PROTÓTIPO DO JOGO DA VELHA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTÓTIPO DO JOGO DA VELHA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS"

Transcrição

1 LEANDRO GUINDANI GEHLEN PROTÓTIPO DO JOGO DA VELHA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Monografia apresentada à UNOCHAPECÓ como parte dos requisitos para obtenção do grau de Bacharel em Ciência da Computação. Orientador (a): Tatiana Annoni Pazeto Chapecó - SC, Julho de 2006.

2 PROTÓTIPO DO JOGO DA VELHA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS LEANDRO GUINDANI GEHLEN Esta Monografia foi julgada para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação, na área de redes de computadores e aprovada pelo curso de Ciência da Computação. ORIENTADOR(A): Prof. Tatiana Annoni Pazeto COORDENADOR(A) DO CURSO: Prof. Mônica Tissiani De Toni Pereira BANCA EXAMINADORA PRESIDENTE: Prof. Tatiana Annoni Pazeto Prof. Radamés Pereira Prof. Sediane Carmen Lunardi

3 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho aos meus pais, pessoas as quais fizeram todos os esforços para tornar possível minha caminhada na busca pelo conhecimento, além de deixar claro que desde a infância que esta busca deve ser constante e importante para a realização pessoal e profissional.

4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus que me concedeu força e saúde para construção deste trabalho e a minha família que sempre me incentivaram e forneceram recursos financeiros durante quase cinco anos. Também agradeço a minha orientadora Tatiana Annoni Pazeto pela presença constante no desenvolvimento do presente trabalho além das significativas contribuições que por ela foi concedida. Por fim gostaria de agradecer a todos meus colegas da universidade, em especial a Diogo, Daniel, Aline e Areandson, os quais aprendi e convivi durante toda a minha vida acadêmica.

5 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS...viii LISTA DE QUADROS...x LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS...xi RESUMO...xiii ABSTRACT...xiv 1 INTRODUÇÃO ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DISPOSITIVOS MÓVEIS INTRODUÇÃO AOS DISPOSITIVOS MÓVEIS COMUNICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS Surgimento do Wireless Funcionamento do Wireless FORMAS DE COMUNICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS Bluetooth Histórico Tecnologia Bluetooth Wireless Application Protocol (WAP) Histórico Tecnologia WAP Infravermelho CONSIDERAÇÕES DO CAPÍTULO...28

6 vi 3 JOGOS ELETRÔNICOS EVOLUÇÃO DOS JOGOS DE GALERIAS (ÁRCADE GAMES) EVOLUÇÃO DOS JOGOS PARA CONSOLES JOGOS PARA CELULARES PARTES DOS JOGOS CARACTERÍSTICAS DOS JOGOS CONSIDERAÇÕES DO CAPÍTULO FERRAMENTAS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE JOGOS PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS JAVA 2 MICRO EDITION - J2ME SYMBIAN OS BREW COMPARAÇÕES ENTRE AS FERRAMENTAS ORIENTAÇÃO OBJETO CONCEITOS Objeto Métodos Encapsulamento Classe Herança Polimorfismo CONSIDERAÇÕES DO CAPÍTULO ANÁLISE DO PROTÓTIPO DO JOGO DA VELHA...51

7 vii 5.1 INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO REQUISITOS DO DISPOSITIVO CELULAR CODIFICAÇÃO DO PROTÓTIPO CONCLUSÃO DO CAPÍTULO Conclusão Trabalhos Futuros REFERÊCIAS...84

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Exemplos de Dispositivos Móveis...18 Figura 2 Componentes básicos de uma rede móvel...21 Figura 3 Tipos de redes formadas entre dispositivos Bluetooth...24 Figura 4 Camadas do modelo WAP...27 Figura 5 Exemplo do console Atari 2600 e seus principais jogos...34 Figura 6 Imagem do jogo Berserk...35 Figura 7 Imagem do jogo Road Rash...36 Figura 8 Imagem do jogo Donkey Kong Country...36 Figura 9 Tela Inicial do Jogo...51 Figura 10 - Exemplo do funcionamento do jogo...52 Figura 11 Jogador vencedor...52 Figura 12 Telas de configurações remotas...53 Figura 13 Diagrama de classes do projeto...54 Figura 14 Seleção do tipo do projeto no NetBeans...56 Figura 15 Definição do nome do projeto e local de armazenamento...56 Figura 16 Criando arquivo JogoDaVelha.java...57 Figura 17 Etapa final para criação do arquivo JogoDaVelha.java...58 Figura 18 Criando novo projeto para teste de aplicações wireless...59 Figura 19 Compilação e execução do projeto teste...59 Figura 20 Menus existentes no protótipo...62 Figura 21 Iniciando jogo...72

9 ix Figura 22 - Posição sinalizada no jogo...73 Figura 23 Símbolo vermelho ganha o jogo...77 Figura 24 - Ocorrência de um empate no jogo...78 Figura 25 Visualização do vencedor do jogo...79

10 Quadro 1 - Comp Quadro 2 Menu Quadro 4 Cont Quadro 5 Méto

11 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS API Application Programming Interface BD_ADDR Bluetooth Device Address BREW CDC CLDC CPU Binary Runtime Environment for Wireless Connected Device Configuration Connection Limited Device Configuration Central Processing Unit FH-CDMA Frequency Hopping - Code Division Multiple Access FP HLR IrDA JVM KVM M MIDP MSC PC Foundation Profile Home Location Register Infrared Developers Association Java Virtual Machine Kilobyte Virtual Machine Metros Mobile Information Device Profile Mobile Switching Center Personal Computer PM ADDR Parked Member Address POO PP PPB SIG TDM VLR WAE WAP Programação Orientada a Objetos Personal Profile Personal Basis Profile Special Interest Group Time Division Multiplex Visitor Location Register Wireless Application Enviroment Wireless Application Protocol

12 xii WDP WSP WTLS WTP Wireless Datagram Protocol Wireless Session Protocol Wireless Transport Layer Security Wireless Transaction Protocol

13 RESUMO A evolução dos dispositivos móveis permitiu o desenvolvimento de aplicações mais robustas, como jogos bem definidos. Estes atualmente possibilitam que dois usuários que possuem celulares distintos interajam no mesmo jogo, sendo este o objetivo do presente trabalho. Contudo, o processo envolve muitas tecnologias e ferramentas, como as relacionadas à comunicação entre dispositivos móveis, mais especificamente para aparelhos celulares. Neste sentido, o trabalho aborda bluetooth, infravermelho e Wireless Application Protocol (WAP) com o intuito de verificar qual delas é mais adequada ao desenvolvimento proposto. No entanto, para a implementação do protótipo faz-se necessária à definição da tecnologia ideal, sendo abordado sobre Java 2 Micro Edition (J2ME), Symbian e Brew, as quais são consideradas adequadas no que se refere ao desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis. Além disso, para que o desenvolvimento da aplicação se tornasse realidade, fez-se necessário um estudo sobre jogos e suas partes. Analisando as restrições do aparelho e as exigências existentes na aplicação proposta, optou-se pelas tecnologia J2ME para desenvolvimento do protótipo e bluetooth para comunicação dos dispositivos celulares. Estas demonstraram ser apropriadas para o desenvolvimento do jogo da velha. Ao final são demonstrados os procedimentos realizados para a codificação do protótipo, bem como testes em emulador e no dispositivo móvel. Estes visam verificar o desempenho e se o mesmo conseguirá proporcionar momentos de diversão ao usuário. Além disso, objetiva verificar se a comunicação não comprometerá a performance do protótipo, chegando ao ponto do usuário desistir da diversão.

14 ABSTRACT The evolution of the mobile devices allowed the development of more robust applications, as well defined games. These currently make possible that two users whom they possess cellular distinct interact the same in game, being this the objective of the present work. However, the process involves many technologies and tools, as the related ones to the communication between mobile devices, more specifically for cellular devices. In this direction, the work approaches bluetooth, infra-red ray and Wireless Application Protocol (WAP) with intention to verify which of them more is adjusted to the considered development. However, for the implementation of the archetype one becomes necessary to the definition of the ideal technology, being boarded on Java 2 Micro Edition (J2ME), Symbian and Brew, which are considered adjusted as for the development of applications for mobile devices. Moreover, so that the development of the application if became reality, a study became necessary on games and its parts. Analyzing the existing restrictions of the device and requirements in the application proposal, one opted to the programming language J2ME and the technology bluetooth for communication of the cellular devices. These had demonstrated to be appropriate for the development of the game of the old one. To the end the procedures carried through for the codification of the archetype are demonstrated, as well as tests in emulator and the mobile device. These aim at to verify the performance and if the same it will obtain to provide moments of diversion to the user. Moreover, objective to verify if the communication will not compromise the performance of the archetype, arriving at the point of the user to give up the diversion.

15 1 INTRODUÇÃO Com o crescimento da telefonia móvel e o aumento da capacidade de processamento dos aparelhos celulares, aplicativos mais complexos podem ser desenvolvidos, culminando com a construção de jogos bem definidos e de boa qualidade. Isso proporciona diversão e entretenimento ao usuário. Com este intuito, uma variedade de jogos, dos mais diversos estilos, é desenvolvida. Porém, jogos que conseguem proporcionar competição entre usuários têm despertado interesse ainda maior pelos mesmos. Para permitir a competição, fazem-se necessários bons aparelhos, que possuam grande capacidade de processamento e de tecnologias que possam prover transmissão de dados. Atualmente, os celulares produzidos já estão oferecendo as tecnologias de transmissão de dados embutidas. Estas, por suas vez, permitem o desenvolvimento de aplicativos que possibilitam a transmissão de dados sem fazer uso da telefonia convencional. Contudo, para alcançar o objetivo de desenvolver um protótipo de um jogo multijogadores para celulares, foi necessário um estudo sobre essas formas de transmissão de dados. Dentre as várias maneiras de prover esta comunicação, o presente trabalho dissertará sobre as tecnologias Bluetooth, Wireless Application Protocol (WAP) e infravermelho, as quais apresentam maiores vantagens para o desenvolvimento da aplicação em questão. Além das formas de comunicação, será feito um estudo sobre algumas ferramentas existentes para desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis. O intuito é analisar qual é a mais apropriada para a implementação do jogo da velha. Neste sentido, será desenvolvido o protótipo do jogo supracitado, por ser bastante conhecido e ter regras de fácil compreensão. Além disso, o mesmo permite a competição entre dois usuários em tempo real, utilizando celulares distintos, tornando o aplicativo mais atraente. Ao término da implementação, serão realizados os devidos testes afim de validar a funcionalidade do mesmo e encontrar possíveis falhas existentes no jogo.

16 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO O presente trabalho está dividido em sete capítulos, sendo que o primeiro refere-se à introdução do conteúdo e apresentação de como o mesmo encontra-se organizado. O segundo capítulo refere-se aos dispositivos móveis, abordando suas características e definições. Também neste capítulo é dissertado sobre tecnologias de comunicação dos dispositivos móveis como bluetooth, WAP e infravermelho. O capítulo seguinte versa sobre os jogos eletrônicos, sendo demonstrada sua evolução. Após é descrito sobre jogos para celulares, foco do presente trabalho. Também é mencionado sobre suas partes e características, as quais permitirão compreender e definir as etapas para construção do protótipo proposto. O próximo capítulo relata sobre as principais ferramentas para desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis, apresentando vantagens e desvantagens, com o intuito de escolher a mais adequada para o desenvolvimento do protótipo. Também é descrito sobre orientação objeto. Isto se faz necessário, pois a tecnologia escolhida para desenvolvimento do protótipo utiliza tal paradigma. O quinto capítulo relata sobre a fase de análise, codificação e implementação do protótipo. Nele é descrito como instalar e configurar as ferramentas de desenvolvimento, bem como demonstra quais as características que devem estar presentes no dispositivo para que o protótipo funcione corretamente. No penúltimo capítulo, são apresentadas as conclusões e sugestões de trabalhos futuros com o intuito de que o presente trabalho seja otimizado e inspire novas pesquisas no desenvolvimento de aplicações móveis. Por fim, no último são apresentadas as bibliografias utilizadas, as quais viabilizaram a construção do presente trabalho.

17 2 DISPOSITIVOS MÓVEIS Para que seja compreendido sobre o equipamento que será usado no desenvolvimento do protótipo, o capítulo a seguir tem por objetivo trazer conhecimento sobre o conceito de dispositivos móveis e sua forma de comunicação o que será de suma importância para a confecção do trabalho proposto. 2.1 INTRODUÇÃO AOS DISPOSITIVOS MÓVEIS Conforme Figueiredo e Nakamura (2003), um dispositivo para ser considerado móvel deve ser capaz de realizar processamento, trocar informações em uma rede, que o usuário possa transportá-lo com facilidade, e que o mesmo não necessite de cabos para se conectar a uma rede ou a fonte de energia elétrica. Para que isso aconteça, o mesmo autor define algumas características que devem estar contidas nesses dispositivos como: ter seu tamanho reduzido, que seu manuseio seja feito geralmente na palma das mãos ou no colo, possuir uma bateria e acessar dados por uma conexão feita a uma rede sem fio, isso evitaria o uso de cabos tanto para conexão a rede quanto aos cabos alimentadores de energia. Caso isso não ocorra, o dispositivo colocaria um fim no que diz respeito à mobilidade. Segundo Laudon e Laudon (1999), devido à diversidade de maneiras para se prover comunicação, e das grandes inovações trazidas pela tecnologia wireless, a indústria do setor teve um grande crescimento e uma imensidade de dispositivos móveis está sendo utilizada para que isso aconteça. Esses vão desde telefones celulares até Personal Digital Assistant (PDA) um dispositivo composto por um computador manual e uma caneta. Com o passar do tempo, ganharam poder de processamento e deixaram de ser apenas telefones, ou agendas eletrônicas e viraram computadores que podem ser transportados para qualquer lugar. Foram desenvolvidos para pessoas que necessitam acessar informações com rapidez, segurança, facilidade, e claro, a mobilidade. Esta permite que a comunicação entre as pessoas seja feita de forma fácil, sem que essas fiquem presas a computadores de mesa ou a telefones fixos. Na Figura 1 pode-se visualizar alguns exemplos de dispositivos móveis.

18 18 Fonte: Pekus (2002) Figura 1 Exemplos de Dispositivos Móveis A frase dita por David Levin, presidente-executivo da Symbian, em entrevista a Info Exame de setembro de 2003 explica bem a evolução dos dispositivos móveis, apesar de estar focada no que diz respeito a telefones. Nos últimos cem anos construímos telefones para ouvidos. Agora podemos construir telefones que se conectem com os olhos (PALUDO, 2003, p. 20). Segundo Rezende e Abreu (2001), os dispositivos móveis estão proporcionando cada vez mais recursos que se torna quase que indispensáveis nos dias atuais, principalmente para organizações que possuem múltiplas localizações geográficas. Segundo Moon (2000), telefones celulares, que na década de 80 eram artigos de luxo, tornam-se a cada dia mais acessíveis. Contudo, deixaram de ser apenas dispositivos para transmissão da voz, transformando-se em aparelhos capazes de enviar dados com versatilidade e velocidade com a vantagem de serem menores e portáteis que computadores usados para transmissão desses dados. Desta forma, o mercado cresce a cada dia, e segundo Moon (2000), esse crescimento nas vendas proporciona, conseqüentemente, um aumento da tecnologia embutida nesses aparelhos. Segundo o autor, há um crescimento tão grande nessa área que aparelhos

19 19 celulares poderão ser utilizados para aquisição de refrigerantes, doces, cigarros. Bastará ao consumidor empunhar seu telefone diante da máquina, ligar para o número nela indicado e realizar uma transação sem fio para liberar uma latinha. Contudo, para viabilizar estas aplicações, um dos fatores que podem garantir a mobilidade dos dispositivos móveis é a forma de comunicação, assunto que será abordado a seguir. 2.2 COMUNICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS Tomado conhecimento de que um dispositivo móvel deve possuir a capacidade de conectar-se a uma rede e conseguir trafegar dados sem a utilização de cabos, tornou-se necessário fazer esta conexão através de uma rede wireless (comunicação sem fio). A seguir será dissertado sobre como ocorreu o surgimento desta tecnologia, bem como seu funcionamento Surgimento do Wireless Segundo Zeindin (2003), o surgimento do wireless fez-se necessário para suprir uma necessidade militar, mais especificamente na Segunda Guerra Mundial, na década de 40. Nesta batalha, era necessário transmitir informações sem que o inimigo conseguisse interceptá-las ou interferisse na comunicação. Diante deste fato foi criado um método de modulação de dados denominado spread spectrum que atendia essas necessidades, uma vez que o mesmo apresentava alta imunidade aos ruídos, provocava baixas interferências nos demais sistemas e o sinal era difícil de ser monitorado ou interceptado. No final do ano de 1970, surgiram os sistemas de comunicação móvel, considerada como a Primeira Geração (G1), sendo esta bastante restrita. A transmissão dos dados se dava de forma analógica, sendo permitido apenas o tráfego de voz. No começo da década de 90, iniciou-se a Segunda Geração (G2) de comunicação móvel, contendo algumas inovações significativas. O sinal que antes era transmitido de forma analógica agora passou a ser codificado digitalmente, e os celulares que eram usados

20 20 restritamente para transmissão de voz, já começavam a se utilizar de serviço de mensagens como Short Message Service (SMS). Na Terceira Geração (G3), grandes avanços foram alcançados, sendo que a rede já prove serviço de áudio e vídeo de alta qualidade. Além disso, a rede tem a capacidade de identificar qual o sistema de wireless está mais próximo ao dispositivo móvel, transferindo o sinal para o mesmo. Isso permite que o usuário tenha total mobilidade sem perder o sinal. O uso do sistema wireless tomou proporções enormes e é utilizada nos mais diversos sistemas, variando de pequenas aplicações como telefones celulares até sistemas que exigem auto grau de confiabilidade como satélites e sistemas de localização global. Atualmente vive-se a quarta geração e segundo a empresa japonesa NTT-DoCoMo, líder de mercado na área de comunicação sem fio, esta geração permite transferências de arquivos na faixa de 20 a 40 Mbps. Outros benefícios oferecidos é multimídia de alta definição, portabilidade entre os dispositivos móveis e acesso universal. Esta geração promete que um dispositivo móvel consiga ser operado de qualquer local existente na superfície terrestre (BORGES et. al, 2005) Funcionamento do Wireless Segundo Soares, Lemos e Colcher (1995, p.102) os pacotes a serem trafegados em uma rede wireless, utilizam-se do ar como meio de transmissão. Esta é feita através de canais de freqüência de rádio (freqüências na faixa de KHz até GHz). Contudo, para compreender como a transmissão entre celulares ocorre, faz-se necessário alguns requisitos básicos como: telefones/estações Móveis (MS Móbile Stations), Estações Base (BSs - Base Stations), Centro de Comutação Móvel (MSC Mobile Switching Center), Registro de Localização de Origem ( HLR - Home Location Register) e o Registro de Localização de Visitante (VLR - Visitor Location Register) (DIAS e FONTES, 2003, p. 17). Segundo Dias e Fontes (2003, p. 17), através de sinais de rádios enviados a uma estação base, os telefones celulares provem comunicação entre si. Esta estação cobre uma determinada área denominada célula. Portanto a estação atenderá a todos os sinais enviados por aparelhos que se encontrem dentro da área de cobertura. Também é função da estação base converter os sinais enviados e encaminhar para um MSC, essa comunicação pode ser feita com ou sem a necessidade de fios. O MSC fica destinado a coordenar e rotear as

21 21 chamadas feitas para telefones fixos ou móveis conectados a rede de telefonia pública. O HRL é onde ficam armazenados os dados referentes as estações móveis pertencentes aquela área, com por exemplo: Mobile Identification Number (MIN), Eletronic Serial Number (ESN), perfil do usuário com dados sobre faturamento (billing), call forward-to number, estado (ativo ou inativo) e ponteiro para o último VLR onde a MS se registrou. O VLR é um repositório de dados local e temporário. Nele ficam os dados referentes a estação móvel que está fora de sua área de serviço. O VLR é usado em conjunto com o HLR, permitindo que o usuário tenha cobertura mesmo estando fora da área de serviço onde está cadastrado.na Figura 2 pode-se visualizar os componentes básicos de uma rede móvel. Fonte: (DIAS e FONTES, 2003, p.18) Figura 2 Componentes básicos de uma rede móvel Através da Figura 2 pode-se verificar que quando um celular deseja fazer uma conexão com outro, faz-se necessário uma comunicação com a BS que cobre a área em que o celular de origem se encontra. Esta por sua vez fará com que a solicitação do celular chegue ao MSC que identificará qual a BS está cobrindo a área que o celular de destino se encontra. Feito isso a informação será direcionada a esta estação que entregará o sinal ao aparelho destino. Entretanto, além da comunicação de voz os dispositivos móveis podem transmitir dados. Para que isso seja possível várias formas de comunicação foram desenvolvidas. A seguir será dissertado sobre algumas delas.

22 FORMAS DE COMUNICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS MÓVEIS Atualmente, existem várias formas de prover comunicação entre dispositivos móveis e cada vez mais essas tecnologias vem sendo utilizadas. Nos próximos tópicos serão apresentadas algumas, bem como seu funcionamento e arquitetura. A partir deste conhecimento será possível diferenciar as mesmas e fazer a escolha da tecnologia a ser utilizada no desenvolvimento do protótipo Bluetooth Essa tecnologia surgiu recentemente no mercado. Com ela é possível que aparelhos celuares, notebooks, impressoras entre outros consigam se comunicar em pequenas distâncias sem a utilização de cabos. Com Blutetooth diferentes aparelhos podem se conectar a uma rede. Além disso, várias redes não sincronizadas podem existir na mesma área, formando uma rede denominada de scatternet. Os tópicos a seguir trarão maiores esclarecimentos sobre essa tecnologia (JUNIOR, 2001) Histórico Com o intuito de estabelecer um novo padrão de comunicação e expandir o uso da tecnologia Bluetooth, cinco empresas (Nokia, Intel, IBM, Toshiba, Ericsson) se uniram formando o consórcio Bluetooth Special Interest Group (SIG). A escolha do nome é uma homenagem ao unificador da Dinamarca, o rei Harald Blatand, mais conhecido como Harald Bluetooth (JUNIOR, 2001). O grupo cresceu e se consolidou sendo composto atualmente por 1400 empresas espalhadas pelo mundo. Estas abrangem diversas áreas de atuação como telecomunicações, Personal Computer (PC s), eletrodomésticos, entre outras. Contudo, todas tem um objetivo em comum: o desenvolvimento de produtos capazes de prover comunicação utilizando o padrão Bluetooth (JUNIOR, 2001).

23 23 A seguir será demonstrado como é composta essa tecnologia bem como seu funcionamento Tecnologia Bluetooth Priess, 2003 explica o que é a tecnologia Bluetooth com a seguinte frase: Bluetooth é um padrão de interface de rádio de curto alcance, criado para permitir a comunicação entre dispositivos eletrônicos sem a utilização de cabos de conexão. Posteriormente, passou a ser empregado, também, como ponto de acesso a serviços de dados e voz e na formação de redes sem fio ad hoc (PRIESS, 2003, p. 11). Esta tecnologia está dividida em duas partes: núcleo e perfis. No núcleo encontram-se as características do rádio, e a pilha de protocolos que será utilizada para prover a comunicação entre os dispositivos. Os perfis, por sua vez, especificam quais os protocolos da pilha serão utilizados na comunicação em cada aplicação (PRIESS, 2003). Para que a comunicação entre os dispositivos que se utilizam do Bluetooth aconteça, é necessário o estabelecimento de um canal de comunicação Frequency Hopping - Code Division Multiple Access (FH-CDMA). Esse canal permite que os sinais sejam propagados sobre uma faixa de freqüência grande. Contudo, em um mesmo instante, é utilizada apenas uma pequena largura de banda. Isto é feito na tentativa de evitar possíveis interferências na comunicação. Sendo assim, a tecnologia Bluetooth possui 79 hops (portadoras) que são espaçadas em um Megahertz (MHz). Assim é possível obter uma largura de banda razoável e também uma melhor imunidade à interferência (JUNIOR, 2001). Desta forma, dispositivos que utilizam Bluetooth para obter uma rede criam um sistema de rádio ad hoc. Nesse não é possível distinguir bases e terminais e também não existe uma infraestrutura de cabos para suportar a conectividade entre unidades portáveis. Desta forma, não há um controlador central para coordenar as interconexões, bem como intervenção de operadores (JUNIOR, 2001). Diferente dos cenários ad hoc comuns, em ambientes Bluetooth é facilmente encontrado um grande número de conexões ad hoc existentes na mesma área, sem que haja qualquer tipo de coordenação mútua entre os dispositivos. Os dispositivos que se utilizam do Bluetooth para prover comunicação formam uma rede denominada piconet. Nesta rede podem ser conectados até oito dispositivos, sendo que um destes deve ser o mestre (master) e os outros serão os escravos (slave). Quando várias

24 24 piconets encontram-se na mesma área, formam um sistema ad hoc disperso que é denominado scatternet (JUNIOR, 2001). Na Figura 3 pode-se visualizar como seria o funcionamento de uma rede piconet e uma rede scatternet. Fonte: (JUNIOR, 2001) Figura 3 Tipos de redes formadas entre dispositivos Bluetooth. Para que os dispositivos consigam localizar-se entre si, a rede executa um processo de investigação (inquiry). Neste, os dispositivos trocam informações de seus relógios e seus endereços que são únicos e contém 48 bits o Bluetooth Device Address (BD_ADDR). O dispositivo que iniciou o processo de investigação ficará definido como mestre (master) da rede piconet, enquanto os demais serão os escravos (slaves). Após esta etapa, os dispositivos já terão o conhecimento de seus pares. Com isso passam para a fase de negociação (paging), que será iniciada pelo mestre da rede (PRIESS, 2003). No procedimento de negociação da conexão, o futuro mestre e cada escravo negociam o canal a ser usado na comunicação. Finalmente, os dispositivos mudam para o canal negociado e passam para o estado conectado. Uma vez conectado à piconet, o escravo recebe e passa a usar um endereço de 3 bits chamado Active Member Address (AM ADDR) (PRIESS, 2003, p. 16). Como os dispositivos móveis não possuem grande capacidade de armazenamento de energia, há preocupação e cuidados para a economia da mesma no sistema Bluetooth. Assim, quanto mais tempo o aparelho ficar conectado, maior será o consumo de energia.

25 25 Considerando este fato, existem quatro modos de operações que um dispositivo pode se encontrar quando está conectado a rede: ativo, sniff, hold e park. Quando o dispositivo estiver no modo ativo, a comunicação pode acontecer a qualquer instante. Os demais modos são caracterizados pelo baixo consumo de energia. No modo sniff, o escravo dorme durante um intervalo pré-definido e acorda, periodicamente, para escutar as transmissões do mestre (PRIESS, 2003, p. 17). No modo hold, o dispositivo escravo negocia com o mestre para entrar em modo de baixo consumo. O intervalo de tempo que ele permanece em modo de baixo consumo é fixo. Quando terminado esse tempo, o dispositivo volta a atividade normal. No último caso, o park, o dispositivo escravo libera o seu endereço do dispositivo ativo, porém continua conectado a rede por um endereço de oito bits conhecido como Parked Member Address (PM ADDR). Quando isto ocorre, o dispositivo escravo não participa mais das negociações da rede. Isso permite que o limite de sete dispositivos escravos participantes de uma rede seja ultrapassado (PRIESS, 2003). Quando um dispositivo salta entre uma rede e outra, ele pode mudar de estado, ou seja, o dispositivo pode se encontrar em modo escravo em uma rede e assumir o papel de mestre em outra. O problema que pode ocorrer durante os saltos é quando um dispositivo se encontra em modo mestre em uma rede e fizer o salto para outra. Nestes casos a rede na qual o dispositivo era mestre ficará suspensa até o seu retorno. Também há possibilidade de um dispositivo estar conectado a duas redes em modo escravo. Nesta situação uma rede pode conectar-se a outra através deste dispositivo que fica conhecido como bridge. Como foi dissertado acima, a tecnologia Bluetooth possui inúmeras vantagens no desenvolvimento de aplicativos. Estas poderão ser utilizadas para desenvolvimento do protótipo. Porém, a seguir descreve-se sobre outras tecnologias com o intuito de validar e ter maior segurança na escolha Wireless Application Protocol (WAP) A cada dia que passa, várias atividades que antes necessitavam de deslocamento do ser humano para serem executadas estão sendo deixadas de lado graças a Internet. Inúmeras operações são realizadas em frente ao computador, trazendo conforto e economizando tempo. Esta evolução não poderia deixar de existir nos aparelhos celulares. Através do protocolo Wireless Application Protocol (WAP) dispositivos móveis podem acessar páginas web facilitando ainda mais a vida do usuário.

26 Histórico Em 1997, na tentativa de fazer com que os aparelhos celulares conseguissem acesso a Internet, as empresas Ericsson, Motorola e Nokia se reuniram para produzir essa solução. Dois anos depois estas empresas conseguiram com que os primeiros aparelhos celulares WAP chegassem ao mercado. Apesar do desenvolvimento da tecnologia, esta não é controlada por nenhuma destas empresas. No entanto, sua chegada coincidiu com o momento em que o interesse pelo mundo sem fio era grande. Isso mostrou que a tecnologia WAP poderia dar bons lucros, fazendo com que investimentos e pesquisas fossem realizados nesta área. A partir da sua evolução, bem como a compactação do tamanho dos dispositivos móveis, pode-se fornecer muitas funcionalidades em um aparelho que cabe no bolso (AREHART et al, 2001) Tecnologia WAP Devido as características existentes nos dispositivos móveis tais como dimensões da tela, rede com pouca largura de banda, capacidade de processamento reduzida, número pequeno de cores, entre outros, fez-se necessário o desenvolvimento de um mini-brouwser próprio para a tecnologia WAP. Com isto tornou-se possível fazer consultas em contas bancárias, enviar , realizar transações comerciais, além de outras aplicações como se o usuário estivesse a frente de um micro computador (DIAS, 2000). Para isso, o padrão de camadas WAP apresenta similaridades a arquitetura ISO/OSI, onde cada camada forneça serviços a camada superior. A semelhança também ocorre com o modelo TCP/IP, haja vista a necessidade dos dispositivos móveis conectarem-se a Internet (REZENDE, 2003). Neste contexto, a Figura 4 mostra as camadas existentes na arquitetura WAP.

Universidade Católica do Salvador. Disciplina: Teleprocessamento e Redes Prof.: Marco Antônio C. Câmara Aluno: Bruno Guimarães Campos.

Universidade Católica do Salvador. Disciplina: Teleprocessamento e Redes Prof.: Marco Antônio C. Câmara Aluno: Bruno Guimarães Campos. Universidade Católica do Salvador Disciplina: Teleprocessamento e Redes Prof.: Marco Antônio C. Câmara Aluno: Bruno Guimarães Campos Bluetooth Introdução Bluetooth é um sistema de telecomunicações de curto

Leia mais

BlueTooth. Teleprocessamento e Redes: Universidade Cató lica do Salvador 2003.1. Professor : Marco Antônio Câmara Aluno : Leandro de Paiva Carmo

BlueTooth. Teleprocessamento e Redes: Universidade Cató lica do Salvador 2003.1. Professor : Marco Antônio Câmara Aluno : Leandro de Paiva Carmo Universidade Cató lica do Salvador 2003.1 Professor : Marco Antônio Câmara Aluno : Leandro de Paiva Carmo Teleprocessamento e Redes: BlueTooth 1. Introduç ão e suas promessas A tecnologia de comunicação

Leia mais

Desenvolvimento de um Framework de Jogos 3D para Celulares

Desenvolvimento de um Framework de Jogos 3D para Celulares Desenvolvimento de um Framework de Jogos 3D para Celulares Fabrício Brasiliense Departamento de Informática e Estatística(INE) Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Campus Universitário Trindade-

Leia mais

Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless

Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless Este tutorial apresenta uma visão geral da arquitetura para implantação de aplicações móveis wireless. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME

Leia mais

Programação para Dispositivos Móveis. Prof. Wallace Borges Cristo

Programação para Dispositivos Móveis. Prof. Wallace Borges Cristo Programação para Dispositivos Móveis Prof. Wallace Borges Cristo Acesso a informação Notícias, Ringtones, Vídeos Messenger/Chat Jogos Acesso a instituições financeiras M-commerce (Mobile Commerce) Aplicações

Leia mais

Capítulo 6 Redes sem fio e redes móveis

Capítulo 6 Redes sem fio e redes móveis Capítulo 6 Redes sem fio e redes móveis Todo o material copyright 1996-2009 J. F Kurose e K. W. Ross, Todos os direitos reservados slide 1 2010 2010 Pearson Prentice Hall. Hall. Todos Todos os os direitos

Leia mais

Dispositivos de entrada sem fio 1 INTRODUÇÃO

Dispositivos de entrada sem fio 1 INTRODUÇÃO Dispositivos de entrada sem fio 1 INTRODUÇÃO Nosso seminário vai apresentar uma tecnologia de entrada de dados sem fio, ou seja, os dados de entrada vao ser transmitidos sem a necessidade de meios fisicos

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Rede de Telefonia Fixa Telefonia pode ser considerada a área do conhecimento que trata da transmissão de voz através de uma rede de telecomunicações.

Leia mais

Java ME e suas principais tecnologias de conectividade. Gracieli Begia Mateus

Java ME e suas principais tecnologias de conectividade. Gracieli Begia Mateus Java ME e suas principais tecnologias de conectividade Gracieli Begia Mateus Telefones Celulares no Mundo Fonte: UIT e Wireless Intelligence (Ovum/GSM Association) Posição do Brasil no Mundo Principais

Leia mais

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis 2.1. Histórico e Evolução dos Sistemas Sem Fio A comunicação rádio móvel teve início no final do século XIX [2], quando o cientista alemão H. G. Hertz demonstrou que as

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Profª. Kelly Hannel Novas tecnologias de informação 2 HDTV WiMAX Wi-Fi GPS 3G VoIP Bluetooth 1 HDTV 3 High-definition television (também conhecido por sua abreviação HDTV):

Leia mais

3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS

3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS Capítulo 3 Interfaces e Protocolos para Redes de Sensores Inteligentes sem Fios 36 3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS A tecnologia sem fios vem sendo comumente utilizada

Leia mais

Wireless Network: Comunicação sem fio

Wireless Network: Comunicação sem fio Wireless Network: Comunicação sem fio Objetivos: Identificar os tipos de redes sem fio e a utilização de cada uma delas. Descrever as técnicas de transmissão utilizadas. Descrever as características da

Leia mais

Roteiro. Linguagens, plataformas e ambientes de Desenvolvimento. Desenvolvimento de Aplicações para DM. Java. Linguagem C

Roteiro. Linguagens, plataformas e ambientes de Desenvolvimento. Desenvolvimento de Aplicações para DM. Java. Linguagem C Desenvolvimento de Aplicações para Dispositivos Móveis José de Ribamar Martins Bringel Filho Mestre em Ciência da Computação (UFC) bringel@cenapadne.br Roteiro Overview das Plataformas e Linguagens J2ME

Leia mais

I N T R O D U Ç Ã O W A P desbloqueio,

I N T R O D U Ç Ã O W A P desbloqueio, INTRODUÇÃO Para que o Guia Médico de seu Plano de Saúde esteja disponível em seu celular, antes de mais nada, sua OPERADORA DE SAÚDE terá de aderir ao projeto. Após a adesão, você será autorizado a instalar

Leia mais

Tecnologia de redes celular GSM X CDMA

Tecnologia de redes celular GSM X CDMA Tecnologia de redes celular GSM X CDMA GSM (Global Standard Mobile) GSM (Global Standard Mobile) Também baseado na divisão de tempo do TDMA, o GSM foi adotado como único sistema europeu em 1992, e se espalhou

Leia mais

Compartilhamento de Internet/ Wireless. Wilson Rubens Galindo

Compartilhamento de Internet/ Wireless. Wilson Rubens Galindo Compartilhamento de Internet/ Wireless Wilson Rubens Galindo Compartilhamento de Internet Ganhe dinheiro fácil com compartilhamento de Internet: Habilite um plano de Internet Banda Larga Compre um hub-switch

Leia mais

INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET

INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET INFORMÁTICA IINTERNET / INTRANET Objectivos História da Internet Definição de Internet Definição dos protocolos de comunicação Entender o que é o ISP (Internet Service Providers) Enumerar os equipamentos

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVOS EM WINDOWS MOBILE. PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Aluno:

Leia mais

SSC0748 - Redes Móveis

SSC0748 - Redes Móveis - Redes Móveis Introdução Redes sem fio e redes móveis Prof. Jó Ueyama Agosto/2012 1 Capítulo 6 - Resumo 6.1 Introdução Redes Sem fo 6.2 Enlaces sem fo, características 6.3 IEEE 802.11 LANs sem fo ( wi-f

Leia mais

GSM: Terceira Geração de Telecomunicações

GSM: Terceira Geração de Telecomunicações UFSM Artigo Científico GSM: Terceira Geração de Telecomunicações Carlos Renan Silveira Ciência da Computação Santa Maria, RS, Brasil 2003 GSM: Terceira Geração de Telecomunicações por Carlos Renan Silveira

Leia mais

Manual de Operação Aplicativo ClickIt

Manual de Operação Aplicativo ClickIt Manual de Operação Aplicativo ClickIt Rev. 1.1 Agosto/2010 GSControl Automação Ltda. Rua Washington Luiz, 675 ITC Conjunto 1101 Centro Porto Alegre RS CEP 90010-460 Telefone: (51)3026-0945 / (51)3287-2167

Leia mais

Conceitos Básicos de Telefonia Celular

Conceitos Básicos de Telefonia Celular O curso foi elaborado especialmente para atender o profissional que atua no mercado varejista de aparelhos celulares e quer atender seus clientes com rapidez e qualidade. O treinamento é direcionado ao

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO Fred Paulino Ferreira, Leonardo Couto, Renato Maia, Luiz G. Montanha Departamento

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD 1 de 9 Desde o nascimento do telemóvel e o seu primeiro modelo vários se seguiram e as transformações tecnológicas que estes sofreram ditaram o nascimento de várias gerações. O Motorola DynaTac 8000X é

Leia mais

Introdução à redes de computadores

Introdução à redes de computadores 1/8 Introdução à redes de computadores Faz todo o sentido ligar os computadores em rede. Você não precisa ter uma impressora, um HD de grande capacidade, um gravador de DVDs e conexão via ADSL para cada

Leia mais

INTRODUÇÃO A REDES SEM FIO

INTRODUÇÃO A REDES SEM FIO INTRODUÇÃO A REDES SEM FIO Alternativas aos tradicionais meios para transmissão de dados Maior flexibilidade de recursos Mobilidade dos computadores na empresa Saída para os problemas de comunicação ocasionados

Leia mais

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens

Leia mais

26. O sistema brasileiro de televisão digital adota os seguintes parâmetros para HDTV:

26. O sistema brasileiro de televisão digital adota os seguintes parâmetros para HDTV: IFPB Concurso Público/Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Edital 24/2009) CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CÓDIGO 06 UCs de Comunicações Móveis e/ou de Processamento de Sinais de Áudio e Vídeo

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

Redes Sem Fio e Móveis

Redes Sem Fio e Móveis Telecomunicação Redes Sem Fio e Móveis Geraldo Robson. Mateus Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais Belo Horizonte - MG Tecnologia de comunicação à distância que possibilita

Leia mais

Sistemas Operacionais Abertos. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais Abertos. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Abertos Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Caracterização de Sistemas Distribuídos Coulouris, Dollimore and Kindberg. Distributed Systems: Concepts and

Leia mais

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO Sistema de rádio bidirecional digital profissional A solução de comunicação em rádios bidirecionais de próxima geração está aqui, com melhor desempenho, produtividade e preço e mais oportunidades para

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

INTEGRANDO A TECNOLOGIA J2ME NO ÂMBITO ACADÊMICO

INTEGRANDO A TECNOLOGIA J2ME NO ÂMBITO ACADÊMICO INTEGRANDO A TECNOLOGIA J2ME NO ÂMBITO ACADÊMICO Ramon R. Rabello, Pedro J. Treccani, Thienne M Johnson Universidade da Amazônia, Av Alcindo Cacela, 287, Belém, PA CEP 66092-010 ramon.rabello@gmail.com,

Leia mais

Trabalho realizado por: Tiago Silva

Trabalho realizado por: Tiago Silva Trabalho realizado por: Tiago Silva INDICE 1. Bluetooth...3 1.1 Redes Bluetooth...4 1.2 Espectro de Frequência...7 1.3 Controlo de acesso ao meio...8 1.4 Estabelecimento de Conexões...9 1.5 Tipos de Links...10

Leia mais

Infrared Data Association

Infrared Data Association IRDA Infrared Data Association Jorge Pereira DEFINIÇÃO Define-se protocolo como um conjunto de regras que estabelece a forma pela qual os dados fluem entre transmissor e receptor, critérios para verificação

Leia mais

Wireless LAN (IEEE 802.11x)

Wireless LAN (IEEE 802.11x) Wireless LAN (IEEE 802.11x) WLAN: Wireless LAN Padrão proposto pela IEEE: IEEE 802.11x Define duas formas de organizar redes WLAN: Ad-hoc: Sem estrutura pré-definida. Cada computador é capaz de se comunicar

Leia mais

Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento

Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento Aula 1 - Introdução e configuração de ambiente de desenvolvimento Olá, seja bem-vindo à primeira aula do curso para desenvolvedor de Android, neste curso você irá aprender a criar aplicativos para dispositivos

Leia mais

Redes sem fio Redes Bluetooth. Prof. Dr. Ruy de Oliveira IFMT

Redes sem fio Redes Bluetooth. Prof. Dr. Ruy de Oliveira IFMT Redes sem fio Redes Bluetooth Prof. Dr. Ruy de Oliveira IFMT Bluetooth Bluetooth é uma marca registrada de propriedade do grupo denominado SIG O SIG (Special Industry Group) foi criado em 1988 por: Ericsson,

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Telecomunicações e Teleprocessamento

Telecomunicações e Teleprocessamento Telecomunicações e Teleprocessamento Telecomunicações Telecomunicações podem ser definidas como comunicações por meios eletrônicos, normalmente a grandes distâncias. Como veículos de transmissão podem

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - WPAN: Bluetooth www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Bluetooth (IEEE 802.15.1) O Bluetooth é o nome comercial que faz referência ao Padrão IEEE 802.15.1

Leia mais

Capítulo VI Telecomunicações: Redes e Aplicativos

Capítulo VI Telecomunicações: Redes e Aplicativos Capítulo VI Telecomunicações: Redes e Aplicativos Uma rede nada mais é do que máquinas que se comunicam. Estas máquinas podem ser computadores, impressoras, telefones, aparelhos de fax, etc. Se interligarmos

Leia mais

J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Ana Paula Carrion 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1, Jaime Willian Dias 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil anapaulacarrion@hotmail.com,

Leia mais

Wireless: aplicação na automação industrial

Wireless: aplicação na automação industrial Artigos Técnicos Wireless: aplicação na automação industrial Ricardo Jacobina Silva, Diretor Técnico da Autocon Automação e Controle Ltda. Introdução Este artigo busca apresentar, essencialmente, a utilização

Leia mais

Interfaces Dinâmicas e Adaptativas para Celulares

Interfaces Dinâmicas e Adaptativas para Celulares Interfaces Dinâmicas e Adaptativas para Celulares Flavio Henrique Cardoso de Freitas, Silvano Maneck Malfatti Faculdade Católica do Tocantins (FACTO) Palmas TO Brasil {flaviohcf,silvanomalfatti}@hotmail.com

Leia mais

Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe

Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe Pentium 4 Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe O Pentium 4 é um descendente direto da CPU 8088 usada no IBM PC original. O primeiro Pentium 4 foi lançado em novembro de 2000 com uma CPU de 42 milhõcs

Leia mais

Figura 1 - Arquitectura do GSM

Figura 1 - Arquitectura do GSM GSM O aparecimento das redes de comunicações no século passado veio revolucionar o nosso mundo. Com os primeiros telefones surgiu a necessidade de criar redes que os suportassem. Começaram a surgir as

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Aluno: Fábio Bicalho de Araujo Orientador: Marco Antonio Grivet Matoso Maia Introdução Um fato da atualidade: o mundo está se tornando cada vez mais

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

ATIVIDADE 1. Definição de redes de computadores

ATIVIDADE 1. Definição de redes de computadores ATIVIDADE 1 Definição de redes de computadores As redes de computadores são criadas para permitir a troca de dados entre diversos dispositivos estações de trabalho, impressoras, redes externas etc. dentro

Leia mais

Security Shop MRS. Media Relay System. Manual do Usuário

Security Shop MRS. Media Relay System. Manual do Usuário Página 1 de 20 Security Shop MRS Media Relay System Manual do Usuário Página 2 de 20 Conteúdos: Conteúdos:... 2 Figuras:... 3 1. Introdução... 4 1.1 Âmbito do Documento... 4 1.2 Terminologia... 4 2. GERAL...

Leia mais

1 Redes de comunicação de dados

1 Redes de comunicação de dados 1 Redes de comunicação de dados Nos anos 70 e 80 ocorreu uma fusão dos campos de ciência da computação e comunicação de dados. Isto produziu vários fatos relevantes: Não há diferenças fundamentais entre

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

Evolução Telefonia Móvel

Evolução Telefonia Móvel 1 Evolução Telefonia Móvel RESUMO De modo geral o artigo visa esclarecer formas de comunicações utilizadas no passado e atualmente em celulares, tablets, modens portáteis entre outras aparelhos de comunicação

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES

1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES 1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES Objetivos da Aula Aprender os conceitos básicos para compreensão das próximas aulas. Na maioria dos casos, os conceitos apresentados serão revistos com maior

Leia mais

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais:

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais: Entrada e Saída Além do processador e da memória, um terceiro elemento fundamental de um sistema de computação é o conjunto de módulos de E/S. Cada módulo se conecta com o barramento do sistema ou com

Leia mais

TRANSMISSÃO DE ARQUIVOS PALM VIA FTP USANDO REDES GPRS

TRANSMISSÃO DE ARQUIVOS PALM VIA FTP USANDO REDES GPRS TRANSMISSÃO DE ARQUIVOS PALM VIA FTP USANDO REDES GPRS Dr. George SILVA; Dr. Gilbert SILVA; Gabriel GUIMARÃES; Rodrigo MEDEIROS; Tiago ROSSINI; Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte

Leia mais

Sistemas Integrados em Rede para aula 9 iniciado em 04/10/2012 segundo texto. Redes moveis. Redes sem fio e redes móveis. 1.

Sistemas Integrados em Rede para aula 9 iniciado em 04/10/2012 segundo texto. Redes moveis. Redes sem fio e redes móveis. 1. Sistemas Integrados em Rede para aula 9 iniciado em 04/10/2012 segundo texto Redes moveis Redes sem fio e redes móveis 1. Usuários móveis 2. Redes sem fios 2.1. Interconexão de sistemas 2.2. LAN sem fio

Leia mais

A 2ª geração se caracteriza pelo advento das redes digitais. São elas o TDMA (Time Division Multiple Access), GSM e o CDMA.

A 2ª geração se caracteriza pelo advento das redes digitais. São elas o TDMA (Time Division Multiple Access), GSM e o CDMA. GERAÇÕES DA TELEFONIA MÓVEL A Telefonia móvel iniciou no final dos anos 70. A 1ª geração de telefonia era a analógica. O serviço padrão era o AMPS (Advanced Mobile Phone System). Esse sistema tinha como

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Meios de Transmissão Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Abril de 2012 1 / 34 Pilha TCP/IP A B M 1 Aplicação Aplicação M 1 Cab M T 1 Transporte Transporte

Leia mais

Java. para Dispositivos Móveis. Thienne M. Johnson. Novatec. Desenvolvendo Aplicações com J2ME

Java. para Dispositivos Móveis. Thienne M. Johnson. Novatec. Desenvolvendo Aplicações com J2ME Java para Dispositivos Móveis Desenvolvendo Aplicações com J2ME Thienne M. Johnson Novatec Capítulo 1 Introdução à computação móvel 1.1 Computação móvel definições Computação móvel está na moda. Operadoras

Leia mais

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof.

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof. Aula 04 Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados Sistema Operacional Um conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware:

Leia mais

Introdução. Nível do Sistema Operacional. Introdução. Um Sistema Operacional... Introdução a Sistemas Operacionais

Introdução. Nível do Sistema Operacional. Introdução. Um Sistema Operacional... Introdução a Sistemas Operacionais Introdução Nível do Sistema Operacional (Aula 14) Introdução a Sistemas Operacionais Hardware Provê os recursos básicos de computação (CPU, memória, E/S,etc.) Programas (aplicações) Definem as maneiras

Leia mais

PARTE 1 TELEFONIA CELULAR AULA 2 INTRODUÇAO. Sistemas de Telecomunicações II Prof. Flávio Ávila

PARTE 1 TELEFONIA CELULAR AULA 2 INTRODUÇAO. Sistemas de Telecomunicações II Prof. Flávio Ávila PARTE 1 TELEFONIA CELULAR AULA 2 INTRODUÇAO Sistemas de Telecomunicações II Prof. Flávio Ávila Comunicações móveis 2 Definição antiga: dispositivo móvel Definição atual: alta velocidade Exemplos Pager

Leia mais

Wireless Red e e d s e s s e s m e m fi f o

Wireless Red e e d s e s s e s m e m fi f o Wireless Redes sem fio A tecnologia Wireless (sem fio) permite a conexão entre diferentes pontos sem a necessidade do uso de cabos (nem de telefonia, nem de TV a cabo, nem de fibra óptica), através da

Leia mais

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Magistério Superior Especialista em Docência para Educação

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO)

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) Par Trançado UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) O cabo UTP é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa, que não possui

Leia mais

Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet

Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet Marcos R. Dillenburg Gerente de P&D da Novus Produtos Eletrônicos Ltda. (dillen@novus.com.br) As aplicações de

Leia mais

Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15

Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15 Formadora: Daniela Azevedo Módulo 11 IGRI13 Rui Bárcia - 15 Introdução, com algumas características Uma rede sem fios ou uma rede Wireless é uma infraestrutura das comunicações sem fio que permite a transmissão

Leia mais

Henrique Moraes Ramos Disciplina: Computadores e Sociedade Professora: Andréa Charão Universidade Federal de Santa Maria - UFSM

Henrique Moraes Ramos Disciplina: Computadores e Sociedade Professora: Andréa Charão Universidade Federal de Santa Maria - UFSM A História dos Jogos de Computadores Henrique Moraes Ramos Disciplina: Computadores e Sociedade Professora: Andréa Charão Universidade Federal de Santa Maria - UFSM 16 de Outubro de 2007 Roteiro Década

Leia mais

Organização e arquitetura de computadores Protocolos de barramento

Organização e arquitetura de computadores Protocolos de barramento Organização e arquitetura de computadores Protocolos de barramento Alunos: José Malan, Gustavo Marques, Johnathan Alves, Leonardo Cavalcante. Universal serial bus (USB) O USB é um padrão da indústria que

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E Prof. Luís Rodolfo Unidade I REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO C Redes de computadores e telecomunicação Objetivo: apresentar os conceitos iniciais e fundamentais com relação às redes de computadores

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Arquitetura Padrão 802.11 Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Arquitetura Wireless Wi-Fi

Leia mais

Wireless. Crescimento da Rede Wireless. Sistemas de Informação Rui Silva. Rui Silva. Jan 08

Wireless. Crescimento da Rede Wireless. Sistemas de Informação Rui Silva. Rui Silva. Jan 08 Wireless Sistemas de Informação Crescimento da Rede Wireless 1 Caso de Estudo: Intel, etc. Tempo dispendido por ligação em média m 5 minutos para cada nova ligação; Independência do local de trabalho dentro

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Estudo de caso da Solução Unified Wireless Cisco. Jonas Odorizzi. Curso de Redes e Segurança de Sistemas. Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Estudo de caso da Solução Unified Wireless Cisco. Jonas Odorizzi. Curso de Redes e Segurança de Sistemas. Pontifícia Universidade Católica do Paraná Estudo de caso da Solução Unified Wireless Cisco Jonas Odorizzi Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Abril de 2010 RESUMO Este artigo tem o objetivo

Leia mais

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

Programação para Dispositivos Móveis

Programação para Dispositivos Móveis Programação para Dispositivos Móveis Fatec Ipiranga Análise e Desenvolvimento de Sistemas Aula 02 História do desenvolvimento de software para dispositivos móveis Dalton Martins dmartins@gmail.com São

Leia mais

Conexão Sem Fio Guia do Usuário

Conexão Sem Fio Guia do Usuário Conexão Sem Fio Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos. Bluetooth é marca comercial dos respectivos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA. Pizzaria Manão

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA. Pizzaria Manão UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Pizzaria Manão Emilio Gonçalves 41281 Fabrício Luís Santos da Silva 50293 Filipe Ribeiro Nalon 50295

Leia mais

Tecnologia Bluetooth e Aspectos de Segurança

Tecnologia Bluetooth e Aspectos de Segurança Tecnologia Bluetooth e Aspectos de Segurança André Ricardo Abed Grégio R.A. 079779 Instituto de Computação Unicamp abedgregio@gmail.com RESUMO Bluetooth é uma tecnologia definida por um padrão especificado

Leia mais

Introdução. Sistemas de Comunicação Wireless. Sumário. Visão Geral de Redes Móveis "#$%%% Percentual da população com telefone celular

Introdução. Sistemas de Comunicação Wireless. Sumário. Visão Geral de Redes Móveis #$%%% Percentual da população com telefone celular Sumário Sistemas de Comunicação Wireless! #$%%% & Visão Geral de Redes Móveis Introdução Percentual da população com telefone celular Brasil 19% 34% 2001 2005 Fonte: Global Mobile, Goldman Sachs, DiamondCluster

Leia mais

Exercícios Rede de Computadores I (27/05/2006)

Exercícios Rede de Computadores I (27/05/2006) UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Exercícios Rede de Computadores I (27/05/2006) Marcelo Santos Daibert Juiz de Fora Minas Gerais Brasil

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores

Arquitetura e Organização de Computadores Arquitetura e Organização de Computadores Entrada/Saída Material adaptado, atualizado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Problemas Entrada/Saída Grande

Leia mais

Marcus Vinicius Cruz Xavier. Rascunho do trabalho de conclusão de curso

Marcus Vinicius Cruz Xavier. Rascunho do trabalho de conclusão de curso Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística Curso de Bacharelado em Ciências da Computação Marcus Vinicius Cruz Xavier Rascunho do trabalho de conclusão de curso Título

Leia mais

1. Introdução 1.1 Os sistemas de 4 a geração Quando falamos em redes de quarta geração (4G), dois nomes vem imediatamente à nossa cabeça: LTE (Long

1. Introdução 1.1 Os sistemas de 4 a geração Quando falamos em redes de quarta geração (4G), dois nomes vem imediatamente à nossa cabeça: LTE (Long 16 1. Introdução 1.1 Os sistemas de 4 a geração Quando falamos em redes de quarta geração (4G), dois nomes vem imediatamente à nossa cabeça: LTE (Long Term Evolution) e WiMAX [11]. A tecnologia LTE é um

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Redes Wireless / Wi-Fi / IEEE 802.11 Em uma rede wireless, os adaptadores de rede em cada computador convertem os dados digitais para sinais de rádio,

Leia mais

8/3/2009. TE155-Redes de Acesso sem Fios. TE155-Redes de Acesso sem Fios

8/3/2009. TE155-Redes de Acesso sem Fios. TE155-Redes de Acesso sem Fios Panorama atual das Redes de Acesso sem Fios para Computadores Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica mehl@eletrica.ufpr.br Computação do Passado Computadores

Leia mais

REDES INTRODUÇÃO À REDES

REDES INTRODUÇÃO À REDES REDES INTRODUÇÃO À REDES Simplificando ao extremo, uma rede nada mais é do que máquinas que se comunicam. Estas máquinas podem ser computadores, impressoras, telefones, aparelhos de fax, etc. Ex: Se interligarmos

Leia mais

Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação

Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia

Leia mais

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento Romeu Reginato Julho de 2007 Rede. Estrutura de comunicação digital que permite a troca de informações entre diferentes componentes/equipamentos

Leia mais

JOGO DA MEMÓRIA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS GAME OF MEMORY TO MOBILE DEVICES

JOGO DA MEMÓRIA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS GAME OF MEMORY TO MOBILE DEVICES JOGO DA MEMÓRIA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS GAME OF MEMORY TO MOBILE DEVICES Célia Hirata Aoki - celia@unisalesiano.edu.br Prof. M.Sc. Anderson Pazin - pazin@unisalesiano.edu.br RESUMO As fortes expansões

Leia mais

1 Sistemas de telefonia celular no Brasil

1 Sistemas de telefonia celular no Brasil 1 Sistemas de telefonia celular no Brasil Em 1984, deu-se início à análise de sistemas de tecnologia celular sendo definido o padrão americano, analógico, AMPS Advanced Mobile Phone System, como modelo

Leia mais