Eixo 3 - Abordagem territorial como estratégia de desenvolvimento rural e promoção da qualidade de vida

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1 Eixo 1: Desenvolvimento Socioeconomico e Ambiental do Brasil Rural e Fortalecimento da Agricultura Familiar e Agroecologia Eixo 2:Reforma Agrária e Democratização do Acesso e Terra e aos Recursos Naturais Eixo 3 - Abordagem territorial como estratégia de desenvolvimento rural e promoção da qualidade de vida Eixo 4 - Gestão e Participação Social Rever critérios de acesso as DAP's prevendo a mudança de critérios para viabilizar o acesso; Garantia de acesso a terra, reforma agraria na sua forma original, com o limite maximo da propriedade da terra Garantir que as emendas parlamentares contemplem os PTDRS Ampliar conselhos e promover capacitação e ações educativaspermanentes para esses conselhos. Capacitar sociedade civil sobre partiipação social. Garantir e ampliar o acesso de água para consumo e produção focando o acesso das mulheres (P1MC, P1+2, Água para todos Regularização fundiaria rural e urbana: reforma agrária, demarcação dos territórios e discriminação de terras públicas, incluindo a mulher como titular Fazer cumprir a educação contextualizada para o desenvolvimento territorial Garantir composição de todas as instâncias de gestão e controle em 1/3 do poder público e 2/3 da sociedade civil com participação e mulhers, religiões e povos tradicionais. Garantir políticas de geração de renda, educação e assistência técnica buscando viabilizar a permanência do jovem no campo; Elaboração de material didatico com linguagem acessivel e contextualizado com a realidade da população do campo Ampliação de cursos e instituições universitárias nos territórios Projetos e editais públicos de acesso à políticas por grupos da sociedade civil: alterar a metodologia e fluxo. Promover capacitações para elaboração de projetos; redefinir responsabilidade de elaboração de projetos para uma ação conjunta entre governos e grupos sociais; promover ações de comunicação diferenciadas da internet.

2 Continuidade e apliação dos programas de organização produtiva das mulheres rurais; Revisar a tendência do PRONAF em apoiar cadeias produtivas específicas e não os sistemas produtivos como um todo. Reformulaçao do Pronaf, aumento do valor e da divulgação do Pronaf Mulher, assim como todos os programas voltados para as mulheres e jovens. Territorializar as ações e serviços públicos (EBDA, DIRIS...), garantindo a sua qualidade, continuidade e desburocratização. Qualificar e promover o acesso ao PRONAF Mulher Ampliar o acesso a programas e políticas públicas de segurança alimentar e comercialização (PAA, PNAE, PRONAF, PROGRAMA DE ORGANIZAÇÃO PRODUTIVA DA MULHER RURAL incluindo Unidades de Beneficimento, Ater e ATES para Mulheres; Rever a DAP como o único documento de acesso a políticas públicas Fortalecimento do controle social dos territórios com cursos de qualificação para todos os sujeitos da dinâmica territorial Convivência com o semiárido: dar continuidade ao projeto de cisternas de placas. Garantir políticas de acesso á água para produção para mulheres. Garantir ATER E ATES contínua para a agricultura familiar com foco na agroecologia, tendo atenção especial para as mulheres e a juventude de acordo com a identidade dos povos e comunidades tradicionais; Monitorar o processo de emissão de DAPs garantindo o acesso de fato a toda a população do campo Desburocratizar o acesso as políticas de crédito para produção e comercialização Garantir processos de titularização de terras como direito e possibilidade de acesso à outras políticas públicas. Resgarat e valorizar o uso de sementes crioulas, priorizando os bancos de sementes; Implementação de ações que promovam a transição para agroecologia assumidas pelo estado Ampliar os recursos disponíveis de forma continuada para as organizações socias dos territórios no trabalho de mobilização, articulação e formação e assessoria Retomar e viabilizar projetos conquistados que estão parados. Rever operacionalização de projetos burocratizadas e que não dialogam com as realidades locais.

3 Criar programas de apoio a pesca para mulheres pescadoras marisqueiras; Repensar ATER desde a sua origem, inclusive nas relaçoes de genero Eixo 5 - Autonomia das Mulheres Rurais Políticas públicas não devem ser homogêneas e devem ser pensadas a partir das realidades e necessidades locais. Ampliar programas de cooperativismo e economia solidária voltado para as mulheres e jovens rurais visando a organização da produção e acesso as políticas de segurança alimentar e comercialização; Anistia da dívida existente a mais de cinco anos. Ampliação e fortalecimento dos organismos (DEAM, CRM, Centro de convivênca, casa abrigo...) de enfrentamento a violência contra a mulher nos territórios Valorizar atitudes de economia solidária através de feira territorias de agricultura familiar voltada para a agrecologia. Rever as ações de ATER E ATES garantindo o debate e a reflexão sobre a socialização do trabalho doméstico e do cuidado e a questão da violência contra as mulheres especialmente nos espaços domésticos e familiares e institucionais; Eixo 6 - Autonomia e Emancipação da Juventude Rural Criação e fortalecimento dos comitês territoriais de mulheres Garantir a participação de artesãs como segmento nos espaços de diálogo e decisão sobre o trabalho da mulher rural. Ampliar os programas de enfrentamento da violência contra as mulheres extrativistas, do campo e da floresta garantindo a capacitação de profissionais de resposáveis pelo atendimento a mulher; Desburocratizar o acesso da juventude às políticas públicas, a exemplo PRONAF Capacitação das mulheres sobre a política de desenvolvimento territorial Garantir metade do recurso destinado para ATER E ATES no Brasil para ATER E ATES setorial para mulheres.

4 Crir mecanismos para desbuocratizar o PRONAF especialmente o PRONAF Mulher; Garantir processos de formação e fomento que contribuam com a inclusão de fato da juventude Garantir que um percentual mínimo de 30% dos recursos destinados aos territórios sejam destinados ao desenvolvimento sócio político e econômico das mulheres Garantr ações educativas continuadas para mulheres rurais. Anistia e renehociação da dívida da Agricultura familaiar no acesso ao PRONAF; Basta ao programa minha primeira terra Estimular e garantir a participação das mulheres na dinâmica territorial Promover ações de prevenção e acompanhamento da violência com estrutura. Criar e ampliar mecanismo de controle e fiscalização do PAA e PNAE (grupos gestores e conselhos, Ex: CONSEAs- Conselho de segurança Alimentar e Nutricional); Eixo 7 - Promoção do Etnodesenvolvimento Isentar as mulheres chefes de família do ressarcimento exigido no Programa Minha Casa Minha Vida Possibilitar ações de saúde da mulher para a mulher rural, garantindo a qualificação dos profissionais de saúde e dos laboratórios no que tange as doenças de predisposição biológica(anemia falciforme), incluindo os exames neonatal. Ampliar a abrangência e permanência de ATER E ATES para as mulheres; Ampliar recursos que promovam a efetivação e garantia dos direitos, identidade e território quilombola, indígena e de fundo de pasto respeitando as caracteristicas e tempos destas comunidades Desborocratizar as concessões das rádios comunitárias e ampliar a sua cobrtura Ampliar acesso à terra e à água Garantir a educação do campo contextualizada (reflexão sobre relações de gênero e violência contra as mulheres com material contextualizado) Basta ao programa minha terra negra Eixo 6 - Autonomia e Emancipação da Juventude Rural Todas as representações em instâncias de gestão e controle devem ser escolhidas com participação das comunidades a que se referem. Promover ações de divulgação desses processos.

5 Ampliação do orçamento da SPM para viabilizar implementação de políticas públicas para as mulheres. Promover o acesso as políticas públicas no campo Que as politicas públicas garantam que as realizações dos eventos, incluindo os de convivência, sejam realizados nos espaços de fácil comunicação externa. Fortalecimento da saude pública no campo através da implementação de unidades de saúde, valorizando as práticas do uso terapeutico das plantas medicinais no tratamento da população. Garantir do acesso a educação profisionalizante e superior nos territórios Universalizar o Programa Mais Educação, garantindo capacitação para os profissionais. Promover ações que capacitem e instrumentalizem as comunidades, com destaque para mulheres e jovens, em relação a comunicação. Ampliar os processos de comunicação com a garantia de recursos para a promoção de campanhas, aquisição de equipamentos e material didáticos adaptados a realidade do campo. Fortalecimento e ampliação das Escolas Familias Agricolas, com reconhecimento das mesma como escolas públicas de direito privado. Apoiar com recursos financeiros a campanha contra os agrotoxicos, transgenicos e pela vida. Reestruturação e ampliação dos centros de educação profissional. Eixo 7 - Promoção do Etnodesenvolvimento viabilizar os processos de desapropriação das áres demarcadas terras indiginas e quilombolas

6 Incentivar e resgatar das praticas culturas dos povos tradicionais Desburocratizar o acesso as políticas de crédito para produção e comercialização

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