Verificação das próteses auditivas

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1 Verificação das próteses auditivas Karina Souza e Equipe de Treinamento ReSound Mini Microphone: Increased Understanding in Many Situations

2 Verificação das próteses auditivas A verificação das próteses auditivas é uma maneira de assegurar o funcionamento do aparelho auditivo. Porém, para uma verificação mais quantitativa, é possível testar os componentes internos do aparelho e compará-los com os resultados das especificações dos fabricante. A Food and Drug Administration (FDA), agência de controle de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, exige que as especificações de todos os aparelhos auditivos estejam em conformidade com determinadas normas. Presentation name 9/19/2014 page 2

3 Verificação das próteses auditivas O American National Standards Institute (ANSI), instituto de normalização dos EUA, define as diretrizes dessas especificações. A verificação de controle de qualidade dos aparelhos antes de sua distribuição inclui uma série de testes para assegurar sua aprovação conforme as especificações ANSI. Esses resultados são enviados para o profissional que prescreve os aparelhos em conjunto com os produtos. A GN Resound usa um sistema automatizado de testes Fonix para realizar os testes ANSI nos aparelhos Resound. Presentation name 9/19/2014 page 3

4 Sobre os aparelhos... Presentation name 9/19/2014 page 4

5 Sobre os aparelhos... Presentation name 9/19/2014 page 5

6 Sobre os aparelhos. Normas internacionais de medição: ANSI American National Standards Institute IEC International Electrotechnical Commission JIS Japanese Industrial Standard ISI Indian Standards Institute Presentation name 9/19/2014 page 6

7 Verificação das próteses: Acopladores Acoplador: consiste em uma peça de metal com um tubo destinado a simular o acoplamento do receptor na orelha (molde) e uma cavidade cilíndrica com um volume interno de 2,0ml destinada a simular o volume médio existente na orelha externa após a inserção do molde. Presentation name 9/19/2014 page 7

8 Verificação das próteses: Simulador de ouvido Ao longo dos anos verificou-se a existência de diferenças importantes entre as características do acoplador de 2,0ml e orelhas reais. O Simulador de ouvido é constituído por uma cavidade de 1,2 ml e por uma rede de resistências acústicas destinadas a simular a impedância da orelha humana. Presentation name 9/19/2014 page 8

9 Simulador de ouvido e Acoplador Ambos os sistemas são hoje constantemente utilizados. Tanto o simulador de ouvido quanto o acoplador de 2,0ml podem fornecer dados médios, mais ou menos próximo da realidade. Presentation name 9/19/2014 page 9

10 Curiosidades... Com o intuito de avaliar com maior precisão os efeitos da prótese quando colocado na orelha humana ( localização do microfone, efeitos de absorção e difração sonora produzidos pelo corpo humano) foi criado em 1975 um manequim(com medidas antropométricas próximas de um adulto) denominado KEMAR. Muitas pesquisas na área de acústica foram concretizadas graças ao KEMAR. Presentation name 9/19/2014 page 10

11 Analisando a Ficha Técnica Decibel (db) = É a unidade de medida da intensidade do som Ganho: É a diferença em db entre um som que entra e o som que sai da prótese auditiva. Ex: Se um som de 40dB NPS(nível de pressão sonora) é captado por uma prótese e o usuário estiver recebendo um som de 70dB, a prótese oferece um ganho de 30dB ENTRADA + GANHO = SAÍDA = 70 Presentation name 9/19/2014 page 11

12 Analisando a Ficha Técnica Entrada é a intensidade do som em db SPL para o microfone do aparelho auditivo. O nível de pressão sonora (SPL) é a relação entre a intensidade do som e o tamanho da área na qual o som é criado. Presentation name 9/19/2014 page 12

13 Analisando a Ficha técnica Terminologia Teste de Ganho de Referência- Valor representando a média de valores de ganho em 1000, 1600 e 2500Hz a um nível de entrada de 60dB Presentation name 9/19/2014 page 13

14 Analisando a Ficha técnica Terminologia Ganho Máximo: (Full On Gain, ou FOG) Trata-se do maior ganho que o aparelho auditivo produz. Medição: Entrada de 50 ou 60dB SPL (dependendo do tipo de aparelho auditivo) Controle de volume no máximo Pico da curva de FOG Presentation name 9/19/2014 page 14

15 Analisando a Ficha técnica Terminologia Saída Máxima: É o maior nível de pressão sonora que uma prótese é capaz de produzir. Essa característica é definida em db NPS em uma frequência em particular Esse nível não deve ultrapassar o limiar de desconforto do paciente. Presentation name 9/19/2014 page 15

16 Analisando a Ficha técnica Terminologia Distorção harmônica total: Distorção é uma mudança na onda sonora no intervalo entre sua recepção pelo microfone e sua reprodução pelo receptor. Os níveis de distorção aceitáveis podem variar conforme o circuito. A distorção harmônica acontece quando novas frequências, múltiplas de uma fundamental são geradas a partir de um som único que entra na prótese. Presentation name 9/19/2014 page 16

17 Analisando a Ficha técnica Terminologia Sensibilidade da Bobina Telefônica: A Bobina telefônica é um sistema que transforma variações em um campo eletromagnético em sinais elétricos equivalentes, sinais que podem ser processados pela prótese e transmitidos ao usuário em forma de som. A sensibilidade da bobina está relacionada a acurácia desse sistema. Presentation name 9/19/2014 page 17

18 Analisando a Ficha técnica Terminologia Ruído Equivalente de entrada sem redução do ruído: É uma classificação do desempenho geral de ruído do aparelho auditivo. É uma medida da quantidade de ruído que a prótese auditiva acrescentará ao sinal de entrada. Para um aparelho auditivo, esse valor deve ser inferior a 30 db. Presentation name 9/19/2014 page 18

19 Analisando a Ficha técnica Terminologia Faixa de Frequência: É a banda que inclui das mais baixas às mais altas frequências na qual o aparelho auditivo proporciona ganho. Presentation name 9/19/2014 page 19

20 Analisando a Ficha técnica Terminologia Consumo de corrente em repouso: O consumo de corrente na prótese varia de acordo com o amplificador utilizado. Para alguns amplificadores praticamente não há fluxo de corrente quando não há som entrando na prótese, a corrente só é considerável quando há amplificação. Presentation name 9/19/2014 page 20

21 Analisando a Ficha técnica Terminologia Tempo de vida útil da bateria típica: A vida útil estimada da bateria depende da corrente de bateria. A corrente varia conforme o circuito e a potência. É medida em miliampéres (ma). Dependendo do tamanho da bateria, o dreno de um número particular de ma se traduz em determinado número de horas de expectativa de duração da bateria. Presentation name 9/19/2014 page 21

22 Mensurações in Situ Conteúdo apresentado com a colaboração de Kleber Ramos Presentation name 9/19/2014 page 22

23 Mensurações in Situ Presentation name 9/19/2014 page 23

24 Mas por que?! Meu software já calcula isso... Não é necessário Presentation name 9/19/2014 page 24

25 Como é estabelecido o software? Presentation name 9/19/2014 page 25

26 E quanto as pessoas que diferem da média?! Presentation name 9/19/2014 page 26

27 Mensuração In Situ Presentation name 9/19/2014 page 27

28 Equipamento Presentation name 9/19/2014 page 28

29 Presentation name 9/19/2014 page 29

30 Procedimento Presentation name 9/19/2014 page 30

31 Calibração do tubo Presentation name 9/19/2014 page 31

32 Preparo do paciente Presentation name 9/19/2014 page 32

33 Posicionamento do Microfone Sonda Presentation name 9/19/2014 page 33

34 Métodos para posicionar o tubo Presentation name 9/19/2014 page 34

35 Métodos para posicionar o tubo Presentation name 9/19/2014 page 35

36 Sinal de Teste Para a realização das mensurações, o sistema produz um sinal acústico conhecido no ambiente, através de um alto falante, controlado pelo microfone de referência. Presentation name 9/19/2014 page 36

37 Sinal de Teste- O que havia no início? Os equipamentos com microfone sonda dispõem de vários tipos de estímulos sonoros: Tom puro Tons modulados Ruído de banda larga (White Noise) Ruído de fala (Speech Noise) Com o avanço da tecnologia digital, algumas limitações apareceram... - Adaptações mais complexas - Novos recursos e características - Regras prescritiva específicas - Ativar ou não os algoritmos para realizar as medidas? Presentation name 9/19/2014 page 37

38 O que temos hoje? Presentation name 9/19/2014 page 38

39 O que vamos medir? Presentation name 9/19/2014 page 39

40 Resposta de Ressonância da Orelha Externa(REUR) / Ganho de Ressonância da Orelha Externa Presentation name 9/19/2014 page 40

41 Resposta de Oclusão da Orelha Externa(REOR)/ Ganho de Oclusão da Orelha Externa (REOG) Presentation name 9/19/2014 page 41

42 Resposta com Prótese Auditiva na Orelha Externa (REAR)/Ganho com Prótese Auditiva na Orelha Externa Presentation name 9/19/2014 page 42

43 REAR O REAR demonstra que o aparelho auditivo está funcionando de forma correta e a resposta é bem acima da resposta sem aparelho. Presentation name 9/19/2014 page 43

44 Ganho de Inserção Presentation name 9/19/2014 page 44

45 Ganho de Inserção Por exemplo, a 1000Hz, a resposta sem aparelho é de aproximadamente 5dB. Nesta mesma freqüência, a resposta com aparelho é de aproximadamente 35dB. A diferença entre os dois (35dB-5dB) é de 30dB. Este é o nível planejado para o ganho por inserção. Presentation name 9/19/2014 page 45

46 Diretrizes AAA Presentation name 9/19/2014 page 46

47 Métodos Prescritivos Presentation name 9/19/2014 page 47

48 Métodos prescritivos Atualmente os aparelhos auditivos podem ser adaptados a diferentes perfis de perdas auditivas para satisfazer as necessidades de cada paciente. As fórmulas de adaptação são um modo de prescrever como os aparelhos devem ser ajustados para cada paciente de acordo com o seu audiograma. Historicamente, os métodos prescritivos foram desenvolvidos considerando: A resposta de uma cóclea não linear danificada Tecnologia linear disponível na época Presentation name 9/19/2014 page 48

49 Quais são ao objetivos dos aparelhos? Oferecer ao paciente acesso a toda informação sonora necessária Oferecer audibilidade sem sacrificar o conforto Melhorar a compreensão de fala sem distorcer o sinal RESUMINDO... Imitar o funcionamento não lineal da cóclea humana Presentation name 9/19/2014 page 49

50 Métodos prescritivos: Fórmulas para determinar ganho acústico das próteses Baseiam-se: Nos limiares de audibilidade MCL e UCL Nos limiares e no julgamento supralimiar Idade e experiência com a amplificação Presentation name 9/19/2014 page 50

51 Métodos Prescritivos Linear Ganho constante para todos os níveis de entrada até que o nível de saída máximo seja atingido por cortes de pico e/ou limitação por compressão. Presentation name 9/19/2014 page 51

52 Método espelhamento Se existe a perda auditiva de 30dB nas freqüências baixas e de 60dB nas freqüências altas, o método de adaptação espelhado proporcionaria 30dB de ganho para as freqüências baixas e 60dB de ganho para as freqüências altas. Deste modo, todos os limites dos pacientes poderiam ser adaptados para que igualassem a 0dB (ou seja, audição normal). Indicação: perdas condutivas Contra indicação: Perda Neurossensorial. A tolerância de intensidade não cresce com a perda, podendo ultrapassar o nível do limiar de desconforto Presentation name 9/19/2014 page 52

53 Regra de meio ganho de Lybarger Lybarger adaptava seus pacientes com perda auditiva neurossensorial com aparelhos auditivos de ganho total. Estes aparelhos adotavam o método de aplicação espelhado. Ex: Para uma perda auditiva de 40dB, eles adotavam um ganho de 40dB. Ele pediu para que seus pacientes mudassem o volume de seus aparelhos para um ponto mais confortável eles freqüentemente aumentavam o volume pela metade. Isso significava um ganho para sons suaves a altos enquanto ainda existia a capacidade de tolerar a saída. Assim, este método ficou conhecido como a regra de meio ganho. O método de meio ganho é a base para os métodos subseqüentes de adaptação linear incluindo o POGO e o NAL. Presentation name 9/19/2014 page 53

54 POGO I McCandless & Lyregaard, 1983 Determina o ganho e saída máxima PA de grau leve a moderadamente severo Deriva da regra de 1/2 ganho com uma redução de ganho em 250Hz (-10dB) e 500Hz (-5dB) Maior ganho nas frequências agudas POGO II Schwartz, Lyregaard & Lundh em 1988 perdas auditivas de grau severo e profundo Não tem alvos apropriados para PA condutiva Presentation name 9/19/2014 page 54

55 NAL (National Acoustic Laboratories) Byrne & Tonisson, 1976 permitir a amplificação do espectro de fala de maneira confortável e igual ao longo de toda a faixa de freqüências Determina ganho acústico por freqüência para PA neurossensorial NAL R Byrne & Dillon, 1986 PA neurossensorial e condutiva / leve a moderada + 10 db em 500Hz e +3 a 4 db em 3 e 4 KHz Perda descendente acentuada, prescreve menor ganho do que POGO (gráf.) Frequências médias com maior ganho NAL RP Byrne, Parkinson e Newall, 1990 Maior ganho para PA de grau severo e profundo Média > 60 db colocar + 10 db do que ½ ganho Presentation name 9/19/2014 page 55

56 Comparação entre POGO e NAL-R Presentation name 9/19/2014 page 56

57 Regras Prescritivas Não-lineares O ganho e/ ou resposta de frequência modificamse em função do sinal de entrada. Curva de entrada e saída para diferentes freqüências Presentation name 9/19/2014 page 57

58 Cuál método no lineal? Qual método Não Linear? Dr. Harvey Dillon NAL Prof. Richard Seewald DSL Presentation name 9/19/2014 page 58

59 Qual método Não Linear? Dr. Harvey Dillon NAL: Desenvolvido no National Acoustic Laboratories (Austrália) Método baseado na equalização da intensidade Maximiza a audibilidade sobre um amplo campo de frequências Presentation name 9/19/2014 page 59

60 NAL-NL 1 Baseia-se na equalização de diferentes faixas de frequências, buscando ganho que maximize a inteligibilidade de fala. Alvos são fornecidos em ganho A fórmula depende: do limiar de cada freq., da média tritonal, da inclinação da curva do audiograma de 500Hz a 2000Hz, e todo o sinal num espectro como fala Presentation name 9/19/2014 page 60

61 NAL-NL 1 NAL-NL1 considera: O audiograma Tipo de AASI Ajustes mono / binaurais Número de canais de compressão Configuração do molde ou cápsula Presentation name 9/19/2014 page 61

62 Depois da NAL- NL1 Os princípios subjacentes e suposições foram avaliados: É uma fórmula apropriada? Como podemos melhor considerar a inteligibilidade da fala? Novos usuários preferem menos ganho que os usuários experientes? Qual é a compressão preferida pelos usuários com perdas severas e profundas? É MUITO ALTA! Presentation name 9/19/2014 page 62

63 NAL-NL2- Versão mais atual da NAL-NL1 Igualmente à versão anterior, a prescrição NAL-NL2 tem como objetivo maximizar a inteligibilidade de fala, mantendo a sonoridade global não superior à percebida por uma pessoa com audição normal. NAL-NL2- versão mais atual da NAL-NL1 Similaridades entre as duas fórmulas: Oferecer melhor inteligibilidade de fala Maximizar a percepção da intensidade sem exceder a sensação de intensidade normal Presentation name 9/19/2014 page 63

64 NAL-NL2 Considerações: Perdas de grau severo-profundo: compressão inferior em relação com a NAL-NL1. Novos parâmetros: Gênero Escuta binaural Nível de experiência Idioma Idade Presentation name 9/19/2014 page 64

65 NAL-NL2 Considerações: Gênero: Mulheres preferem em média 2 db menos de ganho que os homens. Escuta binaural: prescrição de mais ganho para as adaptações monoaurais que para adaptações binaurais Exemplo: Adaptações binaurais simétricas terão razões de compressão maiores prescritos do que para usuários monoaurais. Para as perdas assimétricas, a correção binaural diminui a medida que aumenta a assimetria Keidser and Dillon (2006) Presentation name 9/19/2014 page 65

66 NAL-NL2 Considerações: Nível de experiência e grau da perda : com o aumento da severidade da perda, os novos usuários preferem níveis menores de ganho que os usuários experientes. NAL-NL2 recomenda uma adaptação de ganho para os novos usuários de AASI com perda auditiva leve a moderada. Pacientes com perdas de grau leve a moderado preferem ganho inferior para entradas fortes e suaves, assim como maior compressão Presentation name 9/19/2014 page 66

67 NAL-NL2 Considerações: Idioma: Para os idiomas tonais, haverá maior ganho nas baixas frequências. Aumento do ganho na região de baixa frequência melhora a efetivamente a transmissão de informação na frequência fundamental, que é importante para o reconhecimento de fala dos idiomas tonais Idade: Os estudos (Scollie, et al., 2010), verificaram que a população mais jovem prefere maior ganho que os adultos. Um aumento do ganho provavelmente favorece maior inteligibilidade de fala em níveis de entrada suaves (aumento do ganho para as entradas suaves e diminuição progressiva do ganho para as entradas fortes) fortes). Assim como NAL NL1, a regra NAL-NL2 também prescreve uma razão de compressão relativamente alta para crianças com P.A. leve ou moderada. Presentation name 9/19/2014 page 67

68 Qual método Não Linear? Prof. Richard Seewald DSL Baseada na Normalização da Intensidade O método DSL foi desenvolvido pela Universidade Ocidental de Ontário(Canadá) por Sweeld, especificamente para pacientes pediátricos. Presentation name 9/19/2014 page 68

69 Regras Prescritivas Não-lineares DSL A filosofia por trás desta abordagem é que crianças precisam aprender sobre seu ambiente além de aprender a fala, assim, todos os sons precisam ser acessíveis. Outras diferenças entre o NAL-NL1 e o DSL incluem o modo que os alvos são divulgados: Com a NAL-NL1, alvos são fornecidos em termos de ganho. Com o DSL, os alvos são apresentados em termos de saída. A saída no nível do tímpano ou o nível da pressão sonora é visto como o fator importante enquanto o ganho é visto como um modo de alcançar a saída desejada. Presentation name 9/19/2014 page 69

70 DSL i/o Cornelisse, Seewlald & Jamieson; 1995 Focaliza a obtenção dos níveis de sinal de saída na Orelha Externa Para cada banda de freq. é mapeada uma região de entrada acústica sobre uma região de saída acústica Algoritmo analisa por região de frequência entrada e saída: Área dinâmica das entradas = saídas / amplificação linear Área dinâmica das entradas > saídas / compressão Presentation name 9/19/2014 page 70

71 DSL v5.0: Novo método: algoritmo entrada/saída (DSLm[i/o]) Suporte para perdas auditivas severas/profundas Correção para as perdas condutivas Cálculos para adaptações binaurais 2 métodos (pediátrico & adulto) Presentation name 9/19/2014 page 71

72 Comparação entre a NAL e DSL Ambos os métodos NAL e DSL, baseados em resultados de pesquisas, diminuíram o ganho para adultos. DSL 5: manteve o ganho original para crianças NAL-NL2 aumentou a prescrição para crianças Presentation name 9/19/2014 page 72

73 E como funciona a nossa regra Audiogram+? Presentation name 9/19/2014 page 73

74 Audiogram + Audiogram + é o raciocínio de adaptação próprio da ReSound. A maioria dos fabricantes de aparelhos auditivos tem seu próprio raciocínio de adaptação, projetados para funcionar com seus próprios produtos. Fórmula de normalização semelhante à NAL-NL1, com algumas modificações (uma diferença ao redor de 3-10dB de ganho de inserção de acordo com a frequência e configuração da perda auditiva. Que conforto! Presentation name 9/19/2014 page 74

75 Audiogram+ : Ajustes para crianças Crianças têm CAE menores que os adultos. Saídas mais baixas são necessárias para atingir o nível de pressão sonora adequado para o canal. A idade é utilizada para calcular os ajustes específicos por freqüências. Presentation name 9/19/2014 page 75

76 Audiogram+ : PA Severa Para perdas severa/profunda o Audiogram + aumenta os ganhos para entradas de 50 e 80 db, particularmente para baixas freqüências e as razões de compressão são reduzidas para perdas auditivas acima de 50 db (freq abaixo e 500Hz) e 60 db (outras freqs.) Para 4K e acima, menor ganho extra é prescrito. Presentation name 9/19/2014 page 76

77 Audiogram+ : Novos usuários Prescreve menor ganho para entradas de 80dB em médias e altas freqüências e menor ganho para entradas suaves (50dB)para altas freqüências Resulta em menor compressão e maximiza o conforto auditivo Presentation name 9/19/2014 page 77

78 Perdas Condutivas Perdas condutivas e mistas atenuam todos os sons. Pacientes não querem a compensação completa do gap aéreo-ósseo, mas preferem 1/3 a ¼ do gap para entradas altas e menos para entradas suaves (Smeds & Leijon, 2000). Presentation name 9/19/2014 page 78

79 Audiogram + : PA descendentes (rampa) Menores ganhos para freqüências agudas são prescritos de acordo com o Audiogram + comparado ao NAL-NL1. Evitando super estimulação em possíveis regiões de zonas mortas da cóclea, interferindo na discriminação. Presentation name 9/19/2014 page 79

80 Limiares de desconforto O UCLs são usados para calcular os alvos evitando ganho excessivo. Presentation name 9/19/2014 page 80

81 Audiogram+ e AVENTA Versão atualizada constantemente Presentation name 9/19/2014 page 81

82 Aventa: Múltiplas opções de regras Presentation name 9/19/2014 page 82

83 Sugestões de ajustes para crianças Presentation name 9/19/2014 page 83

84 Sugestão de ajustes para crianças Presentation name 9/19/2014 page 84

85 Sugestão de ajustes para crianças Presentation name 9/19/2014 page 85

86 Insertion gain (db) Comparação das regras NAL-NL2, NAL-NL1 e Audiogram+ 50 Audiogram+ compared to NAL-NL2 and NAL-NL Frequency (Hz) Audio+ 50 Audio+ 80 NALNL2 50 NALNL2 80 NALNL1 50 NALNL180 Presentation name 9/19/2014 page 86

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