MINISTÉRIO DO ESPORTE SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO. TOMADA DE CONTAS 2004

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1 MINISTÉRIO DO ESPORTE SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO. TOMADA DE CONTAS 2004

2 SECRETARIA EXECUTIVA UG Estimulado pelo desejo de superar barreiras, o Ministério do Esporte mostrou disposição e criatividade para gerar resultados significativos, que crescem de importância se considerarmos os constrangimentos orçamentários que comprometeram a execução programada e limitaram o alcance de algumas metas físicas inicialmente estimadas, embora, no geral, os resultados tenham superado as expectativas, inclusive por haver este Ministério conseguido fomentar parcerias que permitiram ampliar suas possibilidades de ação. Abaixo demonstramos as principais realizações do Ministério do Esporte durante o exercício de 2004: CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE A democratização da formulação das diretrizes, estratégias e ações norteadoras da Política Nacional do Esporte e do Lazer, envolvendo todos os setores da comunidade esportiva, movimentos sociais e sociedade civil, marcou a realização da 1ª Conferência Nacional do Esporte. Foram mobilizadas 83 mil pessoas em 873 municípios, 26 estados e Distrito Federal, envolvendo todos os setores da comunidade esportiva, movimentos sociais e sociedade civil. A etapa nacional, em Brasília, contou com a participação de pessoas, distribuídas entre delegados eleitos nas conferências estaduais, e representantes do governo federal, Câmara dos Deputados, Senado Federal, entidades nacionais de administração do esporte e a sociedade civil organizada. Pela primeira vez o Brasil debateu, com profundidade e abrangência, as questões do esporte e do lazer. Esta é, hoje, uma questão de Estado em nosso país e por isso está na pauta de prioridades do Governo Federal, em primeiro lugar, e dos governos estaduais e municipais, que são em última instância o elo mais forte com a sociedade. A Conferência foi um passo importante para a elevação do esporte e do lazer ao status de política pública, articulados com as propostas de inclusão social que estão presentes nos programas sociais do Governo Federal. A sistematização final das teses e propostas aprovadas na 1º Conferência Nacional do Esporte propõe, sobretudo, a continuidade da mobilização e do debate presentes nesse rico processo que vivenciamos. É um processo que se iniciou na própria decisão de realizar a Conferência e que segue em construção, levando-nos, sempre mais, à ação. Já em 2004 foi possível a implantação de ações no âmbito executivo e legislativo (como a criação da bolsa atleta) e estão em curso os trabalhos de desenvolvimento e implementação da Política Nacional do Esporte, bem como da estruturação do Sistema Nacional do Esporte e do Lazer. O desafio a nós imposto é o estabelecimento de uma agenda positiva de implantação, acompanhamento e avaliação destas ações, de forma a criar um canal permanente de comunicação e prestação de contas à sociedade.

3 PROGRAMA SEGUNDO TEMPO Por meio de atividades esportivas no contra-turno escolar, com caráter extracurricular, o programa Segundo Tempo colabora com a inclusão social, bemestar físico, promoção da saúde e desenvolvimento intelectual dos alunos matriculados no ensino fundamental e médio dos estabelecimentos públicos de educação do Brasil, principalmente em áreas de maior vulnerabilidade social. Priorizando a ação de funcionamento de Núcleos de Esporte Educacional, o Governo Federal optou por viabilizar por meio das parcerias com Estados, Municípios, ONGs, Clubes Sociais e outras entidades públicas e privadas a possibilidade de disponibilizar espaços físicos já existentes e que se encontravam ociosos para utilização pela comunidade escolar, de forma organizada e com orientação didáticopedagógica. Os Núcleos implantados no biênio 2003/2004 propiciaram a inclusão de crianças na prática desportiva, em 742 municípios, distribuídos em todas as Unidades da Federação. As atividades esportivas dos Núcleos possuem orientação didático-pedagógica e reforço alimentar, em ação integrada com os Ministérios da Educação, do Desenvolvimento Social, da Justiça e da Defesa, além de ONG s, clubes sociais e esportivos, o sistema S, governos estaduais e municipais. A qualificação de monitores, fator primordial na consecução dos objetivos do programa, está orientada para as realidades em que atuam, ensejando a reflexão sobre sua prática, os diferentes interesses e necessidades das crianças. Esta ação leva aos professores e estagiários de educação física, as condições de aprimoramento e aperfeiçoamento do conhecimento específico a ser utilizado no trabalho junto aos Núcleos de Esporte Educacional. Em parceria com a Universidade de Brasília (UNB) objetivando o desenvolvimento da capacitação continuada no ano de 2004, 851 professores participaram de curso de especialização e estagiários participaram de curso de extensão, totalizando monitores formados. Também visando o aprimoramento do programa, foi formalizada parceria do ME com a UNESCO para a avaliação do Programa Segundo Tempo. PROJETOS ESPORTIVOS SOCIAIS/CONANDA Esta importante ação, que faz parte do Programa Segundo Tempo, visa atender melhor a demanda esportiva social do país, através de incentivos fiscais legais previstos no Art.260 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Esse benefício é fruto da parceria firmada entre o Ministério do Esporte e o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONANDA, e tem como objetivo principal a inclusão social de crianças e adolescentes através do esporte. O ano de 2004 foi marcado, principalmente, pela estruturação desta ação. Foram publicadas as Resoluções nº90 e nº94 do CONANDA que dispuseram sobre a criação da Comissão de Chancela aos Projetos Esportivos Sociais e sobre o repasse dos recursos captados para a viabilização de projetos esportivos sociais destinados à infância e à adolescência respectivamente. Posteriormente, através da Portaria nº 42 de 23 de abril de 2004, o Ministro de Estado do Esporte no uso das

4 suas atribuições, constituiu a Comissão de Chancela integrada por quatro membros, sob a presidência de um deles. Em seguida, foi publicado o edital para a inscrição dos projetos, assim como foi criado o link Projetos Esportivos Sociais/CONANDA no sítio do Ministério do Esporte, de forma a facilitar o acesso às informações, e também o preenchimento de dados inerentes aos objetivos dessa ação. Apesar do foco em 2004 ter sido estrutural de forma a atender às necessidades dos processos pertinentes a esta ação, ainda assim firmamos três convênios relativos aos projetos aprovados no final do ano anterior. Também foram realizados depósitos no Fundo Nacional da Criança e do Adolescente FNCA, no montante de R$ ,00 (dois milhões, setecentos e setenta e cinco mil reais), por meio de doações feitas por pessoas jurídicas, destinadas para projetos esportivos sociais. Os convênios assinados em 2004 tiveram como proponentes: Educart, Finasa e Força Olímpica, abrangendo as áreas de Belo Horizonte, Três Marias, Osasco e Distrito Federal (Paranoá, Vila Planalto, São Sebastião e Gama), com prática esportiva nas modalidades: vôlei, basquete, futebol, futsal, futebol society, handebol e natação, tendo o total de beneficiários. Foram aprovados 62 projetos, com valor autorizado para captação de recursos no total de R$ ,73 (sessenta e nove milhões, trezentos e vinte e sete mil, quatrocentos e vinte um reais e setenta e três centavos). Com o repasse dessa quantia pelo fundo, aos órgãos governamentais e às entidades sem fins lucrativos, a meta é que aumentemos expressivamente o número de atendimentos através de núcleos espalhados em todos o país, onde existe vulnerabilidade social. A essência da Ação Projetos Esportivos Sociais é ampliar de forma indireta os recursos para o esporte desenvolvido com fim social, conforme prevêem os organismos internacionais e o governo atual, no que diz respeito à proteção dos direitos humanos da criança e do adolescente. ESPORTE E LAZER DA CIDADE O Programa Esporte e Lazer da Cidade visa, predominantemente, suprir a carência de políticas públicas e sociais que atendam às crescentes necessidades e demandas da população por esporte recreativo e lazer, sobretudo daquela em situações de vulnerabilidade social, reforçadoras da condição de injustiça e exclusão social a que estão submetidas. O Programa está organizado em ações inter-relacionadas e, agrupadas em dois conjuntos: o primeiro deles voltado para o projeto social esportivo esporte e lazer da cidade, e o segundo para o projeto de desenvolvimento científico e tecnológico do esporte e do lazer. Em relação ao primeiro conjunto de ações podemos afirmar que em 2004 foi dada atenção especial a duas delas, quais sejam, a de Funcionamento de Núcleos de Esporte Recreativo e de Lazer e a de Promoção de Eventos de Esporte Recreativo e de Lazer.

5 A ação de Funcionamento dos Núcleos voltada para o desenvolvimento de atividades de esporte e de lazer para crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência implementada através de convênios realizados com Estados, Municípios, Distrito Federal, Instituições de Ensino Superior e Organizações Não Governamentais abarcou o universo de pessoas atendidas, gerando um total de atendimentos e a geração de empregos diretos. Sobre a ação de Promoção de Eventos direcionada à promoção, apoio e realização de eventos que possibilitem a vivência do esporte recreativo e do lazer a partir de intercâmbio sociocultural e integração entre as diversas comunidades envolvidas nas atividades foi viabilizada a realização de 372 eventos, beneficiando pessoas. Com vistas ao segundo conjunto de ações priorizou-se, em 2004, a de Capacitação de Gestores de Esporte, responsável pela capacitação de 1350 pessoas; a de Funcionamento de Centros de Desenvolvimento Esportivo Recreativo e de Lazer Rede CEDES que são instalações prediais, laboratoriais etc, que visem subsidiar o aprimoramento da prática do esporte recreativo e do lazer, cujo produto beneficiou tanto a comunidade acadêmica quanto aos profissionais ligados à gestão esportiva e de lazer e a de Implantação de Centros de Desenvolvimento do Esporte Recreativo e do Lazer Rede CEDES a qual, deu conta da implantação de 05 centros. INSERÇÃO SOCIAL PELA PRODUÇÃO DE MATERIAL ESPORTIVO Esse Programa trata da ressocialização e profissionalização dos internos do Sistema Penitenciário, proporcionando redução da pena em um dia para cada três dias trabalhados; beneficia adolescentes em conflito com a lei; e absorve a mão-de-obra de pessoas que residem em comunidade carentes na fabricação de materiais esportivos, promovendo a inclusão social dessas pessoas e proporcionado-lhes uma renda mensal. A essência deste programa é fornecer material esportivo para os programas sociais do Ministério, dando-lhes condições plenas de atendimento às comunidades carentes. Foram produzidos, em 2004, itens de materiais esportivos (bandeiras, bolas, bolsas, calções, camisetas, mesas para tênis de mesa, piso para pista de atletismo, raquetes, redes etc), atendendo escolas públicas, 876 instituições não-governamentais e 34 países, funcionando em 65 núcleos de produção, a grande maioria em instituições carcerárias localizadas em todas as Unidades da Federação. Nos dois anos de Governo, o Programa teve a sua produção de material esportivo aumentada em torno de 45% com relação ao exercício de 2002, e os núcleos de produção que eram da ordem de 17, atingiram em 2004, 65 unidades distribuídas nos 27 Estados da Federação. Foram assinados, entre os Governos do Brasil, Moçambique e Angola, acordos de cooperação técnica para implantação de Unidades de Produção de Material Esportivo naqueles Países nos moldes do Pintando a Liberdade.

6 Ainda em 2004, esta Pasta firmou convênio com a Fundação de Apoio ao Menor de Feira de Santana - FAMFS/BA, para implantação de uma Unidade de Produção na Fazenda do Menor, que irá confeccionar piso sintético para pista de atletismo, a partir da doação mensal de refugos do processo de fabricação de pneus que a PIRELLI PNEUS S/A - Unidade Feira de Santana fará ao Ministério do Esporte. Está medida permitirá que jovens carentes possam praticar a nobre modalidade esportiva do atletismo, reveladora de inúmeros talentos e ícones brasileiros, oferecendo oportunidades reais de inclusão social através do esporte. SANEAMENTO E MODERNIZAÇÃO DO FUTEBOL A Comissão Permanente de Marketing Esportivo e Futebol, órgão assessor do Conselho Nacional de Esporte, tendo acesso ao diagnóstico específico feito pelo grupo de trabalho da Previdência e, ouvindo os atores envolvidos e interessados, fez uma apuração, por aproximação, dos débitos de natureza tributária dos clubes de futebol das 1ª, 2ª e 3ª Divisões. A partir daí foram propostas medidas de saneamento e de indução à modernização desse esporte no Brasil, tanto nas áreas fiscal e financeira como no campo da legislação civil e trabalhista. As medidas propostas visam, sobretudo, proteger o clube formador e com isso garantir a perpetuidade do Brasil como país-celeiro de craques de futebol. Foi ainda realizada iniciativa, inédita no âmbito do Governo, qual seja, tomar o futebol como uma indústria que tem no seu bojo uma cadeia produtiva a ser ativada. O Ministério de Esporte, em um trabalho integrado com a Empresa Brasileira de Turismo - Embratur e o Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio, procurando promover de forma organizada esse patrimônio no exterior, participou, com estande dedicado exclusivamente ao futebol, da EXPO BRASIL CHINA. AÇÕES DO FUTEBOL No momento, duas frentes estão abertas com relação ao tema Futebol. A que está mais em evidência, porque em fase conclusiva, é o pacote conhecido como Medidas para o Futebol que pode ser dividido em duas partes: 1.Timemania 2. Proteção ao Clube Formador 1. Timemania, embora seja apenas o nome para uma nova loteria da CEF, engloba um conjunto de procedimentos e compromissos que tem por objetivo o saneamento do passivo tributário dos 80 principais clubes profissionais do futebol brasileiro. O Novo produto lotérico, utiliza os escudos destes clubes e a parte da receita compreendendo os direitos dos clubes pelo uso de suas marcas fica comprometido diretamente ao pagamento das pendências tributárias relativas à Fazenda e à Previdência. Aqueles clubes que não tiverem dívidas desta natureza, receberão sua parte normalmente, assim como vai acontecer com aqueles que

7 quitarem seus débitos. O acesso a Timemania é condicionado à aceitação de uma série de compromissos dos clubes em contrapartida. 2. Proteção ao Clube Formador reúne um conjunto de medidas para ajustar as legislações anteriores, atualizando a legislação esportiva concernente ao futebol, de modo a criar as melhores condições para a atividade. Este pacote de medidas deve ser encaminhado ao Congresso como Projeto de Lei do executivo (em caráter de urgência constitucional). Este conjunto de ações, formado pelas medidas descritas acima, é produto do trabalho de duas comissões criadas pelo Ministério: Comissão de Estudos Jurídicos e Comissão de Futebol e Marketing. Ambas, de caráter permanente, são formadas por membros deste ministério e colaboradores de áreas afins. PAN-AMERICANO RIO 2007 O País assumiu a responsabilidade de organização do evento esportivo mais importante das Américas os XV Jogos Pan-americanos e I Jogos Parapanamericanos, em 2007 no Rio de Janeiro. Para isso, o Governo Federal vem implementando ações descentralizadas, por meio da realização de convênios para o repasse dos recursos financeiros necessários às obras de infra-estrutura esportiva e o estabelecimento de parcerias com as entidades que compõem o Sistema Nacional de Desporto, órgãos e entidades federais, estaduais e municipais que administram diretamente as ações das áreas de educação e desportos. O Governo Federal, visando prover o acesso dos atletas e paraatletas nacionais às melhores condições de treinamento, sob os aspectos técnico, científico e laboratorial, vem adiantando ações que visam a aquisição dos equipamentos esportivos com antecedência de 3 anos da realização do evento. Em 2004, foram utilizados R$ 11 milhões na aquisição de equipamentos e materiais esportivos, sem similar nacional, para o treinamento e preparação das equipes brasileiras, beneficiando atletas de 15 modalidades. Ainda no sentido de dotar a cidade do Rio de Janeiro das condições de infra-estrutura esportiva adequadas à realização dos Jogos (Vila Pan-Americana), foi realizada transferência de recursos para o Comitê Organizador no valor de R$ 25 milhões. O desafio de realizar com competência os próximos jogos Pan- Americanos será o passaporte para o Brasil ser considerado candidato em potencial para sediar outros importantes eventos internacionais, o que pode ampliar e qualificar nossa infra-estrutura esportiva, bem como trazer divisas para o país. JOGOS NACIONAIS Em 2004 foram realizados importantes eventos nacionais que, além de favorecer a participação de crianças e jovens e de promover a integração regional, têm, sobretudo, revelado potenciais talentos esportivos, alimentando as seleções

8 brasileiras que representam o país no exterior. Entre eles destacam-se os Jogos da Juventude com a participação de jovens atletas, entre 10 e 17 anos; os Jogos Escolares Brasileiros JEBs, que contaram com a participação de todos os estados brasileiros, beneficiando diretamente alunos matriculados na rede pública e privada; e os Jogos Universitários Brasileiros JUBs, realizados em parceria com a União Nacional dos Estudantes UNE, envolvendo cerca de universitários. Cabe destacar ainda, a realização dos VII Jogos dos Povos Indígenas, realizados em Porto Seguro BA, que envolveram 37 etnias, com a participação aproximada de 600 atletas. APOIO A EVENTOS DE ALTO RENDIMENTO Além da realização dos Jogos, em 2004, o Ministério do Esporte apoiou com aporte financeiro por meio do programa Brasil no Esporte de Alto Rendimento, a realização de inúmeros eventos de alto rendimento promovidos pela comunidade esportiva. Com isso,oportunizamos aos atletas a participação em eventos locais, regionais e nacionais de diversas modalidades olímpicas, paraolímpicas e não olímpicas, de forma a aprimorar seu desempenho com vistas a obter índices para garantir a participação em campeonatos sul -americanos e mundiais. PARTICIPAÇÃO DO BRASIL NOS JOGOS OLÍMPICOS E JOGOS PAN- AMERICANOS No esporte olímpico, os resultados em competições internacionais falam por si só. O desempenho brasileiro nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, superou todas as previsões. Fato ainda mais significativo ocorreu com o esporte Paraolímpico. Nos Jogos Olímpicos de 2004, em Atenas, o Brasil bateu seu recorde de ouros em uma Olimpíada, terminando em 18º lugar no quadro geral de medalhas - melhor colocação desde Moscou em 1980, quando havia sido 17º. Deve ser observado que o Brasil ficou a frente de paises como a Suécia, Espanha e Canadá. Em 2004, foi a melhor participação brasileira na história das Paraolímpiadas, com o 14º lugar no quadro de medalhas. O Brasil ultrapassou o México e passou a ser a terceira potência das Américas nos Jogos, atrás apenas de Estados Unidos e Canadá. O recorde de 33 medalhas supera em 50%, os números da última, em 2000, em Sydney. Esses resultados por si só justificam os repasses de recursos públicos aos Comitês Olímpico e Paraolímpico por meio da Lei Agnelo/Piva, e o apoio institucional do Ministério do Esporte às entidades de prática esportiva, na busca constante pela obtenção de patrocínios e parcerias junto às estatais e à iniciativa privada para ampliar os investimentos no esporte de alto rendimento.

9 DESCOBERTA DO TALENTO DESPORTIVO Em 2004, numa iniciativa inédita do Governo Federal, estudantes de todo o país tiveram suas capacidades esportivas avaliadas, visando a descoberta de prováveis talentos desportivos, com base em protocolos científicos. Professores e estudantes de educação física avaliaram mil estudantes de ambos os sexos da rede pública e particular, com idades entre 10 e 14 anos, com aptidão física para a prática esportiva. Foram identificados atletas potenciais, dentre os que demonstraram aptidão física para determinados esportes. O objetivo do Ministério do Esporte com esta ação é, a partir da identificação dos talentos motores, desenvolver e aprimorar o potencial destas crianças encaminhando aos Centros Regionais de Treinamento, consolidando assim a base para o esporte de alto rendimento e ampliando a possibilidade de acesso aos atletas em potencial. DIAGNÓSTICO DO ESPORTE NO BRASIL O Governo Federal iniciou em 2004 o Diagnóstico da Estrutura Esportiva e de Lazer. Há de se realçar que o último Diagnóstico da Estrutura Esportiva data de 1971, portanto há 33 anos atrás, explicitando a urgente necessidade de atualização dos dados, essenciais para a gestão pública do esporte e do lazer. Para levantamento das informações, foi elaborado em uma ação conjunta ME / IBGE o Suplemento de Esporte, o qual encontra-se incluído na Pesquisa de Informações Básicas Municipais, cujos dados estão sendo coletados pelo IBGE em todos os municípios brasileiros. A pesquisa procura conhecer a estrutura esportiva e de lazer na dimensão de espaços, equipamentos e instalações, recursos humanos, articulação institucional, financiamento, legislação, programas, projetos e ações, eventos e controle social. As informações coletadas permitirão o desenvolvimento mais eficaz da Política Nacional de Esporte. DIPLOMACIA DO ESPORTE O governo Lula, através do Ministério do Esporte, inaugurou nova etapa para o esporte nacional: a diplomacia. Atendendo pedido do primeiro ministro do Haiti, o presidente Lula deu seguimento à idéia de levar a Seleção Brasileira de futebol, campeã mundial, para um jogo contra a Seleção do Haiti, em Porto Príncipe, onde o futebol, como aqui, é de longe o principal esporte e os brasileiros os maiores ídolos. Em um trabalho conjunto do Esporte com a Defesa, a Secom e o Itamarati, bem como com a colaboração da CBF, a Seleção fez o que ficou conhecido como o Jogo da Paz, num evento de rara emoção. Porto Príncipe deixou de lado as diferenças e lutas políticas, dificuldades de infraestrutura e até mesmo de segurança para saudar os nossos jogadores nas ruas e no estádio, de uma maneira tão entusiasmada que impressionou o planeta.

10 O futebol, depois de protagonizar até mesmo um guerra entre Honduras e El Salvador, agora, com a presença brasileira demarcou outra época: o esporte como mensageiro de paz. CAMPANHA ESPORTE E SAÚDE Em conjunto com o Ministério da Saúde, o Ministério do Esporte elaborou política específica para o esporte e lazer como Promoção da Saúde. Essa política envolve vários setores do governo e implica uma estratégia de ampla mobilização social, de modo a envolver grande número de entidades que possam atuar no mesmo sentido. São dois os eixos básicos da sua implementação: a. Campanha de publicidade/marketing nos meios de comunicação: Quanto ao primeiro foco, uma ampla campanha está sendo articulada, em conjunto e sob a coordenação da Secretaria de Comunicação de Planejamento Estratégico (Secom) da Presidência da República. Essa campanha pretende atrais outros parceiros, como veículos de comunicação e empresas que adotem as peças publicitárias que forem criadas. Pretende ser uma campanha permanente. b. Capacitação de profissionais: Os ministérios do Esporte e da Saúde vão capacitar 120 mil agentes de saúde para que se transformem, também, em agentes de esporte e lazer. Passarão a atuar na difusão de técnicas e conceitos sobre a atividade física como fator de promoção da saúde. INFRA ESTRUTURA O Ministério do Esporte empenhou R$ , em obras de infraestrutura conforme abaixo discriminado: AÇÃO Modernização de Núcleos de esporte e Lazer DOTAÇÃO AUTORIZADA EMPENHADO PAGO Implantação de Núcleos de Esporte e de Lazer Implantação de Infra-estrutura para o Desenvolvimento do Esporte Educacional Implantação de Centros Científicos e Tecnológicos para o Esporte Modernização de Centros Científicos e Tecnológicos para o Esporte Total * * Desse total 87% referem-se a emendas parlamentares

11 ATIVIDADES MEIO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO UG Continuando o processo de reestruturação desta subsecretaria, criamos uma coordenação Geral de Convênios - A COCONV que tem como missão principal prover apoio a todas as áreas do Ministério na formulação, alteração e prorrogação de Convênios, Termos Aditivos, Termos de Acordo e Termos de Parceria. Esperamos que esta coordenação aliada à Coordenação de Prestação de Contas de Convênios resolva definitivamente os problemas herdados na área de convênios da outra administração. Outrossim, no que concerne especificamente ao acompanhamento pelo Ministério, dos Contratos de Repasse firmados pela Caixa Econômica Federal, como mandatária da União, com os estados, municípios e entidades privadas sem fins lucrativos, para a realização de obras de infra-estrutura esportiva, o Ministério estará designando, proximamente, através de Portaria, servidor desta SPOA, para atuar junto a Caixa no levantamento de problemas e na busca de soluções para contratos em andamento prejudicados por qualquer tipo de pendência e ao mesmo tempo visitar, por amostragem, obras contratadas, com a finalidade de gerar relatório mensal que possibilite à SPOA solicitar, com a devida segurança, providências à Caixa para o saneamento dos problemas apontados. A SPOA ficou, assim composta por 7 Coordenações-Gerais: Orçamento e Finanças, Planejamento e Acompanhamento de Gestão, Modernização e Informática, Recursos Logísticos, Recursos Humanos, Prestação de Contas e Convênios. COORDENAÇÃO-GERAL DE ORÇAMENTO E FINANÇAS A Coordenação-Geral de Orçamento e Finanças do Ministério do Esporte tem por principais competências regimentais, de acordo com as disposições da Portaria ME nº 92, de 17/07/03, o planejamento, coordenação e acompanhamento das atividades orçamentárias, financeiras e contábeis e a responsabilidade pela execução financeira do Ministério LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2004 O Projeto de Lei Orçamentária para o exercício financeiro de 2004 destinou ao Ministério do Esporte recursos da ordem de R$ ,00 (cento e trinta e um milhões, cento e dez mil e seiscentos e oitenta e nove reais). Em 19 de janeiro de 2004, foi publicada a Lei nº , - LOA a qual agregou a este Órgão emendas parlamentares no valor de R$ ,00 (duzentos e vinte e sete milhões, noventa mil e seiscentos e nove reais). Do total de emendas apresentadas, cerca de R$ 200,0 milhões referiram-se ao Grupo de Despesa 4 Investimento, são voltadas para implementação ou modernização e reforma de espaços esportivos e o restante das emendas, de cerca de R$ 27,0 milhões foi direcionado para o atendimento do Grupo de Despesa 3 Outras Despesas Correntes basicamente para o funcionamento de núcleos dos Programas Esporte e

12 Lazer na Cidade e Segundo Tempo. A inserção dessas emendas elevou o orçamento do ME para R$ ,00 (trezentos e cinqüenta e oito milhões, duzentos e um mil e duzentos e noventa e oito reais), conforme discriminado no quadro a seguir: Discriminação PL 2004 LOA 2004 Orçamento Fiscal Outras Despesas Correntes + Investimentos Pessoal Ativo Orçamento da Seguridade Social TOTAL Fonte: Congresso Nacional No decorrer do exercício, o orçamento do Ministério do Esporte incorporou crédito extraordinário no valor de R$ ,00 (vinte e cinco milhões de reais), destinado a atender despesa imprevista com a realização dos Jogos Pan Americanos no Rio de Janeiro em 2007, e diversos créditos suplementares, solicitados com a finalidade de possibilitar o remanejamento de recursos entre os diversos Programas/Ações orçamentárias, de forma a adequar a execução às reais necessidades do Ministério. Tais créditos elevaram as dotações orçamentárias do Ministério (Lei + Créditos) para o total de R$ ,00 (trezentos e oitenta e quatro milhões, noventa e oito mil e trezentos e vinte e sete reais), conforme demonstrativo abaixo, segundo os grupos de despesa: Pessoal E Encargos Sociais Fonte: SIAFI Outras Despesas Correntes + Investimentos Total R$ 1, Destaca-se ainda que o Ministério do Esporte executa o orçamento da Unidade Orçamentária Recursos sob a Supervisão do Ministério do Esporte destinada exclusivamente à transferência para os Estados e Distrito Federal da parcela de 1,5% das Receitas de Contribuição de Concursos de Prognósticos, conforme estabelece o 2º do Art. 6º da Lei nº 9.615/98. À dotação constante da lei orçamentária desta Unidade, de R$ ,00, foram acrescidos créditos suplementares de R$ ,00 e de R$ ,00, elevando seu montante para R$ ,00, valor integralmente repassado às Secretarias Estaduais de Esporte, com base nas informações de arrecadação fornecidas pela caixa Econômica Federal, sem qualquer ingerência do Ministério do Esporte, conforme especificado no Anexo I. Tal soma de recursos permitiu a realização do pagamento de praticamente todo o valor das transferências relativas ao exercício de 2004, bem como de saldo de transferências do ano anterior, não realizada naquele exercício por insuficiência de crédito orçamentário. LIMITES ORÇAMENTÁRIOS E FINANCEIROS A partir da publicação do Decreto nº 4.992, de 18 de fevereiro de 2004, e suas alterações posteriores, fixaram-se os limites para movimentação e empenho do ME no montante de R$ ,00 conforme quadro a seguir, representando

13 cerca de 68% das despesas discricionárias autorizadas na LOA e limite financeiro de R$ ,00. R$ 1,00 Grupo de Despesa Limite Orçamentário Autorizado Limite Financeiro Outras Despesas Correntes Investimento TOTAL Fonte: Decreto nº e alterações posteriores Cabe destacar que dos limites orçamentários disponibilizados no decorrer do exercício, cerca de cinqüenta por cento ou R$ ,00 foram destinados ao atendimento das emendas parlamentares, normalmente voltadas à implantação de infra-estrutura esportiva em diversos municípios da Federação, sendo R$ ,00 para Investimentos e R$ ,00, para Outras Despesas Correntes. Em relação ao limite financeiro, estabelecido pelo Decreto n.º e alterações posteriores, de R$ ,00, visou-se o pagamento da programação do exercício de 2004, bem como dos restos a pagar de 2003, fixados em R$ ,00. Foram liberados adicionalmente recursos no valor de R$ ,00 para fazer face ao crédito extraordinário aberto pela medida Provisória nº 217, de 27 de setembro de EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA ANEXO II E ANEXO III No que diz respeito às despesas discricionárias, ou seja, sujeitas ao contingenciamento orçamentário, a execução do exercício de 2004, considerando-se os empenhos emitidos e as descentralizações efetuadas, foi de R$ representando cerca de 99,8% da dotação liberada, conforme quadro a seguir: R$ 1,00 Grupo de Despesa Limites Autorizados Empenhos Emitidos Valores Pagos Outras Despesas Correntes Investimentos TOTAL Fonte: SIAFI Analisando-se o Anexo II, observa-se também que os recursos orçamentários empenhados na programação, alcançaram 99,8% do total do limite autorizado para movimentação e empenho, incluindo o valor do Crédito Extraordinário de R$ ,00, autorizado para a Realização dos Jogos Pan- Americanos de A execução financeira limitou-se a apenas 52,6% da execução orçamentária, em decorrência, principalmente, do descompasso entre o valor do limite orçamentário liberado, inclusive para o atendimento de emendas, e a liberação de recursos financeiros.

14 Quanto às despesas de Pessoal e Encargos Sociais, os valores empenhados e liquidados, após abertura de Crédito Suplementar no decorrer do exercício, perfizeram a quantia de R$ ,00 (nove milhões, oitocentos e trinta e sete mil, seiscentos e oitenta e três reais), considerando-se as rubricas Pessoais Ativo e Encargos e a Previdência de Inativos e Pensionistas. Cumpre destacar a parceria firmada entre o Ministério do Esporte e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS que descentralizou recursos orçamentários, no montante de R$ ,00 (quinze milhões de reais), a fim de complementar recursos no desenvolvimento das ações finalísticas deste Órgão. Desse total o Ministério do Esporte executou a quantia de R$ ,00 (quatorze milhões, oitocentos e cinqüenta e seis mil reais) no reforço alimentar previsto nas atividades de desenvolvimento esportivo e a descentralização de R$ ,00 do Ministério da Cultura, para apoiar a realização dos Jogos Indígenas de Cabe finalmente observar, com base no Anexo III, que total do Limite Financeiro disponibilizado, o ME realizou pagamentos, no valor de R$ ,00 (duzentos e trinta e nove milhões, quatorze mil e quinhentos e trinta e quatro reais) referentes ao Orçamento 2004 e aos Restos a Pagar inscritos, gerando um saldo final de Caixa de R$ ,00, justificado pelo fato de que uma parte das entidades inscritas em restos a pagar encontravam-se impedidas legalmente de receber transferências e pela assinatura de convênios no final do exercício de 2004, sem tempo hábil para a respectiva transferência dos recursos financeiros, que devem realizar-se no transcorrer do exercício de 2005.

15 ANEXO I

16

17 ANEXO II

18 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DO MINISTÉRIO DO ESPORTE EM 2004 ORÇAMENTO FISCAL Lei + Limite Execução b/a Execução c/b Créditos Orçamentário (a) Orçamentária (b) % Financeira - % CUSTEIO E INVESTIMENTO Brasil no Esporte de Alto Rendimento ,5% ,1% Gestão das Polít Esporte e de Lazer ,0% ,2% Apoio Administrativo ,0% ,0% Inserção Social Prod Material Esportivo ,0% ,3% Rumo ao Pan ,0% ,6% Esporte e Lazer na Cidade ,8% ,6% Esporte de Criação nacional ,0% ,0% Segundo Tempo ,6% ,2% SUBTOTAL ,8% ,6% PESSOAL E ENCARGOS ,4% ,4% TOTAL FISCAL ,8% ,2% Obs: O Programa 1246 inclui Crédito Extraordinário de R$ 25,0 milhões. ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL Previdência de Inativos e Pensionistas ,0% ,0% Assistência Médica ,9% ,9% TOTAL SEGURIDADE SOCIAL ,0% ,4% CRÉDITOS RECEBIDOS Ministério do Desenvolvimento Social ,0% ,4% Condomínio (Outros Ministérios) ,0% ,7% Ministério da Cultura (1255) ,0% ,0% TOTAL CRÉDITOS RECEBIDOS ,3% ,3% ORÇAMENTO EXECUTADO PELO ME ,7% ,9%

19 ANEXO III

20 RESUMO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA Limite Financeiro - Decreto nº 5.027, de 31/03/2004 (a) Programação Restos a Pagar Processados Recursos Financeiros em 2004 (b) Recursos Financeiros em Caixa em 01/01/ Cota Financeira Recebida Pagamentos por Programas Brasil no Esporte de Alto Rendimento Gestão das Políticas Públicas Apoio Administrativo Produção de Material Esportivo Rumo ao PAN Esporte e Lazer na Cidade Criação Nacional e Identidade Cultural Segundo Tempo Pagamentos de Restos a Pagar 2003 (d) Saldo Financeiro em Caixa (e=b-c-d) Posição em 15/01/2005 Limites Execução Financeira Saldo RAP , , ,00 Programação , , ,00 Emendas , , ,00 Saldo Financeiro Disponível na CAIXA ,00 Total ,00

21 COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E ACOMPANHAMENTO DE GESTÃO CGPAG Iniciou o ano de 2004 direcionada para o novo Modelo de Gestão do PPA que, primeiramente, foi discutido no âmbito do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão com os órgãos da administração pública federal, tendo como referência o processo de planejamento do desenvolvimento do país. O modelo de gestão inspira-se no princípio de que a gestão pública ganha força para o cumprimento do que se espera do estado, quando é capaz de traduzir na sua forma de organização e de atuação, o modelo de desenvolvimento proposto e o Estado democrático que lhe dá suporte. A gestão de resultados deve aqui encurtar o espaço entre a atuação governamental e as demandas da sociedade organizada, bem como ampliar os espaços de diálogo, parceria e co-responsabilidade, potencializando suas funções e sua capacidade de, com eficiência, orientar seus meios, os processos e a produção de bens e serviços para os objetivos da sociedade. Em síntese, é um desafio de gestão, e cabe a este ser o fio condutor coerente de conceitos e práticas que organizem toda a administração pública: do planejamento (Plano e Programas) ao controle, passando pelo orçamento (Orçamentos anuais e Diretrizes Orçamentárias), execução orçamentária e financeira, produção de bens e serviços, gestão de recursos humanos etc., todo o ciclo do gasto e da gestão de recursos sendo avaliada pelos resultados dos programas. INSTRUMENTOS DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO A Constituição Federal estabelece os instrumentos fundamentais para a viabilização do processo de planejamento que se configuram no Plano Plurianual (PPA); na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA). O PPA por estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública federal, é o principal instrumento de planejamento, por conseguinte, de mudança econômica e social com vistas ao desenvolvimento do país. Para a racionalização do gasto público é necessária a implementação de procedimentos específicos que garantam a integração das ações, eliminação das sobreposições, preenchimento das lacunas e administração dos conflitos por ventura decorrentes da atuação de cada esfera de governo ou mesmo de unidades intragovernamentais. O CICLO DE GESTÃO DO PPA O ciclo de gestão do PPA compreende os eventos que, integrados ao longo de quatro exercícios, viabilizam o alcance dos objetivos de governo. Os processos de elaboração da programação, avaliação e revisão constituem as peças básicas do ciclo de gestão relacionadas com o manejo da programação sempre examinada num horizonte de médio prazo. A execução físico-financeira e o monitoramento das ações e programas estão relacionados com o manejo da programação examinada no horizonte de um exercício. A elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO, do Projeto de Lei dos Orçamentos Anuais LOA são também eventos importantes para a

22 implementação do Plano. Isto porque se parte do princípio de que o PPA executa-se anualmente por meio do orçamento. A programação do ano seguinte, contemplada na proposta orçamentária, deve idealmente tomar em conta os resultados estimados de médio prazo e o desempenho do ano anterior e do ano em curso. O decreto de Programação Financeira, elaborado no início de cada exercício, impacta igualmente, embora indiretamente, a execução do Plano, na medida em que restringe a execução orçamentária e financeira. O monitoramento consiste no acompanhamento contínuo da execução físico-financeira das ações e dos programas do PPA, permitindo análises para a identificação e superação das restrições. Ao final de cada exercício realiza-se a avaliação dos resultados da implementação do Plano. A avaliação compreende as atividades de aferição e análise dos resultados obtidos da aplicação de recursos, à luz da orientação estratégica. A revisão dos programas conclui o ciclo de gestão introduzindo as recomendações e corrigindo as falhas da programação identificadas na avaliação, com sentido de aprimorar continuamente a ação do governo. A revisão cumpre ainda o papel de manter uma perspectiva de médio prazo para toda ação de governo ao acrescentar um ano de programação a cada exercício. Dessa forma, o processo de revisão viabiliza a atualização do Plano sempre num horizonte de 4 anos, possibilitando que as decisões de curto prazo se orientem por uma visão de médio prazo. AVALIAÇÃO ANUAL DO PLANO E DOS PROGRAMAS A avaliação anual do PPA abrange todos os programas e é o procedimento utilizado para subsidiar a revisão anual do PLDO e a elaboração dos orçamentos anuais. Sua finalidade pode ser traduzida em quatro principais objetivos: prestar contas à sociedade; auxiliar a tomada de decisão; aprimorar a concepção e a gestão do plano e dos programas e; promover o aprendizado. A avaliação anual deverá gerar 2 produtos. O primeiro, um relatório intermediário cuja finalidade é subsidiar as decisões relativas ao processo de alocação do gasto, isto é, elaboração/revisão do PPA, elaboração do PLDO e do PLOA. O segundo, denominado de Relatório Anual de Avaliação, que deverá ser encaminhado ao Congresso Nacional até o dia 15 de setembro de cada ano, como subsídio à apreciação da Proposta de Lei Orçamentária. Os programas são avaliados pelos responsáveis por sua implementação envolvendo todos os executores e em certos casos ouvindo os beneficiários e interessados. O relatório de avaliação destes devem ser também analisados pelo órgão setorial, para avaliar a organização, numa visão conjunta da gestão e implementação dos programas. A avaliação qualitativa do Plano e dos programas é complementada, principalmente, pelo demonstrativo da execução física e financeira por programa e por ação, pelo demonstrativo da evolução dos índices de cada indicador por programa e avaliação da possibilidade de alcance do índice final previsto para cada indicador. Cabe destacar que a Prestação de Contas do Presidente da República, prevista no art. 95 da Constituição Federal, mais conhecida como Balanço Geral da União (BGU), deverá ser avaliada pelo Tribunal de Contas da União, a partir do exercício de 2004, entre outros aspectos, pelo resultado dos programas de governo, classificando-os, de acordo com os resultados alcançados, em programas satisfatórios ou insatisfatórios. A novidade decorre

23 do art. 20 da LDO de 2004 e implicará num esforço significativo da administração pública no sentido de assegurar qualidade aos indicadores de programas já existentes no projeto de lei do PPA, em tramitação no Congresso Nacional e de prover de indicadores os programas finalísticos, que por método deverão ter seus resultados aferidos por indicadores. A avaliação anual tem sido realizada em três etapas e em três instâncias: etapa gerente de programas, etapa ministério setorial e, por último, etapa Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A função de avaliação do plano do Governo Federal deve ser fortalecida com a instituição de um Sistema de Avaliação que possa assegurar a disseminação da cultura de avaliação e a efetividade do processo avaliativo. No âmbito do sistema de avaliação foi instituído, no órgão central do Sistema de Planejamento e Orçamento, uma comissão de monitoramento e avaliação que conta com unidades de monitoramento e avaliação, instituídas nas coordenações de planejamento de cada órgão como é o nosso caso. REVISÃO ATUALIZAÇÃO PERIÓDICA DO PLANO O dinamismo imposto à administração devido à grande velocidade com que evoluem os cenários nacional e internacional é capaz de tornar obsoleto em curto espaço de tempo um plano que se propõe ao cumprimento de metas para um período de quatro anos. Para garantir a atualidade do Plano e a eficácia desse instrumento de gestão pública, anualmente é apresentado ao Congresso Nacional projeto de Lei de Revisão do PPA, que incorpora as sugestões para melhoria dos programas apontadas no processo de avaliação, com o intuito de realinhar as ações de governo, adequando-as à evolução dos cenários interno e externo. Tais revisões devem ocorrer sem prejuízo do alinhamento dos programas e ações da administração pública federal aos desafios e megaobjetivos do Plano Plurianual. Uma inovação introduzida no PPA é a manutenção de uma base de planejamento com horizonte permanente de médio prazo, com a projeção de um exercício financeiro de programação a cada revisão do plano. Nos planos vigentes até então, o PPA cobria um horizonte de quatro anos, não passando de um exercício além do mandato do Chefe do Poder Executivo que o formulava. Com o passar do tempo, esse horizonte ia se reduzindo, com o Plano cobrindo período cada vez menor. Dessa forma, a ação planejada ia perdendo progressivamente seu horizonte de médio prazo. No último ano de vigência de um PPA, quando já não se possuía qualquer informação que pudesse orientar o planejamento, iniciava-se a elaboração do novo PPA. Com a adoção da programação plurianual físico-financeira deslizante pretende-se dar um caráter de permanência ao Plano Plurianual, mediante a projeção de exercícios futuros para além de seu período de vigência.

24 A GESTÃO DOS PROGRAMAS DO PPA Os programas do PPA buscam o enfrentamento dos desafios e problemas identificados na sociedade e são alinhados com a estratégia de desenvolvimento do Governo para o País. Neste sentido, os programas introduzem na administração pública uma gestão mais complexa e de riscos para as organizações e os gestores públicos. Passa-se de uma administração orientada a processos e ao ciclo produtivo de bens e serviços, para uma gestão orientada por resultados, para os impactos na sociedade advindos da ação governamental, geralmente dependente de uma maior integração entre organizações, mediante parcerias estratégicas para o seu atendimento. Embora mais efetiva, transparente e democrática, a gestão pública por resultados envolve processos aparentemente mais complexos do que a tradicional gestão hierárquica e baseada no comando e controle, isto porque são processos inovadores e de aprendizagem na marcha dos acontecimentos. Os programas foram concebidos para serem uma expressão dos resultados esperados pela atuação governamental e constituem uma referência para a prática de uma gestão por objetivo nas organizações. Comprometem e envolvem diretamente os Ministérios e suas unidades descentralizadas, responsáveis pela gestão dos programas a estes vinculados. Outro fator importante é que os programas, em seu conjunto, devem contribuir para a superação dos desafios e para o alcance da estratégia de desenvolvimento do país. Neste sentido, arranjos especiais de gestão devem ser implementados, num nível estratégico. As funções de cada ator, no processo de gestão dos Programas do PPA , foram claramente delimitadas. Parte-se da premissa que o titular do órgão é o detentor da responsabilidade pela consecução dos objetivos setoriais. Assim, foram propostos, além do dirigente máximo, três atores: Gerente, Gerente Executivo e Coordenador de Ação. Para o desempenho das atribuições respectivas, faz-se necessário que estes atores possuam atributos inerentes ao exercício das suas funções: criatividade, empreendedorismo, liderança, capacidade de negociação e de articulação, receptividade às mudanças e habilidade na gestão de pessoas; além de possuir o conhecimento técnico específico a depender de sua esfera de atuação. ARRANJOS PARA A GESTÃO DOS PROGRAMAS O novo Modelo de Gestão prevê a existência de colegiados formados para contribuir com a melhoria da gestão dos programas, atuando como fórum de coordenação e negociação, não eximindo os atores das responsabilidades inerentes a cada um. COMITÊ GESTOR DE PROGRAMA Todos os Programas Multissetoriais deverão contar com um Comitê Gestor formado pelo Gerente, pelos Coordenadores das Ações e pelo Gerente Executivo, se existente. O coordenador do Comitê Gestor de Programa é o Gerente. A principal função do Comitê é dar cumprimento ao objetivo do Programa, devendo para tanto, monitorar e

25 avaliar o desempenho do conjunto das ações. O Comitê deve constituir-se no centro de articulação interna do Programa onde serão definidas e adotadas soluções para a superação de eventuais restrições. Neste Comitê Gestor de Programa também se viabilizam os mecanismos de participação social envolvendo o público-alvo (como por exemplo, os instrumentos de aferição da satisfação dos usuários dos serviços e outros). COMITÊ DE COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS Esse Comitê, criado em cada órgão do Poder Executivo, tem por finalidade coordenar os processos de gestão dos programas para o alcance dos objetivos setoriais. Integram o Comitê o Secretário Executivo do Órgão, que o coordenará, o SPOA, os gerentes dos programas, podendo contar com os demais titulares das unidades. O funcionamento efetivo do Comitê de Coordenação dos Programas reforça a função e planejamento nos Ministérios e coloca a gestão dos programas na agenda da alta administração, estabelecendo a relação entre a gestão de cada Programa e a estrutura formal do órgão, permitindo o alinhamento e a consecução dos objetivos setoriais. Para tanto, deve-se compatibilizar, monitorar e avaliar os planos gerenciais de seus programas. Esse Comitê de Coordenação atuará de forma pró-ativa na eliminação de restrições, na gestão dos fluxos orçamentários e financeiros, na definição das prioridades do setor, na avaliação e revisão do planejamento setorial. INSTRUMENTOS DE GESTÃO DOS PROGRAMAS Plano Gerencial O Plano Gerencial, necessariamente presente em todo programa finalístico, é o instrumento que orienta a sua implementação, monitoramento e avaliação e estabelece os compromissos entre os diversos atores que interagem para o alcance de seu objetivo. São componentes do Plano Gerencial:! Estratégia de implementação;! Atores, parceiros e responsabilidades (análise situacional);! Arranjo de gestão;! Otimização de processos (se necessário);! Cronogramas de execução física e financeira;! Estratégia de Monitoramento e avaliação;! Fatores críticos de sucesso;! Forma de participação e controle da sociedade;! Recursos (humanos, materiais, logísticos e tecnológicos);! Critérios de elegibilidade e priorização de segmentos do público-alvo. Para os programas Unissetoriais e Intra-setoriais os compromissos serão firmados no âmbito do Comitê de Coordenação dos Programas. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES O Sistema de Informações Gerenciais SIGPLAN, do MP é instrumento informatizado adotado para o processo de elaboração, monitoramento, avaliação e

26 revisão dos programas do Plano Plurianual. É, portanto, o meio de comunicação e integração que fornece aos responsáveis pelo gerenciamento dos programas e também pelo monitoramento das informações necessárias para a execução dos programas. Estamos tentando desenvolver um sistema informatizado InfraSIG que auxilie a captação de informações sobre o andamento dos programas de cada unidade e subsidie os gerentes e os dirigentes na tomada de decisões. Este sistema deverá estar plenamente integrado com o SIGPLAN, com os sistemas prioritários, e de acordo com os padrões de interoperabilidade definidos pelo Comitê Executivo de Governo Eletrônico (CEGE). Será desenvolvido tendo como referência os programas e ser capaz de medir a eficiência (custos e prazos) e eficácia (atingimento das metas, com atendimento correto e pleno das especificações do produto) das ações, bem como permitir a avaliação da efetividade dos programas. SÍNTESE DOS TRABALHOS Todos os trabalhos requeridos pelos órgãos externos foram efetivados em tempo hábil e com elevado padrão de qualidade, incluindo-se aí não só a avaliação do PPA 2003, a revisão do PPA 2004/2007, a revisão e divulgação do Cadastro de Ações, a coordenação e consolidação da Tomada de Contas Anual do ME e do Balanço Geral da União, mas, também, a elaboração do material referente ao ME para os relatórios de realizações do Governo (primeiro e segundo semestres) e para a Mensagem Presidencial ao Congresso Nacional. Com efeito, a qualidade dos trabalhos produzidos e o fato de manter o acompanhamento sobre as realizações do Ministério, levaram a que a CGPAG fosse envolvida na elaboração e redação da maioria dos documentos requeridos pelos órgãos externos, em especial o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e a Presidência da República. Aliás, essas mesmas características reforçaram a atuação da CGPAG no atendimento às demandas e determinações dos órgãos de controle. Merece destaque aqui o nível de interação mantido com diversos órgãos a que o Ministério do Esporte necessita repassar informações como O MP, o Tribunal de Contas da União e a Casa Civil da Presidência da República, com os quais a CGPAG mantém excelente relacionamento. COORDENAÇÃO-GERAL DE MODERNIZAÇÃO E INFORMÁTICA CGMI O processo de estruturação da administração de modernização e informática focou-se no estabelecimento de um novo Patamar de Atendimento das Necessidades dos Usuários, Infra-Estrutura Técnica e nas Diretrizes Governamentais na Área de Tecnologia da Informação. A seguir é apresentado um detalhamento de cada uma das estratégias que nortearam o processo de estruturação da Modernização e Informática e as correspondentes ações empreendidas. As áreas de atuação foram organizadas, na forma de estratégias, as ações que permitiram a estruturação dos processos de provimento e gestão de recursos

27 técnicos do ME, levando em consideração: - Governo Eletrônico - Coordenação-Geral de Modernização e Informática - CGMI - Modernização - Suporte e Rede (Segurança) - Desenvolvimento e Sistemas GOVERNO ELETRÔNICO O Programa Governo Eletrônico do Poder Executivo Federal estabeleceu como diretrizes, a melhoria dos serviços prestados ao cidadão, a ampliação do acesso a serviços, a melhoria da gestão interna e a transparência e controle social sobre as ações de Governo. O Ministério do Esporte participa de 8 (oito) Câmaras do Governo Eletrônico, listadas a seguir com os seus integrantes: 1 - CÂMARA DE IMPLEMENTAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE ITI - Wodson Mota - Titular - Coordenador de Suporte e Rede - Paulo Roberto Lobão - Suplente - Coordenador de Desenvolvimento e Sistemas - Elisson Sousa da Costa - Suplente - Programador 2 - CÂMARA DE INCLUSÃO DIGITAL SLTI - Jorge de Andrade - Titular - Coordenador-Geral 3 - CÂMARA DE INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS STLI - Paulo Roberto Lobão - Titular - Coordenador de Desenvolvimento e Sistemas - Ygor Costa Lima - Suplente - Programador 4 - CÂMARA DE SISTEMAS LEGADOS E LICENÇAS SLTI - Jorge de Andrade - Titular - Coordenador-Geral 5 CÂMARA DE GESTÃO DE SITES E SERVIÇOS ON-LINE SECOM - Paulo Roberto Lobão - Titular - Coordenador de Desenvolvimento e Sistemas - Andréia Patrícia da Silva - Suplente - Web Designer 6 - CÂMARA DE INFRA-ESTRUTURA DE REDE SLTI - Wodson Mota - Titular - Coordenador de Suporte e Rede

28 7 - CÂMARA G2G SLTI - Jorge de Andrade - Titular - Coordenador-Geral 8 - CÂMARA DE GESTÃO DE CONHECIMENTO E INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA MRE - Jorge de Andrade - Titular - Coordenador-Geral - Paulo Roberto Lobão - Suplente - Coordenador de Desenvolvimento e Sistemas - Wodson Mota - Suplente - Coordenador de Suporte e Rede No Ministério do Esporte, em relação à área de Desenvolvimento e Sistemas da CGMI, todos os sistemas Internet e Intranet estão em conformidade com as normas e recomendações do Governo Eletrônico, através do Manual para a Elaboração de Páginas Governamentais do Comitê Executivo. Na área de Rede e Suporte da CGMI, as redes do ME e das Secretárias Nacionais de Esporte estão ajustadas às diretrizes em fase final de elaboração pelo e- Gov. ESTRUTURA FUNCIONAL A estrutura funcional da CGMI é apresentada no quadro abaixo. DAS CARGO/FUNÇÃO QUANTIDADE Coordenador-Geral de Modernização e Informática Coordenador (Rede e Suporte; Desenvolvimento e Sistemas; Modernização) 02 Quantidade total de Servidores Apoiada em empresas prestadoras de serviços, a CGMI conta com 42 (quarenta e dois) servidores, atingindo níveis de serviços superiores a 90 % (noventa por cento) o que a coloca num patamar de excelência. PDTI - PLANO DIRETOR EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A CGMI deu prosseguimento à execução do Plano Diretor de Investimento em Tecnologia da Informação para o Biênio 2004/2005 que apresenta a visão atual da área de informática e proposições quanto a equipamentos, softwares básicos, recursos de comunicação, metodologias, procedimentos operacionais, procedimentos de segurança, instalações físicas, recursos de comunicação, sistemas aplicativos, metodologias, procedimentos operacionais etc.

29 O PDTI prevê a utilização das tecnologias mais recentes como a implantação de softwares Livres, levando-se em conta a viabilidade de implantação das mesmas. As propostas estão enquadradas em padrões atualizados, tanto tecnológicos quanto governamentais, destacandose as normas do Governo Eletrônico (e-gov). O diagnóstico da situação atual sintetiza as informações coletadas no âmbito da Coordenação-Geral de Modernização e Informática (CGMI) do Ministério do Esporte, e serve de base para as propostas apresentadas. MODERNIZAÇÃO No exercício de 2004 a Modernização elaborou e disponibilizou as seguintes Normas: - Criação do Comitê Gestor da Internet, Intranet e do Governo Eletrônico;e - Norma de Serviço que disciplina o gerenciamento de documentos no âmbito do Ministério do Esporte. A Modernização participou e colaborou com os seguintes Manuais e Regimentos: - Reformulação do Manual de Convênios; e - Regimento Interno do Comitê Gestor da Internet, Intranet e do Governo Eletrônico. A Modernização implantou também o novo Sistema de Convênios e Prestação de Contas, no âmbito do Ministério. Foram realizados testes, em conjunto a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, no SIORG Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal. A Modernização acompanhou e participou dos seguintes trabalhos: - Grupo de trabalho para a implantação do Software Livre no Ministério do Esporte. A Coordenação de Modernização juntamente com os técnicos de informática da Coordenação de Suporte e Rede efetuou o levantamento de serviços informatizados e softwares em todo Ministério e Secretarias; - Grupo de sensibilização aos usuários sobre a nova plataforma a ser implantada, organizando palestras, amostras de vídeos e aulas de capacitação dos funcionários (terceirizados e servidores). Fez parte também da redação de estruturação do projeto, contemplando todas as etapas e cronogramas do processo de migração para o Software Livre; - Esteve presente em todos os seminários ministrados pelo Comitê Técnico de Implementação de Software Livre organizados pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação ITI; - Comissão Nacional de Classificação - CONCLA, órgão colegiado e diretamente subordinado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; - e-ping Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico. Grupo de Trabalho IV Organização e Intercâmbio de Informações;

30 - Jornada de Sensibilização para Segurança da Informação promovido pelo Comitê Gestor da Segurança da Informação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, realizado pela Agência Brasileira de Inteligência; - II Planejamento Estratégico do Comitê de Implementação de Software Livre; e - Pesquisa: Práticas de Gestão do Conhecimento na Administração Pública Direta desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA. BIBLIOTECA A biblioteca do Ministério do Esporte realizou, durante o ano de 2004, a manutenção dos sistemas Acervo e Clube do Livro com digitalizações das capas e digitação das sinopses dos registros já existentes e incorporação de novos títulos. No período das Olimpíadas, foram solicitadas pesquisas sobre o assunto. As maiores demandas do setor durante o ano foram às respostas de s institucionais e a doação de publicações. As atividades rotineiras da biblioteca foram: - Alimentação dos sistemas Acervo e Clube do Livro ; - Atendimento aos usuários; - Atendimento à solicitação de pesquisas; - Doação de material; - Empréstimos de publicações; - Respostas aos s institucionais; - Triagem do material recebido como doação. INFRA-ESTRUTURA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS A infra-estrutura de comunicação de dados do ME, permaneceu estável, havendo apenas a expansão prevista nos serviços, e instalação de novos pontos de acesso devido ao aumento natural da demanda. Dessa forma o ME conta com recursos de comunicação dimensionados às suas necessidades atuais e previstas para os próximos 12 (doze) meses, com garantia de que oferecerá aos seus usuários as informações disponíveis em sua Home Page, dentro de elevados padrões de desempenho e disponibilidade. PARQUE COMPUTACIONAL Os quadros a seguir demonstram a situação do parque computacional no ano de 2004.

31 Hardware no Período de 2004 Estações de Trabalho Exercício 2003 Exercício estações com configuração Pentium - 35 notebooks sendo 19 alugados - 5 Hand Held HP Jornada 720; - 1 Máquinas Fotográficas Digitais; - 10 Palm Top s estações com configuração Pentium - 25 notebooks - 5 Hand Held HP Jornada 720; - 1 Máquinas Fotográficas Digitais; - 10 Palm Top s. Impressoras Exercício 2003 Exercício impressoras laser coorporativas - 88 impressoras jato de tinta sendo 2 para impressão em papel A impressoras laser coorporativas - 53 impressoras jato de tinta sendo 4 para impressão em papel A3. Servidores Exercício 2003 Exercício servidores sendo 2 alugados e 1 servidor de backup com suporte a 7 fitas DLT 40/80 e monitoração de ambiente (CMC) servidores sendo 2 alugados e 1 servidor de backup com suporte a 7 fitas DLT 40/80 e monitoração de ambiente (CMC).

32 Ativos de Rede Exercício 2003 Exercício Switches modulares com 8 módulos de 48 portas Fast; - 3 módulos Gigabyte; - 1 módulo de expansão Gigabyte (4 portas); - 1 expansão de memória para Switch central SNE (SSR-2000); - 2 anos de garantia do parque de Ativos de Rede; - 1 módulo de roteamento; - 1 Switch 24 portas Xylan Fast; - 6 Switches empilháveis 24 portas Fast com módulo de gerenciamento e módulo Gigabyte; - 1 Software de gerenciamento; - 3 Roteadores: CISCO com Balanceamento de carga; CISCO. - 4 Switches de 24 portas Fast; - 5 Hubs de 24 portas. - 3 Switches modulares com 8 módulos de 48 portas Fast; - 3 módulos Gigabyte; - 1 módulo de expansão Gigabyte (4 portas); - 1 expansão de memória para Switch central SNE (SSR-2000); - 1 ano de garantia do parque de Ativos de Rede; - 1 módulo de roteamento; - 1 Switch 24 portas Xylan Fast; - 6 Switches empilháveis 24 portas Fast com módulo de gerenciamento e módulo Gigabyte; - 1 Software de gerenciamento; - 3 Roteadores: CISCO com Balanceamento de carga; CISCO. - 4 Switches de 24 portas Fast; - 5 Hubs de 24 portas.

33 REDE Diagrama de Rede Legenda - Link:Conexão que interliga duas extremidades da rede - KBPS:Kbyte por segundo - MBPS:Megabyte por segundo ADMINISTRAÇÃO DE REDE No ano de 2004 a Rede do Ministério do Esporte se manteve com a plataforma Windows 2000 Professional para as estações e Windows Advanced Server para os Servidores. A monitoração dos Servidores é feita através da ferramenta Vantage e os ativos de rede através da ferramenta NetSigth.

34 SEGURANÇA DE AMBIENTE Atualmente toda a rede é protegida por antivírus e a sala dos Servidores pelo CMC que faz controle de acesso, temperatura, umidade e fumaça. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Atualmente o ME dispõe de Política de Back-up e de dois cofres a prova de fogo para armazenamento das fitas de back-up. Possui também uma Library de back-up com 6 (seis) fitas DLT 40/80 Gbytes, 3 (três) JAZZ de 2 Gbytes, 3 (Tres) fitas DLT 40/80 Gbytes,1 DAT de 4Gbytes e o software CA-ArcServer para gerenciar o backup dos servidores Exchange 2000 e SQL LICENÇAS DE SOFTWARE Atualmente todos os softwares utilizados no ambiente computacional do ME estão com versões atualizadas e são licenciados, não existindo nenhum deles em situação irregular. CORREIO ELETRÔNICO Divisão dos serviços correios Exchange Em 2003 Em caixas de correio; ME caixas de correio; Utilização de 6,67 Gbytes de disco ME - Utilização de 3,70 Gbytes de disco. SNE caixas de correio; SNE -Utilização de 2,64 Gbytes de disco. A tabela acima apresenta divisão dos serviços de correios entre dois servidores, um para o prédio da Esplanada e outro para o Prédio do DNIT. Esta divisão possibilitou sensível diminuição no tráfego de dados entre os dois prédios. SERVIÇOS DISPONIBILIZADOS NA REDE CORPORATIVA DO ME Com relação aos serviços prestados pela rede interna do ME, não houve mudança de serviços do ano de 2003 para Já com relação aos serviços externos (Acesso Internet, Site Web), foi implementado um servidor de cache (proxy), possibilitando sensível diminuição de tráfego de dados no link de saída para a Internet. INTRANET Ação de destaque da CGMI foi a Implementação da nova versão da

35 INTRANET com facilidades para promover a comunicação interna ao Ministério. A primeira versão foi implantada em Novembro de 2000 e atualmente temos a interface e serviços mostrados a seguir.

36 SERVIÇOS DISPONÍVEIS NA INTRANET - Ouvidoria; - Organograma; - Quadro de Avisos; - Modelos de documentos; - Informativos sobre o Ministério; - Clipping; - Boletim de Serviços; - Sistema de Help-Desk; - Solicitação de Serviços à CGLOG; - Mapa do Site; - Downloads; - Estatísticas do Portal do ME; - Quem é quem; - Mural eletrônico; - Sistema de Protocolo CPRODWEB; - Sistema de Recursos Humanos; - Sistema de Portaria Web; - Programação de Cinema; - Boletim Eletrônico; - Galeria de Fotos; - Silab Web; - Clube do Livro; - Biblioteca Acervo; - COGIN; - SoftwareLivre. Esporte.

37 SISTEMAS APLICATIVOS Sistemas de Apoio Administrativo Desenvolvidos e implantados pela CGMI Produto SAI - Sistema de Atendimento da Intranet Benefícios O Sistema de Administração da Intranet tem por objetivo permitir que os técnicos da Coordenação-Geral de Modernização e Informática CGMI do Ministério do Esporte realizem a administração e o controle de segurança de todos os sistemas publicados na Intranet do mesmo. SIGA - Sistema de Gerenciamento de Atendimento ao Usuário Gerenciar os equipamentos que compõem a estrutura de Informática do Ministério, bem como os atendimentos dos chamados abertos pelos seus usuários; permitindo ao gestor um controle efetivo. CPRODWEB O CPROD.net tem como objetivo controlar os processos e documentos recebidos e expedidos pelo Ministério do Esporte-ME, no que diz respeito à sua gestão documental (registro, classificação, tramitação, arquivamento, expedição, avaliação, transferência, pesquisa e gerenciamento). BANCO DE IMAGENS A função global do sistema é agrupar, gerenciar e disponibilizar as imagens na Internet e Intranet. Possibilita a outros sistemas o acesso e a utilização das imagens que antes eram exibidas estaticamente na Internet. LOGÍSTICA ON-LINE - CGLOG O Sistema de Logística On-Line tem como objetivo controlar os chamados solicitados pelos funcionários do Ministério do Esporte-ME, no que diz respeito à logística (ar condicionado, chaveiro, cortina, divisória, marcenaria, pintura, piso, reparo e outros). AUDIÊNCIAS DO GABINETE DO MINISTRO O sistema visa o agendamento e controle das audiências e visitas realizadas para o Ministro, o Chefe de Gabinete, Secretário Executivo e Assessores do Ministro. SISRH - Sistema De Recursos Humanos Manter de forma integra e definitiva dados dos funcionários do Ministério do Esporte (funcionários comissionados, prestadores de serviço, estagiários) e seus respectivos cargos e unidades de trabalho. Também tendo como finalidade emitir relatórios e controlar a emissão de folhas de ponto. SISTEMA DE PLEITOS É um cadastro completo de políticos que controla os tramites parlamentares no Ministério do Esporte, as votações no Congresso Nacional e vincula com o Sistema de Audiências do Gabinete.

38 CONTROLE DE EXPEDIENTES / DOCUMENTOS Tem por objetivo gerenciar documentos oficiais para a Consultoria Jurídica. Através do sistema é possível manter um histórico de movimentação de documentos (data de criação, alteração, exclusão e responsáveis por cada etapa), padronizar a geração de documentos conforme normas do manual da Presidência da República e controlar de forma integra a numeração para cada tipo de documento. BIBLIOTECA - ACERVO CLUBE DO LIVRO O principal objetivo deste sistema é automatizar parte do trabalho que atualmente é feito manualmente pelos funcionários da biblioteca. Gerenciar os livros da biblioteca do ME e disponibilizá-los para todos os servidores para empréstimo, reserva, renovação e consulta através da Intranet, e disponibilizar a consulta de livros para todos que acessam o portal ME na INTERNET. O objetivo do sistema é automatizar o encontro e o intercâmbio esportivo-cultural entre os diferentes povos JOGOS INDÍGENAS indígenas brasileiros, revelando ao público o universo que traduz a harmonia e equilíbrio das sociedades tribais, manifestado através de suas danças, cantos, pinturas corporais e gestos esportivos próprios, o autêntico ritual do esporte de criação nacional. CALENDÁRIO DESPORTIVO NACIONAL Disponibilizar e disseminar, ao público brasileiro, as informações a respeito de eventos esportivos; Contribuir para a sistematização unificada do esporte nacional de alto rendimento; Contribuir para preservação da memória do esporte brasileiro. SEGUNDO TEMPO Tem como objetivo disponibilizar um sistema de cadastro On- Line possibilitando o acesso à prática e à cultura do Esporte, visando o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens; e formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida. OUVIDORIA Sua missão é sugerir medidas de aprimoramento e buscar soluções para os problemas apontados. JOGOS DA JUVENTUDE Um controle geral dos Jogos da Juventude, tendo um módulo de inscrições on-line dos participantes, cadastro dos torneios e seus resultados. JEB S - Jogos Escolares Brasileiros Fomentar o desporto escolar; Proporcionar o intercâmbio social e esportivo no País; Estimular os estados a incrementarem suas infra-estruturas esportivas para receber os eventos. PINTANDO A LIBERDADE Controla a distribuição de material esportivo produzido por presidiários.

39 SAP - Sistema De Atualização Do Portal Tem o objetivo de controlar as atualizações feitas no Portal do Ministério do Esporte, permitindo que estas sejam realizadas diretamente pelos seus usuários de forma eficiente, bem como o acesso aos módulos restritos dos diversos sistemas e aplicações desta instituição que são acessados e atualizados via Internet. BOLSA-ATLETA CLIPPING SGP - Sistema de Gerenciamento do Portal Formulário on-line de proposta de participação no programa Bolsa-Atleta. O programa garantirá uma manutenção pessoal mínima aos atletas de alto rendimento beneficiados, buscando dar condições para que se dediquem ao treinamento esportivo e participação em competições visando o desenvolvimento pleno de sua carreira esportiva. Cadastro de Clipping On-line na Internet para a Intranet. Tem o objetivo de controlar as atualizações feitas no Portal do Ministério do Esporte, permitindo que estas sejam realizadas diretamente pelos seus usuários de forma eficiente, bem como o acesso aos módulos restritos dos diversos sistemas e aplicações desta instituição que são acessados e atualizados via Internet. PROJETOS ESPORTIVOS SOCIAIS O objetivo do sistema de projetos esportivos sociais é o foco social com obtenção de chancela através de um formulário padrão com obrigatoriedade de preenchimento, com digitação on-line, para posterior apresentação e avaliação do Conanda. PROJETO DE MIGRAÇÃO SOFTWARE LIVRE CENSO DO ENSINO SUPERIOR Processo de migração de todos os Sistemas do ME para Software Livre. Levantamento junto às instituições de Ensino Superior sobre o censo escolar. PORTARIA WEB Sistemas de controle de entrada e saída de visitantes ao prédio do ME. FUNDAC S O objetivo do sistema de projetos esportivos sociais é o foco social com obtenção de informações sobre as FUNDAC s do Brasil através de um questionário padrão para posterior apresentação e avaliação do Conanda. CONFERÊNCIA NACIONAL DO ESPORTE CONVÊNIOS Cadastro de Emendas sobre o Texto Básico para a sistematização nas Conferências Estaduais e na Conferência Nacional; Sistema de Sistematização das Emendas apresentadas; Credenciamento de Delegados e Suplentes. Controle de prestação de contas dos Convênios firmados pelo ME.

40 JUB s - Jogos Universitários Brasileiros BOLETIM ELETRÔNICO CONTROLE DE DIÁRIAS E PASSAGENS SISTEMA DE PEDIDOS Fomentar o desporto universitário; Proporcionar o intercâmbio social e esportivo no País; Estimular os estados a incrementarem suas infra-estruturas esportivas para receber os eventos. Sistema de envio de notícias do Ministério do Esporte a um grupo de pessoas cadastradas. Controle de requisições e atualizações de emissão de passagens e diárias. Controla os chamados solicitados pelos funcionários do condomínio. REDE CENESP Manter e disponibilizar informações a respeito das atividades desenvolvidas e em desenvolvimento pelos integrantes da Rede Cenesp. Avaliação de desempenho de Atividade Técnico Administrativo. INFRA ESTRUTURA TÉCNICA A existência de uma Infra-estrutura Técnica de Informática adequada é prérequisito fundamental para o atendimento ás necessidades de sistemas de informação e de facilidades fornecidas por aplicativos de apoio, requeridas pelos usuários do Ministério. Um número grande de ações foi implementado no sentido de melhorar qualitativamente e quantitativamente a Infra-estrutura Técnica de Informática disponível para utilização, sendo estas apresentadas a seguir. - Estabelecimento de procedimentos computacionais para Gerência de Bens de Informática, de forma a que todo e qualquer tipo de Bem de Informática (Hardware e Software) seja passível de rigoroso gerenciamento e controle. - Implantação de procedimentos computacionais para solicitação de ajuda, utilizando facilidades do tipo INTRANET, que proporcionam fácil utilização, alta disponibilidade e a noção de uso espontâneo, de forma que todo e qualquer tipo de solicitação de suporte seja passível de um melhor gerenciamento e controle. - Promoção de um notável aumento do quantitativo de recursos do Parque Computacional disponível no Ministério, de forma a melhorar a relação equipamento disponível/ servidor. Este aumento abordou os seguintes itens: - Microcomputadores, - Dispositivos de Impressão; - Software Básico; - Software de Apoio; e

41 - Facilidades de Rede. - Incorporação de métodos procedimentos computacionais e softwares, para Gerência de Rede, de forma que todo componente (ativos e passivos) seja passível de rigoroso gerenciamento e controle. Estes métodos e procedimentos deram especial atenção aos seguintes assuntos: Disponibilidade da Rede, Desempenho da Rede, Problemas na Rede e Mudanças na Rede e Política de Segurança de Rede. - Padronização do parque computacional em relação ao sistema operacional (Windows 2000 próprio para ser utilizado em ambientes corporativos), e nas ferramentas básicas de automação de escritório (Office 2000 Standard). HELP - DESK O número de atendimentos de suporte técnico junto ao usuário, solucionando, dirimindo e acompanhando suas dúvidas, problemas e necessidades, manteve-se estável. Help Desk Quantidade de Técnicos Quantidade de Chamadas (Média mensal) INTERNET A CGMI implantou a primeira página Internet em Julho de 2000 com

42 facilidades para promover a comunicação e a disponibilização de serviços do Ministério com a sociedade. Atualmente encontra-se em funcionamento a 5ª atualização com a interface mostrada a seguir. Cabe destacar que a página do ME pela segunda vez consecutiva, encontra-se entre as 10 mais votadas do ibest na categoria Governo. CONCLUSÃO Para atender as demandas de maneira eficaz, em um ambiente caracterizado pela velocidade das mudanças, torna-se indispensável um gerenciamento baseado no foco em prioridades e objetivos. Por esta razão a introdução da tecnologia da informação no âmbito do Ministério do Esporte revela a intenção de agilizar e modernizar os processos pela aplicação de novas técnicas, associadas a normatização e metodização. Como o processo de Tecnologia da Informação é dinâmico e exige soluções rápidas e eficientes, a busca de novas alternativas viáveis passou a ser uma constante, pois a medida em que crescem as demandas, também crescem em maior proporção às exigências para a solução de problemas com resultados imediatos, eficientes e eficazes. Diante desse fato, buscamos solucionar os problemas que exigem urgentes soluções e priorização das metas e ações definidas no Planejamento Estratégico elaborado pelo Ministério do Esporte.

43 COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS LOGÍSTICOS O presente Relatório de Gestão tem como propósito trazer para apreciação os elementos informativos sobre o desempenho da CGLOG no transcorrer do exercício de As informações aqui apresentadas congregam os resultados de todos os segmentos que integram a estrutura básica da Coordenação. A apreciação dos atos e fatos administrativos, após a devida consolidação, deixa antever um quantitativo substancialmente elevado de realizações, não obstante os eventuais percalços que diuturnamente se apresentam em nossa área de atuação. REALIZAÇÕES Neste tópico demonstramos as ações relevantes desenvolvidas no ano, destacando-se, quando julgado adequado, o agrupamento de dados e informações com o propósito de facilitar a compreensão e a análise dos seus elementos constitutivos. ADMINISTRAÇÃO PREDIAL Manutenção e Instalações - Remanejamento de divisórias com instalação de baias na Consultoria Jurídica; - Ampliação do Sistema Telefônico com aumento de mais 90 ramais; - Substituição das divisórias; - Instalação de isolamento acústico na Secretaria-Executiva; - Reforma na área da garagem para realocação do Serviço de Transporte, Coordenação-Geral de Planejamento e parte da Coordenação-Geral de Prestação de Contas; - Substituição de luminárias e instalação de interruptores em salas. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS O quadro a seguir evidencia a diversidade e o quantitativo de serviços prestados aos usuários desta Coordenação.

44 SERVIÇOS QUANTIDADES Remanejamento de Divisórias 11 Controle de Faturas Telefônicas Verificação e Análise (LINHAS MÓVEIS) 24 Controle de Faturas Telefônicas Verificação e Análise (LINHAS FIXAS) 24 Autorização Fora do Expediente 5 Confecção de Carimbos 182 Emissão de Termo de Responsabilidade p/ Celular 106 Movimentação de Mobiliário 920 Autorização de Saída de Material Permanente 415 Análise e Conferência de Documentos do Condomínio 11 Remanejamento de Linhas e Ramais 217 Troca de Lâmpadas 39 Instalação de Pontos de Rede 86 Instalação de Tomadas 53 Chamadas Logística On Line 230 TOTAL LICITAÇÕES E CONTRATOS A área de licitações e contratos foi bastante exigida no decorrer do ano, mercê da grande demanda de aquisições de materiais e contratações de serviços. Conforme destacado adiante, as ações se desenrolaram desde a análise de Projetos Básicos, os quais incorporaram Planilhas Orçamentárias, Planos de Trabalho e Cadernos de Encargos, até a elaboração de editais e o desenvolvimento dos certames licitatórios. EDITAIS ELABORADOS - Serviços de tradução de texto; - Serviço de telefonia móvel pessoal no DF; - Fornecimento de Jornais e Revistas; - Fornecimento de Projetores de multimídia; - Fornecimento de combustíveis, troca de óleo, borracharia e lavagem completa de veículos; - Realização da Conferência Nacional do Esporte; - Locação de central privativa de comutação telefônica; - Contratação de serviço de telefonia fixa comutada; - Fornecimento de hospedagem para participantes da Conferência Nacional do Esporte; - Serviço de Copeiragem e Garçon; - Aquisição de Estações de Trabalho;

45 - Aquisição de 25 Notebooks; - Serviços de revelação e ampliação fotográfica; - Serviços de Reprografia; - Fornecimento de clipping; - Fornecimento de materiais de expediente, acondicionamento, embalagem, áudio e vídeo; - Fornecimento de materiais de processamento de dados; - Aquisição de quatro servidores de rede; - Análise e ajustes no edital para construção e instalações para a realização dos jogos Pan Americanos Rio CERTAMES LICITATÓRIOS O quadro apresentado a seguir evidencia o quantitativo de processos de licitação realizados em 2004, por modalidade, merecendo destaque o avanço significativo da modalidade de Pregão. Quantidades Concorrência T P Pregão Total DEMONSTRATIVO CONSOLIDADO - MODALIDADE PREGÃO A modalidade de Pregão, conforme tivemos a oportunidade de ressaltar anteriormente, confirmou a tendência já sinalizada no exercício anterior e se firmou modalidade principal nas atividades de compras e contratação. No exercício recém encerrado, a redução dos valores efetivamente contratados, no montante de R$ ,00, quando confrontados com a perspectiva de gastos decorrente das pesquisas de mercado, na cifra de R$ ,00, atingiu uma redução de R$ ,00.

46 Resultado dos Pregões ,01 Valor Inicial Valor Adjudicado Diferença Obtida % Redução 0 Em linhas gerais, considerando a média de todos os certames, foi obtida uma diminuição em torno de 62%. CONTRATOS EM VIGOR ANEXO I. As informações gerais sobre os contratos vigentes, estão insertas no DISPENSA E INEXIGIBILIDADE Os processos de Dispensa e Inexigibilidade demandaram recursos da ordem de 3,3 milhões de reais, estando assim distribuídos: Quantidade Dispensa Inexigibilidade Total

47 Valores Dispensa Inexigibilidade Total GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO A correta e adequada gestão de materiais e patrimônio é, com certeza, ação de grande importância para que as organizações atinjam os seus propósitos. Neste subtítulo, ressaltamos o equilíbrio verificado entre o estoque, a entrada de material e as saídas do almoxarifado. Essa situação, com certeza, contribuiu efetivamente para que as unidades do Ministério não fossem impactadas por eventuais falhas de suprimento. DEMONSTRATIVO DE MATERIAL DE CONSUMO Saída de Materiais Valor Qtd.Req VOLUME DE REQUISIÇÕES As informações contidas no quadro abaixo indicam o quantitativo de requisições dirigidas ao Almoxarifado e viabilizam a antevisão de uma distribuição média equilibrada em todos os meses do ano.

48 658 Requisições de Material JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO DEMONSTRATIVOS DE MATERIAL PERMANENTE patrimonial. Este segmento do relatório aborda o tema relativo às ações da gestão Serão disponibilizadas informações sobre desfazimento de bens, as incorporações e o quadro geral das atividades julgadas mais relevantes no contexto desta macro-função. INCORPORAÇÃO DE BENS (POR CONTA) As incorporações descritas abaixo correspondem ao acréscimo patrimonial decorrente de aquisições, cessões e doações. DESCRIÇÃO QUANTIDADE VALOR. APARELHOS EQ. DE COMUNICAÇÃO ,00 APARELHOS EQ. PARA ESPORTE E DIVERSÃO ,00 APARELHOS E UTENSIL. DOMÉSTICOS ,00 COLEÇÕES MAT.BIBLIOGRÁFICOS ,85 MAQUINAS E EQ DE NATUREZA INDUSTRIAL ,00 EQ AUDIO, VIDEO E FOTO ,20 MAQ. UTENSÍLIOS E EQ. DIVERSOS ,96 EQUIPAMENTOS PROCESSAMENTO DE DADOS ,29 MAQ. INSTRUM. EQUIPAMENTOS DE ESCRI TÓRIO ,00 MOBILIÁRIO EM GERAL ,20 VEÍCULOS DIVERSOS ,81 TOTAL ,31

49 ATIVIDADES DA ÁREA DE PATRIMÔNIO Termos de Responsab. Rec/Distrib. Equip. Informática Mud. e Recolhimentos Solic. Serviços Termo de Cssão/Doação Cham. Manut. Sist./ Equipamento Notas de Entrad. COMUNICAÇÕES ADMINISTRATIVAS Na área de Comunicações Administrativas são apresentados, os quantitativos globais de processos e documentos movimentados no exercício. O total obtido, conforme discriminado no quadro abaixo, alcançou a cifra significativa de documentos, nas condições especificadas. SERVIÇO DE TRANSPORTE Q u a n t id a d e s D O C. T R A M IT A D O S P R O C E S S O S C A D A S T R A D O S C O R R E S P O N D Ê N C IA S E X P E D ID A S T O T A L

50 A utilização de transporte no Ministério, englobando o quantitativo de requisições emitidas, bem como, o valor resultante esta demonstrada no quadro a seguir: Uso de Transporte Valor Qtd.Req O refinamento do controle aliado a maior intensidade do uso compartilhado, permitiu uma redução de gastos da ordem de 15%, comparativamente ao exercício anterior, não obstante o significativo aumento no volume das atividades e serviços do Ministério. REPROGRAFIA A visão conceitual do serviço de reprografia esta sendo reformulada, de modo a permitir a conexão das novas máquinas à rede corporativa de dados do Ministério, viabilizando substancial economia com a aquisição de cartuchos e gastos com manutenção de equipamentos. Além disso, será possível otimizar o uso dos recursos disponíveis e reduzir expressivamente as despesas com papel. seguir: A situação deste segmento no exercício de 2004, esta representada a Reprografia Qtd. Requisições Valor

51 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Neste contexto, são abordados os temas relativos a passagens aéreas, diárias e telefonia. O exercício de 2004, mercê do avanço inquestionável dos programas finalísticos afetos ao Ministério, motivou um trânsito de maior amplitude, se comparado ao ano anterior. Ao final, foram contabilizadas requisições de passagens aéreas e 932 pedidos de diárias, denotando algo em torno de 22,45% maior que No domínio da telefonia, tanto fixa comutada quanto móvel celular, os valores não sofreram majoração de monta em relação ao exercício anterior. Na verdade, em razão dos preços obtidos no pregão para contratação de serviço móvel celular, há a expectativa de razoável redução naquele serviço. Tendo em vista que a empresa contratada, não obstante nossas reiteradas cobranças, ainda não ter apresentado todas as faturas de 2004 alegando problemas técnico-operacionais, infelizmente ficamos impossibilitados de disponibilizar os elementos necessários à demonstração desse fato. CONCLUSÃO Ao encerramos mais um exercício, consideramos ter obtido razoável nível de sucesso no desempenho das nossas atividades e no atendimento às demandas dirigidas as Coordenações de área. Para o exercício que recém inicia, continuamos com o propósito de obter maiores e melhores índices de eficiência na prestação dos serviços que nos são afetos. Para finalizar, ratificamos a nossa permanente disposição de atuar em perfeita e estreita sintonia com as diretrizes e recomendações emanadas da Direção maior desta casa.

52 ANEXO I DEMONTRATIVO DE CONTRATOS

53 COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS NATUREZA E COMPETÊNCIA Compete planejar, coordenar, acompanhar, orientar e supervisionar, no âmbito do Ministério, a política de recursos humanos compreendendo as atividades de administração e pagamento de pessoal, de desenvolvimento de recursos humanos e aplicação da legislação, seguindo as diretrizes emanadas do Órgão Central de Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal SIPEC, e composta conforme a seguir: - Coordenação de Administração de Pessoal; - Divisão de Cadastro, Pagamento e Benefícios; - Divisão de Normas e Legislação; e - Divisão de Capacitação. Durante o exercício de 2004 esta Coordenação-Geral de Recursos Humanos no âmbito de sua competência Regimental, conforme Portaria nº 92, de 17 de julho de 2003, publicada no DOU de 21 de julho de 2003, e, em articulação com o Órgão Normativo do Sistema de Pessoal Civil, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Assessoria de Controle Interno e Consultoria Jurídica deste Ministério, buscou sempre cumprir seus mister em perfeita sintonia com as normas legais vigentes. Coerente com o preceito regimental, a Coordenação-Geral de Recursos Humanos em sua grande maioria de execução diária, tem a destacar algumas atividades, relacionadas a seguir: - Certidão de tempo de serviço, emissão de carteiras funcionais, folha de ponto, homologação/concessão de licença prêmio, controle de entrega de imposto de renda, férias, nomeações, exonerações, auxílio-alimentação, pré-escolar, transporte, ajuda de custo, auxílio-moradia, concessão e pagamento de progressão funcional, Guia de Recolhimento do FGTS e Informação a Previdência Social GFIP, avaliação e pagamento da Gratificação de Desempenho de Atividade Administrativa, cessão e redistribuição, diversos expedientes como: ofícios, memorandos, memorando-circulares, declarações, informações, pareceres, despachos, inclusão de pensão e aposentadoria no modulo SISAC/TCU, etc. De acordo com o Decreto nº 4.668/2003, e a Portaria nº 92/2003, que se refere ao Regimento Interno, informamos que devido às grandes mudanças e reorganização no âmbito deste Ministério, e, ainda, em virtude da grande carência de pessoal, considerando também as muitas dificuldades nas novas alocações dos servidores, e indefinições das atribuições, não foi possível oferecer um maior investimento na qualificação dos mesmos, conforme demonstrado no quadro nº 4.

54 AÇÕES A SEREM IMPLEMENTADAS Manual de Rotinas e Procedimentos na Coordenação-Geral de Recursos Humanos CGRH Tem como objetivo facilitar o desenvolvimento e a rotina dos trabalhos pertinentes à área de RH e compilar toda a legislação vigente sobre todos os assuntos de interesse. O Manual de Rotinas e Procedimentos na Coordenação-Geral de Recursos Humanos, que estava para ser implementado não nos foi possível, tendo em vista que até a presente data não foi nomeado Pessoa responsável pela Área de Legislação desta CGRH, assim, dificultando a confecção do referido manual, esta CGRH iniciou os trabalhos, mas realmente faz-se necessário uma pesquisa bem detalhada em cada assunto que envolva a parte cadastral, pagamento, benefícios,direitos e deveres desta Coordenação-Geral, uma vez que, em 2003 seria nomeada uma pessoa com perfil para a referida área, estamos aos poucos providenciando. Projeto de Qualidade de Vida Este Projeto visa à valorização do potencial humano no setor público, recomenda que as instituições públicas invistam em métodos e ferramentas gerenciais que proporcionem a melhoria das condições físicas do trabalho, a disponibilização de benefícios, serviços, atividades e oportunidades aos servidores, proporcionando maior qualidade de vida no trabalho. Informamos que no ano de 2004, não foi possível a implantação do Projeto Qualidade de Vida neste Ministério, uma vez que não dispomos de recursos orçamentários, e ainda a grande carência de servidores reinante nesta Pasta. Cursos à Distância - Projeto em parceria com a Coordenação-Geral de Modernização e Informática em cursos à distância, relativos aos cursos de Windows, Word, Excel, Power Point e outros. Os servidores irão fazer os referidos cursos direto nos computadores, disponíveis em suas Unidades Administrativas de exercício, terão flexibilidade de horário administrando seu próprio tempo, não precisarão se ausentar do ambiente de trabalho. Após reunião com a Coordenação-Geral responsável pela área de Informática, fomos informadas que por falta de disponibilidade de tempo a ação será implementada em Implantação de Sistema de Legislação de Pessoal Catalogar e centralizar toda a legislação referente a Pessoal, com o intuito de facilitar consultas, buscando maior agilidade no acesso às informações. Conversando com os servidores da informática fomos informadas do quanto é complicado a montagem de um sistema de legislação, uma vez que, é necessário incluir a redação da legislação, a equipe está buscando uma forma de como migrar a legislação de um sistema já existente.

55 Fomos orientados de que no momento o melhor seria continuarmos usando o Datalegis, sistema este que se encontra disponível. AÇÕES EM FASE DE DIVULGAÇÃO Manual do Estagiário Definir os procedimentos técnicos, administrativos e operacionais necessários à execução do Programa de Estágio Curricular dos estudantes, quando contratados como estagiários pelo Ministério do Esporte. Manual do Servidor Público Federal Contempla informações que responderão a inúmeros questionamentos, antigos e que ainda estão por vir, vez que pretendemos tornar este manual um instrumento básico de consulta no dia-a-dia, de forma simples, esclarecedora e transparente em assuntos de grande interesse para o servidor do Ministério do Esporte, na medida em que conhecendo os valores institucionais do ME, poderão contribuir para o processo de melhoria e crescimento da Organização Pública. Norma de Capacitação Nova edição da norma de Capacitação visando orientar e regulamentar no âmbito do Ministério do Esporte ME, procedimentos relativos à solicitação e a participação de servidores em programas de capacitação previstos no inciso IV, do art. 102 e demais artigos, da Lei de nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e no Decreto nº 2.794, de 1º de outubro de AÇÕES EM FASE DE IMPLANTAÇÃO DE DADOS Site Recursos Humanos/Servidor Foi solicitado à Coordenação Geral de Modernização e Informática e incluído no Plano Diretor de Informática. Tem como finalidade oferecer um espaço para o servidor, contemplará informações de vários dados como: período de férias, licenças (médica, sem remuneração, prêmio, maternidade, paternidade e outras), bem como divulgações de matérias que são de interesses dos servidores, principalmente as que vierem da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. Portal divulgado em , em fase de implantação de dados cadastrais e financeiros. Implantação de Sistema de Capacitação Propiciará um melhor controle e avaliação dos resultados face aos investimentos realizados em processos de treinamento, desenvolvimento e seleção dos servidores, informações sobre o andamento dos treinamentos de pessoal no âmbito do Ministério do Esporte, permitindo a elaboração de indicadores de desempenho e uma conseqüente otimização no direcionamento dos recursos investidos.

56 QUADROS DEMONSTRATIVOS COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS QUANTITATIVO DE PESSOAL COMPARATIVO 2003/2004QUADRO - 1 Ano Efetivo Requisito s/ vinculo Aposento Cedidos Inst. Pensão Contrato Temporário Total Quadro de Pessoal - Comparativo 2003/2004 Quadro 1 Ano 2003 efetivo requisitado s/ vinculo aposent. cedidos Inst. Pensão contrato temporario Quantitativo de Pessoal - Comparativo 2003/2004 Quadro 1 Ano efetivo requisitado s/ vinculo aposent. cedidos Inst. Pensão contrato temporario

57 SITUAÇÃO FUNCIONAL - QUADRO - 2 SITUAÇÃO DO SERVIDOR QTDE.2003 QTDE.2004 Ativo Permanente s/cargo comissionado Ativo Permanente com cargo comissionado Ativo Permanente com função gratificada Aposentados Nomeado Cargo em Comissão Sem Vínculo Cedido Instituidor de Pensão Contrato Temporário 0 03 TOTAL Situação Funcional - Quadro 2 Ano ano Ativo Permanente com cargo comissionado Aposentados Cedido Instituidor de Pensão 15 Ativo Permanente s/cargo comissionado Ativo Permanente com função gratificada Nomeado Cargo em Comissão Sem Vínculo Requisitados com cargo comissionado Contrato Temporário

58 Situação Funcional-Quadro 2 Ano ano Ativo Permanente s/cargo comissionado Ativo Permanente com cargo comissionado Ativo Permanente com função gratificada Aposentados Nomeado Cargo em Comissão Sem Vínculo Cedido Requisitados com cargo comissionado Instituidor de Pensão 96 Contrato Temporário DEMONSTRATIVO ESTAGIARIOS - QUADRO - 3 NIVEL TOTAL DE VAGAS OCUPADAS DISPONIVEIS SUPERIOR MÉDIO TOTAL Demonstrativo - Estagiários - Total de Vagas Quadro 3 Ano Superior Médio

59 Demonstrativo - Estagiários - Total de Vagas Quadro 3 - Ano Superior Médio Demonstrativo - Estagiários - Vagas Ocupada Quadro 3 Ano Superior Médio 33 Demonstrativo - Estagiários - Vagas Ocupada Quadro 3 Ano Superior Médio 16

60 Demonstrativo-Estagiários- Vagas Disponíveis Quadro-3- Ano Superior Médio Demonstrativo - Estagiários - Vagas Disponíveis Quadro 3 Ano Superior Médio AÇÕES DE CAPACITAÇÃO - QUADRO 4 EVENTOS/CURSOS Capacitação de Servidores Públicos Federais em Desenvolvimento Gerencial Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação Formação Básica para Servidores Públicos Federais- Formar QT/EVENTO QT/SERVID VAL/INVESTIDO R$ , , , , Cursos de Pós-Graduação ,00 Total de Capacitação , ,00

61 11 Ações de Capacitação - Quantidade/Evento Quadro 4 Ano Capacitação de Servidores Públicos Federais em Desenvolvimento Gerencial Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação Formação Básica para Servidores Públicos Federais- Formar Cursos de Pós-Graduação Ações de Capacitação - Quantidade/Servidores Quadro 4 Ano Capacitação de Servidores Públicos Federais em Desenvolvimento Gerencial Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação Formação Básica para Servidores Públicos Federais- Formar 32 Cursos de Pós-Graduação 37 Ações de capacitação - Quantidade/Servidores Quadro 4 Ano Capacitação de Servidores Públicos Federais em Desenvolvimento Gerencial Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação Formação Básica para Servidores Públicos Federais- Formar

62 Ações de capacitação - Quantidade/Servidores Quadro 4 Ano Capacitação de Servidores Públicos Federais em Desenvolvimento Gerencial Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação Formação Básica para Servidores Públicos Federais- Formar Cursos de Pós-Graduação ,30 Ações de capacitação -Valor Investido R$ Quadro 4 Ano ,90 Capacitação de Servidores Públicos Federais em Desenvolvimento Gerencial Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação Formação Básica para Servidores Públicos Federais- Formar Cursos de Pós-Graduação ,00 Ações de capacitação Valor Investido R$ Quadro 4 Ano , ,00 Capacitação de Servidores Públicos Federais em Desenvolvimento Gerencial Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação Formação Básica para Servidores Públicos Federais- Formar Cursos de Pós-Graduação

63 DOTAÇÃO ORÇAMENTARI/DESPESA REALIZADA - COMPARATIVO - QUADRO 5 Ano Dotação Autorizada Empenho Emitido Empenho Realizado Despesa Realizada Despesa Paga Dotação Autoriz. Total , , , , , , , , , , ,00 Dotação Orçamentária/Despesa Realizada - Comparativo 2003/2004 Quadro 5 Ano , , , , ,00 Dotação Autorizada Empenho Emitido Empenho Realizado Despesa Realizada Despesa Paga Dotação Orçamentária/Despesa Realizada - Comparativo 2003/2004 Quadro 5 Ano , , , , ,00 Dotação Autorizada Empenho Emitido Empenho Realizado Despesa Realizada Despesa Paga

64 QUANTITATIVO DE PESSOAL/TERCEIRIZADOS 2003/ QUADRO 6 EMPRESA QUANTIDADE PNUD 5 0 CTIS UNIWAY/CONSERVO TOTAL Quantitativo de Pessoal/Terceirizados Quadro 6 Ano Ano Pnud CTIS Uniway/Conservo Quantitativo de Pessoal/Terceirizados Quadro 6 Ano Ano Pnud CTIS Uniway/Conservo 178

65 QUADRO DE ADESÃO AO PLANO DE SAÚDE/ODONTOLOGICO COMPARATIVO 2003/ QUADRO - 8 EMPRESA TITULARES DEPENDENTES AGREGADOS TOTAL MEDIAL AMIL GEAP Quadro de Adesão ao Plano de Saúde/Odontológico Comparativo 2003 Titulares Quadro Medial Amil Geap Quadro de Adesão ao plano de Saúde/Odontológico Comparativo 2004 Titulares Quadro Medial Amil Geap

66 Quadro de Adesão ao Plano de Saúde/Odontológico Comparativo 2003 Dependentes Quadro Medial Amil Geap Quadro de Adesão ao Plano de Saúde/Odontológico Comparativo 2004 Dependentes Quadro Medial Amil Geap Quadro de Adesão ao Plano de Saúde/Odontológico Comparativo 2003 Agregados Quadro 7 3 Medial Amil Geap

67 Quadro de Adesão ao Plano de Saúde/Odontológico Comparativo 2003 Total Quadro Medial Amil Geap Quadro de Adesão ao Plano de Saúde/Odontológico Comparativo 2004 Total Quadro Medial Amil Geap EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA- COMPARATIVO 2004 QUADRO - 8 Financeiro Execução Orçamentária Execução Financeira Autorizado Empenho Emitido Pago Aux. Transporte Ano Aux. Alimentação Aux. Pré-Escolar Aposentados e Pensões Ativos + Encargos 9.547, ,431 TOTAL , , ,096

68 Execução Orçamentária e Financeira Comparativo 2004 Quadro 8 Autorizado , Auxílio Transporte Auxílio Alimentação Auxilio Pré-Escolar Aposentados e Pensões Ativos + Encargos Execução Orçamentária e Financeira Comparativo 2004 Quadro 8 Empenho Emitido Auxilio Transporte Auxilio Alimentação Auxilio Pré-Escolar Aposentados e Pensões Ativos+Encargos Execução Orçamentária e Financeira Comparativo 2004 Quadro 8 Execução Financeira Auxilio Transporte Auxilio Alimentação Auxilio Pré-Escolar Aposentados e Pensões Ativos+Encargos

69 GESTÃO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS CONVÊNIOS Preliminarmente, cabe esclarecer que a Coordenação-Geral de Prestação de Contas CGPCO teve, em 2004, duas mudanças no cargo de Coordenador-Geral, uma no final do mês de fevereiro e outra em outubro. O Coordenador-Geral que foi nomeado em fevereiro só assumiu de fato as funções da Coordenação pelos meados de abril ou maio. Efetuou alterações na estrutura organizacional do setor redistribuindo as funções, cuja composição ficou assim definido: Coordenação de Processos Passivos de Convênios CPREC, com a atribuição de analisar os convênios remanescentes, antes da gestão do atual Ministro, ou seja, ano de celebração de 1994 até 2002; Divisão de Acompanhamento de Ações de Controle DIACO, atender às demandas da Controladoria-Geral da União, do Controle Interno, do Tribunal de Contas da União, Procuradores, etc; Divisão de Convênios Atuais DICAT, responsável pelos convênios celebrados na gestão do atual Ministro, ou seja, a partir do ano de 2003; Divisão de Contratos de Repasse DICOR, responsável pelo acompanhamento dos Contratos de Repasse, ou seja, dos recursos liberados para implantação da infra-estrutura esportiva no país, via Caixa Econômica Federal. É de bom alvitre salientar que a Coordenação ficou com uma baixa de três servidores comissionados com DAS, a partir do mês de setembro, tendo findado o ano e as vagas não foram preenchidas. Além disso, o setor continua com deficiência no suporte de computadores. Em novembro de 2004, assumiu outro Coordenador-Geral que optou por voltar a estrutura do setor à situação original uma vez que foi verificado que a alteração efetuada, em que pese a boa idéia teórica, na prática não surtiu efeito, pois observou-se uma baixa considerável na produtividade das análises das prestações de contas. Só para se ter uma idéia, a quantidade de prestações de contas aprovadas caiu de uma média de 20 a 30 por mês, para apenas 5; 0 e 1, nos meses de agosto, setembro e outubro, respectivamente. A partir de então notou-se uma evolução nas análises e aprovou-se nos meses de novembro e dezembro: 8 e 14 convênios, respectivamente. O quadro abaixo, espelha a evolução das situações dos processos de convênios durante o ano de Situação dos Convênios jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Total Prestações de Contas Protocoladas Aprovados Inadimplentes Inadimplência Suspensa

70 Em 2004 foram formalizados 208 convênios novos: - Dos 170 convênios formalizados no exercício de 2003: 53 estão na situação a aprovar ; 03 na situação a liberar, e 85 na situação a comprovar ; 25 foram aprovados e 04 estão na situação de inadimplência efetiva ; - Dos 208 convênios novos formalizados no exercício de 2004: 36 estão na situação a aprovar ; 42 na situação a liberar, e 130 na situação a comprovar ; PASSIVO: - Aprovação de 160 convênios; - Colocação de 110 convênios na situação inadimplência efetiva ; - Colocação de 27 convênios na situação inadimplência suspensa, dos quais 10 resultaram em Tomada de Contas Especial; - Colocação de 162 convênios na situação a aprovar ; - Envio de 251 prestações de contas de convênios às áreas finalísticas para serem efetuados os pareceres técnicos; e - Realização de 21 vistorias in loco. Podemos concluir que reduzimos o passivo de para convênios a serem analisados nos anos subseqüentes. A implantação do sistema de convênios e prestação de contas ocorreu no segundo semestre do ano de A análise, o gerenciamento e o controle das análises das prestações de contas melhoraram nossa eficácia e produção da Coordenação. Esperamos em 2005 concluir o passivo das prestações de contas dos convênios de construção (que envolvem obras de engenharia: ex: construção de ginásio), que ainda somam cerca de 160. Só não foi possível a conclusão das análises dos mesmos, tendo em vista que o contrato com a Caixa Econômica Federal expirou e até esta data não foi formalizado outro para substituí-lo. Quanto aos demais, continuamos na expectativa de analisarmos cerca de 250 prestações de contas, onde teremos como meta obedecer a seqüência: das mais antigas para as mais recentes, ou seja, do exercício de 1994 para o de Outra meta é dar prioridade absoluta à análise das prestações de contas dos rotulados convênios novos (formalizados na gestão do Ministro Agnelo) para que não haja o acúmulo de processos sem a devida análise, formando um novo passivo. É de salientar também, o grande número de documentos que transitam pela Coordenação, como ofícios recebidos e conseqüentemente expedidos, o que retira os nossos técnicos de sua função principal, pois deixam de analisar as prestações de contas para responder tais demandas. Observamos que durante o ano de 2004 a maior demanda decorreu de ofícios da Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União e Procuradoria Geral da União.

71 COORDENAÇÃO DE CONVÊNIOS Versa este documento, sobre as ações desenvolvidas pela Coordenação de Convênios COCONV da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, no decorrer de A COCONV tem como missão principal prover apoio a todas as áreas do Ministério na formulação, alteração e prorrogação de Convênios, Termos Aditivos, Termos de Acordo e Termos de Parceria. Ainda sob a tutela da Coordenação concentra-se a gestão, manutenção e evolução do SICON Sistema Integrado de Controle de Convênios, ferramenta informatizada que disponibiliza ampla gama de informações, parametrizadas, de modo a viabilizar o adequado acompanhamento de todas as etapas dos processos, desde o seu início até a prestação de contas. Além disso, a COCONV tem como atribuições complementares a Direção do Programa PNUD, a Cooperação Técnica com os países da América Central e do Caribe e países de língua portuguesa e o desenvolvimento de atividades de suporte à realização dos Jogos Pan Americanos - Rio ÁREA DE CONVÊNIOS No exercício de 2004 foram analisados 491 processos, distribuídos conforme disposto no quadro a seguir: QUANTITATIVO DE PROCESSOS Conv. Firmados T. Aditivos Prot. Intenções Coop. Técnica Conv. Não Convet. Conv. Cancel. Termo Parceria Proc. S/ Cond. Tec. Total

72 No ANEXO I trazemos as informações detalhadas sobre as características gerais dessa atividade. PROGRAMA PNUD Dada a diversidade de ações desenvolvidas pelo Ministério e em face de exigências do PNUD, decorrente da vigência do Programa, foi elaborada proposta de revisão simplificada de metas. Este passo precede a revisão substantiva que, por volta de maio do exercício em curso, será discutida em reunião tripartite para consolidação final e aprovação dos ajustes propostos por esta Pasta. Outro ponto a ser considerado foi a substituição de toda a equipe operacional do Programa, em cumprimento às condições do Termo de Ajuste Complementar proposto pelo Ministério Público da União. Mesmo contanto com novo corpo funcional, o processo de transição assegurou o pleno desenvolvimento das atividades, não tendo sido relatados problemas de solução de continuidade em decorrência das mudanças ocorridas. O ANEXO II incorpora descrição pormenorizada das ações realizadas no âmbito do Programa. SISTEMA DE CONVÊNIOS O Sicon esta em regime de produção experimental para depuração de eventuais falhas de processamento. Em consonância com as metas programadas, de manter atualizadas as informações sobre os convênios ativos, bem como, incluir na base de dados todos os instrumentos efetivados a partir de 2003, a Coordenação esta em vias de terminar a atualização dos processos concernentes ao exercício de 2003 e já deu início à inclusão das informações sobre COOPERAÇÃO TÉCNICA A Cooperação Técnica diz respeito à implantação de oficinas do Programa Pintando a Liberdade e Núcleos do Programa Segundo Tempo, em países com problemas econômicos e sociais acentuados, fixando o esporte como ferramenta de inclusão social, em conformidade com as linhas de ação estabelecidas pelo Titular da nossa Pasta e em harmonia com as determinações expressas por sua Excelência o Senhor Presidente da República, no sentido de direcionar o Brasil, dentre outras ações, para o auxílio a pobreza no mundo. Com base na visita da Comitiva Presidencial ao Continente Africano, foram eleitos Moçambique e Angola para implantação de projetos piloto.

73 Assim sendo, foi destinada missão técnica composta por integrantes de ambos os programas para prospecção, identificação de limitações e determinação de viabilidade, nos paises nominados anteriormente. Com base nas condições relatadas e tendo em vista tratar-se de condição inusitada na ambiência da cooperação técnica, em condições normais, este tipo de apoio a outros países, iniciamos as tratativas junto à Agência Brasileira de Cooperação ABC e ao PNUD. Nesse ínterim os governos de Moçambique e Angola firmaram o necessário Termo de Acordo e a aquisição dos materiais requeridos para a implementação dos programas esta em curso, por intermédio do PNUD. A expectativa é que no final de abril ou meados de maio, deste exercício, sejam inauguradas as unidades naqueles países. No momento estamos prosseguindo com estudos para levar os programas para o HAITI e CUBA e a nossa estimativa, fundamentada na experiência obtida, aponta para a exeqüibilidade da implantação em prazo bem mais reduzido, se comparado ao tempo despendido nos países africanos. PAN RIO 2007 Neste segmento, a atividade maior ficou centrada na preparação da infraestrutura capaz de atender as necessidades operacionais do Ministério, em virtude das obrigações assumidas para a realização do referido evento. Para tanto, o Ministério da Fazenda, em caráter cooperativo, cedeu área em seu Edifício-Sede no Rio de Janeiro, atendendo a demanda desta Pasta. Outra vertente abordada foi a colaboração na análise crítica do projeto básico e no estudo pormenorizado do edital para a contratação do projeto de construção das instalações e reformas da Vila Militar - RJ, conforme especificações do Comitê Olímpico Internacional e do COB. CONCLUSÃO Conforme descrito e observando as naturais dificuldades do dia-a-dia, acreditamos ter alcançado os objetivos demarcados para a Coordenação. Uma questão que deverá merecer atenção no exercício que se inicia, esta relacionada ao exíguo espaço físico, insuficiente para abrigar a contento a equipe da COCONV e o volume de processos e documentos que tramitam pelo setor. Outro tema a observar é a necessidade premente de melhorar o desempenho global da área de convênios do Ministério, a partir das unidades finalísticas, por meio de revisão de fluxos, rotinas e procedimentos.

74 Os pontos tidos como problemáticos já foram devidamente detectados e mapeados, permitindo que algumas iniciativas estejam próximas de serem deflagradas, de forma a suprimir as dificuldades e lacunas verificadas.

75 ANEXO I CONVÊNIOS CELEBRADOS EM 2004

76 ANEXO II

77 PNUD Projeto BRA/01/028 Esporte como Estratégia de Desenvolvimento Social e Econômico O objetivo do Projeto BRA/01/028 é considerar o esporte como estratégia de desenvolvimento social e econômico, com o intuito de garantir às populações de diferentes condições sociais e faixas etárias o acesso à prática esportiva, prevista na Constituição como um dever do Estado e um direito de todos. Para atingir esse objetivo, o Projeto BRA/01/028, foi estruturado em três pilares de ações: fortalecimento institucional do órgão responsável pelas políticas nacionais de esporte; elaboração de uma política e um plano nacional de desenvolvimento do esporte; necessidade de concepção e implantação de um sistema de informações sobre a prática esportiva em todos os níveis, segmentos e modalidades. A primeira importante mudança diz respeito ao desmembramento do Ministério do Esporte e Turismo. Com a reestruturação ocorrida na Administração Federal, por meio da Lei nº , de 28 de maio de 2003, foi criado o Ministério do Esporte. Com essa transformação, foi extinta a Secretaria Nacional do Esporte, dando origem a três Secretarias Nacionais: a Secretaria Nacional de Desenvolvimento de Esporte e Lazer, Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento e Secretaria Nacional de Esporte Educacional. Com a definição da nova estrutura do Ministério do Esporte, foi realizado concurso público temporário para preenchimento das vagas abertas pela desativação da Equipe Base do Projeto. Assim, foi possível estruturar a Unidade de Gerenciamento de Projetos dentro de tempo hábil para dar continuidade às atividades do Projeto. O fortalecimento institucional permitiu o desenvolvimento de dois programas sob a responsabilidade do Ministério do Esporte: Pintando a Liberdade e Segundo Tempo. O Pintando a Liberdade tem como objetivo ajudar na ressocialização e profissionalização dos detentos do sistema carcerário brasileiro com a utilização da sua mão de obra na produção de material esportivo. Além de beneficiar, mais de 12 mil escolas públicas, o Pintando a Liberdade passou a ser reconhecido internacionalmente. Hoje, as bolas fabricadas pelos detentos são distribuídas para diversos países, entre os quais, a Inglaterra, Japão, Itália, China, Alemanha, Estados Unidos, Portugal, Canadá e França. Já o Programa Segundo Tempo foi uma iniciativa do Ministério do Esporte, em parceria com o Ministério da Educação, objetivando democratizar o acesso à prática esportiva nos estabelecimentos públicos de educação no Brasil. Esse programa consiste na efetivação de atividades esportivas no contra-turno escolar, de caráter extra-curricular, com a finalidade de colaborar para a inclusão social, bem estar físico, promoção da saúde e desenvolvimento de crianças e adolescentes, principalmente em situação de vulnerabilidade social. O primeiro passo para a elaboração de uma política e um plano nacional de desenvolvimento do esporte foi dado com a preparação da 1ª Conferência Nacional do Esporte. Organizada pelo Ministério do Esporte, no âmbito do Projeto, a Conferência

78 discutiu as diretrizes para a construção de uma Política Nacional de Esporte. Realizada em etapas municipais, estaduais e uma etapa nacional, a Conferência sugeriu propostas de ação para os diversos segmentos, levando em consideração a especificidade de cada dimensão do esporte. Também faz parte dos objetivos do Ministério do Esporte a construção de políticas setoriais para o desenvolvimento do esporte. Nesse contexto, incluem-se o Projeto Esporte Universitário e o Projeto da Política Nacional de Esporte para a Juventude. Recentemente, encontra-se também em fase final de elaboração o Projeto para a elaboração da Política Nacional para o Esporte de Alto Rendimento. A inclusão social pelo esporte e o esporte como lazer e recreação foram temas dos mais recentes Projetos do Ministério do Esporte. Um desses Projetos, sob a orientação da Secretaria Nacional de Desenvolvimento de Esporte e de Lazer, prevê a construção de política articulada do Governo Federal para o esporte, lazer e saúde compreendendo os projetos de capacitação de agentes de esporte, lazer e saúde e diretrizes e princípios da relação entre esporte, lazer e saúde. Outro Projeto, sob a supervisão da Secretaria Nacional de Esporte Educacional, prevê o desenvolvimento de políticas públicas que sirvam de suporte para a inclusão social, compreendendo a elaboração de um documento referencial para a capacitação de agentes de esportes e de lazer. Finalmente, a inclusão do Brasil no cenário esportivo mundial proporcionará a realização de competições esportivas de alto rendimento inéditas no país. Em 2007, caberá ao Brasil a responsabilidade de organizar o evento esportivo mais importante das Américas: os Jogos Pan-Americanos Rio Ao Ministério do Esporte coube a responsabilidade sobre as obras nas instalações da Vila Militar, no Rio de Janeiro, com vistas à realização das competições de Tiro Esportivo, Tiro com Arco e Hipismo nos Jogos.

79 PNUD Projeto BRA/01/028 Esporte como Estratégia de Desenvolvimento Social e Econômico Unidade de Gerenciamento de Projetos PROJETOS 2004 MINISTÉRIO DO ESPORTE Projeto Objetivos Secretaria Responsável Consultor Início Término Valor Total do Contrato (R$) 1ª Conferência Nacional do Esporte Assessoramento à Secretaria Executiva do Ministério do Esporte na preparação de textos e das discussões que subsidiarão as etapas municipais, estaduais e nacional da Conferência Nacional do Esporte Secretaria Executiva GIANNA LEPRE PERIM 26/03/ /07/ ,00 Núcleos de Esporte e Lazer Desenvolvimento de projeto conceitual e manual básico sugestivo para a implantação de núcleos de esporte e lazer em várias regiões do país Secretaria Nacional de Desenvolvimento de Esporte e de Lazer CARLOS DE LA CORTE 23/12/ /02/ ,00 Treinamento para o Planejamento Estratégico Elaboração e realização de treinamento de funcionários do Ministério do Esporte objetivando transmissão de informações sobre administração pública em geral Diretoria Nacional de Projetos GILBERTO RICARDO SCHWEDER 06/02/ /04/ ,00 Elaboração do PDTI Plano Diretor de Informática Concepção e elaboração do Plano Diretor de Informática Coordenação Geral de Modernização e Informática CLAUDIOMÁ PEREIRA BORGES 29/09/ /12/ ,00

80 Projeto Política Nacional de Esporte para a Juventude Projeto Esporte Universitário Objetivos Assessoramento ao Secretário Executivo do Ministério do Esporte no grupo interministerial de juventude coordenado pela Secretaria Geral da Presidência da República Desenvolvimento dos objetivos, princípios, diretrizes, estratégias de implantação e metas para a elaboração do Projeto Esporte Universitário Secretaria Responsável Secretaria Executiva Secretaria Nacional de Esporte Educacional Consultor Início Término DANILO MOREIRA DA SILVA ALEXANDRE LUIZ GONÇALVES DE REZENDE Valor Total do Contrato (R$) 22/04/ /06/ ,00 16/07/ /09/ ,00 Capacitação de agentes de esporte, lazer e saúde Construção de política articulada do Governo Federal para o esporte, lazer e saúde compreendendo os projetos de capacitação de agentes de esporte, lazer e saúde e diretrizes e princípios da relação entre esporte, lazer e saúde Secretaria Nacional de Desenvolvimento de Esporte e de Lazer YARA MARIA DE CARVALHO 17/06/ /12/ ,00 Capacitação de agentes de esporte e lazer para inclusão social Consultoria técnica no desenvolvimento de políticas públicas que sirvam de suporte para a inclusão social, compreendendo a documentação referencial para a capacitação de agentes de esportes e de lazer Secretaria Nacional de Esporte Educacional APOLÔNIO ABADIO DO CARMO 01/07/ /12/ ,00 Projeto Pan 2007 Adequar e preparar o Centro Hípico e o Centro de Tiro Esportivo de Deodoro no Rio de Janeiro para os Jogos Pan-americanos Rio 2007 Diretoria Nacional de Projetos JORGE LUIZ DO AMARAL PERMÍNIO CAMILO DE LELLIS GARCIA CORREIA 01/09/ /08/ , ,00

81 CONDOMÍNIO DO BLOCO A MINISTÉRIO DO ESPORTE UG Com o objetivo de oferecer subsídios para uma melhor avaliação sobre as ações desenvolvidas no período de julho a dezembro de 2004, bem como as provisões e metas a serem alcançadas no exercício de 2005, pelo Ministério do Esporte, na condição de responsável pela Administração do Bloco "A", é que apresentamos este, onde agrupamos iniciativas de maior relevância, para um bom andamento dos nossos trabalhos Projeto/Atividade ACOMPANHAMENTO ORÇAMENTÁRIO MINISTÉRIO DO ESPORTE MÊS DE REFERÊNCIA: DEZEMBRO DE 2004 Administração da Unidade Grupo de Despesa Provisão Recebida Empenhos Emitidos Crédito Empenhado Valores Pagos , , , , , , , , Gestão Administração Programa , , , ,00 TOTAL , , , ,03 Vale salientar, que o referido edifício vem sendo utilizado sob o regime de uso compartilhado entre quatro Ministérios e duas Secretarias, conforme discriminamos a seguir: - Ministério do Esporte ME; - Ministério das Cidades MC; - Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA; - Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome MDSCF; - Secretaria de Comunicação da Presidência da República SECOM; - Secretaria Especial de Promoção da Integração Racial SEPPIR. É de amplo conhecimento, que anteriormente, essa administração ficava a cargo do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, porém, no atual Governo, entendeu-se ser mais apropriado que os referidos usuários promovessem suas respectivas gestões. Tal resolução se deu por meio da Portaria Interministerial nº 1.450, de 04 de setembro de 2003, publicada no Diário Oficial da União de 05 de setembro do mesmo ano, transferido a administração do mesmo a cargo do Ministério do Esporte. Portanto, é de se observar que através do nosso empenho temos obtido um notório resultado no que se refere a um serviço de eficiência e qualidade na Administração Pública, mesmo diante de um grande fluxo de pessoal, inclusive

82 de visitantes, o qual acarreta uma expressiva movimentação, requerendo esforço redobrado, nos requisitos básicos de segurança, limpeza e controle de acesso ao público. Sendo mister registrar que este Ministério somente pode realizar e/ou contratar serviços e bens necessários ao bom andamento dos trabalhos, após o repasse orçamentário dos recursos por todos os Condôminos. SEGURANÇA É fornecida pelo serviço de vigilância armada e desarmada e vigilância eletrônica monitorada, a serem executadas de forma contínua nas dependências do Bloco "A," assim como um Circuito Fechado de Televisão - CFTV que funciona como elemento acessório ao auxílio da vigilância patrimonial nos Corredores dos andares, Portarias Central e Privativa, nas saídas das escadas de incêndio e garagem. Os servidores da segurança deverão se apresentar devidamente uniformizados, com postura compatível com o exercício das atribuições que lhe fora designados. LIMPEZA É uma das prioridades para conservação e asseio em todas as dependências do prédio, realizamos periodicamente dedetização proporcionando a todos, um ambiente prazeroso e confortável, procuramos cada vez mais melhorar a eficiência dos prestadores de serviços, oferecendo constantemente orientações sobre postura, posicionamento e conduta de mão- de -obra, disponibilizando aos mesmos, ferramentas e métodos de trabalho para um melhor desempenho de suas funções. ACESSO AO PÚBLICO E SERVIDORES Disponibilizamos de um Sistema de Protocolo para atender as necessidades dos Órgãos localizados no Bloco "A" e mantemos um sistema de informação e identificação de visitantes na recepção através de crachás e/ou adesivos, ajustados para as necessidades dos Ministérios, situados neste edifício. MANUTENÇÃO Em ação conjunto entre a ADMINISTRAÇÃO e a SPOA, destacamos uma prioridade ao manter em perfeito estado de conservação e funcionamento, os relevantes itens: - Sistema de Telefonia; - Alimentação, conservação e operação dos oito elevadores; - Rede estabilizada e Sistemas de Iluminação, com alimentação de tomadas;

83 - Sistema de Alimentação da Central de Ar Condicionado, incluindo limpeza e higienização robotizada, e por escovão mecânica a seco, com filmagem simultânea, e aplicação de testes gravimétrico de particulado e análise microbiológica da qualidade do ar interno e reposição de peças quando necessária; - Dutos de Condução de Água gelada; - Quadros de Comando e Emergência do Edifício; - Controle do Trânsito na Via em frente ao Edifício, para prevenção de possíveis acidentes; - Manutenção mensal de toda a rede lógica, da rede elétrica e dos equipamentos ativos, como estabilizador, No-break, etc.; - Sistema Automático de detecção, alarme, combate e extinção de incêndio com pontos de "SPRINKLER"; - Elaboração de testes hidrostáticos e recargas de extintores, inclusive de baterias de CO 2. OBRAS E INSTALAÇÕES Com o objetivo de melhorar cada vez mais, o ambiente de trabalho, no que se refere eficiência e qualidade dos serviços e atendimento ao público em geral se faz necessário, permanentes manutenções e novas instalações, sempre visando o bom andamento dos trabalhos diários, como: - Instalação de pontos lógicos, Pontos elétricos de Informática e de Iluminação; - Remanejamento de Pontos Lógicos, Pontos elétricos de informática e de Iluminação; - Desinstalação e /ou ampliação de Pontos Lógico e Elétricos de Informática e de Iluminação; - Instalação de Cabos de fibra ótica; - Conectorização de cabos lógicos e telefônicos; - Instalação de Equipamentos ativos de rede, estabilizadores, cabos; - Instalação de vidros, inclusive temperados, confecção de molduras, espelhos e acessórios e colocação de películas reflexivas; - Instalações prediais compostas de sistema elétrico com baixa tensão, rede elétrica estabilizada, sistema de proteção contra descargas elétricas atmosférica; e geração de energia elétrica emergencial (grupo gerador); - Instalação hidrosanitária. PRIORIDADES E METAS A SEREM ALCANÇADAS EM 2005 (URGÊNCIA) De conformidade com o Laudo Técnico feito por uma Empresa especializada, a pedido dessa Administração, constatamos ser necessário e em

84 caráter de urgência, a troca do revestimento de isopor da tubulação hidráulica de ar condicionado no teto da circulação do subsolo, e ainda mais, o sistema de água gelada de todo o prédio que pelo tempo de uso, encontra-se o mesmo bastante avariado, sem a devida condição de isolamento de água de condensação gerada pela tubulação o que pode provocar danos irreversíveis ao forro e pisos existentes, além da perda de rendimento do sistema como um todo e outros transtornos na rotina operacional do prédio. Parte dessa tubulação, foi feita isolamento com borracha de câmara de ar, principalmente no 8º e 9º andar, por não suportar mais reparo adequado. Essas ocorrências que estamos vivenciando, neste momento, junto a unidades centrífugas que utilizam os gases refrigerantes R-11 e R-12, somos alertados pelos perigos futuros, conforme tivemos oportunidade de esclarecer anteriormente, conforme Laudo Técnico. OBRA EM ANDAMENTO Impermeabilização em caráter de urgência, da área externa do Bloco "A", por motivo de infiltração grave, no auditório do Subsolo e casa de máquinas e fisura na Cortina de Concreto, detectado pelo Laudo Técnico. SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS COM EXTREMA URGÊNCIA - Substituição de Central de Prevenção e Combate a Incêndio; - Instalação de Novas Sirenes, Botoeiras de acionamento; - Substituição do Sistema de CO2 existente. Instalação em lugares necessários onde atualmente não existe: - Casas de Máquinas de Elevadores (Serviços e Privativo); - Casa de Máquina da Central de ar Condicionado; - Casas de Máquinas de fan coil', PC's, de energia, telefonia e Raks de rede lógica dos pavimentos; - Retirada de sistema CO 2 em locais inadequados e substituição por sistemas sprinkler. Ainda, como prioridade para este ano de 2005, temos por definir os serviços para contratação de pessoa jurídica para serviços contínuos de administração, assistência técnica e manutenção preventiva, corretiva e operação do sistema automático de detecção, alarme, combate e extinção de incêndio de (dois mil e quinhentos pontos) "SPRINKLER", instalados no Bloco "A" da Esplanada dos Ministérios, edificação com área total de ,16m², sob regime de 24 horas por dia, inclusive sábados, domingos e feriados, com fornecimento de peças e matérias de reposição com elaboração de Testes Hidrostáticos e Recargas de Extintores, inclusive de baterias de CO 2 em Cilindros compostos com cabeças

85 de Comando de Válvulas Direcionais por Ramal, na periodicidade na estabelecida pelas Normas Técnicas da ABNT. CONTRATOS EM VIGOR Até o momento, contamos com 15 Contratos em vigor, escolhidos conforme a Lei 8.666/93, nas diversas modalidades, como: Tomada de Preço, Convite, Pregão, Dispensa e inexigibilidade, conforme discriminamos os respectivos nomes e Objeto do Contrato, no quadro abaixo: Termo Aditivo Número do Contrato Nome da Empresa 4º 062/02 ADLER Objeto do Contrato Engenharia Esp.Informática 6º 043/00 APECÊ Limpeza 1º 002/ 01 APECÊ 4º 068/02 APECÊ Condução de elevadores Copeiragem e Cabinagem 1º 001/04 BRASFORT Vigilância 3º 066/01 CETEST Manutenção preventiva do ar 2º 007/03 CAESB Saneamento 3º 045/02 CEB 3º 046/02 CEB 5º 020/01 2MM 6º 029/00 LIGA ENGENHARIA 5º 037/01 L.ANNUNZIATA 5º 055/01 ELEVADORES ATLAS 1º 003/04 JLE 5º 025/01 SELF Energia Elétrica Medição 1 Energia Elétrica Medição 2 Assistência Técnica (alarme e combata a Incêndio) Instalação predial Saúde de ar condicionado Manutenção preventiva dos elevadores Instalação de vidros SELF A La Carte" Vigência 10/10/2004 a 09/10/ /10/2000 a 02/10/ /07/2004 a 18/07/ a 02/12/ /06/2004 a 31/05/ /11/2001 a 28/02/ /04/2003 a 16/04/ a 11/06/ /06/2002 a 11/06/ /05/2001 a 27/05/ /07/2000 a 31/06/ /07/2001 a 27/07/ /09/2001 a 31/12/ /09/2005 a 14/09/ /05/2001 a 01/05/2005 Valor Global , , , , , , , , , , , , , ,00 * CONCLUSÃO Queremos mais uma vez esclarecer aquilo que nos faz cientes, sobre os equipamentos e produtos que ora usamos, os quais estão ultrapassados, como é o caso dos gases refrigerantes R-11, pois, além do perigo local, cujo produto vem contribuindo na destruição da camada de ozônio, o que forçou o término de sua fabricação, a partir de 1º de janeiro de 2001, aqui em nosso País, a partir do

86 acordo do "Protocolo de Montreal, no Canadá, assinado por mais de 160 países, inclusive o Brasil. Sendo extinto do mercado, pela falta de produção, fica difícil a disponibilidade de seu fornecimento, assim como sua qualidade é pouco confiável. Daí a nossa urgência da substituição dos equipamentos, no tocante ao risco de ter a qualquer momento, seu acondicionamento de ar interrompido o que seria desconfortável a todos. Então, ao considerarmos a sua substituição em caráter de urgência, é que, além dos benefícios locais, estamos também oportunamente contribuindo com o Decreto da Presidência da República de nº de 14 de fevereiro de 2002, em seu artigo 4º, que trata da redução de energia elétrica no âmbito da Administração Pública, reduzindo a exemplo de outros Ministérios em até 30% no seu consumo, além da boa qualidade do ar. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL UG O Governo Federal, por intermédio do Ministério do Esporte ME, com o apoio técnico e operacional da Caixa Econômica Federal CAIXA, em conformidade com a política de desenvolvimento do esporte, vem proporcionando condições para a melhoria da qualidade de vida através da prática esportiva, principalmente nas cidades do interior do País, mediante implementação dos Projetos de Infra-estrutura Esportiva. - Para sua operacionalização foram firmados entre Ministério do Esporte e Turismo MET, então Gestor do Programa, e a Caixa Econômica Federal, Acordo de Cooperação em 1999, e Contratos Administrativos nº 10/00 e nº 11/00, ambos de 26 de maio de 2000, nº 024/01, de 03 de abril de 2001, e Contrato nº 055/02, firmado em abril de 2002, todos com vigência até 31 de dezembro de As diretrizes e procedimentos operacionais para aplicação dos recursos do Orçamento Geral da União estão definidos na Portaria ME nº 81, de 27/09/04, com fundamento na Lei de Diretrizes Orçamentárias - Lei nº , de 30 de julho de 2003, Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e suas alterações, na IN/STN n o 01, de 15 de janeiro de 1997, e suas alterações, na IN/STN nº 01, de 04 de maio de 2001 e suas alterações, na IN/STN nº 01, de 28 de fevereiro de 2002, e na Lei Complementar 101, de 04 de maio de Os programas visam apoiar ações de fomento que se destinam à implantação, ampliação e melhoria de infra-estrutura esportiva. EXECUÇÃO DO PROGRAMA (PARTICIPANTES) - Ministério do Esporte ME, na qualidade Gestor; - Caixa Econômica Federal na qualidade de Operador;

87 - Estados, Distrito Federal, Municípios, entidades das respectivas administrações indiretas e entidades privadas sem fins lucrativos, na qualidade de proponentes. AGENTE OPERADOR Cabe à CAIXA, como Agente Operador: - Atender as prioridades estabelecidas pelo Gestor; - Receber e analisar as propostas constantes nos Planos de Trabalho; - Celebrar Contratos de Repasse com os Estados, Distrito Federal, Municípios e entidades privadas sem fins lucrativos; - Efetuar o registro do Contrato de Repasse no Cadastro de Contratos do SIAFI; - Empenhar e liberar os recursos do OGU, após descentralização do Gestor; - Gerenciar a execução dos Contratos de Repasses; e - Encaminhar, periodicamente ao CONTRATANTE, relatórios gerenciais de acompanhamento e de avaliação da execução de empreendimento; - Analisar as Prestações de Contas dos Contratos de Repasse, emitir parecer conclusivo quanto à sua aprovação e encaminhar relatório ao CONTRATANTE, na forma da legislação em vigor. PROGRAMA ESPORTE E LAZER NA CIDADE O programa Esporte e Lazer na Cidade oferece melhoria de qualidade de vida através das práticas esportivas, sendo que a CAIXA opera as ações a seguir relacionadas: Ação de Modernização de Núcleos de Esporte e de Lazer - o objetivo dessa ação é a a reforma, a ampliação e a modernização de instalações e equipamentos esportivos. Ação de Implantação de Núcleos de Esporte Recreativo e de Lazer - o objetivo dessa ação é propiciar implantação de infra estrutura para a pratica desportiva, tais como a construção de: - Quadras poliesportivas cobertas e descobertas; - Ginásios poliesportivos ; - Campos e estádios de futebol ; - Piscinas; - Pistas de atletismo; - Outras instalações e espaços esportivos. Ação de Implantação de Centros de Desenvolvimento do Esporte Recreativos e de Lazer Rede Cedes - o objetivo desta ação é a construção de instalações prediais e laboratoriais que visem subsidiar o aprimoramento da prática do esporte recreativo e do lazer.

88 PROGRAMA BRASIL NO ESPORTE DE ALTO RENDIMENTO Esse Programa visa ao aperfeiçoamento de atletas de talento, além de apoiar a pesquisa e a modernização do esporte. A CAIXA opera as ações abaixo: Ação Implantação de Centros Científicos e Tecnológicos para o Esporte - o objetivo desta ação é o aperfeiçoamento de atletas de alto rendimento, a partir da implantação de centros de treinamento, tais como: - Pistas de Atletismo; - Ginásios; - Piscinas; - Outras instalações e equipamentos voltados ao desporto de competição. Ação de Modernização de Centros Científicos e Tecnológicos para o Esporte - o objetivo desta ação é a implantação de centros de pesquisa visando à construção e adequação de instalações laboratoriais e à aquisição de equipamentos para o desenvolvimento de tecnologias desportivas. PROGRAMA SEGUNDO TEMPO Este programa visa possibilitar, por meio da ação abaixo, o acesso à prática esportiva aos alunos matriculados no ensino fundamental e médio dos estabelecimentos públicos de educação do país, principalmente em áreas de vulnerabilidade social. Ação de Implantação de Infra-Estrutura para o Desenvolvimento do Esporte Educacional - Esta ação tem como objetivo a implantação de infraestrutura para a prática desportiva nas instituições de ensino e entidades parceiras, atuando na construção e reformas de: - quadras esportivas; - ginásios; - instalações necessárias ao esporte educacional. ORIGEM DOS RECURSOS Os recursos são oriundos do Orçamento Geral da União e de contrapartida dos Estados, Distrito Federal e Municípios. COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO O investimento é composto de todas as parcelas de custos dos projetos necessárias à execução do objeto previsto no Plano de Trabalho, constituído de recursos do Orçamento Geral da União e da contrapartida de responsabilidade do Contratado.

89 A contrapartida é a parcela de recursos próprios do Contratado ou de terceiros, em complemento ao valor alocado pela União, com o objetivo de compor o investimento necessário à execução do projeto, em conformidade com a legislação vigente. A proporção da contrapartida mínima exigida para participação no Programa está definida na Lei de Diretrizes Orçamentárias vigente e nas orientações do Gestor. DESCRIÇÃO DE INDICADORES DESEMPENHO TÉCNICO-OPERACIONAL Visando acompanhar as operações em andamento, desde 2002 a CAIXA/ SUREP/GEATO utiliza e aperfeiçoa uma metodologia que vem provendo o processo decisório com informações capazes de orientar a adoção de medidas preventivas e corretivas no sentido de garantir um padrão de desempenho desejado e contempla, atualmente, os seguintes pontos: - Modelo de Métrica Fatores de Impacto - Modelo de Métrica Indicadores de Desempenho O Modelo de Métrica Fatores de Impacto, objetiva verificar e monitorar as ocorrências que impactam o processo de repasse dos recursos do OGU, no âmbito da SUREP, quanto à sua conformidade e legalidade. Para efeito de acompanhamento, as ocorrências são segregadas de acordo com os seguintes estágios da execução do contrato / objeto contratual: Estágio Início de Obra Execução Física Execução Físico-Financeira Prestação de Contas Vigência Fator de Impacto Contratos firmados há mais de 90 dias, sem autorização para início da execução do objeto contratual. Contratos com início da execução do objeto contratual autorizado há mais de 90 dias, sem registro de início. Contratos com objeto contratual atrasado ou paralisado (obras/ serviços atrasados ou paralisados). Contratos com registro de % físico executado inferior ao % financeiro desbloqueado (descompasso entre o percentual físico efetivamente executado e o percentual financeiro desbloqueado - efetivamente pago). Operações com objeto contratual concluído há mais de 60 dias e Prestação de Contas Final não apresentada à CAIXA. Contratos com vigência expirada há mais de 60 dias e Prestação de Contas Final não apresentada à CAIXA. O Modelo de Métrica Indicadores de Desempenho, objetiva verificar e acompanhar o desempenho do processo no âmbito da CAIXA, quanto à operacionalização dos programas de repasses do OGU/ME, no que se refere à sua eficiência, efetividade e eficácia, bem como à conformidade e legalidade do processo, e tempo médio de execução dos Contratos de Repasse.

90 No decorrer do exercício de 2004, esses indicadores foram reformulados, visando o acompanhamento do desempenho das Gerências de Filial de Desenvolvimento Urbano, relativamente à operacionalização dos programas do OGU. Foram priorizados os seguintes indicadores de desempenho: Indicador de Desempenho Estágio Avaliado Aspecto Avaliado Conceito Indicador de Eficácia Mensurar o Andamento das Obras/Serviços Execução Física Execução Física Relação percentual de Operações Ativas (Prestação de Contas Final não apresentada à CAIXA) com obras/serviços em andamento normal ou adiantado. Indicador de Eficácia Mensurar O Gerenciamento da Vigência Contratual Vigência Legalidade do Processo Relação percentual de Operações Ativas (Prestação de Contas Final não apresentada à CAIXA), dentro do prazo de vigência contratual. Indicador de Eficácia Mensurar o Prazo Médio da Análise/Aprovação da Prestação de Contas Prestação de Contas Legalidade do Processo Relação percentual de Operações com Prestação de Contas Final em processo de análise na CAIXA, cujo prazo de análise/aprovação é menor ou igual a 30 dias. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Apresentamos abaixo a evolução das ocorrências apuradas em 15/12/2003, por estágio do Modelo de Métrica - Fatores de Impacto, e o resultado do esforço de regularização no decorrer do exercício de Estágio Início de Obra Execução Física Execução Físico- Financeira Fator de Impacto Contratos firmados há mais de 90 dias, sem autorização para início da execução do objeto contratual. Contratos com início da execução do objeto contratual autorizado há mais de 90 dias, sem registro de início. Contratos com obras atrasadas ou paralisadas. Contratos com registro de % físico executado inferior ao % financeiro desbloqueado. Quant. Ocorrências (15/12/2003) Quant. Ocorrências Regularizadas Ocorrências Regularizadas (%) , , , ,00

91 Prestação de Contas Vigência Operações com objeto contratual concluído há mais de 60 dias e Prestação de Contas Final não apresentada à CAIXA. Contratos com vigência expirada e Prestação de Contas Final não aprovada (SIAPF) , ,65 TOTAL ,57 Fonte: SIAPF, 31/12/2004 Além disso, no decorrer do exercício de 2004, relacionamos: % de PT contratado/empenhado Obras iniciadas Contratos operacionalizados Municípios abrangidos % de recursos efetivamente desbloqueado/vlr. repasse % de recursos efetivamente desbloqueado/vlr. Liberado Obras/serviços concluídos Prestações de Contas Finais recebidas Prestações de Contas Finais aprovadas Contratos cancelados/distratados % de Planos de Trabalho efetivamente contratado, em relação ao quantitativo com valor de repasse empenhado. Quantidade de contratos com objeto contratual iniciado no exercício: Quantidade de contratos operacionalizados (ativos) no exercício: Quantidade de municípios beneficiados com os contratos operacionalizados (ativos) no decorrer do exercício: % de recursos desbloqueado (efetivamente pagos ao Tomador), em relação ao valor de repasse dos contratos operacionalizados (ativos) no decorrer do exercício. % de recursos desbloqueado, em relação ao total de recursos liberados pelo Gestor (em 2004 e em exercícios anteriores) - contratos operacionalizados (ativos) no decorrer do exercício. Quantidade de contratos com obras / serviços concluídos: Quantidade de contratos com Prestação de Contas Final recebida pela CAIXA: Quantidade de contratos com Prestação de Contas Final aprovada (SIAFI): Quantidade de contratos cancelados ou distratados no exercício. 96,94% ,57% 28,19%

92 Os contratos de repasse que estiveram ativos - em fase de operacionalização, no decorrer do exercício podem ser assim quantificados, considerando o ano de contratação: Ano de Contratação Quantidade de contratos ativos em TOTAL Dentre o total de recursos já disponibilizados pelo Gestor para crédito na conta vinculada dos contratos de repasse em andamento no exercício, foram efetivamente desbloqueados/pagos 28,19% no decorrer de Os 815 contratos com obras/serviços concluídos no decorrer do exercício de 2004 podem ser assim quantificados, considerando o ano de contratação: Ano de Assinatura do Contrato de Repasse Quantidade de Contratos com Objeto Contratual Concluído em TOTAL 815 Durante o exercício de 2004, foram solucionadas as pendências relativas ao atraso/paralisação das obras/serviços de 347 contratos de repasse, representando 69,82% das ocorrências verificadas em 31/12/2003, conforme quadro apresentado no subitem 4.1. Aos 150 contratos restantes, no decorrer do ano somaram-se outros 519 cujas pendências relativas ao atraso/paralisação das obras/serviços não foram equacionadas, totalizando, em 31/12/2004, o somatório de 669 operações com objeto contratual em andamento atrasado ou paralisado.

93 Essas operações podem ser assim segregadas, por ano de contratação: Ano de contratação Quantidade de contratos com obras/serviços atrasados/paralisados TOTAL 669 Dentre as principais razões que resultam nessas ocorrências, encontram-se: - Baixa capacidade de gestão / equipes técnicas insuficientes / descontinuidade administrativa dos Tomadores; - Dificuldades / imprevistos na elaboração e/ou implantação dos projetos; - Demora dos tomadores na obtenção e encaminhamento de documentos/ licenças / registros; - Dificuldades para realizar a contrapartida e/ou intempestividade no repasse dos recursos financeiros ; - Morosidade na Prestação de Contas Final, decorrente da ausência/ insuficiência da documentação; - Outras. O quadro abaixo demonstra a posição dos principais INDICADORES DE DESEMPENHO em 31/12/2004: Indicador de Desempenho Indicador de Eficácia Mensurar o Andamento das Obras/Serviços Indicador de Eficácia Mensurar o Gerenciamento da Vigência Contratual Indicador de Eficácia Mensurar o Prazo Médio da Análise / Aprovação da Prestação de Contas Fonte: SIAPF, 31/12/2004 Estágio Avaliado Execução Física Vigência Prestação de Contas Aspecto Avaliado Execução Física Legalidade do Processo Legalidade do Processo Conceito Relação percentual de Operações Ativas (Prestação de Contas Final não apresentada à CAIXA) com obras/serviços em andamento normal ou adiantado. Relação percentual de Operações Ativas (Prestação de Contas Final não apresentada à CAIXA), dentro do prazo de vigência contratual. Relação percentual de Operações com Prestação de Contas Final em processo de análise na CAIXA, cujo prazo de análise/aprovação é menor ou igual a 30 dias. Índice DEZ/2004 (%) 27,83 97,16 82,65

94 SANEAMENTO DE DISFUNÇÕES Dentre as medidas já implementadas com vistas ao saneamento das disfunções registradas em dez/2003, podemos citar o encaminhamento mensal de relatórios sintéticos e analíticos contendo a relação de ocorrências/contratos de repasse às Gerências de Filial de Desenvolvimento Urbano (GIDUR) e aos Escritórios de Negócios da CAIXA, bem como o Indicador de Desempenho de cada GIDUR/EN. As ações de regularização são geridas pela Matriz e ocorrem em duas oportunidades: - quando a SUREP/GEATO detecta, nos levantamentos mensais, quantidade representativa de não conformidades nos contratos de repasse acompanhados; - diante de demandas expressivas dos Gestores ou órgãos de controle, com vistas ao saneamento de disfunções / otimização dos recursos públicos. Esse controle/monitoramento tem subsidiado o encaminhamento, pela CAIXA/SUREP, de propostas e sugestões de melhorias aos normativos vigentes, inclusive portarias relativas à operacionalização dos programas, bem como auxiliado no aprimoramento dos Contratos de Prestação de Serviços, firmados entre a CAIXA e os Gestores. Além disso, a CAIXA vem atendendo as demandas dos órgãos de controle, em especial aquelas decorrentes de sorteios públicos realizados pela SFC, cujo atendimento depende da interação SUREP/GEATO com as Unidades Técnico-Operacionais (GIDUR/REDUR) que, se necessário, demandam vistoria ao local da execução do objeto por técnicos da instituição engenheiros/arquitetos, técnicos sociais, etc. O resultado da análise dos apontamentos formulados pelos órgãos de controle, quando procedentes, deverá ser utilizado como subsídio à formulação de políticas de treinamento e/ou melhoria dos procedimentos técnico-operacionais e dos normativos internos correspondentes. No que se refere aos fatores internos e externos que impactam no desempenho técnico-operacional dos programas, a CAIXA também vem buscando atuar junto aos agentes intervenientes ao processo, a fim de disponibilizar informações e fornecer subsídios com vistas à melhoria da efetividade, preservando a segurança no repasse dos recursos e otimizando os benefícios sociais esperados. Reportamo-nos, finalmente, ao Relatório de Acompanhamento da Gestão nº , da CG de Auditoria dos Programas Fazendários, encaminhado à CAIXA pela CGU/SFC em 05 de janeiro de 2005, que considera que as medidas adotadas pela entidade no monitoramento dos fatores de impacto e acompanhamento das providências de saneamento das ocorrências verificadas,

95 bem como na responsabilização e cobrança de padrões de desempenho das unidades responsáveis têm se mostrado adequadas, (...). TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS Contratações no Exercício Em 2004, foram selecionados 890 Planos de Trabalho pelo Gestor, no valor de R$ ,40 (cento e trinta e seis milhões, seiscentos e setenta e dois mil, quatrocentos e noventa e nove reais e quarenta centavos), foram empenhados 883 Planos de Trabalho no valor de R$ ,40 (cento e trinta e cinco milhões, quatrocentos e vinte e dois mil, quatrocentos e noventa e nove reais e quarenta centavos ), dos quais 856 foram firmados, no valor total de R$ ,40 (cento e trinta e um milhões, trezentos e trinta e quatro mil, quatrocentos e noventa e nove reais e quarenta centavos), conforme demonstrativo por Programa a seguir: R$ 1,00 PROGRAMA ESPORTE E LAZER NA CIDADE UF Qtd Valor Qtd Valor Qtd Valor Sel Selecionado Emp Empenhado Contr Contratado AC , , ,00 PB , , ,00 PA , , ,00 MT , , ,00 MS , , ,00 MG , , ,96 PE , , ,00 GO , , ,12 PI , , ,00 ES , , ,00 DF , , ,00 CE , , ,79 BA , , ,48 AM , , ,00 AL , , ,00 MA , , ,06 RS , , ,00 TO , , ,00 RJ , , ,00 RN , , ,00 SP , , ,99 RO , , ,00 RR , , ,00 PR , , ,00 SE , , ,00 SC , , ,00 TOTAL , , ,40

96 PROGRAMA BRASIL NO ESPORTE DE ALTO RENDIMENTO UF Qtd Valor Qtd Valor Qtd Valor Sel Selecionado Emp Empenhado Contr Contratado SC , , ,00 AM , , ,00 TOTAL , , ,00 PROGRAMA SEGUNDO TEMPO UF Qtd Valor Qtd Valor Qtd Valor Sel Selecionado Emp Empenhado Contr Contratado AL , , ,38 SP , , ,00 SE , , ,00 BA , , ,00 SC , , ,06 RS , , ,00 PE , , ,00 MA , , ,00 RR , , ,00 MG , , ,00 RN , , ,00 RJ , , ,00 TO , , ,00 PI , , ,00 GO , , ,56 TOTAL , , ,00 Total ME , , ,40 Fonte: SIAPF/SISREP - GENOA Além das operações acima retratadas, foram selecionadas 215 operações no valor de R$ ,19 (Trinta milhões, trezentos e noventa e um mil, cento e doze reais e dezenove centavos), as quais foram canceladas pelo Gestor ainda no exercício de 2004, o que representa um percentual de 19,46% do total de seleções efetuadas. LIBERAÇÃO DE RECURSOS Para atender etapas de obras referentes às contratações de operações de 2004, a União repassou aos convenentes, através da CAIXA, o valor de R$ ,50 (Cento e Vinte e Sete Milhões, Quinhentos e Quarenta e dois mil, Cento e vinte Oito Reais e Cinqüenta centavos Centavos), conforme discriminado a seguir:

97 R$ 1,00 LIBERAÇÃO BRASIL POTÊNCIA ESPORTIVA UF Op Contratadas 2004 Op Contratadas Outros Exercícios Total 2004 AL , ,00 CE , ,00 GO , ,00 PB , ,00 PE , ,00 RJ , ,00 SC , ,00 SP , ,00 TOTAL 0, , ,00 Fonte: GECOE LIBERAÇÃO ESPORTE DIREITO DE TODOS R$ 1,00 UF OP CONTRATADAS 2004 OP CONTRATADAS OUTROS EXERCÍCIOS TOTAL 2004 BA , ,00 MA , ,00 MG , ,66 MT , ,00 SP , ,00 TOTAL 0, , ,66 Fonte: GECOE LIBERAÇÃO ESPORTE E LAZER NA CIDADE R$ 1,00 UF OP CONTRATADAS 2004 OP CONTRATADAS OUTROS EXERCÍCIOS TOTAL 2004 AC , ,00 AL , ,00 AM , ,00 BA , ,66 CE , ,79 DF , ,00 ES , ,00 GO , ,42 MA , ,61 MG , ,96 MS , ,00

98 MT , ,00 PA , ,00 PB , ,00 PE , ,00 PR , ,00 RJ , ,00 RN , ,00 RO , ,00 RR , ,00 RS , ,00 SC , ,00 SE , ,00 SP , ,00 TO , ,00 TOTAL ,44 0, ,44 LIBERAÇÃO 2004 ESPORTE NA ESCOLA R$ 1,00 UF OP CONTRATADAS 2004 OP CONTRATADAS OUTROS EXERCÍCIOS TOTAL 2004 AM , ,00 BA , ,00 CE , ,00 MA , ,00 MG , ,00 PB , ,00 PE , ,00 PI , ,50 PR , ,00 RO , ,00 RS , ,00 SP , ,00 TOTAL 0, , ,50 Fonte: GECOE LIBERAÇÃO 2004 MUNICIPALIZAÇÃO DO TURISMO R$ 1,00 UF OP CONTRATADAS 2004 OP CONTRATADAS OUTROS EXERCÍCIOS TOTAL 2004 RS , ,00 TOTAL 0, , ,00 Fonte: GECOE

99 LIBERAÇÃO 2004 ESPORTE SOLIDÁRIO R$ 1,00 UF OP CONTRATADAS 2004 OP CONTRATADAS OUTROS EXERCÍCIOS TOTAL 2004 AC , ,00 AL , ,00 AM , ,00 AP , ,00 BA , ,50 CE , ,80 ES , ,00 GO , ,66 MA , ,34 MG , ,00 MS , ,00 MT , ,95 PA , ,00 PB , ,27 PE , ,00 PI , ,00 PR , ,00 RJ , ,00 RN , ,00 RO , ,00 RR , ,00 RS , ,82 SC , ,00 SE , ,50 SP , ,00 TO , ,00 TOTAL 0, , ,84 Fonte: GECOE LIBERAÇÃO 2004 PRO DESPORTO R$ 1,00 UF OP CONTRATADAS 2004 OP CONTRATADAS OUTROS EXERCÍCIOS TOTAL 2004 AM , ,00 PB , ,00 RJ , ,00 SP , ,00 TOTAL 0, , ,00 Fonte: GECOE

100 UF LIBERAÇÃO 2004 SEGUNDO TEMPO OP CONTRATADAS 2004 OP CONTRATADAS OUTROS EXERCÍCIOS R$ 1,00 TOTAL 2004 BA , ,00 MG , ,00 PI , ,00 RJ , ,00 RN , ,00 RR , ,00 RS , ,00 SC , ,06 SP , ,00 TO , ,00 TOTAL ,06 0, ,06 Fonte: GECOE OBRAS CONCLUÍDAS No exercício de 2004, foram concluídas 815 obras, no valor total de R$ ,03 (Noventa e Dois Milhões, Trezentos e Setenta e Quatro Mil, Oitocentos e Dezesseis Reais e Três Centavos) conforme demonstrado a seguir:

101 UF BRASIL POTÊNCIA ESPORTIVA QT VL REPASSE ESPORTE DIREITO DE TODOS QT VL REPASSE ESPORTE E LAZER NA CIDADE QT VL REPASSE ESPORTE NA ESCOLA ESPORTE SOLIDÁRIO PRO DESPORTO QT VL REPASSE QT VL REPASSE QT VL REPASSE QT SEGUNDO TEMPO VL REPASSE QT TOTAIS VL REPASSE AC , , ,00 AL , , , , ,00 AM , , , ,00 AP , ,00 BA , , , , ,00 CE , , , , ,00 ES , , ,00 GO , , , , ,90 MA , , , , ,14 MG , , , , , , , ,75 MS , , ,00 MT , , , , ,00 PA , , ,00 PB , , , , , , ,27 PE , , , ,00 PI , , ,00 PR , , , , ,60 RJ , , , ,00 RN , , , , ,00 RO , , , , , ,00 RR , , , ,00 RS , , , , , , ,37 SC , , , , , , ,00 SE , , , ,00 SP , , , , , , ,00 TO , , , ,00 Total Global , , , , , , , ,03

102 PRESTAÇÃO DE CONTAS APROVADAS EM 2004 R$1,00 PROGRAMA QUANTIDADE V.DE REPASSE BRASIL POTÊNCIA ESPORTIVA ,00 ESPORTE DIREITO DE TODOS ,83 ESPORTE E LAZER NA CIDADE ,00 ESPORTE NA ESCOLA ,00 ESPORTE SOLIDÁRIO ,05 PRO DESPORTO ,31 Total ,19 Fonte: GECOE TOMADA DE CONTAS ESPECIAL TCE seguir: No exercício de 2004, foram instauradas 06 TCE, conforme quadro a Taxa de Administração pelos Serviços Prestados Prevista em Contrato de Prestação de Serviços Caixa/Mesporte MÓDULO COBRADO ATÉ 2004 TOTAL RECEBIDO RECEBIDO EM 2004 A RECEBER R$ 1,00 CONTRATOS EFETIVADOS , , , ,82 PRESTAÇÃO DE CONTAS , , , ,06 ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA , , , ,86 VALOR TOTAL , , , ,74 DELIBERAÇÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TCU Seguem, em anexo, as providências e esclarecimentos de ocorrências verificadas pelo TCU. DELIBERAÇÕES DA CGU/SFC Seguem, em anexo, as providências e esclarecimentos de ocorrências verificadas pela CGU/SFC. DELIBERAÇÕES DO GESTOR CASOS ESPECIAIS Seguem, em anexo, as providências e esclarecimentos de ocorrências verificadas pelo gestor.

103 RESULTADOS DO ACOMPANHAMENTO E IMPACTO SÓCIO-ECONÔMICO Foram beneficiados pelo Programa abaixo: PROGRAMA FAMíLIAS EMPREGOS MUNICÍPIOS BRASIL NO ESPORTE DE ALTO RENDIMENTO ESPORTE E LAZER NA CIDADE SEGUNDO TEMPO Total Fonte: GECOE A CAIXA, para estabelecer o impacto sócio-econômico gerado pelas intervenções nas localidades, utiliza as informações do Plano de Trabalho de execução do Projeto. A CAIXA mantém na sua estrutura administrativa e técnica, nos diversos Estados da Federação, equipe de profissionais qualificados para implementar os projetos selecionados e contratados. Concomitante ao controle das operações e ao acompanhamento da execução física e financeira dos projetos, a CAIXA vem buscando a eficiência na aplicação dos recursos, por meio do apoio técnico aos Estados, Distrito Federal e Municípios e entidades públicas e privadas, oferecendo soluções adequadas a cada projeto, objetivando viabilizar o acesso das comunidades aos benefícios preconizados pelo programa. RECONHECIMENTO DE DÍVIDA Em 18 de dezembro de 2002, foi publicado o Decreto 4.526, que cancelou os saldos remanescentes, por insuficiência de recursos financeiros, de contratos inscritos em Restos a Pagar em 31 de dezembro de 2001 e exercícios anteriores. Os cancelamentos em questão sensibilizaram apenas as contas contábeis Restos a Pagar a Liquidar, não alterando a situação dos convênios no SIAFI, até que fosse definida a situação legal de tais contratos. Dos contratos atingidos pelo Decreto, 9 contratos, com saldo de R$ ,07 (Quinhentos e treze mil, seiscentos e oitenta e sete reais e sete centavos) foram empenhados com recursos orçamentários de 2004; e 27 contratos no valor de R$ ,60 (Dois Milhões, Oitocentos e Oitenta e Três Mil, Duzentos e Noventa e Um Reais e Sessenta Centavos) tiveram suas alterações contratuais formalizadas.

104 R$ 1,00 Operações Com Saldo Cancelado Empenhadas 2004 Formalizadas 2004 Programa Qtd Vlr Qtd Vlr Qtd Vlr BRASIL POTÊNCIA ESPORTIVA ,41 0 0, ,00 ESPORTE DIREITO DE TODOS ,66 0 0, ,00 ESPORTE SOLIDÁRIO , , ,60 PRO DESPORTO ,24 0 0, ,00 Total , , ,60 Fonte: GECOE CONCLUSÃO Consideramos satisfatórios os resultados alcançados pelo Programa no exercício de 2004, tanto no gerenciamento das operações contratadas anteriormente, quanto na condução do processo de análise e contratação dos Planos de Trabalho de 2004, em observância aos normativos vigentes para a formalização dos contratos de repasse e, principalmente, no apoio das ações de fomento que se destinam a implantação, ampliação e melhoria de infra-estrutura esportiva e turística. SECRETARIA NACIONAL DO ESPORTE EDUCACIONAL UG PROGRAMA SEGUNDO TEMPO O Programa Segundo Tempo é uma iniciativa do Ministério do Esporte que tem por objetivo democratizar o acesso à prática e à cultura do esporte como instrumento educacional, visando o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens, como meio de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida. Pela descrição deste objetivo, pode-se perceber que se trata de uma abordagem do esporte que supera a perspectiva mais comum do estímulo à formação de atletas para esportes competitivos. A preocupação do Programa Segundo Tempo é contribuir com a formação integral dos beneficiados, por meio de projetos relacionados à prática esportiva. Neste sentido, o esporte é caracterizado como todas as formas de atividade física que contribuem para a aptidão física, bemestar mental e inclusão social. Conseqüentemente, passa a desenvolver atividades de lazer, recreação, práticas esportivas organizadas ou não, esportes competitivos e jogos ou práticas corporais da cultura brasileira. AS AÇÕES DO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO O Programa Segundo Tempo está centrado na formação de parcerias com Estados, Municípios, clubes sociais, entidades do Sistema S, Forças Armadas, outras entidades da iniciativa privada e organismos internacionais e nãogovernamentais, por meio das quais sejam formados e implantados núcleos de

105 esporte para o atendimento de alunos matriculados nos estabelecimentos públicos de ensino fundamental e médio. Os núcleos se valem do contra-turno escolar para o desenvolvimento de atividades esportivas monitoradas, acompanhadas de reforço alimentar e de atividades de caráter educativo mais geral. Seu objetivo é possibilitar o acesso às atividades esportivas, orientando o processo ensino-aprendizagem e refletindo a prática pedagógica do Esporte. O trabalho é organizado e otimizado por profissionais de Educação Física, com orientação didático-pedagógica de temas referentes ao esporte, explicitados no Projeto Pedagógico das Escolas, que recebem capacitação específica, financiada pelo Ministério, para atuação no Programa. Por meio desta ação, o Programa Segundo Tempo demonstra ter um compromisso social maior do que o de difundir o esporte e descobrir novos talentos, em meio a tantos que têm acesso à prática esportiva orientada, que é o de agregar a comunidade na participação da vida escolar de suas crianças, quebrando as barreiras sociais e discriminatórias existentes nas várias camadas sociais, contribuindo para que as crianças e adolescentes possam crescer como cidadãos criativos e participativos do processo social. Além da ação Funcionamento de Núcleos de Esporte Educacional, são desenvolvidas também as seguintes ações: Concessão de Prêmios sobre o Esporte Educacional; Implantação de Infra-Estrutura Esportiva para o Desenvolvimento do Esporte Educacional; Apoio a Projetos Esportivos Sociais para a Infância e Adolescência; Gestão e Administração do Programa; Publicidade e Utilidade Pública; Promoção de Eventos de Esporte Educacional; e Participação de Delegação Brasileira em Competições Internacionais de Esporte Educacional. EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E FÍSICA EM 2004 Sendo o Programa Segundo Tempo uma iniciativa da atual administração, sua execução que, no ano de 2003, se deu sob a rubrica do Programa Esporte na Escola (8028), no PPA , passa a receber a denominação Programa Segundo Tempo. Em 2004, ampliou-se o atendimento a alunos de escolas públicas do ensino fundamental e médio, residentes em áreas de vulnerabilidade social, passando a englobar, hoje, os 26 estados e o Distrito Federal. Contou-se também, na ação de funcionamento de núcleos de esporte, com a parceria do Ministério de Desenvolvimento Social MDS, antigo MESA, que investiu um total de R$ ,00 (empenhados) na ação de Reforço Alimentar

106 para crianças e jovens participantes das atividades oferecidas pelos Núcleos do Programa. As tabelas a seguir sumarizam as execuções orçamentária, financeira e física do Programa Segundo Tempo até o dia 31/12/2004, considerando as diversas ações e fontes de recursos. AÇÃO R$ 1,00 DOTAÇÃO EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA META/PRODUTO AUTORIZADA EMPENHADO REALIZADO PRODUTO META REALIZADO Criança/adolescente atendido Prêmio concedido Aluno beneficiado Instituição de ensino beneficiada concluídas e 23 em processo Atleta apoiado Evento realizado Total Fonte: SIAFI, SIGPLAN e Relatórios de Gestão do Programa. TABELA DE EXECUÇÃO FÍSICO E FINANCEIRA POR UF: UF MUNICÍPIOS CRIANÇAS JOVENS ORÇAMENTO ME ORÇAMENTO MDS TOTAL INVESTIDO AC AL AM AP , , ,00 BA , , ,70 CE , ,00 DF , , ,02 ES , ,60 GO , , ,00 MA , , ,00 MG , , ,00 MS MT PA , ,00 PB , ,00 PE , , ,70 PI , ,00 PR , , ,30 RJ , , ,50 RN , , ,00 RO , , ,00 RR RS , , ,20 SC , , ,00 SE

107 SP , , ,35 TO , , ,00 Nacional * , , ,00 Ministério Defesa , ,00 TOTAL , , Fonte: SIAFI, SIGPLAN e Relatórios de Gestão do Programa. * Os estados da federação que apresentam número de municípios beneficiados sem terem recebido recursos orçamentários, dizem respeito aos convênios atendidos por entidades nacionais que tem núcleos de esporte em todo território brasileiro (SESI, Confederação Brasileira de Canoagem, SEST/SENAT, entre outros) ANÁLISE DA EXECUÇÃO (POR AÇÃO) Funcionamento de Núcleos de Esporte Educacional As atividades dos núcleos de esporte implantados pelo Programa são organizadas e otimizadas por profissionais de Educação Físicas (carga horária mínima de 10h semanais), responsáveis pela orientação didático-pedagógica que tem como base temas referentes ao esporte, e é direcionada aos conhecimentos específicos da área na qual os professores e estagiários irão atuar. Deve, também, contemplar bolsa-monitor/estagiário (20 horas semanais), reforço alimentar para as crianças e jovens que participam das atividades oferecidas, além do material esportivo e dos uniformes, produzidos e enviados pelo Pintando a Liberdade. Considerando o encerramento do ano orçamentário como data de disponibilização dos dados, a meta interna de um milhão de crianças beneficiadas ao término de 2004 foi atingida, considerando os projetos em desenvolvimento no País que ainda se encontram em vigência. Embora possa ser constatado na planilha anteriormente apresentada que, com o orçamento de 2004, o Programa atendeu (trezentos e quarenta e nove mil e seiscentos e cinqüenta e oito) alunos do ensino fundamental e médio, cabe destacar que outros (quatrocentos e oitenta e oito mil e cento e quarenta e dois) alunos encontram-se em atividade por meio dos convênios assinados em 2003 que tiveram sua vigência prorrogada. Assim, temos a totalidade de crianças e jovens em atividade, ligados ao do Programa em todo o País, fato que supera a meta prevista inicialmente. Isso se deu devido à efetivação de parcerias orçamentárias e a contrapartida de cada parceiro, em especial os Estados e Municípios, que realmente se empenharam para implantar o Programa em prol de suas crianças e jovens. Além disso, pode-se mencionar que o programa poderia ter atingido crianças e jovens, caso todos os convênios assinados em 2003 e 2004 tivessem sido renovados. Um total de alunos, em 594 núcleos de esporte, teve as atividades suspensas por inadimplência dos conveniados e mesmo por contingenciamento orçamentário que não permitiu ao ME a renovação de alguns convênios.

108 O Programa Segundo Tempo considera fundamental a qualificação dos professores e sua orientação segundo a(s) realidade(s) em que atuam, para que possam adquirir condições de refletir sobre sua prática, os diferentes interesses e necessidades das crianças, discutindo e implementando metodologias que possam ser utilizadas no sentido da democratização da prática esportiva educacional como instrumento de formação da cidadania. Assim, a capacitação de pessoas passou a ser tratada como uma sub-ação do Funcionamento de Núcleos Concessão de Prêmios sobre o Esporte Educacional Devido a não liberação orçamentária, esta ação não teve execução, conforme previsão inicial Implantação de Infra-Estrutura Esportiva para o Desenvolvimento do Esporte Educacional Optou-se por viabilizar a utilização de espaços físicos já existentes e que se encontram ociosos, priorizando-se, portanto, escolas que já possuíssem infra-estrutura esportiva, bem como parcerias com outros setores que pudessem disponibilizar seus espaços físicos para uso da comunidade escolar. Esta ação é desenvolvida diretamente pela SPOA/SE/ME, por meio de parceria com a Caixa Econômica Federal Apoio a Projetos Esportivos Sociais para a Infância e Adolescência Esta ação tem sua gestão no CONANDA, Ministério da Justiça que recebe os Projetos Chancelados e é responsável por toda a elaboração do processo até assinatura do convênio. Respondendo pelos relatórios de execução. Por se tratar de uma ação de captação de recursos na área privada, foi elaborada em 2004, uma cartilha de divulgação desta Lei de Incentivo que será distribuída a todos os gestores de esporte no país, contribuindo, assim, para uma maior participação e efetivação da mesma Gestão e Administração do Programa Para esta ação, não houve previsão de execução física na LOA Publicidade de Utilidade Pública Esta ação permite o conhecimento específico do Programa por parte da comunidade em geral. Conteúdo, propostas, formas e utilização, critérios de adesão constituem algumas das informações úteis para o público-alvo que a campanha publicitária deve efetuar. O planejamento e a realização desta ação ficam sob a coordenação e responsabilidade do Gabinete do Ministro de Estado de Esporte/ Assessoria de Comunicação.

109 Promoção de Eventos de Esporte Educacional A meta inicial desta ação tinha como base dois grandes eventos do Ministério: Jogos escolares Brasileiros e os Jogos Universitários. O fato de o Ministério estabelecer parcerias com o COB e com a UNE e, conseguir recursos orçamentários da Lei Agnelo Piva e de uma Emenda da UNE, possibilitou que o Ministério apoiasse em 2004, outros 13 eventos de pequeno porte, em parceria com Estados e Municípios da Federação Participação de Delegação Brasileira em Competições Internacionais de Esporte Educacional Devido a variação do dólar, por se tratar de uma ação com intercâmbio internacional, houve a variação nos valores iniciais. Por este motivo, atendeu-se um número maior de atletas, com recurso inferior ao previsto. PARCERIAS E AÇÕES ESTRATÉGICAS Um primeiro fato a ser destacado são os Termos de Cooperação Internacional firmados com Angola, Moçambique e Haiti, para o funcionamento de núcleos do Programa Segundo Tempo nos três países, beneficiando, num primeiro momento, jovens em cada um. Outro ponto básico para a estratégia do Programa está ligado ao estabelecimento de parcerias do ME com outros Ministérios e entidades da área esportiva e educacional, possibilitando maior articulação e suporte para o desenvolvimento de suas ações. Destaque-se que em 2004 foi assinado Termo de Cooperação entre ME, MinC, FNDE/MEC, MTE e UNESCO, para implantação do Programa Escola Aberta em diferentes municípios do país, além da ampliação da rede de parcerias, que hoje abrange: - Ministérios: Educação; Desenvolvimento Social; Defesa; Saúde; Justiça; Desenvolvimento Agrário; Cultura; Trabalho e Emprego. - Outras Entidades: Sociedade Brasileira de Pediatria; UNB; UNICEF; UNESCO; Clubes Sociais; SESC; SEST; SESI; Eletrosul; CHESF; CISBRASIL. Entre os parceiros é devido destacar o MDS que, mais uma vez, apoiou decisivamente o Programa, tendo repassado cerca de R$ ,00 ao ME como suporte financeiro para atendimento do reforço alimentar dos beneficiários do Segundo Tempo, confirmando sua parceria em prol do objetivo comum de atendimento a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. O processo de articulação com o Ministério da Justiça e com a Secretaria Especial de Direitos Humanos tem evoluído no sentido de desenvolver uma política específica para inclusão de menores infratores, localizados nas Unidades de Internação, distribuídas no País, de forma a ofertar espaços de prática esportiva didaticamente orientados, como meio de ressocialização e integração dos Jovens que lá se encontram cumprindo suas tarefas.

110 Outro ponto de destaque diz respeito à participação ativa do Ministério do Esporte no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente CONANDA, como membro e com uma Linha de Incentivo de Projetos Esportivos Sociais que se encontra aberta e que teve, em 2004, cerca de 20 milhões de reais disponibilizados na LOA para apoio de projetos que venham a captar recursos junto a iniciativa privada. Foi instituída a Comissão de Chancela aos Projetos Esportivos Sociais e disponibilizado o Edital Único para a concessão de chancela, bem como todas as informações necessárias ao correto preenchimento do formulário-padrão de elaboração de projetos, para aqueles que pretendam captar recursos por meio do Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente - FNCA. Este Edital destina-se aos proponentes que pretendem pleitear recursos do incentivo fiscal federal instituído pelo dispositivo constitucional do Capítulo VII - Art. 227, regulamentado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, em suas Disposições Finais e Transitórias - Art. 260 e disciplinado pelo Poder Executivo por intermédio da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de l997. RESULTADOS ALCANÇADOS PELO SEGUNDO TEMPO A realização dos Jogos Escolares Brasileiros JEBs, no período entre 25 de novembro e 05 de dezembro, em Brasília, beneficiou diretamente cerca de alunos matriculados na rede pública e privada com representação de todos os estados brasileiros, além de contribuir para o processo de inclusão social, uma vez que contou com a participação de portadores de necessidades especiais nas modalidades de atletismo e basquete. Outro evento importante, que contou com o apoio da UNE, os 52º Jogos Universitários Brasileiros JUBs, de 09 a 18 de julho de 2004, em São Paulo, reuniu aproximadamente alunos das escolas superiores no País. O estabelecimento de parcerias com o COB (JEBs), com a UNE (JUBs) e com outros segmentos do esporte; a utilização de recursos da Lei Agnelo/Piva bem como a captação de recursos para realização dos mesmos, seja na legislação, na iniciativa privada ou via emendas parlamentares, foi possível ir além da meta prevista inicialmente e que estava restrita à realização de um único evento. Optou-se, no caso, por desenvolver eventos de menor amplitude, com o objetivo de obter uma maior abrangência do território nacional e, no total, foram realizados 13 eventos, beneficiando 5 Estados da Federação (DF, CE, ES, RS e SP). No que concerne ao funcionamento dos núcleos, as atividades são organizadas e otimizadas por profissionais de Educação Física (carga horária mínima de 10h semanais), responsáveis pela orientação didático-pedagógica que tem como base temas referentes ao esporte, e é direcionada aos conhecimentos específicos da área na qual os professores e estagiários irão atuar. Contempla, também, bolsa-monitor/estagiário (20 horas semanais), reforço alimentar para as crianças e jovens que participam das atividades oferecidas, além do material esportivo e dos uniformes, produzidos e enviados pelo Pintando a Liberdade.

111 CONVÊNIOS FIRMADOS EM 2004 Itens Forças Armadas Estados Municípios Ong's Unb E Unesco Total VALOR TOTAL DO PROGRAMA , CRIANÇAS ATENDIDAS NÚCLEOS MUNICÍPIOS Nacional 322 Fonte: Relatórios de Gestão do Programa O Programa Segundo Tempo considera fundamental a qualificação dos professores e sua orientação segundo a realidade em que atuam, para que possam adquirir condições de refletir sobre sua prática, os diferentes interesses e necessidades das crianças, discutindo e implementando metodologias que possam ser utilizadas no sentido da democratização da prática esportiva educacional como instrumento de formação da cidadania. Assim, a capacitação de pessoas passou a ser tratada como uma sub-ação do Funcionamento de Núcleos. SUB-AÇÃO: Capacitação de Recursos Humanos em Esporte Escolar Esta ação pretende levar aos professores e estagiários de educação física as condições de aprimoramento e aperfeiçoamento do conhecimento específico a ser utilizado no trabalho dos Núcleos de Esporte. As metas previstas internamente para essa sub-ação em 2004 foram atendidas parcialmente, devido a uma decisão da Coordenação de Capacitação do Ministério e do CEAD/UNB, de prorrogar o início da entrada de uma segunda turma de alunos, a fim de garantir a organização e a qualidade do processo de inscrição, visto o excessivo número de desistências na primeira turma. Em 2004 foi estabelecido o processo de capacitação de professores e estagiários/monitores que estão desenvolvendo as atividades nos núcleos de esporte do Programa e, por meio da parceria com a Fundação Universidade de Brasília/FUB-UNB Centro de Ensino a Distância, vêm-se desenvolvendo a capacitação continuada, modular e semi-presencial que teve sua primeira turma iniciada em abril/2004, estando em andamento o terceiro módulo da especialização e concluído o primeiro módulo da extensão. A segunda turma terá seu início em fevereiro/2005. Considera-se esta sub-ação de fundamental importância para o desenvolvimento do Programa, pois sem ela não é viável dar um atendimento qualificado e de acordo com as diretrizes pedagógicas definidas. Por este motivo foi ela, a partir do PPA-2004, incluída na ação de Funcionamento de Núcleos de Esporte do Programa (4377). Por meio do projeto de Capacitação Continuada, modular, em parceria com o CEAD/UNB, no ano de 2004, dos inscritos, com acompanhamento de tutoria, alunos já concluíram o módulo I do Curso de Extensão e dos 878

112 inscritos, 612 alunos concluíram o Módulo I, 337 concluíram o Módulo II e 491 encontram-se em processo de recuperação. A tabela abaixo explicita estes dados: Curso Concluíram Módulo I Concluíram Módulo Il Recuperação Módulo Il Total ESPECIALIZAÇÃO EXTENSÃO TOTAL DE ALUNOS DIRETAMENTE ENVOLVIDOS EM PROCESSO DE CAPACITAÇÃO Fonte: Relatórios de Gestão do Programa Além disso, encontra-se em desenvolvimento o processo de inscrição de uma nova turma que terá início no mês de fevereiro de As pré-inscrições encontram-se em fase conclusiva, objetivando atender em torno de novos alunos (2.500 alunos no Curso de Especialização e alunos no Curso de Extensão). Financeiramente, considerando que o processo já havia sido iniciado em 2003, foram empenhados em 2004 R$ ,00 (três milhões, oito mil, quatrocentos e vinte e cinco reais) sendo que destes foram pagos ao CEAD/UNB, no ano de 2004, R$ ,00 (dois milhões, trezentos e vinte e dois mil, seiscentos e trinta e cinco reais) referentes a parcelas do contrato e a produtos entregues. Uma outra sub-ação do Segundo Tempo, implantada em 2004 foi a Avaliação do Programa. SUB-AÇÃO: Avaliação do Programa Assinada a Assistência Preparatória com a UNESCO, visando desenvolver cooperação técnica, educacional e administrativa entre a Secretaria Nacional de Esporte Educacional do Ministério do Esporte e a UNESCO, com vistas à construção e implantação de um Sistema de Avaliação do Programa Segundo Tempo e atividades correlatas, no âmbito de atuação da UNESCO. Como forma de controle da qualidade, serão concebidos indicadores para concepção e efetivado teste de um Sistema de Avaliação Permanente do Programa. Desta forma é prevista a realização de análises do comportamento destes indicadores e a realização de avaliação do impacto social do Programa. Para tal, estão sendo trabalhados indicadores que apresentem capacidade de comparação em nível internacional, mantendo-se adequados à avaliação da realidade nacional. Deve-se considerar, também, a ausência de estatísticas públicas relativas a diversos itens de interesse para a estruturação dos mencionados indicadores, assim, desenvolver e implantar tais mecanismos constituise em atividade essencial para apontar dados capazes de avaliar o processo de evolução do programa, bem como para identificar aspectos a serem aprimorados para o sucesso do mesmo. Ressalte-se, ainda, que a efetivação de parcerias multissetoriais em muito contribuiu para a expansão do PST no exercício.

113 Em síntese, o Programa Segundo Tempo apresentou os seguintes resultados no exercício de 2004: beneficiados em todo o país, superando-se a meta prevista; - capacitação de profissionais ligados aos núcleos de esporte; - realização do 1º Encontro Nacional de Gestores do Segundo Tempo; - assinatura da Assistência Preparatória com a UNESCO, visando a construção de um sistema de avaliação do PST; - 25 instituições em processo de construção ou modernização de seus espaços físicos para otimização do atendimento nos núcleos; - realização dos Jogos Escolares Brasileiros e dos Jogos Universitários Brasileiros; - participação de beneficiados dos núcleos de esporte educacional em eventos internacionais; - assinatura de acordos com as Repúblicas de Moçambique, Angola e Haiti. Cumpre observar, entretanto, que os resultados obtidos em 2004 poderiam ter sido ainda superiores caso os recursos não tivessem sofrido contingenciamento e descontinuidade em seu fluxo ao longo do exercício. PROGRAMA ESPORTE DE CRIAÇÃO NACIONAL E DE IDENTIDADE CULTURAL O Programa Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural é uma iniciativa do Ministério do Esporte que tem por objetivo incentivar a prática das modalidades esportivas de criação nacional e de identidade cultural, possibilitando a difusão e o conhecimento da sua história. Seu público-alvo é constituído pelos praticantes de modalidades esportivas de criação nacional e de identidade cultural. As ações do Programa Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural - o Programa Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural possui três ações orçamentárias, a saber: Fomento à Implantação de Centros de Memória do Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural; Funcionamento de Núcleos de Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural; e Promoção de Eventos Esportivos de Identidade Cultural e de Criação Nacional.

114 Execução Orçamentária, Financeira e Física em no exercício de 2004, problemas decorrentes da descontinuidade do fluxo de recursos e do contingenciamento impactaram negativamente a consecução das ações do Programa. A tabela a seguir sumariza a execução financeira e física do Programa até o dia 31/12/2004. Ações (Produto/Unidade de Medida) Fomento à Implantação de Centros de Memória do Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural (CENTRO APOIADO/UNIDADE) Funcionamento de Núcleos de Esportes de Criação Nacional e de Identidade Cultural (PESSOA BENEFICIADA/UNIDADE) Promoção de Eventos Esportivos de Identidade Cultural e de Criação Nacional (EVENTO REALIZADO/UNIDADE) Metas Físicas Metas Financeiras Previsto Realizado Previsto Realizado 1,00 0, ,00 0,00 445,00 0, ,00 0,00 1,00 2, , ,00 TOTAL , , Fonte: SIGPLAN e Relatórios de Gestão do Programa. ANÁLISE DA EXECUÇÃO (POR AÇÃO) Fomento à Implantação de Centros de Memória do Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural Devido a não liberação orçamentária, esta ação não teve execução, conforme previsão inicial Fomento à Implantação de Centros de Memória do Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural Previsto Atual Realizado % Físico 1,000 0,000 0,00 Financeiro , Nacional (centro apoiado/unidade) Atividade Previsto Atual Realizado % Físico 1,000 0,000 0,00 Financeiro ,00 Fonte: SIGPLAN e Relatórios de Gestão do Programa.

115 Funcionamento de Núcleos de Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural Devido a não liberação orçamentária, esta ação não teve execução, conforme previsão inicial Funcionamento de Núcleos de Esportes de Criação Nacional e de Identidade Cultural Previsto Atual Realizado % Físico 445,000 0,000 0,00 Financeiro , Nacional (pessoas beneficiada/unidade) Atividade Previsto Atual Realizado % Físico 445,000 0,000 0,00 Financeiro ,00 Fonte: SIGPLAN e Relatórios de Gestão do Programa Promoção de Eventos Esportivos de Identidade Cultural e de Criação Nacional Conforme demonstra a tabela, a meta desta ação atingiu o patamar de 200%, já que a previsão era de se realizar apenas um evento Promoção de Eventos Esportivos de Identidade Cultural e de Criação Nacional Previsto Atual Realizado % Físico 1,000 2, ,00 Financeiro , Nacional (evento realizado/unidade) - Atividade Previsto Atual Realizado % Físico 1,000 2, ,00 Financeiro ,00 Fonte: SIGPLAN e Relatórios de Gestão do Programa. RESULTADOS ALCANÇADOS PELO PROGRAMA ESPORTE DE CRIAÇÃO NACIONAL E DE IDENTIDADE CULTURAL A realização dos VII Jogos dos Povos Indígenas, no período entre 20 e 27 de novembro de 2004, em Porto Seguro/BA, beneficiou cerca de 600 atletas, de 37 etnias. O outro evento apoiado, o 14º Encontro Nacional de Capoeira - ENCA, em junho de 2004, em Brasília/DF, reuniu aproximadamente atletas. Cabe aqui observar, também, que, assim como o Programa Segundo Tempo, o Esporte de Criação Nacional e de Identidade Cultural poderia ter obtido resultados superiores, caso os recursos não tivessem sofrido contingenciamento e descontinuidade em seu fluxo ao longo do exercício.

116 SECRETARIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO ESPORTE E DO LAZER UG PROGRAMA ESPORTE E LAZER DA CIDADE Ações do Programa Esporte e Lazer da Cidade em 2004, de acordo com as metas estabelecidas: No Programa Social Esporte e Lazer da Cidade (incluindo as duas ações: Funcionamento de Núcleos de Esporte Recreativo e de Lazer e Promoção de Eventos Esportivos e de Lazer) foi previsto 1 o atendimento de pessoas, com recursos financeiros na ordem de R$ ,00 (dez milhões e duzentos e trinta e nove mil, setecentos e trinta e nove reais) 2. Desta previsão, R$ ,00 (hum milhão quatrocentos e dez mil reais) em emendas parlamentares e R$ ,00 (oito milhões seiscentos e setenta e nove mil e setecentos e trinta e nove reais) para nacional. Em 2004, foi alcançado o atendimento de pessoas (significando um aumento de 863,25 % em relação à meta estabelecida) em 269 núcleos e executados R$ ,70 (sete milhões, cento e noventa mil duzentos e seis reais e sete centavos), dos quais R$ ,00 (trezentos e trinta e nove mil, seiscentos e setenta reais) em emendas e R$ ,70 (seis milhões, oitocentos e cinqüenta mil, quinhentos e trinta e seis reais e setenta centavos) para nacional, nas duas ações descrita abaixo. Na ação funcionamento de núcleos de esporte recreativo e de lazer, com recursos de ordem Nacional e de Emendas Parlamentares, voltada para o desenvolvimento de atividades de esporte recreativo e de lazer para crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e portadores de deficiência e necessidades especiais, implementada através de convênios formalizados com Estados, Municípios, Distrito Federal, IES (Instituições de Ensino Superior) e Organizações Não-governamentais, chegou-se ao universo de (cento e vinte mil, duzentos e quatorze) pessoas inscritas, gerando um total aproximado de (trezentos e quarenta e oito mil, cento e quarenta e uma) pessoas beneficiadas em atividades sistemáticas e assistemáticas, bem como 15 milhões de atendimentos ao ano. Tal ação oportunizou, também, a geração de (três mil, seiscentos e setenta) 3 empregos diretos. Dos trinta e dois convênios que foram assinados para implementação desta ação, 07 convênios tiveram a concessão de Termo Aditivo Orçamentário (para pagamento de Recursos Humanos), que totalizaram a execução de R$ ,70 (seis milhões, setecentos e dois mil, duzentos e setenta e um reais e noventa centavos). 1 Loa A previsão inicial estava na ordem de R$ ,00 (Onze milhões, duzentos e sessenta e nove mil reais), sendo R$ ,00 (dez milhões e dezenove mil reais) previstos para a ação nacional e R$ ,00 (hum milhão e duzentos e cinqüenta mil reais) para emendas. Destes, manteve-se o valor de emendas e o valor da ação nacional sofreu cancelamento/remanejamento da ordem de R$ ,00 (hum milhão e quinhentos e sessenta mil reais), chegando a R$ ,00 (oito milhões quatrocentos e cinqüenta e nove mil reais). 3 Estão considerados nestes dados convênios firmados ao final de 2003 e executados no ano de 2004.

117 Na ação Promoção de Eventos de Esporte Recreativo e de Lazer, direcionada à promoção, apoio e realização de eventos que possibilitam a vivência do esporte recreativo e do lazer a partir do intercâmbio sócio-cultural e integração entre as diversas comunidades envolvidas nas atividades oferecidas, foi viabilizado o aporte de recursos da ordem de R$ ,00 (duzentos e setenta e nove mil, quatrocentos e noventa e seis reais), mais a realização de cerca de 372 (trezentos e setenta e dois) eventos de esporte e lazer, beneficiando mais de 70 mil pessoas Cabe destacar que destes, 40 eventos foram financiados pela ação funcionamento de núcleos de esporte recreativo e de lazer. Daqueles recursos, R$ ,00 (duzentos e dezenove mil, quatrocentos e noventa e seis reais) foram oriundos da rubrica nacional e R$ ,00 (sessenta mil reais) das emendas parlamentares. Cabe aqui mencionar que o Projeto Pintando a Liberdade, que concede materiais esportivos aos convênios firmados junto aos programas do Ministério do Esporte forneceu ao Programa Esporte e Lazer da Cidade em 2004 cerca de 185 mil itens esportivos. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS Até o mês de fevereiro de 2005, dos 32 convênios, 22 enviaram relatórios de execução. Nestes, somados aos dados de Projeto Básico dos outros 10 convênios, o Projeto Social do Programa Esporte e Lazer da Cidade efetivou a implantação de cerca de 269 núcleos de esporte recreativo e de lazer, beneficiando cerca de (sessenta e oito mil, cento e oito) crianças, adolescentes e jovens, (dezessete mil, cento e trinta e quatro) adultos, (dezenove mil, oitocentos e quarenta e três) idosos e (quinze mil cento e vinte e nove) portadores de deficiência e/ou de necessidades especiais, totalizando (cento e vinte mil, duzentos e quatorze) inscritas, contabilizando aproximadamente 1,2 milhão de atendimentos/mês em atividades sistemática, em 11 Estados da Federação mais o Distrito Federal, abrangendo cerca de 81 municípios nas cinco regiões brasileiras. Destacamos que dos inscritos em atividades sistemáticas, quando da aprovação dos Planos de Trabalho, implicaram, na atualização dos dados (a partir dos relatórios de execução) num aumento de mais de 10%, gerando, conseqüentemente, não só um aumento de pessoas inscritas, como de beneficiadas e de atendimentos. Com esses dados, contabilizamos a média de 12 atendimentos/pessoa/mês nos 269 núcleos, o que nos indica que cada inscrito freqüenta, em média, 3 (três) vezes por semana o núcleo a qual está inscrito, não considerando sua freqüência em atividades assistemáticas (os eventos de esporte e lazer no núcleo ou em âmbito mais macro). Outra dimensão estruturadora do Projeto Social Esporte e Lazer da Cidade são as atividades assistemáticas. Contabilizamos, além dos 372 macro-

118 eventos citados anteriormente, a realização de mais de micro-eventos de esporte e lazer 4, atingindo, em média, cerca de 240 mil pessoas. Outros dados que nos dão o caráter de ampliação do programa Esporte e Lazer da Cidade, estão demonstrados na quantidade de trabalhadores/agentes sociais de esporte e lazer contratados diretamente e a quantidade de ações de formação continuada (os Encontros de Formação com mais de 30 horas de atividades). Este processo possibilitou a formação de (dois mil quatrocentos e sessenta) agentes sociais de esporte e lazer com a realização de 364 (trezentos e sessenta e quatro) atividades de formação continuada (entre Encontros de Formação e ações de formação continuada em serviço). Os relatórios apresentados indicaram que tivemos parte significativa destas ações de formação envolvendo trabalhadores/as que não estavam vinculados ao desenvolvimento do Programa. Neste sentido, foram contabilizados (um mil duzentos e dez) pessoas participantes nestas ações de formação, atingindo um total de (três mil seiscentos e setenta) pessoas capacitadas diretamente pelo Programa. Conforme está sendo indicado acima, tivemos a identificação da superação das metas previstas para o ano de 2004, conforme o quadro demonstrativo abaixo. Descrição da meta* Meta prevista 2004 Meta atingida 2004 % de aumento Funcionamento de Núcleos pessoas pessoas 863,25 % Promoção de Eventos de Esporte e Lazer 33 eventos eventos 1.127,27 % * Considerando-se a fonte nacional e as emendas parlamentares. Neste sentido, e como já era esperado, o Projeto Social do Programa Esporte e Lazer da Cidade não apenas atingiu suas metas enquanto execução de seus convênios, como possibilitou a superação das mesmas, em todas as suas ações. Cabe ressaltar que este ampliação das metas físicas (entre previstas e executadas) ocorreu paralelamente a uma diminuição das metas financeiras previstas ao Programa. Portanto, tendo o Projeto Social do Programa Esporte e Lazer da Cidade dialogado e interagido localmente com outras ações de diversas políticas governamentais, possibilitando mudança nas ações apresentadas a partir do potencial cultural local, com a participação dos mais diversos setores sociais, tanto no que diz respeito à representação de segmentos (infância, juventude, adulto, idoso e Portadores de Necessidades Especiais) como de organizações sociais (movimentos organizados, associações, grupo de jovens, grupos culturais etc.) e, 4 Os micro-eventos de esporte e lazer são caracterizados por sua organização no próprio núcleo onde está funcionando o Programa. Neste sentido, são instrumentos que fortalecem a organização dos macro-eventos de esporte e lazer.

119 conseqüentemente, caminhado ao encontro das necessidades sociais a todos aqueles segmentos, principalmente daqueles mais carentes de ações sociais qualificadas, é possível concluir que o Programa alcançou uma significativa efetividade social. No que diz respeito à sua eficiência, dois indicadores nos ajudam a concluir que o Programa cumpriu com essa categoria: o primeiro diz respeito ao quantitativo de parceiras estabelecidas localmente pelas entidades conveniadas, totalizando aproximadamente 215 parceiros entre ONG s, Associações Comunitárias de Bairro, Entidades Esportivas, Religiosas e Educacionais, bem como as secretarias municipais de áreas afins. O segundo indicador diz respeito ao fortalecimento das políticas públicas de esporte e lazer que vinham se desenvolvendo em parte significativa das entidades conveniadas (sobretudo aquelas do poder público municipal), qualificando o papel do gestor local e dos agentes junto às comunidades atendidas. Por fim, quanto à sua eficácia, o Programa construiu um movimento de reestruturação do programa que permitiu, mesmo diante do corte financeiro efetuado ao seu Projeto Social, a superação das metas físicas estabelecidas inicialmente. Medidas implementadas e a implementar com vistas ao acompanhamento e monitoramento do cumprimento dos objetivos e metas do programa: Mesmo considerando que os objetivos e as metas previstas foram substancialmente superadas pelas entidades conveniadas, necessário afirmar que foram identificadas dificuldades operacionais na gestão do programa por estas entidades. O que permanentemente foi observado na execução dos 32 convênios Projeto Social do Programa Esporte e Lazer da Cidade foi o fato de parte significativa destes convênios estarem experimentando pela primeira vez a construção de uma política pública de esporte e lazer financiada em conjunto com recursos públicos federais. Neste sentido, vários trâmites técnicos se constituíram em dificuldades a estes municípios e/ou entidades conveniadas. Fora verificado também dificuldade em iniciar imediatamente a execução do Plano de Trabalho/convênio quando da oficialização da ordem bancária no valor acertado do convênio. Isso se deu de forma variada e diferenciada à cada entidade, por conta da estrutura administrativa e financeira característica de cada uma destas entidades conveniada. Destacamos que existem dois grandes obstáculos para o início imediato da execução dos convênios, quando da efetuação da ordem bancária: a contratação de recursos humanos e a aquisição de material de consumo e permanente, bem como o de material esportivo por parte do Projeto Pintando a Liberdade. Estas duas ações vêm se caracterizando como os principais elementos para a condução e execução do Programa.

120 No que diz respeito ao primeiro obstáculo, o da contratação de recursos humanos, entendemos que se faz necessária uma maior e mais clara definição e orientação desta ação administrativa junto às entidades, para a execução dos seus convênios. Importante também refletirmos sobre a necessidade do Ministério do Esporte se debruçar nesta questão, visto que foi possível identificar que algumas entidades conseguiram resolver essa problemática sobre o formato de contratação de recursos humanos, porém, diferenciada de entidade para entidade. No que diz respeito à aquisição de material de consumo e permanente (quer aqueles enviados pelo Projeto Pintando a Liberdade, quer os adquiridos por conta de recursos liberados em função do convênio), tecemos a mesma reflexão, tanto no sentido de orientar as entidades na construção dos mecanismos legais para a compra de materiais, assim como no que diz respeito à agilidade nos procedimentos operacionais quanto ao envio dos materiais esportivos do Pintando a Liberdade. Assim sendo, a gestão do Programa Esporte e Lazer da Cidade vem estudando os seguintes mecanismos para sanar ou diminuir essas dificuldades de ordem basicamente operacional: - Definir metodologia e instrumentos de acompanhamento e monitoramento dos convênios em execução; - Construir agendas de acompanhamento e monitoramento técnico junto aos locais onde os convênios estão firmados; - Construir manual de orientação a ser distribuído aos convênios firmados ou a firmar, melhor localizando-os sobre a organização de convênios; - Reformulação no documento de Orientação para Construção do Projeto Básico do Programa Esporte e Lazer da Cidade ; - Envio de modelo de construção de relatório parcial de execução às entidades conveniadas, para localizar possíveis dificuldades e construir durante a sua execução às saídas possíveis, legais e necessárias à execução do Plano de Trabalho, cumprimento do objeto pactuado no instrumento de convênio e alcance das metas estabelecidas quando firmado o convênio; - Planejamento de Atividades de âmbito nacional, junto aos gestores, coordenadores gerais e de núcleo do Programa, bem como com as instâncias de controle social; Resultados do acompanhamento, fiscalização e avaliação dos Projetos e instituições beneficiadas: Dificuldade financeira para acompanhamento e monitoramento in loco junto à entidades conveniadas. Nenhuma ação concreta implementada no sentido de efetivar o papel das Entidades de Controle Social (apresentadas junto aos procedimentos de construção dos convênios). Fiscalização e avaliação direta às entidades conveniadas, apontando três dimensões (por atitude das entidades ou desta Secretaria):

121 - 13 Entidades constituíram permanentes contatos, visita in loco, com acompanhamento de ações de formação e estruturação do Projeto; - 10 Entidades constituíram eventuais e esporádicas ações de troca de informações sobre a execução do convênio; - 06 Entidades não tiveram nenhuma forma de alimentação de informações sobre condução das ações aprovadas no convênios. Obs.: 03 Entidades fecharam convênios em dezembro de 2004 (emendas parlamentares) e não estão apontadas neste item.

122 Nº UF ENTIDADE Munic Núcleos Cursos ESPORTE E LAZER DA CIDADE QUADRO - METAS Nº DE PESSOAS CAPACITADAS Geração de Empregos Nº de Pessoas inscritas INFANCIA ADOLESC Nº de Pessoas Inscritas por Faixa Etária JUVENTUDE ADULTOS IDOSOS PPDS NÚMERO DE PESSOAS BENEFICIADAS (APÓS SIGPLAN) 1 BA ASS. PEQ. AGRIC. DE VALENTE DF AGAP- CONSÓRCIO-BSB DF INST. PADRE WALMIR BRANDÃO 1 1 x DF AÇÃO CRISTÃ PRÓ-GENTE 1 1 x MA PREF. DE IMPERATRIZ MG PREF. DE GOV. VALADARES MG PREF DE SERITINGA MG PREF. DE IPATINGA** MG SOC. EDUCATIVA DO BRASIL* MT PREF. DE JUINA PA PREF. DE BELÉM PA UNIV. FED. DO PARÁ PA SEC.EXEC. DE ESPORTE E LAZER x x PE PREF. DO RECIFE PE SEC. DES. EC. TUR. E ESPORTE** x x PE PREF. DE AGRESTINA** 1 2 x PR PREF. DE IPORÃ PR PREF. DE BARRACÃO RJ PEGAZO RJ PREF. DE VOLTA REDONDA** RJ PREF. DE NITERÓI RS PREF. DE PORTO ALEGRE RS SESC** RS PREF. DE BAGÉ RS PREF. DE IVOTI SC PREF. DE DIONÍSIO CERQUEIRA SP PREF. DE PIRACICABA** SP PREF. DE PARANAPUÃ SP PREF. DE SANTO ANDRÉ SP PREF. DE DIADEMA* SP PREF. DE RIBEIRÃO PIRES** SP PREF. DE RIO GDE DA SERRA** TOTAL

123

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