INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas"

Transcrição

1 INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013 Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas A presente informação técnica substitui a informação 27/2008, a 23/2009, 6/2011, a 1/2012, a 36/2012 e a 2/2013 introduzindo-lhe as actualizações da Lei n.º 55/2013, de 8 de agosto. Índice 1.Introdução... 1 I - Obrigações Declarativas Declaração Modelo Anexo H da IES Operações com não residentes COPE Comunicação de Operações e Posições com o Exterior Sítio do Banco de Portugal... 2 II - Convenções para evitar a dupla tributação Modelos RFI Pedido de dispensa total ou parcial Modelos RFI Pedido de reembolso do imposto retido indevidamente... 3 III Direito Comunitário Lucros colocados à disposição de residente na UE Lucros colocados à disposição de residente na Suíça Juros e Royalties colocados à disposição de residente na Suíça Juros e Royalties colocados à disposição de residente na UE... 5 IV Meios de prova e prazos Prazo de validade da Prova Para a dispensa total ou parcial... 6 V Tabelas práticas Tabela Prática das Convenções para evitar a Dupla Tributação celebradas por Portugal Taxas de IRS, IRC aplicáveis aos rendimentos obtidos por não residentes durante 2013 Sem aplicação da Convenção... 9 VI Momento da Retenção Momento da Retenção VII Lucros colocação à disposição e contabilização Lançamentos contabilísticos: Introdução 1.1.Cada vez mais a abolição das fronteiras é sentida pela prestação de serviços efectuados por não residentes, pessoas singulares ou colectivas, em território nacional, esta informação técnica tem o objectivo de ajudar a esclarecer o enquadramento nomeadamente no que refere a retenção na fonte. NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 1

2 1.2.Não podem realizar-se transferências para o estrangeiro de rendimentos sujeitos a IRC, obtidos em território português por entidades não residentes, sem que se mostre pago ou assegurado o imposto que for devido (artigo 132.º do CIRC). I - Obrigações Declarativas 2.Declaração Modelo A declaração modelo 30 é de entrega obrigatória sempre que sejam pagos, liquidados, vencidos, apurado o seu quantitativo ou colocados à disposição rendimentos a entidades não residentes, devendo ser apresentada através de transmissão electrónica de dados dentro do prazo previsto na alínea a) do n.º 7 do art. 119.º do Código do IRS (até ao fim do 2º mês seguinte ao do pagamento ou colocação à disposição dos respectivos beneficiários). 2.2.Assim, se foram pagos, liquidados, vencidos, apurado o seu quantitativo ou colocados rendimentos à disposição do beneficiário no mês de Janeiro de 2013, a entrega da modelo 30 deve ser feita até ao fim do mês de Março de Anexo H da IES Operações com não residentes 3.1.O anexo H, deve ser enviado por via electrónica para dar cumprimento ao estabelecido na alínea c) do n.º 1 do artigo 117.º do CIRC, para todos os sujeitos passivos de IRC que efectuem operações com (i) entidades não residentes no âmbito dos preços de transferência, (ii) com entidades não residentes sujeitas a um regime fiscal privilegiado, ou (iii) tenham obtido rendimentos fora do território nacional. 4.COPE Comunicação de Operações e Posições com o Exterior Sítio do Banco de Portugal Encontram-se abrangidas pela presente obrigação todas as pessoas colectivas residentes em Portugal, ou que nele exerçam a sua actividade, que efectuem operações económicas ou financeiras com o exterior ou que realizem operações cambiais. Estão isentas de reportar a COPE, as entidades que apresentem um total anual de operações económicas e financeiras com o exterior inferior a euros, considerando o total de entradas e de saídas. NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 2

3 II - Convenções para evitar a dupla tributação 5. Modelos RFI Pedido de dispensa total ou parcial 5.1.Deverá ser preenchido o modelo 21-RFI para pedido de dispensa total ou parcial de retenção na fonte do imposto português, efectuado ao abrigo da convenção para evitar a dupla tributação. 5.2.Os modelos RFI poderão ser encontrados no site da DGCI com o seguinte endereço: vencoes_dupla_trib_internacional/ 5.3.Os formulários RFI em língua espanhola podem encontrar-se em: _tributacao/formularios_espanha_doclib/ 6.Modelos RFI Pedido de reembolso do imposto retido indevidamente 6.1.Nas situações em que possa ter sido retido indevidamente imposto em Portugal, ou por falta de apresentação atempada do RFI, ou por erro de cálculo no valor retido, podem, nos termos da alínea 7) do art.º 98.º do CIRC, as entidades beneficiárias dos rendimentos, solicitar o reembolso total ou parcial desse imposto, no prazo de dois anos contados a partir do termo do ano em que se verificou o facto gerador do imposto, utilizando os seguintes modelos: 6.2.Deverá ser preenchido o modelo 22-RFI para pedido de reembolso do imposto português sobre dividendos de acções e juros de valores mobiliários representativos de dívida, efectuado ao abrigo da convenção para evitar a dupla tributação. 6.3.Deverá ser preenchido o modelo 23-RFI para pedido de reembolso do imposto português sobre royalties, dividendos e juros (excepto dividendos de acções e juros de valores mobiliários representativos de dívida), efectuado ao abrigo da convenção para evitar a dupla tributação. 6.4.Deverá ser preenchido o modelo 24-RFI para pedido de reembolso do imposto português sobre outros rendimentos efectuados ao abrigo da convenção para evitar a dupla tributação. NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 3

4 III Direito Comunitário 7. Lucros colocados à disposição de residente na UE 7.1.Quando se trate de lucros colocados à disposição de entidade residente noutro Estado membro da UE, que detenha uma participação no capital da residente, de valor não inferior a 10%, e desde que tenha permanecido na sua titularidade durante um ano, aplica-se o disposto nos art.ºs 14.º CIRC. 7.2.Para adquirir a isenção do n.º 3 do artigo 14.º do CIRC, é necessário obter-se um certificado de residência fiscal onde conste que se destina à aplicação da Directiva n.º 2011/96/UE, do Conselho, de 30 de Novembro. 7.3.Para fazer prova da titularidade da participação de modo ininterrupto durante um ano, basta a exibição de uma certidão da Conservatória de Registo Comercial para as sociedades por quotas, e no caso das sociedades anónimas pela exibição de uma declaração emitida pela entidade depositária ou registadora (ofício-circulado n.º /2002). 8. Lucros colocados à disposição de residente na Suíça 8.1.Estão ainda isentos de IRC de acordo com o n.º 8 do artigo 14.º do CIRC, os lucros que uma entidade residente em território português coloque à disposição de uma sociedade residente na Confederação Suíça, nos termos e condições referidos no artigo 15.º do Acordo entre a Comunidade Europeia e a Confederação Suíça, que prevê medidas equivalentes às previstas na Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos da poupança sob a forma de juros, sempre que: a) A sociedade beneficiária dos lucros tenha uma participação mínima directa de 25% no capital da sociedade que distribui os lucros desde há pelo menos dois anos; e b) Nos termos das convenções destinadas a evitar a dupla tributação celebradas por Portugal e pela Suíça com quaisquer Estados terceiros, nenhuma das entidades tenha residência fiscal nesse Estado terceiro; e c) Ambas as entidades estejam sujeitas a imposto sobre o rendimento das sociedades sem beneficiarem de uma qualquer isenção e ambas revistam a forma de sociedade limitada. NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 4

5 8.2.Para adquirir a isenção do n.º 8 do artigo 14.º do CIRC, é necessário obter-se um certificado de residência fiscal onde conste que se destina à aplicação da Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho. 9. Juros e Royalties colocados à disposição de residente na Suíça 9.1.De acordo com o n.º 16 do artigo 14.º do CIRC, estão isentos de IRC os pagamentos de juros e royalties entre uma sociedade portuguesa e uma sociedade residente na Confederação Suíça sempre que estejam verificados os requisitos e condições aplicáveis aos juros e royalties colocados à disposição de residente na UE, com as devidas adaptações (consultar ponto 10) Para beneficiar desta isenção, é necessário obter-se o MOD. 21-RFI ou um certificado de residência fiscal onde conste que se destina à aplicação da Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho. 10. Juros e Royalties colocados à disposição de residente na UE 10.1.Quando se trate de juros ou royalties colocados à disposição de entidade residente noutro Estado membro da UE, que detenha uma participação no capital da residente, de valor não inferior a 25%, e tenha sido detida, de modo ininterrupto, durante os dois anos anteriores à data em que se verifica à data do pagamento deixa de haver lugar à retenção na fonte Para beneficiar dessa isenção do n.º 12 do artigo 14.º do CIRC, é necessário obter-se o MOD. 01-DJR (Despacho n.º 4727/2009 de 9 de Fevereiro) carimbado pela Administração Tributária do país da entidade beneficiária dos juros e Royalties. Este modelo é válido por um período máximo de dois anos (Circular 5/2009 da Direcção de Serviços das Relações Internacionais), a contar da data da respectiva autenticação por parte da autoridade fiscal do Estado membro da União Europeia da residência do beneficiário dos rendimentos, no que respeita a cada contrato relativo a pagamento de juros ou royalties (devendo identificar-se todos os contratos que estão na origem dos pagamentos) Relativamente à alteração, a partir de 01 de Julho de 2013, com a isenção da taxa de retenção na fonte, a mesma não prejudicará a validade, de dois anos, do formulário modelo 01DJR. Exemplificando, um formulário autenticado em Abril de 2013 será válido para todos os pagamentos a efectuar até Abril de 2015, independentemente de se aplicar a taxa de 5% nos pagamentos a efectuar até 30 NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 5

6 de Junho de 2013 e de não haver retenção nos pagamentos que venham a ser efectuados posteriormente a essa data (a partir de 01 de Julho de 2013) Para pedir o reembolso deverá utilizar-se o mod. 02-DJR. Assim, este modelo, apenas se aplica às restituições de imposto retido em excesso nos casos em que o período mínimo, de dois anos, de detenção ininterrupta da participação (a qual deverá reunir os requisitos estabelecidos no n.º 13 do artigo 14.º do Código do IRC), se complete após a data em que se verificou a obrigação de retenção na fonte. Para este efeito, o formulário deverá ser apresentado no prazo de dois anos, contados da data da verificação dos pressupostos, conforme previsto no n.º 4 do artigo 96.º. O valor de imposto a inscrever nos respectivos campos (6) e (7), ou (5) e (6) do Quadro II, consoante se trate, respectivamente, de juros ou royalties, dever-se-á atender às diferentes taxas aplicáveis em cada momento O mod. 02-DJR não é utilizável para pedidos de restituição de imposto retido em excesso nos casos em que à data do facto gerador do imposto se encontravam reunidos todos os requisitos para que ao beneficiário dos rendimentos fosse aplicável o regime em causa, tendo, no entanto, aquele sofrido uma retenção de imposto excessiva, designadamente por não ter apresentado os meios de prova necessários (v.g. o formulário mod. 01DJR), no prazo estabelecido para esse efeito. Nestas situações e dado que as mesmas não estão previstas no n.º 7 do artigo 98.º do Código do IRC, o meio adequado para o beneficiário solicitar a restituição do imposto retido em excesso é a reclamação graciosa, nos termos do artigo 132.º do Código de Procedimento e de Processo Tributário (CPPT) Estes modelos encontram-se disponíveis em: ectiva_juros_royalties/. IV Meios de prova e prazos 11.Prazo de validade da Prova Para a dispensa total ou parcial 11.1.Nos termos do n.º 2 do artigo 98.º do CIRC, os beneficiários dos rendimentos devem fazer prova perante a entidade que se encontra obrigada a efectuar a retenção na fonte, até ao termo do prazo estabelecido para a entrega do imposto que deveria ter sido deduzido nos termos das normas legais aplicáveis; Fazer prova é apresentar o RFI, Certificado de Residência Fiscal ou Mod.01 e 02 DJR, conforme caso aplicável. NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 6

7 11.2. Nos termos do n.º 3 do artigo 98.º do CIRC, os formulários a que se refere o número anterior, devidamente certificados, são válidos por um período máximo de: a) Dois anos, na situação prevista na alínea b) do n.º 2 do artigo 98.º do CIRC e no respeitante a cada contrato relativo a pagamentos de juros ou royalties, devendo a sociedade ou o estabelecimento estável beneficiários dos juros ou royalties informar imediatamente a entidade ou o estabelecimento estável considerado como devedor ou pagador quando deixarem de ser verificadas as condições ou preenchidos os requisitos estabelecidos no artigo 14.º (Mod.01 e 02 DJR do Despacho n.º 4727/2009); b) Um ano, nas demais situações, devendo a entidade beneficiária dos rendimentos informar imediatamente a entidade devedora ou pagadora das alterações verificadas nos pressupostos de que depende a dispensa total ou parcial de retenção na fonte De acordo com o n.º 5 e 6 do artigo 98.º do CIRC, caso a entidade beneficiária dos rendimentos não tenha feito prova até ao termo do prazo estabelecido para a entrega do imposto que deveria ter sido deduzido nos termos das normas legais aplicáveis, a obrigação da dedução do imposto fica afastada sempre que o substituto tributário comprove com documento RFI/Certificado de residência fiscal/djr consoante o caso, à posteriori, sem prejuízo da responsabilidade contra-ordenacional [pagamento de coima de 375 a , nos termos do disposto no artigo 126.ºdo RGIT]. (Ver Nota 1) Conservação da documentação Os originais dos formulários e outros documentos de prova que justifiquem a não aplicação de qualquer taxa de imposto, utilização de taxas reduzidas ou outras situações, deverão ser conservados na posse da declarante pelo prazo de dez anos, devendo ser exibidos à administração fiscal sempre que solicitados. NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 7

8 V Tabelas práticas 12.Tabela Prática das Convenções para evitar a Dupla Tributação celebradas por Portugal 11.1.Poderão encontrar a tabela no seguinte endereço do site das finanças: 6088D977AE91/0/Tabela_CDTs_2013.pdf 12.2.De acordo com o n.º 1 do artigo 98.º do CIRC, não existe obrigação de efectuar a retenção na fonte de IRC, no todo ou em parte, consoante os casos, relativamente aos rendimentos referidos no n.º 1 do artigo 94.º do Código do IRC quando, por força de uma convenção destinada a eliminar a dupla tributação ou de um outro acordo de direito internacional que vincule o Estado Português ou de legislação interna, a competência para a tributação dos rendimentos auferidos por uma entidade que não tenha a sede nem direcção efectiva em território português e aí não possua estabelecimento estável ao qual os mesmos sejam imputáveis não seja atribuída ao Estado da fonte ou o seja apenas de forma limitada. NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 8

9 13.Taxas de IRS, IRC aplicáveis aos rendimentos obtidos por não residentes durante 2013 Sem aplicação da Convenção Rendimentos Taxa CIRC Com estabelecimento estável 25,00% N.º 1 do Artigo 87.º Sem estabelecimento estável 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º Sem estabelecimento estável: 1.Rendimentos propriedade intelectual ou industrial, royalties, prestação de informações respeitantes a uma 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º experiência adquirida, know-how (Consultar ponto 16 e 23 deste mapa) 2.Assistência técnica 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º 3.Rendimentos derivados do uso ou da concessão do uso de equipamento agrícola, industrial, comercial ou 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º científico, locações 4.Rendimentos da dívida pública e outros rendimentos 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º de capitais 5.Lucros distribuídos por sujeitos passivos de IRC 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º 6.Juros de depósitos 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º 7.Rendimentos de títulos de dívida, de operações de reporte, cessões de crédito, contas de títulos com 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º garantia de preço ou de outras operações similares ou afins. 8.Valor atribuído aos associados que seja considerado rendimento de capitais, bem como o valor atribuído na 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º amortização de partes sociais sem redução de capital 9.Ganhos decorrentes de operações swaps 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º 10.Outros rendimentos de aplicação de capitais 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º (ex. juros entre entidades sem relações especiais) 11.Prémios de lotarias, apostas mútuas desportivas e 35% Alínea d) do n.º 4 do Artigo 87.º bingo 12.Prémios de rifas, totoloto, loto, sorteios e concursos 35% Alínea d) do n.º 4 do Artigo 87.º 13.Comissões por intermediação de outras prestações de serviços realizados ou utilizados em território 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º português 14.Outras prestações de serviços realizados ou utilizados em território português (Taxa Generica) excepto nas 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º comunicações e nos transportes, que não tem retenção NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 9

10 Rendimentos Taxa CIRC 15.Sem estabelecimento estável (mas com obrigação 25,00% N.º 4 do Artigo 87.º declarativa: modelo 22): rendimentos prediais Associadas Diferentes EM 2003/49/CE 16.Juros e royalties, cujo beneficiário efectivo seja uma (Obter MOD.01-DJR carimbado) sociedade de outro estado membro (EM) da UE ou um estabelecimento estável situado noutro EM de uma Isento A partir de 01/07/2013 (Lei n.º 55/2013) sociedade de um EM, devidos ou pagos por sociedades N.º 12 do artigo 14.º do CIRC comerciais ou civis sob forma comercial, cooperativas e Nota: O beneficiário deve ser sujeito empresas públicas residentes em território português passivo a um dos imposto sobre lucros ou por um estabelecimento estável aí situado de uma de acordo com a subalínea i) da alínea a) sociedade de outro EM do n.º 13 do artigo 14.º do CIRC 17.Rendimentos de capitais sempre que sejam pagos ou colocados à disposição em contas abertas em nome de um ou mais titulares mas por conta de terceiros não 35% Alínea h) do n.º 4 do Artigo 87.º identificados, exceto quando seja identificado o beneficiário efetivo 18.Rendimentos de capitais obtidos por entidades não residentes em território português, que sejam domiciliadas em país, território ou região sujeitas a um regime fiscal 35% Alínea i) do n.º 4 do Artigo 87.º claramente mais favorável, constante de lista aprovada por portaria do Ministro das Finanças. 19.Sem estabelecimento estável (mas com obrigação Alínea a) b) e e) do n.º 3 do art.4.º declarativa: modelo 22): rendimentos de mais-valias e 25% conjugado com o n.º 5 do artigo incrementos patrimoniais obtidos a título gratuito 94.º com o corpo do n.º 4 do Artigo 87.º 20.Rendimentos de profissionais de espectáculos ou 25% Alínea d) do n.º 3 do art.4.º desportistas conjugado com o n.º 5 do artigo 94.º com o corpo do n.º 4 do Artigo 87.º 21.Remunerações auferidas na qualidade de membros de Alínea d) do n.º 1 do artigo 94.º órgãos estatutários de pessoas colectivas e outras 25% conjugado com o n.º 5 do mesmo artigo entidades (Sociedades) com o corpo do n.º 4 do Artigo 87.º 22.Rendimentos de lucros colocados à disposição de isento nas condições do n.º 3 do artigo 14.º entidades residentes na UE Diretiva n.º 2003/48CE 23.Juros, royalties pagos para uma sociedade/estabelecimento isento N.º 16 do art.º 14.º; n.º 3 e 4 do art.º 96.º estável residente na Suíça e n.º 10 do art.º 98.º Nota: O beneficiário deve ser sujeito passivo a um dos imposto sobre lucros Rendimentos Taxa EBF Mais-valias realizadas com a transmissão onerosa de partes sociais, outros valores mobiliários, warrants isento nas condições do artigo 27.º do EBF autónomos emitidos por entidades residentes e negociados em bolsa Nota: Quando na tabela indica isento, teremos de confirmar se, se encontram verificadas todas as condições constantes do normativo que concede a isenção. NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 10

11 Rendimentos Taxa CIRS 1.Quaisquer rendimentos de capitais auferidos por não residentes em Portugal não expressamente tributados 28,00% Alínea d) do n.º 1 do artigo 71.º a taxa diferente. 2.Remunerações auferidas na qualidade de membros de órgãos estatutários de pessoas colectivas e outras 25,00% Alínea a) do n.º 4 do artigo 71.º entidades (trabalho dependente) 3.Trabalhadores dependentes (a) 25,00% Alínea a) do n.º 4 do artigo 71.º 4.Independentes - actividades profissionais especificamente previstas na lista a que se refere o artigo 151.º, ainda que 25,00% Alínea a) do n.º 4 do artigo 71.º decorrentes de actos isolados (Cat. B) (b) 5.Comissões 25,00% Alínea a) do n.º 4 do artigo 71.º 6.Os rendimentos provenientes de contratos que tenham por objecto a cessão ou utilização temporária de direitos da propriedade intelectual ou industrial ou a prestação de 25,00% Alínea b) do n.º 4 do artigo 71.º informações respeitantes a uma experiência adquirida no sector industrial, comercial ou científico, quando não auferidos pelo respectivo autor ou titular originário 7.Assistência técnica 25,00% Alínea b) do n.º 4 do artigo 71.º 8.Os rendimentos decorrentes do uso ou da concessão do uso de equipamento agrícola e industrial, comercial ou científico, quando não constituam rendimentos prediais, 25,00% Alínea b) do n.º 4 do artigo 71.º bem como os provenientes da cedência, esporádica ou continuada, de equipamentos e redes informáticas, incluindo transmissão de dados ou disponibilização de capacidade informática instalada em qualquer das suas formas possíveis 9.Pensões (Cat. H) 25,00% Alínea c) do n.º 4 do artigo 71.º 10.As indemnizações que visem a reparação de danos não patrimoniais, exceptuadas as fixadas por decisão judicial 25,00% Alínea d) do n.º 4 do artigo 71.º ou arbitral ou resultantes de acordo homologado judicialmente. 11.As indemnizações de danos emergentes não comprovados e de lucros cessantes, considerando-se neste último caso como tais apenas as que se destinem a ressarcir os 25,00% Alínea d) do n.º 4 do artigo 71.º benefícios líquidos deixados de obter em consequência da lesão 12.Importâncias auferidas em virtude da assunção de obrigações de não concorrência, independentemente da 25,00% Alínea d) do n.º 4 do artigo 71.º respectiva fonte ou título NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 11

12 Rendimentos Taxa CIRS 13.Todos os rendimentos referidos anteriormente, sempre que sejam pagos ou colocados à disposição em contas 35,00% N.º 12 do artigo 71.º abertas em nome de um ou mais titulares mas por conta (Consultar a totalidade do de terceiros não identificados. artigo 71.º) 14.Rendimentos de capitais pagos ou colocados a disposição dos respectivos titulares, residentes em território português devidos por entidades não residentes sem estabelecimento estável em território português e que sejam domiciliadas 35,00% N.º 13 do artigo 71.º em país, território ou região sujeitas a um regime fiscal (rendimentos mencionados nos ºs 1 e 2 claramente mais favorável, constante de lista aprovada por do artigo 71.º) portaria do Ministro das Finanças, por intermédio de entidades que estejam mandatadas por devedores ou titulares ou ajam por conta de uns ou outros. 15.Os rendimentos de capitais, obtidos por entidades não residentes sem estabelecimento estável em território 35,00% N.º 14 do artigo 71.º português, que sejam domiciliadas em país, território ou Rendimentos de capitais definidos no região sujeitas a um regime fiscal claramente mais artigo 5.º) favorável, constante de lista aprovada por portaria do Ministro das Finanças. 16.Rendimentos prediais (Cat. F) 28,00% N.º 7 do artigo 72.º (Taxas especiais) Tributação autonoma (a) Os rendimentos de trabalhadores dependentes pagos por uma empresa com sede em Portugal a uma pessoa singular residente em outro Estado Membro são considerados obtidos no nosso país, nos termos da alínea a) do n.º 1 do art.º 18.º do Código do IRS, mesmo que exercidos nesse outro Estado Membro ficando assim sujeito a retenção a titulo definitivo. Esta tributação pode ser afastada mediante a apresentação do RFI, graças ao nº 1 do artigo 18.º do DL 42/91. (b) As actividades englobadas na tabela anexa ao artigo 151.º do CIRS, quando prestados por não residentes singulares ficam abrangidos pela tributação a taxa liberatória (art.º 71.º do CIRS), quando têm a possibilidade de accionar CDT passa a existir dispensa da obrigação da retenção na fonte graças ao nº 1 do artigo 18.º do DL 42/91 (incluindo os comissionistas código 1319). NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 12

13 VI Momento da Retenção 14.Momento da Retenção De acordo com o artigo 7.º do CIRS o momento da retenção depende do tipo de rendimento como se segue: -Os lucros das entidades sujeitas a IRC colocados à disposição dos respectivos associados ou titulares, incluindo adiantamentos por conta de lucros; -O valor atribuído aos associados em resultado da partilha que, nos termos do artigo 81.º do Código do IRC, seja considerado rendimento de No momento da colocação a disposição aplicação de capitais, bem como o valor atribuído aos associados na amortização de partes sociais sem redução de capital; -Os rendimentos das unidades de participação em fundos de investimento; -A remuneração decorrente de certificados que garantam ao titular o direito a receber um valor mínimo superior ao valor de subscrição. Juros (cujos contratos não indiquem o prazo de No momento do reembolso. vencimentos) Juros (cujos contratos indiquem o prazo de No momento do vencimento vencimentos) Quanto aos juros totalmente presumidos Considera-se ter lugar em 31 de Dezembro de cada ano ou na data do reembolso se anterior Royalties No momento do apuramento do respectivo quantitativo Prestação de serviços No momento do pagamento NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 13

14 VII Lucros colocação à disposição e contabilização 15.Lançamentos contabilísticos: 1ª Lançamento, dia 1 do ano n+1: 818/56 pelo Resultado líquido do ano n; Tendo a acta como suporte contabilístico da deliberação da atribuição dos lucros: 56/264-Resultados Atribuídos; Quando colocado à disposição, débito 264-Resultados Atribuídos contrapartida da 265-Lucros disponíveis e 2423-Capitais Retenção de IRS Nota 1 - O entendimento da colocação à disposição é o seguido pela administração fiscal, embora saibamos que existem outras posições defendidas por advogados e fiscalistas. Nota 2 - Os formulários/certificados, devidamente preenchidos e autenticados, devem ser entregues à entidade residente que está obrigada a proceder à retenção na fonte de IRC, até ao termo do prazo legal estabelecido para a entrega do imposto (ou seja, até ao dia 20 do mês seguinte àquele em que ocorreu o facto gerador do imposto). Nota 3 Esta Informação Técnica actualiza e substitui as Inf. Técnicas n.º 27/2008, 23/2009, 6/2011, 1/2012, a 36/2012 e a 2/2013. Elaborado por: Manuela Reinolds de Melo Revisto por: Maria Mestra Carcavelos, 26 de agosto de 2013 NUCASE Mod. 12i-002 Rev. E DEPARTAMENTO TÉCNICO 14

Cada vez mais a abolição das

Cada vez mais a abolição das Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes P o r M a r i a M a n u e l a V i e i r a R e i n o l d s d e M e l o As retenções na fonte de rendimentos obtidos por não residentes obedecem

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS A declaração modelo 10 destina-se a declarar os rendimentos sujeitos a imposto,

Leia mais

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV Benefícios fiscais às zonas francas Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1- (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

O Orçamento de Estado 2011

O Orçamento de Estado 2011 O Orçamento de Estado 2011 Resumo dos aspectos essenciais da Lei do Orçamento de Estado de 2011, Lei n.º 55-A/2010. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Dupla tributação económica Eliminada

Leia mais

CAPÍTULO I Incidência Artigo 1.º Artigo 1.º Pressuposto do imposto Pressuposto do imposto Artigo 2.º Artigo 2.º Sujeitos passivos Sujeitos passivos

CAPÍTULO I Incidência Artigo 1.º Artigo 1.º Pressuposto do imposto Pressuposto do imposto Artigo 2.º Artigo 2.º Sujeitos passivos Sujeitos passivos Anterior Código IRC Artigo 1.º Pressuposto do imposto O imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC) incide sobre os rendimentos obtidos, mesmo quando provenientes de atos ilícitos, no período

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 O NOVO BANCO vem prestar alguns esclarecimentos que considera úteis para o preenchimento da declaração Modelo 3 de IRS, tomando por base a informação

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro

Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Nota informativa Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015,

Leia mais

Uma das áreas que tem merecido

Uma das áreas que tem merecido 36 Fiscalidade O actual enquadramento fiscal dos rendimentos derivados de prestações de serviços por parte de sociedades não residentes, bem como as formalidades a cumprir de forma a legitimar a aplicação

Leia mais

Obrigações nacionais / estrangeiras

Obrigações nacionais / estrangeiras Obrigações nacionais / estrangeiras Recebeu juros de obrigações nacionais ou estrangeiras? Se recebeu juros de obrigações nacionais ou estrangeiras, a retenção na fonte que tiver sido efectuada pelo BIG

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 34/2005 17/02 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa a um regime fiscal comum

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016 OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016 Última atualização: janeiro 2016 IRS ATÉ AO DIA 11 Entrega da Declaração Mensal de Remunerações, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades devedoras de rendimentos

Leia mais

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO O Japão e a República Portuguesa, Desejando celebrar

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS PARTE I - Princípios gerais Artigo 1 - Âmbito de aplicação As disposições da parte I do presente Estatuto aplicam-se aos benefícios fiscais nele previstos, sendo extensivas

Leia mais

IVA transmissão de estabelecimento

IVA transmissão de estabelecimento IVA transmissão de estabelecimento É possível, ao abrigo do artigo 3.º, n.º 4 do CIVA transmitir um estabelecimento (isto é, todo o seu activo) de uma sociedade para um empresário em nome individual no

Leia mais

Instrumento de captação de aforro estruturado (ICAES) e Juros de depósito

Instrumento de captação de aforro estruturado (ICAES) e Juros de depósito Instrumento de captação de aforro estruturado (ICAES) e Juros de depósito Recebeu juros de depósito nacionais ou estrangeiros ou de ICAES? Se recebeu juros de depósitos, nacionais ou estrangeiros, ou de

Leia mais

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares.

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. Estamos à sua disposição para o aconselhar em questões

Leia mais

Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses?

Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses? Mais-valias Alienou acções nacionais ou estrangeiras detidas durante menos de 12 meses? Nesse caso, o saldo anual positivo entre as mais e menos-valias apuradas vai ser sujeito a uma taxa especial de imposto

Leia mais

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 As principais novidades/ alterações recentes, em matéria fiscal e contributiva, resultam da aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento para 2010 2013

Leia mais

ÍNDICE. IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares... 6

ÍNDICE. IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares... 6 Principais Medidas Fiscais Com Incidência na Actividade Empresarial Lei nº 32-B/32, de 30 de Dezembro de 2002 ÍNDICE IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o

Leia mais

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos a. 1) Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 219 12 de novembro de 2014 5759 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto do Presidente da República n.º 101/2014 de 12 de novembro O Presidente da República decreta, nos termos

Leia mais

Cisão. (Resposta redigida em Abril de 2006) Deste modo, do ponto de vista estritamente contabilístico, atendendo a que todo o projecto foi

Cisão. (Resposta redigida em Abril de 2006) Deste modo, do ponto de vista estritamente contabilístico, atendendo a que todo o projecto foi 60 Consultório Técnico Cisão Uma sociedade anónima concretizou em 31 de Outubro de 2005 uma cisão simples, daí resultando uma outra sociedade por quotas. Sucede que a sociedade cindida tinha na sua contabilidade

Leia mais

7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Resolução da Assembleia da República n. o 84/2000 Aprova, para ratificação, a Convenção entre a República Portuguesa

Leia mais

Novo Código Contributivo da Segurança Social

Novo Código Contributivo da Segurança Social Novo Código Contributivo da Segurança Social O Código Contributivo para a Segurança Social, aprovado através da Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro tem a sua entrada em vigor agendada para 1 de Janeiro

Leia mais

IVA - Renúncia à isenção

IVA - Renúncia à isenção IVA - Renúncia à isenção Determinada empresa tem como objecto social, conforme consta na sua declaração de início de actividade, o CAE 70 120 - Compra, construção e arrendamento, administração e gestão

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O INTRODUÇÃO O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património imobiliário

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos

Leia mais

Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal

Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal atividades comerciais, industriais ou agrícolas Com as alterações introduzidas aos n.ºs 6 e 7 do art. 117 do CIRC 1, as obrigações

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

Ficha de Informação Normalizada para Depósitos Depósitos simples, não à ordem

Ficha de Informação Normalizada para Depósitos Depósitos simples, não à ordem Designação Condições de Acesso Modalidade Prazo Mobilização Antecipada Poupança Habitação Geral Clientes Particulares com mais de 30 anos. Depósito constituído em regime especial. 12 meses Após o decurso

Leia mais

Aplicação Prática das Convenções para Evitar a Dupla Tributação Internacional

Aplicação Prática das Convenções para Evitar a Dupla Tributação Internacional Aplicação Prática das Convenções para Evitar a Dupla Tributação Internacional José Filipe Neves DGCI AICEP Junho 2011 PROGRAMA Conceitos Fundamentais Conceitos e Princípios da Tributação Internacional

Leia mais

RENDIMENTOS E RETENÇÕES RESIDENTES

RENDIMENTOS E RETENÇÕES RESIDENTES MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2008 4 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS A B E DECLARAÇÃO (Art. 119.º, n.º 1, al. c) e d) e n.º 11 do Código do IRS) (Art. 120.º do Código do IRC)

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813 Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto do Presidente da República n.º 74/2012 de 12 de abril O Presidente da República decreta, nos termos do artigo

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA 16º; 14º; 1º; 3º; 8º; 23º; 30º - 1º; 2º; 5º; 6º; 20º.

FICHA DOUTRINÁRIA 16º; 14º; 1º; 3º; 8º; 23º; 30º - 1º; 2º; 5º; 6º; 20º. FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: RITI - CIVA 16º; 14º; 1º; 3º; 8º; 23º; 30º - 1º; 2º; 5º; 6º; 20º. Operações Triangulares Falsas Triangulares Localização de operações Aquisições Intracomunitárias

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º. Enquadramento - Concessão do Direito de Construção, Gestão e Exploração Comercial, em Regime de Serviço Público, da Plataforma Logística. Processo:

Leia mais

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei estabelece o regime fiscal das operações de titularização de créditos efectuadas no âmbito

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 20/2013. Entidades do Sector Não lucrativo ESNL Associações, Clubes Desportivos, IPSS (Oficio Circulado n.

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 20/2013. Entidades do Sector Não lucrativo ESNL Associações, Clubes Desportivos, IPSS (Oficio Circulado n. INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 20/2013 Entidades do Sector Não lucrativo ESNL Associações, Clubes Desportivos, IPSS (Oficio Circulado n.º 20167/2013) As exigências contabilísticas e fiscais para as entidades do

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro Estado: vigente. Resumo:

Leia mais

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2014 03 1 DESIGNAÇÃO R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS 01 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 1 2 De / / a / / 02 ÁREA

Leia mais

Smile. it`s a tax guide. Guia do IRS 2013. Fevereiro de 2014

Smile. it`s a tax guide. Guia do IRS 2013. Fevereiro de 2014 Smile it`s a tax guide Guia do IRS 2013 Fevereiro de 2014 Índice Guia do IRS 2013 Smile it s a tax guide 3 Principais alterações em 2013 Residentes Não Habituais O ano de 2013 foi marcado pelo maior aumento

Leia mais

Prospecto Informativo Depósito Dual Energia Europa BBVA

Prospecto Informativo Depósito Dual Energia Europa BBVA Prospecto Informativo Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de risco Produto financeiro complexo Depósito Dual O é um depósito dual a 3

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O I N T R O D U Ç Ã O O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património

Leia mais

Artigo 1.º Pessoas visadas

Artigo 1.º Pessoas visadas Resolução da Assembleia da República n.º 39/95 Convenção e o Protocolo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América para Evitar a Dupla Tributação e Prevenir a Evasão Fiscal em Matéria de

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Samuel Fernandes de Almeida 17 e 18 de Fevereiro TRIBUTAÇÃO DE DIVIDENDOS TRIBUTAÇÃO DE DIVIDENDOS Distribuição de dividendos está sujeita a Imposto sobre a Aplicação de Capitais

Leia mais

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES LEGAL FLASH I ANGOLA Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES 2 LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 5 SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 175/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 175/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 175/XII Exposição de Motivos A reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) é uma prioridade do Governo desde o início da legislatura. Esta reforma consta, desde

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009 OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009 JANEIRO / 2009 Até ao dia 12 Entrega da Declaração Modelo 11, por transmissão electrónica de dados, pelos Notários, Até ao dia 20 - Entrega, pelas Instituições de Crédito

Leia mais

CONTRATO-MODELO. Reembolso dos custos. para projectos de demonstração (CE) (Versão montante fixo)

CONTRATO-MODELO. Reembolso dos custos. para projectos de demonstração (CE) (Versão montante fixo) CONTRATO-MODELO Reembolso dos custos para projectos de demonstração (CE) (Versão montante fixo) NB: O presente contrato é utilizado quando a contribuição comunitária consiste num montante fixo. A contribuição

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X Benefícios fiscais relativos ao mecenato Artigo 61.º Noção de donativo Para efeitos fiscais, os donativos constituem entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos,

Leia mais

Determinam os nossos códigos fiscais que os sujeitos

Determinam os nossos códigos fiscais que os sujeitos Retenção na fonte por não residente Um cidadão alemão, médico e residente na Alemanha, pretende iniciar uma actividade profissional em Portugal, colectando-se como profissional de categoria B, com contabilidade

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º Operações imobiliárias - Aplicação do modelo contratual de "Office Centre" Processo: nº 3778, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS

REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS Nota Justificativa Os Municípios enquanto Autarquias Locais têm por objetivo

Leia mais

Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal. Samuel Fernandes de Almeida

Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal. Samuel Fernandes de Almeida Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal Samuel Fernandes de Almeida Introdução O problema político da humanidade écombinar três coisas: eficiência económica, justiça social e liberdade individual

Leia mais

Depósito Indexado Depósito EUA TOP 5 Produto Financeiro Complexo

Depósito Indexado Depósito EUA TOP 5 Produto Financeiro Complexo - Prospecto Informativo - Designação Classificação Caracterização do Produto Depósito EUA TOP 5 (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Depósito Indexado (o Depósito ), não mobilizável

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º; 18º. Intermediação - em crédito à habitação; leasing imobiliário; conta empréstimo; crédito automóvel; produtos estruturados; leasing equipamentos e

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

Afacturação electrónica mais não é do que

Afacturação electrónica mais não é do que Facturação electrónica É possível a disponibilização da referência ou da legislação relativa à aprovação legal do envio de facturas por correio electrónico em formato PDF ou idêntico? Afacturação electrónica

Leia mais

SEGURO UNIT LINKED CA INVESTIMENTO -1ª SÉRIE (Não Normalizado)

SEGURO UNIT LINKED CA INVESTIMENTO -1ª SÉRIE (Não Normalizado) CONDIÇÕES GERAIS SOLUÇÕES CAPITALIZAÇÃO SEGURO UNIT LINKED CA INVESTIMENTO -1ª SÉRIE (Não Normalizado) 1 CONDIÇÕES GERAIS DA APÓLICE CA Investimento 1ª Série (Não Normalizado) SEGURO INDIVIDUAL Cláusula

Leia mais

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei Sociedades Desportivas Análise do regime jurídico e fiscal B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal específico das sociedades desportivas

Leia mais

Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social

Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social Legislação Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro Publicado no D.R. n.º 239, série I-A, de 17 de Outubro de 1991 SUMÁRIO : Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social

Leia mais

- Prospecto Informativo -

- Prospecto Informativo - - Prospecto Informativo - Designação Classificação Depósito Valor Crescimento Global USD (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de

Leia mais

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho O n.º 1 do artigo 117.º do Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de Maio, na última redacção que lhe foi

Leia mais

GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS

GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS Elaborada em Janeiro de 2013 1 BENEFÍCIOS FISCAIS Conforme artigo 14º e alínea f) do nº2 do artigo33º do Decreto-Lei 307/2009 de 23 de Outubro, alterado pela

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 1º, 2º, 3º e 4º Mercado interno do gás e da electricidade Contratos de concessão Taxa de ocupação de solos. Processo: nº 2258, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais

Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IRS

Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IRS Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IRS Regulamentação e Tabelas de retenção na fonte do IRS Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas IRC Estatuto dos Benefícios

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE MAPA DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE MARÇO 2015 Dia 2: IUC: Liquidação, por transmissão eletrónica de dados, e pagamento do Imposto Único de Circulação - IUC, relativo aos veículos cujo aniversário

Leia mais

Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais

Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais SECÇÃO V Ações preferenciais sem direito de voto Artigo 341º Emissão e direitos dos acionistas 1 O contrato

Leia mais

30 Novembro 2012. Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença

30 Novembro 2012. Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença 30 Novembro 2012 Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença Índice Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) 4 Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) 5 Imposto do selo

Leia mais

ORÇAMENTO DO ESTADO 2011

ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 1 13 Jan 2011 ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 NELSON BASTOS REVISOR OFICIAL DE CONTAS 2010-2011: Informação Crítica para a Transição Fiscal Parceiros Institucionais Media Partner 2 ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 AGENDA:

Leia mais

8-(4) Diário da República, 1.ª série N.º 1 3 de Janeiro de 2011

8-(4) Diário da República, 1.ª série N.º 1 3 de Janeiro de 2011 8-(4) Diário da República, 1.ª série N.º 1 3 de Janeiro de 2011 Decreto Regulamentar n.º 1-A/2011 de 3 de Janeiro O Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, aprovado

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Diário da República, 1. a série 4765 da CPLP, incluindo a República de Angola, tenham depositado na sede da CPLP, junto ao seu Secretariado Executivo, os respectivos instrumentos de ratificação ou documentos

Leia mais

DEPÓSITO INDEXADO CARREGOSA CABAZ AÇÕES ENERGIA PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO PROSPETO INFORMATIVO

DEPÓSITO INDEXADO CARREGOSA CABAZ AÇÕES ENERGIA PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO PROSPETO INFORMATIVO DEPÓSITO INDEXADO CARREGOSA CABAZ AÇÕES ENERGIA PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO PROSPETO INFORMATIVO Designação Classificação Caracterização do Produto Depósito Indexado Carregosa Cabaz Ações Energia Produto

Leia mais

(a) Data de autorização do Organismo de Investimento Colectivo no Estado-Membro de Origem e data de início da comercialização em Portugal:

(a) Data de autorização do Organismo de Investimento Colectivo no Estado-Membro de Origem e data de início da comercialização em Portugal: CONDIÇÕES PARTICULARES DO DISTRIBUIDOR referente à comercialização em Portugal, pelo Deutsche Bank AG - Sucursal em Portugal de acções da PIONEER FUNDS (a) Data de autorização do Organismo de Investimento

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

Dossiê de Preços de Transferência

Dossiê de Preços de Transferência Dossiê de Preços de Transferência Fiscalidade 2011 3 Índice Pág. 1. Preços de Transferência 03 1.1 Conceito 03 1.2 O que são Preços de Transferência 03 1.3 Porquê os Preços de Transferência? 03 1.4 Entidades

Leia mais

EMISSOR: Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social

EMISSOR: Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social DATA: Sexta-feira, de 4 de Fevereiro de 2011 NÚMERO: 25 SÉRIE I EMISSOR: Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social DIPLOMA: Portaria n.º 66/2011 SUMÁRIO: Define os procedimentos, os elementos e

Leia mais

GUIA COMPRA DE CASA. Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa.

GUIA COMPRA DE CASA. Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa. GUIA COMPRA DE CASA Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa. O BPI sintetizou algumas informações que o ajudarão a tomar a melhor decisão. 1 - Quais os custos a considerar na escolha

Leia mais

NOVIDADES E LEMBRANÇAS

NOVIDADES E LEMBRANÇAS NOVIDADES E LEMBRANÇAS Síntese de diversas matérias fiscais de maior relevo ocorridas na semana de 24 a 30 de Janeiro de 2011 1 2 1 - Acesso à informação predial simplificada: - Portaria n.º 54/2011, de

Leia mais

Descarregue gratuitamente actualizações online em www.portoeditora.pt/direito Fiscal Col. Legislação (06704.24). Novembro, 2009.

Descarregue gratuitamente actualizações online em www.portoeditora.pt/direito Fiscal Col. Legislação (06704.24). Novembro, 2009. orquê as actualizações aos livros da COLECÇÃO LEGISLAÇÃO? O panorama legislativo nacional é bastante mutável, sendo constante a publicação de novos diplomas. Ao disponibilizar novas actualizações, a ORTO

Leia mais

NOTA DE APRESENTAÇÃO

NOTA DE APRESENTAÇÃO NOTA DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às liquidações das declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares iniciado e divulgado

Leia mais

Fwd: Principais Medidas da Proposta para o OE 2011

Fwd: Principais Medidas da Proposta para o OE 2011 1 de 6 30-11-2010 12:02 Caso não consiga visualizar este email correctamente, por favor clique aqui Nota semanal dos diplomas legais e outros documentos publicados com implicações na área da fiscalidade

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Processo:

FICHA DOUTRINÁRIA. Processo: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: CIVA Artigo: 1º 29º Assunto: Empresa não residente Armazém em Portugal T909 2006018 despacho do SDG dos Impostos, em substituição do Director- Geral, em 24-02-06 Conteúdo: 1.

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Montante expressos em euros) As notas que se seguem foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas de Relato Financeiro

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO hhh IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é aplicável quer ao rendimento obtido por entidades residentes

Leia mais

Depósito Indexado Depósito Valor Energia Produto Financeiro Complexo

Depósito Indexado Depósito Valor Energia Produto Financeiro Complexo - Prospecto Informativo - Designação Classificação Depósito Valor Energia (doravante referido por o Depósito ). Depósito Indexado Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 8 e / ou nº 19 do artº 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 8 e / ou nº 19 do artº 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA nº 8 e / ou nº 19 do artº 9º Associação desportiva - Pessoa coletiva de utilidade publica - Organismo sem finalidade lucrativa Processo: nº 2981, despacho

Leia mais

- Prospecto Informativo -

- Prospecto Informativo - - Prospecto Informativo - Designação Classificação Depósito Indexado Depósito Valor Energia USD (doravante referido por o Depósito ).. Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Factores

Leia mais

BREVE ALUSÃO AO DL 61/2011 E SUA RELAÇÃO COM O DL

BREVE ALUSÃO AO DL 61/2011 E SUA RELAÇÃO COM O DL FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA Decreto-Lei n.º 221/85 Agências de viagens e organizadores de circuitos turísticos Processo: nº 2449, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do

Leia mais

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Inscrição/Alteração Membros dos Órgãos Estatutários (MOE) (1008 V5.3)

Leia mais

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS 1 O E / 2008 IRC 2 Apresentação 1. Acolhimento de recomendações da OCDE 2. Combate à evasão fiscal 3. Aperfeiçoamentos técnico-legislativos 4. Medidas de simplificação

Leia mais

www.pwc.com/pt empresarial Jorge Figueiredo

www.pwc.com/pt empresarial Jorge Figueiredo www.pwc.com/pt Fiscalidade pessoal e empresarial Jorge Figueiredo 18 de Fevereiro de 2011 Agenda 1. IRS 1.1 Alterações das taxas 1.2 Outros rendimentos 1.3 Dedução específica Categoria A 1.4 Reporte de

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024)

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão ES LOGISTICA Fundo de Investimento Imobiliário Aberto Fundo de Investimento Imobiliário Aberto ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento

Leia mais

Circular n.º 37/2011 Série II

Circular n.º 37/2011 Série II Proc.º 205.15.03.01-01/2011 DSIVAVA Circular n.º 37/2011 Série II Assunto: Facturas comercias (Ref.ª às circulares n.ºs 14/2004 e 31/2008, Série II) De harmonia com o Despacho Conjunto de 12 de Maio de

Leia mais

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (OE 2015) CIRC Artigo 87.º - Taxas n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Artigo 6.º - Sociedades de Profissionais n.º 4, alínea

Leia mais