II INSTRUÇÕES ADMINISTRATIVAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "II INSTRUÇÕES ADMINISTRATIVAS"

Transcrição

1 Novembro 2009 I II LEGISLAÇÃO COMUNITÁRIA INSTRUÇÕES ADMINISTRATIVAS III JURISPRUDÊNCIA NACIONAL IV JURISPRUDÊNCIA COMUNITÁRIA V OUTRAS INFORMAÇÕES I LEGISLAÇÃO COMUNITÁRIA CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA DIRECTIVA 2009/133/CE DO CONSELHO, DE 19 DE OUTUBRO DE 2009 A presente Directiva veio substituir a Directiva 90/434/CEE, de 23 de Julho de 1990, relativa ao regime fiscal comum aplicável às operações de fusões, cisões, cisões parciais, entradas de activos e permutas de acções entre sociedades d e Estados-Membros diferentes e à transferência da sede de uma SE ( Sociedade Europeia ) ou de uma SEC ( Sociedade Cooperativa Europeia ), revogando-a e codificando num único texto a versão consolidada desta última directiva, tal como sucessivamente alterada. No que respeita ao regime fiscal que se encontrava regulado na Directiva 90/434/CEE não há particulares alterações a registar, visando a presente Directiva alterações de natureza meramente formal. CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA DIRECTIVA 2009/132/CE DO CONSELHO, DE 19 DE OUTUBRO DE 2009 Através da presente Directiva é determinado o âmbito de aplicação das alíneas b) e c) do artigo 143.º da Directiva 2006/112/CE, no que diz respeito às importações definitivas de bens isentas de Imposto sobre o Valor Acrescentado ( IVA ), tal como presentemente definidas pela Directiva 83/181/CEE, de 28 de Março de A presente Directiva visa apenas e declaradamente codificar esta última directiva tal como alterada, de forma a obter-se uma maior clareza e racionalidade legislativa. Nesse sentido, as matérias até aqui reguladas pela Directiva 83/181/CEE passam a estar reguladas pela presente Directiva 2009/132/CE. Assim, uma vez é revogada a Directiva 83/181/CEE, as remissões legais para a mesma devem entender-se como sendo feitas para a Directiva 2009/132/CE. II INSTRUÇÕES ADMINISTRATIVAS DIRECÇÃO GERAL DOS IMPOSTOS DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE GESTÃO DOS CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS OFÍCIO-CIRCULADO N.º , DE O presente Ofício-Circulado pretende uniformizar os procedimentos a levar a cabo pela Administração Tributária para efectivação de penhora de créditos (artigo 224.º do Código de Procedimento e de Processo Tributário ( CPPT ) sempre que seja confrontada com a existência de um contrato de factoring, ou seja, uma transferência dos créditos a curto prazo do seu titular (aderente) para uma sociedade de factoring (factor ou cessionário), derivados da venda de produt os ou prestação de serviços a terceiros (devedores cedidos), cujo regime e natureza jurídicas são reguladas pelo Decreto-lei n.º 171/95, de 18 de Julho. 1

2 Ora, no caso de notificação da penhora ao devedor dos créditos cedidos, importa ter presente que a cessão dos créditos objecto do contrato de factoring concretiza-se com a transferência dos respectivos créditos (facturização). Assim, são passíveis de penhora os créditos que, até à data da notificação da penhora prevista no artigo 224.º do CPPT, ainda não tenham sido transferidos para o cessionário. Neste âmbito, podem verificar-se as seguintes situações: (i) Se o Factor tiver efectuado ao Aderente adiantamentos prévios ao vencimento dos créditos e à recepção das facturas, é possível penhorar os referidos créditos, na medida em que não houve, até ao momento, a transferência dos créditos em apreço. O devedor (cliente do aderente), depois de notificado, tem 30 dias contados da notificação ou da data de vencimento das facturas (consoante o crédito esteja vencido ou não), para depositar os valores penhorados junto da Administração Tributária; (ii) Se a sociedade de factoring tive efectuado ao aderente o pagamento contra a recepção das facturas dos créditos cedidos estes créditos já não podem ser penhorados junto do devedor do cedente, nos termos previstos no CPPT, uma vez que a cessão de créditos já se verificou. Na eventualidade da notificação da penhora do crédito em causa ser feita junto do Factor e este recebeu a facturação dos créditos, mas não procedeu ao seu pagamento junto do Aderente, é entendimento da Direcção de Serviços de Gestão de Créditos Tributários que, apesar de estes créditos não poderem ser objecto de penhora, surge um novo crédito que o cedente detém sobre o Factor que poderá ser penhorado pela Administração tributária, nos termos do artigo 244.º do CPPT. DIRECÇÃO GERAL DOS IMPOSTOS ÁREA DE GESTÃO TRIBUTÁRIA DO IVA GABINETE DO SUBDIRECTOR-GERAL OFÍCIO-CIRCULADO N.º , DE O presente Ofício visa enquadrar, em sede de Imposto sobre Valor Acrescentado ( IVA ), as prestações de serviços efectuadas entre a sede de uma sociedade e um estabelecimento estável, quando estas se encontrem localizados em diferentes Estados-Membros. De acordo com o pressuposto de independência que condiciona a qualidade de sujeito passivo prevista no artigo 2.º, n.º1 do Código do IVA ( CIVA ), coloca-se a questão de saber se, na esfera da mesma entidade jurídica, um estabelecimento estável pode dispor de suficiente autonomia para agir por conta própria e, consequentemente, assumir a qualidade de sujeito passivo de IVA. Segundo o presente Ofício, para aferir da existência de uma relação jurídica entre uma sociedade não residente e o estabelecimento estável, a fim de sujeitar a IVA as prestações de serviços fornecidas, há que verificar se o estabelecimento estável realiza uma actividade económica independente, designadamente, se pode ser considerado um ente autónomo por suportar o risco que decorre da sua actividade. Contudo, deve considerar-se que uma prestação de serviços só é tributável se existir entre o prestador e o beneficiário uma relação jurídica em cuja vigência são trocadas prestações específicas. 2

3 Deste modo, entende a Administração Tributária não estarem sujeitos a IVA os serviços prestados entre uma sociedade sedeada num Estado-Membro da União Europeia e um seu estabelecimento estável situado noutro Estado-Membro, na medida em que este não tenha personalidade jurídica própria. III JURISPRUDÊNCIA NACIONAL SUPREMO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO ACÓRDÃO DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009 PROCESSO N.º 0686/09 Em sede do presente processo, o Supremo Tribunal Administrativo veio analisar quais os meios adequados para a notificação da data da venda executiva aos intervenientes processuais acessórios no âmbito de um processo de execução fiscal, com é o caso do credor do bem penhorado titular de uma garantia real. A este respeito, o Supremo Tribunal Administrativo veio entender não existir necessidade de recorrer ao regime subsidiário previsto no Código do Processo Civil, por não existir lacuna de previsão legal em tal matéria. Assim, o Supremo Tribunal Administrativo considerou que as formalidades necessárias e suficientes de publicitação da venda em processo de execução fiscal são as que se encontram especificamente previstas no Código de Procedimento e de Processo Tributário. Pelo que, face ao disposto no respectivo artigo 249.º, n.º 1, a notificação da venda executiva ao credor com garantia real deverá ser feita mediante editais, anúncios e divulgação através da internet. SUPREMO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO ACÓRDÃO DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009 PROCESSO N.º 0553/09 O presente Acórdão tem por objecto a análise da aplicabilidade do regime simplificado de tributação previsto no artigo 53.º, n.º4 (actual artigo 58.º, n.º 4) do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas ( CIRC ) a sociedades que não tenham auferido quaisquer proveitos vulgo sociedades inactivas. Nos termos do artigo 53.º, n.º 4, do CIRC na ausência de indicadores de base técnico-científica ou até que estes sejam aprovados, o lucro tributável [das entidades sujeitas ao regime simplificado de tributação em sede de IRC] é o resultante da aplicação do coeficiente de 0,20 ao calor das vendas de mercadorias e produtos e do coeficiente de 0,45 ao valor dos restantes proveitos, com exclusão da variação de produção e dos trabalhos para a própria empresa, com o montante mínimo igual ao valor anual do salário mínimo nacional mais elevado». O Supremo Tribunal Administrativo veio considerar que, para efeitos de tributação em sede de IRC, é necessária a verificação do pressuposto do imposto estabelecido no artigo 1.º do Código do IRC: isto é, o rendimento. Por outras palavras, mostra-se necessário que a empresa tenha obtido rendimentos, mesmo que provenientes de actos ilícitos, na medida só com a realização de rendimentos se verifica o facto constitutivo da relação jurídica em apreço. Por esse motivo, o artigo 53., n.º4 do Código do IRC, apenas se deverá revelar aplicável caso haja rendimento, não se mostrando portanto aplicável a sociedades que não aufiram qualquer proveito, nomeadamente no caso de sociedades inactivas. Assim, no caso de um sujeito passivo de IRC não auferir qualquer rendimento, o respectivo lucro tributável não deverá ser fixado por referência ao montante 3

4 mínimo anual do salário mínimo nacional mais elevado, tal como dispõe a parte final do artigo 53.º, n.º 4, do CIRC, visto que a existência de rendimento é pressuposto da tributação em sede de IRC e, em concreto, da aplicação do regime simplificado previsto no referido artigo 53.º. E, ainda que haja rendimento, a ficção constante da parte final do artigo 53.º n.º 4 que fixa o lucro tributável no montante do salário mínimo nacional anual mais elevado deverá ser entendida como uma mera presunção ilidível, por força do artigo 73.º da Lei Geral Tributária. TRIBUNAL CENTRAL ADMINISTRATIVO SUL ACÓRDÃO DE 3 DE NOVEMBRO DE 2009 PROCESSO N.º 03412/09 O presente acórdão vem apreciar o requisito fundamental da responsabilidade subsidiária dos gerentes de sociedades, tal como estabelecido no artigo 24.º da Lei Geral Tributária, que depende do exercício de facto da gerência. Tendo em conta que as normas com base nas quais se determina a responsabilidade subsidiária, incluindo as normas que determinam as condições da sua efectivação e os ónus de prova dos factos que lhe servem de justificação, devem considerar-se normas de carácter substantivo, a certeza da gerência de facto não pode ser presumida pela simples verificação da gerência de direito. Reiterando a orientação já anteriormente adoptada, o Supremo Tribunal Administrativo, veio considerar que, por um lado, não há presunção legal que imponha a conclusão de que quem tem a qualidade de gerente de direito exerceu a gerência de facto e que, por outro lado, não pode a Fazenda Pública beneficiar de presunção judicial desse mesmo facto, dado que esta só pode resultar de raciocínio do juiz, feito em cada caso que lhe é submetido. Deste modo, tendo a Fazenda Pública invocado o exercício da gerência de facto de um contribuinte para sustentar a sua responsabilidade subsidiária, tal facto deve ser provado pela Fazenda Pública, não sendo suficiente provar circunstâncias ou elementos que permitam concluir a gerência de direito, pois desta não pode ser presumida a gerência de facto. TRIBUNAL CENTRAL ADMINISTRATIVO SUL ACÓRDÃO DE 10 DE NOVEMBRO DE 2009 PROCESSO N.º 03076/09 O presente Acórdão tem por objecto apreciar qual a forma de comunicação a ser realizada pelo proprietário de um prédio junto do competente Serviço de Finanças de modo a ver reconhecidos os benefícios fiscais que estavam previstos no artigo 10., n.º 5 do Código da Contribuição Autárquica ( CCA ), equivalente ao actual artigo 9.º,n.º 4 do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis ( IMI ). No caso em apreço, o Tribunal veio analisar o caso de um terreno, inicialmente considerado para construção urbana, que se encontrava fora do campo de sujeição à contribuição autárquica e depois a imposto municipal sobre imóveis, por cinco anos, desde que inscrito no activo circulante da empresa e destinado à construção de edifício para venda, devendo a empresa, em 90 dias, efectuar a comunicação a que se referia o n.º5, do artigo 10.º do CCA. Ora, na medida em que o citado artigo 10., n.º5 do CCA e, actualmente, o artigo 9.º, n.º 4 do Código do IMI não dispõem sobre a forma como tal comunicação deve ser realizada, será aplicável o artigo 65.º do CPPT, que dispõe sobre o reconhecimento de benefícios fiscais em sede de procedimento tributário, em que 4

5 se exige a apresentação de requerimento especificamente dirigido a esse fim e a prova da verificação dos pressupostos desse reconhecimento. Tal comunicação deve então ser realizada no mesmo prazo de 90 dias, a contar da conclusão das obras e das edificações que tenham sido efectuadas no terreno em apreço, da qual deve constar indicação da inscrição das construções como activo circulante da empresa e o seu respectivo destino para venda. IV JURISPRUDÊNCIA COMUNITÁRIA TRIBUNAL DE JUSTIÇA DAS COMUNIDADES EUROPEIAS ACÓRDÃO DE 19 DE NOVEMBRO DE 2009 PROCESSO N.º C-540/07 O presente Acórdão tem por objecto uma acção de incumprimento desencadeada pela Comissão Europeia contra a República Italiana, tendo a primeira considerado que ao manter em vigor um regime fiscal menos favorável para os dividendos distribuídos a sociedades estabelecidas noutros Estados-Membros e nos Estados que são partes no Acordo sobre o Espaço Económico Europeu ( EEE ) do que o aplicável aos dividendos distribuídos às sociedades residentes, a República Italiana não cumpriu as obrigações que lhe incumbem por força dos artigos 56.º TCE e 40.º do EEE, que respeitam à livre circulação de capitais entre os Estados- Membros e entre os Estados que são partes naquele acordo, nem as obrigações que lhe incumbem por força do artigo 31.º do referido acordo referente à liberdade de estabelecimento entre Estados partes desse acordo. O Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias corroborou o entendimento avançado pela Comissão, tendo sustentado que, no caso concreto, a legislação italiana promove um tratamento diferente entre os dividendos distribuídos das sociedades residentes e os dividendos distribuídos de sociedades estabelecidas noutro Estado-Membro, não autorizado à luz do artigo 58.º, n.º 1, al. a) do TCE. Na verdade, a diferença de tratamento consagrada pela legislação italiana não pode ser justificada por não estarem em causa situações não comparáveis objectivamente, nem por razões imperiosas de interesse geral. Apesar de a República Italiana ter invocado que tal regime fiscal visa, em última linha, combater a fraude fiscal, o Tribunal entendeu, na esteira da jurisprudência comunitária anterior, que uma restrição à liberdade de circulação de capitais só pode ser autorizada se for adequada a garantir a realização do objectivo em causa e não ultrapassar o que é necessário para atingir esse objectivo o que entendeu não ser o caso. CONCLUSÕES DO ADVOGADO-GERAL 19 DE NOVEMBRO DE 2009 PROCESSO C-337/08 Em sede do presente processo, a Advogada-Geral Juliane Kokott veio emitir parecer no sentido no sentido de que o artigo 43.º do TCE, em conjugação com o artigo 48.º do TCE, não se opõe a disposições legais de um Estado-membro que possibilitam a uma sociedade nacional e a uma ou mais das suas filiais com sede no território nacional a criação de uma unidade fiscal, com a conseq uência de que o imposto devido seja cobrado apenas à sociedade-mãe, como se de um único sujeito passivo se tratasse, mas que não admitem a inclusão de filiais com sede noutro Estado-Membro em tal esquema de tributação. Com efeito, na medida em que uma filial tem personalidade jurídica autónoma, está sujeita a uma obrigação fiscal ilimitada no Estado da sua sede, não podendo 5

6 o Estado da sede da sociedade-mãe tributar os lucros não distribuídos da sua filial não residente. Um estabelecimento estável, pelo contrário, não tem personalidade jurídica autónoma. Os seus lucros são considerados lucros da sociedade que o detém e são integralmente tributáveis na sede principal da mesma sociedade. Simultaneamente, o Estado em que se situa o estabelecimento estável tem um direito de tributação limitado em relação a estes rendimentos. Por conseguinte, no entender da Advogada-Geral, o direito comunitário não exclui que o Estado-Membro de origem aplique a estabelecimentos estáveis estrangeiros um regime fiscal que difere do das filiais estrangeiras. V OUTRAS INFORMAÇÔES MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRECÇÃO-GERAL DO ORÇAMENTO No dia 25 de Novembro foi apresentada na Assembleia da República a Proposta de Lei que altera a Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro que aprovou o Orçamento de Estado de Através da presente proposta de Lei, o Governo pretende efectuar alguns ajustamentos tidos como necessários em virtude da diminuição da receita fiscal, nomeadamente ao nível da redistribuição dos limites do endividamento previstos para fazer face às necessidades decorrentes da execução do Orçamento do Estado e da reafectação de algumas rubricas da despesa. Contactos LISBOA Praça Marquês de Pombal, 2 (e 1-8º) Lisboa Tel. (351) Fax (351) PORTO Avenida da Boavista, º Porto Tel. (351) Fax (351) CUATRECASAS, GONÇALVES PEREIRA & ASSOCIADOS, RL Sociedade de Advogados de Responsabilidade Limitada A presente Newsletter foi elaborada pela Cuatrecasas, Gonçalves Pereira & Associados, RL com fins exclusivamente informativos, não devendo ser entendida como forma de publicidade. A informação disponibilizada bem como as opiniões aqui expressas são de carácter geral e não substituem, em caso algum, o aconselhamento jurídico para a resolução de casos concretos, não assumindo a Cuatrecasas, Gonçalves Pereira & Associados, RL qualquer responsabilidade por danos que possam decorrer da utilização da referida informação. O acesso ao conteúdo desta newsletter não implica a constituição de qualquer tipo de vínculo ou relação entre advogado e cliente ou a constituição de qualquer tipo de relação jurídica. A presente newsletter é gratuita e a sua distribuição é de carácter reservado, encontrando-se vedada a sua reprodução ou circulação não expressamente autorizadas. 6

7 November 2009 I II COMMUNITY LEGISLATION ADMINISTRATIVE INSTRUCTIONS III NATIONAL CASE-LAW IV COMMUNITY CASE-LAW V OTHER INFORMATION I COMMUNITY LEGISLATION COUNCIL OF THE EUROPEAN UNION COUNCIL DIRECTIVE 2009/133/EC OF 19 OCTOBER 2009 This Directive replaces and repeals Directive 90/434/EEC of 23 July 1990, on the common system of taxation applicable to mergers, divisions, partial divisions, transfers of assets and exchanges of shares concerning companies of different Member States and to the transfer of the registered office of a SE (European company) or SCE (European cooperative society) between Member States, codifying in a single text the consolidated version of this Directive, as successively amended. No particularly significant amendments have been introduced to the tax scheme governed by Directive 90/434/EEC and the amendments are merely formal. COUNCIL OF THE EUROPEAN UNION DIRECTIVE 2009/132/EC OF 19 OCTOBER 2009 This Directive sets out the scope of Article 143 (b) and (c) of Directive 2006/112/EC, as regards exemption from value added tax on the final importation of certain goods, as currently defined by Directive 83/181/EEC of 28 March The purpose of this Directive is merely to codify Directive 83/181/EEC, as amended, in the interest of clarity and rationality. To that effect, matters which were subject to Directive 83/181/EEC shall now be governed by Directive 2009/132/EC. Thus, once Directive 83/181/EEC is repealed, all references thereto should be deemed to be made to Directive 2009/132/EC. II ADMINISTRATIVE INSTRUCTIONS GENERAL-DIRECTORATE OF TAXES TAX CREDITS MANAGEMENT SERVICES CIRCULAR NO OF 6 NOVEMBER 2009 The purpose of this Circular is to unify the procedures that the Tax Administration should apply to carry out a seizure of credits (Article 224 of the Tax Procedural Code) where a factoring contract is involved i.e., the transfer of credits from its holder (supplier) to a factoring company (factor or assignee), whenever short term claims arising from the sale of goods or the provision of services to third parties (debtors) are concerned, in accordance with the legal framework foreseen in Decree-Law No 171/95 of 18 July. Where the seizure is notified to the debtor of the credits assigned, it must be taken into account that the assignment of the claims to which the factoring contract relates occurs with the transfer of the claims in question (factorisation). Thus, the claims that can be seized are those that had yet to be transferred to the 7

8 assignee on the date of the notification of the seizure, as provided for in Article 224 of the Tax Procedural Code. In this connection, two situations may arise: (i) (ii) Where the Factor has made advance payments to the Supplier, before the credits are due and the invoices are received, it is possible to seize those credits, inasmuch as until that date, there was no transfer of the credits in question. After being notified, the Debtor (client of the Supplier), has 30 days from the notification or from the date on which the invoices are due (depending on whether the credit has fallen due or not) to deposit the assets seized; Where the factoring company has paid the Supplier against the invoices of the credits assigned, in accordance with the Tax Procedural Code, these credits can no longer be seized from the debtor of the assignor, since the assignment of the credits has already occurred. Where the notification of the seizure of the credit in question is made to the Factor and the latter has already received the relevant invoices but has not paid them to the Supplier, according to the Portuguese Tax Authorities, despite the fact that these credits cannot be seized, a new credit held by the assignor over the assignee arises, which may be seized by the Tax Authorities, in accordance with Article 244 of the Tax Procedural Code. GENERAL DIRECTORATE OF TAXES VAT MANAGEMENT AREA OFFICE OF THE GENERAL SUB-DIRECTOR CIRCULAR NO OF 25 NOVEMBER 2009 The purpose of this Circular is to establish the VAT provisions applicable to the supply of services between the registered office of a company and a permanent establishment located in different Member States. Pursuant to the requirement that taxable persons should be independent, provided for in Article 2(1) of the VAT Code, the question arises whether within one and the same legal entity, a permanent establishment may be sufficiently autonomous to act on its own account and, consequently, be a taxable person for VAT purposes. In accordance with this Circular, in order to establish whether there is a legal relation between a non resident company and the permanent establishment in order to charge VAT on the services provided, it is necessary to determine if the permanent establishment carries out an independent economic activity, in particular, if the same may be deemed to be autonomous based on the fact that it bears the risks arising from its business. However, it should be held that the provision of services is only taxable if there is a legal relation between the supplier and the recipient of the services under which specific performances are exchanged. In light of the above, according to the Portuguese Tax Authorites the services supply between a company established in a Member State of the European Union and one of its permanent establishments located in another Member State are not subject to VAT to the extent that the permanent establishment is not an autonomous legal person. 8

9 III NATIONAL CASE-LAW SUPREME ADMINISTRATIVE COURT JUDGMENT OF 4 NOVEMBER 2009 CASE NO 0686/09 In these proceedings, the Supreme Administrative Court analysed the approp riate means to notify the date of the judicial sale to the accessory parties involved in tax enforcement proceedings, as is the case of the creditor of the asset seized who holds a security in rem. In this connection, according to the Supreme Administrative Court there is no need to resort to the subsidiary provisions provided for in the Civil Procedural Code since there is no gap in the law on this subject. The Supreme Administrative Court held that the formal requirements necessary to disclose the sale to the public are those expressly set out in the Tax Procedural Code. Thus, in accordance with the provisions of its Article 249(1), the notification of the executive sale to the creditor holding a security in rem shall be made by edicts, notices or disclosed through the Internet. SUPREME ADMINISTRATIVE COURT JUDGMENT OF 4 NOVEMBER 2009 CASE NO 0553/09 The purpose of this Judgment was to analyse the applicability of the simplified taxation scheme provided for in Article 53(4) (current Article 58(4) of the Portuguese Corporate Income Tax Code CIRC ) to companies that make no profits i.e. inactive companies. In accordance with Article 53(4) of the CIRC «in the absence of any technical and scientific indication or until approval thereof, the taxable profit [of the entities subject to the simplified taxation scheme for corporate income tax purposes] is the one that results from the application of the 0.20 coefficient to the value of the sales of merchandise and products and the 0.45 coefficient to the value of the other profit, excluding the production variation and work carried out for the company itself, in a minimum amount corresponding to the annual value of the highest minimum wages». The Supreme Administrative Court held that, for the purpose of corporate income tax, the tax requirement set out in Article 1 of CIRC that is, the income should be fulfilled. In other words, it is required that the company has made an income, albeit one arising from illegal acts, since the income is the only fact that may give rise to the legal relation in question. For that reason, Article 53(4) of CIRC may only be applied if there is income and therefore it does not apply to companies that have no profits, in particular, in the case of inactive companies. Thus, where a person subject to corporate income tax has no income, the taxable profit shall not be established by reference to the minimum annual amount of the highest minimum wages, as provided for in the final part of Article 53(4) of CIRC, since the existence of income is a requirement of taxation for corporate income tax purposes and, in particular, for the application of the simplified scheme provided for in Article 53. And, even if there is an income, the fiction established in the final part of Article 53(4) that sets out that the taxable profit is equal to the highest annual minimum wages shall be regarded as a mere rebuttable presumption, in accordance with Article 73 of the Lei Geral Tributária (General Tax Law). 9

10 SOUTH CENTRAL ADMINISTRATIVE COURT JUDGMENT OF 3 NOVEMBER 2009 CASE NO 03412/09 This judgment analysis the fundamental requirement of the secondary liability of company managers, as set out in Article 24 of the General Tax Law, which is conditional on the de facto management of the company. Considering that the rules based on which secondary liability is established - including rules setting out the conditions of its effectiveness and the burden to prove the facts that justify it - should be deemed to be substantive provisions, the certainty of de facto management cannot be presumed simply based on the existence of de iure management. Confirming the position previously adopted, the Supreme Administrative Court held that there is no legal presumption to the effect that if someone was de iure manager he was also de facto manager, on the one hand, and that the Tax Authorities cannot benefit from the same judicial presumption, since the presumption can only result from the judge s reasoning in each specific case submitted to him, on the other hand. Thus, the exercise of de facto management by a taxpayer relied on by the Tax Authorities to justify secondary liability should be proved by the Tax Authorities and it is not enough to prove circumstances or information that enable to conclude that there was de iure management since the de facto management cannot be surmised from the former. SOUTH CENTRAL ADMINISTRATIVE COURT JUDGMENT NO 03076/09 OF 10 NOVEMBER 2009 This judgment focused the form of the communication by the owner of a property to the relevant office of the Tax Administration in order to obtain recognition of his right to the tax advantages set out in Article 10(5) of the Código da Contribuição Autárquica ( CCA ), which corresponds to the current Article 9(4) of the Código do Imposto Municipal sobre Imóveis ( IMI ) (Municipal Property Tax Code). In the case under consideration, the court analysed the case of a plot, initially thought to be intended for urban construction, which was excluded from the scope of the contribuição autárquica first and of the imposto municipal sobre imóveis (municipal property tax), later, for five years, since it was entered in the current assets of the company and provided a building for resale was built on the same; the company was to make the communication referred to in Article 10(5) of the CCA within 90 days. Considering that Article 10(5) of the CCA and, currently, Article 9(4) of the Municipal Property Tax make no provision as to the form in which the communication is to be made, the applicable provision is Article 65 of the Tax Procedural Code, according to which the tax advantages in the context of tax proceedings are recognised provided an application specifically intended for that purpose is submitted and provided evidence that the requirements of the recognition are met is presented. The communication should be made within the same 90-day period from the end of the works and of the constructions made on the land in question and should show that the constructions were entered as current assets of the company and are intended to be sold. 10

11 IV COMMUNITY CASE LAW EUROPEAN COURT OF JUSTICE JUDGMENT OF 19 NOVEMBER 2009, CASE NO C-540/07 This Judgment concerns an action for failure to fulfil obligations brought by the European Commission against the Italian Republic: the former held that, by maintaining in force for dividends distributed to companies established in other Member States and States party to the Agreement on the European Economic Area ( EEA ) a tax regime less favourable than that applied to dividends distributed to resident companies, the Italian Republic failed to fulfil its obligations under Article 56 EC and Article 40 of the EEA Agreement as regards the free movement of capital between Member States and the States Party to that Agreement and the obligations referred to in Article 31 of that Agreement in relation to freedom of establishment in the States party to that Agreement. The European Court of Justice confirmed the opinion of the Commission and sustained that, in the case under consideration, the Italian legislation promotes a treatment of the dividends distributed by resident companies that is different from the one given to the dividends distributed by companies established in other Member States, that is prohibited by Article 58(1)(a) of the EC Treaty. In actual fact, the difference in treatment established by the Italian legislation cannot be justified on the grounds that the situations concerned are not objectively comparable or by overriding reasons of public interest. Despite the fact that the Italian Republic argued that the purpose of the tax scheme in question is, ultimately, to combat tax evasion, in line with previous case-law the court held that a restriction on the free movement of capital is only permissible if it is appropriate to ensuring the attainment of the objective pursued and does not go beyond what is necessary to attain it which the court considered did not occur in the case under consideration. OPINION OF THE ADVOCATE GENERAL 19 NOVEMBER 2009 CASE C-337/08 In this case the Advocate General Juliane Kokott issued an opinion that Article 43 of the EC Treaty, in conjunction with Article 48 of the EC Treaty, does not preclude legislation of a Member State which gives a domestic company and one or more of its subsidiaries resident domestically the option to form a tax entity with the result that the tax for which they are liable is levied on the parent company, as if they were a single taxpayer, without allowing the inclusion of subsidiaries resident in another Member State in that tax scheme. As a matter of fact, since a subsidiary is an autonomous legal person, it is subject to unlimited tax liability in the State of its registered office, and the State of the registered office of the parent company has no right to impose taxes on the nondistributed profits of its non-resident subsidiary. A permanent establishment, on the other hand, is not an autonomous legal person. Its income is regarded as the income of the company which maintains it and is subject to unlimited tax liability at the registered office of that company. At the same time, the State in which the permanent establishment is located, has a limited right to impose taxes on that income. Consequently, in the opinion of the Advocate General, Community law does not preclude the Member State of origin from applying to foreign permanent establishments a tax regime different from that applicable to foreign subsidiaries. 11

12 V OTHER INFORMATION MINISTRY OF FINANCES AND PUBLIC ADMINISTRATION DIRECTORATE GENERAL OF BUDGET The Legislative Proposal for the amendment of Law No 64-A/2008 of 31 December that approved the 2009 State Budget was submitted to the Parliament on 25 November. Through this legislative proposal, the Government seeks to adopt some adjustments deemed necessary due to the decrease of taxation revenues, especially in what regards to (i) the redistribution of the limits of indebtedness required to the execution of the State Budget and to (ii) the reallocation of some expenses to other specific budget headings. Contact LISBOA Praça Marquês de Pombal, 2 (e 1-8º) Lisboa Tel. (351) Fax (351) PORTO Avenida da Boavista, º Porto Tel. (351) Fax (351) CUATRECASAS, GONÇALVES PEREIRA & ASSOCIADOS, RL Sociedade de Advogados de Responsabilidade Limitada This Newsletter was prepared by Cuatrecasas, Gonçalves Pereira & Associados, RL for information purposes only and should not be understood as a form of advertising. The information provided and the opinions herein expressed are of a general nature and should not, under a ny circumstances, be a replacement for adequate legal advice for the resolution of specific cases. Therefore Cuatrecasas, Gonçalves Pereira & Associados, RL is not liable for any possible damages caused by its use. The access to the information provided in this newsletter does not imply the establishment of a lawyer-client relation or of any other sort of legal relationship. This Newsletter is complimentary and the copy or circulation of the same without previous formal authorization is prohibited. 12

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 5 IV Jurisprudência Nacional 6 V Outras informações 7 NEWSLETTER

Leia mais

Ofício-circulado n.º 60 072, de 06.11.2009, da Direcção Geral de Impostos (DGI) I Notificação de penhora ao devedor (cliente) dos créditos cedidos

Ofício-circulado n.º 60 072, de 06.11.2009, da Direcção Geral de Impostos (DGI) I Notificação de penhora ao devedor (cliente) dos créditos cedidos Ofício-circulado n.º 60 072, de 06.11.2009, da Direcção Geral de Impostos (DGI) A DGI publicou o Ofício-circulado n.º 60 072, que procede à uniformização de procedimentos para a efectivação da penhora

Leia mais

INTERNATIONAL CRIMINAL COURT. Article 98 TREATIES AND OTHER INTERNATIONAL ACTS SERIES 04-1119

INTERNATIONAL CRIMINAL COURT. Article 98 TREATIES AND OTHER INTERNATIONAL ACTS SERIES 04-1119 TREATIES AND OTHER INTERNATIONAL ACTS SERIES 04-1119 INTERNATIONAL CRIMINAL COURT Article 98 Agreement between the UNITED STATES OF AMERICA and CAPE VERDE Signed at Washington April 16, 2004 NOTE BY THE

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Março, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Março, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Março, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 5 IV Jurisprudência Nacional 7 V Outras informações 8 NEWSLETTER

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2013. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 2. III Jurisprudência Europeia 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2013. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 2. III Jurisprudência Europeia 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2013 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 2 III Jurisprudência Europeia 5 IV Jurisprudência Nacional 6 NEWSLETTER FISCAL I LEGISLAÇÃO

Leia mais

Legislar melhor : os Estados -membros devem empenhar-se em aplicar efectivamente o direito comunitário

Legislar melhor : os Estados -membros devem empenhar-se em aplicar efectivamente o direito comunitário IP/97/133 Bruxelas, 26 de Novembro de 1997 Legislar melhor : os Estados -membros devem empenhar-se em aplicar efectivamente o direito comunitário A Comissão Europeia adoptou o seu relatório anual sobre

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 4

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 4 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 4 IV Jurisprudência Nacional 5 V Outras informações 6 NEWSLETTER

Leia mais

Redução da carga fiscal Aplicação das Convenções de Dupla Tributação aos fundos de investimento e de pensões

Redução da carga fiscal Aplicação das Convenções de Dupla Tributação aos fundos de investimento e de pensões Redução da carga fiscal Aplicação das Convenções de Dupla Tributação aos fundos de investimento e de pensões Conferência Soluções para a Competitividade Fiscal Ricardo da Palma Borges ricardo@ricardodapalmaborges.com

Leia mais

REGRAS BÁSICAS DE INTERPRETAÇÃO DE TRATADOS INTERNACIONAIS. Juliana Dantas juliana.dantas@loyensloeff.com

REGRAS BÁSICAS DE INTERPRETAÇÃO DE TRATADOS INTERNACIONAIS. Juliana Dantas juliana.dantas@loyensloeff.com REGRAS BÁSICAS DE INTERPRETAÇÃO DE TRATADOS INTERNACIONAIS Juliana Dantas juliana.dantas@loyensloeff.com 1 O papel dos tratados no sistema jurídico holandês Constituição do Reino dos Países Baixos Art.

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE ABUSO DE DIREITO NO ÂMBITO DO DIREITO FISCAL COMUNITÁRIO [COMENTÁRIO]

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE ABUSO DE DIREITO NO ÂMBITO DO DIREITO FISCAL COMUNITÁRIO [COMENTÁRIO] EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE ABUSO DE DIREITO NO ÂMBITO DO DIREITO FISCAL COMUNITÁRIO [COMENTÁRIO] José Almeida Fernandes IDEFF Lisboa, 26 de Março 2006 I. Diferença de standards na análise do abuso de direito

Leia mais

Conceito de tributação efectiva de lucros distribuídos

Conceito de tributação efectiva de lucros distribuídos 15 de Novembro de 2011 Tax Alert Conceito de tributação efectiva de lucros distribuídos For additional information, please contact: António Neves antonio.neves@pt.ey.com Carlos Lobo carlos.lobo@pt.ey.com

Leia mais

Consultoria em Direito do Trabalho

Consultoria em Direito do Trabalho Consultoria em Direito do Trabalho A Consultoria em Direito do Trabalho desenvolvida pelo Escritório Vernalha Guimarães & Pereira Advogados compreende dois serviços distintos: consultoria preventiva (o

Leia mais

Technical Information

Technical Information Subject Ballast Water Management Plan To whom it may concern Technical Information No. TEC-0648 Date 14 February 2006 In relation to ballast water management plans, we would advise you that according to

Leia mais

Perguntas & Respostas

Perguntas & Respostas Perguntas & Respostas 17 de Abril de 2008 Versão Portuguesa 1. O que é uma Certidão Permanente?...4 2. Como posso ter acesso a uma Certidão Permanente?...4 3. Onde posso pedir uma Certidão Permanente?...4

Leia mais

MEMORANDUM OF UNDERSTANDING BETWEEN THE COMPETENT AUTHORITIES OF THE PORTUGUESE REPUBLIC AND THE GOVERNMENT OF JERSEY

MEMORANDUM OF UNDERSTANDING BETWEEN THE COMPETENT AUTHORITIES OF THE PORTUGUESE REPUBLIC AND THE GOVERNMENT OF JERSEY MEMORANDUM OF UNDERSTANDING BETWEEN THE COMPETENT AUTHORITIES OF THE PORTUGUESE REPUBLIC AND THE GOVERNMENT OF JERSEY The Competent Authorities of the Portuguese Republic and the Government of Jersey in

Leia mais

ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA DE TROCA DE OBRIGAÇÕES PELO BANIF BANCO INTERNACIONAL DO FUNCHAL, S.A. ( BANIF )

ANÚNCIO DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA DE TROCA DE OBRIGAÇÕES PELO BANIF BANCO INTERNACIONAL DO FUNCHAL, S.A. ( BANIF ) Banif Banco Internacional do Funchal, S.A. Sede Social: Rua de João Tavira, n.º 30, 9004-509 Funchal, Portugal Capital Social: 780.000.000 Euros Matriculado na Conservatória do Registo Comercial do Funchal

Leia mais

Interface between IP limitations and contracts

Interface between IP limitations and contracts Interface between IP limitations and contracts Global Congress on Intellectual Property and the Public Interest Copyright Exceptions Workshop December 16, 9-12:30 Denis Borges Barbosa The issue Clause

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Fevereiro, 2015. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 2. III Jurisprudência Comunitária 6

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Fevereiro, 2015. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 2. III Jurisprudência Comunitária 6 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Fevereiro, 2015 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 2 III Jurisprudência Comunitária 6 IV Jurisprudência Nacional 8 V Outros 9 NEWSLETTER FISCAL

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre I SISTEMAS DE GARANTIA DE DEPÓSITOS 2 II Legislação A. Direito Bancário Institucional

Leia mais

USPTO No. 15143095 USPTO No. 15143095 USPTO No. 15143095 USPTO No. 15143095 USPTO No. 15143095 USPTO No. 15143095 USPTO No. 15143095 WORK PLAN FOR IMPLEMENTATION OF THE UNITED STATES PATENT AND

Leia mais

CARLA ALEXANDRA SEVES DE ANDRADE CANOTILHO

CARLA ALEXANDRA SEVES DE ANDRADE CANOTILHO Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico da Guarda R E L AT Ó R I O D E AT I V I D A D E P R O F I S S I O N A L N A J. V A R G A S - G A B I N E T E T É C N I C O D E G E S T Ã O E

Leia mais

A. Situação / Situation

A. Situação / Situation A. Situação / Situation A Assembleia Mundial da Saúde (OMS) aprova em 1969 o Regulamento Sanitário Internacional, revisto pela quarta vez em 2005. Esta última versão entrou em vigor no plano internacional

Leia mais

Revisão da Directiva de Timeshare (94/47/EC)

Revisão da Directiva de Timeshare (94/47/EC) Revisão da Directiva de Timeshare (94/47/EC) Posição da APHORT em 17 de Junho de 2008 Considerando os seguintes documentos - Proposta da Comissão para uma Directiva sobre a protecção do consumidor relativamente

Leia mais

INFORMAÇÃO PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO

INFORMAÇÃO PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO INFORMAÇÃO N.º 56 P E R Í O D O DE 23 A 30 D E D E Z E M B R O DE 2011 PRI NCI PAL LE GISL AÇÃO D O PE RÍ ODO Dec. Lei n.º 119/2011, de 26 de Dezembro Estabelece com carácter permanente o limite legal

Leia mais

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei estabelece o regime fiscal das operações de titularização de créditos efectuadas no âmbito

Leia mais

A D M I N I S T R A D O R E S, G E R E N T E S E O U T R O S

A D M I N I S T R A D O R E S, G E R E N T E S E O U T R O S i Nº 16 / 14 R E V E R S Õ E S F I S C A I S P A R A A D M I N I S T R A D O R E S, G E R E N T E S E O U T R O S R E S P O N S Á V E I S T R I B U T Á R I O S S U B S I D I Á R I O S I. INTRODUÇÃO O crescente

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre 2015 I Regime Jurídico das Sociedades Financeiras de Crédito 2 II Legislação A. Direito

Leia mais

4º Trimestre de 2009. I. Destaque. Tratamento de dados decorrentes da gravação de chamadas princípios aplicáveis

4º Trimestre de 2009. I. Destaque. Tratamento de dados decorrentes da gravação de chamadas princípios aplicáveis 4º Trimestre de 2009 I. Destaque Tratamento de dados decorrentes da gravação de chamadas princípios aplicáveis A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) aprovou, no passado dia 9 de Novembro de

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA; RITI. Artigo: 14º do RITI. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA; RITI. Artigo: 14º do RITI. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA; RITI 14º do RITI TICB s Transmissão de bens para outros EM s, os quais são entregues em território nacional Processo: nº 2475, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais

Parte 1 Part 1. Mercado das Comunicações. na Economia Nacional (2006-2010)

Parte 1 Part 1. Mercado das Comunicações. na Economia Nacional (2006-2010) Parte 1 Part 1 Mercado das Comunicações na Economia Nacional (2006-2010) Communications Market in National Economy (2006/2010) Parte 1 Mercado das Comunicações na Economia Nacional (2006-2010) / Part 1

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012. Alterações Fiscais Relevantes

NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012. Alterações Fiscais Relevantes NEWSLETTER FISCAL Setembro 2012 Alterações Fiscais Relevantes 1. Introdução O passado mês de Agosto foram publicados vários diplomas legais com impacto na vida das empresas e das organizações em geral.

Leia mais

75, 8.º DTO 1250-068 LISBOA

75, 8.º DTO 1250-068 LISBOA EAbrief: Medida de incentivo ao emprego mediante o reembolso da taxa social única EAbrief: Employment incentive measure through the unique social rate reimbursement Portaria n.º 229/2012, de 03 de Agosto

Leia mais

Directiva 2010/45/EU do Conselho, de 13 de Julho de 2010 Regras em matéria de facturação Foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia do passado

Directiva 2010/45/EU do Conselho, de 13 de Julho de 2010 Regras em matéria de facturação Foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia do passado Directiva 2010/45/EU do Conselho, de 13 de Julho de 2010 Regras em matéria de facturação Foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia do passado dia 22 de Julho, a Directiva 2010/45/EU do Conselho,

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 20/2010, de 23 de Agosto

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 20/2010, de 23 de Agosto Agosto 2010 I. - LEGISLAÇÃO NACIONAL II. - INSTRUÇÕES ADMINISTRATIVAS III. OUTRAS INFORMAÇÕES I. LEGISLAÇÃO NACIONAL ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 20/2010, de 23 de Agosto O presente diploma procede

Leia mais

Norma Regulamentar n.º 12/2010-R, de 22 de Julho Instituto de Seguros de Portugal

Norma Regulamentar n.º 12/2010-R, de 22 de Julho Instituto de Seguros de Portugal Norma Regulamentar n.º 12/2010-R, de 22 de Julho Instituto de Seguros de Portugal O Instituto de Seguros de Portugal aprovou hoje a Norma Regulamentar n.º 12/2010 R, relativa à utilização de fundos de

Leia mais

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 FISCAL N.º 4/2009 OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 INCENTIVOS FISCAIS A PROJECTOS DE INVESTIMENTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO No passado mês de Setembro foram publicados dois decretos-lei que completaram e alteraram o

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 6º. Localização de Serviços - Locação financeira e aluguer de longa duração - Meios de transporte. Processo: nº 1156, despacho do SDG dos Impostos, substituto

Leia mais

Reforma do IRC e OE 2014

Reforma do IRC e OE 2014 Fevereiro 2014 Audit Tax Outsourcing Consulting Corporate Finance Information Systems An independent member of Baker Tilly International Payroll IRS e Segurança Social Ameaças Conceito de regularidade

Leia mais

DOCUMENTOS DE PREVENÇÃO DE RISCOS PROFISSIONAIS NA CONSTRUÇÃO NA TRANSPOSIÇÃO DAS DIRETIVAS COMUNITÁRIAS PARA PORTUGAL

DOCUMENTOS DE PREVENÇÃO DE RISCOS PROFISSIONAIS NA CONSTRUÇÃO NA TRANSPOSIÇÃO DAS DIRETIVAS COMUNITÁRIAS PARA PORTUGAL DOCUMENTOS DE PREVENÇÃO DE RISCOS PROFISSIONAIS NA CONSTRUÇÃO NA TRANSPOSIÇÃO DAS DIRETIVAS COMUNITÁRIAS PARA PORTUGAL Susana Sousa 1 José M. Cardoso Teixeira 2 RESUMO A Diretiva Comunitária nº 92/57/CEE

Leia mais

N E W S L E T T E R A P A O M A

N E W S L E T T E R A P A O M A A P A O M A E D I Ç Ã O 4 F I S C A L I D A D E N E W S L E T T E R A P A O M A O U T U B R O 2 0 1 0 A G R A D E C I M E N TO N E S T A E D I Ç Ã O : A G R A D E C I M E N T O F I S C A L I D A D E P

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 9º; 18º.

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA Artigo: 9º; 18º. Diploma: CIVA Artigo: 9º; 18º. FICHA DOUTRINÁRIA Assunto: Isenções Taxas Direito à dedução - Complexo Desportivo de Município Piscinas municipais, aulas de hidroginástica e de ginástica diversas; prática

Leia mais

NORMAS PARA AUTORES. As normas a seguir descritas não dispensam a leitura do Regulamento da Revista Portuguesa de Marketing, disponível em www.rpm.pt.

NORMAS PARA AUTORES. As normas a seguir descritas não dispensam a leitura do Regulamento da Revista Portuguesa de Marketing, disponível em www.rpm.pt. NORMAS PARA AUTORES As normas a seguir descritas não dispensam a leitura do Regulamento da Revista Portuguesa de Marketing, disponível em www.rpm.pt. COPYRIGHT Um artigo submetido à Revista Portuguesa

Leia mais

05. Demonstrações Financeiras Financial Statements

05. Demonstrações Financeiras Financial Statements 05. Demonstrações Financeiras Financial Statements Demonstrações Financeiras Financial Statements 060 Balanços em 31 de Dezembro de 2007 e 2006 Balance at 31 December 2007 and 2006 Activo Assets 2007 2006

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º. Isenções - Prestações de Serviços Médicos Refacturação Redébito - Localização de operações. Processo: nº 1163, por despacho de 2010-11-02, do SDG do

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS FUNDOS ESPECIAIS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S M I S T O S ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII)

Leia mais

Banco Santander Totta, S.A.

Banco Santander Totta, S.A. NINTH SUPPLEMENT (dated 26 October 2011) to the BASE PROSPECTUS (dated 4 April 2008) Banco Santander Totta, S.A. (incorporated with limited liability in Portugal) 5,000,000,000 (increased to 12,500,000,000)

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O PA R T I C U L A R ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O P Ú B L I C A ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos

Leia mais

05. Demonstrações Financeiras Financial Statements

05. Demonstrações Financeiras Financial Statements 05. Demonstrações Financeiras Financial Statements Demonstrações Financeiras Financial Statements 068 Balanços em 31 de Dezembro de 2008 e 2007 Balance at 31 December 2008 and 2007 Activo Assets 2008 2007

Leia mais

2.º Trimestre de 2010. I. Destaque. Patentes de Software?

2.º Trimestre de 2010. I. Destaque. Patentes de Software? 2.º Trimestre de 2010 I. Destaque Patentes de Software? O tema das patentes de software, ou seja a possibilidade de conferir protecção jurídica aos programas de computador através de patente, é provavelmente

Leia mais

Anteprojeto da Reforma do IRS. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado.

Anteprojeto da Reforma do IRS. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado. Conheça as principais propostas do Anteprojeto da Reforma do IRS recentemente publicado. Audit Tax Advisory Consulting www.crowehorwath.pt Índice A. Principais medidas no âmbito da Simplificação 3 B. Principais

Leia mais

HOW DO YOU BECOME A LAWYER IN BRAZIL?

HOW DO YOU BECOME A LAWYER IN BRAZIL? HOW DO YOU BECOME A LAWYER IN BRAZIL? Doing Business in Brazil: Pathways to Success, Innovation and Access under the Legal Framework Keynote Speaker: Mr. José Ricardo de Bastos Martins Partner of Peixoto

Leia mais

ANO DA DECLARAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO. IRC + Derrama Estadual. (3) = (2) x (3) / positivo (2) (4) = (2) x (4) / positivo (2)

ANO DA DECLARAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO. IRC + Derrama Estadual. (3) = (2) x (3) / positivo (2) (4) = (2) x (4) / positivo (2) DECLARAÇÃO (Artº 83º nº 4 do CIRC ) TRANSFERÊNCIA DE RESIDÊNCIA AFETAÇÃO DE ELEMENTOS PATRIMONIAIS A ESTABELECIMENTO ESTÁVEL SITUADO FORA DO TERRITÓRIO PORTUGUÊS CESSAÇÃO DA ATIVIDADE DE ESTABELECIMENTO

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O I N T R O D U Ç Ã O O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património

Leia mais

www.pwc.com Stock Plans Cenário atual Junho de 2015 (DC1) Uso Interno na PwC - Confidencial

www.pwc.com Stock Plans Cenário atual Junho de 2015 (DC1) Uso Interno na PwC - Confidencial www.pwc.com Stock Plans Cenário atual Junho de Remuneração x Salário CLT, Arts. 457 e 458 Art. 457. Compreendem-se na remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, além do salário devido e pago

Leia mais

TAX NEWS. Ordinance n.º 22-A/2012, de 24 de Janeiro. Dear Sirs,

TAX NEWS. Ordinance n.º 22-A/2012, de 24 de Janeiro. Dear Sirs, INFORMAÇÃO AVULSA FISCAL TAX NEWS Portaria n.º 22-A/2012, de 24 de Janeiro Exmos. Senhores, Foi publicada no Diário da República de hoje, 1.ª Série N.º 17, a Portaria 22-A/2012, que veio alterar a Portaria

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Samuel Fernandes de Almeida 17 e 18 de Fevereiro TRIBUTAÇÃO DE DIVIDENDOS TRIBUTAÇÃO DE DIVIDENDOS Distribuição de dividendos está sujeita a Imposto sobre a Aplicação de Capitais

Leia mais

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 30-06-2011 Acidente de Trabalho Jogador de Futebol ( Caso Fehér )

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 30-06-2011 Acidente de Trabalho Jogador de Futebol ( Caso Fehér ) Setembro 2011 I- Legislação Nacional II- Jurisprudência Nacional III- Jurisprudência Comunitária I- Legislação Nacional Acordo Colectivo de Trabalho n.º10/2011.dr. n.º 181, Série II de 20-09-2011 Acordo

Leia mais

A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O

A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O i N º 6 / 1 5 A R E F O R M A N A T R I B U T A Ç Ã O D O S O R G A N I S M O S D E I N V E S T I M E N T O C O L E C T I V O INTRODUÇÃO O Decreto-Lei n.º 7/2015, ontem publicado, procedeu à reforma do

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2013. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2013. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2013 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 5 IV Jurisprudência Nacional 6 NEWSLETTER FISCAL I LEGISLAÇÃO

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 34/2005 17/02 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa a um regime fiscal comum

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O INTRODUÇÃO O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património imobiliário

Leia mais

ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS

ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS THE CAPITAL STRUCTURE: AN ANALYSE ON INSURANCE COMPANIES FREDERIKE MONIKA BUDINER METTE MARCO ANTÔNIO DOS SANTOS MARTINS PAULA FERNANDA BUTZEN

Leia mais

Normativo n. º 53/2005, December 15 th, that sets the rules applicable to VAT refund claims

Normativo n. º 53/2005, December 15 th, that sets the rules applicable to VAT refund claims Despacho Normativo n.º 23/2009, de 17 de Junho Foi publicado no passado dia 17 de Junho o Despacho Normativo n.º 23/2009, que procede à alteração do Despacho Normativo 53/2005, de 15 de Dezembro, que estabelece

Leia mais

Guia de Preenchimento da Proposta de Adesão ao Plano de Saúde Claro Dental

Guia de Preenchimento da Proposta de Adesão ao Plano de Saúde Claro Dental Guia de Preenchimento da Proposta de Adesão ao Plano de Saúde Claro Dental Este documento vai auilia-lo(a) a realizar o correcto preenchimento do seu Plano de Saúde Dentário da Claro S.A. que é composto

Leia mais

Beneficiário Efectivo nas CDT

Beneficiário Efectivo nas CDT Beneficiário Efectivo nas CDT e legislação doméstica Fiscalidade Internacional - Questões Actuais Tiago Cassiano Neves - 8 de Junho de 2011 Beneficiário efectivo - Questão Actual? BO incluído na CMOCDE

Leia mais

INSTRUÇÕES INSTRUCTIONS

INSTRUÇÕES INSTRUCTIONS INSTRUÇÕES INSTRUCTIONS DOCUMENTAÇÃO A APRESENTAR PELOS CANDIDATOS PARA AVALIAÇÃO Os candidatos devem apresentar para avaliação da candidatura a seguinte documentação: a) Prova da nacionalidade (BI, passaporte.);

Leia mais

CORPORATE. NEWSLETTER SOCIETÁRIO I Maio, 2012. NEWSLETTER CORPORATE I May, 2012. I Participações Sociais Próprias 2.

CORPORATE. NEWSLETTER SOCIETÁRIO I Maio, 2012. NEWSLETTER CORPORATE I May, 2012. I Participações Sociais Próprias 2. NEWSLETTER I SOCIETÁRIO CORPORATE NEWSLETTER SOCIETÁRIO I Maio, 2012 I Participações Sociais Próprias 2 II Legislação 5 III Jurisprudência 6 NEWSLETTER CORPORATE I May, 2012 I Own Shareholdings 8 II Legislation

Leia mais

Decreto-Lei n.º 44-A/2010, de 5 Maio. Resolução do Conselho de Ministros n.º 39-A/2010, de 4 de Junho

Decreto-Lei n.º 44-A/2010, de 5 Maio. Resolução do Conselho de Ministros n.º 39-A/2010, de 4 de Junho 2.º Trimestre de 2010 I. BREVE DE LEGISLAÇÃO NACIONAL CONTRATAÇÃO PÚBLICA Decreto-Lei n.º 29/2010, de 1 de Abril O Decreto-Lei n.º 34/2009, de 6 de Fevereiro, aprovou um regime excepcional de contratação

Leia mais

IN RE: GUARDIAN ADVOCATE OF/ REF: CURATELA ESPECIAL DE

IN RE: GUARDIAN ADVOCATE OF/ REF: CURATELA ESPECIAL DE IN THE CIRCUIT COURT FOR ORANGE COUNTY, FLORIDA PROBATE DIVISION IN RE: GUARDIAN ADVOCATE OF/ REF: CURATELA ESPECIAL DE Case No / N o do Caso: ANNUAL GUARDIAN ADVOCATE REPORT ANNUAL GUARDIAN ADVOCATE PLAN

Leia mais

NEWSLETTER I SOCIETÁRIO

NEWSLETTER I SOCIETÁRIO NEWSLETTER I SOCIETÁRIO NEWSLETTER SOCIETÁRIO I Fevereiro, 2014 I Análise ao Decreto-Lei n.º 10/2015, de 16 de janeiro, que aprova o regime jurídico de acesso e exercício de actividades de comércio, serviços

Leia mais

Decreto-Lei n.º 33/2007, de 15 de Fevereiro

Decreto-Lei n.º 33/2007, de 15 de Fevereiro Newsletter Fiscal Português English Índice I. Legislação I. Legislação II. Instruções Administrativas III. Jurisprudência Nacional IV. Jurisprudência Comunitária V. Outras Informações Decreto-Lei n.º 33/2007,

Leia mais

BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL. março de 2014. 1.5. Declaração de retificação n.º 18/2014, de 13 de março

BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL. março de 2014. 1.5. Declaração de retificação n.º 18/2014, de 13 de março ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS DE DIREITO INTERNACIONAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 1.1 Portaria n.º 77-A/2014, de 31 de março Regulamenta os critérios de atribuição às Regiões Autónomas da Madeira

Leia mais

Até ao dia 10. Até ao dia 15 (cont.) Até ao dia 20. Até ao dia 15. IRS Declaração Mensal de Remunerações. IRS/ IRC Dossier Fiscal

Até ao dia 10. Até ao dia 15 (cont.) Até ao dia 20. Até ao dia 15. IRS Declaração Mensal de Remunerações. IRS/ IRC Dossier Fiscal Até ao dia 10 IRS Declaração Mensal de Remunerações Entrega da Declaração Mensal de Remunerações, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades devedoras de rendimentos do trabalho dependente sujeitos

Leia mais

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE N.º 01/2008 Data: 2008/07/16 Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso e Unidade de Certificação SÍNTESE: A

Leia mais

AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro

AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro Havendo a necessidade de se estabelecer os termos e condições que devem obedecer a celebração dos contratos de factoring, de harmonia com o regulamentado no Decreto

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Outubro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Comunitária 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Outubro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Comunitária 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Outubro, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Comunitária 5 IV Jurisprudência Nacional 6 V Outros 9 NEWSLETTER FISCAL

Leia mais

ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA:

ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA: CARLOS AUGUSTO VALENZA DINIZ ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA: POSSIBILIDADE E LIMITES DE APLICAÇÃO NAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PATRONAIS DESTINADAS À SEGURIDADE SOCIAL BRASÍLIA 2003 CARLOS AUGUSTO VALENZA DINIZ ANTECIPAÇÃO

Leia mais

Com os nossos cumprimentos/ Best Regards, Espanha e Associados, RL

Com os nossos cumprimentos/ Best Regards, Espanha e Associados, RL Decreto-Lei n.º 222/2009, de 11 de Setembro estabelece medidas de protecção do consumidor nos contratos de seguro de vida associados ao crédito à habitação: Em acréscimo aos deveres de informação que já

Leia mais

ANGOLA Legislação cambial Setembro 2013

ANGOLA Legislação cambial Setembro 2013 ANGOLA Legislação cambial Setembro 2013 Alterações à legislação cambial angolana Operações de invisíveis correntes (Aviso n.º 13/13) Amendments to the Angolan foreign currency legislation invisible current

Leia mais

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 LEGAL FLASH I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 Lei n.º 29/2012, de 9 de Agosto Novo Regime de Autorização de Residência para Estrangeiros Investidores 2 LEI N.º 29/2012 NOVO REGIME DE AUTORIZAÇÃO

Leia mais

Considerações sobre a CFEM no Projeto do Novo Código de Mineração e a competitividade das empresas de exploração mineral brasileiras.

Considerações sobre a CFEM no Projeto do Novo Código de Mineração e a competitividade das empresas de exploração mineral brasileiras. Considerações sobre a CFEM no Projeto do Novo Código de Mineração e a competitividade das empresas de exploração mineral brasileiras Ouro Preto - MG 13 de maio de 2014 ANY TAX ADVICE IN THIS COMMUNICATION

Leia mais

Normalização e interoperabilidade da informação geográfica

Normalização e interoperabilidade da informação geográfica Normalização e interoperabilidade da informação geográfica perspetivas para a formação em Engenharia Geográfica João Catalão Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia Faculdade de Ciências

Leia mais

ABRIL 2012. Reforma Fiscal Angolana. Decreto Legislativo Presidencial n.º 5/11 Revisão ao Código do Imposto sobre a Aplicação de Capitais

ABRIL 2012. Reforma Fiscal Angolana. Decreto Legislativo Presidencial n.º 5/11 Revisão ao Código do Imposto sobre a Aplicação de Capitais 1 /5 Reforma Fiscal Angolana Foram publicados no início de Março, como suplemento ao Diário da República datado de dia 30 de Dezembro de 2011, os Decretos Legislativos Presidenciais n.º 5/11, n.º 6/11

Leia mais

demais alterações do contrato de sociedade,

demais alterações do contrato de sociedade, Newsletter Societário Português English Alterações do Contrato de Sociedade Aumento e Redução do Capital Social I. Introdução O Decreto-Lei n.º 76-A/2006, de 29 de Março, entrou em vigor no passado dia

Leia mais

ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF n.º 04.310.392/0001-46 NIRE 35.300.184.092 Publicly Held Company NOTICE TO THE MARKET

ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF n.º 04.310.392/0001-46 NIRE 35.300.184.092 Publicly Held Company NOTICE TO THE MARKET ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF n.º 04.310.392/0001-46 NIRE 35.300.184.092 Publicly Held Company NOTICE TO THE MARKET SOLICITATION OF PROXY ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPAÇÕES S.A. (

Leia mais

SAP anuncia resultados do Segundo Trimestre de 2009

SAP anuncia resultados do Segundo Trimestre de 2009 SAP anuncia resultados do Segundo Trimestre de 2009 A SAP continua a demonstrar um forte crescimento das suas margens, aumentando a previsão, para o ano de 2009, referente à sua margem operacional Non-GAAP

Leia mais

Artigo 1.º Imunidade de jurisdição e insusceptibilidade de busca, apreensão, requisição, perda ou qualquer outra forma de ingerência

Artigo 1.º Imunidade de jurisdição e insusceptibilidade de busca, apreensão, requisição, perda ou qualquer outra forma de ingerência Resolução da Assembleia da República n.º 21/2002 Decisão dos Representantes dos Governos dos Estados- Membros da União Europeia, reunidos no Conselho, de 15 de Outubro de 2001, Relativa aos Privilégios

Leia mais

RINAVE EMBARCAÇÕES DE RECREIO CERTIFICADAS NO ÂMBITO DA DIR 94/25/CE CERTIFIED RECREATIONAL CRAFT IN THE SCOPE OF DIR 94/24/EC

RINAVE EMBARCAÇÕES DE RECREIO CERTIFICADAS NO ÂMBITO DA DIR 94/25/CE CERTIFIED RECREATIONAL CRAFT IN THE SCOPE OF DIR 94/24/EC RINAVE EMBARCAÇÕES DE RECREIO CERTIFICADAS NO ÂMBITO DA DIR 94/25/CE CERTIFIED RECREATIONAL CRAFT IN THE SCOPE OF DIR 94/24/EC OUTUBRO OCTOBER 2001 RINAVE Registro Internacional Naval, SA Estrada do Paço

Leia mais

Outubro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA REGIME PROVISÓRIO DE CONSTITUIÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE SOCIEDADES COMERCIAIS UNIPESSOAIS LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 4

Outubro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA REGIME PROVISÓRIO DE CONSTITUIÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE SOCIEDADES COMERCIAIS UNIPESSOAIS LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 4 LEGAL FLASH I ANGOLA Outubro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA REGIME PROVISÓRIO DE CONSTITUIÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE SOCIEDADES COMERCIAIS UNIPESSOAIS 2 LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 4 I. REGIME PROVISÓRIO DE CONSTITUIÇÃO

Leia mais

REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS

REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS 1. Qual é a natureza das importâncias atribuídas aos árbitros pela Federação Portuguesa de Futebol? As importâncias em causa são consideradas rendimentos

Leia mais

Guião A. Descrição das actividades

Guião A. Descrição das actividades Proposta de Guião para uma Prova Grupo: Ponto de Encontro Disciplina: Inglês, Nível de Continuação, 11.º ano Domínio de Referência: Um Mundo de Muitas Culturas Duração da prova: 15 a 20 minutos 1.º MOMENTO

Leia mais

Best Corporate and Commercial Team in Portugal World Finance Legal Awards 2008

Best Corporate and Commercial Team in Portugal World Finance Legal Awards 2008 Best Corporate and Commercial Team in Portugal World Finance Legal Awards 2008 Portuguese Tax Firm of the Year - 2007 International Tax Review European Awards Newsletter Direito Público Português English

Leia mais

LANGUAGE concerned: PT

LANGUAGE concerned: PT Council of the European Union Brussels, 15 June 2016 Interinstitutional File: 2011/0295 (COD) 10328/16 DROIPEN 117 CODEC 897 ECOFIN 623 EF 196 JUR 296 LEGISLATIVE ACTS AND OTHER INSTRUMENTS: CORRIGENDUM/RECTIFICATIF

Leia mais

BUSINESS TO WORLD COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO

BUSINESS TO WORLD COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO BUSINESS TO WORLD COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO 4Q08 Results Conference Call Friday: March 13, 2008 Time: 12:00 p.m (Brazil) 11:00 a.m (US EDT) Phone: +1 (888) 700.0802 (USA) +1 (786) 924.6977 (other countries)

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) no n.º 1 do artigo 18.º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) no n.º 1 do artigo 18.º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA alínea c) no n.º 1 do artigo 18.º Exclusão da aplicação ao "Contrato de Gestão Discricionária de Valores Mobiliários" da alínea e) do n.º 27 do artigo 9.º

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Processo:

FICHA DOUTRINÁRIA. Processo: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: CIVA Artigo: 9º, nº 30 Assunto: Locação de imóveis L201 2006049 - despacho do SDG dos Impostos, em substituição do Director- Geral, em 24-07-07 Conteúdo: 1. A requerente pretende

Leia mais