LIGIANE APARECIDA DA SILVA (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ).

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LIGIANE APARECIDA DA SILVA (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ)."

Transcrição

1 O PROCESSO DE IMIGRAÇÃO NO BRASIL E A PROPOSTA PARA O DESENVOLVIMENTO E DIFUSÃO DO ENSINO PRIMÁRIO NO PROJETO TAVARES LYRA. O DEBATE SOBRE ALFABETIZAÇÃO NO INÍCIO DO SÉCULO XX LIGIANE APARECIDA DA SILVA (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ). Resumo Este trabalho busca analisar o debate travado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal sobre as questões referentes à importância da alfabetização das crianças no início do século XX no Brasil, presentes na Coletânea Documentos Parlamentares Instrução Pública. Buscou se estabelecer uma relação entre a discussão dos intelectuais e parlamentares ocorridas nos anos de 1907 e 1908 que deram origem ao Projeto e as discussões sobre o problema da influência dos imigrantes na formação de uma identidade nacional necessária ao país naquele momento histórico. Este Projeto, elaborado pelo então Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores, Augusto Tavares de Lyra, autorizava o Governo Federal a reformar o ensino secundário e superior, ao mesmo tempo que propunha a promoção e difusão do ensino primário. O Brasil, naquele momento, passava por muitas transformações, como a organização do regime republicano, a transição do trabalho escravo para o assalariado, o início do processo de alfabetização, além da chegada dos imigrantes, cuja mão de obra substituiria o negro. O Projeto Tavares Lyra constitui se em uma fonte documental pouco analisada, mas significativa para os estudos históricos da educação brasileira do início do século XX. Em relação ao ensino primário, dentre outras coisas, tencionava promover a alfabetização das crianças de modo a imprimir em cada uma um sentimento de amor à pátria, ao mesmo que revelava a necessidade de se ensinar a leitura e escrita aos filhos dos imigrantes em escolas brasileiras, evitando, assim, a disseminação de diferentes culturas e, consequentemente, o enfraquecimento da nação. Nesse sentido, o debate dos parlamentares revela uma outra importante discussão frequente na época: o papel do Estado em relação ao ensino primário no país. Palavras-chave: Instrução Primária Brasileira, Projeto Tavares Lyra, Imigração. Introdução[1] O objetivo deste trabalho é analisar a relação entre a proposta para o desenvolvimento e difusão do ensino primário no Brasil presente no projeto Tavares Lyra[2] e a chegada dos imigrantes no início do século XX. Este projeto, elaborado pelo Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores, Augusto Tavares de Lyra, previa a autorização para o Governo federal reformar o ensino secundário[3] e superior e promover a expansão do ensino primário[4]. O projeto foi exposto à Câmara dos Deputados e debatido entre os parlamentares pelo período de dois anos, a saber, 1907 e 1908, não chegando à aprovação de fato. No entanto, observa-se que as discussões em torno do papel do Estado no financiamento da instrução primária estavam atreladas às transformações pelas quais passava o país naquele momento histórico, dentre elas, a chegada dos imigrantes que substituiriam, gradativamente, a mão-de-obra escrava. Além desse fator, pode-se citar a própria organização do governo republicano, o início do processo de industrialização no país, as discussões relacionadas ao sufrágio universal restrito à população alfabetizada na Constituição de 1981, a disputa por novos mercados que

2 exigia a consolidação de uma nação forte e pronta para fazer frente às exigências da política imperialista. Nesse sentido, intelectuais e parlamentares passaram a discutir a necessidade de intervenção do Estado na instrução primária que, de acordo com a Constituição vigente na época, estaria a cargo das municipalidades. Em relação aos imigrantes, observa-se uma preocupação desses deputados com a formação de uma identidade nacional, já que os estrangeiros que aqui viviam buscavam preservar sua cultura de origem e transmiti-la às suas crianças. Assim, a escola primária passou a ser objeto de debates acirrados entre os parlamentares que, em sua grande maioria, consideravam-na imprescindível à unificação do país e à formação de cidadãos com um sentimento de amor à pátria e ao trabalho. Entende-se que os projetos de reforma só podem ser entendidos quando relacionados ao contexto político, econômico e social que os engendra. Assim, os discursos presentes no projeto Tavares Lyra revelam que a preocupação com a alfabetização das crianças pequenas no início do século XX esteve ligada, além de outros fatores, à preocupação com a disseminação de culturas diversas no país, levando os homens daquele tempo a pensarem sobre a necessidade de instruir para garantir o "progresso" e a própria segurança da nação. Os imigrantes e a difusão do ensino primário No dia 24 de junho de 1907 o Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores do Brasil realiza uma exposição à Câmara dos Deputados acerca do ensino público brasileiro, apontando os principais problemas que, a seu ver, impediam o desenvolvimento e o progresso do país e oferecendo diretrizes à Comissão de Instrução Pública para a elaboração de um projeto de reforma para o ensino secundário e superior e propagação do ensino primário. Tavares Lyra (1918) acreditava que o Estado, embora não fosse o principal responsável pela instrução primária segundo a Constituição de 1891, não poderia eximir-se de uma questão demasiadamente importante para o país naquele momento histórico, a saber, a escolarização das crianças pequenas. A Comissão de Instrução Pública, por sua vez, elogiou o projeto e buscou atender as solicitações do Ministro, considerando a reforma como um "[...] primeiro passo para uma reforma mais conveniente e completa da educação nacional nos moldes que a ciencia aconselha e as necessidades do pais exigem, attendendo-se á marcha ascendente do nosso caminhar no convivio dos povos modernos"[5] (BRASIL, 1918: 26). Antes de abrir espaço aos parlamentares para a discussão do projeto na Câmara e no Senado, a Comissão primeiramente fez as considerações necessárias e manifestou-se favorável a ele, divergindo apenas em alguns detalhes que considerou irrelevantes. Em relação à instrução primária, foi relutante e reafirmou a fala do Ministro sobre a necessidade de o Estado interferir neste nível de ensino como condição para que o país pudesse progredir e superar a condição de atraso que a própria história do país, segundo os membros da Comissão, teria configurado. Para esses parlamentares (BRASIL, 1918):

3 Nós brasileiros, que contamos com uma população formada de elementos sahidos da ignorância das senzallas e dos viciosos e desgraçados costumes das fazendas do sul e dos engenhos do norte, alli mesclados por laivos de uma immigração trazida a granel e sem escolha, nos devemos compenetrar da necessidade absoluta, imperiosa, de erguer as camadas populares, que se vão formando, da ignorancia degradante em que se debatem (p. 30, grifo nosso). Lúcio Kreutz (2000) oferece uma importante contribuição para os estudos sobre imigrantes no Brasil, mais especificamente sobre as escolas comunitárias aqui fundadas entre os séculos XIX e XX por grupos étnicos específicos. Segundo ele, nem todos os grupos de imigrantes caracterizaram-se pela iniciativa de incentivo ao processo escolar, destacando-se os alemães (que chegaram em maior número ao Brasil), os italianos, os poloneses e os japoneses que, segundo o mesmo autor, só instalaram-se no país a partir de 1908, ou seja, ano da discussão do projeto Tavares Lyra na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Esses povos estabeleceram-se em áreas rurais e formaram núcleos com características étnicoculturais fortes, o que facilitou o desenvolvimento de suas escolas comunitárias, étnicas e cristãs, com exceção das escolas japonesas, que contaram com a coordenação laica da Associação de Pais. Essa realidade preocupava os políticos e intelectuais envolvidos com o projeto e levava-os a pensar alternativas para a desintegração das variadas culturas coexistentes no país. Ora, como a República poderia estabelecer-se como nação forte se o país estava dividido, multifacetado, sem unidade, sem identidade? Nesse sentido, a alfabetização passa a tomar lugar de destaque entre as discussões dos parlamentares, enfatizando-se a necessidade de o Estado intervir na instrução primária para evitar, entre outras coisas, a disseminação de culturas estrangeiras que enfraqueceriam o país. Na verdade, passa-se a discutir sobre a idéia de uniformização e difusão em todos os níveis de ensino como uma questão de ordem social e integridade nacional (SCHELBAUER, 1998). Por meio da imposição do ensino primário público a todas as crianças de todas as nacionalidades que aqui viviam, o projeto previa a alfabetização na língua nacional e o ensino de valores, como obediência, amor ao trabalho, amor à pátria, religiosidade. Esta, apesar de assumir uma posição secundária nas nações republicanas, ainda desempenhava uma importante e estratégica função na sociedade: moralizar o povo, contribuindo para o desenvolvimento econômico das nações. Assim, fazia-se necessária uma relação amistosa entre Igreja e Estado para a formação de cidadãos cristãos, inclusive no ambiente escolar (NUNES; CARVALHO, 2005). Essa educação ocupar-se-ía, além da formação intelectual e moral das crianças, de sua própria saúde física, com o intuito de constituir para as gerações futuras uma nação forte, repleta de cidadãos patriotas e bem preparados para a defesa de seu país sempre que necessário, como afirma a Comissão de Instrução (BRASIL, 1918): Nós não nos podemos considerar um povo forte, uma raça sadia e robusta, não temos ainda accentuados os traços physicos definitivos da nossa nacionalidade,

4 porque somos um pôvo em formação e, no entanto, nos descuramos, por completo, do desenvolvimento physico dos nossos filhos, da hygiene das nossas escolas, dos defeitos e prejuízo da nossa educação, sempre rotineira, sempre atrasada (p. 50). Kreutz (2000) afirma ainda que os próprios imigrantes reivindicaram escolas públicas no período mais intenso de imigração (a partir de 1890), mas como a instrução primária no Brasil ainda era muito precária, o Estado estimulou-os a abrirem escolas étnicas. Somente quando acelera-se o processo de industrialização no país, na década de 1920, é que acirra-se a preocupação e os debates sobre "referenciais para a nacionalidade brasileira" (KREUTZ, 2000: 161). Primeiramente, o governo tomou medidas preventivas e abriu escolas públicas perto das étnicas, porém, sem impedir seu funcionamento. Com o crescimento dos debates nacionalistas, a fiscalização aumenta até chegar ao ponto de, no fim da década de 1930, o governo fechar essas escolas ou substituí-las por escolas públicas. Observa-se, portanto, que o projeto Tavares Lyra representou o início de um debate que foi ganhando maiores proporções à medida que o Estado sentiu a necessidade de intervir no processo para assegurar a segurança nacional. Como afirma Aurélio de Lyra Tavares (1985), várias são as forças que levam um país a progredir e, quanto mais valoriza-se o homem nacional, segundo ele, mais próspera torna-se a nação. O poder de uma nação, as grandes forças que a sustentam, que impulsionam o seu progresso e que lhe dão condições para afirmar a sua soberania e traçar, livremente, os rumos dos seus destinos, estão, antes, na coesão espiritual do povo que a constitui, no fortalecimento do poder político que o orienta e dirige, e na pujança da sua economia, que há de ser tanto maior quanto mais valorizar-se o homem nacional (TAVARES, 1985: 171). Os debates em torno do projeto Tavares Lyra continuaram na Câmara e no Senado até o final do ano de A maior parte dos deputados manifestou-se favorável à intervenção do Estado no processo de desenvolvimento e difusão do ensino primário, mas o projeto foi arquivado e não chegou à concretizar-se na prática. Todavia, pode-se afirmar que, antes que o governo tomasse medidas repressivas contra a disseminação das escolas étnicas no Brasil, os membros da Comissão já atentavam para a necessidade de investimento na instrução pública primária brasileira, interrogando seus pares "[...] Já não será tempo de encararmos, de frente, o grande problema, concentrando em torno de sua solução todos os nossos esforços de patriotas e brasileiros?" (BRASIL, 1918: 43). Considerações finais Este trabalho buscou estabelecer relações entre o projeto Tavares Lyra e sua proposta para difusão do ensino primário no início do século XX no Brasil e a

5 chegada dos imigrantes que substituiriam gradativamente a mão-de-obra dos escravos africanos. Estes imigrantes, oriundos de diferentes países com costumes, linguagem e tradições próprios, tiveram iniciativas afetas à educação de suas crianças, como a criação de escolas comunitárias, cujo objetivo era, além do ensino das primeiras letras, a preservação de sua cultura de origem. O Brasil, como uma jovem República que buscava conquistar seu lugar para competir no mercado com os países desenvolvidos, passou a discutir a necessidade de criar políticas públicas para a educação, especialmente a instrução primária, que desempenharia alguns papéis fundamentais à nação naquele momento: preparar os jovens para o trabalho, ensinar às crianças o senso de patriotismo e obediência, criar uma identidade nacional para garantir a segurança do país, democratizar o voto restrito à população alfabetizada na Constituição de Para tanto, entre outras medidas, era necessário impedir ou, ao menos, restringir a propagação de culturas que pudessem enfraquecer a nação que se formava. Assim, observa-se no projeto Tavares Lyra a representação das necessidades dos homens daquele momento histórico, buscando resolver questões de seu próprio tempo. Dentre outros projetos da época, este também não chegou à aprovação, talvez pelo fato de a instrução primária não representar para o Brasil uma questão de segurança nacional no início do século XX, como acontecera nos países desenvolvidos, o que facilitou a disseminação da cultura dos diferentes povos que aqui viviam, apesar das discussões e oposições de parlamentares e intelectuais interessados no desenvolvimento econômico da nação. As iniciativas de repressão do Estado efetivaram-se com mais intensidade a partir da década de 1930, principalmente no final dela, quando do fechamento das escolas étnicas ou sua transformação em escolas públicas. No entanto, esses projetos já revelam importantes iniciativas para a criação de um sistema nacional de ensino e deixam clara a idéia de unidade e a necessidade de uniformização do ensino para o fortalecimento de um país. Referências BRASIL. Congresso. Documentos Parlamentares. Instrução Pública. Rio de Janeiro: Jornal do Commercio, KREUTZ, Lúcio. Escolas comunitárias de imigrantes no Brasil: instâncias de coordenação e estruturas de apoio. Revista Brasileira de Pós-graduação e Pesquisa em Educação, São Paulo, n. 15, p , noviembre/diciembre NUNES, C.; CARVALHO, M. M. C. Historiografia da educação e fontes. Pesquisa em história da educação no Brasil. Rio de Janeiro: DP&A, SCHELBAUER, A. R. Idéias que não se realizam. O debate sobre a educação do povo no Brasil de 1870 a Maringá: EDUEM, 1998.

6 TAVARES, A. L. Nosso exército: essa grande escola. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, [1] Este trabalho foi orientado e revisado pela professora Dra Maria Cristina Gomes Machado, do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá. [2] O Plano Integral de Ensino, conhecido como projeto Tavares Lyra, faz parte de uma coletânea denominada Documentos Parlamentares - Instrução Pública. Este documento reúne discussões ocorridas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal que foram publicadas pelo Jornal do Comércio entre os anos de 1918 e 1929 e encontram-se disponíveis na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. [3] Sobre o projeto Tavares Lyra e o ensino secundário, ver: SILVA, L. A.; MACHADO, M. C. G. O projeto Tavares Lyra e sua proposta de reforma para o ensino secundário no Brasil. Instrução pública no início do século XX. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS "HISTÓRIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO", 8., 2009, Campinas. Anais do VIII... Campinas: UNICAMP, s/p. [4] Sobre o projeto Tavares Lyra e sua proposta para o desenvolvimento e difusão do ensino primário, ver: SILVA, L. A.; MACHADO, M. C. G.; ROSSI, E. R. Os documentos parlamentares e o debate educacional no início do século XX. Revista HISTEDBR On-line. Campinas. N. 32. p dez [5] As citações do projeto Tavares Lyra mantêm a gramática original de 1918.

VI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO

VI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO REFLEXÕES SOBRE O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ACERCA DA EDUCAÇÃO Cristiane Silva Melo - UEM 1 Rosileide S. M. Florindo - UEM 2 Rosilene de Lima - UEM 3 RESUMO: Esta comunicação apresenta discussões acerca

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS. MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2

O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS. MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2 O PERMEAR HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS ATUAIS MORAIS, Suzianne 1 VILLELA, Pollyana 2 RESUMO: Este trabalho tem como propósito apresentar e analisar o percurso histórico e cultural que a

Leia mais

OS PROJETOS DE REFORMA DA ESCOLA PÚBLICA PROPOSTOS NO BRASIL ENTRE 1870 E 1880.

OS PROJETOS DE REFORMA DA ESCOLA PÚBLICA PROPOSTOS NO BRASIL ENTRE 1870 E 1880. OS PROJETOS DE REFORMA DA ESCOLA PÚBLICA PROPOSTOS NO BRASIL ENTRE 1870 E 1880. Introdução Maria Cristina Gomes Machado i Universidade Estadual de Maringá - UEM Josie Agatha Parrilha Silva ii Centro Universitário

Leia mais

O REGIME REPUBLICANO EM PORTUGAL PARLAMENTARISMO

O REGIME REPUBLICANO EM PORTUGAL PARLAMENTARISMO O REGIME REPUBLICANO EM PORTUGAL PARLAMENTARISMO Republicanismo português As raízes ideológicas remontavam à Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. Liberdade de pensamento, igualdade

Leia mais

CULTURA ESCOLAR E FEMINALIDADE NO SÉCULO XX: O GÊNERO IMPRESSO NOS MANUAIS DIDÁTICOS

CULTURA ESCOLAR E FEMINALIDADE NO SÉCULO XX: O GÊNERO IMPRESSO NOS MANUAIS DIDÁTICOS CULTURA ESCOLAR E FEMINALIDADE NO SÉCULO XX: O GÊNERO IMPRESSO NOS MANUAIS DIDÁTICOS Wilson Camerino dos Santos Junior Instituto Federal do Espírito Santo/ caducamerino@yahoo.com.br RESUMO A pesquisa apresenta

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE 1891

CONSTITUIÇÃO DE 1891 CONSTITUIÇÃO DE 1891 Porto Alegre, dezembro de 2014. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL DE 1891 INFLUÊNCIA E CONTEXTO HISTÓRICO A constituição de 1891 foi fortemente inspirada na constituição

Leia mais

O IMPÉRIO DO BRASIL: PRIMEIRO REINADO 1822-1831. Professor Eric Assis Colégio Pedro II

O IMPÉRIO DO BRASIL: PRIMEIRO REINADO 1822-1831. Professor Eric Assis Colégio Pedro II O IMPÉRIO DO BRASIL: PRIMEIRO REINADO 1822-1831 Professor Eric Assis Colégio Pedro II OS DESAFIOS APÓS A INDEPENDÊNCIA I- Manter a unidade territorial do Brasil. II- Construir o Estado Nacional Brasileiro.

Leia mais

CULTURAS, LÍNGUAS E COMUNICAÇÕES. Das comunidades às organizações internacionais: os parlamentares e o desafio das políticas culturais

CULTURAS, LÍNGUAS E COMUNICAÇÕES. Das comunidades às organizações internacionais: os parlamentares e o desafio das políticas culturais CULTURAS, LÍNGUAS E COMUNICAÇÕES Das comunidades às organizações internacionais: os parlamentares e o desafio das políticas culturais Sínteses das conferências e discussões do sábado, 20 de setembro de

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família Faculdade Sagrada Família DISCIPLINA: Gestão Escolar 4º período de Pedagogia Prof Ms. Marislei Zaremba Martins Texto: Equipe da Área de Educação Formal - Instituto Ayrton Senna A gestão da educação precisa

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

A ESCOLA MULTISSERIADA EM IMAGENS: CONSTRUINDO A MEMÓRIA E O SIGNIFICADO DA ESCOLA NA COMUNIDADE CAMPESINA Juber Helena Baldotto Delboni UFES

A ESCOLA MULTISSERIADA EM IMAGENS: CONSTRUINDO A MEMÓRIA E O SIGNIFICADO DA ESCOLA NA COMUNIDADE CAMPESINA Juber Helena Baldotto Delboni UFES A ESCOLA MULTISSERIADA EM IMAGENS: CONSTRUINDO A MEMÓRIA E O SIGNIFICADO DA ESCOLA NA COMUNIDADE CAMPESINA Juber Helena Baldotto Delboni UFES Resumo Este estudo analisa de que maneira as fotografias são

Leia mais

81AB2F7556 DISCURSO PROFERIDO PELO SENHOR DEPUTADO LUIZ CARLOS HAULY NA SESSÃO DE 05 DE JUNHO DE 2007. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas,

81AB2F7556 DISCURSO PROFERIDO PELO SENHOR DEPUTADO LUIZ CARLOS HAULY NA SESSÃO DE 05 DE JUNHO DE 2007. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, DISCURSO PROFERIDO PELO SENHOR DEPUTADO LUIZ CARLOS HAULY NA SESSÃO DE 05 DE JUNHO DE 2007 Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Hoje dia 5 de junho completam 70 anos da fundação da

Leia mais

EDUCAR PARA AGIR. Refletindo sobre a educação do campo e o conceito de liberdade em Hannah Arendt

EDUCAR PARA AGIR. Refletindo sobre a educação do campo e o conceito de liberdade em Hannah Arendt 1 EDUCAR PARA AGIR Refletindo sobre a educação do campo e o conceito de liberdade em Hannah Arendt Josué Silva Figueira 1 José de Ribamar Sá Silva 2 RESUMO Discute-se a necessidade de um espaço de atuação

Leia mais

II Conferência Nacional Por Uma Educação do Campo Luziânia, GO, 2 a 6 de agosto de 2004

II Conferência Nacional Por Uma Educação do Campo Luziânia, GO, 2 a 6 de agosto de 2004 II Conferência Nacional Por Uma Educação do Campo Luziânia, GO, 2 a 6 de agosto de 2004 DECLARAÇÃO FINAL (VERSÃO PLENÁRIA) Por Uma Política Pública de Educação do Campo QUEM SOMOS Somos 1.100 participantes

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 100 Discurso na cerimónia do dia

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann 1 DELIMITAÇÃO Ao abordarmos sobre as razões para ser um professor numa escola e falar sobre o amor de Deus, encontramos algumas respostas

Leia mais

Ensino Religioso no Brasil

Ensino Religioso no Brasil Ensino Religioso no Brasil Frederico Monteiro BRANDÃO 1 Cláudio José Palma SANCHEZ 2 José Artur Teixeira GONÇALVES³ RESUMO: Esse artigo tem como objetivo expor uma parte da história do ensino religioso

Leia mais

PROGRAMA DA CHAPA PARTIDO E GOVERNO COM O POVO PARA O PT CONTINUAR LIDERARANDO UM NOVO CICLO DE TRANSFORMAÇÕES NO BRASIL E EM GUARULHOS

PROGRAMA DA CHAPA PARTIDO E GOVERNO COM O POVO PARA O PT CONTINUAR LIDERARANDO UM NOVO CICLO DE TRANSFORMAÇÕES NO BRASIL E EM GUARULHOS PROGRAMA DA CHAPA PARTIDO E GOVERNO COM O POVO PARA O PT CONTINUAR LIDERARANDO UM NOVO CICLO DE TRANSFORMAÇÕES NO BRASIL E EM GUARULHOS "As manifestações são parte indissociável do nosso processo de ascensão

Leia mais

Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade

Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade Leonardo César PEREIRA 1 ; Revalino Antonio FREITAS (orientador) Palavras-chave: trabalho, migração, fronteira,

Leia mais

O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA

O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA Genilson José da Silva Universidade Federal da Paraíba genilsonjos27@gmail.com Maria das Graças de Almeida Baptista Universidade Federal da Paraíba - mgabaptista2@yahoo.com.br

Leia mais

IX Diálogos em Paulo Freire: Utopia, Esperança e Humanização A RELAÇÃO TRABALHO/EDUCAÇÃO EM UMA TURMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.

IX Diálogos em Paulo Freire: Utopia, Esperança e Humanização A RELAÇÃO TRABALHO/EDUCAÇÃO EM UMA TURMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. IX Diálogos em Paulo Freire: Utopia, Esperança e Humanização A RELAÇÃO TRABALHO/EDUCAÇÃO EM UMA TURMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. Daiane Ferreira Ferreira* Resumo Este trabalho trata de atividades

Leia mais

2037 (XX). Declaração sobre a Promoção entre os Jovens dos Ideais de Paz, Respeito Mútuo e Compreensão entre os Povos

2037 (XX). Declaração sobre a Promoção entre os Jovens dos Ideais de Paz, Respeito Mútuo e Compreensão entre os Povos Suplemento40 Assembleia Geral 20 a Sessão 3. Sugere que o secretário-geral coopere diretamente com os secretários executivos das comissões econômicas regionais na elaboração de relatórios bienais dos avanços

Leia mais

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 PARTE A Módulo I Acordos/Convenções Internacionais 1. Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de

Leia mais

Na ditadura não a respeito à divisão dos poderes (executivo, legislativo e judiciário). O ditador costuma exercer os três poderes.

Na ditadura não a respeito à divisão dos poderes (executivo, legislativo e judiciário). O ditador costuma exercer os três poderes. Ditadura: É uma forma de governo em que o governante (presidente, rei, primeiro ministro) exerce seu poder sem respeitar a democracia, ou seja, governa de acordo com suas vontades ou com as do grupo político

Leia mais

Eixo Temático 1 Instrução e Cult uras Escola res

Eixo Temático 1 Instrução e Cult uras Escola res 97 A INSTRUÇÃO NOS JORNAIS, RELATÓRIOS E MENSAGENS DOS PRESIDENTES DE PROVÍNCIA E DE ESTADO NA PARAÍBA (1889-1910). Algumas palavras iniciais: Michelle Lima da Silva Bolsista CNPQ/PIBIC/UFPB (graduanda)

Leia mais

Curso Educação Ambiental e Ética

Curso Educação Ambiental e Ética Curso Educação Ambiental e Ética Módulo 3 - Marcos referenciais em Educação Ambiental 1 Módulo 3 - Marcos referenciais em Educação Ambiental Primeiros movimentos em direção a uma Educação Ambiental A Conferência

Leia mais

O PROBLEMA DO ALUNO IMIGRANTE: ESCOLA, CULTURA, INCLUSÃO

O PROBLEMA DO ALUNO IMIGRANTE: ESCOLA, CULTURA, INCLUSÃO O PROBLEMA DO ALUNO IMIGRANTE: ESCOLA, CULTURA, INCLUSÃO Marinaldo de Almeida Cunha 1 - PUCSP Grupo de Trabalho - Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo O presente

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira)

PROJETO DE LEI N o, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira) PROJETO DE LEI N o, DE 2011 (Do Sr. Paulo Teixeira) Dispõe sobre a política de contratação e licenciamento de obras intelectuais subvencionadas pelos entes do Poder Público e pelos entes de Direito Privado

Leia mais

A POLÍTICA NO SEGUNDO REINADO Aula: 33 Pág. 14. PROFª: CLEIDIVAINE / 8º Ano

A POLÍTICA NO SEGUNDO REINADO Aula: 33 Pág. 14. PROFª: CLEIDIVAINE / 8º Ano A POLÍTICA NO SEGUNDO REINADO Aula: 33 Pág. 14 PROFª: CLEIDIVAINE / 8º Ano 1 D. PDRO II, O NOVO IMPERADOR Após agitações D. Pedro II assume o trono de 1840 a 1889: foi deposto 1º momento tranquilidade

Leia mais

PRIVATIZAÇÃO DO ENSINO NOS ANOS 90

PRIVATIZAÇÃO DO ENSINO NOS ANOS 90 PRIVATIZAÇÃO DO ENSINO NOS ANOS 90 Lúcia Maria Wanderley Neves 1 A privatização do ensino não se constitui em temática nova no debate educacional. Desde que o Estado brasileiro assume diretamente a definição

Leia mais

Professor: MARCOS ROBERTO Disciplina: HISTÓRIA Aluno(a): Série: 9º ano - REGULAR Turno: MANHÃ Turma: Data:

Professor: MARCOS ROBERTO Disciplina: HISTÓRIA Aluno(a): Série: 9º ano - REGULAR Turno: MANHÃ Turma: Data: Professor: MARCOS ROBERTO Disciplina: HISTÓRIA Aluno(a): Série: 9º ano - REGULAR Turno: MANHÃ Turma: Data: REVISÃO FINAL PARA O SIMULADO 1ª Avaliação: Imperialismo na Ásia e na África 01. Podemos sempre

Leia mais

Page 1 of 6. http://www2.unifap.br/borges

Page 1 of 6. http://www2.unifap.br/borges Page 1 of 6 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia da Educação I Educador: João Nascimento Borges Filho Pequena

Leia mais

O ESTUDO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR MUNICIPAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

O ESTUDO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR MUNICIPAL DO ESTADO DE SÃO PAULO O ESTUDO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR MUNICIPAL DO ESTADO DE SÃO PAULO Sofia Muniz Alves Gracioli Uni-FACEF 1 Paulo de Tarso Oliveira Uni-FACEF 2 Introdução

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon)

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon) 1 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon) Acrescenta e altera dispositivos na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir no ensino fundamental e médio, e nos

Leia mais

Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho

Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho Brasília, 02/01/2011 (Saudações e agradecimentos)... Senhoras e senhores,

Leia mais

Curso de Formação Cidadã 23/11/12. Profª. Ma. Isabel Cristina Rodrigues

Curso de Formação Cidadã 23/11/12. Profª. Ma. Isabel Cristina Rodrigues Curso de Formação Cidadã 23/11/12 Profª. Ma. Isabel Cristina Rodrigues - Formação e experiência profissional (Pedagoga, Mestre em educação, experiência em docência, formação de professores, currículo,

Leia mais

A PRIMEIRA LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL, NA ÓTICA DOS DIRIGENTES DE ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO

A PRIMEIRA LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL, NA ÓTICA DOS DIRIGENTES DE ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO A PRIMEIRA LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL, NA ÓTICA DOS DIRIGENTES DE ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO Eduardo Norcia Scarfoni, Universidade Católica de Santos, eduardoscarfoni@hotmail.com

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS

CÂMARA DOS DEPUTADOS CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI Nº, DE 2004 (Da Comissão de Legislação Participativa) SUG nº 84/2004 Regulamenta o art. 14 da Constituição Federal, em matéria de plebiscito, referendo e iniciativa

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História ISSN: 1415-9945 rev-dialogos@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil Castanho, Sandra Maria POLÍTICA E LUTAS

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL Aula ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL META Apresentar as razões da expansão da pedagogia (ensino) jesuítica no Brasil-colônia e, posteriormente, a sua expulsão motivada pela reforma da

Leia mais

Desvalorização da cultura nordestina sob o olhar dos estudantes de jornalismo da Fanor 1. Anne Caroline Oliveira Lima²

Desvalorização da cultura nordestina sob o olhar dos estudantes de jornalismo da Fanor 1. Anne Caroline Oliveira Lima² Desvalorização da cultura nordestina sob o olhar dos estudantes de jornalismo da Fanor 1 Anne Caroline Oliveira Lima² Joyce Souza Pereira dos Santos³ Lucas Cavalcante Chaves 4 Viviany Vieira de Melo Malta

Leia mais

Curso: Estudos Sociais Habilitação em História. Ementas das disciplinas: 1º Semestre

Curso: Estudos Sociais Habilitação em História. Ementas das disciplinas: 1º Semestre Curso: Estudos Sociais Habilitação em História Ementas das disciplinas: 1º Semestre Disciplina: Introdução aos estudos históricos Carga horária semestral: 80 h Ementa: O conceito de História, seus objetivos

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PROJETO DE LEI N o 5.766, DE 2009 I RELATÓRIO

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PROJETO DE LEI N o 5.766, DE 2009 I RELATÓRIO COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI N o 5.766, DE 2009 Autoriza a criação da Universidade Federal do Litoral Paulista, com sede na cidade de Santos, SP, por desmembramento do Campus Baixada Santista

Leia mais

Ensino Secundário ofertado às comunidades rurais: Estudo comparado entre Brasil e Portugal

Ensino Secundário ofertado às comunidades rurais: Estudo comparado entre Brasil e Portugal Os (des)caminhos do direito à educação: Pontes que ligam estudos e países Ensino Secundário ofertado às comunidades rurais: Estudo comparado entre Brasil e Portugal Autor: Renilton Cruz Orientadora: Fátima

Leia mais

A GÊNESE DE UMA PROFISSÃO FRAGMENTADA E AS AULAS RÉGIAS NO BRASIL

A GÊNESE DE UMA PROFISSÃO FRAGMENTADA E AS AULAS RÉGIAS NO BRASIL A GÊNESE DE UMA PROFISSÃO FRAGMENTADA E AS AULAS RÉGIAS NO BRASIL RELEMBRANDO UM POUCO A EDUCAÇÃO JESUÍTICA 1549 1759: Período Jesuítico: Educação com caráter catequizador. Ensino básico nas escolas de

Leia mais

ESTADO, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: O PÚBLICO E O PRIVADO NA CONSTITUIÇÃO DE 1891

ESTADO, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: O PÚBLICO E O PRIVADO NA CONSTITUIÇÃO DE 1891 ESTADO, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: O PÚBLICO E O PRIVADO NA CONSTITUIÇÃO DE 1891 João Carlos da Silva 1 Introdução Aos discutirmos a questão do público e do privado no campo educacional não estaremos inaugurando

Leia mais

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO "A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente reuniu-se em Estocolmo entre os dia 05 e 16 de junho de 1972

Leia mais

A EDUCAÇÃO E SUA DIMENSÃO POLÍTICA A PARTIR DE ALGUNS ESCRITOS DE ANTONIO GRAMSCI

A EDUCAÇÃO E SUA DIMENSÃO POLÍTICA A PARTIR DE ALGUNS ESCRITOS DE ANTONIO GRAMSCI A EDUCAÇÃO E SUA DIMENSÃO POLÍTICA A PARTIR DE ALGUNS ESCRITOS DE ANTONIO GRAMSCI Resumo AREND, Catia Alire Rodrigues UTP catiarend@yahoo.com.br Eixo Temático: Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da

Leia mais

1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS

1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS cad_08.qxd:layout 1 5/13/11 10:02 AM Page 57 57 1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS TEMAS QUE DOMINAVAM A SUDENE RODRIGO SANTIAGO* O objetivo deste relatório é apontar os principais aspectos relacionados

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

ARTIGO. SUAS: Sistema Único de Assistência Social

ARTIGO. SUAS: Sistema Único de Assistência Social ARTIGO SUAS: Sistema Único de Assistência Social Assistente Social. Foi Secretário Nacional de Assistência Social, Secretário Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro e de Juiz de Fora. Foi vicepresidente

Leia mais

IGUALDADE DE GÊNERO: UM BREVE HISTÓRICO DA LUTA PELO VOTO FEMININO NO BRASIL

IGUALDADE DE GÊNERO: UM BREVE HISTÓRICO DA LUTA PELO VOTO FEMININO NO BRASIL IGUALDADE DE GÊNERO: UM BREVE HISTÓRICO DA LUTA PELO VOTO FEMININO NO BRASIL Camila Assis Lemes (bolsista PIBIC/Fundação Araucária), Isabela Candeloro Campoi (Orientadora), Universidade Estadual do Paraná-

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº de 2009. (Do Sr. Chico Lopes) Art. 1º - Fica criada a profissão de Educador e Educadora Social, nos termos desta Lei.

PROJETO DE LEI Nº de 2009. (Do Sr. Chico Lopes) Art. 1º - Fica criada a profissão de Educador e Educadora Social, nos termos desta Lei. PROJETO DE LEI Nº de 2009 (Do Sr. Chico Lopes) Dispõe sobre a criação da profissão de educador e educadora social e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º - Fica criada a profissão

Leia mais

QUARTA CONSTITUIÇÃO (A CONSTITUIÇÃO DO ESTADO NOVO)

QUARTA CONSTITUIÇÃO (A CONSTITUIÇÃO DO ESTADO NOVO) QUARTA CONSTITUIÇÃO (A CONSTITUIÇÃO DO ESTADO NOVO) NOME...Constituição dos Estados Unidos do Brasil DATA...10 de Novembro de 1937 ORIGEM...Outorgada DURAÇÃO...9 anos PREÂMBULO O Presidente da República

Leia mais

INDICADORES OBJETIVOS DE NOVAS PRÁTICAS NO ENSINO DE REDAÇÃO: INDÍCIOS DE UMA MUDANÇA?

INDICADORES OBJETIVOS DE NOVAS PRÁTICAS NO ENSINO DE REDAÇÃO: INDÍCIOS DE UMA MUDANÇA? Marcelo Macedo Corrêa e Castro Laboratório de Estudos de Linguagem, leitura, escrita e educação LEDUC Faculdade de Educação da UFRJ Ana Beatriz Domingues - Laboratório de Estudos de Linguagem, leitura,

Leia mais

ASSUNTO: Formação de Professores para o Ensino Religioso nas Escolas Públicas de Ensino Fundamental

ASSUNTO: Formação de Professores para o Ensino Religioso nas Escolas Públicas de Ensino Fundamental (? ) PARECER Nº CNE Nº 97/99 CP - Aprovado em 6.4.99 ASSUNTO: Formação de Professores para o Ensino Religioso nas Escolas Públicas de Ensino Fundamental INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação RELATORES:

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

Revista HISTEDBR On-line

Revista HISTEDBR On-line do livro: PAIVA, Angela Randolfho. Católico, Protestante, Cidadão: uma comparação entre Brasil e Estados Unidos. Belo Horizonte: UFMG; Rio de Janeiro: IUPERJ, 2003. 286 p. por Cézar Alencar Arnaud de Toledo

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2011 (Do Sr. Deputado Marcelo Matos)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2011 (Do Sr. Deputado Marcelo Matos) PROJETO DE LEI N.º, DE 2011 (Do Sr. Deputado Marcelo Matos) Institui diretrizes para a reutilização e reciclagem de resíduos de construção civil e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO PROJETO DE LEI Nº 7.222, DE 2002

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO PROJETO DE LEI Nº 7.222, DE 2002 COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO PROJETO DE LEI Nº 7.222, DE 2002 Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Autor: Deputado Luiz

Leia mais

HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO

HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO REFORMA POLÍTICA NAS DISCUSSÕES EM CURSO NO CONGRESSO NACIONAL MÁRCIO NUNO RABAT Consultor Legislativo da Área XIX Ciência Política, Sociologia Política,

Leia mais

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo.

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo. HISTÓRIA 37 Associe as civilizações da Antigüidade Oriental, listadas na Coluna A, às características políticas que as identificam, indicadas na Coluna B. 1 2 3 4 COLUNA A Mesopotâmica Fenícia Egípcia

Leia mais

Dra. Nadia A. Bossa. O Olhar Psicopedagógico nas Dificuldades de Aprendizagem

Dra. Nadia A. Bossa. O Olhar Psicopedagógico nas Dificuldades de Aprendizagem O Olhar Psicopedagógico nas Dificuldades de Aprendizagem Aprendizagem humana Ao nascer, o bebê humano é recebido num mundo de cultura e linguagem que o antecede e ao qual necessita ter acesso. Porém falta

Leia mais

ATUALIDADES. Top Atualidades Semanal DESTAQUE PROFESSOR MARCOS JOSÉ SEMANA 16 A 22 DE JUNHO. Material: Raquel Basilone SEMANA 16 A 22 DE JUNHO

ATUALIDADES. Top Atualidades Semanal DESTAQUE PROFESSOR MARCOS JOSÉ SEMANA 16 A 22 DE JUNHO. Material: Raquel Basilone SEMANA 16 A 22 DE JUNHO Bloqueio frustra visita de Aécio à Venezuela Em encíclica, papa responsabiliza ricos por problemas ambientais ATUALIDADES PROFESSOR MARCOS JOSÉ Material: Raquel Basilone Homem branco abre fogo e mata 9

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

O MANIFESTO DE 1932 VELHA FILOSOFIA NO PENSAMENTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA

O MANIFESTO DE 1932 VELHA FILOSOFIA NO PENSAMENTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA O MANIFESTO DE 1932 VELHA FILOSOFIA NO PENSAMENTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA Neiva Gallina Mazzuco/UNIOESTE 1 Guaraciaba Aparecida Tullio/UEM 2 Defende-se, no presente artigo, que as propostas de educação

Leia mais

EJA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

EJA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E.M.E.F. CEL. JOSÉ VENÂNCIO DIAS EJA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Ninguém educa ninguém. Ninguém se educa sozinho. Os homens se educam em

Leia mais

O PERCURSO DE PASCHOAL LEMME: A FORMAÇÃO DE UM EDUCADOR DE ESQUERDA

O PERCURSO DE PASCHOAL LEMME: A FORMAÇÃO DE UM EDUCADOR DE ESQUERDA 1 O PERCURSO DE PASCHOAL LEMME: A FORMAÇÃO DE UM EDUCADOR DE ESQUERDA Ms. Eloá Soares Dutra kastelic 1 Ao estudar o percurso de Paschoal Lemme, destacou-se sua defesa incansável pela educação pública,

Leia mais

O CONTO AFRICANO NA SALA DE AULA: PROPOSTA EDUCATIVA DOS SABERES AFRICANOS E LITERÁRIOS NA SALA DE AULA

O CONTO AFRICANO NA SALA DE AULA: PROPOSTA EDUCATIVA DOS SABERES AFRICANOS E LITERÁRIOS NA SALA DE AULA O CONTO AFRICANO NA SALA DE AULA: PROPOSTA EDUCATIVA DOS SABERES AFRICANOS E LITERÁRIOS NA SALA DE AULA INTRODUÇÃO Rafael Nóbrega Araújo, graduando em História (UEPB) 1 e-mail: rafaelnobreg@hotmail.com

Leia mais

TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE

TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE 1.Analise as afirmativas abaixo referentes ao Iluminismo: 01 - Muitas das idéias propostas pelos filósofos iluministas são, hoje, elementos essenciais da identidade da

Leia mais

FILOSOFIA NA ESCOLA, POR QUE NÃO?

FILOSOFIA NA ESCOLA, POR QUE NÃO? FILOSOFIA NA ESCOLA, POR QUE NÃO? Bruna Jéssica da Silva Josélia dos Santos Medeiros José Teixeira Neto (UERN) Resumo: A filosofia, amor pela sabedoria, enquanto componente curricular do Ensino Médio busca,

Leia mais

FEMINIZAÇÃO E PRECARIZAÇÃO: EMBATES DA PROFISSÃO DOCENTE

FEMINIZAÇÃO E PRECARIZAÇÃO: EMBATES DA PROFISSÃO DOCENTE FEMINIZAÇÃO E PRECARIZAÇÃO: EMBATES DA PROFISSÃO DOCENTE Camila Emanuella Pereira Neves IE/UFMT- camilaemanuella@hotmail.com Orientador: Prof. Dr. Edson Caetano IE/UFMT caetanoedson@hotmail.com RESUMO

Leia mais

ICC 108 7. 16 fevereiro 2012 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 108. a sessão 5 8 março 2012 Londres, Reino Unido

ICC 108 7. 16 fevereiro 2012 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 108. a sessão 5 8 março 2012 Londres, Reino Unido ICC 108 7 16 fevereiro 2012 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 108. a sessão 5 8 março 2012 Londres, Reino Unido Memorando de Entendimento entre o Governo da República Federativa do Brasil

Leia mais

SÃO JOÃO/CAÔ: FESTA RELIGIOSA DOS XUKURU DO ORORUBÁ (PESQUEIRA-PE) Edson Silva

SÃO JOÃO/CAÔ: FESTA RELIGIOSA DOS XUKURU DO ORORUBÁ (PESQUEIRA-PE) Edson Silva 1 SÃO JOÃO/CAÔ: FESTA RELIGIOSA DOS XUKURU DO ORORUBÁ (PESQUEIRA-PE) Edson Silva Mulheres, crianças, jovens e homens xukurus, muitas pessoas curiosas se concentram por volta da três horas da tarde do dia

Leia mais

Hebe Laghi de Souza. DARWIN e KARDEC

Hebe Laghi de Souza. DARWIN e KARDEC Hebe Laghi de Souza DARWIN e KARDEC U M D I Á L O G O P O S S Í V E L CAMPINAS SP 2007 Sumário prefácio...xvii Capítulo 1 novos conhecimentos... 1 Dois livros, duas teorias um novo rumo...1 Detonando o

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica POSSIBILIDADES DIDATICO-PEDAGÓGICAS NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA: UMA PROPOSTA ENTRE DOMÍNIOS DE CONHECIMENTOS NA ESCOLA ESTADUAL INDIGENA CENTRAL EDUCAÇÃO BÁSICA KĨSÊDJÊ Rosimeyre Gomes da Silva

Leia mais

A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984)

A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984) A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984) Renata Leite Moura renata.leite@aluno.uece.br Maria Rafaela de Oliveira rafaoliveira800@gmail.com Roberta Rocha Olímpio betynha_ro@hotmail.com

Leia mais

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil Página 1 de 5 Sobre a Revista Ed 24 - fev 04 Home Medical Infocenter Med Atual Edição Atual Serviços Global Home Brasil Home Busca Mapa do Site Fale Conosco Edição Atual Edição Atual Matéria de Capa Artigo

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de inauguração da fábrica da Dell no Brasil

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de inauguração da fábrica da Dell no Brasil Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de inauguração da fábrica da Dell no Brasil Hortolândia-SP, 14 de maio de 2007 Excelentíssimo deputado Arlindo Chinaglia, presidente

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca SOLENIDADE DE LANÇAMENTO DO SISTEMA

Leia mais

www.entrenacoes.com.br UMA IGREJA FORTE, SE FAZ COM MINISTÉRIOS FORTES

www.entrenacoes.com.br UMA IGREJA FORTE, SE FAZ COM MINISTÉRIOS FORTES www.entrenacoes.com.br UMA IGREJA FORTE, SE FAZ COM MINISTÉRIOS FORTES A RESPONSABILIDADE É PESSOAL A CEEN é uma igreja que tem a responsabilidade de informar e ensinar os valores e princípios de Deus,

Leia mais

UNIÃO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS CONGREGACIONAIS DO BRASIL Federação das Uniões de Homens Evangélicos Congregacionais 21ª Associação Regional

UNIÃO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS CONGREGACIONAIS DO BRASIL Federação das Uniões de Homens Evangélicos Congregacionais 21ª Associação Regional FEUHEC/21º FEUHEC/21º ANTE-PROJETO DO 6º PLANO DIRETOR O 6º Plano-Diretor da do Brasil, apresenta em seu conteúdo, uma proposta de trabalho a nível Regional, objetivando uma atividade uniforme e conjunta

Leia mais

I - aplicar o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), de forma seriada, em cada um dos três anos dessa etapa;

I - aplicar o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), de forma seriada, em cada um dos três anos dessa etapa; COMISSÃO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI N o 6.003, de 2013 Altera os arts. 9º, 35 e 36 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de diretrizes e bases da educação nacional. Autor: Deputado IZALCI Relator:

Leia mais

Sinproja, Jaboatão dos Guararapes, PE. 27 de maio de 2011

Sinproja, Jaboatão dos Guararapes, PE. 27 de maio de 2011 Projeto de Lei 8035 / 2010 Plano Nacional de Educação 2011-2020 Sinproja, Jaboatão dos Guararapes, PE 27 de maio de 2011 Paulo Rubem Santiago - Deputado Federal PDT - PE www.paulorubem.com.br Titular da

Leia mais

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991.

DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. ALTERADO PELOS DECRETOS SC N 322/1995; 2.155/1997; 2.442/1997 DECRETO Nº 533, DE 02 DE SETEMBRO DE 1991. Dispõe sobre a competência do Conselho de Meio Ambiente - CONSEMA - SC O GOVERNADOR DO ESTADO DE

Leia mais

9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA

9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA 9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA 9.1 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INDÍGENA 9.1.1 Objetivos gerais A Constituição Federal assegura às comunidades indígenas o direito de uma educação escolar diferenciada e a utilização

Leia mais

Democracia Burguesa e Apatia Política. Se, como apontou Marx, existe uma relação entre o nível de participação

Democracia Burguesa e Apatia Política. Se, como apontou Marx, existe uma relação entre o nível de participação Democracia Burguesa e Apatia Política Luciano Cavini Martorano 1 Se, como apontou Marx, existe uma relação entre o nível de participação popular e a plenitude da transformação social, o socialismo deveria

Leia mais

O Proeja no IFG: o processo seletivo para admissão aos cursos ofertados no Campus Goiânia

O Proeja no IFG: o processo seletivo para admissão aos cursos ofertados no Campus Goiânia MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDRAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS MARCELO MENDES DOS SANTOS O Proeja no IFG: o processo seletivo para

Leia mais

Aspectos a serem considerados para se reduzir os entraves ao desenvolvimento da educação a distância no Brasil

Aspectos a serem considerados para se reduzir os entraves ao desenvolvimento da educação a distância no Brasil Aspectos a serem considerados para se reduzir os entraves ao desenvolvimento da educação a distância no Brasil Considerações preliminares O presente estudo é fruto de uma análise feita pela equipe do Instituto

Leia mais

HISTÓRIA - 6º AO 9º ANO

HISTÓRIA - 6º AO 9º ANO A FORMAÇÃO DO CURRÍCULO DA REDE O solicitou-nos uma base para colocar em discussão com os professores de história da rede de São Roque. O ponto de partida foi a grade curricular formulada em 2008 pelos

Leia mais

Define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951, e determina outras providências.

Define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951, e determina outras providências. LEI Nº 9.474, DE 22 DE JULHO DE 1997. Define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951, e determina outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994.

DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994. DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994. Promulga o Tratado Geral de Cooperação e Amizade e o Acordo Econômico Integrante do Tratado Geral de Cooperação e Amizade, entre a República Federativa do Brasil

Leia mais

O PROJETO TAVARES LYRA E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA: HIGIENISMO NO BRASIL NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XX 1

O PROJETO TAVARES LYRA E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA: HIGIENISMO NO BRASIL NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XX 1 O PROJETO TAVARES LYRA E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA: HIGIENISMO NO BRASIL NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XX 1 Ligiane Aparecida da Silva Universidade Estadual de Maringá Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

O Rio Grande se vê no espelho

O Rio Grande se vê no espelho O Rio Grande se vê no espelho Fotografias reunidas em livro apresentam um Estado diferente do que é imaginado pelos visitantes O Rio Grande do Sul é, com freqüência, contraposto ao resto do Brasil como

Leia mais

A ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO MÉDIO E ENSINO PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO, SEGUNDO A LDB E AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES

A ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO MÉDIO E ENSINO PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO, SEGUNDO A LDB E AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES A ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO MÉDIO E ENSINO PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO, SEGUNDO A LDB E AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES Guiomar Namo de Mello Diretora Executiva da Fundação Victor Civita Membro do Conselho

Leia mais

DISCURSO DE POSSE NO MINISTÉRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 4.1.99. Luiz Carlos Bresser Pereira

DISCURSO DE POSSE NO MINISTÉRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 4.1.99. Luiz Carlos Bresser Pereira DISCURSO DE POSSE NO MINISTÉRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 4.1.99 Luiz Carlos Bresser Pereira Quando o Presidente Fernando Henrique Cardoso me disse que o mais importante a ser realizado no Ministério da

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO.

PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO. PROJETOS DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DO PLANEJAMENTO À AÇÃO. LETICIA VICENTE PINTO TEIXEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS). Resumo É sabido o quanto é grande o esforço das escolas em ensinar a leitura

Leia mais