SILVICULTURA E MANEJO FLORESTAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SILVICULTURA E MANEJO FLORESTAL"

Transcrição

1 SILVICULTURA E MANEJO FLORESTAL Fase 1: Produção de Mudas e Recomendações de Adubação no Viveiro 1. Sistemas de Produção de Mudas de eucalipto e pinus Mudas em saquinhos Atualmente, os recipientes mais utilizados para a produção de mudas de eucalipto e pinus são os sacos plásticos e tubetes. Para a escolha do recipiente deve-se levar em conta a quantidade de mudas produzidas e a duração do viveiro, porque em pequena escala e em viveiros temporários é aconselhável a utilização de sacos plásticos devido ao menor custo inicial Produção de Mudas no Sistema de Sacos Plásticos As dimensões para os recipientes de saco plástico podem variar de 5,0 a 8,0 cm de diâmetro e de 12,0 a 15,0 cm de altura, com furos para realizar a drenagem do substrato. A variedade de substratos para produção das mudas é ampla, desde terra de subsolo (isenta de sementes de ervas indesejáveis e microorganismos), até mesmos substratos comerciais e outros... Deve-se dar preferência para solos areno-argilosos, pois apresentam boa agregação, permitem drenagem e também capacidade de reter água. A montagem do canteiro deve ser realizada com o auxilio de duas ripas de madeira em toda a lateral e o canteiro teve ter largura máxima de 0,80 m. Os sacos plásticos, já cheios com terra, devem ser organizados em uma superfície plana sendo colocados encostados uns aos outros para que não ocorra o tombamento das mudas. Os canteiros também podem ser confeccionados em alvenaria. A semeadura deve ser feita de maneira direta, distribuindo de 2 a 4 sementes por saco plástico. As sementes devem ser colocadas em uma profundidade correspondente a um pouco mais que o seu diâmetro. Logo após a semeadura, cobrir com uma leve camada de terra fina ou de material orgânico (casca de arroz ou serragem). As sementes devem ser adquiridas em estabelecimento credenciado, pois desse modo é possível adquirir material de qualidade (as sementes podem ser nuas ou peletizadas). Instrutor: Ramiéri Moraes - CREA: /SP - (15)

2 O canteiro deve ser coberto com sombrite até o final da fase de germinação (capela ou túnel), sacos de estopa também podem ser usados por 5 a 7 dias para aumento da temperatura e umidade. Principalmente tratando-se de eucalipto ficar atento quanto ao ataque de formigas carregamento das sementes. Realizar o combate dos formigueiros pulverizando as bandejas após a semeadura com inseticidas em dose recomendada pelo fabricante. Exemplo: Metamidofhós = Tamaron. Outro fator importante para o bom desenvolvimento das mudas é a realização de 2 ou 3 irrigações por dia. O desbaste deve ser realizado, com as mudas ainda pequenas (3 cm), deixando apenas a mais vigorosa no recipiente. Nessa fase pode ser realizada uma repicagem aproveitando as mudas, que podem ser transplantadas para outros sacos plásticos nos quais não ocorreu a germinação das sementes. As mudas podem apresentar grande diferença no desenvolvimento, sendo importante a movimentação separando-as por tamanho de modo a efetuar novas adubações nas mudas menores para que alcancem o tamanho das outras. Separar preferencialmente em três tamanhos Adubação das mudas Os métodos, as doses e as épocas de incorporação de adubos nos substratos de cultivo, devem ser bastante criteriosas, pois além de garantir o bom crescimento e qualidade das mudas, a adubação é o principal meio que o viveirista tem para "segurar" ou "adiantar" o crescimento das mesmas no viveiro. Os adubos mais recomendados, devido as suas características físicas e químicas são: o sulfato de amônio, superfosfato simples e cloreto de potássio. São usados preferencialmente na forma de pós, para facilitar a homogeneização das doses de adubos no substrato de cultivo das mudas. A melhor forma de fazer a aplicação de adubos nesse sistema consiste no parcelamento das doses de adubos recomendadas, ou seja, cerca de 50% das doses de N e de K 2 O e 100% das doses Instrutor: Ramiéri Moraes - CREA: /SP - (15)

3 de P 2 O 5 e micronutrientes são misturadas à terra de subsolo, antes do enchimento dos sacos plásticos, o que é denominado adubação de base. O restante das doses é aplicado em cobertura, parceladamente, na forma de soluções ou suspensões aquosas. A adubação do substrato terriço é realizada antes da incorporação da matéria orgânica Recomendam-se as seguintes dosagens de adubos: a) Adubação de Base: 150 g de N, 700 g de P 2 O 5, 100 g de K 2 O e 200 g de "fritas" (coquetel de micronutrientes na forma de óxidos silicatados) por cada metro cúbico de terra de subsolo. Normalmente, os níveis de Ca e Mg nas terras de subsolo são muito baixos e por esta razão recomenda-se, também, a incorporação de 500 g de calcário dolomítico por metro cúbico de terra. b) Adubação de Cobertura: 100 g de N mais 100 g de K 2 O, parceladas em 3 ou 4 aplicações. Para a aplicação desses nutrientes, recomenda-se dissolver 1 kg de sulfato de amônio e/ou 300 g de cloreto de potássio em 100 L de água. Com a solução obtida regar mudas. Recomenda-se intercalar as adubações, ou seja, numa aplicação utilizar N e K 2 O, na seguinte, apenas N e assim por diante. As aplicações deverão ser feitas no final da tarde ou ao amanhecer, seguidas de leves irrigações apenas para diluir ou remover os resíduos de adubo que ficam depositados sobre as folhas. As adubações de cobertura devem ser feitas em intervalos de 7 a 10 dias. A primeira deve ser realizada de 15 a 30 dias pósemergência. A época de aplicação das demais poderá ser melhor determinada pelo viveirista ao observar as taxas de crescimento e as mudanças de coloração das mudas Adubação de substrato (Viveiro Ecoar) PRODUTO NUTRIENTE Quant/Elem. Quant/Produto Calcáreo Ca + Mg 500 grs - Sulfato de Amônio N 150 grs 714 grs Super Simples P 2 O grs 3,684 grs Cloreto de Potássio K 2 O 100 grs 167 grs Fritas BR Micronutriente grs Instrutor: Ramiéri Moraes - CREA: /SP - (15)

4 Adubação Cobertura (Viveiro Ecoar) Produto Volume e Diluição Água 100 litros Sulfato de Amônio 1000 gramas Cloreto de Potássio 300 gramas N de mudas mudas Método de Aplicação (Viveiro Ecoar) Dias após a germinação Elemento 1ª Aplicação 25 N 2ª Aplicação 32 N + K 2 O 3ª Aplicação 39 N 4ª Aplicação 46 N + K 2 O 5ª Aplicação 53 N 6ª Aplicação 60 N + K 2 O 7ª Aplicação 67 K 2 O Quando as mudas já estiverem formadas, portanto, prontas para serem plantadas no campo, recomenda-se, antes da expedição das mesmas, fazer a "rustificação" para amenizar seus estresses no campo. Na fase de "rustificação", que dura de 15 a 30 dias, reduzem-se as regas e suspendem-se as adubações de cobertura. No início dessa fase, recomenda-se a realização de uma adubação contendo apenas K para auxiliar a adaptação das mudas às condições adversas de campo Produção de mudas no sistema de tubetes Esse sistema utiliza substratos orgânicos dos quais os mais utilizados são o esterco de curral curtido, húmus de minhoca, cascas de eucalipto e pinus decompostas e bagacilho de cana decomposto. Esses substratos são geralmente utilizados como principais componentes de misturas que incluem também palha de arroz carbonizada, vermiculita (plantmax). Não existe a proporção ideal dos componentes e cada viverista acaba aperfeiçoando sua mistura com o tempo. Para iniciar esse sistema de produção, recomenda-se: Instrutor: Ramiéri Moraes - CREA: /SP - (15)

5 a) 80% de composto orgânico ou húmus de minhoca + 20% de casca de arroz carbonizada; ou b) 60% de composto orgânico ou húmus de minhoca + 20% de casca de arroz carbonizada + 20% de terra arenosa. O canteiro para esse sistema de produção é muito variável e pode ser realizado diretamente nas bandejas sobre o solo ou suspenso (bancadas). Para aquisição das sementes, semeadura nos recipientes, cobertura e irrigação devem ser observadas as mesmas instruções para saquinhos. O desbaste deve ser realizado, com as mudas ainda pequenas (3 cm), deixando apenas a mais vigorosa no recipiente. Não se recomenda a realização da repicagem, nesse sistema, devido ao baixo aproveitamento dessa operação em tubete. As mudas podem apresentar grande diferença no desenvolvimento, sendo importante a movimentação separando-as por tamanho de modo a efetuar novas adubações nas mudas menores para que alcancem o tamanho das outras. 2.1)- Adução das mudas no sistema Similarmente às recomendações feitas para o sistema de produção de mudas em sacos plásticos. A melhor forma de fazer a aplicação de adubos nos substratos utilizados no sistema de tubetes é a parcelada, parte como adubação de base e parte como adubação de cobertura. a) Adubação de Base: 150 g de N, 300 g de P2O5, 100 g de K2O e 150 g de fritas por cada metro cúbico de substrato. Geralmente, os níveis de ph, Ca e Mg nos substratos utilizados neste sistema são elevados, de modo que a aplicação de calcário é dispensada. b) Adubação de Cobertura: devido a grande permeabilidade do substrato que facilita as lixiviações e ao pequeno volume de espaço destinado a cada muda, fazem-se necessárias adubações de cobertura mais freqüentes do que aquelas feitas para a formação de mudas em sacos plásticos. Para a aplicação, recomenda-se dissolver 1 kg de sulfato de amônio e/ou 300 g de cloreto de potássio em 100 L de água. Com a solução obtida regar tubetes, a cada 5 dias de intervalo, até que as mudas atinjam o tamanho desejado. Instrutor: Ramiéri Moraes - CREA: /SP - (15)

6 Dias após a germinação Elemento 1ª Aplicação 25 N 2ª Aplicação 30 N + K 2 O 3ª Aplicação 35 N 4ª Aplicação 40 N + K 2 O 5ª Aplicação 45 N 6ª Aplicação 50 N + K 2 O 7ª Aplicação 55 K 2 O A intercalação das aplicações de K, bem como, as demais recomendações feitas no sistema de produção de mudas em sacos plásticos descritas anteriormente, deve ser aqui também considerada. 3- Sistemas de produção de mudas de espécies florestais nativas 3.1- Produção de mudas no sistema de sacos plásticos. O volume do recipiente, saco plástico, para a produção de espécies nativas é maior ao utilizado para a produção de mudas de eucalipto e de pinus e podem variar de diâmetro e de altura, mas recomenda-se que a capacidade seja de 1 Kg. Os sacos devem ter no mínimo 8 furos na parte de baixo. De modo geral, para a produção de mudas de espécies florestais nativas deve-se seguir as recomendações feitas no sistema de produção de mudas em sacos plásticos para eucalipto e pinus. Essas espécies são muito mais exigentes em nutrientes, principalmente as das classes secundárias e clímax da sucessão florestal, são sensíveis à acidez e aos altos níveis de Al e Mn dos solos, além de serem muito exigentes em macro e micronutrientes. Normalmente essas espécies têm um tempo de permanência no viveiro superior a 6 meses Adução das mudas Similar às recomendações feitas para a produção de mudas de eucalipto e pinus, deve se parcelar a aplicação com as seguintes dosagens de calcários e adubos: a) Adubação de Base: normalmente os valores de ph e os níveis de Ca e Mg nas terras de subsolo são muito baixos e por essa razão o primeiro passo a ser dado é a calagem da terra de subsolo. Dessa forma ficam garantidos valores adequados de ph Instrutor: Ramiéri Moraes - CREA: /SP - (15)

7 e suprimento de Ca e Mg para as mudas. As espécies das classes ecológicas denominadas secundárias e clímax são bem mais exigentes nutricionalmente do que as pioneiras. A faixa ideal de ph (em CaCl2) do substrato varia de 5,5 a 6,0. O calcário deve ser incorporado do solo e pode ser calculada pela fórmula. N.C.= (T(V2-V1))/20xPRNT N.C. = necessidade de calcário em kg/m 3 de terra de subsolo T = capacidade de troca à terra de subsolo, preferencialmente, 15 dias antes de ser usado. A dose de calcário varia conforme as características catiônica(c.t.c.). V2 = saturação por bases desejada, 60% V1 = saturação por bases encontrada na terra de subsolo PRNT = Poder Relativo de Neutralização Total do Calcário. Após a incorporação do calcário, aplicar 150 g de N, 700 g de P2O5, 100 g de K2O e 200 g de fritas (coquetel de micronutrientes na forma de óxidos silicatados) por cada metro cúbico de terra. Para se evitar a aplicação de calcário no substrato, recomenda-se o uso de terra de subsolo que possuam, naturalmente, altos níveis de ph, Ca e Mg. b) Adubação de Cobertura: dissolver 1 kg de sulfato de amônio e 300 g de cloreto de potássio em 100 L de água, com a solução obtida regar saquinhos. Para essas adubações recomenda-se a intercalação das aplicações seguindo a recomendação da produção de mudas de eucalipto e pinus Produção de mudas no sistema de tubetes. O volume dos tubetes deve ser superior ao utilizado para a produção de mudas de eucalipto e do pinus. Com exceção do número de aplicações de adubos em cobertura, que será em maior número (devido às menores taxas de crescimento das mudas), porém com a mesma periodicidade, todos os demais procedimentos e recomendações feitas para a produção de mudas de eucalipto e pinus, em tubetes, são válidas para a produção de mudas de espécie nativa em tubete. Instrutor: Ramiéri Moraes - CREA: /SP - (15)

8 Referências Bibliográficas: Eng Ft a l Paulo Henrique Muller da Silva Boletim n 100 IAC Doc. Florestais IPEF Nutrição e Fertilização Florestal Autor: José Leonardo Gonçalves Outras observações: Eng Ftªl João Carlos Seiki Nagamura (Associação Ecoar Florestal) Instrutor: Ramiéri Moraes - CREA: /SP - (15)

Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas

Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Produção de Mudas - No sistema de raiz nua Produção de mudas de Pinus no sul do BR - No interior de recipientes - Sacos plásticos - Tubetes Fertilização

Leia mais

Substratos para Produção de Mudas Nativas de Mata Atlântica: Utilização de Diferentes Substratos para Produção de Mudas Nativas de Mata Atlântica

Substratos para Produção de Mudas Nativas de Mata Atlântica: Utilização de Diferentes Substratos para Produção de Mudas Nativas de Mata Atlântica Instituto Federal São Paulo Campus São Roque - SRQ Substratos para Produção de Mudas Nativas de Mata Atlântica: Utilização de Diferentes Substratos para Produção de Mudas Nativas de Mata Atlântica Eliane

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE O PLANTIO DO EUCALIPTO NO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA

INFORMAÇÕES SOBRE O PLANTIO DO EUCALIPTO NO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA INFORMAÇÕES SOBRE O PLANTIO DO EUCALIPTO NO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA Informações sobre o plantio do eucalipto no Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta COLETA DE SOLO NA

Leia mais

Interpretação da análise de solo

Interpretação da análise de solo Interpretação da análise de solo Tabela de interpretação A orientação para interpretação da análise de solo são organizadas em manuais estaduais e regionais. Manual Tabelas de interpretação Recomendações

Leia mais

Curso de Produção de Mudas Nativas. 9:30 a 11:00

Curso de Produção de Mudas Nativas. 9:30 a 11:00 Curso de Produção de Mudas Nativas 9:30 a 11:00 Solano Martins Aquino Diretor Presidente e fundador do Instituto Brasileiro de Florestas, biólogo, pesquisador e produtor de mudas florestais. Desenvolve

Leia mais

Introdução...1. Sistemas de propagação de mudas...1 Propagação via semente...1 Propagação vegetativa...2

Introdução...1. Sistemas de propagação de mudas...1 Propagação via semente...1 Propagação vegetativa...2 Documentos Florestais Nº 18, maio de 2006 Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sumário Introdução...1 Sistemas de propagação de mudas...1 Propagação via semente...1 Propagação vegetativa...2 Produção

Leia mais

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/ervilha.htm

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/ervilha.htm Página 1 de 5 Olericultura A Cultura da Ervilha Nome Cultura da Ervilha Produto Informação Tecnológica Data Abril - 1999 Preço - Linha Olericultura Informações gerais sobre a Resenha Cultura da Ervilha

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura - Setor de Carcinicultura Responsável: Prof. Dr. Wagner Cotroni Valenti

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura - Setor de Carcinicultura Responsável: Prof. Dr. Wagner Cotroni Valenti UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura - Setor de Carcinicultura Responsável: Prof. Dr. Wagner Cotroni Valenti PREPARAÇÃO DO FUNDO, ADUBAÇÃO, CALAGEM E MANEJO DO FLUXO DE ÁGUA DOS VIVEIROS

Leia mais

Doses de adubo para produção de mudas de tomate (Solanum lycopersicum)

Doses de adubo para produção de mudas de tomate (Solanum lycopersicum) Doses de adubo para produção de mudas de tomate (Solanum lycopersicum) Dinael Henrique Rocha 1 ; Vinicius Samuel Martins 1 ; Rafael Antônio Cavalcante Carvalho 1 ; Jakeline Aparecida Greiver Ribeiro Ferreira

Leia mais

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/pepino.htm

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/pepino.htm Página 1 de 5 Olericultura A Cultura do Pepino Nome Cultura do Pepino Produto Informação Tecnológica Data Abril - 1999 Preço - Linha Olericultura Informações gerais sobre a Resenha Cultura do Pepino Luiz

Leia mais

PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS

PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS Sistemas de produção Sementes Estruturas vegetativas (propagação por estolhos, estacas, tubérculos, bulbos, rizomas, raízes, micropropagação) PROPAGAÇÃO SEXUADA A SEMENTE

Leia mais

MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO

MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO O laudo (Figura 1) indica os valores determinados no laboratório para cada camada do perfil do solo, servindo de parâmetros para direcionamento de métodos corretivos. Figura

Leia mais

Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura. de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães

Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura. de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura Júlio César C de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães Sumário 1. História do café no Brasil 2. Conceitos e legislação

Leia mais

COMPOSTAGEM. Produção de adubo a partir de resíduos orgânicos

COMPOSTAGEM. Produção de adubo a partir de resíduos orgânicos COMPOSTAGEM Produção de adubo a partir de resíduos orgânicos Produzir adubo na propriedade rural é uma prática fácil porque a matéria prima a ser usada éobtida de resíduos orgânicos como o lixo doméstico

Leia mais

Claudinei Kurtz Eng Agr MSc Epagri EE Ituporanga Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas. Governo do Estado

Claudinei Kurtz Eng Agr MSc Epagri EE Ituporanga Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas. Governo do Estado NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DA CULTURA DA CEBOLA Claudinei Kurtz Eng Agr MSc Epagri EE Ituporanga Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Governo do Estado AMOSTRAGEM DO SOLO Solo da camada 0-20cm 1ha = 2000

Leia mais

Governo do Estado de São Paulo Secretaria do Meio Ambiente Fundação Florestal. Produção de Mudas em Viveiros Florestais espécies nativas

Governo do Estado de São Paulo Secretaria do Meio Ambiente Fundação Florestal. Produção de Mudas em Viveiros Florestais espécies nativas Governo do Estado de São Paulo Secretaria do Meio Ambiente Fundação Florestal Produção de Mudas em Viveiros Florestais espécies nativas GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE

Leia mais

Rio Doce Piscicultura

Rio Doce Piscicultura Rio Doce Piscicultura (19) 3633 2044 / (19) 3633 8587 / (19) 9 9512 2879 / (19) 9 8961-8180 contatos@riodocepiscicultura.com.br contatos@riodocepeixes.com.br CALAGEM, ADUBAÇÃO E DESINFECÇÃO DE VIVEIROS

Leia mais

controlar para crescer NUTRIENTE IDEAL PARA FLORAÇÃO, FRUTIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DE SEMENTES FLORAÇÃO

controlar para crescer NUTRIENTE IDEAL PARA FLORAÇÃO, FRUTIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DE SEMENTES FLORAÇÃO controlar para crescer NUTRIENTE IDEAL PARA FLORAÇÃO, FRUTIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DE SEMENTES FLORAÇÃO F1 DESCRIÇÃO DO PRODUTO USO EM SOLO NATURAL No solo natural o Photogenesis F1 irá complementar os nutrientes

Leia mais

PLANTIO DIRETO. Definição JFMELO / AGRUFBA 1

PLANTIO DIRETO. Definição JFMELO / AGRUFBA 1 Definição JFMELO / AGRUFBA 1 INFLUÊNCIAS NO SOLO Matéria orgânica Estabilidade dos agregados e infiltração JFMELO / AGRUFBA 2 INFLUÊNCIAS NO SOLO Temperatura do solo JFMELO / AGRUFBA 3 INFLUÊNCIAS NO SOLO

Leia mais

PRODUTOS ELABORADOS MADEIRA PLÁSTICA

PRODUTOS ELABORADOS MADEIRA PLÁSTICA MADEIRA PLÁSTICA A Madeira Plástica é uma opção sustentável para quem se preocupa com a causa ambiental. O grande diferencial deste produto é que sua fabricação dá-se a partir da reciclagem de toneladas

Leia mais

Sistemas de manejo do solo

Sistemas de manejo do solo Sistemas de manejo do solo Introdução Uso e preparo do solo O arado. Evolução dos conhecimentos de uso e manejo do solo. O Ecossistema tropical Temperatura elevada e solos muito imteperizados 1 Sistemas

Leia mais

Vitor Pinheiro Mercado Florestal. Apresentação Institucional

Vitor Pinheiro Mercado Florestal. Apresentação Institucional Vitor Pinheiro Mercado Florestal Apresentação Institucional Croqui do Viveiro Principal do IBF Casa de Sombra Galpão de Semeio Casa Irrigação Casa de Germinação Alojamento Escritório e área de expedição

Leia mais

- Visa otimizar e diversificar a produção;

- Visa otimizar e diversificar a produção; Sistemas Agroflorestais (SAF) - Combinação de espécies arbóreas com cultivos agrícolas (fruticultura, plantas anuais, etc) ou criação de animais; - Visa otimizar e diversificar a produção; Sistemas Agroflorestais

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Urucum, plantio, colheita, manejo, adubação, pragas, produção, mudas, Minas Gerais.

RESPOSTA TÉCNICA. Urucum, plantio, colheita, manejo, adubação, pragas, produção, mudas, Minas Gerais. RESPOSTA TÉCNICA CR 858 Título Manejo de urucum (Bixa orellana L.) no estado de Minas Gerais. Palavras-chave Urucum, plantio, colheita, manejo, adubação, pragas, produção, mudas, Minas Gerais. Atividade

Leia mais

Como formar seu Gramado

Como formar seu Gramado Como formar seu Gramado Nada menos que mil pés de grama convivem em cada metro quadrado de um gramado. E, ao contrário de uma horta ou canteiro, onde o solo pode ser revolvido, corrigido e enriquecido

Leia mais

Plano de Restauro Florestal. IBF Instituto Brasileiro de Florestas

Plano de Restauro Florestal. IBF Instituto Brasileiro de Florestas Plano de Restauro Florestal IBF Instituto Brasileiro de Florestas 28 de setembro de 2011 Plano de Recuperação Local do plantio da Floresta da Embaixada Alemã: Área para plantio A área do IBF onde são plantadas

Leia mais

Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto

Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto José Henrique T. Rocha José Henrique Bazani Eduardo S. A. C. Melo José Leonardo de Moraes Gonçalves Departamento de Ciências Florestais ESALQ - USP Conceitos:

Leia mais

Olericultura. A Cultura do Morango. Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha

Olericultura. A Cultura do Morango. Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha 1 de 6 10/16/aaaa 11:54 Olericultura A Cultura do Morango Nome Cultura do Morango Produto Informação Tecnológica Data Janeiro -2001 Preço - Linha Olericultura Resenha Informações gerais sobre a Cultura

Leia mais

Uso de húmus sólido e diferentes concentrações de húmus líquido em características agronômicas da alface

Uso de húmus sólido e diferentes concentrações de húmus líquido em características agronômicas da alface Uso de húmus sólido e diferentes concentrações de húmus líquido em características agronômicas da alface Everto Geraldo de MORAIS 1 ; Chrystiano Pinto de RESENDE 2 ; Marco Antônio Pereira RESUMO LOPES

Leia mais

Culturas. A Cultura do Feijão. Nome Cultura do Feijão Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Feijão. Nome Cultura do Feijão Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 7 10/16/aaaa 11:19 Culturas A Cultura do Nome Cultura do Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do feijão José Salvador

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO GERALDO HENRIQUE FAZENDA ESTREITO FEVEREIRO 2010

RELATÓRIO TÉCNICO GERALDO HENRIQUE FAZENDA ESTREITO FEVEREIRO 2010 RELATÓRIO TÉCNICO GERALDO HENRIQUE FAZENDA ESTREITO FEVEREIRO 2010 Segue abaixo a interpretação da análise de solo, onde cada cor tem sua leitura em correspondência com a legenda. Segue abaixo também a

Leia mais

Propagação de Acessos de Bacurizeiro (Platonia Insignis Mart.) Através da Raiz Primária de Sementes em Início de Germinação.

Propagação de Acessos de Bacurizeiro (Platonia Insignis Mart.) Através da Raiz Primária de Sementes em Início de Germinação. Propagação de Acessos de Bacurizeiro (Platonia Insignis Mart.) Através da Raiz Primária de Sementes em Início de Germinação José Edmar Urano de Carvalho1, Carlos Hans Müller 1, Walnice Maria Oliveira do

Leia mais

Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde. Informações sobre Adubação orgânica e Adubação Verde

Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde. Informações sobre Adubação orgânica e Adubação Verde 1 de 5 10/16/aaaa 10:13 Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde Nome Adubação Orgânica e Adubação Verde Produto Informação Tecnológica Data Abril - 2000 Preço - Linha Adubação Orgânica Resenha

Leia mais

Fatores de cultivo CLIMA:

Fatores de cultivo CLIMA: Fatores de cultivo CLIMA: Os fatores climáticos influenciam de forma acentuada o desenvolvimento dos PMAC, bem como a produção dos princípios ativos. Estes fatores podem influenciar isoladamente ou em

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO PROTEÇÃO VEGETAL Grupo de Serviço OBRAS COMPLEMENTARES Código DERBA-ES-OC-04/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a execução de proteção

Leia mais

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E RESPOSTA DE MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis À CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E 2012) Carlos Hissao Kurihara, Bruno Patrício Tsujigushi (2), João Vitor de Souza

Leia mais

CIRCULAR TÉCNICA N o 168 JUNHO 1989 VIVEIRO DE MUDAS FLORESTAIS ANÁLISE DE UM SISTEMA OPERACIONAL ATUAL E PERSPECTIVAS FUTURAS

CIRCULAR TÉCNICA N o 168 JUNHO 1989 VIVEIRO DE MUDAS FLORESTAIS ANÁLISE DE UM SISTEMA OPERACIONAL ATUAL E PERSPECTIVAS FUTURAS IPEF: FILOSOFIA DE TRABALHO DE UMA ELITE DE EMPRESAS FLORESTAIS BRASILEIRAS ISSN 0100-3453 CIRCULAR TÉCNICA N o 168 JUNHO 1989 VIVEIRO DE MUDAS FLORESTAIS ANÁLISE DE UM SISTEMA OPERACIONAL ATUAL E PERSPECTIVAS

Leia mais

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br Pedologia Professor: Cláudio Custódio Conceitos: Mineração: solo é um detrito que deve ser separado dos minerais explorados. Ecologia: é um sistema vivo composto por partículas minerais e orgânicas que

Leia mais

Informações básicas para fazer compostagem 1.

Informações básicas para fazer compostagem 1. Educação Ambiental Desenvolvimento Sustentável. www.ecophysis.com.br Informações básicas para fazer compostagem 1. COMPOSTAR para reduzir a quantidade de resíduos orgânicos 2. REUSAR os resíduos compostados

Leia mais

FERTILIZANTES Fertilizante: Classificação Quanto a Natureza do Nutriente Contido Quanto ao Critério Químico Quanto ao Critério Físico

FERTILIZANTES Fertilizante: Classificação Quanto a Natureza do Nutriente Contido Quanto ao Critério Químico Quanto ao Critério Físico FERTILIZANTES Fertilizante: qualquer substância mineral ou orgânica, natural ou sintética, capaz de fornecer um ou mais nutrientes essenciais às plantas Classificação Quanto a Natureza do Nutriente Contido

Leia mais

Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola - UNICAMP III SIMPÓSIO DE IRRIGAÇÃO TECNOLOGIAS DE AUTOMAÇÃO

Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola - UNICAMP III SIMPÓSIO DE IRRIGAÇÃO TECNOLOGIAS DE AUTOMAÇÃO Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola - UNICAMP III SIMPÓSIO DE IRRIGAÇÃO TECNOLOGIAS DE AUTOMAÇÃO Piracicaba, SP 2 de outubro de 2015 Caracterizar subirrigação e sua operação Mostrar

Leia mais

GUIA PRACTICA PARA CULTIVO DE ANANÁS

GUIA PRACTICA PARA CULTIVO DE ANANÁS GUIA PRACTICA PARA CULTIVO DE ANANÁS SEÇÃO 1: Preparação do solo para plantio de ananás 1. Identificação da área para o plantio de ananas 1.A área seleccionada deve ter via de acesso 1. Se não tiver via

Leia mais

CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1

CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1 CULTIVO AGROECOLÓGICO DE TOMATE CEREJA COM ADUBAÇÃO VERDE INTERCALAR 1 Edmilson José Ambrosano Eng. Agr., Dr., PqC do Pólo Regional Centro Sul/APTA ambrosano@apta.sp.gov.br Fabrício Rossi Eng. Agr., Dr.,

Leia mais

PRODUÇÃO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA EM SUBSTRATO COMPOSTO POR RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA

PRODUÇÃO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA EM SUBSTRATO COMPOSTO POR RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas PRODUÇÃO DE PORTA-ENXERTO DE MANGUEIRA EM SUBSTRATO COMPOSTO POR RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA Luiz Augusto Lopes Serrano 1 ; André Guarçoni M. 2 ; Cesar

Leia mais

Composição do solo. 3 partes: Física: granulometria, porosidade, textura, dadas principalmente pelos. Químico: nutrientes disponíveis e ph

Composição do solo. 3 partes: Física: granulometria, porosidade, textura, dadas principalmente pelos. Químico: nutrientes disponíveis e ph JARDINAGEM O que é solo? O solo é a camada superficial da crosta terrestre, sendo formado basicamente por aglomerados minerais, matéria orgânica oriunda da decomposição de animais e plantas e organismos

Leia mais

HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO

HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO A COMPOSTAGEM O composto é uma substância semelhante ao solo, resultante da decomposição de matérias orgânicas. A compostagem é uma maneira natural de reciclar as plantas,

Leia mais

PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS!

PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS! PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS! UMA OPORTUNIDADE DE PRODUZIR ALIMENTOS SAUDÁVEIS PARA CONSUMO E VENDA! ELABORAÇÃO: ENG. AGRÔNOMO MAURO LÚCIO FERREIRA Msc. CULTIVO DE HORTALIÇAS Agosto- 2006 ÍNDICE POR

Leia mais

MANUAL PLANTIO DE EUCALIPTO

MANUAL PLANTIO DE EUCALIPTO MANUAL PLANTIO DE EUCALIPTO Setor Florestal Brasileiro conta com, aproximadamente, 530 milhões de hectares de Florestas Nativas, 43,5 milhões de hectares em Unidades de Conservação Federal e 4,8 milhões

Leia mais

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:24 Culturas A Cultura do Milho Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do milho

Leia mais

PRÁTICAS SILVICULTURAIS

PRÁTICAS SILVICULTURAIS CAPÍTULO 10 PRÁTICAS SILVICULTURAIS 94 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO Um dos objetivos do manejo florestal é garantir a continuidade da produção madeireira através do estímulo

Leia mais

SUBSTRATO AGRÍCOLA ESALQ USP DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL PIRACICABA - SP

SUBSTRATO AGRÍCOLA ESALQ USP DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL PIRACICABA - SP SUBSTRATO AGRÍCOLA ESALQ USP DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL PIRACICABA - SP Em 1958/59, um tomaticultor da região de Salto (SP) inventou o copinho de jornal para produção de mudas de tomate. Para substrato

Leia mais

CUIDADOS TÉCNICOS COM GRAMADOS

CUIDADOS TÉCNICOS COM GRAMADOS CUIDADOS TÉCNICOS COM GRAMADOS CUIDADOS PRÉ-PLANTIO ERRADICAÇÃO DE ERVAS DANINHAS Você deve erradicar as ervas daninhas da área a ser gramada. Esta operação pode ser feita através da capina mecânica ou

Leia mais

2) Aprendendo a fazer a compostagem. 4)Composteira: solução para em pequenos espaços.

2) Aprendendo a fazer a compostagem. 4)Composteira: solução para em pequenos espaços. Compostagem: a arte de transformar o lixo em adubo orgânico 2) Aprendendo a fazer a compostagem 4)Composteira: solução para em pequenos espaços. 3)Manutenção e cuidados com o composto Microorganismos:

Leia mais

enxertia de araucária para produção de pinhão

enxertia de araucária para produção de pinhão enxertia de araucária para produção de pinhão A Araucaria angustifolia, espécie quase exclusiva do Brasil, está ameaçada de extinção, restando apenas 2 a 3% de sua área original. Neste sentido, é fundamental

Leia mais

Culturas. A Cultura do Urucum

Culturas. A Cultura do Urucum 1 de 7 10/16/aaaa 11:25 Culturas A Cultura do Urucum Nome Cultura do Urucum Produto Informação Tecnológica Data Junho -2000 Preço - Linha Culturas Informações resumidas Resenha sobre a a produção do palmito

Leia mais

Goiaba. Para a Indústria no Espírito Santo. Pólo de

Goiaba. Para a Indústria no Espírito Santo. Pólo de Goiaba Para a Indústria no Espírito Santo Pólo de Pólo de Goiaba para a Indústria no Espírito Santo A Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aqüicultura e Pesca (Seag), preocupada em alavancar,

Leia mais

Ensacado - A Argila Expandida pode ser comprada em sacos de 50l, sendo transportada da mesma maneira. Cada 20 sacos equivalem a 1m 3.

Ensacado - A Argila Expandida pode ser comprada em sacos de 50l, sendo transportada da mesma maneira. Cada 20 sacos equivalem a 1m 3. Argila Expandida A argila expandida é um agregado leve que se apresenta em forma de bolinhas de cerâmica leves e arredondadas, com uma estrutura interna formada por um a espuma cerâmica com micro poros

Leia mais

MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO

MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO O Tratamento Químico e fundamental para deixar a água da piscina saudável, limpa e cristalina. Você necessita medir, inicialmente, três parâmetros: Alcalinidade Total,

Leia mais

Calagem e Adubação para hortaliças sob cultivo protegido*

Calagem e Adubação para hortaliças sob cultivo protegido* 1 Calagem e Adubação para hortaliças sob cultivo protegido* Paulo Espíndola Trani Instituto Agronômico, Centro de Horticultura, Campinas (SP). petrani@iac.sp.gov.br * Campinas (SP), março de 2014 INTRODUÇÃO

Leia mais

Pleiones. Pleiones são um grupo de orquídeas que crescem em zonas mais frescas ou temperadas intermédias. São originárias maioritariamente

Pleiones. Pleiones são um grupo de orquídeas que crescem em zonas mais frescas ou temperadas intermédias. São originárias maioritariamente 7 Pleiones são um grupo de orquídeas que crescem em zonas mais frescas ou temperadas intermédias. São originárias maioritariamente dachina,nortedaíndia,tailândiaenepal.a maior parte cresce na orla das

Leia mais

DESENVOLVIMENTO VEGETATIVO DE MUDAS DE CAFEEIRO SOB DOSES DE CAMA DE FRANGO E ESTERCO BOVINO CURTIDO

DESENVOLVIMENTO VEGETATIVO DE MUDAS DE CAFEEIRO SOB DOSES DE CAMA DE FRANGO E ESTERCO BOVINO CURTIDO DESENVOLVIMENTO VEGETATIVO DE MUDAS DE CAFEEIRO SOB DOSES DE CAMA DE FRANGO E ESTERCO BOVINO CURTIDO Cícero José da Silva¹; Benjamim de Melo²; César Antônio da Silva³; Carlos Eduardo Mesquita Pode 4 ;

Leia mais

RELATÓRIO DE PLANTIO E VISTORIA

RELATÓRIO DE PLANTIO E VISTORIA Propriedade: Parque Ecológico Rio Formoso Código: 03/2011 Número de mudas plantadas: 150 (Cento e cinquenta) Data do plantio: 22/03/ 2011 Data da vistoria 01: 15/05/ 2011 Patrocinadores: Agência Ar - Hotel

Leia mais

FERTILIZANTES, ESCOLHA DE FÓRMULAS E TIPOS DE ADUBOS

FERTILIZANTES, ESCOLHA DE FÓRMULAS E TIPOS DE ADUBOS FERTILIZANTES, ESCOLHA DE FÓRMULAS E TIPOS DE ADUBOS Absorção plantas Prof. Dilmar Baretta (UDESC/CEO) & Profa. Carolina Baretta (UDESC/CEO/UNOCHAPECÓ) Roteiro da aula: 1) Noções de fertilizantes e escolha

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 455

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 455 Página 455 AVALIAÇÃO DA FITOMASSA SECA DA MAMONEIRA BRS 149 NORDESTINA SOB FERTILIZAÇÃO MINERAL Lúcia Helena Garófalo Chaves 1 ; Evandro Franklin de Mesquita 2,3 ; Hugo Orlando Carvallo Guerra 1 ; Diva

Leia mais

DER/PR ES-OC 15/05 OBRAS COMPLEMENTARES: PROTEÇÃO VEGETAL

DER/PR ES-OC 15/05 OBRAS COMPLEMENTARES: PROTEÇÃO VEGETAL OBRAS COMPLEMENTARES: PROTEÇÃO VEGETAL Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304 8130 www.pr.gov.br/transportes

Leia mais

RESULTADOS E DISCUSSÃO

RESULTADOS E DISCUSSÃO ISSN 1983-6015 PESAGRO-RIO - Nº 22 - agosto/2014 - Niterói - RJ ATRIBUTOS NUTRICIONAIS DE LAVOURAS 1 DE CAFÉ CONILON NO NORTE FLUMINENSE 2 2 Wander Eustáquio de Bastos Andrade ; José Márcio Ferreira ;

Leia mais

RELATÓRIO FINAL. AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA

RELATÓRIO FINAL. AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA RELATÓRIO FINAL AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA Empresa solicitante: FOLLY FERTIL Técnicos responsáveis: Fabio Kempim Pittelkow¹ Rodrigo

Leia mais

COMO TRABALHAR COM BVO DR. MARCOS VILELA DE M. MONTEIRO¹, E-mail: bioaeronautica@terra.com.br

COMO TRABALHAR COM BVO DR. MARCOS VILELA DE M. MONTEIRO¹, E-mail: bioaeronautica@terra.com.br COMO TRABALHAR COM BVO DR. MARCOS VILELA DE M. MONTEIRO¹, 1 Eng o. Agrônomo, Centro Brasileiro de Bioaeronáutica (CBB) Sorocaba, SP E-mail: bioaeronautica@terra.com.br Formulações para Aplicações em BVO

Leia mais

TRATAMENTO DE MADEIRA NA PROPRIEDADE RURAL

TRATAMENTO DE MADEIRA NA PROPRIEDADE RURAL TRATAMENTO DE MADEIRA NA PROPRIEDADE RURAL TRATAMENTO DE MADEIRA NA PROPRIEDADE RURAL Este folheto indica a maneira de preparar uma solução imunizadora para tratamento de madeira roliça de Eucalipto e

Leia mais

RESUMO. Introdução. 1 Acadêmicos PVIC/UEG, graduandos do Curso de Agronomia, UnU Ipameri - UEG.

RESUMO. Introdução. 1 Acadêmicos PVIC/UEG, graduandos do Curso de Agronomia, UnU Ipameri - UEG. EFEITOS DE FERTILIZANTES E CORRETIVOS NO ph DO SOLO Tiago Trevizam de Freitas 1 ; Zélio de Lima Vieira 1 ; Valter de Oliveira Neves Júnior 1 ; Rodolfo Araújo Marques 1 ; Raimar Vinícius Canêdo 1 ; Adilson

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL INTEGRADO PDMI Instrumentos de Gestão Ambiental Anexo 12 - Arborização Urbana e Passeio Público (GAPP) A arborização deve ser sempre realizada respeitando os preceitos

Leia mais

Compostagem. Gersina N. da R. Carmo Junior

Compostagem. Gersina N. da R. Carmo Junior Compostagem Gersina N. da R. Carmo Junior Compostagem É um processo de transformação da matéria orgânica do lixo em um composto orgânico (húmus). Composto orgânico Produto final da compostagem Compostagem

Leia mais

BENEFÍCIOS DOS INSUMOS NA QUALIDADE DAS MUDAS

BENEFÍCIOS DOS INSUMOS NA QUALIDADE DAS MUDAS BENEFÍCIOS DOS INSUMOS NA QUALIDADE DAS MUDAS KEIGO MINAMI DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PIRACICABA INTERAÇÃO DE FATORES DE PRODUÇÃO

Leia mais

Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural

Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural Imbatíveis em seu crescimento rápido, os eucaliptos são fonte de matériaprima para uma série de produtos de primeira necessidade, presentes em todas as

Leia mais

ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA

ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA NESTA AULA SERÁ ABORDADO Importância de conservar o solo e sua influência sobre as plantas As formas e métodos de conservação do terreno Como combater

Leia mais

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS I MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO Profª Fernanda Basso Manejo e Conservação do Solo Sistema de manejo conjunto de operações que contribuem

Leia mais

Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem.

Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem. Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem. Habilidades Verificar a importância do correto descarte através do reaproveitamento, reciclagem e reutilização de bens de consumo. 1 Reaproveitamento do Lixo

Leia mais

Fertilização da Batateira. Raul Maria Cássia EMATER/MG Senador Amaral

Fertilização da Batateira. Raul Maria Cássia EMATER/MG Senador Amaral Fertilização da Batateira Raul Maria Cássia EMATER/MG Senador Amaral Necessidade de Adubação na Cultura da Batata Adubação X Custo de produção 30% dos Insumos 20% do custo total Extração da batateira Para

Leia mais

Compostagem: a arte de transformar o lixo em adubo orgânico. 1 - Compostagem e Composto: definição e benefícios

Compostagem: a arte de transformar o lixo em adubo orgânico. 1 - Compostagem e Composto: definição e benefícios Compostagem: a arte de transformar o lixo em adubo orgânico 1 - Compostagem e Composto: definição e benefícios A compostagem é o processo de transformação de materiais grosseiros, como palhada e estrume,

Leia mais

Implantação e manejo de minhocário de baixo custo

Implantação e manejo de minhocário de baixo custo Implantação e manejo de minhocário de baixo custo Engenheiros Agrônomos: Gheysa Julio Pinto Fernando Teruhiko Hata Núcleo/Incubadora Unitrabalho UEM unitrabalho@uem.br (44) 3011-3893 ou 3011-3785 Introdução

Leia mais

FORMAS DE INJEÇÃO DE FERTILIZANTES COMPONENTES DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA

FORMAS DE INJEÇÃO DE FERTILIZANTES COMPONENTES DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA FORMAS DE INJEÇÃO DE FERTILIZANTES COMPONENTES DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA Motobomba ou reservatório elevado Central de controle: Dispositivos para medir vazão e pressão; registros; válvulas

Leia mais

Tecnologia EM na Vida Cotidiana. Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do s, eles também podem ajudar você no seu dia a dia.

Tecnologia EM na Vida Cotidiana. Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do s, eles também podem ajudar você no seu dia a dia. Tecnologia EM na Vida Cotidiana Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do que bons vinhos e queijos, s, eles também podem ajudar você no seu dia a dia. O EM 1 tem uma ampla gama de aplicações

Leia mais

Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais

Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais Ativos do Campo - Nº 04/2013 Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais Mesmo sendo as plantações florestais intensivas em utilização de mão de obra, sobretudo em regiões montanhosas,

Leia mais

Circular. Técnica TRATAMENTO DE MOURÕES PELO MÉTODO DE SUBSTITUIÇÃO DE SEIVA. Introdução. O Método. ²Graduando do curso de Agronomia do UNIARAXÁ.

Circular. Técnica TRATAMENTO DE MOURÕES PELO MÉTODO DE SUBSTITUIÇÃO DE SEIVA. Introdução. O Método. ²Graduando do curso de Agronomia do UNIARAXÁ. Circular 14 Técnica Araxá, MG Maio, 2015 Autores Paulo R.F. de Fravet 1 Amarildo J. C. Filho. 2 Carlos G. Borges 2 Guilherme Nogueira 2 Mara C. A. Pinto² Paulo de T.V.M. Brando 2 Rafael R. Guimarães 2

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE IPÊ BRANCO, AÇOITA CAVALO, IPÊ ROXO, CAROBA E VINHÁTICO EM VIVEIRO GRACIELLE NOGUEIRA OLIVEIRA¹, LUIS ANTÔNIO FONSECA TEIXEIRA¹; ANTÔNIO CLÁUDIO DAVIDE² RESUMO Objetivou-se

Leia mais

APROVEITAMENTO DA BIOMASSA RESIDUAL DE COLHEITA FLORESTAL

APROVEITAMENTO DA BIOMASSA RESIDUAL DE COLHEITA FLORESTAL APROVEITAMENTO DA BIOMASSA RESIDUAL DE COLHEITA FLORESTAL XIV Seminário de Atualização Sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal Curitiba, Agosto 2006 1. Introdução O preço do petróleo

Leia mais

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho

Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Práticas Agronômicas que Interferem na Produção de Silagem de Milho Engº Agrº Robson F. de Paula Coordenador Técnico Regional Robson.depaula@pioneer.com Silagem de qualidade começa no campo! E no momento

Leia mais

Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia

Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia Fertilização nitrogenada do cafeeiro com base na ecofisiologia ESALQ - USP Produção Vegetal agosto - 2013 Prof. José Laércio Favarin Composição química Importância do nitrogênio Composição cafeeiro Kg

Leia mais

RELATÓRIO DE PLANTIO NEUTRALIZAÇÃO DE CARBONO 2011

RELATÓRIO DE PLANTIO NEUTRALIZAÇÃO DE CARBONO 2011 RELATÓRIO DE PLANTIO NEUTRALIZAÇÃO DE CARBONO 2011 PROJETO DE RECUPERAÇÃO FLORESTAL PARQUE ECOLÓGICO DO TIETÊ 1 RELATÓRIO DE PLANTIO IBDN ANO BASE 2011/2012 O Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza

Leia mais

HIDROPONIA Qualidade da água. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM

HIDROPONIA Qualidade da água. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM HIDROPONIA Qualidade da água Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM CURIOSIDADES DA ÁGUA 75% da terra está coberta com água Terra plana: cobertura de 2,5 km de água 0,005% se move por dia no ciclo hidrológico

Leia mais

SISTEMAS DE PISO EPOXI

SISTEMAS DE PISO EPOXI SISTEMAS DE PISO EPOXI PRODUTO DESCRIÇÃO VEC-601 TUBOFLOOR TEE-556 AUTONIVELANTE Selador epóxi de dois componentes de baixa viscosidade. Revestimento epóxi com adição de sílica para regularização de pisos.

Leia mais

Recebendo seus Alevinos

Recebendo seus Alevinos Recebendo seus Alevinos 1. Cuidados contra entrada e saída de peixes no viveiro O primeiro cuidado a ser tomado é a prevenção da entrada de peixes predadores nos viveiros. É possível fazer isso, protegendo

Leia mais

Avaliação da Germinação e Crescimento de Toona ciliata var. australis

Avaliação da Germinação e Crescimento de Toona ciliata var. australis Avaliação da Germinação e Crescimento de Toona ciliata var. australis Josimar Rodrigues OLIVEIRA¹; eimar de Freitas DUARTE². ¹Graduando em Engenharia Agronômica e bolsista do CNPq Instituto Federal de

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PAISAGISMO

MEMORIAL DESCRITIVO PAISAGISMO Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Coordenadoria de Infraestrutura e Serviços Seção de Engenharia e Arquitetura MEMORIAL DESCRITIVO PAISAGISMO Cartório Eleitoral de Pinhalzinho/SC Fevereiro,

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA 1 BOVINOS DE CORTE EM CONFINAMENTO MANEJO DE DEJETOS EM ESTERQUEIRA DIMENSIONAMENTO.

RESPOSTA TÉCNICA 1 BOVINOS DE CORTE EM CONFINAMENTO MANEJO DE DEJETOS EM ESTERQUEIRA DIMENSIONAMENTO. Núcleo de Pesquisa em Ambiência e Engenharia de Sistemas Agroindustriais AMBIAGRO Departamento de Engenharia Agrícola Universidade Federal de Viçosa ambiagro@ufv.br 031 3899 2729 031 3899 1865 RESPOSTA

Leia mais

Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado*

Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado* ISSN 1678-9636 Aplicação de Nitrogênio em Cobertura no Feijoeiro Irrigado* 49 O feijoeiro é uma das principais culturas plantadas na entressafra em sistemas irrigados nas regiões Central e Sudeste do Brasil.

Leia mais

Procedimento Técnico e Prático para Fertirrigação

Procedimento Técnico e Prático para Fertirrigação Procedimento Técnico e Prático para Fertirrigação Eng. Agr. Denilson Luís Pelloso Coord. Irrigação Agrofito LTDA Eng. Agr. Bruno Alves Dep. Agronômico Netafim - Brasil 03/09/08 Temas Conceitos básicos

Leia mais

Roteiro de aulas práticas Disciplina de Fruticultura Tropical 2014 Prof. Wilson Itamar Maruyama

Roteiro de aulas práticas Disciplina de Fruticultura Tropical 2014 Prof. Wilson Itamar Maruyama Roteiro de aulas práticas Disciplina de Fruticultura Tropical 2014 Prof. Wilson Itamar Maruyama Aula 1- Organização e limpeza das casas de vegetação - divisão dos grupos. ATENÇÃO: OS ALUNOS DEVERÃO ESTAR

Leia mais

LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA MATA CILIAR. Áreas de Preservação Permanente RESERVA LEGAL

LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA LIMPEZA DA ÁREA MATA CILIAR. Áreas de Preservação Permanente RESERVA LEGAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL ESPECIALIZAÇÃO EM PRODUÇÃO DE BOVINOS FORMAÇÃO E MANEJO DE PASTAGENS (IMPLANTAÇÃO DE PASTAGENS) EDGAR FRAGA

Leia mais

MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO

MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO Paulo Henrique Caramori, Armando Androcioli Filho, Francisco Carneiro Filho, Dalziza de Oliveira, Heverly Morais, Alex Carneiro Leal e Jonas Galdino.

Leia mais