Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu

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1 Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu 1- O que é o Certificado Sucessório Europeu (CSE)? 2- Que instrumento jurídico criou o CSE? 3- Quem pode pedir o CSE? 4- Um credor pode pedir um CSE? 5- Pode o mesmo CSE ser requerido por todos os beneficiários? 6- Pode o CSE ser requerido apenas por um dos beneficiários? 7- Pode o CSE ser requerido apenas pelo administrador da herança? 8- O CSE só pode ser emitido relativamente a uma sucessão transfronteiriça/internacional? 9- Quando é que uma sucessão tem dimensão transfronteiriça ou internacional? 10- O CSE pode ser emitido relativamente a qualquer sucessão independentemente da data da sua abertura? 11- Quem é competente para emitir o CSE? 12- Como se afere a competência internacional para a emissão do CSE? 13- Qual o pressuposto que tem de ocorrer para o órgão designado ser competente por força do artigo 4.º do Regulamento? 14- Qual o pressuposto que tem de ocorrer para o órgão designado ser competente por força do artigo 7.º do Regulamento? 15- Qual o pressuposto que tem de ocorrer para o órgão designado ser competente por força do artigo 10.º do Regulamento? 16- Qual o pressuposto que tem de ocorrer para o órgão designado ser competente por força do artigo 11.º do Regulamento? 17- Sendo competentes para a emissão do CSE quais as autoridades portuguesas onde posso pedir o CSE em Portugal? 18- O recurso ao CSE é obrigatório? 19- O CSE só pode ser emitido relativamente a uma sucessão transfronteiriça/internacional? 20- As pessoas com direito a pedir um CSE são obrigadas a fazê-lo sempre que a sucessão tenha uma dimensão transfronteiriça? 21- Quando é que uma sucessão tem dimensão transfronteiriça? 22- Que finalidade pode ter o CSE? 23- O CSE também produz efeitos no Estado-Membro de origem, isto é, no Estado-Membro no qual foi emitido? 24- Para ser emitido é ou não necessário que se demonstre que o CSE se destina a produzir efeitos noutro Estadomembro? 25- Existe algum formulário que possa ser utilizado para efetuar o pedido de CSE? 26- Que informações/elementos devo fazer constar no pedido? 27- Pode um beneficiário não requerente pronunciar-se sobre um pedido de CSE? 28- A autoridade emissora deve informar os beneficiários não requerentes sobre o pedido de CSE? 29- A autoridade emissora deve informar os beneficiários sobre a emissão do certificado e/ou sobre a sua recusa? 30- Quando é que a autoridade emissora emite o CSE? 31- O CSE é emitido mediante a utilização de um formulário normalizado? 32- Que elementos deverá conter o CSE? 33- Em que situações pode ser recusada a emissão de um CSE? 34- Que efeitos produz o CSE? 35- Qual a lei aplicável à sucessão? 36- Qual pode ser a lei designada pelo Regulamento? 37- Existe alguma cláusula de exceção ou só pode ser designada para regular toda sucessão a lei do Estado onde o falecido tinha residência habitual no momento do óbito ou a lei da nacionalidade escolhida? 38- Uma pessoa com nacionalidade múltipla pode escolher a lei de qual dos Estados para regular toda a sua sucessão? 39- Como deve ser feita a escolha de lei para regular toda a sucessão? 40- O CSE produz efeitos em todos os Estados-Membros? 41- Para que os efeitos do CSE se produzam noutro Estado- Membro vinculado ao Regulamento é necessário recorrer a algum procedimento? 42- Aquando da emissão do CSE a quem é entregue a respetiva cópia autenticada? 43- Qual o prazo de validade das cópias autenticadas? 44- É possível pedir uma nova cópia autenticada do mesmo CSE? 45- É possível a prorrogação do prazo de validade da cópia autenticada? 1

2 1- O que é o Certificado Sucessório Europeu (CSE)? O CSE é um certificado europeu relativo à sucessão de uma pessoa que poderá ser emitido para fins de utilização noutro Estado-Membro e que permite ao herdeiro, legatário, executor testamentário ou administrador da herança fazer a prova dessa qualidade e/ou dos seus direitos e poderes noutro Estado-Membro. 2- Que instrumento jurídico criou o CSE? O Regulamento (UE) n.º 650/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 4 de julho de 2012, criou o CSE e é aplicável a partir de Quem pode pedir o CSE? As pessoas que podem pedir o certificado são os herdeiros, os legatários, os executores testamentários ou os administradores da herança. 4- Um credor pode pedir um CSE? Em face das disposições do Regulamento (UE) n.º 650/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 4 de julho de 2012, um credor não pode pedir um CSE. 5- Pode o mesmo CSE ser requerido por todos os beneficiários? Sim, pode haver um pedido conjunto do CSE por todos os beneficiários da sucessão. 6- Pode o CSE ser requerido apenas por um dos beneficiários? Sim, pode o CSE ser requerido apenas por um dos beneficiários da sucessão. 7- Pode o CSE ser requerido apenas pelo administrador da herança? Sim, pode o CSE ser requerido apenas pelo administrador da herança. 2

3 8- O CSE só pode ser emitido relativamente a uma sucessão transfronteiriça/internacional? Sim, o CSE só pode ser emitido relativamente a sucessões com caráter internacional, isto é, com contactos relevantes ou elementos de conexão com mais do que um Estado soberano. 9- Quando é que uma sucessão tem dimensão transfronteiriça ou internacional? Quando existam elementos de conexão com mais do que um Estado soberano. Os fatores que podem contribuir para uma situação transnacional são diversos: a nacionalidade dos sujeitos, a sua residência habitual, o lugar onde se situam os bens da herança, etc. 10- O CSE pode ser emitido relativamente a qualquer sucessão independentemente da data da sua abertura? Não. O CSE só pode ser emitido relativamente às sucessões abertas a partir de , inclusive. 11- Quem é competente para emitir o CSE? É competente para emitir o CSE o Estado-Membro cujo órgão designado (jurisdicional ou outro com competência para tratar matérias sucessórias) tenha competência internacional. 12- Como se afere a competência internacional para a emissão do CSE? Para o órgão designado ter competência internacional tem de ser competente por força dos artigos 4.º, 7.º,10.º ou do artigo 11.º do Regulamento (UE) n.º 650/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 4 de julho de Qual o pressuposto que tem de ocorrer para o órgão designado ser competente por força do artigo 4.º do Regulamento? Para o órgão designado ser competente por força do artigo 4.º do Regulamento o falecido tinha que ter a sua residência habitual no momento do óbito no respetivo Estado-Membro. 3

4 14- Qual o pressuposto que tem de ocorrer para o órgão designado ser competente por força do artigo 7.º do Regulamento? Para o órgão designado ser competente por força do artigo 7.º do Regulamento, tem de ter sido escolhida pelo falecido a lei do Estado-Membro como aplicável à sucessão e: a) se um órgão onde o CSE tenha sido pedido se tiver declarado incompetente no mesmo processo, nos termos do artigo 6.º; b) se as partes tiverem acordado, nos termos do artigo 5.º, em conferir competência ao órgão desse Estado-Membro; ou c) se as partes na ação tiverem expressamente aceite a competência do órgão. 15- Qual o pressuposto que tem de ocorrer para o órgão designado ser competente por força do artigo 10.º do Regulamento? Para o órgão designado ser competente por força do artigo 10.º do Regulamento, o falecido não tinha a sua residência habitual no momento do óbito num Estado-Membro, mas o órgão designado do Estado-Membro onde se encontram os bens da herança é, contudo, competente se: a) o falecido possuir a nacionalidade desse Estado-Membro no momento do óbito; ou, se tal não se verificar; b) o falecido tiver tido a sua residência habitual anterior nesse Estado-Membro e se o pedido ocorrer no prazo de cinco anos a contar da data da mudança da residência habitual. 16- Qual o pressuposto que tem de ocorrer para o órgão designado ser competente por força do artigo 11.º do Regulamento? Para o órgão designado ser competente por força do artigo 11.º do Regulamento, nenhum órgão de um Estado- Membro é competente por força do disposto no Regulamento, podendo os órgãos de um Estado-Membro, em casos excecionais, ser competentes se a emissão não puder ser razoavelmente solicitada ou conduzida ou se revelar impossível num Estado terceiro com o qual esteja estreitamente relacionada. O processo deve apresentar uma conexão suficiente com o Estado-Membro do órgão em que foi pedido. 17- Sendo competentes para a emissão do CSE quais as autoridades portuguesas onde posso pedir o CSE em Portugal? Posso pedir o CSE em Portugal, em qualquer serviço de registo com atribuições no âmbito dos procedimentos simplificados de sucessão hereditária previstos nos artigos 210.º-A a 210.º-R do Código do Registo Civil. 4

5 18- O recurso ao CSE é obrigatório? O recurso ao CSE não é obrigatório. 19- O CSE só pode ser emitido relativamente a uma sucessão transfronteiriça/internacional? Sim, o CSE só pode ser emitido relativamente a sucessões com caráter internacional, isto é, com contactos relevantes ou elementos de conexão com mais do que um Estado soberano. Os fatores que podem contribuir para uma situação transnacional são diversos: a nacionalidade dos sujeitos, a sua residência habitual, o lugar onde se situam os bens da herança, etc. 20- As pessoas com direito a pedir um CSE são obrigadas a fazê-lo sempre que a sucessão tenha uma dimensão transfronteiriça? As pessoas com direito a pedir um certificado não são obrigadas a fazê-lo, mesmo que a sucessão possua uma dimensão internacional claramente afirmada, sendo livres de recorrer aos outros instrumentos disponíveis ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 650/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 4 de julho de 2012 (decisões, atos autênticos e transações judiciais). 21- Quando é que uma sucessão tem dimensão transfronteiriça? Quando existam elementos de conexão com mais do que um Estado soberano. Os fatores que podem contribuir para uma situação transnacional são diversos: a nacionalidade dos sujeitos, a sua residência habitual, o lugar onde se situam os bens da herança, etc. 22- Que finalidade pode ter o CSE? O CSE pode ser utilizado para comprovar, nomeadamente, a qualidade e/ou direitos de cada herdeiro ou legatário e as respetivas quotas-partes da herança; a atribuição de um bem ou bens que façam parte da herança ao herdeiro ou legatário; os poderes da pessoa mencionada no certificado para executar o testamento ou administrar a herança. 5

6 23- O CSE também produz efeitos no Estado-Membro de origem, isto é, no Estado-Membro no qual foi emitido? O CSE, uma vez emitido, produz os seus efeitos no Estado-membro de origem. 24- Para ser emitido é ou não necessário que se demonstre que o CSE se destina a produzir efeitos noutro Estado-membro? Um certificado não pode ser emitido se não se destinar a ser utilizado noutro Estado-Membro. 25- Existe algum formulário que possa ser utilizado para efetuar o pedido de CSE? Sim, o Regulamento de Execução (UE) n.º 1329/2014 da Comissão, de 9 de dezembro de 2014, estabeleceu o formulário para o pedido do CSE (formulário IV). Disponível em ou no portal europeu da justiça, no endereço https://e-justice.europa.eu/content_sucessions-166-pt.do. 26- Que informações/elementos devo fazer constar no pedido? O pedido do CSE deve ser acompanhado de todos os documentos pertinentes e incluir as informações seguintes: os dados de identificação relativos ao falecido, ao requerente, ao eventual representante do requerente, ao cônjuge ou unido de facto do falecido e os dados relativos a outros eventuais beneficiários da sucessão; os dados relativos à sucessão propriamente dita, designadamente, os elementos em que o requerente baseia, consoante o caso, o direito invocado aos bens da sucessão na qualidade de beneficiário e/ou o direito a executar o testamento do falecido e/ou a administrar a herança; indicação de que o falecido fez, ou não, uma disposição por morte; indicação relativa à celebração ou não, pelo falecido, de um contrato matrimonial ou de um contrato respeitante a uma relação que possa ter efeitos comparáveis ao casamento; indicação quanto à declaração feita ou não por um dos beneficiários relativamente à aceitação ou ao repúdio da sucessão; declaração afirmando que, tanto quanto é do conhecimento do requerente, não está pendente nenhum litígio quanto aos elementos a atestar; a informação relativa à finalidade a que se destina o certificado; bem como quaisquer outras informações que o requerente considere úteis para efeitos da emissão do certificado. 27- Pode um beneficiário não requerente pronunciar-se sobre um pedido de CSE? Sim, um beneficiário não requerente pode pronunciar-se sobre um pedido de CSE. 6

7 28- A autoridade emissora deve informar os beneficiários não requerentes sobre o pedido de CSE? Sim, no âmbito da apreciação do pedido do CSE a autoridade emissora deve informar os beneficiários não requerentes sobre o pedido do certificado. 29- A autoridade emissora deve informar os beneficiários sobre a emissão do certificado e/ou sobre a sua recusa? Sim, após a emissão ou recusa de emissão do CSE a autoridade emissora deve informar os beneficiários sobre a emissão do certificado e/ou sobre a sua recusa. 30- Quando é que a autoridade emissora emite o CSE? A autoridade emissora emite o CSE logo que os elementos a certificar estejam estabelecidos. 31- O CSE é emitido mediante a utilização de um formulário normalizado? Sim, o Regulamento de Execução (UE) n.º 1329/2014 da Comissão, de 9 de dezembro de 2014, estabeleceu o formulário a utilizar para a emissão do CSE (formulário V). Disponível em 32- Que elementos deverá conter o CSE? Tanto quanto seja necessário para a finalidade da emissão, o CSE deverá incluir as seguintes informações: nome e endereço da autoridade emissora; número de referência do processo; os elementos com base nos quais a autoridade emissora se considera competente para emitir o certificado; a data de emissão; dados relativos ao requerente; dados relativos ao falecido; dados relativos aos beneficiários; informações sobre um eventual contrato matrimonial celebrado pelo falecido ou, se tal for o caso, sobre um contrato celebrado pelo falecido no contexto de uma relação considerada pela lei aplicável como tendo efeitos comparáveis ao casamento, e informações relativas ao regime matrimonial de bens ou regime de bens equivalente; a lei aplicável à sucessão e os elementos que estiveram na base da determinação dessa lei; informações sobre o caráter testamentário ou não da sucessão ao abrigo de uma disposição por morte, incluindo informações sobre os elementos dos quais decorrem os direitos e/ou os poderes dos herdeiros, legatários, executores testamentários ou administradores da 7

8 herança; se for caso disso, indicação da natureza da aceitação ou repúdio da sucessão relativamente a cada beneficiário; a quota-parte que cabe a cada herdeiro, bem como, se for caso disso, a lista dos bens e/ou direitos que cabem a um determinado herdeiro; a lista dos bens e/ou direitos que cabem a um determinado legatário; as restrições ao direito do(s) herdeiro(s) e, se tal for o caso, do(s) legatário(s) ao abrigo da lei aplicável à sucessão e/ou da disposição por morte; os poderes do executor testamentário e/ou do administrador da herança e as restrições a esses poderes por força da lei aplicável à sucessão e/ou da disposição por morte. 33- Em que situações pode ser recusada a emissão de um CSE? A autoridade emissora pode recusar a emissão de um CSE, nomeadamente: se os elementos a certificar forem objeto de contestação; se o certificado não estiver em conformidade com uma decisão relativa aos mesmos elementos ou se os elementos ou factos cuja certificação se requer não resultarem devidamente comprovados. 34- Que efeitos produz o CSE? Presume-se que o certificado comprova com exatidão os elementos estabelecidos nos termos da lei aplicável à sucessão ou de qualquer outra legislação aplicável a determinados elementos. Presume-se que quem o certificado mencionar como herdeiro, legatário, executor testamentário ou administrador da herança tem a qualidade mencionada no certificado e/ou é titular dos direitos ou dos poderes indicados no certificado e que não estão associadas a esses direitos ou poderes outras condições e/ou restrições para além das referidas no certificado. 35- Qual a lei aplicável à sucessão? É aplicável à sucessão a lei designada pelo Regulamento, mesmo que não seja a lei de um Estado-membro. 36- Qual pode ser a lei designada pelo Regulamento? Se não houver escolha da lei da nacionalidade pelo falecido para regular toda a sua sucessão, a lei aplicável à sucessão é a lei do Estado onde o falecido tinha residência habitual no momento do óbito. 8

9 37- Existe alguma cláusula de exceção ou só pode ser designada para regular toda sucessão a lei do Estado onde o falecido tinha residência habitual no momento do óbito ou a lei da nacionalidade escolhida? Existe uma cláusula de exceção, caso, a título excecional, resulte claramente do conjunto das circunstâncias do caso que, no momento do óbito, o falecido tinha uma relação manifestamente mais estreita com um Estado diferente do Estado cuja lei seria aplicável, sendo aplicável à sucessão a lei desse outro Estado. 38- Uma pessoa com nacionalidade múltipla pode escolher a lei de qual dos Estados para regular toda a sua sucessão? Uma pessoa com nacionalidade múltipla pode escolher a lei de qualquer dos Estados de que é nacional no momento em que faz a escolha para regular toda a sua sucessão. 39- Como deve ser feita a escolha de lei para regular toda a sucessão? A escolha de lei para regular toda a sucessão deve ser feita expressamente numa declaração que revista a forma de uma disposição por morte ou resultar dos termos dessa disposição. 40- O CSE produz efeitos em todos os Estados-Membros? O certificado produz efeitos em todos os Estados-Membros, com exceção da Dinamarca, Irlanda e o Reino Unido que são Estados-Membros da UE não participantes no Regulamento (UE) n.º 650/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho. 41- Para que os efeitos do CSE se produzam noutro Estado-Membro vinculado ao Regulamento é necessário recorrer a algum procedimento? O certificado produz efeitos em todos os Estados-Membros vinculado sem necessidade de recurso a qualquer procedimento. 9

10 42- Aquando da emissão do CSE a quem é entregue a respetiva cópia autenticada? Aquando da emissão do CSE é entregue gratuitamente ao requerente uma cópia autenticada. 43- Qual o prazo de validade das cópias autenticadas? As cópias autenticadas entregues são válidas durante um prazo limitado de seis meses. 44- É possível pedir uma nova cópia autenticada do mesmo CSE? Sim, é possível pedir uma nova cópia autenticada do mesmo CSE. 45- É possível a prorrogação do prazo de validade da cópia autenticada? Sim, é possível a prorrogação do prazo de validade da cópia autenticada. 10

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