Beneficiário Efectivo nas CDT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Beneficiário Efectivo nas CDT"

Transcrição

1 Beneficiário Efectivo nas CDT e legislação doméstica Fiscalidade Internacional - Questões Actuais Tiago Cassiano Neves - 8 de Junho de 2011

2 Beneficiário efectivo - Questão Actual? BO incluído na CMOCDE Conduit Companies Royal Dutch Shell (NL) BO reforçado na CMOCDE Indofood (UK) Prevost (CAN) Circular China Dinamarca (Private Equity) 2

3 Caso Base Beneficiário Efectivo? JP Co JP Co JAPÃO Juro Empréstimo JAPÃO Juro PORTUGAL 21.5% WHT PT Co Empréstimo NL 0% WHT NL: Lei interna Juro NL Co Empréstimo NL Co reporta spread adequado (arm s length) PORTUGAL 10% WHT PT Co PT/NL CDT A NL Co é o "beneficiário efectivo" dos juros pagos por PT Co? 3

4 Artigo 11.º - Juros - beneficiário efectivo Os juros provenientes de [Portugal] e pagos a um residente da [Holanda] podem ser tributados na [Holanda] No entanto, esses juros podem ser igualmente tributados no Estado Contratante de que provêm [Portugal] e de acordo com a legislação de [Portugal], mas se a pessoa que recebe os juros for o seu beneficiário efectivo, o imposto assim estabelecido não poderá exceder 10% do montante bruto dos juros. As autoridades competentes dos Estados Contratantes [Portugal e Holanda] estabelecerão, de comum acordo, a forma de aplicar este limite Vide. tb Artigo 10 e 12 dos ADT 4

5 Comentários actuais da CMOCDE (adaptado ao Caso Base) 12.1 Quando um elemento do rendimento é obtido por um residente da [Holanda] que actua como agente e mandatário, seria inconsistente com o objecto e o propósito da Convenção que [Portugal] concedesse uma redução ou isenção de imposto pelo simples facto de o beneficiário imediato do rendimento ser residente da [Holanda] ( ) Seria igualmente contrário ao objecto e ao propósito da Convenção que o [Portugal] concedesse uma redução ou isenção de imposto a um residente da [Holanda] que actua ( ) como [sociedade de] simples trampolim (conduit) em nome de outra pessoa, que beneficia realmente do rendimento em causa. ( ) uma sociedade trampolim (conduit) não pode ser normalmente considerada o beneficiário efectivo, se, embora sendo o proprietário formal, na prática só dispuser de poderes muito limitados, que a tornam, relativamente ao rendimento em causa, um mero fiduciário ou administrador que age por conta das partes interessadas A taxa reduzida mantém-se disponível se o verdadeiro beneficiário efectivo seja residente do outro Estado Contratante? 5

6 Respostas das Autoridades Fiscais ao treaty shopping Escolha dos parceiros (e a evolução recente em Portugal) Restrição do âmbito das CDT e dos benefícios atribuídos (e.g. excluindo zonas francas ou determinadas entidades isentas) Integração de clausulas específicas de limitação de benefícios nas CDT Escrutínio do "beneficiário efectivo" na atribuição dos benefícios Aplicação de regras anti-abuso (tipo CGAA) Formulários (RFI) 6

7 Respostas das Autoridades Portuguesas Modelo 21RFI (em vigor desde 2008) 7

8 Recepção do termo beneficiário efectivo em Portugal Directiva 2003/49/CE - aplica-se a pagamentos de juros ou royalties gerados num Estado-Membro desde que o beneficiário efectivo seja uma sociedade ou EE de outro Estado-Membro Decreto-Lei n.º 193/2005 (regime divida publica e privada) Beneficiário efectivo qualquer entidade que obtenha rendimentos de valores mobiliários representativos de dívida por conta própria e não na qualidade de agente ou mandatário Directiva n.º 2003/48/CE (Directiva da Poupança) - Definição de beneficiário efectivo no Decreto-Lei n.º 62/2005 OE2011 (contas omnibus) Estão sujeitos a retenção na fonte a título definitivo à taxa liberatória de 30% todos os rendimentos ( ) pagos ou colocados à disposição em contas abertas em nome de um ou mais titulares mas por conta de terceiros não identificados, excepto quando seja identificado o beneficiário efectivo (cf. Artigos 71(12) CIRS e 87(4)h) CIRC) 8

9 Conceito de beneficiário efectivo A CMOCDE e CDT não definem "beneficiário efectivo Duas possibilidades: Artigo 3(2) requer a interpretação das CDT de acordo com a lei interna, a não ser que o contexto exija interpretação diferente Termo "beneficiário efectivo" deve ser classificado como parte de um "INTERNATIONAL FISCAL LANGUAGE" e interpretado de forma coerente em todas as CDT que seguirem CMOCDE 9

10 Alterações aos Comentários qual o sentido? Draft - 29 Abril: Clarification of the meaning of BO in the OECD Model Interpretação de "beneficiário efectivo" Interpretar BO no contexto da CDT Independente da interpretação na lei interna - Conceitos internos têm de ser coerentes com directrizes gerais dos Comentários Significado nas CDT distingue-se de outras áreas (branqueamento de capitais) Clarificações de cariz mais económico aos exemplos (agente/mandatário/conduit) BO deve ter pleno direito de usar e dispor do rendimento e não deve estar limitado por obrigação legal/contratual para repassar valor recebido a outra pessoa Importância de documentos legais e factos e circunstâncias que demonstrem que o recipiente não tem todo o direito de usar rendimento (substância sobre a forma) Compatibilidade do BO com outros mecanismos para evitar abusos (cláusulas que limitem os benefícios e disposições internas de combate ao abuso) 10

11 Reflexões finais Consolidação da vaga de escrutínio à questão do beneficiário efectivo? Interpretação estática ou dinâmica das clarificações da OCDE? BO é uma regra anti-abuso ou uma regra de atribuição de rendimento? BO é um conceito transversal a toda a CDT? A forma para excluir determinadas entidades/operações dos benefícios das CDT é a inclusão de normas específicas ou gerais de limitação de benefícios? Deve o directive shopping ser tratado da mesma forma que o treaty shopping? 11

12 Obrigado! 12

13 ANEXO

14 Caso Indofood (2006) P Co (Indonesia) Loan Loan assigned SPV Co Netherlands SUB Co (Mauritius) Notes Issued JP Morgan (UK) Trustee Note Holders UK Court of Appeal Reference: [2006] EWCA Cw

15 Caso Indofood - Factos Financiamento da Indofood (indonésia) no mercado de capitais internacional estruturado através de uma subsidiária residente nas Ilhas Maurícias para obter benefício de taxa reduzida de 10% da CDT Denúncia Unilateral da CDT pela Indonésia aplicação da taxa interna de 20% Empréstimo continha disposições permitido reembolso antecipado se a taxa de retenção na fonte sobre o juro aumenta-se, a menos que houvesse uma "medida razoável " passível de ser implementada Indofood queria o reembolso antecipado do empréstimo uma vez que a taxa de juro aplicável ao empréstimo era bastante superior à taxa de mercado nesse momento Tribunal Inglês: a reestruturação do empréstimo através da interposição de uma SPV na Holanda é uma "medida razoável"? Questão fiscal: a SPV holandesa é o beneficiário efectivo dos juros e residente na Holanda para efeitos da CDT entre a Indonésia e a Holanda? Facto: SPV Holanda seria obrigada a pagar os juros recebidos ao UK trustee que evolveria um acordo contratual back-to-back. Nenhuma margem na SPV mas possivelmente uma comissão Tribunal Inglês toma em consideração a estrutura legal e comercial para decidir que a interposição de uma SPV não seria uma medida razoável uma vez que BV não seria o beneficiário efectivo 15

16 Prevost Car Inc. (2008) Henlys (UK) Volvo (Sweden) dividends 49% 51% Prevost B.V. (Netherlands) dividends Prevost Car (Canada) Tax Court (2008) Upheld by FCA (2009) 16

17 Prevost Car Inc. - Factos Pagamentos de dividendos da BV aos accionistas realizadas entre 1/12 dias depois de receber dividendos do Canadá. Despesas de Prevost B.V. financiadas por accionistas Volvo e Henlys assinaram duas resoluções indicando que eram sócios da Prevost Car (Canadá) Autoridades Fiscais referem que de acordo com um acordo de accionistas, incluido no Estatuto da Prevost BV esta está obrigada a pagar dividendos no mesmo montante que os dividendos recebidos da Prevost Canadá Utilização da amplificação do conceito de beneficiário efectivo em 2003 a um CDT de 1986 Argumentos da Prevost: BV fez o que uma sociedade holding é esperado que fazer. Accionistas da BV não tinha direito a dividendos até aprovação pelos administradores da BV 17

18 Cláusulas LOB Cláusula Aberta (CDT de Portugal com Estónia e Letónia) As disposições da presente Convenção não podem ser interpretadas no sentido de obrigarem um Estado Contratante a conceder os benefícios decorrentes desta Convenção a qualquer pessoa que seja residente do outro Estado Contratante se, de acordo com as autoridades competentes de ambos os Estados Contratantes, o gozo desses benefícios constituir um abuso dos princípios gerais da Convenção. 18

19 Cláusulas LOB Cláusula Específica (e.g. CDT UK- NL): The provisions of this Article shall not apply if the debt-claim in respect of which the interest is paid was created or assigned mainly for the purpose of taking advantage of this Article and not for bona fide commercial reasons. 19

DO PLANEAMENTO FISCAL. Oficiais de Contas Francisco de Sousa da Câmara Porto, 10 de Outubro de 2008

DO PLANEAMENTO FISCAL. Oficiais de Contas Francisco de Sousa da Câmara Porto, 10 de Outubro de 2008 OS VEÍCULOS DO PLANEAMENTO FISCAL Câmara dos Técnicos T Oficiais de Contas Francisco de Sousa da Câmara Porto, 10 de Outubro de 2008 1 Os Veículos do Planeamento Fiscal PLANEAMENTO / POUPANÇA FISCAL CONTRIBUINTES

Leia mais

Ficha de Informação Geral

Ficha de Informação Geral Objectivo da Ficha de Informação Geral Oferecer aos Clientes informação de carácter geral sobre o crédito à habitação, o mais transparente, sistemático e rigorosamente possível, antes da formalização de

Leia mais

Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro

Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Nota informativa Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015,

Leia mais

Uma das áreas que tem merecido

Uma das áreas que tem merecido 36 Fiscalidade O actual enquadramento fiscal dos rendimentos derivados de prestações de serviços por parte de sociedades não residentes, bem como as formalidades a cumprir de forma a legitimar a aplicação

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

Artigo 1.º Pessoas visadas

Artigo 1.º Pessoas visadas Resolução da Assembleia da República n.º 39/95 Convenção e o Protocolo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América para Evitar a Dupla Tributação e Prevenir a Evasão Fiscal em Matéria de

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007

TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007 TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007 O Bloco de Esquerda apresentou um conjunto de propostas sobre a política fiscal, que permitiriam gerar 960 milhões de euros

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013 Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas A presente informação técnica substitui a informação 27/2008,

Leia mais

O Orçamento de Estado 2011

O Orçamento de Estado 2011 O Orçamento de Estado 2011 Resumo dos aspectos essenciais da Lei do Orçamento de Estado de 2011, Lei n.º 55-A/2010. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Dupla tributação económica Eliminada

Leia mais

TABELA PRÁTICA DAS CONVENÇÕES PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO CELEBRADAS POR PORTUGAL REDUÇÃO DE TAXAS PAÍSES DIPLOMA LEGAL TROCA DOS

TABELA PRÁTICA DAS CONVENÇÕES PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO CELEBRADAS POR PORTUGAL REDUÇÃO DE TAXAS PAÍSES DIPLOMA LEGAL TROCA DOS (orm ÁFRICA DO SUL n.º 53/08 22 Setembro n.º 222/2008 publicado em 20-11-2008 EM VIGOR DESDE 22-10-2008 ALEMANHA Lei 12/82 03 Junho publicado em 14-10-1982 EM VIGOR DESDE 08-10-1982 15% 11º 10% a) 12º

Leia mais

Preçário BANCO PRIVADO ATLANTICO. Instituição Financeira Bancária TABELA DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 03 de Dezembro 2015

Preçário BANCO PRIVADO ATLANTICO. Instituição Financeira Bancária TABELA DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 03 de Dezembro 2015 Preçário BANCO PRIVADO ATLANTICO Instituição Financeira Bancária TABELA DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 03 de Dezembro 2015 O Preçário pode ser consultado nos balcões e locais de atendimento

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL Lei n. o 5 /2002, de 20 de Setembro LEI DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA TRIBUTÁRIO O sistema fiscal de Timor-Leste foi instituído a partir do Regulamento

Leia mais

Crédito Habitação BPI - Ficha de Informação Geral

Crédito Habitação BPI - Ficha de Informação Geral Crédito Habitação BPI - Ficha de Informação Geral Mutuante Banco BPI, S.A. Sede: Rua Tenente Valadim, 284 4100-476 PORTO Sociedade Aberta, Capital Social 1.293.063.324,98, matriculada na CRCP sob o número

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS PARTE I - Princípios gerais Artigo 1 - Âmbito de aplicação As disposições da parte I do presente Estatuto aplicam-se aos benefícios fiscais nele previstos, sendo extensivas

Leia mais

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos a. 1) Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024)

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão ES LOGISTICA Fundo de Investimento Imobiliário Aberto Fundo de Investimento Imobiliário Aberto ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento

Leia mais

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO O Japão e a República Portuguesa, Desejando celebrar

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha Programa FINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença VALENÇAFINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar

Leia mais

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO Alunos: Gleidiane Lacerda de Souza Raichelle Piol Professor: Aldimar Rossi RESUMO: O presente trabalho tem a finalidade de falar de Juros sobre capital próprio (JSCP) é uma

Leia mais

7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Resolução da Assembleia da República n. o 84/2000 Aprova, para ratificação, a Convenção entre a República Portuguesa

Leia mais

PPR EMPRESAS Informações Pré-Contratuais

PPR EMPRESAS Informações Pré-Contratuais TIPO DE CLIENTE Empresas SEGMENTO-ALVO Este produto destina-se a empresas que pretendam oferecer aos seus colaboradores uma remuneração anual extra, com vantagens fiscais, reflectido num complemento de

Leia mais

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO. BES PORTUGAL DEZEMBRO 2011-2014 NOTES Credit Linked Notes

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO. BES PORTUGAL DEZEMBRO 2011-2014 NOTES Credit Linked Notes Advertências ao investidor: PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO BES PORTUGAL DEZEMBRO 2011-2014 NOTES Credit Linked Notes Risco de perda total ou parcial do capital investido em caso de Evento

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 Avisos do Banco de Portugal Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 A Instrução nº 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão nº 2001/193/CE,

Leia mais

GUIA COMPRA DE CASA. Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa.

GUIA COMPRA DE CASA. Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa. GUIA COMPRA DE CASA Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa. O BPI sintetizou algumas informações que o ajudarão a tomar a melhor decisão. 1 - Quais os custos a considerar na escolha

Leia mais

C N INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2. Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO

C N INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2. Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO C N C C o m i s s ã o d e N o r m a l i z a ç ã o C o n t a b i l í s t i c a INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2 Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO

Leia mais

PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO 2012 ESTATUTO FISCAL COOPERATIVO REVOGAÇÃO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS - ARTIGO 66º-A

PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO 2012 ESTATUTO FISCAL COOPERATIVO REVOGAÇÃO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS - ARTIGO 66º-A PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO 2012 ESTATUTO FISCAL COOPERATIVO REVOGAÇÃO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS - ARTIGO 66º-A A CONFAGRI CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS AGRÍCOLAS E DO CRÉDITO

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS A declaração modelo 10 destina-se a declarar os rendimentos sujeitos a imposto,

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

Novo Código Contributivo da Segurança Social

Novo Código Contributivo da Segurança Social Novo Código Contributivo da Segurança Social O Código Contributivo para a Segurança Social, aprovado através da Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro tem a sua entrada em vigor agendada para 1 de Janeiro

Leia mais

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Diploma consolidado Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Perante a actual conjuntura económica e o respectivo reflexo no mercado do emprego, revela-se ser de toda a conveniência a flexibilização das

Leia mais

GUIA COMPRA DE CASA. Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa.

GUIA COMPRA DE CASA. Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa. GUIA COMPRA DE CASA Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa. O BPI sintetizou algumas informações que o ajudarão a tomar a melhor decisão. 1 - Quais os custos a considerar na escolha

Leia mais

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (OE 2015) CIRC Artigo 87.º - Taxas n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Artigo 6.º - Sociedades de Profissionais n.º 4, alínea

Leia mais

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 As principais novidades/ alterações recentes, em matéria fiscal e contributiva, resultam da aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento para 2010 2013

Leia mais

REAL PPR Condições Gerais

REAL PPR Condições Gerais Entre a, adiante designada por Segurador, e o Tomador do Seguro identificado nas Condições Particulares, estabelece-se o presente contrato de seguro que se regula pelas Condições Particulares e desta apólice,

Leia mais

Projecto de Lei n.º 304/XI /1.ª

Projecto de Lei n.º 304/XI /1.ª PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º 304/XI /1.ª Revoga os benefícios fiscais concedidos a PPR s planos de poupança reforma - e ao regime público de capitalização Procede a

Leia mais

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei Sociedades Desportivas Análise do regime jurídico e fiscal B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal específico das sociedades desportivas

Leia mais

Preçário DEUTSCHE BANK AG, SUCURSAL EM PORTUGAL BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário DEUTSCHE BANK AG, SUCURSAL EM PORTUGAL BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário DEUTSCHE BANK AG, SUCURSAL EM PORTUGAL BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo do Deutsche Bank AG, Sucursal em Portugal,

Leia mais

Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA. TABELA DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 17 de Junho 2016

Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA. TABELA DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 17 de Junho 2016 Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA TABELA DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário pode ser consultado nos balcões e locais de atendimento ao público do Banco Millennium

Leia mais

Município de ALMADA Normas e condições de acesso Página 1 de 7

Município de ALMADA Normas e condições de acesso Página 1 de 7 Município de ALMADA Normas e condições de acesso Página 1 de 7 Programa FINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de ALMADA Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objetivo) Pretende-se

Leia mais

SANTANDER BRASIL ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A.

SANTANDER BRASIL ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. SANTANDER BRASIL ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. 2ª Emissão Pública de Debêntures Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2008 SANTANDER BRASIL ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. 2ª Emissão Pública de Debêntures

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 11.4.2007 COM(2007) 178 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Relatório final da Comissão Europeia sobre a continuação da adequação

Leia mais

OBRIGAÇÕES DE CAIXA FNB Remuneração Garantida 2006 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Prospecto Informativo da Emissão

OBRIGAÇÕES DE CAIXA FNB Remuneração Garantida 2006 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Prospecto Informativo da Emissão 1 / 5 OBRIGAÇÕES DE CAIXA FNB Remuneração Garantida 2006 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Prospecto Informativo da Emissão As obrigações de caixa FNB Remuneração Garantida 2006 são um Instrumento

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Advertências ao investidor: 100% do capital investido garantido na maturidade Remuneração não garantida Possibilidade

Leia mais

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO Capital Garantido Brasil 2015 Notes ( Brasil 2015 Notes ) a emitir pelo Espirito Santo Investment p.l.c. ao abrigo do seu 2,500,000,000 Euro Medium Term

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA. Lei n.º 2/13 de 7 de Março

REPÚBLICA DE ANGOLA. Lei n.º 2/13 de 7 de Março REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º 2/13 de 7 de Março O Orçamento Geral do Estado é o principal instrumento da política económica e financeira do Estado Angolano que, expresso em termos de

Leia mais

Redução da carga fiscal Aplicação das Convenções de Dupla Tributação aos fundos de investimento e de pensões

Redução da carga fiscal Aplicação das Convenções de Dupla Tributação aos fundos de investimento e de pensões Redução da carga fiscal Aplicação das Convenções de Dupla Tributação aos fundos de investimento e de pensões Conferência Soluções para a Competitividade Fiscal Ricardo da Palma Borges ricardo@ricardodapalmaborges.com

Leia mais

FOLHETO DE TAXAS DE JURO

FOLHETO DE TAXAS DE JURO FOLHETO DE TAXAS DE JURO Clientes Particulares Outros clientes 17 CONTAS DE DEPÓSITO 19 CONTAS DE DEPÓSITO 17.1. Depósitos à ordem 19.1. Depósitos à ordem 17.2. Depósitos a prazo 18 OPERAÇÕES DE CRÉDITO

Leia mais

Preçário BANCO INVEST, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS FOLHETO DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 01-Jun-16

Preçário BANCO INVEST, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS FOLHETO DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 01-Jun-16 Preçário BANCO INVEST, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 01Jun16 O Preçário completo do Banco Invest, contém o Folheto de Comissões

Leia mais

REGIME EXTRAORDINÁRIO DE PROTECÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL

REGIME EXTRAORDINÁRIO DE PROTECÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL NOTA INFORMATIVA REGIME EXTRAORDINÁRIO DE PROTECÇÃO DE DEVEDORES DE CRÉDITO À HABITAÇÃO EM SITUAÇÃO ECONÓMICA MUITO DIFÍCIL Fruto da forte pressão social que se foi fazendo junto do Governo e de várias

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

Proposta de Decreto-lei n.º /2014 Bilhetes do Tesouro

Proposta de Decreto-lei n.º /2014 Bilhetes do Tesouro Proposta de Decreto-lei n.º /2014 Bilhetes do Tesouro Considerando que, no âmbito da prossecução da política fiscal, os Bilhetes do Tesouro podem ser utilizados como instrumento privilegiado para o financiamento

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional Cabe ao Estado estabelecer as políticas necessárias para melhorar o desenvolvimento económico

Leia mais

Decreto-Lei nº 323/95, de 29 de Novembro

Decreto-Lei nº 323/95, de 29 de Novembro Diploma consolidado Decreto-Lei nº 323/95, de 29 de Novembro A última reformulação do sistema poupança-emigrante foi efectuada pelo Decreto- Lei nº 140-A/86, de 14 de Junho. Desde essa data, o regime cambial

Leia mais

Prospecto Informativo - ATLANTICO Oil Basket Série I

Prospecto Informativo - ATLANTICO Oil Basket Série I Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de Risco Instrumentos ou Variáveis Subjacentes ou Associados ATLANTICO Oil Basket Série I Produto

Leia mais

O artigo 51º do CIRC estabelece que os dividendos recebidos por sociedades portuguesas são totalmente excluídos de tributação sempre que:

O artigo 51º do CIRC estabelece que os dividendos recebidos por sociedades portuguesas são totalmente excluídos de tributação sempre que: DESTAQUE Novembro de 2010 FISCAL Proposta de alterações aos mecanismos para evitar a dupla tributação económica de dividendos A Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2011 ( Proposta de OE 2011 )

Leia mais

Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL

Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO COM SEDE EM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 219 12 de novembro de 2014 5759 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto do Presidente da República n.º 101/2014 de 12 de novembro O Presidente da República decreta, nos termos

Leia mais

ADESÃO AO CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO

ADESÃO AO CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO ADESÃO AO CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO Foi negociado e adoptado pelas Associações Europeias de Consumidores,

Leia mais

Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL

Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO COM SEDE EM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO

Leia mais

TTULO. Seminário sobre Financiamento

TTULO. Seminário sobre Financiamento TTULO LEASING 1. Definição 2. Principais características 3. Fiscalidade / Contabilidade 4. Vantagens para os Clientes 5. Vantagens para os Fornecedores 6. Portugal 2020 e o Leasing 7. Linha PME Crescimento

Leia mais

Clipping Legis. Publicação de legislação e jurisprudência fiscal. Nº 186 Conteúdo - Atos publicados em Setembro de 2015 Divulgação em Outubro/2015

Clipping Legis. Publicação de legislação e jurisprudência fiscal. Nº 186 Conteúdo - Atos publicados em Setembro de 2015 Divulgação em Outubro/2015 www.pwc.com.br Clipping Legis A MP 694 limita a dedutibilidade da despesa de JCP e suspende em 2016 alguns incentivos fiscais relativos a projetos de inovação tecnológica (MP Nº 694) Nova IN da RFB consolida

Leia mais

Principais considerações fiscais Brasileiras

Principais considerações fiscais Brasileiras Investimento Português no Brasil 12 de Abril de 2012 Principais considerações fiscais Brasileiras Aspectos fiscais relevantes a considerar do ponto de vista fiscal Brasileiro Isenção de RF nos dividendos

Leia mais

Proposta de Lei Exposição de motivos

Proposta de Lei Exposição de motivos Proposta de Lei Exposição de motivos A modernização da Administração Pública constitui um dos pilares essenciais da estratégia de crescimento do País, destacando-se as várias medidas que o Governo tem

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Decreto-Lei n.º 171/2007 de 8 de Maio (Alterado pelo Decreto-Lei n.º 88/2008, de 29 de Maio)

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Decreto-Lei n.º 171/2007 de 8 de Maio (Alterado pelo Decreto-Lei n.º 88/2008, de 29 de Maio) MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Decreto-Lei n.º 171/2007 de 8 de Maio (Alterado pelo Decreto-Lei n.º 88/2008, de 29 de Maio) Artigo 1.º 1 Objecto 1 - O presente decreto-lei estabelece as regras a

Leia mais

Regime Jurídico das Cooperativas de Ensino Decreto-Lei nº 441 A/82 de 6 de Novembro

Regime Jurídico das Cooperativas de Ensino Decreto-Lei nº 441 A/82 de 6 de Novembro Regime Jurídico das Cooperativas de Ensino Decreto-Lei nº 441 A/82 de 6 de Novembro ARTIGO 1º Âmbito As cooperativas de ensino, abreviadamente e suas organizações de grau superior regem-se pelas disposições

Leia mais

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO EMPRESA DE SEGUROS Santander Totta Seguros, Companhia de Seguros de Vida S.A., com Sede na Rua da Mesquita, nº 6 - Torre A - 2º - 1070 238 Lisboa, Portugal (pertence ao Grupo Santander). A Santander Totta

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO BiG Alocação Fundo Autónomo: BiG Alocação Dinâmica Todos os Investimentos têm risco Entidade gestora: Real Vida Seguros, S.A. Avenida de França, 316 2º, Edifício Capitólio 4050-276 Porto Portugal Advertências

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 1 IRC 2 Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros Distribuídos Na sociedade detentora Eliminação da Dupla Tributação nos Lucros auferidos

Leia mais

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.

Leia mais

Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março

Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março A consagração legislativa de boas práticas bancárias, bem como a uniformização de procedimentos por todas as instituições de crédito, constitui um desiderato considerado

Leia mais

Investir em Angola A nova Lei do Investimento Privado

Investir em Angola A nova Lei do Investimento Privado Investir em Angola A nova Lei do Investimento Privado Aprovação da nova Lei do Investimento Privado em Angola Lei nº 14/15, de 11 de Agosto Investimento Privado Para efeitos da presente Lei, considera-se

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA Referência: 400001_EUR_20160701_001 CONTA EXTRACTO Designação Condições de acesso Modalidade Meios de movimentação Moeda Montante Taxa de remuneração Conta Extracto Clientes pessoas singulares, pessoas

Leia mais

REGIME E TABELA DE EMOLUME TOS DO TRIBU AL DE CO TAS. CAPÍTULO I Disposições Gerais. ARTIGO 1. (Emolumentos e encargos)

REGIME E TABELA DE EMOLUME TOS DO TRIBU AL DE CO TAS. CAPÍTULO I Disposições Gerais. ARTIGO 1. (Emolumentos e encargos) REGIME E TABELA DE EMOLUME TOS DO TRIBU AL DE CO TAS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1. (Emolumentos e encargos) 1. Pelos serviços prestados pelo Tribunal de Contas e pela Direcção dos serviços Técnicos

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 REESTRUTURA OS FUNDOS ESCOLARES DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO E EXTINGUE O FUNDO REGIONAL DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR Criado pelo Decreto Regulamentar Regional n.º

Leia mais

C N C. Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES 11 - CÓDIGO DE CONTAS... 1

C N C. Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES 11 - CÓDIGO DE CONTAS... 1 Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS... 1 CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES... 1 CLASSE 2 - TERCEIROS*... 2 CLASSE 3 - EXISTÊNCIAS*... 4 CLASSE 4 - IMOBILIZAÇÕES*... 5 CLASSE 5 - CAPITAL, RESERVAS E RESULTADOS TRANSITADOS...

Leia mais

31/10/1992 Jornal Oficial L 316

31/10/1992 Jornal Oficial L 316 DIRECTIVA 92/83/CEE DO CONSELHO de 19 de Outubro de 1992 relativa à harmonização da estrutura dos impostos especiais sobre o consumo de álcool e bebidas alcoólicas CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Capitulo I Disposições gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Capitulo I Disposições gerais 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Capitulo I Disposições gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece a metodologia de Cálculo, Revisão e Ajuste do tarifário para o serviço de Transporte Colectivo

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813 Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto do Presidente da República n.º 74/2012 de 12 de abril O Presidente da República decreta, nos termos do artigo

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

Depósito Indexado Valor China e Zona Euro Produto Financeiro Complexo

Depósito Indexado Valor China e Zona Euro Produto Financeiro Complexo - Prospecto Informativo - Designação Classificação Valor China e Zona Euro (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração

Leia mais

Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida

Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida O que é seguro? 6 O que é Seguro-Saúde? 6 Como são os contratos de Seguro-Saúde? 7 Como ficaram as apólices antigas depois da Lei nº 9656/98? 8 Qual a diferença

Leia mais

ANEXO I DESRECONHECIMENTO

ANEXO I DESRECONHECIMENTO ANEXO I DESRECONHECIMENTO Parte 1 - Enquadramento 1. As instituições devem considerar na avaliação de desreconhecimento dos títulos os requisitos abaixo indicados. 2. Para efeitos do número anterior, as

Leia mais

ACORDO QUE INSTITUI O LABORATÓRIO EUROPEU DE BIOLOGIA MOLECULARA

ACORDO QUE INSTITUI O LABORATÓRIO EUROPEU DE BIOLOGIA MOLECULARA Resolução da Assembleia da República n.º 31/98 Acordo Que Institui o Laboratório Europeu de Biologia Molecular, concluído em Genebra em 10 de Maio de 1973, no âmbito do Acordo Relativo à Criação da Conferência

Leia mais

Depósito Indexado Depósito EUA TOP 5 Produto Financeiro Complexo

Depósito Indexado Depósito EUA TOP 5 Produto Financeiro Complexo - Prospecto Informativo - Designação Classificação Caracterização do Produto Depósito EUA TOP 5 (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Depósito Indexado (o Depósito ), não mobilizável

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA DEPÓSITO EXCLUSIVO MOBILE

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA DEPÓSITO EXCLUSIVO MOBILE DEPÓSITO EXCLUSIVO MOBILE Designação Condições de acesso Modalidade Prazo Mobilização antecipada Depósito Exclusivo Mobile. Clientes aderentes ao canal Mobile (constituição e movimentação exclusiva através

Leia mais

Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL

Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO COM SEDE EM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO

Leia mais

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, SA. Av. João XXI, 63 1000-300 Lisboa. 2. Identificação do representante da instituição de crédito (se aplicável)

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, SA. Av. João XXI, 63 1000-300 Lisboa. 2. Identificação do representante da instituição de crédito (se aplicável) FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES, EM CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros *

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * P6_TA(2006)0334 Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * Resolução legislativa do Parlamento Europeu sobre uma proposta de directiva do Conselho relativa à tributação aplicável aos

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las Notes db Recovery Axa, Facebook & Royal Dutch Shell ISIN: XS0475189113 Emitente:

Leia mais

O Depósito a Prazo pode ser constituído por prazos entre 30 e 365 dias. Prazo. Taxa Anual Nominal Bruta (TANB) 0,5000%

O Depósito a Prazo pode ser constituído por prazos entre 30 e 365 dias. Prazo. Taxa Anual Nominal Bruta (TANB) 0,5000% Exemplar Cliente Designação. Condições de Acesso Condições aplicáveis a: Clientes Particulares, incluindo menores de idade; Residentes e não residentes em Portugal; Titulares de uma conta de Depósitos

Leia mais

Relatório Tipo Dezembro de 20XX

Relatório Tipo Dezembro de 20XX Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: mail@alvimrocha.com 4250-313 Porto www.alvimrocha.com

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS DO EXERCÍCIO DE 2003

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS DO EXERCÍCIO DE 2003 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS DO EXERCÍCIO DE 2003 NATUREZA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS As Demonstrações Financeiras Consolidadas foram preparadas

Leia mais

Decreto-Lei nº 27/2001, de 3 de Fevereiro

Decreto-Lei nº 27/2001, de 3 de Fevereiro Diploma consolidado Decreto-Lei nº 27/2001, de 3 de Fevereiro A aquisição de habitação própria constitui um importante motivo de poupança das famílias. Todavia, os efeitos sobre a procura interna da expansão

Leia mais