaboradores com os quais tivemos a oportunidade e o prazer de aprender. Em especial, agradecemos aos nossos amigos e familiares pela compreensão e incentivo durante o período de pesquisas e elaboração deste projeto final. E a todos aqueles que de alguma forma ajudaram e apoiaram-nos nos mais diversos momentos que passamos.

6 vi 6 RESUMO Atualmente, com a difusão da internet e a exploração de suas características, como o uso de aplicações Web, sente-se a necessidade, nos diversos ramos de atuação empresarial, de adequação à realidade tecnológica que cada vez se torna mais presente no nosso meio. Surgem assim mudanças de paradigma entre as organizações, a fim de conquistar o cliente e facilitar cada vez mais a manipulação e, principalmente, a disponibilização das informações. Diante dessa realidade, várias ferramentas têm surgido todos os dias com o objetivo de suprir tal deficiência. O projeto de Biblioteca Virtual vem se caracterizar como uma ferramenta versátil, que utiliza os mais variados e eficientes mecanismos de gerenciamento, manipulação e tratamento das informações com o intuito de agilizar as funções administrativas dos operadores e oferecer aos usuários todas as facilidades e particularidades que uma aplicação Web possui, como a disponibilização da informação em tempo real, qualquer que seja o lugar através do qual se dá o acesso. Seguindo padrões como RUP, para projeto e desenvolvimento da aplicação, e MARC, para manipulação das informações dos acervos adquiridos, e utilizando-se de um framework específico. Palavras-Chave: Biblioteca, Virtual, aplicação Web, padrão MARC, padrão RUP.

7 vii 7 ABSTRACT Currently, with internet diffusion and its characteristics exploration, like Web applications use, there s need of adjusting to the technological reality that becomes, day after day, more present between us. In this way, paradigm changes appear among organizations in order to conquer clients and make easier and easier the manipulation and availability of information to them. Over this reality, many tools have appeared every day with the objective of supplying such deficiency. The Virtual Library project comes to characterize itself as a versatile tool, which uses the most varied and efficient mechanisms of management, manipulation and treatment of information with intention of speeding the operators administrative functions and offering to users all the facilities and particularities that a Web application has, like realtime availability of information. Following standards as RUP, to design and development of application, and MARC, for manipulating information about acquired books, and by making use of a specific framework, the system provides all functionalities of a well structured common library, with this difference: its accessibility, that just requires internet connection. Keywords: Library, Virtual, Web application, MARC standard, RUP standard.

8 viii 8 BIBLIOTECA VIRTUAL UTILIZANDO FRAMEWORK MENTAWAI SUMÁRIO LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS xi LISTA DE FIGURAS xii 1. INTRODUÇÃO UMA VISÃO SOBRE AS FORMAS DE BIBLIOTECA A EVOLUÇÃO DA BIBLIOTECA O PADRÃO MARC Componentes de um registro MARC Formato MARC Benefícios e Vantagens O MARC no Brasil Complementos DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ORIENTADO A OBJETOS ORIENTAÇÃO A OBJETOS UML PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE RUP - RATIONAL UNIFIED PROCESS Conceitos Básicos Estrutura do RUP Elementos Essenciais do Processo Fases Complementos WEB DESIGN PATTERNS Padrões de Projeto na programação Web 37

9 9 ix Vantagens e Desvantagens do uso de Design Patterns FRAMEWORKS Frameworks Específicos Frameworks de Visão O SISTEMA DE BIBLIOTECA VIRTUAL VISÃO DO PROJETO BIBLIOTECA VIRTUAL Escopo Posicionamento Descrições dos Envolvidos e Usuários REQUISITOS DO SISTEMA BIBLIOTECA VIRTUAL Requisitos Funcionais Requisitos Não Funcionais Glossário DOCUMENTO DE ANÁLISE DO SISTEMA BIBLIOTECA 60 VIRTUAL Relação dos Requisitos Organização dos Requisitos Expansão dos Casos de Uso Modelo Conceitual DOCUMENTO DE PROJETO DO SISTEMA BIBLIOTECA 75 VIRTUAL Diagrama de Seqüência Diagrama de Classes do Projeto Modelo de Entidade e Relacionamento (MER) ARQUITETURA DO SISTEMA BIBLIOTECA VIRTUAL Apresentação Controle Negócio Persistência Entidade 88

10 10 x Visão Geral CONCLUSÃO 91 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 92 GLOSSÁRIO 94 ANEXO I CAMPOS DE UM REGISTRO MARC 99 ANEXO II EXEMPLO DE REGISTRO NO FORMATO MARC 106

11 xi 11 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AOP ASCII CALCO CGI CMM CSS CVS EJB HTML IBICT IoC IDE JEE JSF JSP JSTL MARC MVC OPAC RUP SEI PDS UML XML WWW Programação Orientada a Aspectos American Standard Code for Information Interchange Catalogação Legível por Computador Common Gateway Interface Capability Maturity Model Cascading Style Sheets Concurrent Versioning System Enterprise JavaBean HyperText Markup Language Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia Inversão de Controle Integrated Development Environment Java Enterprise Edition Java Server Faces Java Server Pages JSP Standard Tag Library Machine Readable Cataloging Record Model View Controller Online Public Access Catalog Rational Unified Process Software Engineering Institute Plano de Desenvolvimento de Software Unified Modeling Language extensible Markup Language World Wide Web

12 xii 12 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Simbologia do padrão MARC. 18 Figura 2 Exemplo de um registro MARC, ainda uma string no formato de 19 comunicação MARC. Figura 3 Desenvolvimento Iterativo/Incremental. 27 Figura 4 Exemplo de Fases e Dimensões do RUP. 30 Figura 5 Arquitetura do Struts. 41 Figura 6 Diagrama de caso de uso do Sistema de Biblioteca Virtual. 73 Figura 7 Modelo conceitual do Sistema de Biblioteca Virtual. 74 Figura 8 Diagrama de seqüência autenticar associado. 75 Figura 9 Diagrama de seqüência autenticar bibliotecário. 76 Figura 10 Diagrama de seqüência manter acervo. 77 Figura 11 Diagrama de seqüência manter acervo por MARC Figura 12 Diagrama de seqüência manter associado. 79 Figura 13 Diagrama de seqüência manter bibliotecário. 80 Figura 14 Diagrama de seqüência manter empréstimo. 81 Figura 15 Diagrama de seqüência manter reserva. 82 Figura 16 Diagrama de seqüência registrar devolução. 83 Figura 17 Diagrama de classes do Sistema de Biblioteca Virtual. 84 Figura 18 Modelo de Entidade e Relacionamento do Sistema de Biblioteca Virtual. 85 Figura 19 Arquitetura MVC. 86 Figura 20 Arquitetura do Sistema Biblioteca Virtual. 89

13 13 BIBLIOTECA VIRTUAL UTILIZANDO FRAMEWORK MENTAWAI CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Cada vez mais a era digital se faz presente em nosso meio, seja ele acadêmico, profissional ou comercial. Nos diversos ramos empresariais já vêm se criando a concepção de que, ou se acompanha a tendência tecnológica que o mundo vive, ou não se terá espaço no mercado futuro. Baseado nisso, hoje dificilmente encontra-se uma empresa de médio ou até pequeno porte que não possua ao menos um Web site. Atualmente a difusão da internet torna-se cada vez mais acentuada e explorada sob diversos prismas, haja vista que ela possui um poder uniforme de propagar a informação, maior que qualquer outro meio de comunicação. Nesse aspecto difundiu-se o conceito do uso de aplicações Web, que manipulariam a informação e a disponibilizaria sem que fosse necessária a presença física do operador do sistema [2]. Surgem, assim, mudanças de paradigma entre as organizações a fim de conquistar o cliente e facilitar cada vez mais a manipulação e a disponibilização das informações a ele. Especificamente sobre a biblioteconomia, o maior problema é de fácil visualização: a dificuldade de acesso ao acervo, não por falta de estrutura física das bibliotecas - pelo contrário, muitas são conhecidas pela sua grandiosidade -, mas principalmente por um dos fatores que mais influencia a vida das pessoas no mundo globalizado de hoje - a falta de tempo [1]. Imagine, por exemplo, a facilidade de se consultar, de qualquer lugar, a qualquer hora, informações sobre obras necessárias para realização de um trabalho acadêmico, necessitando apenas de uma conexão com a internet - sem a necessidade de perder horas no trânsito para se locomover até uma biblioteca, com uma reunião marcada em poucos minutos, ou a biblioteca mais próxima se localizar na cidade vizinha, e, ao chegar ao local, descobrir que o material já estava sob empréstimo.

14 14 Essa é uma realidade que já ocorre nos dias atuais, nas diversas bibliotecas existentes no país, mas o conhecimento das características de controle de acervos de uma biblioteca ainda não é muito disseminado o que dificulta a sua compreensão. Esse trabalho propõe o desenvolvimento de um sistema de biblioteca que utilizará mecanismos de gerenciamento, manipulação e tratamento das informações, baseando-se em padrões reconhecidos, como RUP (Rational Unified Process), para projeto e desenvolvimento de aplicações. O Sistema também usará tecnologias de ponta, como a Web 2.0, que permite ao usuário operar o sistema mais facilmente, de forma prática e intuitiva. Além disso, serão escolhidos um ou mais frameworks que facilitem e dêem qualidade ao desenvolvimento da aplicação. Como as bibliotecas utilizam o padrão MARC para catalogação de acervos e também para comunicação entre bibliotecas para troca de informações, esse sistema apresentará o padrão MARC para auxiliar na catalogação eletrônica das informações, visto que esse padrão é pouco difundido no mundo acadêmico e também na esfera empresarial. O referido trabalho é composto basicamente de cinco capítulos. O primeiro capítulo faz uma breve introdução sobre o diferencial da realização do trabalho, descrevendo também sua estrutura organizacional. O segundo capítulo descreve sobre as formas de biblioteca, tanto as antigas quanto as emergentes. Também dispõe sobre o padrão MARC, utilizado pela maioria dos sistemas de bibliotecas, bem como suas pré-evoluções e derivações. O terceiro capítulo faz referência às tecnologias utilizadas no desenvolvimento do software, como Orientação a Objetos, UML, RUP e frameworks que poderão ser escolhidos (ou combinados) para o desenvolvimento da aplicação em questão. O quarto capítulo dispõe sobre o Sistema de Biblioteca Virtual, suas características, objetivos e aspirações dos autores com o desenvolvimento do projeto. Por fim, o quinto e último capítulo apresenta a conclusão, bem como sugestões para trabalhos futuros.

15 15 CAPÍTULO 2 UMA VISÃO SOBRE AS FORMAS DE BIBLIOTECA 2.1. A EVOLUÇÃO DA BIBLIOTECA As inovações tecnológicas têm-se mostrado cada vez mais presentes nas atividades de nosso dia a dia, haja vista que todas as áreas de atuação estão em constante evolução para que consigam ter um melhor desempenho e qualidade em suas atividades. Grande parte das tarefas que há muito tempo vêm sendo desenvolvidas manualmente, em um processo desgastante, cansativo e não muito eficiente, passaram, com o advento da internet, das redes de computadores e dos sistemas integrados, a ser automatizadas e a tornar mais fácil a vida não só de quem provém os serviços, mas de quem os obtém. No entanto, antes de tudo, faz-se necessário discorrer sucintamente sobre a biblioteca convencional, suas características e principalmente suas limitações, que levaram à necessidade da interferência da tecnologia nesse meio. As tecnologias da imprensa, máquina de escrever, telefone, telex, mimeógrafo, microfilme, cartão perfurado nas margens, computador, disco ótico, redes eletrônicas e agora a internet afetaram e tem afetado a biblioteca ao longo do tempo. Algumas dessas tecnologias, tais como o microfilme e o disco ótico, tiveram suas primeiras aplicações testadas dentro de uma biblioteca [3]. Assim, apesar das dificuldades financeiras que tradicionalmente a biblioteca enfrenta, por não oferecer um lucro explicito e apenas fornecer fonte de pesquisa aos interessados, as novas tecnologias foram, paulatinamente, incorporadas às suas atividades, provocando mudanças internas e na maneira de prover produtos e serviços aos usuários. Não que não houvesse restrições por parte dos envolvidos na sua organização, mas o problema é que a tecnologia chegou atropelando, se infiltrando nas mais diversas áreas. E nos últimos anos tal mudança tecnológica tem sido cada vez maior num espaço temporal cada vez menor. Diferentes perspectivas para o gerenciamento de recursos de informação estão sendo discutidas, podendo-se destacar o conceito de biblioteca virtual.

16 16 Na área da Biblioteconomia e da Documentação, o conceito de virtual vem sendo usado toda vez que se deseja ressaltar a utilização de infra-estrutura tecnológica de base eletrônica e rede de computadores e ainda há muita confusão entre os conceitos de biblioteca informatizada, biblioteca digital e biblioteca virtual. Na busca por uma explicação para os impactos da tecnologia na geração, publicação e disponibilidade de documentos com base na tecnologia do computador, a história da biblioteca pode ser dividida em três períodos principais: [11] A biblioteca tradicional, de Aristóteles até o início da automação de bibliotecas; A biblioteca moderna ou informatizada, em que os computadores foram usados para serviços básicos, como catalogação e organização do estoque / acervo; A biblioteca eletrônica (ou biblioteca do futuro), pensada como uma nova estratégia para o resgate de informações. Neste ponto, distinguem-se dois prismas: a biblioteca virtual, onde é possível consultar informações sobre os acervos e reservá-los para um empréstimo futuro, e a biblioteca digital, onde o texto completo dos documentos está disponível on-line. No entanto, ambas podem ser acessadas remotamente de uma localidade qualquer, por meio de uma rede de computadores, favorecendo a acessibilidade universal. Nesta concepção revolucionária, de biblioteca digital, os livros virtuais não sofrerão mais os problemas de suas contrapartes físicas, podendo ser duplicados quantas vezes se desejar. A própria biblioteca será infinita, pois não haverá limites para o número de acervos que possa conter, desde que estruturada e disponibilizada em computadores poderosos, interligados a redes de alta velocidade. Porém, o foco desse trabalho é a biblioteca virtual. Ela proporciona o gerenciamento das tarefas internas desenvolvidas pelos operadores da biblioteca, facilitando o acesso a outros sistemas de informação, a troca de mensagens e a recuperação de arquivos, bem como a importação de acervos de outras instituições, segundo o padrão MARC, tornando o acervo próprio sempre atualizado e completo. Além disso, permite que usuários externos acessem as informações sobre os acervos presentes, interajam com o sistema e façam reservas on-line, de acordo com a disponibilidade atual, dando praticidade a essa operação. A partir destas definições, o entendimento de biblioteca virtual fica mais claro, uma vez que os autores da área não têm um conceito único de biblioteca virtual nem de biblioteca digital. Uns afirmam que há diferença entre elas, outras as vêem como sinônimas. De forma clara e objetiva, a virtual diria respeito mais à forma de acesso às informações presentes no acervo da biblioteca, sem a presença física dos envolvidos no processo, enquanto a digital

17 faria jus à forma como a informação e os documentos requisitados seriam disponibilizados, de forma independente de uma estrutura física, pois todo o acervo seria digitalizado O PADRÃO MARC O padrão MARC foi criado nos anos 70 pela Library of Congress, com a finalidade de possibilitar que registros bibliográficos pudessem ser manipulados em computadores. O MARC recebeu modificações ao longo do tempo e passou a ser denominado USMARC nos anos 80 e MARC 21 no final dos anos 90. É utilizado na organização de catálogos de bibliotecas em todo o mundo. A sigla MARC significa Machine Readable Cataloging Record, ou seja, registro catalográfico legível por computador. Registro catalográfico significa um registro bibliográfico, tradicionalmente apresentado em uma ficha catalográfica que inclui uma descrição (título, responsabilidade, edição, dados sobre o material, descrição física, etc.), a entrada principal e as entradas secundárias ( pontos de acesso que permitem recuperar itens em um catálogo), cabeçalhos de assunto (descritores retirados de listas padronizadas de termos que descrevem o conteúdo do item) e os números de chamada (código de classificação, em geral alfanumérico, que reúne itens de mesmo assunto em um mesmo local físico) [5]. O padrão MARC é composto por diversos campos padronizados, que contém representação de dados e metadados bibliográficos. Cada campo é identificado por uma seqüência de três dígitos (etiqueta), por exemplo: 100 para o campo autor, 130 para o campo título, 300 para o campo descrição física, etc. E tais campos podem, ainda, conter subcampos. O registro MARC contém sinalizadores que marcam o registro armazenado e auxiliam na leitura e interpretação desse registro. Os sinalizadores indicam o início e o término dos campos e subcampos. Por exemplo, ao invés de palavras, usam-se os códigos 260 $a $b $c para marcar o campo que contém os subcampos área de publicação, local de publicação, nome da editora e data de publicação em cada registro. Os sinalizadores MARC auxiliam os computadores na leitura e interpretação do registro, marcando o registro bibliográfico para armazenamento em meio magnético [13]. A Figura 1 apresenta um fragmento de um registro, mostrando os sinalizadores de texto e seus correspondentes no padrão MARC.

18 18 Figura 1: Simbologia do padrão MARC [5] A Figura 1 mostra os sinalizadores para campos, indicadores e subcampos. O número 100 corresponde à etiqueta que representa o campo onde está o nome do autor. Os indicadores correspondem a duas posições de caracteres localizados após cada etiqueta. Na primeira linha da Figura 1, os indicadores para o campo 100 são os caracteres 1 e # (o símbolo # significa que o indicador não é usado). Um indicador de valor 1 no campo de título, correspondente ao 100 e significa que deverá haver uma entrada de título no catálogo. Cada tipo de dado em um campo é chamado subcampo e é precedido pelo código do subcampo, representado por letras minúsculas. Na Figura 1, o campo 300 tem o subcampo a que representa o número de páginas. O código do subcampo é precedido por um delimitador. Delimitadores são caracteres usados para separar subcampos e podem ser representados por diferentes símbolos (), $, _, etc.). Na Figura 1, o delimitador é o sinal $. Existem diferentes formas pelas quais um registro bibliográfico pode ser representado: uma ficha catalográfica tradicional (cartão), as telas dos sistemas informatizados de bibliotecas OPAC, já descritas, e as telas de edição de dados de softwares que trabalham com o padrão MARC. Além desses, o padrão MARC possui um formato de comunicação que segue a norma ISO 2709, e é utilizado quando o objetivo é o intercâmbio de registros bibliográficos. O formato de armazenamento interno é convertido para o formato de comunicação para que os registros possam ser transferidos entre sistemas [5]. A seguir serão descritos mais detalhadamente os componentes de um registro MARC.

19 Componentes de um registro MARC A Figura 2 exemplifica um registro MARC. Figura 2: Exemplo de um registro MARC, ainda uma string no formato de comunicação MARC [5] No formato de comunicação, precedendo a parte do registro bibliográfico que contém os dados, existem duas seqüências de caracteres chamadas líder e diretório. Além delas, há de se ressaltar uma terceira seqüência: os campos variáveis Líder Armazena informações necessárias ao processamento do registro. Contém códigos ou números identificados pela posição relativa do caracter. O líder possui tamanho fixo de 24 caracteres e é o primeiro campo de um registro MARC.

20 Diretório Série de entradas que contém a etiqueta (tag), tamanho e posição inicial de cada campo variável em um registro. Cada entrada do diretório possui 12 caracteres e a sequência de diretórios é encerrada por um caracter delimitador de campo (ASCII 30) Campos variáveis O conteúdo propriamente dito é armazenado em campos variáveis, os quais são identificados por etiquetas compostas por três algarismos. Cada campo termina com um caracter delimitador de campo. O último campo variável num registro termina co3m um caracter delimitador de campo e um caracter delimitador de registro (ASCII 29). Existem dois tipos de campos variáveis: campos variáveis de controle e campos variáveis de dados. a) Campos variáveis de controle. Composto pelo grupo 00X. São estruturalmente diferentes dos campos variáveis de dados. Não possuem indicadores nem códigos de subcampos. Podem conter um único elemento de informação ou uma série de dados com tamanho fixo, identificados pela posição relativa dos caracteres. b) Campos variáveis de dados. Composto pelo grupo 0XX-9XX. Armazenam informações não estruturadas, de tamanho variável. Neste grupo são utilizados dois tipos de designação de conteúdo: indicadores e códigos de subcampos. O grupo 9XX está reservado para implementações locais. Indicadores: São as duas posições iniciais de caracter do início de cada campo variável. Contém valores que interpretam ou suplementam os dados armazenados no campo. Os indicadores são independentes e podem ser caracteres ou algarismos. Quando o uso de indicadores não é aplicável, o caracter branco (ASCII 32) é usado para preencher a posição. O uso de espaço em branco numa posição definida de indicadores pode possuir significado ou indicar que nenhuma informação foi indicada. Códigos de subcampo: Conjunto de dois caracteres que precedem cada elemento de dados que requeira tratamento separado em um campo. Um código de subcampo consiste de um delimitador (ASCII 31 para MARC e ASCII 94 para CDS/Isis) seguido por identificador de elemento de dados. Identificador de elemento

21 21 de dados pode ser caracteres numéricos ou alfabéticos em caixa baixa. Subcampos são definidos de forma independente para cada subcampo, mas preservam o mesmo significado sempre que possível. Subcampos são definidos para fins de identificação, não de arranjo Formato MARC Benefícios e Vantagens Os benefícios e vantagens para uma biblioteca que adere ao padrão MARC 21, certamente vão além dos que serão destacados a seguir neste trabalho. Muitos se perguntam por que devem usar o formato MARC, se podem obter resultados igualmente satisfatórios através de uma solução bem mais simples, sem se preocupar com tantos detalhes, aparentemente inúteis. Esta poderá ser a indagação de um profissional de informática, encarregado de estudar uma solução para a automação da biblioteca local, porem cabe aos bibliotecários não se deixar levar pelas facilidades e resultados imediatos, considerando com atenção as seguintes questões: [5] a) Importância do registro bibliográfico. Os catalogadores sabem que a catalogação original de um título dá muito trabalho, portanto, custa caro, pois requer profissionais qualificados e experientes, geralmente de salário mais alto e demanda tempo. Por isso, uma vez catalogado determinado título, os dados devem ter sua integridade preservada, isto é, os registros bibliográficos devem ser considerados um bem valioso e permanente da Biblioteca. Podemos considerar que, basicamente, a automação de uma biblioteca envolve três elementos: Registros bibliográficos em meio magnético (base bibliográfica); Software para a manipulação adequada dos registros bibliográficos; e equipamentos (computadores) para armazenar e processar os dados. Cada um destes elementos demanda custos que irão variar de acordo com o tamanho e necessidades da biblioteca. Tanto o software como os computadores tornam-se obsoletos em um espaço de tempo cada vez mais curto, devido à constante evolução tecnológica, e requer investimentos para sua eventual substituição. A base bibliográfica, porém, não deve estar sujeita a um re-trabalho ao longo do tempo e isto se consegue através da adoção de um formato padrão, como o MARC 21, pois o mesmo garante a completa portabilidade dos dados bibliográficos, no caso de uma troca de sistema. Esta questão pode ser melhor compreendida na experiência relatada por Paranhos, quando afirma:

22 ... a UFPR, por participar da Rede Bibliodata..., ao adquirir seu sistema aplicativo para gerenciamento das bibliotecas em 2001, já dispunha de registros referentes a livros em formato padrão MARC, que puderam ser imediatamente importados no sistema... Assim, a construção da base bibliográfica é o investimento de caráter permanente no processo de informatização de bibliotecas. Sistemas aplicativos, cada vez mais potentes, representam alternativas para eventuais mudanças em seu uso; equipamento tem caráter evolutivo rápido, demandando reserva de recursos para substituição e/ou atualização tecnológica. Já a base bibliográfica, dependendo de como é construída, pode implicar em re-trabalho, conforme se tenha respeito ou não a padrões na prática biblioteconômica e no software aplicativo selecionado: se a base é construída em respeito a padrões, é um ativo permanente que não vai exigir re-trabalho na hipótese de migração entre sistemas que também o adotem. b) Aquisição de registros já catalogados. A expressão: catalogação cooperativa ou catalogação por cópia, do termo em inglês: copy cataloging é bastante comum. Refere-se à incorporação na base local de registros a partir de outras bases, catalogados por outras instituições. Desta maneira consegue-se ter vantagens em termos de tempo (a catalogação de um título será muito mais rápido) e conseqüentemente de menor custo. Isto fica evidente, quando há adesão a um padrão como o MARC 21, pois a maioria dos títulos existentes já foi catalogada em MARC e se encontram em alguma base de dados. Embora nem todas as bases permitam a cópia gratuita de registros, existem muitas em que isto é possível e outros a um custo relativamente baixo, de forma que sempre é melhor copiar do que fazer uma catalogação original. A catalogação cooperativa tem como ideal que um livro seja catalogado uma única vez na sua origem e todas as bibliotecas que vierem a adquirilo, copiem seu registro bibliográfico de alguma fonte disponível [12]. c) Escolha do software. É notório que os softwares mais importantes de automação de bibliotecas, tanto do mercado nacional como internacional, implementam o formato MARC. Daí a adesão a este padrão para a construção da base bibliográfica, facilitará no momento da escolha de um sistema de automação. As opções de software são muitas, mas é importante salientar que a avaliação mais favorável deve ser para aquele que permite a importação e exportação de registros no formato MARC. Com isto, a migração dos dados da base bibliográfica será tranqüila, sem descaracterizar os registros e sem perda de informações. 22

23 23 d) Benefícios para os usuários. O objetivo maior da informatização de uma biblioteca deve ser a satisfação dos seus usuários. Um dos principais fatores que levam à satisfação dos usuários é, sem dúvida, relacionado à recuperação da informação. O sistema de recuperação precisa dar respostas satisfatórias às perguntas do usuário, isto é, recuperar o que se deseja, nem mais, nem menos, o que em termo técnicos é conhecido por baixa revocação e alta precisão. O formato MARC poderá contribuir para que isto aconteça, através de sistemas de recuperação que se valem da identificação de cada elemento da informação bibliográfica, como os dados codificados, campos e subcampos que atribuem significado ao conteúdo, maximizando a precisão e minimizando a revocação. Branton e Chen-Gaffey [13] confirmam isto em um tutorial publicado na Internet, dizendo: Standardized bibliographic data input, utilizing MARC formats, insures the integrity of the online public catalog in storage and retrieval of information. When we talk about MARC, we hope to convey its importance to those who create and maintain MARC data in the online public catalog. Without good, accurate MARC records, patrons cannot find the great resources in the library. An OPAC, to some extent, hides the intricacies of MARC from the patron, but without MARC, the patron would not find the resources. MARC format cataloging has proven, for over thirty years, to be the most reliable foundation in building databases for the OPAC O MARC no Brasil A introdução do MARC no Brasil se deu através de projetos de formatos MARC compatíveis, como o formato CALCO da Fundação Getúlio Vargas, Formato IBICT e o Mini CALCO da Universidade Federal de Minas Gerais. O Projeto CALCO (termo que é um acrônimo do termo MARC, pois quer dizer CAtalogação Legível por COmputador) deu origem à Rede Bibliodata que, devido ao formato CALCO, inicialmente chamava-se Rede Bibliodata/CALCO, dando início às suas atividades em Em 1996 a base de dados do sistema Bibliodata/CALCO foi migrada para o formato USMARC e todas as bibliotecas cooperantes passaram a usar este formato (USMARC) como padrão para catalogação bibliográfica. A partir de 2000 passou a adotar o formato MARC 21. O Catálogo Coletivo Bibliodata representa hoje a maior base bibliográfica em formato MARC 21 do Brasil e, sem dúvida, da América Latina, tornando-se uma Utilidade Bibliográfica brasileira que serve

24 24 como provedora de registros bibliográficos em MARC 21 para muitas bibliotecas brasileiras, principalmente bibliotecas universitárias [7]. Apesar de já terem passado mais de vinte anos desde a introdução do MARC, ou MARC compatível, no Brasil, a adesão a este padrão ainda encontra resistências por parte de muitas bibliotecas e bibliotecários, bem como fornecedores de software de automação de bibliotecas. Isto acontece, talvez, por acharem o MARC muito complexo e difícil de implementar, ou por desconhecerem os benefícios diretos e indiretos que a adesão a um padrão como este poderá trazer. Alguém poderá argumentar que tudo o que o MARC pode proporcionar em termos de resultados para atender as necessidades de uma biblioteca, é perfeitamente possível obter através de um sistema desenvolvido localmente, sob medida e de forma simplificada. Quando isto acontece, geralmente, mais cedo ou mais tarde, o trabalho precisa ser refeito, pois vale a máxima que afirma: A simplificação na entrada impõe restrições na saída [7] Complementos O padrão MARC tem um papel preponderante no desenvolvimento do Sistema de Biblioteca Virtual de que trata este trabalho, haja vista que é um padrão robusto utilizado pela grande maioria das instituições bibliotecárias bem estruturadas, que são o foco da aplicação. Ele será utilizado para importação e exportação de dados do acervo, de forma automática, bem como para a padronização de todo e qualquer obra ou documento que venha a fazer parte de tal acervo. Informações adicionais sobre o MARC, como conteúdo dos campos utilizados em seu registro e até um exemplo de elaboração de tal registro a partir de dados da obra, estão disponíveis nos Anexos I e II deste trabalho.

25 25 CAPÍTULO 3 DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ORIENTADO A OBJETOS 3.1 ORIENTAÇÃO A OBJETOS A orientação a objetos, também conhecida como Desenvolvimento Orientado a Objetos, é um paradigma de análise, projeto e programação de sistemas de software baseado na composição e interação entre diversas unidades de software chamadas de objetos [14]. A análise e projeto orientados a objetos têm como meta identificar o melhor conjunto de objetos para descrever um sistema de software. O funcionamento deste sistema se dá através do relacionamento e troca de mensagens entre estes objetos. Hoje existem duas vertentes no projeto de sistemas orientados a objetos. O projeto formal, normalmente utilizando técnicas como a notação UML e processos de desenvolvimento como o RUP; e a programação extrema (XP - Extreme Programming), que utiliza pouca documentação, programação em pares e testes unitários [14]. Na programação orientada a objetos, implementa-se um conjunto de classes que definem os objetos presentes no sistema de software. Cada classe determina o comportamento (definidos nos métodos) e estados possíveis (atributos) de seus objetos, assim como o relacionamento com outros objetos. 3.2 UML A Unified Modeling Language (UML) é uma linguagem de modelagem não proprietária de terceira geração. A UML não é um método de desenvolvimento, o que significa que ela não diz a seqüência das ações a serem desenvolvidas ou como desenhar o sistema, mas ele lhe auxilia a visualizar seu desenho e a comunicação entre objetos. Basicamente, a UML permite que desenvolvedores visualizem os produtos e serviços de seu trabalho em diagramas padronizados. Junto com uma notação gráfica, a UML também especifica significados, isto é, semântica. É uma notação independente de processos, embora

26 26 o RUP (Rational Unified Process) tenha sido especificamente desenvolvido utilizando a UML. A UML é uma linguagem para especificação, documentação, visualização e desenvolvimento de sistemas orientados a objetos. Sintetiza os principais métodos existentes, sendo utilizada para modelagem de sistemas orientados a objetos. Por meio de seus diagramas é possível representar sistemas de softwares sob diversas perspectivas de visualização. Facilita a comunicação de todas as pessoas envolvidas no processo de desenvolvimento de um sistema - gerentes, coordenadores, analistas, desenvolvedores - por apresentar um vocabulário de fácil entendimento. 3.3 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Muitas organizações têm, aos poucos, entendido a importância de um processo de desenvolvimento de software bem documentado e bem definido para o sucesso de seus projetos de software. O desenvolvimento do CMM (Capability Maturity Model) pelo Instituto de Engenharia de Software (Software Engineering Institute - SEI) se tornou um norte, um padrão que muitas organizações começaram a seguir quando não possuíam uma base definida. Através dos anos, os desenvolvedores dessas organizações têm obtido conhecimento em tal processo, e a partir disso criado e disseminado internamente seus próprios processos de desenvolvimento de software. A documentação usada internamente seria seguida no desenvolvimento de vários desses softwares. Infelizmente, na prática, esses processos internos quase nunca são seguidos, pois se chega a um ponto em que passam a ser raramente atualizados, e se tornam obsoletos. Outras organizações de desenvolvimento de software não têm processo algum, e precisam de um ponto de partida, um processo inicial para colocá-las no caminho do rápido e eficiente desenvolvimento de produtos de software cada vez melhores [8]. Um processo é um conjunto de passos parcialmente ordenados com a intenção de atingir uma meta. Em engenharia de software, a meta é criar um software ou aperfeiçoar um existente; em engenharia de processos, a meta é desenvolver ou aperfeiçoar um processo. Em termos de modelagem de negócios, o processo de desenvolvimento de software é um processo de negócios. Ele descreve uma família de processos de desenvolvimento de software relacionados que compartilha uma estrutura comum, uma arquitetura de processos

27 comum. Ele proporciona uma abordagem disciplinada para a atribuição de tarefas, como ilustra a Figura 3, e de responsabilidades dentro de uma organização de desenvolvimento. 27 Figura 3: Desenvolvimento Iterativo/Incremental [8] Quando um sistema de software é desenvolvido começando do zero, o desenvolvimento é o processo de criação de um sistema a partir dos requisitos. Porém, depois que os sistemas tiverem tomado forma, os desenvolvimentos subseqüentes serão o processo de adaptação do sistema aos requisitos novos ou modificados. Isso se aplica durante todo o ciclo de vida do sistema. 3.4 RUP - RATIONAL UNIFIED PROCESS O Rational Unified Process (também chamado de processo RUP ) é um processo de desenvolvimento de software. Sua meta é garantir a produção de software de alta qualidade que atenda às necessidades dos usuários dentro de um cronograma e de um orçamento previsíveis. Nas subseções a seguir, apresentam-se alguns conceitos básicos, estrutura e fases do RUP [8].

28 Conceitos Básicos Papel O conceito mais central no processo de desenvolvimento de software é o conceito de Papel. O Papel define o comportamento e as responsabilidades de um indivíduo ou de um conjunto de indivíduos que trabalham juntos como uma equipe, no contexto de uma organização de engenharia de software Atividade Os papéis possuem atividades que definem o trabalho que executam. Uma atividade é algo que um papel faz e produz um resultado significativo no contexto do projeto. A atividade tem uma finalidade clara, normalmente expressa em termos da criação ou atualização de alguns artefatos como um modelo, uma classe, um plano Passos As atividades são divididas em passos. Os passos podem pertencer a três categorias principais: - Passos de reflexão: nos quais o indivíduo que executa o papel compreende a natureza da tarefa, reúne e examina os artefatos de entrada e formula a saída. - Passos de execução: nos quais o indivíduo que executa o papel cria ou atualiza alguns artefatos. - Passos de revisão: nos quais o indivíduo que executa o papel analisa os resultados em relação a alguns critérios Orientações de Trabalho As atividades podem possuir Orientações de Trabalho associadas, que apresentam conselhos práticos e técnicas úteis para o papel que executa a atividade.

29 Artefato As atividades possuem artefatos de entrada e saída. Um artefato é um produto de trabalho do processo: os papéis usam os artefatos para executar atividades e produzem artefatos ao executarem as atividades. Os artefatos são de responsabilidade de um único papel e promovem a idéia de que todas as informações no processo devem ser de responsabilidade de uma pessoa específica, apesar de muitas outras podem utilizá-lo e, talvez, até atualizá-lo se tiverem permissão. Observe que "artefato" é o termo utilizado no RUP. Outros processos utilizam termos como produto de trabalho, unidade de trabalho e outros, para designar o mesmo elemento Template Templates são "modelos" ou protótipos de artefatos. Associados à descrição do artefato estão um ou mais templates que podem ser utilizados para criar os artefatos correspondentes. Os templates estão vinculados à ferramenta que será usada Relatório Os modelos e os elementos de modelo podem ter relatórios associados a eles. Com a ajuda de uma ferramenta, um relatório extrai informações sobre os modelos e os elementos de modelo Fluxo de Trabalho Uma simples enumeração de todos os papéis, atividades e artefatos não constitui um processo; é necessária uma forma para descrever as seqüências significativas das atividades que produzem algum resultado importante e para mostrar as interações entre os papéis. O fluxo de trabalho é uma seqüência das atividades que produzem um resultado de valor observável.

30 Estrutura do RUP A Figura 4 mostra a estrutura do RUP. Por exemplo, nas iterações iniciais, dedica-se mais tempo aos requisitos. Já nas iterações posteriores, gasta-se mais tempo com implementação. O processo proposto pelo RUP possui 2 estruturas, ou se preferir, 2 dimensões: - O eixo horizontal é a Dimensão de Tempo. Ele mostra o progresso de um projeto através do tempo, representando o aspecto dinâmico do processo quando ele é aprovado e descrevendo fases, marcos e iterações. - O eixo vertical é a Dimensão de Conteúdo. Ele representa o aspecto estático do processo, como ele é descrito em termos de componentes, disciplinas, atividades, fluxos de trabalho, artefatos e papéis do processo. Figura 4: Exemplo de Fases e Dimensões do RUP [8]

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