Thinstation [1] é uma distribuição

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1 Multiprotocolo, multi-talentos Um thin client é um equipamento ou hardware fabricado ou seja, de uso dedicado - para ser um terminal leve. Com o você pode criar imagens de sistemas GNU/Linux para funcionar nesses equipamentos, ou transformar um PC comum em um thin client. por Paulo Kretcheu Akash Khairate - TUTORIAL [1] é uma distribuição GNU /Linux para terminais leves (thin clients), que suporta todos os principais protocolos de conectividade: Citrix ICA, NoMachine NX, 2X ThinClient, MS Windows Terminal Services (RDP), Cendio ThinLinc, Tarantella, X, telnet, tn5250, VMS term e SSH. Também suporta armazenamento nos dispositivos de hardware do terminal ( client-side ) incluindo armazenagem em disquete, gravação em HD, CD e USB, e impressoras (LPT/USB) conectadas ao terminal. O projeto [1] é baseado no Netstation [2], e teve seu desenvolvimento iniciado em 2003 por iniciativa de Miles Roper. Hoje ele é desenvolvido por vários colaboradores e sua versão atual é a 2.2. O pode ser visto, na verdade, como um ambiente para geração de imagens de sistemas GNU /Linux para funcionamento em terminais leves. É a preferência pessoal, dentre as diversas soluções de terminais leves, de vários profissionais inclusive do autor destas linhas por sua reconhecida flexibilidade. Trataremos do assunto procurando dar uma visão global da configuração e operação do. Para isso começaremos mostrando o funcionamento e instalação da solução, na criação de imagens e configuração dos terminais. Funcionamento Há uma grande variedade de possibilidades de funcionamento com o : ele pode ser usado como solução de terminais leves em ambientes bem heterogêneos. Seu terminal pode, por exemplo, ser um PC comum, ou um thin client dedicado. Essa flexibilidade se estende às funcionalidades que se deseja que ele tenha: os terminais configurados com o auxílio dessa solução podem funcionar como terminais burros de um servidor, conhecido como servidor de aplicações, ou podem trabalhar também como terminais autônomos, rodando um ambiente gráfico local com menus, ícones, navegador de internet, cliente ssh, cliente rdp, etc. No site do projeto existem diversas imagens préelaboradas e live-cd para boot em thin clients ou conputadores antigos. Depois de instalado o ambiente do pode-se criar imagens customizadas do sistema, bastando apenas alterar alguns arquivos de configuração e executar um script. Essas imagens podem ter suporte específico ao hardware do terminal utilizado, além das funcionalidades adequadas ao uso que se pretende dar a ele. O pode ser iniciado (boot) pela rede, usando, por exemplo, Etherboot/PXE [3], ou um dispositivo local como disquete, CD, HD e flash disk. Para entender como tudo funciona, é preciso conhecer as etapas que vão acontecer quando tudo estiver pronto. Essas etapas são divididas em: 01. Boot (carregamento da imagem do ); 02. Execução de programas; 03. Ambiente de trabalho. 1. Boot Nesta etapa será carregada na memória do terminal a imagem do armazenada em algum dispositivo, seja ele local (no próprio terminal) ou em algum servidor. A imagem do é diferente, dependendo de qual for o dispositivo e o método de boot. O dispositivo local pode ser um leitor de CD, um disco rígido (HD), um cartão flash ou um pendrive. No caso de optar por colocar a imagem em algum servidor remoto, um servidor TFTP ( Trivial Linux Magazine Especial #02 Julho de

2 TUTORIAL Instalação e configuração Quadro 1: Configuração dos serviços dhcpd e tftpd Os dois exemplos a seguir mostram como definir quais configurações de IP serão atribuídas ao terminal e qual imagem deve ser baixada do servidor TFTP. dhcpd configuração para terminal 1 com boot via etherboot host terminal_1 { hardware ethernet 00:48:54:84:08:94; fixed-address ; filename thinstation.nbi ; configuração para terminal 2 com boot via pxe host terminal_2 { hardware ethernet 00:48:54:84:08:95; fixed-address ; filename pxelinux.0 ; } File Tranfer Protocol, ou Protocolo de Transferência de Arquivo Trivial) é a solução normalmente utilizada. No caso de boot pela rede, normalmente também é usado um servidor DHCP que fornecerá as configurações de rede (IP, rota, DNS) para o terminal, além da localização da imagem que precisa ser carregada. Na matéria Rede sem estresse (pag. 45), você encontra um tutorial que explica como configurar um servidor DHCP. Nesta matéria nos deteremos apenas na configuração de servidores DHCP e TFTP específicas para o (quadro 1). Observação: ajuste o endereço MAC para o da placa do terminal, e o endereço IP para a faixa de endereçamento adequada a sua rede. tftpd Figura 1 Bootsplash do iniciado via CD-ROM. Coloque os arquivos das imagens e os arquivos de configuração dos terminais no diretório base do tftpd, normalmente /tftpboot. 2. Execução de programas Após a imagem do, que é composta pelo kernel Linux e demais componentes de um sistema completo, ter sido carregada, o kernel é executado e o processo de boot continua como em qualquer outra distribuição GNU/Linux. O sistema inicia rodando scripts que são responsáveis, entre outras coisas, pela configuração de rede do terminal, baseada em um arquivo de configuração que também poderá estar no servidor tftp, em algum dispositivo local ou na própria imagem. Veja o exemplo 1 para mais detalhes. Se sua solução usar um servidor TFTP, você pode criar uma imagem única para todos os seus terminais e manter arquivos de configuração que serão usados para definir as configurações de rede para cada terminal. Não é obrigatório que seja executado um servidor gráfico, embora seja o mais comum. Alternativamente, pode-se ter um cliente telnet ou um cliente ssh, em situações em que as aplicações que serão usadas sejem apenas em modo texto. 3. Ambiente de trabalho O ambiente de trabalho, ou seja, os programas que serão usados pelos usuários dos terminais, podem ser locais ou remotos. Se o ambiente for local, os gerenciadores de janelas usados serão o blackbox ou o icewm. Nas aplicações mais comumente usadas o servidor gráfico é necessário, pois o terminal irá se conectar a um servidor de aplicações GNU/Linux via protocolo XDMCP, NX [4] e outros, ou ainda, a um servidor Windows através do protocolo RDP [5] (Remote Desktop Protocol). Entendido o funcionamento, vamos então ver como se instala o e como são criadas as imagens. Instalação do Os fontes do estão disponíveis em seu site oficial. Basta clicar na opção (download) do menu. Para baixar, em seguida, a versão para GNU/Linux, clique em Main Distribution. Depois de baixado o arquivo thinstation-2.2.tar.gz, este deve ser aberto em algum diretório da sua preferência com o comando: tar -zxvf thinstation-2.2.tar.gz O arquivo descompactado contém uma estrutura de diretórios que, por sua vez, contém tudo que é necessário para a criação das imagens (boot-images, conf, Documentation, kernel, packages, src e utils). Chamamos de imagem do, um arquivo que encerra todo o conteúdo do sistema, incluindo o kernel Linux, scripts, programas, etc. Para que possamos criar nossa primeira imagem de, vamos editar o arquivo principal de configuração chamado build.conf, que está no diretório principal do. Isso pode ser feito com o seu editor de textos preferido. 68

3 Instalação e configuração TUTORIAL vi build.conf Este arquivo é composto por várias seções, o que o torna parecido com alguns arquivos de configuração de serviços de qualquer sistema GNU/Linux. A hierarquia das seções é a seguinte: #!Hardware #!!System #!!!Bus Modules #!!!AGP Modules #!!!PCMCIA/CardBus bridges #!!Network #!!!Ethernet Mbit Modules #!!!Ethernet 1000 Mbit Modules #!!!Ethernet Mbit Modules #!!!Token Ring modules #!!!PCMCIA Network Modules #!!!Wireless PCMCIA Network Modules #!!!Wireless Modules #!!!Other Wireless Support #!!Modem Modules #!!USB Palm Devices #!!Sound Modules #!!!ISA #!!!PCI #!!USB Devices #!!Storage Devices #!!Filesystem Support #!!Miscellaneous #!!X related #!!Keyboard layouts (Language/ Country) #!Applications #!!Connection Package types. Choose at least one! #!!Window Managers. Choose no more than 1 window manager. #!!Window Manager Utils #!!Other services #!!PCSCD Card Readers #!!Miscellaneous #!Parameters #!!Basic #!!Advanced Exemplo 1: Detalhes da edição do arquivo thinstation.confxxxx O nome dos arquivos de configuração para os terminais segue o modelo thinstation.confxxxx, onde o XXXX pode ser: buildtime Define as configurações que serão embutidas na imagem; IP Especifica o arquivo de configuração para o terminal com IP definido; MAC Especifica o arquivo de configuração para o terminal com endereço MAC definido. Exemplos: thinstation.conf.buildtime thinstation.conf thinstation.conf-00:48:54:84:08:94 O formato dos arquivos de configuração é VARIAVEL= conteúdo : SCREEN_RESOLUTION= * define a resolução para o servidor gráfico; SCREEN_COLOR_DEPTH= * define a profundidade de cores para o servidor gráfico; SESSION_0_TYPE=blackbox SESSION_0_SCREEN=1 SESSION_0_AUTOSTART=On definem que o ambiente gráfico usará o gerenciador de janelas blackbox. A aplicação blackbox deve ter sido selecionada no build.conf. As principais seções são hardware, onde são definidos os recursos de hardware do seu terminal e Applications, onde são definidos quais programas vão estar disponíveis. Você deve comentar (colocar o símbolo #) no início das linhas que possuam os recursos que não quer que sejam colocados na imagem, e descomentar (retirar o #) das linhas que possuam os recursos que deseja que sejam colocados na imagem do. Caso não existam disponíveis servidores DHCP e TFTP para fornecer ao terminal as configurações de rede e as imagens, é preciso editar um arquivo chamado thinstation.conf.buildtime (Quadro 2). Os parâmetros definidos neste arquivo são inseridos na imagem, dispensando o uso destes servidores. Para criação de arquivos de configuração para cada terminal, ou para customização da imagem, veja o arquivo exemplo: thinstation.conf.sample. Depois dos arquivos serem editados, vamos para a próxima etapa, a criação da imagem propriamente dita. A criação da imagem é feita por um script chamado build. Este script cria várias imagens, todas com os recursos que você definiu no arquivo build.conf, e as coloca no diretório boot-images. Cada sub-diretório tem a imagem no formato adequado a um método de boot: etherboot, initrd, iso, loadlin, pxe e syslinux. Estando no diretório principal do, digite /build. A saída do comando./build mostra uma série de mensagens como segue: Checking for required commands OK Symbolic Links Ok... Making boot image for loadlin Type.... Notes about build: Build Complete! Linux Magazine Especial #02 Julho de

4 TUTORIAL Instalação e configuração Figura 2 Início do boot via disquete, com a busca dos servidores TFTP e DHCP. Exemplo 2: Exemplo para acessar um servidor Windows 2003 SESSION_0_TYPE= rdesktop SESSION_0_SCREEN=0 SESSION_0_RDESKTOP_SERVER= Exemplo3: Exemplo para acessar um servidor GNU/Linux via XDMCP SESSION_0_TYPE= x SESSION_0_X_SERVER= SESSION_0_SCREEN=0 SESSION_0_X_OPTIONS= -query Métodos de boot Agora que já temos as imagens, iremos escolher o método de boot, e em função desta escolha iremos especificar qual imagem irá ser usada. Se sua opção para iniciar seu terminal leve for iniciar o sistema a partir de um CD, use o arquivo thinstation.iso que está no diretório boot-images/iso. Com o programa de sua preferência, grave um CD usando esta imagem. Em seguida coloque o CD no seu PC e faça o boot por ele. Se for necessário configurar a BIOS para iniciar pelo CD, veja o manual da sua placa-mãe: normalmente basta apertar a tecla Del no momento em que o computador é ligado para ter acesso ao boot, mas isso varia muito de acordo com o fabricante do computador, bem como do modelo de placa-mãe utilizada. Se seu PC for antigo e não conseguir bootar por CD, veja uma solução possível no endereço [6], lar do projeto Smart BootManager, que visa a criação de um gerenciador de boot alternativo aos modelos atualmente existentes. Se seu PC ou thin client, possuir o recurso de boot via PXE [7], podese iniciar o por meio da imagem PXE que se encontra no diretório boot-images/pxe, uma parte integrante dos arquivos descompactados. Copie os arquivos do diretório boot-images/pxe para o diretório base do tftpd. Veja o exemplo 2 de configuração do servidor DHCP. Apesar do descaso atual por essa mídia de armazenamento, pode ser necessário, por não raras vezes, realizar o boot via disco de 1.44 Mb o popular disquete. É óbvio que a imagem de um normalmente não cabe em um disquete: o que se usa é, na verdade, um disquete contendo apenas o programa Etherboot [8], capaz de solicitar do dhcpd e do tftpd as configurações de rede e a imagem do sistema. Para criar o disquete, verifique o modelo de sua placa de rede, vá ao site [9] e baixe o arquivo com extensão.zdsk (Floppy Bootable ROM Image). Existem imagens para infindáveis modelos de placas de rede. No site do projeto do há uma imagem de disquete de boot genérico que funciona nas placas de rede mais comuns. Procure na seção Download por Universal network boot floppy/cd/hd. No site do projeto procure pelo arquivo network_ boot_floppy+cd+hd_540.zip. Quando não se dispõe de um CD- ROM no computador (em laptops antigos ou de dimensões muito reduzidas, por exemplo), ou de BIOS que suportem o boot via disco óptico, ou ainda de interfaces de rede que não possuem compatibilidade com o protocolo PXE, ainda existe a possibilidade de se dar a partida do boot via HD. Existem duas linhas de ação a se seguir: Gravar no HD o software Etherboot o mesmo que é usado para permitir o boot via disquete puxando, em seguida, a imagem via rede. Será preciso um arquivo específico para sua placa de rede e para este fim, obtido no site [9]. Clique no link correspondente ao release mais recente do programa 5.4.3, no momento do fechamento da matéria. Em seguida clique em Choose NIC/ ROM type e selecione a opção do menu suspenso que corresponde a sua placa de rede. Em Choose ROM output format selecione a opção de extensão.zlilo (LILO, GRUB, SYSLINUX loadable kernel format). Para baixar o arquivo basta apertar o botão Get ROM. Feito o download do arquivo, deve-se editar os arquivos de configuração do lilo ou grub, como no exemplo, em que foi usada uma placa de rede 3com: # grub title root kernel 3c509.zlilo (hd0,0) /boot/eb

5 Instalação e configuração TUTORIAL lilo mage=/boot/eb c509.zlilo label= grub Ter no HD a imagem do kernel e do sistema prontos. Nesse caso, copie os arquivos initrd e vmlinuz do diretório boot-images/syslinux e coloque uma entrada no Grub ou lilo, semelhante a esta: title root (hd0,0) kernel /boot/vmlinuz ramdisk_blocksize=4096 root=/dev/ ram0 ramdisk_size= splash=silent vga=788 initrd /boot/initrd lilo >image=/boot/vmlinuz label= initrd=/boot/initrd Vale observar que, nestes exemplos, os arquivos foram copiados para a primeira partição do primeiro HD, e que não havia uma partição separada para o /boot. Em ambos os casos é preciso ter no HD um bootloader (lilo, Grub). Veja como instalar um bootloader em seu disco rígido em [10] e [11]. Esses dois links são do Guia Foca Intermediário, uma fonte de informação de muita qualidade. Aplicações do Figura 3: Boot via Grub. Vamos nos deter, agora, sobre alguns exemplos das aplicações e ambientes em que o pode ser usado. A aplicabilidade de cada um desses exemplos, obviamente, depende da infraestrutura de rede. No caso dos modelos com servidor centralizado gerando o acesso a aplicações, é conveniente também mensurar o poder de processamento e a quantidade de memória RAM necessários para atender as necessidades de acesso dos clientes. Modelo 1: Um servidor centraliza o acesso e uso de aplicações, sem distribuir imagens do sistema para os clientes. Os terminais carregam suas imagens localmente. Essa situação costuma ser aplicável, por exemplo, em um servidor de aplicações com Windows Este modelo é ótimo para processos de migração em que ainda há necessidade de usar, por conta de alguma aplicação legada, um servidor com Windows. Como os terminais carregam suas imagens de dispositivos locais, não é necessário nenhum servidor TFTP, e possivelmente nenhum outro tipo de servidor GNU/Linux. Modelo 2: Os terminais trabalham de forma autônoma, com as imagens carregadas localmente. Quadro 2: Detalhes da edição do arquivo thinstation.conf.buildtime As configurações definidas neste arquivo são colocadas na imagem do, dispensando o carregamento de arquivos de configuração. O parâmetro NET_FILE_ENABLED deve ser definido como OFF, para que não seja carregado nenhum outro arquivo de configuração via rede. NET_FILE_ENABLED=OFF NET_USE_DHCP=OFF NET_IP_ADDRESS= NET_MASK= NET_GATEWAY= #NET_USE_TFTP=OFF NET_DNS1= NET_DNS2= SCREEN_RESOLUTION= * SCREEN_COLOR_DEPTH= * SESSION_0_TYPE=blackbox SESSION_0_SCREEN=1 SESSION_0_AUTOSTART=On Para obter mais informações e detalhes sobre os arquivos de configuração dos terminais, veja os exemplos no diretório /conf. Figura 4 Solução com servidor de aplicações centralizado e estações carregando a imagem localmente. Figura 5: Solução baseada em clientes autônomos. Figura 6 Modelo com servidor centralizador de aplicações e imagens. Linux Magazine Especial #02 Julho de

6 TUTORIAL Instalação e configuração Figura 7 Modelo com servidor de aplicações que distribui as imagens remotamente ao mesmo tempo. Neste modelo de estrutura os terminais trabalham autônomos, ou seja, não há um servidor centralizado para acesso as aplicações ou uma central de armazenamento de dados remota. Um exemplo desta Quadro 3 : Funcionalidades do aplicação é criar estações onde os usuários possam navegar pela Internet ou acessar o sistema da empresa via browser, acessar s via webmail, utilizar FTP, etc. Modelo 3: A rede conta com um servidor de aplicações e os terminais carregam suas imagens remotamente. Muito comum quando o servidor de aplicações é um GNU/Linux, esse é o modelo padrão adotado por boa parte das instituições que optam pelo modelo de terminais leves em sua infraestrutura. As imagens são Protocolos Suportados Windows Terminal Services (RDP); Citrix ICA; X-Terminal (XDM); TightVNC; SSH; Telnet; Tarantella. Requisitos de Hardware Processador: x86; RAM: 16MB (8MB usando TinyX). 32 MB recomendado; Rede: placa de rede de 10 ou 100 Mbps (qualquer uma suportada pelo kernel 2.4.x); Placa de video: Todas suportadas pelo Xfree86 4.3/3.3.6; Mouses: Serial, PS/2, USB. Métodos de boot Pela rede, usando DHCP/TFTP + Etherboot floppy / Etherboot bootrom / PXE bootrom; Por floppy, HD, CD-ROM ou DOC2000 usando Syslinux; A partir de um sabor do DOS (FreeDOS, PC-DOS, MS-DOS) usando Loadlin. Modos de interface gráfica Um cliente numa sessão de tela cheia (fullscreen); Seção Texto (Telnet or SSH); Múltiplos e concorrentes clientes usando um gerenciador de janelas rodando localmente (blackbox). Outras funcionalidades Suporte a Samba para compartilhar discos e impressoras dos terminais thinclient; Suporte a som; Administração remota usando telnet e VNC; Auto detecção de placa de rede, placa de video e mouse; Suporte a pacotes dinâmicos.pkg (pode ser carregados em tempo de execução); Configuração centralizada usando TFTP para obter os arquivos de configuração. Documentação Além dos arquivos disponíveis no diretório /Documentation, você encontra informações acessando a página armazenadas em um servidor remoto (TFTP). Modelo 4. Os terminais trabalham de forma autônoma, mas com imagens carregadas remotamente. Nos modelos 1 e 2, deveremos criar imagens que serão carregadas do próprio terminal via CD, HD, flash, pendrive, entre outras mídias. Já nos modelos 3 e 4, as imagens devem ser carregadas de um servidor TFTP configurado para isso. Conclusão As possibilidades são imensas. Coloque a mão na massa, teste, experimente! As redes de terminais leves e as facilidades advindas delas são um modelo tecnológico que chegou para ficar, representando, atualmente, uma parcela significativa do mercado de hardware, bem como das soluções para computação distribuída e produtividade utilizando comunicação via rede de dados. Mais Informações [1] sourceforge.net/wiki/index. php/thlinks [2] sourceforge.net [3] [4] [5] en-us/library/aa aspx [6] projects/btmgr/ [7] Especificações técnicas do PXE: pxeboot/archive/pxespec.pdf [8] Página oficial do Etherboot: [9] [10] org.br/guia/intermediario/ ch-boot.htm#s-boot-grub [11] org.br/guia/intermediario/ ch-boot.htm#s-boot-lilo 72

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