Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER-

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2 Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- -DATER-

3 Lei Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária

4 CONTEXTO GERAL Governo Federal retoma em 2003 o apoio aos Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural criando o Dater no MDA; Parcerias Institucionais fortalecidas Unidades da Federação; Crescimento da oferta de políticas públicas para agricultura familiar; Necessidade de Contratação direta dos Serviços de Assistência. Técnica e Extensão Rural;

5 PRINCIPAIS AVANÇOS Institui a Política Nacional de ATER e cria o Programa Nacional de ATER; Maior desenvolvimento das potencialidades econômicas regionais, auxiliando a organização das cadeias produtivas; Qualifica a implementação das políticas públicas; Amplia a oferta de serviços: atendendo especificamente determinados públicos até então excluídos do processo de desenvolvimento rural; Utilização de novo instrumento garantindo a agilidade na execução dos serviços.

6 PRINCIPAIS AVANÇOS Atribuição aos Estados no credenciamento das instituições de Ater, por meio dos CEDRS; Valorização da participação da sociedade civil nas decisões sobre a execução das políticas públicas CEDRS; Possibilidade de contratação de projetos de Ater com critérios técnicos a partir da efetiva participação da população envolvida Conferência Nacional de Ater ; Sistema de fiscalização com a possibilidade de avaliar impactos.

7 Objetivo Instituir a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária Pnater e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária Pronater, altera a Lei de 21 de junho de 1993, e dá outras providências.

8 Lei de Ater È a Lei nº sancionada em 11 de Janeiro de 2010, que institui a Política Nacional de Ater - Pnater e de Reforma Agrária e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e Reforma Agrária Pronater e altera a Lei de 21 de Junho de 1993.

9 Ater, segundo a Lei Serviço de educação não formal, de caráter continuado, no meio rural que promove processos de gestão, produção, beneficiamento e comercialização das atividades e dos serviços agropecuários e não agropecuários, inclusive das atividades agroextrativistas, florestais e artesanais

10 Pnater É o documento que estabelece a Política Nacional de Ater, gerado a partir do um amplo debate com os todos os seguimentos da agricultura familiar.

11 OBJETIVO GERAL DA PNATER Atuar decisivamente nas iniciativas de desenvolvimento rural sustentável, que envolvam atividades agrícolas e não agrícolas, pesqueiras, de extrativismo e outras afins, tendo como foco o fortalecimento da agricultura familiar, visando a melhoria da qualidade de vida e fundamentados em princípios agroecológicos.

12 PRINCÍPIOS DA PNATER I - Desenvolvimento rural sustentável, compatível com a utilização adequada dos recursos naturais e com a preservação do meio ambiente; II - Gratuidade, qualidade e acessibilidade aos serviços de assistência técnica e extensão rural;

13 PRINCIPIOS LEGAIS DA PNATER III Adoção de metodologias participativas como enfoque multidisciplinar, interdisciplinar e intercultural; IV Adoção dos princípios da agroecologia como enfoque preferencial para a produção sustentável ;

14 PRINCIPAIS LEGAIS DA PNATER V Equidade nas relações de raça, genero e etnia; VI Contribuição para a segurança, soberania alimentar e nutricional; VII Construir sistemas de produção sustentáveis a partir do conhecimento cientifico, empirico e tradicional.

15 PRINCIPIOS LEGAIS DA PNATER VIII - Aumentar a renda do público beneficiário e agregar valor a sua produção; IX - Apoiar o associativismo e o cooperativismo, bem como a formação de agentes de assistência técnica e extensão rural;

16 PRINCIPIOS LEGAIS DA PNATER X - Promover o desenvolvimento e a apropriação de inovações tecnológicas e organizativas adequadas ao público beneficiário e a integração deste ao mercado produtivo nacional; XI Promover a integração da Ater com a pesquisa, aproximando a produção agrícola e o meio rural do conhecimento científico; e

17 PRINCIPIOS LEGAIS DA PNATER XII Contribuir para a expansão do aprendizado e da qualificação profissional e diversificada, apropriada e contextualizada à realidade do meio rural brasileiro.

18 PRONATER É o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural do Governo Federal instituído pela Lei de Ater e implementado em pareceria entre o MDA e a sociedade civil organizada por meio dos CEDRS ou seus similares. Apresenta dois anexos, um sobre metodoligias de Ater e outro contendo técnologias de Ater

19 Objetivos do Pronater Organizar e executar serviços de Ater para o público beneficiário de acordo com as disponibilidades orçamentárias e financeiras do Programa.

20 DIRETRIZES DO PRONATER I. Redução da pobreza rural; II. Agregação de valore e Geração de e Apropriação de Renda; III. Segurança e Soberania Alimentar e Nutricional IV. Sistemas Susterntáveis de Produção; V. Acesso qualificado às Politicas Públcias para o Agricultura Familiar; VI. Gênero, Geração, Raça e Etnia; VII. Desenvolvimento Territorial; VIII. Participação Processos Participativos.

21 IMPLEMENTAÇÃO DO PRONATER O Pronater será implementado em parceria com os CEDRS ou similares

22 CONFERENCIA NACIONAL DE ATER Evento nacional de caráter deliberativo e participativo a ser realizado a cada quatro anos sob a coordenação do Condraf, de cujos debates serão retiradas as demandas de Ater e as propostas contendo as diretrizes do Pronater para o período, que deverão ser encaminhadas pelo MDA para comporem o Plano Plurianual PPA.

23 INSTITUIÇÕES EXECUTORAS DO PRONATER Organizações públicas ou privadas com ou sem fins lucrativos previamente credenciadas na forma da Lei.

24 A CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ATER I. A execução dos serviços de Ater dar-se-á por meio das instituições credenciadas e selecionadas por de Chamada Pública. II. A contratação das Instituições Executoras selecionadas será efetivada pelo MDA ou pelo Incra, observadas as disposições da Lei de de 11 de Janeiro de 2010 e da Lei de 21 de Junho de III. A execução destes contratos será acompanhada e fiscalizada nos termos do art.67 de Lei nº 8.666

25 A CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ATER IV. Os contratos e todas as demais ações de Pronater serão objeto de controle e acompanhamento por meio de sistema eletrônico Monitoramento, acompanhamento e liquidação V. O MDA deverá encaminhar ao Condraf para apreciação relatório anual consolidado de execução do Pronater, abrangendo as ações de sua responsabilidade e do Incra. VI. A responsabilidade dos estados na prestação de serviço de Ater não fica excluída pela Lei

26 BENEFICIÁRIOS DA LEI - Comprovação Agricultores Familiares com Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP; Assentados do Incra Relação. de Beneficiários RB (Homologada no Sipra).

27 BENEFICIÁRIOS DA PNATER Assentados da Reforma Agrária Povos indígenas Remanescentes de quilombos Demais povos tradicionais Agricultores familiares nos termos da Lei de 24 de Julho de 2006 agricultores familiares ou empreendimentos familiares rurais, silvicultores, aquicultores, extratvistas e pescadores, bem como os beneficiários de programas de colonização e irrigação.

28 FLUXO DA LEI DE ATER

29 PRONATER Programa Nacional de AssistênciaTécnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e Reforma Agrária Instrumento de Implementação da Politica Nacional de ATER, visando Disciplinar, Ampliar, Organizar e Qualificar as Ações de Assistência Técnica e Extensão Rural

30 Implementação do Programa CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES DE ATER PELOS CEDRS OU MDA. Chamadas Públicas Atividades, Localização, Público Beneficiário, Preço Fixado MDA / INCRA Critérios de Seleção Capacidade instalada, experiência técnica, área de atuação CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS Assistencia técnica individual, massal e extensão rural.

31 Execução e Pagamento dos Serviços Realização das Atividades Contratadas Acompanhamento: Sistema de Informação e Controle Laudo atestado pelo Beneficiário identificado via DAP ou RB MDA / INCRA Liquidam a despesa Monitoramento e Fiscalização Pagamento dos Serviços

32 CONTRATAÇÃO Definição de atividades e preços Elaboração do contrato Elaboração de chamadas Divulgação do resultado Contratação Divulgação Análise e seleção Apresentação da proposta Entidades credenciadas ACOMPANHAMENTO

33 ACOMPANHAMENTO Planejamento da Execução Prestação de Contas das Atividades Realizadas Execução de Atividades Ateste do Beneficário LIQUIDAÇÃO DE DESPESAS

34 LIQUIDAÇÃO DE DESPESAS Relatório de Execução de Serviços Monitoramento e Avaliação Ateste do Servidor Público Pagamento

35 CREDENCIAMENTO Solicitação da Entidade Instituição de Ater Candidata Análise dos documentos pelo CEDRS ou MDA Credenciada Não Credenciada Chamada Publica Banco de dados de instituições credenciadas Contratação

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