Resposta em Freqüência Filtros Passivos 1. Resposta em freqüência XL = XC 1.1. Resistor quanto à freqüência:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resposta em Freqüência Filtros Passivos 1. Resposta em freqüência XL = XC 1.1. Resistor quanto à freqüência:"

Transcrição

1

2

3

4

5 Ω Ω Ω

6 π π

7 Ω µ Ω Ω Ω Ω Ω φ φ

8 φ

9 π

10 Ω Ω

11 π Ω µ

12 Ω Ω Ω Ω Ω φ φ Ω

13 µ µ µ

14 Ω Ω µ µ

15

16

17 Ω

18 α α

19 α θ α θ

20 ( )

21

22 () Ω Ω

23 ( ) Ω Ω

24

25

26

27

28

29 ( ) ( ) ( ) ( )

30 α α

31 α () α! α

32 α α α! ( )! ()! ( )

33 R Ve - C Vs -

34 ( ) ( )

35 α ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) α ( ) () α!

36 α α α! ( )! ()! ( )

37 α

38 τ τ Ve L1 1mH R1 10 Vs - -

39 Ve R uF C Vs - - Ve L1 100mH R1 1k Vs - - Ω Ω

40 L1 2.4mH Ve 22uF C R1 8 Vs - -

41

42 R Ve - L Vs -

43 ( ) α

44 α () α! τ τ

45 α α α α! ( ) ()! ()! ( )

46 C Ve R Vs - -

47 ( )

48 α () α! α

49 τ τ Ve R1 10k L1 10mH Vs - -

50 µ Ve - C1 0.01uF R1 15k Vs - Ve - C1 2.2uF SPK1 8 ohm

51

52 L C Ve - R Vs -

53 ( ) ( ) α

54 ± ± ( ) ± ( ) ±

55

56 α! α ( ) α ( ) α!! α ( )

57 ( )

58 Ve R L C Vs - - ( ) ( )

59 ( ) α

60 ± ± ± ± ± ±

61

62 ( ) L1 0.1 H C1 10uF Ve R1 10 Vs - - ( )

63

64 R Ve - L C Vs -

65 ( ) ( ) ( ) α

66 ± ± ± ± ( )

67 ± ( )

68 α! α ()

69 () α! ± ± α!

70 L C Ve - R Vs - ( )

71 ( ) α

72 ± ± ± ± ± ±

73

74 () ( ) Ve - R1 10 L1 0.1H C1 10uF Vs - () ( )

75

76 L R L R C

77

78

79

80

81

82

83 π π π π π

84 π π π

85

86

Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada

Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada ELETRICIDADE Aula 8 Análise de circuitos no domínio da frequência e potência em corrente alternada Prof. Marcio Kimpara Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Associação de impedâncias As impedâncias

Leia mais

EXERCÍCIOS DOSAGEM DE CONCRETO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I

EXERCÍCIOS DOSAGEM DE CONCRETO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I EXERCÍCIOS DOSAGEM DE CONCRETO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I 1º Exercício: Seja o traço de concreto 1 : 4 : 6 : 0,6 em massa: a. Calcular o traço misto para cada saco de cimento. b. Calcular as quantidades

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I BCC701 2014-1 Aula Prática 13

PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I BCC701 2014-1 Aula Prática 13 PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I BCC701 2014-1 Aula Prática 13 Exercício 1 Faça um programa Scilab que gere n números aleatórios inteiros entre 1 e 50, imprima os números gerados, calcule e imprima suas médias

Leia mais

EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos 1

EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos 1 SEMICONDUCTOR III Semiconductor III Semicondutor III M-1105A *Only illustrative image./imagen meramente ilustrativa./imagem meramente ilustrativa. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos

Leia mais

index index index index index index

index index index index index index popis 13 popis popis popis 13 popis popis 24 11 24 73 11 7 75 12 77 12 24 13 M3 3 M3 3 M3 3 M3 3 2 21 2 21 3 22 3 22 2 7 M5 2 7 M5 3 7 M5 3 7 M5 G 2 12 4 5 2 12 4 5 3 13 5 5 3 13 5 5 2 7 5 M5 G 2 7 5 M5

Leia mais

Modelos de Vigilância em Saúde no SUS: Perspectivas da Política Nacional. Porto Alegre, 24 de setembro de 2008

Modelos de Vigilância em Saúde no SUS: Perspectivas da Política Nacional. Porto Alegre, 24 de setembro de 2008 Modelos de Vigilância em Saúde no SUS: Perspectivas da Política Nacional Porto Alegre, 24 de setembro de 2008 Desafios para o Sistema de Vigilância / Sistema de Atenção a Saúde Queda da Taxa de Fecundidade

Leia mais

Indutor e Capacitor. Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 31 de Julho de 2009

Indutor e Capacitor. Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 31 de Julho de 2009 Indutor e Capacitor Prof. Mário Henrique Farias Santos, M.Sc. 3 de Julho de 2009 Introdução A partir deste momento introduziremos dois elementos dinâmicos de circuitos: indutor e capacitor. Porque são

Leia mais

Arquitectura de Computadores

Arquitectura de Computadores Arquitectura de Computadores Fundamentos (9, 10.1 a 10.3) José Monteiro Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Departamento de Engenharia Informática (DEI) Instituto Superior Técnico

Leia mais

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades Apresentação A AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa apresentar uma visão do cenário das Unidades de Terapias Intensivas (UTI) no país. Objetivos Elaborar

Leia mais

Painel para análise de circuitos resistivos DC. (Revisão 00) Lei de Ohm

Painel para análise de circuitos resistivos DC. (Revisão 00) Lei de Ohm 1 Painel para análise de circuitos resistivos DC (Revisão 00) Lei de Ohm 2 O trabalho Guia de aplicação: Lei de Ohm, de SILVA, Juarez B.; xxxxxx está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-Não

Leia mais

ESCOLA DE ENGENHARIA MAUÁ

ESCOLA DE ENGENHARIA MAUÁ ESCOLA DE ENGENHARIA MAUÁ ELETRÔNICA DE POTÊNCIA Edição 2006 Revista e elaborada pelo Prof. Rodrigo Cutri Sob coordenação do Prof. Nilson De Lucca 2 Índice INTRODUÇÃO AO PROGRAMA DE SIMULAÇÃO PSIMCAD...

Leia mais

ANEXO III.A. FORMULÁRIO DO FABRICANTE OU IMPORTADOR DE PRODUTOS MÉDICOS 1- Identificação do Processo

ANEXO III.A. FORMULÁRIO DO FABRICANTE OU IMPORTADOR DE PRODUTOS MÉDICOS 1- Identificação do Processo ANEXO III.A FORMULÁRIO DO FABRICANTE OU IMPORTADOR DE PRODUTOS MÉDICOS 1- Identificação do Processo 1.1 Registro do Produto 1.2 Cadastramento do Produto 1.3 Alteração 1.4 Revalidação 1.5 Cancelamento 1.6

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

RESPOSTA CORRETA: LETRA: A

RESPOSTA CORRETA: LETRA: A RESPOSTA CORRETA: LETRA: A comentário: QUESTÃO SIMPLES QUE ENVOLVIA CONHECIMENTO DE MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO DA MATÉRIA. RESPOSTA CORRETA: LETRA:B comentário: ENVOLVIA CONHECIMENTO de movimento retilíneo

Leia mais

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DO CENTRO DE REFERENCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL - CRAS PROJETO DE TRABALHO

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DO CENTRO DE REFERENCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL - CRAS PROJETO DE TRABALHO SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DO CENTRO DE REFERENCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL - CRAS PROJETO DE TRABALHO INTRODUÇÃO O avanço da tecnologia trouxe inúmeros benefícios à população. Quando usada de maneira saudável

Leia mais

HASTA PÚBLICA UNIFICADA DO TJAL - LEILÃO 2252 (LOTE 19)

HASTA PÚBLICA UNIFICADA DO TJAL - LEILÃO 2252 (LOTE 19) HASTA PÚBLICA UNIFICADA DO TJAL - LEILÃO 2252 (LOTE 19) Identificação ESTABILIZADOR, MARCA: POSITIVO, POTÊNCIA 1.300 VA, NÚMERO DE SÉRIE: 01245 - (O referido equipamento foiadquirido através de convênio

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO E PREENCHIMENTO DAS GUIAS ODONTOLÓGICAS PADRÃO TISS - Troca de Informações em Saúde Suplementar 1.

INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO E PREENCHIMENTO DAS GUIAS ODONTOLÓGICAS PADRÃO TISS - Troca de Informações em Saúde Suplementar 1. Brasília DF, 31 maio 2008. Prezados (as) Crenciados (as), Elaboramos estas instruções utilização e preenchimento das guias, acordo com o padrão Troca Informações em Saú Suplementar (TISS), terminado pela

Leia mais

TRABALHO SOBRE DIODOS. AUTORES Al 2046 Fernandes Al 2430 Lourenço. Prof. Cap Carrilho

TRABALHO SOBRE DIODOS. AUTORES Al 2046 Fernandes Al 2430 Lourenço. Prof. Cap Carrilho MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA (REAL ACADEMIA DA ARTILHARIA, FORTIFICAÇÃO E DESENHO 1792) DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS TRABALHO SOBRE

Leia mais

Espectrometria de massa As moléculas são ionizadas por acção de electrões de alta energia (normalmente). A relação massa/carga (m/e) dos iões

Espectrometria de massa As moléculas são ionizadas por acção de electrões de alta energia (normalmente). A relação massa/carga (m/e) dos iões Espectrometria de massa As moléculas são ionizadas por acção de electrões de alta energia (normalmente). A relação massa/carga (m/e) dos iões produzidos é medida de um modo muito preciso pela combinação

Leia mais

Implementação do Protótipo do. RHM operando com Corrente CA de. Alimentação de 12 Pulsos Imposta

Implementação do Protótipo do. RHM operando com Corrente CA de. Alimentação de 12 Pulsos Imposta Capítulo 7 Implementação do Protótipo do RHM operando com Corrente CA de Alimentação de 12 Pulsos Imposta 7.1 Introdução Durante os estudos realizados em laboratório, três protótipos do RHM proposto, operando

Leia mais

III ENCONTRO NACIONAL DE TUBERCULOSE Salvador/BA. Situação. Meta PNCT

III ENCONTRO NACIONAL DE TUBERCULOSE Salvador/BA. Situação. Meta PNCT III ENCONTRO NACIONAL DE TUBERCULOSE Salvador/BA CGLAB/DEVEP/SVS/MS Eduardo Guerra E-mail: eduardo.guerra@saude.gov.br Situação Há uma década, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a tuberculose

Leia mais

Desenvolvimento de Metodologia para Calibração de Transdutores de Tensão para Medição de Parâmetros de QEE em Redes de Alta Tensão

Desenvolvimento de Metodologia para Calibração de Transdutores de Tensão para Medição de Parâmetros de QEE em Redes de Alta Tensão Desenvolvimento de Metodologia para Calibração de Transdutores de Tensão para Medição de Parâmetros de QEE em Redes de Alta Tensão Erasmo Silveira Neto, Hédio Tatizawa, Kleiber T. Soletto, Antonio A.C.

Leia mais

Metodologia de Projeto de Conversores Buck-Boost

Metodologia de Projeto de Conversores Buck-Boost Metodologia de Projeto de Conversores Buck-Boost Dados de entrada: Vin := 24 V Vimax := 28 V Vimin := 20 V ηcon := 0.7 Vo := 15 V Negativa Io := 0.5 A V := 0.01 I := 0.10 Vd := 1 V Dmax := 0.95 Fs := 30000

Leia mais

Mapa da Saúde - Momento 1

Mapa da Saúde - Momento 1 MAPA DA SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE REGIÕES DE SAÚDE - CRS COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO EM SAÚDE- CPS COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS-CCD Planejamento integrado

Leia mais

Exercício 1E pag 149. F x = 10cm = 0,1m. P = 37000 x 10³N

Exercício 1E pag 149. F x = 10cm = 0,1m. P = 37000 x 10³N Exercício 1E pag 149 (a) Em 1975, o telhado do Velódromo de Montreal, que pesava 37000 x 10³N, foi levantado 10 cm para ser centralizado. Qual o trabalho executado pelas máquinas que levantaram o telhado?

Leia mais

Análise, verificação e comparação de simulações utilizando MATLAB e PSPICE. Rafael Campagnaro de Mendonça

Análise, verificação e comparação de simulações utilizando MATLAB e PSPICE. Rafael Campagnaro de Mendonça UNIOESTE Universidade Estadual do Oeste do Paraná Centro de Ciências Exatas Campus Universitário de Foz do Iguaçu Engenharia Elétrica Transitórios Professor Rui Jovita Simulações de Circuitos Elétricos

Leia mais

VS & A Consultores Ltda. 1/6 Lançamentos Agrupados Por Receita/Despesa e C.Custo/Lucro

VS & A Consultores Ltda. 1/6 Lançamentos Agrupados Por Receita/Despesa e C.Custo/Lucro VS & A Consultores Ltda. 1/6 Lançamentos na receita/despesa: "CORREIOS" S 02/01/2015 02/01/2015 CAIXA CORREIOS EQUIPE DE CONSULTORES NF 3990044 SEDEX DE MANUAIS -R$ 345,00 ADMIN Soma: -R$ 345,00 Média:

Leia mais

Dados Cadastrais Identificação da experiência Nome da Experiência: Gerenciamento da Satisfação do Cliente Categorias: Marketing de Relacionamento Responsáveis pela experiência Nome do dirigente: Cíntia

Leia mais

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/AIDS E ATENÇÃO BÁSICA O Sistema Único de Saúde ( SUS ) preconiza a descentralização,hierarquização e territorialização

Leia mais

Motores eléctricos em sistemas de controlo

Motores eléctricos em sistemas de controlo Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Engenharia Electrotécnica Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores SISEL - Sistemas Electromecânicos Exercícios de 26 1. Considere

Leia mais

Pequeno livro sobre fontes de alimentação

Pequeno livro sobre fontes de alimentação 1 Pequeno livro sobre fontes de alimentação Antes de começarmos a falarmos de como funciona uma fonte de alimentação é preciso saber qual a sua função. Uma fonte de alimentação tem a função de transformar

Leia mais

Laboratório de Física UVV

Laboratório de Física UVV 1/9 arga e Descarga de apacitores Objetivos: Levantar as curvas características de carga e descarga de capacitores; Determinar a capacitância através das curvas ln( i) tempo na carga e descarga. Equipamentos:

Leia mais

I. Identificação do participante

I. Identificação do participante FORMULÁRIO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES EM CONSULTA PÚBLICA Pública COFFITO: nº / 2010. I. Identificação do participante Nome Completo: Nome Completo Entidade: Endereço: Cidade: Telefone: ( ) Fax: ( ) E-mail:

Leia mais

Peças e Serviços: Pós-vendas ou Próximas Vendas? Impactos do pós-vendas nas operações da concessionária

Peças e Serviços: Pós-vendas ou Próximas Vendas? Impactos do pós-vendas nas operações da concessionária Peças e Serviços: Pós-vendas ou Próximas Vendas? Impactos do pós-vendas nas operações da concessionária Programa A visão do Consumidor de Pós-vendas e a atual imagem do Concessionário frente ao Consumidor

Leia mais

Reatores Eletrônicos Reatores de Descarga Ignitores

Reatores Eletrônicos Reatores de Descarga Ignitores Reatores Eletrônicos Reatores de Descarga Ignitores Reatores de Descarga para s à Vapor de Mercúrio a Alta Pressão, ABNT NBR 5125 / 5170 da Rendimento (%) Capacitor (uf) 906080260 RVM AFP 80 0,45 0,92

Leia mais

Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha. Curso Técnico de Eletrônica Curso Técnico de Mecânica. Energia Alternativa

Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha. Curso Técnico de Eletrônica Curso Técnico de Mecânica. Energia Alternativa Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha Curso Técnico de Eletrônica Curso Técnico de Mecânica Energia Alternativa Fernanda Silva Izabel Campos Leonardo Franco Rodrigo Wilhelm INTRODUÇÃO

Leia mais

Projeto Copy Mech Security

Projeto Copy Mech Security Projeto Copy Mech Security João Gabriel Ribeiro - gabriel@ribeirorepres.com.br João Paulo Mella Bacchmi - joao_@sulbbs.com.br João Pedro Antunes Fontes - joaopedro_fontes@yahoo.com.br Mauricio Mendez Ribeiro

Leia mais

AULA #4 Laboratório de Medidas Elétricas

AULA #4 Laboratório de Medidas Elétricas AULA #4 Laboratório de Medidas Elétricas 1. Experimento 1 Geradores Elétricos 1.1. Objetivos Determinar, experimentalmente, a resistência interna, a força eletromotriz e a corrente de curto-circuito de

Leia mais

Amplificadores para sinais de pequena potência em RF

Amplificadores para sinais de pequena potência em RF Amplificadores para sinais de pequena potência em RF Gil Pinheiro UERJFENDETEL Amplificadores para sinais de pequena potência em RF Objetivo: Amplificação seletiva de sinais de RF de baixa potência com

Leia mais

Dispositivos e Circuitos Eletrônicos AULA 06

Dispositivos e Circuitos Eletrônicos AULA 06 Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica Dispositivos e Circuitos Eletrônicos AULA 06 Prof. Marcelino Andrade Dispositivos e Circuitos Eletrônicos Reversamente

Leia mais

Tópicos para a resolução de EXA2Fe01022007. 1. Considere o circuito eléctrico representado esquematicamente na Fig.1. Fig. 1 - Circuito eléctrico.

Tópicos para a resolução de EXA2Fe01022007. 1. Considere o circuito eléctrico representado esquematicamente na Fig.1. Fig. 1 - Circuito eléctrico. Tópicos para a resolução de EXA2Fe01022007 1. onsidere o circuito eléctrico representado esquematicamente na Fig.1. Fig. 1 - ircuito eléctrico. RR 2 3 a) R 2 e R 3 : associadas em paralelo; R = equivalente

Leia mais

Bancada de Medidas Elétricas - XE 201 -

Bancada de Medidas Elétricas - XE 201 - T e c n o l o g i a Bancada de Medidas Elétricas - XE 201 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. Bancada de Medidas Elétricas - XE201 - INTRODUÇÃO Os conhecimentos

Leia mais

Circuitos Série e a Associação Série de Resistores

Circuitos Série e a Associação Série de Resistores 1 Painel para análise de circuitos resistivos CC (Revisão 00) Circuitos Série e a Associação Série de Resistores 1 2 Circuitos Série e a Associação Série de Resistores Utilizando as chaves disponíveis

Leia mais

Física Experimental 2008-2009

Física Experimental 2008-2009 Física Experimental 2008-2009 Circuitos : eléctricos / magnéticos/ electrónicos Comunicações (Espectro electromagnético) Radio, internet, telefone, televisão, radar Micro-processadores Robótica Processamento

Leia mais

Sum u ário i Introdução Indução Auto-indução Indutores em corrente alternada Fator de qualidade (q)

Sum u ário i Introdução Indução Auto-indução Indutores em corrente alternada Fator de qualidade (q) Sumário ntrodução 5 ndução 6 Auto-indução 7 ndutores em corrente alternada 14 Fator de qualidade (q) 16 Determinação experimental da indutância de um indutor 16 Associação de indutores 18 Relação de fase

Leia mais

Eletricidade II Sumário

Eletricidade II Sumário Sumário 1.0 Conceitos gerais sobre Magnetismo... 3 2.0 - Campo Magnético gerado por corrente elétrica... 3 3.0 A natureza dos materiais magnéticos... 6 5.0 Indução Eletromagnética... 10 6.0 Geração de

Leia mais

Avaliação de ementoring na expansão de redes sociais no Programa Para o Futuro Jovens Mulheres em Ação

Avaliação de ementoring na expansão de redes sociais no Programa Para o Futuro Jovens Mulheres em Ação Avaliação de ementoring na expansão de redes sociais no Programa Para o Futuro Jovens Mulheres em Ação Ann Berger Valente Campinas, SP - Setembro, 2013 Programa Para o Futuro Jovens Mulheres em Ação Programa

Leia mais

1.2 Responsável pelas informações da ação de campo: Dados da pessoa responsável por apresentar informações à Anvisa a respeito da ação de campo.

1.2 Responsável pelas informações da ação de campo: Dados da pessoa responsável por apresentar informações à Anvisa a respeito da ação de campo. FORMULÁRIO 01: NOTIFICAÇÃO DE AÇÃO DE CAMPO Este formulário deve ser utilizado pelos detentores de registro de produtos para a saúde para atender às determinações do artigo 9 da RDC nº 23/2012. 1. INFORMAÇÕES

Leia mais

Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica

Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica Num metal os electrões de condução estão dissociados dos seus átomos de origem passando a ser partilhados por todos os iões positivos do sólido, e constituem

Leia mais

Certificado de Qualificação Metrológica para Laboratórios de Ensaio e Calibração da Cadeia Automotiva

Certificado de Qualificação Metrológica para Laboratórios de Ensaio e Calibração da Cadeia Automotiva Certificado de Qualificação Metrológica para Laboratórios de Ensaio e Calibração da Cadeia Automotiva CERTIFICADO: Nº 011/2012 A Rede Metrológica do Estado de São Paulo qualifica o Laboratório de Calibração

Leia mais

Cleber Giorgetti Assessoria e Consultoria. Business & Strategy Marketing & Sales Products & Services Technology & Innovation

Cleber Giorgetti Assessoria e Consultoria. Business & Strategy Marketing & Sales Products & Services Technology & Innovation Cb Gg A C B & Sgy Mkg & S P & Sv Thgy & v Qm Sm N m 2002, mp v x mp çm bjv gó, m m f óg, pb-h m mpv. Apçã hm é gó q vé xpê 20 f, q xm pçõ gã m pçõ m: G Tg, Avy, L Thg, B Lb, AT&T, SD T,. R m p m gó g,

Leia mais

21 de Junho de 2012 Viana do Castelo

21 de Junho de 2012 Viana do Castelo 21 de Junho de 2012 Viana do Castelo Enquadramento Enquadramento Os SMSBVC são a entidade gestora do concelho de Viana do Castelo desde 1928 Captação, Tratamento e Distribuição de Água Potável para Consumo

Leia mais

Sistemas de Informação para o Desenvolvimento 2012/06/13

Sistemas de Informação para o Desenvolvimento 2012/06/13 Sistemas de Informação para o Desenvolvimento Agenda Paradigma de um Sistema de Informação Processo Delivery Management Os principais factores críticos Desafio dos Sistemas de Informação em empresas Angolanas

Leia mais

ELETRÔNICA BÁSICA LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS COM FINALIDADES ESPECÍFICAS

ELETRÔNICA BÁSICA LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS COM FINALIDADES ESPECÍFICAS ELETRÔNICA BÁSICA LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS COM FINALIDADES ESPECÍFICAS 1) Um diodo zener tem 15V aplicados sobre ele com uma corrente de 20 ma. Qual a potência dissipada? 2) Se um diodo zener tiver uma

Leia mais

VESTUÁRIO, SUPORTE PARA CARTÕES, TAPETES ADESIVOS

VESTUÁRIO, SUPORTE PARA CARTÕES, TAPETES ADESIVOS 32 BATA STANDARD HOMEM/SENHORA AM-160 2630.AM160.* Azul 2610.AM160.* Branco TAMANHOS POR MEDIDA / DESIGNS/LOGÓTIPOS Tamanhos personalizados, designs, e Logótipos disponíveis a pedido BATA STANDARD HOMEM/SENHORA

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO/MANTENEDORA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS UF SP ASSUNTO Consulta quanto ao prazo de duração estipulado para o nivel Doutorado

Leia mais

Os desafios de qualificação dos profissionais do mercado financeiro Workshop de Certificação 01.10.2015

Os desafios de qualificação dos profissionais do mercado financeiro Workshop de Certificação 01.10.2015 Os desafios de qualificação dos profissionais do mercado financeiro Workshop de Certificação 01.10.2015 A promoção da Educação Financeira é um das prioridades da ANBIMA Fortalecer o mercado de capitais

Leia mais

CADASTRO DE OBRAS E PROJETOS DE ENGENHARIA

CADASTRO DE OBRAS E PROJETOS DE ENGENHARIA CADASTRO DE OBRAS E PROJETOS DE ENGENHARIA SET 2014 2 INTRODUÇÃO Este manual objetiva orientar os servidores no processo do cadastro de projetos no Sistema Channel para viabilizar o acompanhamento físico-financeiro

Leia mais

Esse artigo foi escrito tendo como base o Banco de Dados MSSQLServer 2000. &KDPDQGR6WRUHG3URFHGXUHVDSDUWLUGR&ODULRQ

Esse artigo foi escrito tendo como base o Banco de Dados MSSQLServer 2000. &KDPDQGR6WRUHG3URFHGXUHVDSDUWLUGR&ODULRQ ,QWURGXomR Esse artigo foi escrito tendo como base o Banco de Dados MSSQLServer 2000. &KDPDQGR6WRUHG3URFHGXUHVDSDUWLUGR&ODULRQ Para chamar uma Stored Procedure em Clarion, utilizamos a sentença Call, como

Leia mais

COMPARAÇÕES ENTRE PERFIS

COMPARAÇÕES ENTRE PERFIS TABELAS DE COMPARAÇÕES ENTRE PERFS TABELAS DE REFERÊNCA esa altura e ainda os perfil co altura iediataente superior, as co assa ainda enor que a do perfil original. E copleento e reproduzindo as esas substituições

Leia mais

Filtros em Telecomunicações

Filtros em Telecomunicações MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - Campus São José Área de Telecomunicações Filtros em Telecomunicações Marcos Moecke São José - SC, 006 SUMÁRIO. FILTROS....1 RESPOSTA EM FREQUÊNCIA DE CIRCUITOS.1 R. LEVANTAMENTO

Leia mais

Encontro Open Source. Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas. 30 de Maio de 2016

Encontro Open Source. Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas. 30 de Maio de 2016 A ESOP Apresentação A ESOP A ESOP é uma associação empresarial que representa as empresas portuguesas que se dedicam ao desenvolvimento de software e à prestação de serviços baseados em tecnologias open

Leia mais

Manual do Usuário. Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem Usuário Meio de Hospedagem

Manual do Usuário. Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem Usuário Meio de Hospedagem Manual do Usuário Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem Usuário Meio de Hospedagem Julho de 2011 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. Siglas... 3 3. Descrição do Sistema... 3 4. Como utilizar

Leia mais

Inquéritos em saúde e nutrição disponíveis no Brasil

Inquéritos em saúde e nutrição disponíveis no Brasil Inquéritos em saúde e nutrição disponíveis no Brasil Amanda de Moura Souza Instituto de Estudos em Saúde Coletiva Universidade Federal do Rio de Janeiro Sumário Inquéritos Tipos de Inquéritos Domiciliar

Leia mais

Pré-Cálculo. Humberto José Bortolossi. Aula 1 8 de março de 2010. Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense

Pré-Cálculo. Humberto José Bortolossi. Aula 1 8 de março de 2010. Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Pré-Cálculo Humberto José Bortolossi Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Aula 1 8 de março de 2010 Aula 1 Pré-Cálculo 1 Conteúdo do curso Apresentação do curso Conjuntos

Leia mais

PLASMA TV MANUAL DE SERVIÇO

PLASMA TV MANUAL DE SERVIÇO website:http://biz.lgservice.com e-mail:http://www.lgeservice.com/techsup.html PLASMA TV MANUAL DE SERVIÇO CHASSIS : PN-61A MODELO : 42PC1RV 42PC1RV-MJ ATENÇÃO Antes de reparar este chassis, leia as PRECAUÇÕES

Leia mais

Aula 8.1 Conteúdo: Eletrodinâmica: Associação de resistores em série, potência elétrica de uma associação em série de resistores. INTERATIVIDADE FINAL

Aula 8.1 Conteúdo: Eletrodinâmica: Associação de resistores em série, potência elétrica de uma associação em série de resistores. INTERATIVIDADE FINAL Aula 8.1 Conteúdo: Eletrodinâmica: Associação de resistores em série, potência elétrica de uma associação em série de resistores. Habilidades: Reconhecer as utilidades dos resistores elétricos, assim como,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO 1 - DADOS CADASTRAIS DA UFES

PLANO DE TRABALHO 1 - DADOS CADASTRAIS DA UFES PLANO DE TRABALHO Denominação 1 - DADOS CADASTRAIS DA UFES Endereço AV. FERNANDO FERRARI, 514 CAMPUS UNIVERSITÁRIO - GOIABEIRAS Cidade UF ES CEP 29060-900 DDD/Telefone (27)3335-2222 CNPJ 32.479.123/0001-43

Leia mais

Visão Global - Experiências de ITAIPU

Visão Global - Experiências de ITAIPU Visão Global - Experiências de ITAIPU no Projeto Veículo Elétrico Rio de Janeiro,18 de junho de 2012. Eng. Celso Ribeiro Barbosa de Novais Chefe da Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável da ITAIPU

Leia mais

DADOS MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO AGRARIO ÓRGÃO CONCEDENTE MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO AGRARIO

DADOS MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO AGRARIO ÓRGÃO CONCEDENTE MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO AGRARIO DADOS OBJETO DO CONVÊNIO: Disponibilização da área, preparação do estande, promoção comercial e viabilização da presença dos participantes que representarão a agricultura familiar na BioFach Alemanha 2011

Leia mais

Provas de Conhecimento Específico. Módulo I (conhecimentos básicos) (resposta obrigatória a todas as Partes: I, II e III) Programa

Provas de Conhecimento Específico. Módulo I (conhecimentos básicos) (resposta obrigatória a todas as Partes: I, II e III) Programa Provas de Admissão para maiores de 23 anos Ano lectivo: 2012 Curso de Engenharia do Ambiente Provas de Conhecimento Específico Módulo I (conhecimentos básicos) (resposta obrigatória a todas as Partes:

Leia mais

Preencher em letra de FORMA com caneta esferográfica azul ou preta; Rubricar as primeiras folhas, datar e assinar em local próprio a última.

Preencher em letra de FORMA com caneta esferográfica azul ou preta; Rubricar as primeiras folhas, datar e assinar em local próprio a última. INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO Preencher em letra de FORMA com caneta esferográfica azul ou preta; Rubricar as primeiras folhas, datar e assinar em local próprio a última FOTO 3X4 1 DADOS PESSOAIS Nome

Leia mais

AULA #4 Laboratório de Medidas Elétricas

AULA #4 Laboratório de Medidas Elétricas AULA #4 Laboratório de Medidas Elétricas 1. Experimento 1 Geradores Elétricos 1.1. Objetivos Determinar, experimentalmente, a resistência interna, a força eletromotriz e a corrente de curto-circuito de

Leia mais

ANEXO III.A. FORMULÁRIO DO FABRICANTE OU IMPORTADOR DE PRODUTOS MÉDICOS 1- Identificação do Processo

ANEXO III.A. FORMULÁRIO DO FABRICANTE OU IMPORTADOR DE PRODUTOS MÉDICOS 1- Identificação do Processo ANEXO III.A FORMULÁRIO DO FABRICANTE OU IMPORTADOR DE PRODUTOS MÉDICOS 1- Identificação do Processo 1.1 Registro do Produto 1.2 Cadastramento do Produto 1.3 Alteração 1.4 Revalidação 1.5 Cancelamento 1.6

Leia mais

UNIBRATEC Ensino Superior e Técnico em Informática DHD Desenvolvimento em Hardware

UNIBRATEC Ensino Superior e Técnico em Informática DHD Desenvolvimento em Hardware UNIBRATEC Ensino Superior e Técnico em Informática DHD Desenvolvimento em Hardware 1 Francisco Fechine Borges quinta-feira, 24 de agosto de 2006 UNIBRATEC Ensino Superior e Técnico em Informática DHD Desenvolvimento

Leia mais

A experiência da EMEL na adopção de veículos eléctricos

A experiência da EMEL na adopção de veículos eléctricos A experiência da EMEL na adopção de veículos eléctricos EMEL EMEL Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa, E.M. S.A., tem como objecto a gestão do estacionamento público no Município

Leia mais

Esquema da fonte Philips 42PF7320 - Pouquinho de como funciona! PARA TODOS!!! June 18 2010 at 7:55 PM

Esquema da fonte Philips 42PF7320 - Pouquinho de como funciona! PARA TODOS!!! June 18 2010 at 7:55 PM De edson tadeu santos reis tadeu (edsontadeu57@hotmail.com) Enviada: domingo, 20 de junho de 2010 3:42:31 Para: From: marciopbr@hotmail.com Subject: Date: Sat, 19 Jun 2010 18:28:36-0400 Esquema da fonte

Leia mais

CALENDÁRIO DE AULA PÓS-GRADUAÇÃO BALNEÁRIO CAMBORIÚ

CALENDÁRIO DE AULA PÓS-GRADUAÇÃO BALNEÁRIO CAMBORIÚ CURSO/TURMA: Pós-Graduação Em Engenharia da Qualidade Turma 1 HORÁRIO DE AULAS: Sexta-Feira das 18h30min às 22h50min Sábado das 08h00min às 14h00min HORÁRIO DE PROVAS: Sábado às 14h30m DATA DISCIPLINA

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO. Decreta:

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO. Decreta: 2001 Nº Despacho PROJETO DE LEI N.º 446/2001 INSTITUI O CADASTRO MUNICIPAL DE ENTIDADES AMBIENTALISTAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. AUTOR: VEREADOR GUARANÁ AUTOR PFL-RJ A Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Leia mais

Esquema-síntese de Abordagem do Projeto

Esquema-síntese de Abordagem do Projeto GEOGRAFIA A-11 GUIÃO de ESTUDO de CASO Tema-Problema/Projeto: Falta de Transportes na União de Freguesias de Serzedo-Perosinho Módulo/Tema Programático: A população: como se movimenta e comunica 11.ºD

Leia mais

TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE

TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE Engenharia de Computação Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Aplicações de Behavior Scoring Roteiro - Introdução - Diferença entre Credit scoring e

Leia mais

Fiscal Configurar Impostos por Estado. Próximo >>

Fiscal Configurar Impostos por Estado. Próximo >> Fiscal Configurar Impostos por Estado Objetivo: Configurar a porcentagem de ICMS por Estado; Configurar a porcentagem de ICMS ST por Estado; Configurar a porcentagem de IPI por Estado. Configurar Impostos

Leia mais

Condensadores e Bobinas

Condensadores e Bobinas ondensadores e Bobinas Arnaldo Baisa TE_4 Dielécrico é não conduor Placas ou armaduras conduoras ondensadores TE_4 R Área A Analogia Hidráulica V S + - Elecrão Elecrões que se repelem d Bomba Hidráulica

Leia mais

Introdução aos circuitos seletores de frequências. Sandra Mara Torres Müller

Introdução aos circuitos seletores de frequências. Sandra Mara Torres Müller Introdução aos circuitos seletores de frequências Sandra Mara Torres Müller Aqui vamos estudar o efeito da variação da frequência da fonte sobre as variáveis do circuito. Essa análise constitui a resposta

Leia mais

Perspectivas do Mercado Para Produtos Diferenciados. - Exigências do Consumidor

Perspectivas do Mercado Para Produtos Diferenciados. - Exigências do Consumidor Perspectivas do Mercado Para Produtos Diferenciados. - Exigências do Consumidor Gestão Abras 2013-2014 Agenda O Setor Supermercadista; Panorama Geral; Bônus Demográfico; Consumidor; - Cenário; - Visão

Leia mais

BIAS Positivo GI-MA (CA 19-9)

BIAS Positivo GI-MA (CA 19-9) Aos Clientes de IMMULITE 2000 e IMMULITE 2000 XPi Referente: Notificação Urgente de Segurança em Campo IMC 15-09 (3022-OUS) Data Março / 2015 E-mail assuntos.regulatorios.br@siemens.com Internet www.siemens.com

Leia mais

FORMULÁRIO CADASTRAL

FORMULÁRIO CADASTRAL REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MJ - DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DPJ - COORDENAÇÃO-GERAL DE PREVENÇÃO E REPRESSÃO A ENTORPECENTES COORDENAÇÃO DE CONTROLE DE PRODUTOS QUÍMICOS ANEXO V FORMULÁRIO CADASTRAL

Leia mais

TÍTULO 30 COMPRA COM DOAÇÃO SIMULTÂNEA CDS Documento 1 Anexo I Proposta de Participação (PAA-Net) Doação Simultânea

TÍTULO 30 COMPRA COM DOAÇÃO SIMULTÂNEA CDS Documento 1 Anexo I Proposta de Participação (PAA-Net) Doação Simultânea (*) PROPOSTA DE PARTICIPAÇÃO (PAA-Net) DOAÇÃO SIMULTÂNEA Código da Proposta: Valor Total: Duração do Projeto: % de mulheres no projeto: IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE Nome do Proponente: CNPJ: Endereço: Município:

Leia mais

FUNDAMENTAL II. 6 Ano A

FUNDAMENTAL II. 6 Ano A 6 Ano A Fazer perguntas em busca do bem. Atividade de Sala: Debate sobre o tema. Elaborar perguntas relacionadas ao tema. Disciplina: Informática Professor(a): Charles Apresentação da matéria Atividade

Leia mais

T V P H 2 1 S S. suporte.tecnico@britania.com.br

T V P H 2 1 S S. suporte.tecnico@britania.com.br T V P H S S 000 00 suporte.tecnico@britania.com.br VISTA PLODIDA PRODUTO TV PHSS ÓDIO 000ATA PADRÃO N SÉRI AA 000.000 TA () - Último algarismo do código e Nº série significam a versão do aparelho 0 NOTA:

Leia mais

MICROPROCESSADORES Nuno Cavaco Gomes Horta Universidade Técnica de Lisboa / Instituto Superior Técnico

MICROPROCESSADORES Nuno Cavaco Gomes Horta Universidade Técnica de Lisboa / Instituto Superior Técnico MICROPROCESSADORES Nuno Cavaco Gomes Horta Universidade Técnica de Lisboa / Instituto Superior Técnico Sumário Introdução Unidade de Controlo Conjunto de Instruções Unidade Central de Processamento (CPU)

Leia mais

RESULTADOS DO ENEM 2014

RESULTADOS DO ENEM 2014 RESULTADOS DO ENEM 2014 Boletim IDados da Educação nº 2015-02 Dezembro 2015 RESULTADOS DO ENEM 2014 Boletim IDados da Educação Dezembro 2015 APRESENTAÇÃO O Boletim IDados da Educação é uma publicação do

Leia mais

Existem escalas para medida de corrente contínua e outras para corrente alternada.

Existem escalas para medida de corrente contínua e outras para corrente alternada. Amperímetro Notas: O amperímetro é um instrumento de medida da amplitude da corrente eléctrica. Ao contrário do processo de medição da tensão, a medição de uma corrente eléctrica obriga a que o instrumento

Leia mais

Circuitos Elétricos Fontes e Resistores: Associação e Equivalentes

Circuitos Elétricos Fontes e Resistores: Associação e Equivalentes Circuitos Elétricos Fontes e esistores: Associação e Equivalentes Prof. Alexandre Mota Prof. Lia Mota s20 Conceitos Básicos ecapitulando: Carga Elétrica: Q [C] Corrente Elétrica: i = dq/dt [C/s = A] Tensão

Leia mais

Altere ou exclua os números aqui

Altere ou exclua os números aqui Incluir, Pesquisar, Alterar ou Excluir faixa numérica no Sinasc Incluir, Pesquisar, Alterar ou Excluir faixa numérica no Sinasc: A) Incluir Faixa Numérica Antes de enviar DNs aos municípios, estabelecimentos

Leia mais

Esquema da ponta de prova HF (sniffer).

Esquema da ponta de prova HF (sniffer). 1 Esquemas Esquema da ponta de prova HF (sniffer). 1 Colocação dos componentes na ponta de prova HF (sniffer) 2 Esquema do módulo digital 3 Colocação dos componentes no módulo digital 4 2 Lista de componentes

Leia mais

Transformada de Laplace. Parte 3

Transformada de Laplace. Parte 3 Transformada de Laplace Parte 3 Elementos de circuito no domínio da frequência O resistor no domínio da frequência Pela lei de OHM : v= Ri A transformada da equação acima é V(s) = R I(s) O indutor no domínio

Leia mais

Medição de Tensões e Correntes Eléctricas Leis de Ohm e de Kirchoff (Rev. 03/2008) 1. Objectivo:

Medição de Tensões e Correntes Eléctricas Leis de Ohm e de Kirchoff (Rev. 03/2008) 1. Objectivo: LEO - MEBiom Medição de Tensões e Correntes Eléctricas Leis de Ohm e de Kirchoff (Rev. 03/2008) 1. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um osciloscópio e um multímetro digital

Leia mais

Aula 03 Benchmarking e Indicadores de Desempenho. Aula 03 Benchmarking e Indicadores de Desempenho. Aula 03 Benchmarking e Indicadores de Desempenho

Aula 03 Benchmarking e Indicadores de Desempenho. Aula 03 Benchmarking e Indicadores de Desempenho. Aula 03 Benchmarking e Indicadores de Desempenho O que é benchmarking Benchmarking é a prática ser humil o suficiente para admitir que alguém é melhor em algo, e ser sensato o suficiente para aprenr como alcançá-lo e superá-lo". (Björn Anrsen) 2 O que

Leia mais

ACIDENTES DE TRABALHO NO BRASIL 2013. Anuário Estatístico da Previdência Social AEPS 2013

ACIDENTES DE TRABALHO NO BRASIL 2013. Anuário Estatístico da Previdência Social AEPS 2013 ACIDENTES DE TRABALHO NO BRASIL 2013 Anuário Estatístico da Previdência Social AEPS 2013 1 Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho O Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho AEAT vem sendo publicado

Leia mais