CAPÍTULO II DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS NATURAIS E DO SANEAMENTO SEÇÃO I DO MEIO AMBIENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPÍTULO II DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS NATURAIS E DO SANEAMENTO SEÇÃO I DO MEIO AMBIENTE"

Transcrição

1 CAPÍTULO II DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS NATURAIS E DO SANEAMENTO SEÇÃO I DO MEIO AMBIENTE ARTIGO 242 Todos tem direito ao meio ambiente saudável e ecologicamente equilibrado, impondo-se a todos, e em especial ao Poder Público Municipal, o dever de defendê-lo, preservá-lo para o benefício das gerações atuais e futuras. ARTIGO O Município, mediante lei, criará um sistema de administração da qualidade ambiental e de proteção aos recursos naturais, para organizar, coordenar e integrar as ações de órgãos e entidades da administração pública, direta e indireta, assegurada a participação da coletividade. Parágrafo Único O sistema mencionado no "caput" deste artigo será coordenado por órgão da administração direta e será integrado por: a) um Conselho Municipal do Meio Ambiente, com participação dos segmentos da sociedade civil e cuja composição será definida em lei; b) órgão executivo incumbido da realização das atividades de desenvolvimento ambiental. ARTIGO 244 São atribuições e finalidades do sis-tema administrativo mencionado no artigo anterior; I elaborar e implantar, através de Lei, um Plano Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais, que contemplará a necessidade do conhecimento das características e recursos dos meios físicos e biológicos, de diagnósticos de sua utilização e definição de diretrizes e princípios ecológicos para o seu melhor aproveitamento no processo de desenvolvimento econômico e social e para a instalação de Plano Diretor e da Lei do Zoneamento; II adotar medidas nas diferentes áreas de ação pública e junto ao setor privado, para manter e promover o equilíbrio ecológico e a melhoria da qualidade ambiental, prevenindo a degradação em todas as suas formas e impedindo ou mitigando impactos ambientais negativos e recuperando o meio ambiente degradado; III estabelecer normas para concessões de direito de pesquisa, de exploração ambiental e de manipulação genéticas; IV realizar fiscalização em obras, atividades, processos produtivos e empreendimentos que, direta ou indiretamente possam causar degradação do meio ambiente, adotando medidas judiciais e administrativas de responsabilização dos causadores da poluição ou da

2 degradação ambiental; V promover a educação ambiental e a conscientização pública para preservação, conservação e recuperação do meio ambiente; VI - promover e manter o inventário e o mapeamento da cobertura vegetal remanescente, visando à adoção de medidas especiais de proteção, bem como promover a recuperação das margens dos cursos d água, lagos e nascentes, visando a sua perenidade; VII estimular, conservar e contribuir para a recuperação da vegetação em áreas urbanas, com plantio de árvores preferencialmente nativas, objetivando especialmente a consecução dos índices mínimos de cobertura vegetal internacionalmente aceitos; VIII incentivar e auxiliar tecnicamente as associações ambientalistas constituídas na forma da lei, respeitando a sua autonomia e independência da sua atuação; IX proteger a fauna e a flora, vedadas as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade, fiscalizando a extração, captura, produção, transportes, comercialização e consumo de seus espécimes e subprodutos; X controlar e fiscalizar a produção, a estocagem de substâncias, o transporte, a comercialização e a utilização de técnicas, métodos e as instalações que comportem risco efetivo ou potencial para a saudável qualidade de vida e ao meio ambiente natural e de trabalho, incluindo materiais geneticamente alterados pela ação humana, resíduos químicos e fontes de radioatividade XI requisitar a realização periódica de auditoria no sistema de controle de poluição e prevenção de riscos de acidentes das instalações e atividades de significativo potencial poluidor, incluindo a avaliação detalhada dos efeitos de sua operação sobre a qualidade física, química e biológica dos recursos ambientais, bem como sobre a saúde dos trabalhadores e da população afetada; XII incentivar a integração das escolas, instituições de pesquisas e associações civis, nos esforços para garantir e aprimorar o controle da poluição, inclusive no ambiente de trabalho, e no desenvolvimento e na utilização de fontes de energia alternativas, não poluentes e de tecnologias poupadoras de energia; XIII discriminar por Lei as penalidades para empreendimentos já iniciados ou concluídos sem licenciamentos e a recuperação da área de degradação, segundo critérios e métodos definidos pelos órgãos competentes. ARTIGO 245 A execução de obras, atividades, processos produtivos e empreendimentos e a exploração de recursos naturais de qualquer espécie, quer pelo setor público, quer pelo privado, serão admitidos se houver resguardo do meio ambiente ecologicamente equilibrado. 1º - A outorga do Alvará de Construção por órgão ou entidade municipal competente será feita com observância dos critérios gerais fixados pelo Código de Obras, além de normas e padrões ambientais estabelecidos pelo Poder Público.

3 2º - A licença ambiental, renovável na forma de Lei para execução, mencionada no "caput" deste artigo, quando potencialmente causadora de degradação do meio ambiente, será sempre precedida, conforme critérios que a Legislação especificar, da aprovação do estudo prévio de impacto ambiental e respectivo relatório, a que se dará prévia publicidade. 3º - As empresas concessionárias ou não de ser-viços públicos deverão atender rigorosamente às normas de proteção ambiental, sendo vedada a renovação da permissão, concessão ou cassação do alvará de funcionamento, conforme o caso, nas hipóteses de infrações graves ou reincidência de infração. ARTIGO 246 São consideradas áreas de proteção permanente: I as várzeas; II as nascentes, os mananciais e matas ciliares e de encostas; III as áreas que abrigam exemplares ameaçados de extinção, raros, vulneráveis ou menos conhecidos da fauna e da flora, bem como aquelas que sirvam como local de pouso, alimentação ou reprodução de migratórios; IV as paisagens notáveis e as consideradas de relevantes interesse para fins de proteção ambiental, V as áreas de interesse arqueológico, histórico, científico e cultural. 1º - As áreas de proteção mencionadas no "caput" somente poderão ser utilizadas na forma da Lei e de concordância com a coletividade, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente. 2º - O Município estabelecerá, mediante Lei, os espaços definidos no inciso IV do artigo anterior, a serem implantados como especialmente protegidos, bem como as restrições ao uso e ocupações dos mesmos. ARTIGO 247 As áreas declaradas de utilidade pública, para fins de desapropriação, objetivando a implantação de unidade de conservação ambiental, serão consideradas espaços territoriais especialmente protegidos, não sendo nelas permitidas nenhuma atividade que degrade o meio ambiente ou que, por qualquer forma possa comprometer a integridade das condições ambientais que motivaram a expropriação. ARTIGO 248 Fica proibida a pesquisa, armazenamento e transporte de material bélico atômico no Município, bem como o transporte, manuseio e armazenamento de material radioativo, sem a observância de normas rígidas de controle de segurança. ARTIGO 249 É proibida a instalação de reatores nucleares, com exceção daqueles destinados à pesquisa científica e uso terapêutico, cuja localização e especificações serão definidas em Lei Complementar, cabendo ao Município exigir o monitoramento constante dos mesmos. ARTIGO 250 Não será permitida a deposição final de resíduos radioativos que não

4 pertençam a atividades no Município. ARTIGO 251 Os critérios, locais e condições de deposição final de resíduos sólidos domésticos, industriais e hospitalares deverão ser definidos por análise técnica, geográfica e geológica, priorizando-se a reciclagem de materiais. ARTIGO 252 O Município deverá criar o Departamento de Defesa Ambiental, que terá entre outras atribuições a de colher informação sistemática sobre os níveis de poluição no ar, na água e nos alimentos aos quais a coletividade deverá ser comunicada sistematicamente. ARTIGO 253 Fica vedada a participação em concorrências públicas e o acesso a benefícios fiscais e créditos oficiais às pessoas físicas ou jurídicas condenadas por atos de degradação ambiental em nosso Município. ARTIGO 254 O Município instituirá, por Lei, sistemas integrados de gerenciamento dos recursos naturais com a participação de órgãos e instituições públicas ou privadas. ARTIGO 255 A preservação do solo é obrigação de quem a explora, ficando os infratores sujeitos a sanções que irão desde multas até a desapropriação. Parágrafo Único Os empreendimentos de exploração de recursos naturais do Município obrigam-se a recuperar o ambiente degradado de acordo com a solução técnica definida pelos órgãos públicos competentes. ARTIGO 256 Os proprietários de canaviais que, pela queima de palha de cana vierem a poluir a cidade, serão responsabilizados e deverão pagar multa, a ser arbitrada pelo Prefeito Municipal, ouvido o Conselho Municipal de Defesa Ambiental, garantido o direito de defesa daqueles. ARTIGO 257 As condutas e atividades lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, a sanções administrativas com aplicação de multas diárias e progressivas no caso de continuidade da infração ou reincidência, incluídas a redução de atividades e a interdição, independentemente da obrigação dos infratores de reparação dos danos causados. Parágrafo Único Os recursos oriundos de multas administrativas e condenações judiciais por atos lesivos ao meio ambiente e das taxas incidentes sobre a utilização dos recursos naturais serão destinadas a programas de defesa do meio ambiente. ARTIGO 258 O Município terá direito a uma compensação financeira por parte do Estado, sempre que este venha a criar áreas de preservação ecológica. ARTIGO 259 O Município poderá estabelecer consórcio com outros Municípios, objetivando a solução de problemas comuns relativos à proteção ambiental, em particular a preservação dos recursos hídricos e o uso equilibrado dos recursos naturais. ARTIGO 260 A Política Tributária Municipal deverá, na forma da Lei, possibilitar a concessão de benefícios fiscais, como forma de estímulo às atividades que contribuam para a manutenção ou melhoria da qualidade ambiental ou a utilização sustentada dos recursos naturais.

5 ARTIGO 261 As coberturas vegetais nativas existentes no Município são consideradas indispensáveis ao processo de desenvolvimento equilibrado e à sadia qualidade de vida de seus habitantes e não poderão ser suas áreas reduzidas, salvo se autorizadas pelo IBAMA ou órgão equivalente. SEÇÃO II DOS RECURSOS NATURAIS SUBSEÇÃO I DOS RECURSOS HÍDRICOS ARTIGO 262 O Município, para administrar os ser-viços de água, de interesse exclusivamente local, poderá celebrar convênio com o Estado. ARTIGO 263 O Município empenhar-se-á em receber do Estado, como compensação, uma contribuição para o seu desenvolvimento, se tiver localizado em seu território, reservatório hídrico, ou dele decorrer algum impacto. ARTIGO 264 O Município, para proteger e conservar as águas e prevenir seus efeitos adversos, adotará medidas no sentido: I da instituição de áreas de preservação das águas utilizáveis para abastecimento às populações e da implantação, conservação e recuperação de matas ciliares; II do zoneamento de áreas inundáveis, com restrições a usos compatíveis naquelas sujeitas a inundações freqüentes e da manutenção da capacidade de infiltração do solo; III da implantação de sistemas de alerta e defesa civil, para garantir a segurança e a saúde pública, quando de eventos hidrológicos indesejáveis; IV do condicionamento, a aprovação prévia por organismos estaduais de controle ambiental e de gestão de recursos hídricos, na forma da lei, dos atos de outorga de direitos que possam influir na qualidade ou quantidade as águas superficiais e subterrâneas; V da instituição de programas permanentes de racionalização de uso das águas destinadas ao abastecimento público e industrial e à irrigação, assim como de combate às inundações e à erosão. Parágrafo Único O Município buscará incentivos do Estado para aplicar, nas ações previstas neste artigo e no tratamento de águas residuárias, o que vier a receber em decorrência da exploração dos potenciais energéticas, assim como possível compensação

6 financeira, de acordo com o Artigo 210 da Constituição Estadual. ARTIGO 265 As empresas que lançarem seus esgotos industriais em rios do Município obrigam-se a captar águas para o seu uso em ponto inferior do mesmo rio, de forma a utilizar a mistura que contenha seus próprio esgoto. SUBSEÇÃO II DOS RECURSOS MINERAIS ARTIGO 266 O Município, nas aplicações do conhecimento geológico, poderá contar com o atendimento técnico do Estado. SEÇÃO III DO SANEAMENTO ARTIGO 267 O Município, para o desenvolvimento dos serviços de saneamento básico, poderá contar com a assistência técnica e financeira do Estado. ARTIGO 268 Compete ao Poder Público Municipal promover a coleta e o tratamento dos esgotos sanitários, adequando-os à sua disposição final, observado o disposto no Artigo 208 da Constituição Estadual. SEÇÃO IV DO SISTEMA VIÁRIO E TRANSPORTES ARTIGO 269 O transporte de passageiros no Município poderá ser efetuado diretamente pelo Poder Público ou por particulares, mediante processo de concessão. ARTIGO 270 A concessão para a exploração dos serviços de transporte de passageiros farse-á com observância ao disposto nesta lei e na legislação ordinária, tendo em conta o interesse público. ARTIGO 271 Para a consecução do disposto no artigo anterior o Poder Público Municipal fará observar, dentre outros, os seguintes aspectos: I a comodidade, o conforto, a rapidez e a segurança para os usuários; II o caráter permanente e a qualidade dos serviços;

7 III a freqüência e a pontualidade do serviço; IV a tarifa deverá ser condizente com o poder aquisitivo da população. 1º - Sempre que o atendimento aos itens acima o exigir, o Poder Público poderá conceder a operação dos mesmos serviços a duas ou mais empresas sem vínculos de interdependência econômica, sem que haja superposição dos itinerários cumpridos. 2º - Em caso de calamidade pública ou desvio de finalidade, fica o Poder Executivo autorizado a intervir no transporte de passageiros do Município, a fim de assegurar a normalidade e continuidade dos serviços. ARTIGO 272 A concessão dos serviços será efetuada mediante concorrência e aprovação Legislativa. ARTIGO 273 Será criado o Conselho de Usuários de Transportes de passageiros do Município, com sua composição e atribuição definidas em Lei. ARTIGO 274 Na implantação de novas linhas de ônibus coletivos será dada preferência à ligação bairro-bairro. ARTIGO 275 As empresas concessionárias do transporte coletivo assegurarão o passe gratuito aos idosos, acima de 65 (sessenta e cinco) anos, aos inválidos e outros casos previstos em Lei. ARTIGO 276 Os serviços públicos serão remunerados por tarifa previamente fixada pelo Prefeito Municipal, na forma que a Lei estabelecer, ouvido a Comissão Tarifária. Parágrafo Único As tarifas poderão ser majoradas, no máximo, uma vez por mês, só entrando em vigor 07 (sete) dias após sua publicação. ARTIGO 277 As concessionárias dos serviços de transporte coletivo urbano obrigar-se-ão: a) oferecer "Cartão Bis" de cinqüenta passagens, garantindo aos trabalhadores, aposentados e pensionistas que receberem até dois salários mínimos o desconto máximo de quarenta por cento. b) destinar aos idosos e inválidos dois lugares reservados por veículo; c) a empresa fornecerá, gratuitamente, carteira de identificação aos idosos e inválidos. d) oferecer "Cartão Bis" de cinqüenta passagens, garantindo aos estudantes o desconto máximo de cinqüenta por cento. Parágrafo Único Quando comprovada a necessidade o usuário terá direito de adquirir mais 50 (cinqüenta) passes mensais.

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO VI DO MEIO AMBIENTE Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do

Leia mais

Constituição Estadual CAPÍTULO IV Do Meio Ambiente, dos Recursos Naturais e do Saneamento

Constituição Estadual CAPÍTULO IV Do Meio Ambiente, dos Recursos Naturais e do Saneamento Constituição Estadual CAPÍTULO IV Do Meio Ambiente, dos Recursos Naturais e do Saneamento O SEÇÃO I Do Meio Ambiente Art. 191. O Estado e os Municípios providenciarão, com a participação da coletividade,

Leia mais

Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu a sanciono a seguinte Lei:

Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu a sanciono a seguinte Lei: Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Faço saber

Leia mais

Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se

Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo

Leia mais

Legislação brasileira sobre meio ambiente - tópicos Fabricio Gomes Gonçalves

Legislação brasileira sobre meio ambiente - tópicos Fabricio Gomes Gonçalves Legislação brasileira sobre meio ambiente - tópicos Fabricio Gomes Gonçalves Contextualizando... Adaptação do produtor rural sem condições novos critérios de uso da terra impostos aleatoriamente sem alicerces

Leia mais

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre a conservação e a proteção das águas subterrâneas no Estado de Pernambuco e dá outras providências Capítulo I - Da conservação e proteção das águas subterrâneas

Leia mais

Art. 6 o O SNUC será gerido pelos seguintes órgãos, com as respectivas atribuições:

Art. 6 o O SNUC será gerido pelos seguintes órgãos, com as respectivas atribuições: SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO CF/88 art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao

Leia mais

Legislação Ambiental. Carlos Marcelo Pedroso http://www.eletrica.ufpr.br/pedroso

Legislação Ambiental. Carlos Marcelo Pedroso http://www.eletrica.ufpr.br/pedroso Legislação Ambiental Carlos Marcelo Pedroso http://www.eletrica.ufpr.br/pedroso Introdução Agenda Porque devemos ter uma lei ambiental? Alguns casos famosos Terminologia Básica Constituição Brasileira

Leia mais

Gestão e Legislação Ambiental

Gestão e Legislação Ambiental UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE TECNOLOGIA Mestrado em Recursos Hídricos H e Saneamento Disciplina: Gestão e Legislação Ambiental Professora: Selêude Wanderley da NóbregaN Legislação Ambiental

Leia mais

LEI Nº 547 DE 30 DE DEZEMBRO DE 1993

LEI Nº 547 DE 30 DE DEZEMBRO DE 1993 LEI Nº 547 DE 30 DE DEZEMBRO DE 1993 Dispõe sobre a criação do Sistema Estadual de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia- SEDAR e seus instrumentos, estabelece medidas de proteção e melhoria da qualidade

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE NO ÂMBITO. DE ATUAÇÃO DA CTNBIO, como forma de. controle social dos Processos Decisórios e. de Regulação naquele colegiado.

PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE NO ÂMBITO. DE ATUAÇÃO DA CTNBIO, como forma de. controle social dos Processos Decisórios e. de Regulação naquele colegiado. PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE NO ÂMBITO DE ATUAÇÃO DA CTNBIO, como forma de controle social dos Processos Decisórios e de Regulação naquele colegiado. Princípio da precaução e análise de risco dos Organismos

Leia mais

Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências.

Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências. Lei nº 18995 DE 03/09/2015 Norma Estadual - Goiás Publicado no DOE em 08 set 2015 Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências. A Assembleia Legislativa do Estado de

Leia mais

O meio ambiente na Constituição Federal

O meio ambiente na Constituição Federal O meio ambiente na Constituição Federal Art. 225 Seguindo tendências mundiais e fortemente influenciada pelas ideias apresentadas na Conferência Estocolmo-72, a Constituição Federal Brasileira de 1988

Leia mais

Da Legislação Ambiental. Da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Harmonização da PNRS. Constituição Federal da República Federativa do Brasil

Da Legislação Ambiental. Da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Harmonização da PNRS. Constituição Federal da República Federativa do Brasil Da Legislação Ambiental Constituição Federal da República Federativa do Brasil Capitulo VI Do Art. 225 Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial

Leia mais

Recursos Naturais e Biodiversidade

Recursos Naturais e Biodiversidade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 Florestas Gestão dos Recursos Hídricos Qualidade e Ocupação do Solo Proteção da Atmosfera e Qualidade

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS - SEMA CÓDIGO DE PROTEÇÃO DE MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO MARANHÃO

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS - SEMA CÓDIGO DE PROTEÇÃO DE MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO MARANHÃO ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS - SEMA CÓDIGO DE PROTEÇÃO DE MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO MARANHÃO LEI ESTADUAL Nº 5.405 DE 08.04.92 PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução.

Copyright Proibida Reprodução. RESPONSABILDADE CIVIL DO DANO AMBIENTAL Prof. Éder Responsabilidade Clementino dos civil Santos INTRODUÇÃO Evolução da sociedade: séc. XX (novas tecnologias x modelo de vida); Inércia do Estado: auto-tutela;

Leia mais

DECRETO Nº 17.033, DE 11 DE MARÇO DE 1996

DECRETO Nº 17.033, DE 11 DE MARÇO DE 1996 DECRETO Nº 17.033, DE 11 DE MARÇO DE 1996 Dispõe sobre a Instituição da Autarquia Estadual, Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas - IPAAM, aprova seu Regimento interno e dá outras providências. O

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta.

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta. 1 Texto atualizado apenas para consulta. LEI Nº 3.984, DE 28 DE MAIO DE 2007 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Cria o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal Brasília

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988, CAPÍTULO VI - DO MEIO AMBIENTE

CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988, CAPÍTULO VI - DO MEIO AMBIENTE CONSTITUIÇÃO FEDERAL Constituição Federal de 1988, CAPÍTULO VI - DO MEIO AMBIENTE Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA PREVENÇÃO DE DANOS AO MEIO AMBIENTE

A IMPORTÂNCIA DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA PREVENÇÃO DE DANOS AO MEIO AMBIENTE A IMPORTÂNCIA DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA PREVENÇÃO DE DANOS AO MEIO AMBIENTE Hiuri Martorelli Metaxas 1 RESUMO: Este artigo descreve o conceito de Licenciamento Ambiental segundo a legislação vigente.

Leia mais

1º - Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:

1º - Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público: Experimentação Animal CONSTITUTIÇÃO FEDERAL Título VIII - Capítulo VI do Meio Ambiente Art. 225 Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial

Leia mais

O Licenciamento Ambiental Municipal

O Licenciamento Ambiental Municipal O licenciamento ambiental é um dos instrumentos da política nacional do meio ambiente, sendo definido como o procedimento administrativo utilizado pelo órgão ambiental competente para licenciar a localização,

Leia mais

LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006

LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Meio Ambiente, dá outras providências sobre o Fundo Municipal de Meio Ambiente, revoga e altera disposições indicadas

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS RESOLUÇÃO/CEMAAM/Nº01/08 Estabelece normas e procedimentos para regularização ambiental de TANQUES, VIVEIROS, BARRAGENS, PEQUENOS RESERVATÓRIOS, CANAIS DE IGARAPÉS E TANQUES REDE DESTINADOS PARA A AQÜICULTURA

Leia mais

Decreto n 99.274 de 06 de junho de 1990.

Decreto n 99.274 de 06 de junho de 1990. Decreto n 99.274 de 06 de junho de 1990. Dispõe sobre Estações Ecológicas, Áreas de Proteção Ambiental e Política Nacional de Meio Ambiente. DECRETO N 99.274, de 06 de junho de 1990 Regulamenta a Lei n

Leia mais

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE, SEUS FINS E MECANISMOS DE FORMULAÇÃO E APLICAÇÃO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE, SEUS FINS E MECANISMOS DE FORMULAÇÃO E APLICAÇÃO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI FEDERAL N 6.938, de 02 de setembro de 1981 DISPÕE SOBRE A POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE, SEUS FINS E MECANISMOS DE FORMULAÇÃO E APLICAÇÃO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

Lei nº 7653 DE 24/07/2014

Lei nº 7653 DE 24/07/2014 Lei nº 7653 DE 24/07/2014 Norma Estadual - Alagoas Publicado no DOE em 28 jul 2014 Dispõe sobre as atividades pertinentes ao controle da poluição atmosférica, padrões e gestão da qualidade do ar, conforme

Leia mais

Legislação Pesqueira e Ambiental. Prof.: Thiago Pereira Alves

Legislação Pesqueira e Ambiental. Prof.: Thiago Pereira Alves Técnico em Aquicultura Legislação Pesqueira e Ambiental Prof.: Thiago Pereira Alves DIREITO AMBIENTAL NO BRASIL Política Nacional do Meio Ambiente Direito Ambiental Constitucional Direito Ambiental Constitucional

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA No Brasil, as leis voltadas para a conservação ambiental começaram a partir de 1981, com a lei que criou a Política Nacional do Meio Ambiente. Posteriormente, novas leis

Leia mais

Curitiba, em 03 de dezembro de 2002, 181º da Independência e 114º da República. REGULAMENTO A QUE SE REFERE O DECRETO nº 6674/2002

Curitiba, em 03 de dezembro de 2002, 181º da Independência e 114º da República. REGULAMENTO A QUE SE REFERE O DECRETO nº 6674/2002 DECRETO Nº 6674-03/12/2002 Publicado no Diário Oficial Nº 6371 de 04/12/2002 Aprova o Regulamento da Lei n0 12.493, de 1999, que dispõe sobre princípios, procedimentos, normas e critérios referentes à

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Lei No. 6.938/81

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Lei No. 6.938/81 POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Lei No. 6.938/81 ANTECEDENTES HISTÓRICOS CONCEITOS PRINCÍPIOS OBJETIVOS DIRETRIZES INSTRUMENTOS SISNAMA CONAMA PENALIDADES GENERALIDADES ANTECEDENTES HISTÓRICOS Liga

Leia mais

CAPÍTULO III Do Meio Ambiente. Seção I Da Política Ambiental

CAPÍTULO III Do Meio Ambiente. Seção I Da Política Ambiental CAPÍTULO III Do Meio Ambiente Seção I Da Política Ambiental Art. 1º - São objetivos das políticas públicas para o Meio Ambiente: I - implementar as diretrizes contidas na Política Nacional do Meio Ambiente,

Leia mais

LEI Nº 1.931, DE 12 DE JUNHO 2.001.

LEI Nº 1.931, DE 12 DE JUNHO 2.001. LEI Nº 1.931, DE 12 DE JUNHO 2.001. Cria a Área de Proteção Ambiental (APA) da Pedra Gaforina e define o seu Zoneamento Ambiental (Ecológico-Econômico), no Município de GUANHÃES-MG. Faço saber que a Câmara

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA N o 2.186-16, DE 23 DE AGOSTO DE 2001. Regulamenta o inciso II do 1 o e o 4 o do art. 225 da Constituição, os arts.

Leia mais

LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012.

LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012. LEI N 5.252, DE 02 DE JANEIRO DE 2012. INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL DE COLETA, RECICLAGEM DE ÓLEOS E GORDURAS USADAS DE ORIGEM VEGETAL E ANIMAL, NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

LICENCIAMENTO AMBIENTAL LICENCIAMENTO AMBIENTAL Jorge Luiz Britto Cunha Reis PROCEDIMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL 1. INTRODUÇÃO As crescentes pressões da sociedade e o avanço da consciência ambientalista que floresceram em

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Com a edição da Lei nº 6.938/81 o país passou a ter formalmente uma Política Nacional do Meio Ambiente, uma espécie de marco legal para todas as políticas públicas de

Leia mais

Legislação Pertinente ao Licenciamento Ambiental

Legislação Pertinente ao Licenciamento Ambiental 1 Legislação Pertinente ao Licenciamento Ambiental Juceleine Klanovicz UNOPAR Universidade do Norte do Paraná Legislação Pertinente ao Licenciamento Ambiental Linha Dezenove, São Domingos do Sul, RS juceleinekla@bol.com.br

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 5, de 08 de setembro de 2009.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 5, de 08 de setembro de 2009. INSTRUÇÃO NORMATIVA N 5, de 08 de setembro de 2009. Dispõe sobre os procedimentos metodológicos para restauração e recuperação das Áreas de Preservação Permanentes e da Reserva Legal instituídas pela Lei

Leia mais

16/4/2010. Marcelo Orlandi Ribeiro Auditor Federal de Controle Externo - TCU Engenheiro Civil. Itens constantes do edital MPOG 2010

16/4/2010. Marcelo Orlandi Ribeiro Auditor Federal de Controle Externo - TCU Engenheiro Civil. Itens constantes do edital MPOG 2010 CONCURSO MPOG 2010 ANALISTA DE INFRA-ESTRUTURA ÁREA I Marcelo Orlandi Ribeiro Auditor Federal de Controle Externo - TCU Engenheiro Civil Aula 1 de 4 Itens constantes do edital MPOG 2010 Conhecimentos gerais

Leia mais

Licenciamento Ambiental e Municipal

Licenciamento Ambiental e Municipal Curso de Treinamento - ABLP Licenciamento Ambiental e Municipal Simone Paschoal Nogueira 14 de outubro de 2008 Sede da ABLP Procedimento pelo qual o órgão ambiental competente permite a localização, instalação,

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Previsão Legal Objetivos Categorias Finalidades Gestão do Sistema Quantitativos Outros Espaços Protegidos Distribuição Espacial Relevância O Brasil possui alguns

Leia mais

Sistema de Licenciamento Ambiental da Bahia

Sistema de Licenciamento Ambiental da Bahia IFBA / Depart V Ciências do Ambiente Tecnologias Ambientais da Indústria Prof Armando Tanimoto 2010-1 Baseado em Cardoso, 2004 LICENCIAMENTO AMBIENTAL é o procedimento administrativo pelo qual a administração

Leia mais

Parágrafo único - As fontes estacionárias sujeitas ao monitoramento, semestral, serão aquelas integrantes dos:

Parágrafo único - As fontes estacionárias sujeitas ao monitoramento, semestral, serão aquelas integrantes dos: PORTARIA Nº 111 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008 O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do art. 69 da Constituição Estadual da Constituição

Leia mais

Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050. (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005)

Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050. (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005) Resolução CONAMA n 362, de 23 de junho de 20050 Dispõe sobre o Rerrefino de Óleo Lubrificante (Publicação -Diário Oficial da União -27/06/2005) O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado)

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) Considerando: 1) A importância dos mananciais e nascentes do Município para o equilíbrio e a qualidade ambiental,

Leia mais

O CONTÉUDO DO CAPÍTULO XI DA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS... CAPÍTULO XI DO MEIO AMBIENTE

O CONTÉUDO DO CAPÍTULO XI DA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS... CAPÍTULO XI DO MEIO AMBIENTE O CONTÉUDO DO CAPÍTULO XI DA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS. CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS... CAPÍTULO XI DO MEIO AMBIENTE MEIO AMBIENTE Art. 229. Todos têm direito ao meio ambiente equilibrado,

Leia mais

Módulo 2. Legislação. 2.1. Legislação Aplicável ao Licenciamento Ambiental. Exercícios.

Módulo 2. Legislação. 2.1. Legislação Aplicável ao Licenciamento Ambiental. Exercícios. Módulo 2 Legislação 2.1. Legislação Aplicável ao Licenciamento Ambiental. Exercícios. Legislação Aplicável ao Licenciamento Ambiental Constituição Federal 1988 Leis Federais Resoluções CONAMA Outras Leis

Leia mais

O SEGURO AMBIENTAL COMO REQUISITO PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL

O SEGURO AMBIENTAL COMO REQUISITO PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL O SEGURO AMBIENTAL COMO REQUISITO PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL PNRS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI N 13.577/2009 PROTEÇÃO DA QUALIDADE DO SOLO E GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS (SP) O

Leia mais

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 20.11.07. Dispõe sobre a Política Estadual para o Desenvolvimento e Expansão da Apicultura e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Leia mais

DISPOSIÇÕES PERMANENTES

DISPOSIÇÕES PERMANENTES Revista RG Móvel - Edição 31 DISPOSIÇÕES PERMANENTES CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR): O novo Código Florestal determina a criação do CAR (Cadastro Ambiental Rural) e torna obrigatório o registro para todos

Leia mais

ANTEPROJETO. Livro I - PARTE GERAL

ANTEPROJETO. Livro I - PARTE GERAL ANTEPROJETO CÓDIGO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE NITERÓI TÍTULO I - DA POLÍTICA AMBIENTAL Livro I - PARTE GERAL CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS Art. 1º - Este Código, fundamentado no interesse local, regula a

Leia mais

DOS OBJETIVOS DA POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

DOS OBJETIVOS DA POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981 Regulamento Texto compilado Mensagem de veto (Vide Decreto de 15 de setembro de 2010) Dispõe

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO DEPUTADO RODRIGO DELMASSO. PROJETO DE LEI Nº 174/2015 (Do Senhor Deputado RODRIGO DELMASSO - PTN)

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO DEPUTADO RODRIGO DELMASSO. PROJETO DE LEI Nº 174/2015 (Do Senhor Deputado RODRIGO DELMASSO - PTN) PROJETO DE LEI Nº 174/2015 (Do Senhor Deputado RODRIGO DELMASSO - PTN) Dispõe sobre a criação do Sistema de Identificação, Cadastramento e Preservação de Nascentes de Água no Distrito Federal e dá outras

Leia mais

LEI Nº 4438 CÓDIGO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE. Livro I PARTE GERAL. Título I DA POLÍTICA AMBIENTAL. Capítulo I DOS PRINCÍPIOS

LEI Nº 4438 CÓDIGO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE. Livro I PARTE GERAL. Título I DA POLÍTICA AMBIENTAL. Capítulo I DOS PRINCÍPIOS LEI Nº 4438 O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo, faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono, na forma do Art. 113, inciso III, da Lei Orgânica do Município

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO LEI N.º 1.567, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2011. Institui o Código de Meio Ambiente do Município de Codó Maranhão, e dá outras providências. O P R E F E I T O D O M U N I C Í P I O D E C O D Ó,, no uso de suas

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2006

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2006 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2006 Regulamenta o 4º do art. 225 da Constituição Federal, para instituir o Plano de Gerenciamento da Floresta Amazônica. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei

Leia mais

AMC AUTORIZAÇÃO DE MANEJO DA CABRUCA. Hermann Rehem Rosa da Silva Eng. Agrônomo - Especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos INEMA/IOS

AMC AUTORIZAÇÃO DE MANEJO DA CABRUCA. Hermann Rehem Rosa da Silva Eng. Agrônomo - Especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos INEMA/IOS AMC AUTORIZAÇÃO DE MANEJO DA CABRUCA Hermann Rehem Rosa da Silva Eng. Agrônomo - Especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos INEMA/IOS Decreto Estadual Nº 15180 DE 02/06/2014 Regulamenta a gestão

Leia mais

LEGISLAÇÃ ÇÃO O DISTRITAL

LEGISLAÇÃ ÇÃO O DISTRITAL LEGISLAÇÃ ÇÃO O DISTRITAL LEI Nº N 041, DE 13/09/89 - Dispõe e sobre a Política Ambiental do DF Art. 29. A coleta, transporte, tratamento e disposição final do lixo processar-se-ão em condições que não

Leia mais

Veja a íntegra da lei 12.587/2012. Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012.

Veja a íntegra da lei 12.587/2012. Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012. A presidente Dilma Rousseff sancionou com vetos a lei nº 12.587/2012, que institui no país as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, publicada no DOU (Diário Oficial da União), nesta quarta-feira

Leia mais

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART 225 - Todos tem o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder

Leia mais

LEI N 904, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009.

LEI N 904, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009. 1 LEI N 904, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009. DISPÕE SOBRE O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE IMPACTO LOCAL NO MUNICÍPIO DE PORTO MAUÁ E DÁ OUTRAS PRVIDÊNCIAS. GUERINO PEDRO PISONI, Prefeito Municipal de Porto Mauá,

Leia mais

LEI Nº 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992

LEI Nº 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992 LEI Nº 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992 Cria a Secretaria de Estado do Meio Ambiente SEMA, a entidade autárquica Instituto Ambiental do Paraná IAP e adota outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO

Leia mais

b) cinqüenta hectares, se localizada no polígono das secas ou a leste do Meridiano de 44º W, do Estado do Maranhão; e

b) cinqüenta hectares, se localizada no polígono das secas ou a leste do Meridiano de 44º W, do Estado do Maranhão; e MEDIDA PROVISÓRIA N o 2.166-67, DE 24 DE AGOSTO DE 2001. Altera os arts. 1 o, 4 o, 14, 16 e 44, e acresce dispositivos à Lei n o 4.771, de 15 de setembro de 1965, que institui o Código Florestal, bem como

Leia mais

O Engenheiro Ambiental: atribuições e atuação no mercado de trabalho

O Engenheiro Ambiental: atribuições e atuação no mercado de trabalho O Engenheiro Ambiental: atribuições e atuação no mercado de trabalho Eng. Química Elisabeth Ibi Frimm Krieger Pelotas, 24 de Novembro de 2009 Resolução Nº 218, de 29.06.1973 CONFEA Discrimina atividades

Leia mais

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA SOBRE POLUIÇÃO DO AR

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA SOBRE POLUIÇÃO DO AR ESTUDO LEGISLAÇÃO BRASILEIRA SOBRE POLUIÇÃO DO AR José de Sena Pereira Jr. Consultor Legislativo da Área XI Meio Ambiente, e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano e Regional

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 2.587, DE 2007 Altera as Leis nº s 6.938, de 31 de agosto de 1981, e 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Autora: Deputada Thelma

Leia mais

CÓDIGO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE LONDRINA TÍTULO I. Capítulo II DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CÓDIGO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE LONDRINA TÍTULO I. Capítulo II DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1 CÓDIGO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE LONDRINA SÚMULA: Institui o Código Ambiental do Município de Londrina. A CÂMARA MUNICIPAL DE LONDRINA, ESTADO DO PARANÁ, APROVOU E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO

Leia mais

DOS PRINCÍPIOS Art. 2º - A Política Estadual de Recursos Hídricos será conduzida pelos seguintes princípios:

DOS PRINCÍPIOS Art. 2º - A Política Estadual de Recursos Hídricos será conduzida pelos seguintes princípios: Lei nº 11.612 de 08 de outubro de 2009 da Bahia Dispõe sobre a Política Estadual de Recursos Hídricos, o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA

Leia mais

Considerando a necessidade de implementação de medidas para a efetiva redução das emissões de poluentes por veículos automotores;

Considerando a necessidade de implementação de medidas para a efetiva redução das emissões de poluentes por veículos automotores; Page 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO N o 256, de 30 de junho DE 1999 O Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada

Leia mais

9.3 Descrição das ações nos Sistemas de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário

9.3 Descrição das ações nos Sistemas de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário 171 9.3 Descrição das ações nos Sistemas de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário Com a finalidade de alcançar os objetivos e metas estabelecidas no PMSB de Rio Pardo sugerem-se algumas ações,

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Procedência: 9ª Reunião do Grupo de Trabalho Data: 3 e 4 de setembro de 2014 Processo: 02000.000110/2011-68 Assunto: Utilização de produtos

Leia mais

Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico

Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico As competências constitucionais Competência para prestação de serviços públicos locais (CF, art. 30) Compete aos Municípios:... V - organizar e

Leia mais

Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação

Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação LEI Nº 1082, DE 1º DE JULHO DE 1999. Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação O Governador do Estado do Tocantins, Faço saber que a Assembléia Legislativa

Leia mais

RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80

RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80 RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80 Dispõe sobre os procedimentos de licenciamento ambiental de estabelecimentos destinados

Leia mais

O Congresso Nacional decreta:

O Congresso Nacional decreta: Dispõe sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente por Estados, Distrito Federal, Municípios e União em ações e serviços públicos de saúde, os critérios de rateio dos recursos de transferências

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS Gabinete do Prefeito. GP /2015 Petrópolis, de 19 novembro de 2015. Senhor Presidente,

PREFEITURA MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS Gabinete do Prefeito. GP /2015 Petrópolis, de 19 novembro de 2015. Senhor Presidente, GP /2015 Petrópolis, de 19 novembro de 2015. Senhor Presidente, Encaminho à apreciação de Vossa Excelência e de seus ilustres Pares o Projeto de Lei que Institui a Política Municipal do Meio Ambiente,

Leia mais

CÓDIGO DE MEIO AMBIENTE DE NOVO GAMA - GO

CÓDIGO DE MEIO AMBIENTE DE NOVO GAMA - GO 1 CÓDIGO DE MEIO AMBIENTE DE NOVO GAMA - GO DEZEMBRO DE 2006 2 PREÂMBULO O Código de Meio Ambiente de Novo Gama é resultado do esforço coletivo desenvolvido pela sociedade e pelos poderes Executivo e Legislativo,

Leia mais

Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental

Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental Segundo a Lei Federal 12.651/2012 e Decreto Federal 7.830/2012 ESALQ Março/Abril de 2014 Caroline Vigo Cogueto Centro de Monitoramento e Avaliação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS Gerência de Meio Ambiente e Sustentabilidade. O Índice IDA

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS Gerência de Meio Ambiente e Sustentabilidade. O Índice IDA O Índice IDA Aspectos regulatórios legais Constituição Art. 225 o Patrimônio ambiental Meio Ambiente Politica Nacional de Meio Ambiente e outras leis o Linha gerais do uso do Meio Ambiente Licenciamento

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00. 1. Conceitos Básicos

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00. 1. Conceitos Básicos UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00 1. Conceitos Básicos a) unidade de conservação: espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes,

Leia mais

Curso de Direito Ambiental

Curso de Direito Ambiental Curso de Direito Ambiental 1. NOÇÕES PRELIMINARES 1.1 Direitos de terceira geração 1.1.1 Introdução 1.1.2 Direitos difusos 1.1.3 Direitos coletivos stricto sensu 1.1.4 Direitos individuais homogêneos 1.2

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS LEGISLAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA COMPENSAÇÃO DE RESERVA LEGAL. De acordo com o Art. 1.º da Lei 4.771/1965, As florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação, reconhecidas de

Leia mais

INCONSTITUCIONALIDADES DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL - AÇÕES DO MP -

INCONSTITUCIONALIDADES DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL - AÇÕES DO MP - INCONSTITUCIONALIDADES DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL - AÇÕES DO MP - XIII CONGRESSO BRASILEIRO DO MP DE MEIO AMBIENTE VITÓRIA/ES 19/04/2013 SANDRA CUREAU ADIS AJUIZADAS EM FACE DA LEI 12.651/2012 I. ADI nº

Leia mais

LEI Nº 3.743, de 30 de novembro de 2012

LEI Nº 3.743, de 30 de novembro de 2012 LEI Nº 3.743, de 30 de novembro de 2012 EMENTA: Institui o Sistema de Estacionamento Rotativo Pago nas vias e logradouros públicos ora denominados ZONA AZUL no âmbito deste Município da Vitória de Santo

Leia mais

LEI Nº 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012.

LEI Nº 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012. LEI Nº 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012. Institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana; revoga dispositivos dos Decretos-Leis n os 3.326, de 3 de junho de 1941, e 5.405, de 13 de abril

Leia mais

Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello

Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011. Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello Encaminhamos, em função da Consulta Pública, a minuta

Leia mais

LEI Nº 7.439 DE 18 DE JANEIRO DE 1999 CAPÍTULO I DA FINALIDADE E COMPETÊNCIA

LEI Nº 7.439 DE 18 DE JANEIRO DE 1999 CAPÍTULO I DA FINALIDADE E COMPETÊNCIA Publicada D.O.E. Em 19.01.99 LEI Nº 7.439 DE 18 DE JANEIRO DE 1999 Dispõe sobre a criação da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia - ADAB e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DA

Leia mais

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL NOS NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL NOS NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS RESPONSABILIDADE AMBIENTAL NOS NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS O que é meio ambiente? MEIO AMBIENTE é o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 6.938, DE 31 DE AGOSTO DE 1981 Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e Regulamento mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

SENDI 2004 XVI SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA. Licenciamento Ambiental dos Empreendimentos de Subtransmissão da CEB

SENDI 2004 XVI SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA. Licenciamento Ambiental dos Empreendimentos de Subtransmissão da CEB SENDI 2004 XVI SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Licenciamento Ambiental dos Empreendimentos de Subtransmissão da CEB Manoel Clementino Barros Neto Companhia Energética de Brasília

Leia mais

LEI Nº 3.741, DE 08/11/2013.

LEI Nº 3.741, DE 08/11/2013. LEI Nº 3.741, DE 08/11/2013. DISPÕE SOBRE O SISTEMA MUNICIPAL DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ARACRUZ, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACRUZ, ESTADO DO ESPÍRITO SANTO; FAÇO SABER QUE A CÂMARA

Leia mais

*LEI COMPLEMENTAR Nº 272, DE 3 DE MARÇO DE 2004.

*LEI COMPLEMENTAR Nº 272, DE 3 DE MARÇO DE 2004. *LEI COMPLEMENTAR Nº 272, DE 3 DE MARÇO DE 2004. Regulamenta os artigos 150 e 154 da Constituição Estadual, revoga as Leis Complementares Estaduais n.º 140, de 26 de janeiro de 1996, e n.º 148, de 26 de

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO MUNICIPIO DE ITIQUIRA PODER EXECUTIVO SECRETARIA DE TURISMO E MEIO AMBIENTE

ESTADO DE MATO GROSSO MUNICIPIO DE ITIQUIRA PODER EXECUTIVO SECRETARIA DE TURISMO E MEIO AMBIENTE LEI Nº. 535 de 07 de Abril de 2005. Institui o Plano Diretor Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório do Aproveitamento Hidroelétrico de Ponte de Pedra, localizado nos Municípios de Itiquira,

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 13.467, DE 15 DE JUNHO DE 2010. (publicada no DOE nº 112, de 16 de junho de 2010) Dispõe sobre a adoção de

Leia mais

1 de 8 15/09/2014 14:54

1 de 8 15/09/2014 14:54 1 de 8 15/09/2014 14:54 Principal A Empresa Notícias Artigos Links Contato Administração Conceição da Barra - E.S. Segunda-feira, 15 de setembro de 114. Recebemos 115491 visitas ao Portal do Meio Ambiente.

Leia mais

DIREITO AMBIENTAL NA LEGISLAÇÃO

DIREITO AMBIENTAL NA LEGISLAÇÃO DIREITO AMBIENTAL NA LEGISLAÇÃO FUNDAMENTOS DE DIREITO AMBIENTAL LEGISLAÇÃO NACIONAL Didaticamente podemos dividir o estudo do Direito em duas grandes áreas: o público e o privado. No direito público tratamos

Leia mais

L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003.

L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003. 1 L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Proteção Ambiental, a elaboração, implementação e controle da Política Ambiental do Município de Coqueiro

Leia mais