Título: Teste de fala filtrada em indivíduos com perda auditiva neurossensorial em freqüências altas associada à presença de zonas mortas na cóclea.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Título: Teste de fala filtrada em indivíduos com perda auditiva neurossensorial em freqüências altas associada à presença de zonas mortas na cóclea."

Transcrição

1 Título: Teste de fala filtrada em indivíduos com perda auditiva neurossensorial em freqüências altas associada à presença de zonas mortas na cóclea. Palavras chaves: audiometria, ruído, mascaramento, perda auditiva neurossensorial. O que se vê, na prática clínica, algumas vezes é que alguns pacientes com perdas auditivas acentuadas em freqüências altas apresentam uma dificuldade extrema de inteligibilidade de fala. Esta dificuldade pode ser verificada ao se obter um índice de reconhecimento de fala muito ruim no nível de maior conforto para o paciente. Além disso, pacientes com estas características referem um benefício muito pequeno com uso de amplificação também verificado pelo pobre desempenho nos testes de fala no silêncio e principalmente no ruído. Muitas vezes são pacientes que abandonam o uso da amplificação por não observarem benefício. Estes resultados podem sugerir que o mesmo apresente na cóclea regiões com perda total de células ciliadas, ou seja, zonas mortas na cóclea. Moore, 2004, definiu zona morta como uma região na cóclea cujas células ciliadas internas e/ou neurônios adjacentes possuem uma redução significante de suas funções, de forma que a vibração gerada nesta região passa a ser detectada por outra mais funcional, desta forma, pouca informação útil à discriminação da fala seria oriunda deste local. Portanto, esta região poderia ser considerada funcionalmente morta. Para investigar a presença de zonas mortas, um teste denominado de Threshold- Equalizing Noise (TEN - ruído de equalização dos limiares) foi desenvolvido por Moore et al, O TEN nada mais é do que uma audiometria obtida com ruído de banda larga ipsilateral. O espectro do ruído é expresso em ERB (equivalent rectangular bandwidth). O ruído é de banda larga cuja faixa de freqüências é de 125 a Hz. Segundo Jacob et al 2006, apesar do mascaramento ser definido como um procedimento utilizado dentro da avaliação audiológica, e não um teste propriamente dito, o TEN é considerado pelos autores como tal, pois é baseado na detecção de tons puros na presença de um ruído de banda larga (TEN), desenvolvido para produzir praticamente o mesmo nível de mascaramento (em dbna) por toda a extensão de freqüências do audiograma (250 Hz a Hz). Com base no que foi anteriormente exposto, o objetivo desta pesquisa foi aplicar um teste de monossílabos filtrados em pacientes com perda auditiva neurossensorial com e sem zonas mortas da cóclea. Foram avaliados 60 indivíduos adultos de 18 a 60 anos, do sexo feminino e masculino, atendidos no Núcleo Integrado de Assistência, Pesquisa e Ensino em Audição (NIAPEA) da UNIFESP. A partir dos resultados do teste TEN (dbna) foram

2 constituídos três grupos amostrais: Grupo Controle (GC) composto por 30 indivíduos sem perda auditiva; Grupo I (GI) composto por 15 indivíduos com perda neurossensorial de grau leve a moderadamente severo com configuração descendente sugestiva de zonas mortas na cóclea e Grupo II (GII) com perda neurossensorial de grau leve a moderadamente severo com configuração descendente sem indícios de zonas mortas na cóclea. Em seguida, foi aplicado o teste de monossílabos (Pen & Mangabeira Albernaz 1976) filtrados com filtros passa baixas nas freqüências de 1,5 khz, 2 khz e 3 khz. A análise dos dados foi realizada por meio dos testes Wilcoxon, Kruskal- Wallis e Mann- Whitney, adotando-se o nível de significância de 0,05 (5%) e todos os intervalos de confiança foram constituídos com 95% de confiança estatística. Os resultados mostraram que não houve diferenças significantes entre as orelhas esquerda e direita (Tabelas 1, 2 e 3). Como não foi constatado efeito de orelhas, ou seja, o índice de reconhecimento de monossílabos filtrados obtidos nas orelhas direita e esquerda foram estatisticamente iguais, o tamanho da amostra foi duplicado para obter uma maior fidedignidade nas análises entre os resultados dos grupos com e sem zonas mortas. A análise dos índices de reconhecimento de monossílabos filtrados revelou diferenças entre os grupos com e sem zonas mortas na cóclea (Tabelas 4 e 5). O grupo GI apresentou escores significantemente menores que os obtidos nos indivíduos do GC e GII nas listas de monossílabos com filtros passa baixas nas freqüências de 1,5 e 2,0 khz. Na apresentação da lista de monossílabos sem filtro e com filtro na freqüência de 3 khz a comparação entre os escores obtidos nos três grupos revelou diferenças estatisticamente diferentes entre os grupos, em que o GI apresentou os piores resultados, seguido pelo Grupo II e Grupo Controle. Além disso, houve diferença estatisticamente significante entre as freqüências em todos os três grupos (Tabela 6). Tabela 1. Índices Percentuais de Reconhecimento de Fala (IPRF) observados no Grupo Controle. Controle 1,5 khz 2 khz 3 khz Integra OD OE OD OE OD OE OD OE Média 41,2 42,0 63,7 63,1 79,3 80,5 95,6 95,5 Mediana Desvio Padrão 17,5 17,9 16,8 16,3 12,5 12,7 3,4 3,6 Q Q N IC 6,3 6,4 6,0 5,8 4,5 4,5 1,2 1,3 p-valor 0,372 0,591 0,393 0,805

3 Tabela 2. Índices Percentuais de Reconhecimento de Fala (IPRF) observados no Grupo II, indivíduos portadores de perda neurossensorial de grau leve a moderadamente severo com configuração descendente sem indícios de zonas mortas na cóclea. Sem Zona 1,5 khz 2 khz 3 khz Integra OD OE OD OE OD OE OD OE Média 39,2 42,1 57,3 60,8 73,3 73,6 76,8 77,9 Mediana Desvio Padrão 15,0 12,5 10,3 5,5 7,4 7,5 8,0 8,1 Q Q N IC 7,6 6,3 5,2 2,8 3,7 3,8 4,1 4,1 p-valor 0,177 0,200 0,794 0,566 Tabela 3: Índices Percentuais de Reconhecimento de Fala (IPRF) observados no Grupo I, indivíduos portadores de perda neurossensorial de grau leve a moderadamente severo com zonas mortas na cóclea. Com Zona 1,5 khz 2 khz 3 khz Integra OD OE OD OE OD OE OD OE Média 21,8 21,6 29,3 30,9 36,7 36,1 39,3 43,6 Mediana Desvio Padrão 16,1 17,4 17,8 15,0 20,4 20,8 22,6 23,0 Q Q N IC 7,9 8,5 8,7 7,4 10,0 10,2 11,1 11,3 p-valor 0,975 0,586 0,339 0,155 Tabela 4: Comparação dos Índices Percentuais de Reconhecimento de Fala (IPRF) observados nos Grupos: Controle, I e II. Grupo Média Mediana Desvio Padrão Q1 Q3 N IC p-valor Controle 41, , ,4 1,5 khz G I 21, , ,7 <0,001* G II 40, , ,9 Controle 63, , ,2 2 khz G I 30, , ,6 <0,001* G II 59,1 60 8, ,0 Controle 79, , ,2 3 khz G I 36, , ,0 <0,001* G II 73,5 72 7, ,6 Controle 95,5 96 3, ,9 Integra G I 41, , ,8 <0,001* G II 77,3 80 8, ,8

4 Tabela 5: P-valores da Tabela 4 Grupo Controle Com Zona 1,5 khz G II 0,979 <0,001* 2 khz G II 0,477 <0,001* 3 khz G II 0,002* <0,001* Integra G II <0,001* <0,001* Figura 1: Gráfico demonstrativo da comparação dos resultados entre Grupos: Controle, I e II. Tabela 6 : Comparação do resultado das freqüências nos Grupos: Controle, I e II (P- valores). Freqüências 1,5 khz 2 khz 3 khz Controle Integra <0,001* 2 khz <0,001* <0,001* G II <0,001* <0,001* <0,001* G I Integra <0,001* <0,001* G II <0,001* <0,001* <0,017* G II Integra <0,001* <0,001* G II <0,001* <0,001* <0,001*

5 Figura 2: Gráfico demonstrativo da comparação do resultado das freqüências entre Grupos: Controle, I e II. Conclusão: O índice de reconhecimento de monossílabos sem filtro e com filtro nas freqüências de 1,5, 2,0 e 3,0 khz dos indivíduos do grupo com zonas mortas na cóclea (GI) foi pior do que o dos indivíduos dos grupos com perda auditiva e sem zona morta (G II) e do grupo controle (GC). REFERÊNCIAS 1. Jacob RTS, Fernandes JC, Manfrinato J, Iório MCM. Identificação de zonas mortas da cóclea por meio do teste TEN. Rev Bras Otorrinolaringol. 2006;72(5): Moore BCJ, Huss M, Vickers DA, Glasberg BR, Alcantara JI. A test for the diagnosis of dead regions in the cochlea. Br J Audiol 2000;34: Moore BCJ. Dead regions in the cochlea: conceptual foundations, diagnosis, and critical applications. Ear & Hear 2004; 25(2):

6 4. Pen MG, Mangabeira-Albernaz PL. Lista de monossílabos para discriminação vocal. In: Mangabeira-Albernaz PL, Ganança MM ed. Surdez neurossensorial. São Paulo: Editora Moderna; 1976.p.20.

Ana Paula Bruner Novembro 2012

Ana Paula Bruner Novembro 2012 Ana Paula Bruner Novembro 2012 Laudo Audiológico Grau de Perda Auditiva Baseado na média aritmética entre os limiares tonais das frequências de 500, 0 e 2000 Hz em cada orelha. Laudo Audiológico Grau de

Leia mais

EMISSÕES OTOACÚSTICAS EVOCADAS TRANSIENTES (EOET):

EMISSÕES OTOACÚSTICAS EVOCADAS TRANSIENTES (EOET): EMISSÕES OTOACÚSTICAS EVOCADAS É a energia mecânica produzida vibração de células ciliadas externas na cóclea que voltará de forma reversa pela orelha média e será captada no condutivo auditivo externo.

Leia mais

Audiometria Tonal de Alta-Frequência (AT-AF) em crianças ouvintes normais

Audiometria Tonal de Alta-Frequência (AT-AF) em crianças ouvintes normais Audiometria Tonal de Alta-Frequência (AT-AF) em crianças ouvintes normais Palavras Chave: Audiometria, limiar auditivo, criança. Introdução: Além do exame audiométrico convencional, que testa as freqüências

Leia mais

Implante Coclear e Meningite - estudo da percepção de fala com amostras pareadas

Implante Coclear e Meningite - estudo da percepção de fala com amostras pareadas Implante Coclear e Meningite - estudo da percepção de fala com amostras pareadas Descritores: implante coclear, meningite, percepção de fala. Introdução: O Implante Coclear (IC) é um dispositivo capaz

Leia mais

Achados Audiológicos em Policiais Militares: Avaliação Audiológica Básica e Emissões Otoacústicas Produto de Distorção. Introdução Material e Método

Achados Audiológicos em Policiais Militares: Avaliação Audiológica Básica e Emissões Otoacústicas Produto de Distorção. Introdução Material e Método Achados Audiológicos em Policiais Militares: Avaliação Audiológica Básica e Emissões Otoacústicas Produto de Distorção. Palavras Chaves: Perda auditiva induzida por ruído, audição, militares. Introdução

Leia mais

AVALIAÇÃO AUDITIVA DE BOLSISTAS VINCULADOS A UM PROJETO EXTENSIONISTA SOBRE SAÚDE AUDITIVA DESENVOLVIDO NA CIDADE DE MACAÉ, RIO DE JANEIRO.

AVALIAÇÃO AUDITIVA DE BOLSISTAS VINCULADOS A UM PROJETO EXTENSIONISTA SOBRE SAÚDE AUDITIVA DESENVOLVIDO NA CIDADE DE MACAÉ, RIO DE JANEIRO. AVALIAÇÃO AUDITIVA DE BOLSISTAS VINCULADOS A UM PROJETO EXTENSIONISTA SOBRE SAÚDE AUDITIVA DESENVOLVIDO NA CIDADE DE MACAÉ, RIO DE JANEIRO. VIVIAN DE OLIVEIRA SOUSA 1 IZABELLA MENDES NOGUEIRA1 ARIADNE

Leia mais

LIMIAR DE FUSÃO BINAURAL MASCARAMENTO

LIMIAR DE FUSÃO BINAURAL MASCARAMENTO 27 Maio de 2011 AUDIOLOGIA LIMIAR DE FUSÃO BINAURAL MASCARAMENTO FUSION AT INFERRED THRESHOLD (FIT) - MASKING Jorge Humberto Martins. Audiologista Mestre em Ciências da Fala e da Audição Correspondência:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LAUDO AUDIOLÓGICO NA SAÚDE DO TRABALHADOR FGA DRA MARCIA MENDES

A IMPORTÂNCIA DO LAUDO AUDIOLÓGICO NA SAÚDE DO TRABALHADOR FGA DRA MARCIA MENDES A IMPORTÂNCIA DO LAUDO AUDIOLÓGICO NA SAÚDE DO TRABALHADOR FGA DRA MARCIA MENDES LAUDO AUDIOLÓGICO LAUDO: peça escrita fundamentada, onde os peritos expõem suas observações.. PARECER: opinião fundamentada

Leia mais

ESPECTRO DA NEUROPATIA AUDITIVA Profa. Dra. Doris R. Lewis dorislewis@pucsp.br drlewis@uol.com.br

ESPECTRO DA NEUROPATIA AUDITIVA Profa. Dra. Doris R. Lewis dorislewis@pucsp.br drlewis@uol.com.br 4a. Conferência Latino Americana de Adaptação Pediátrica ESPECTRO DA NEUROPATIA AUDITIVA Profa. Dra. Doris R. Lewis dorislewis@pucsp.br drlewis@uol.com.br São Paulo 21 de Agosto de 2015 Definições Distúrbios

Leia mais

PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL X DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM

PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL X DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL X DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM O que o sistema processamento auditivo

Leia mais

Ouvir melhor é viver melhor. Descobrindo sua audição

Ouvir melhor é viver melhor. Descobrindo sua audição Ouvir melhor é viver melhor Descobrindo sua audição O mundo o está chamando A capacidade de ouvir é uma parte tão importante da nossa vida e a maioria das pessoas nem se dá conta disso. Ouvir é um dom,

Leia mais

Estudo do perfil audiológico de pacientes com idade acima de 60 anos

Estudo do perfil audiológico de pacientes com idade acima de 60 anos Estudo do perfil audiológico de idade acima de 60 anos Ana Paula Krempel Jurca 1 Fernanda Carla Chagas Pinheiro 1 Karina de Castro Martins 1 Lilian Francisca Herrera 1 Luciane Marins Colleone Sandra de

Leia mais

O Despertar Pleno do Sistema Auditivo: Implantes Cocleares Bilaterais em Crianças

O Despertar Pleno do Sistema Auditivo: Implantes Cocleares Bilaterais em Crianças O Despertar Pleno do Sistema Auditivo: Implantes Cocleares Bilaterais em Crianças Bradley Hubbard, Tania Sih e Blake C. Papsin Os implantes cocleares revolucionaram o tratamento da perda auditiva sensorioneural

Leia mais

Análise comparativa dos limiares auditivos da Audiometria Tonal Liminar, dos Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico por estímulos click

Análise comparativa dos limiares auditivos da Audiometria Tonal Liminar, dos Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico por estímulos click Análise comparativa dos limiares auditivos da Audiometria Tonal Liminar, dos Potenciais Evocados Auditivos de Tronco Encefálico por estímulos click e tone burst e do Potencial Evocado Auditivo de Estado

Leia mais

AUDIOMETRIA TONAL, LOGOAUDIOMETRIA E MEDIDAS DE IMITÂNCIA ACÚSTICA

AUDIOMETRIA TONAL, LOGOAUDIOMETRIA E MEDIDAS DE IMITÂNCIA ACÚSTICA AUDIOMETRIA TONAL, LOGOAUDIOMETRIA E MEDIDAS DE IMITÂNCIA ACÚSTICA ORIENTAÇÕES DOS CONSELHOS DE FONOAUDIOLOGIA PARA O LAUDO AUDIOLÓGICO ABRIL 2009 AUDIOMETRIA TONAL, LOGOAUDIOMETRIA E MEDIDAS DE IMITÂNCIA

Leia mais

A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia

A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos. auditivos. Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia A percepção do handicap em adultos candidatos ao uso de aparelhos auditivos Fabiane Acco Mattia Fonoaudióloga Especialização em Audiologia Karlin Fabianne Klagenberg Fonoaudióloga Doutorado em Distúrbios

Leia mais

PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR

PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR Nos termos do art. 4º, inciso III, da Lei nº 9.961, de 2000, compete à Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS elaborar o Rol de

Leia mais

A eficácia do treinamento auditivo em idosos

A eficácia do treinamento auditivo em idosos A eficácia do treinamento auditivo em idosos Palavras chave: audição, testes auditivos, envelhecimento Atualmente o envelhecimento populacional é um acentuado fenômeno mundial. Muitas deficiências sensoriais

Leia mais

Sound for a Young Generation Second Latin American Pediatric Conference

Sound for a Young Generation Second Latin American Pediatric Conference Sound for a Young Generation Second Latin American Pediatric Conference Foto criança Espectro da Neuropatia Auditiva Santiago - Chile 26-27 Novembro de 2010 Phonak Profa. Dra. Doris R. Lewis Pontifícia

Leia mais

PROGRAMA COMPUTACIONAL DE ENSINO DE HABILIDADES AUDITIVAS

PROGRAMA COMPUTACIONAL DE ENSINO DE HABILIDADES AUDITIVAS PROGRAMA COMPUTACIONAL DE ENSINO DE HABILIDADES AUDITIVAS Palavras-chave: Treinamento auditivo. Deficiência auditiva. Implante coclear. NASCIMENTO, L. T 1 ; GOYOS, C. 2 ; BEVILACQUA, M. C. 3 1,3 Centro

Leia mais

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Oshiro, Lívia Tamie; Maia da Silveira, Marcela Rosana; Gil, Daniela Influência do tipo de transdutor no mascaramento em deficiência

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS LIMIARES AUDITIVOS TONAIS DETERMINADOS POR TOM PURO E POR TOM MODULADO*

COMPARAÇÃO DOS LIMIARES AUDITIVOS TONAIS DETERMINADOS POR TOM PURO E POR TOM MODULADO* COMPARAÇÃO DOS LIMIARES AUDITIVOS TONAIS DETERMINADOS POR TOM PURO E POR TOM MODULADO* Comparison between pure-tone thresholds and modulated tone thresholds Alice Kimihe Oda(1) Alice Penna de Azevedo Bernardi

Leia mais

AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA

AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA Laboratório de Psicofísica e Percepção AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA Fga. Joseane dos Santos Piola Doutoranda do Programa de Pós graduação em Psicobiologia 2009 AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA CLÍNICA: sentimentos-k-sinto-no-coraxao.blogspot.com

Leia mais

Programa de Conservação Auditiva Willes de Oliveira e Souza 14/11/2014

Programa de Conservação Auditiva Willes de Oliveira e Souza 14/11/2014 Pontos fundamentais para o êxito de programas relacionados a riscos ambientais Programa de Conservação Auditiva Willes de Oliveira e Souza 14/11/2014 Histórico ANEXO I do QUADRO II NR 7 (Port. 19-04/1998

Leia mais

SISTEMA FREQUENCIA MODULADA (FM)

SISTEMA FREQUENCIA MODULADA (FM) SISTEMA FREQUENCIA MODULADA (FM) CONCEITO: O Sistema de Frequência Modulada (Sistema FM) consiste de um transmissor com uma frequência de rádio específica, com uma antena e um receptor compatível, sendo

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ PERFIL AUDITIVO DE POLICIAIS MILITARES INGRESSANTES NA CARREIRA DE OFICIAL. CURITIBA PR

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ PERFIL AUDITIVO DE POLICIAIS MILITARES INGRESSANTES NA CARREIRA DE OFICIAL. CURITIBA PR UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ PERFIL AUDITIVO DE POLICIAIS MILITARES INGRESSANTES NA CARREIRA DE OFICIAL. CURITIBA PR 2014 Patrícia Souza Dos Santos PERFIL AUDITIVO DE POLICIAIS MILITARES INGRESSANTES

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Camila Nascimento Franciscato A HABILIDADE DE ATENÇÃO SELETIVA EM UM GRUPO DE IDOSOS PORTADORES DE PERDA AUDITIVA

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Camila Nascimento Franciscato A HABILIDADE DE ATENÇÃO SELETIVA EM UM GRUPO DE IDOSOS PORTADORES DE PERDA AUDITIVA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Camila Nascimento Franciscato A HABILIDADE DE ATENÇÃO SELETIVA EM UM GRUPO DE IDOSOS PORTADORES DE PERDA AUDITIVA CURITIBA, 2011 A HABILIDADE DE ATENÇÃO SELETIVA EM UM GRUPO

Leia mais

Relações entre handicap

Relações entre handicap Relações entre handicap auditivo, desempenho dos aparelhos de amplificação sonora individuais, benefício e satisfação em adultos atendidos por um programa de saúde auditiva credenciado ao SUS. Palavras

Leia mais

PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUÍDO (PAIR). CID 10 (H 83.3) 1 CARACTERÍTICAS GERAIS

PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUÍDO (PAIR). CID 10 (H 83.3) 1 CARACTERÍTICAS GERAIS PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUÍDO (PAIR). CID 10 (H 83.3) 1 CARACTERÍTICAS GERAIS As doenças otorrinolaringológicas relacionadas ao trabalho são causadas por agentes ou mecanismos irritativos, alérgicos

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Brazilian Journal of Otorhinolaryngology ISSN: 1808-8694 revista@aborlccf.org.br Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico- Facial Brasil da Silva Barros, Samanta Marissane; Frota,

Leia mais

SURDEZ NO IDOSO. Dr. Décio Gomes de Souza Prof. da Fac. de Med. da PUC

SURDEZ NO IDOSO. Dr. Décio Gomes de Souza Prof. da Fac. de Med. da PUC SURDEZ NO IDOSO www.sorocaba.pucsp.br/atn/apostilas/otorrino/index.htm www.dgsotorrinolaringologia.med.br Imagens particulares e de livros e artigos de vários autores. Dr. Décio Gomes de Souza Prof. da

Leia mais

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DA INDICAÇÃO DE PRÓTESE AUDITIVA BINAURAL NA CIDADE DE TERESINA

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DA INDICAÇÃO DE PRÓTESE AUDITIVA BINAURAL NA CIDADE DE TERESINA ESTUDO DA PREVALÊNCIA DA INDICAÇÃO DE PRÓTESE AUDITIVA BINAURAL NA CIDADE DE TERESINA INTRODUÇÃO Aline de Miranda Santos Graduanda em Fonoaudiologia - NOVAFAPI Mirian da Silva Rios Graduando em Fonoaudiologia

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Aline Salete Turatti Chiesorin

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Aline Salete Turatti Chiesorin UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Aline Salete Turatti Chiesorin COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS DO INDICE DE RECONHECIMENTO DA FALA REALIZADO À VIVA VOZ E COM MATERIAL GRAVADO EM PACIENTES COM PERDA AUDITIVA NEUROSSENSORIAL

Leia mais

Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico / Neuro-Audio. Fga. Mara Rosana Araújo mara@neurosoftbrasil.com.br

Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico / Neuro-Audio. Fga. Mara Rosana Araújo mara@neurosoftbrasil.com.br Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico / Neuro-Audio Fga. Mara Rosana Araújo mara@neurosoftbrasil.com.br Atividade bioelétrica provocada por uma estimulação auditiva. Os potenciais evocados auditivos

Leia mais

PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUIDO PAIR. Ana Cláudia F.B. Moreira Fonoaudióloga

PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUIDO PAIR. Ana Cláudia F.B. Moreira Fonoaudióloga PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUIDO PAIR Ana Cláudia F.B. Moreira Fonoaudióloga O QUE É? A Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR), relacionada ao trabalho, é uma diminuição gradual da acuidade auditiva

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO. Distribuidor: Starkey do Brasil LTDA Rua Manoel Francisco Mendes, 347 Jardim do Trevo - Campinas. Fabricantes:

INSTRUÇÕES DE USO. Distribuidor: Starkey do Brasil LTDA Rua Manoel Francisco Mendes, 347 Jardim do Trevo - Campinas. Fabricantes: INSTRUÇÕES DE USO Aparelho Digital Para Surdez Retroauricular STARKEY LABORATORIES, INC STARKEY MEXICO, S.A. de C.V. STARKEY (SUZHOU)HEARING TECHNOLOGY CO. LTD Distribuidor: Starkey do Brasil LTDA Rua

Leia mais

PORTARIA N.º 19, DE 09 DE ABRIL DE 1998

PORTARIA N.º 19, DE 09 DE ABRIL DE 1998 PORTARIA N.º 19, DE 09 DE ABRIL DE 1998 O Secretário de Segurança e Saúde no Trabalho, no uso de suas atribuições legais, considerando o disposto no artigo 168 da Consolidação das Leis do Trabalho, o disposto

Leia mais

Diretrizes e Parâmetros Mínimos para Avaliação e Acompanhamento da Audição em Trabalhadores Expostos a Níveis de Pressão Sonora Elevados

Diretrizes e Parâmetros Mínimos para Avaliação e Acompanhamento da Audição em Trabalhadores Expostos a Níveis de Pressão Sonora Elevados MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PORTARIA 3214 - NR 7 - ANEXO I - QUADRO II Diretrizes e Parâmetros Mínimos para Avaliação e Acompanhamento da Audição em Trabalhadores Expostos a Níveis de Pressão Sonora

Leia mais

Ruído. 1) Introdução. 2) Principais grandezas e parâmetros definidores do som

Ruído. 1) Introdução. 2) Principais grandezas e parâmetros definidores do som 1) Introdução A movimentação mecânica de cargas pode ser definida como o conjunto de ações, de materiais e de meios que permitem, de um modo planeado e seguro, movimentar cargas de um determinado local

Leia mais

A expressão da atitude de CERTEZA em indivíduos com perda auditiva bilateral: análise prosódica.

A expressão da atitude de CERTEZA em indivíduos com perda auditiva bilateral: análise prosódica. A expressão da atitude de CERTEZA em indivíduos com perda auditiva bilateral: análise prosódica. Autores: Carla Aparecida de Vasconcelos Bruna Ferreira de Oliveira Sirley Alves Carvalho César Reis A partir

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS EM AUDIOMETRIA TONAL LIMIAR, LOGOAUDIOMETRIA E MEDIDAS DE IMITÂNCIA ACÚSTICA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS EM AUDIOMETRIA TONAL LIMIAR, LOGOAUDIOMETRIA E MEDIDAS DE IMITÂNCIA ACÚSTICA MANUAL DE PROCEDIMENTOS EM AUDIOMETRIA TONAL LIMIAR, LOGOAUDIOMETRIA E MEDIDAS DE IMITÂNCIA ACÚSTICA SISTEMA DE CONSELHOS FEDERAL e REGIONAIS DE FONOAUDIOLOGIA FEVEREIRO 2013 Manual de Procedimentos em

Leia mais

Perda Auditiva Induzida pelo Ruído - PAIR

Perda Auditiva Induzida pelo Ruído - PAIR Perda Auditiva Induzida Disciplina Medicina Social e do Trabalho MLS 0412 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Graduação 3º Ano Grupo A1 Trata-se de uma perda auditiva do tipo neuro-sensorial,

Leia mais

PERFIL AUDIOLÓGICO EM CRIANÇAS NA FAIXA ETÁRIA DE SETE A DEZ ANOS DA ESCOLA VISCONDE DE MAUÁ ATENDIDAS NA UNIDADE DE SAÚDE DO SESI- DR/AMAPÁ EM 2009.

PERFIL AUDIOLÓGICO EM CRIANÇAS NA FAIXA ETÁRIA DE SETE A DEZ ANOS DA ESCOLA VISCONDE DE MAUÁ ATENDIDAS NA UNIDADE DE SAÚDE DO SESI- DR/AMAPÁ EM 2009. PERFIL AUDIOLÓGICO EM CRIANÇAS NA FAIXA ETÁRIA DE SETE A DEZ ANOS DA ESCOLA VISCONDE DE MAUÁ ATENDIDAS NA UNIDADE DE SAÚDE DO SESI- DR/AMAPÁ EM 2009. INTRODUÇÃO RODRIGO LIMA COIMBRA¹ SHEILA CRISTINA CUNHA

Leia mais

Justificativa e demonstração da abordagem correta para adaptação dos aparelhos audtivos em 2012

Justificativa e demonstração da abordagem correta para adaptação dos aparelhos audtivos em 2012 Justificativa e demonstração da abordagem correta para adaptação dos aparelhos audtivos em 2012 Marilisa Zavagli Diretora de Marketing e Produtos Talita Donini Gerente de Produto para Adaptação Pediátrica

Leia mais

Verificação das próteses auditivas

Verificação das próteses auditivas Verificação das próteses auditivas Karina Souza e Equipe de Treinamento ReSound Mini Microphone: Increased Understanding in Many Situations Verificação das próteses auditivas A verificação das próteses

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Brazilian Journal of Otorhinolaryngology ISSN: 1808-8694 revista@aborlccf.org.br Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico- Facial Brasil de Matos Magalhães, Ana Tereza; Schmidt

Leia mais

PERDA AUDITIVA EM AMBIENTES DE TRABALHO. PALAVRAS-CHAVE: Perda Auditiva. Saúde Auditiva. Aparelhos Telefônicos. Traçado Audiométrico.

PERDA AUDITIVA EM AMBIENTES DE TRABALHO. PALAVRAS-CHAVE: Perda Auditiva. Saúde Auditiva. Aparelhos Telefônicos. Traçado Audiométrico. PERDA AUDITIVA EM AMBIENTES DE TRABALHO Aleciane Aleni Thomazi 1 Dr. Euclides Antônio Pereira Lima 2 RESUMO A perda auditiva em ambientes de trabalho é a alteração mais frequente à saúde dos trabalhadores

Leia mais

TEMA: Intervenção cirúrgica para tratamento de otosclerose coclear

TEMA: Intervenção cirúrgica para tratamento de otosclerose coclear NTRR 79/2014 Solicitante: Juiz Dr Eduardo Soares de Araújo Comarca de Andradas Número do processo: 0019642-3.2014.8.13.0026 Réu: Estado de Minas Data: 03/05/2014 Medicamento Material Procedimento x Cobertura

Leia mais

CONFIGURAÇÕES AUDIOMÉTRICAS EM SAÚDE OCUPACIONAL Audiometric configuration in occupational health

CONFIGURAÇÕES AUDIOMÉTRICAS EM SAÚDE OCUPACIONAL Audiometric configuration in occupational health COFIGURAÇÕES AUDIOMÉTRICAS EM SAÚDE OCUPACIOAL Audiometric configuration in occupational health Artigo original RESUMO A presente pesquisa foi realizada no Serviço Social das Indústrias (SESI - CE), com

Leia mais

LAUDO MÉDICO PERICIAL.

LAUDO MÉDICO PERICIAL. 1 LAUDO MÉDICO PERICIAL. Preâmbulo. Aos vinte e nove dias do mês de abril do ano de 2009, o Perito Dr. OSCAR LUIZ DE LIMA E CIRNE NETO, designado pelo MM Juiz de Direito da 7.ª Vara Cível da Comarca de

Leia mais

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Oliveira Henriques, Marília; Julio Costa, Maristela Reconhecimento de sentenças no ruído, em campo livre, em indivíduos com e

Leia mais

Uma nova Ferramenta para estimar as perdas auditivas e a exposição ao ruído dos trabalhadores da Construção Civil

Uma nova Ferramenta para estimar as perdas auditivas e a exposição ao ruído dos trabalhadores da Construção Civil Uma nova Ferramenta para estimar as perdas auditivas e a exposição ao ruído dos trabalhadores da Construção Civil Paulo Alves Maia FUNDACENTRO / Campinas Introdução O ruído gerado nos canteiros de obra

Leia mais

POTENCIAIS EVOCADOS AUDITIVOS DE TRONCO ENCEFÁLICO PEATE

POTENCIAIS EVOCADOS AUDITIVOS DE TRONCO ENCEFÁLICO PEATE POTENCIAIS EVOCADOS AUDITIVOS DE TRONCO ENCEFÁLICO PEATE Os Potenciais Evocados Auditivos (PEA) são extraídos computadorizadamente da atividade biolétrica a partir da superfície do couro cabeludo e dos

Leia mais

A surdez é uma deficiência que fisicamente não é visível, e atinge uma pequena parte da anatomia do indivíduo.

A surdez é uma deficiência que fisicamente não é visível, e atinge uma pequena parte da anatomia do indivíduo. A surdez é uma deficiência que fisicamente não é visível, e atinge uma pequena parte da anatomia do indivíduo. Porém, traz para o surdo consequências sociais, educacionais e emocionais amplas e intangíveis.

Leia mais

Influência do Zumbido no Índice Percentual de Reconhecimento de Fala em Pacientes Normo-ouvintes

Influência do Zumbido no Índice Percentual de Reconhecimento de Fala em Pacientes Normo-ouvintes Artigo Original Influência do Zumbido no Índice Percentual de Reconhecimento de Fala em Pacientes Normo-ouvintes Influence of Tinnitus Percentage Index of Speech Recognition in Patients with Normal Hearing

Leia mais

Resumo sobre o Sistema Auditivo Humano

Resumo sobre o Sistema Auditivo Humano Universidade Federal de Minas Gerais Pampulha Ciências da Computação Resumo sobre o Sistema Auditivo Humano Trabalho apresentado à disciplina Processamento Digital de Som e Vídeo Leonel Fonseca Ivo 2007041418

Leia mais

ANÁLISE DE EMISSÕES OTOACÚSTICAS PRODUTOS DE DISTORÇÃO EM TRABALHADORES DE UMA INDÚSTRIA METALURGICA NA CIDADE DE BIRIGUI

ANÁLISE DE EMISSÕES OTOACÚSTICAS PRODUTOS DE DISTORÇÃO EM TRABALHADORES DE UMA INDÚSTRIA METALURGICA NA CIDADE DE BIRIGUI ANÁLISE DE EMISSÕES OTOACÚSTICAS PRODUTOS DE DISTORÇÃO EM TRABALHADORES DE UMA INDÚSTRIA METALURGICA NA CIDADE DE BIRIGUI ANALISYS OF OTOACOUSTICS EMISSIONS DISTORTION PRODUCT IN WORKERS OF AN METAL INDUSTRY

Leia mais

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Silva de Barros, Paula Fernanda; Manchester Queiroga, Bianca Arruda AS DIFICULDADES ENCONTRADAS NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO DE APARELHO

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DA APLICAÇÃO ISOLADA E SIMULTÂNEA DAS ANÁLISES ESPECTROGRÁFICA E PERCEPTIVO-AUDITIVA NA CONFIABILIDADE DA AVALIAÇÃO DA VOZ

ESTUDO COMPARATIVO DA APLICAÇÃO ISOLADA E SIMULTÂNEA DAS ANÁLISES ESPECTROGRÁFICA E PERCEPTIVO-AUDITIVA NA CONFIABILIDADE DA AVALIAÇÃO DA VOZ ESTUDO COMPARATIVO DA APLICAÇÃO ISOLADA E SIMULTÂNEA DAS ANÁLISES ESPECTROGRÁFICA E PERCEPTIVO-AUDITIVA NA CONFIABILIDADE DA AVALIAÇÃO DA VOZ Introdução: A voz é produzida no trato vocal e é resultado

Leia mais

INFORMAÇÃO DO PRODUTO OTICON INTIGA 10, 8 E 6

INFORMAÇÃO DO PRODUTO OTICON INTIGA 10, 8 E 6 INFORMAÇÃO DO PRODUTO OTICON INTIGA 10, 8 E 6 O Intiga foi desenvolvido para atender as necessidades especiais dos usuários que estão em busca de um aparelho auditivo não-tradicional: discreto, pequeno

Leia mais

A influência do ruído ambiental no desempenho de escolares nos testes de padrão tonal de frequência e padrão tonal de duração

A influência do ruído ambiental no desempenho de escolares nos testes de padrão tonal de frequência e padrão tonal de duração A influência do ruído ambiental no desempenho de escolares nos testes de padrão tonal de frequência e padrão tonal de duração Palavras-chave: Ruído, Testes auditivos, percepção auditiva INTRODUÇÃO A poluição

Leia mais

Deficiência Auditiva. Definição. Definição, Classificação, Características e Causas

Deficiência Auditiva. Definição. Definição, Classificação, Características e Causas Deficiência Auditiva Definição, Classificação, Características e Causas Definição Impossibilidade total ou parcial de ouvir, e possui níveis de graduação que vão do leve ao profundo. Diferença existente

Leia mais

SIQUEIRA, Édina Siméia Campos de 1 CERVI, João Antônio 2 FEMA 3

SIQUEIRA, Édina Siméia Campos de 1 CERVI, João Antônio 2 FEMA 3 PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUÍDO EM TRABALHADORES DE EMPRESA METALÚRGICA SIQUEIRA, Édina Siméia Campos de 1 CERVI, João Antônio 2 FEMA 3 RESUMO: O ruído é, na maioria dos países, o agente nocivo mais

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Brazilian Journal of Otorhinolaryngology ISSN: 1808-8694 revista@aborlccf.org.br Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico- Facial Brasil Ribeiro Burguetti, Fernanda Acaui; Mota

Leia mais

BENEFÍCIO SUBJETIVO NA ADAPTAÇÃO DE APARELHOS AUDITIVOS EM ADULTOS E IDOSOS. Suzana Campos de Avila Piccoli

BENEFÍCIO SUBJETIVO NA ADAPTAÇÃO DE APARELHOS AUDITIVOS EM ADULTOS E IDOSOS. Suzana Campos de Avila Piccoli 1 BENEFÍCIO SUBJETIVO NA ADAPTAÇÃO DE APARELHOS AUDITIVOS EM ADULTOS E IDOSOS Suzana Campos de Avila Piccoli Monografia apresentada como exigência parcial do Curso de Especialização em Neuropsicologia

Leia mais

PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUIDO PAIR. Ana Cláudia F. B. Moreira

PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUIDO PAIR. Ana Cláudia F. B. Moreira PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUIDO PAIR Ana Cláudia F. B. Moreira O QUE É? A Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR), relacionada ao trabalho, é uma diminuição gradual da acuidade auditiva decorrente da

Leia mais

PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL

PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL EM AUDIOMETRIA INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION (ISO) 8253-1 Versão 2010 Neste material você encontrará informações sobre a ISO 8253 Parte 1 versão 2010 e sua relação

Leia mais

Ana Carolina de Oliveira Presado 1, Giane Michele Frare Peck 2, Mariana de Oliveira Presado Macarini de Souza 3

Ana Carolina de Oliveira Presado 1, Giane Michele Frare Peck 2, Mariana de Oliveira Presado Macarini de Souza 3 36 Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 40, n o. 4, de 2011 0004-2773/11/40-04/36 Arquivos Catarinenses de Medicina Prevalência de perda auditiva induzida pelo ruído nas audiometrias Prevalence of noise-induced

Leia mais

Análise das respostas eletrofisiológicas de longa latência P300 em escolares com e sem sintomas de Transtorno do Processamento Auditivo

Análise das respostas eletrofisiológicas de longa latência P300 em escolares com e sem sintomas de Transtorno do Processamento Auditivo Ana Paula Ferreira Rocha Análise das respostas eletrofisiológicas de longa latência P300 em escolares com e sem sintomas de Transtorno do Processamento Auditivo Trabalho apresentado à banca examinadora

Leia mais

Preservação da Audição em Implante Coclear Pediátrico É Possível?

Preservação da Audição em Implante Coclear Pediátrico É Possível? Preservação da Audição em Implante Coclear Pediátrico É Possível? Alexander J. Osborn, Sharon L. Cushing e Blake C. Papsin Introdução A perda auditiva congênita afeta 1 em cada 500 nascidos vivos, sendo

Leia mais

O Ouvido Humano e a Audição

O Ouvido Humano e a Audição 36 Capítulo 4 O Ouvido Humano e a Audição Neste capítulo faremos um estudo sobre o ouvido humano, a fisiologia da audição e a sensibilidade do nosso sistema auditivo. 1. Conceitos básicos sobre a anatomia

Leia mais

a Performance É essencial

a Performance É essencial Lago obersee, rapperswil-jona, suíça a Performance É essencial VÉriTÉ Performance Design conectividade www.bernafon.com a performance é essencial Nós estamos rodeados por um ambiente sonoro com múltiplas

Leia mais

ADAPTAÇÃO DE PRÓTESES AUDITIVAS NO CANDIDATO AO IMPLANTE COCLEAR

ADAPTAÇÃO DE PRÓTESES AUDITIVAS NO CANDIDATO AO IMPLANTE COCLEAR 75 ADAPTAÇÃO DE PRÓTESES AUDITIVAS NO CANDIDATO AO IMPLANTE COCLEAR Fitting hearing aid in patients candidate for cochlear implants Ana Tereza de Matos Magalhães (1), Maria Valéria Goffi-Gomez (2), Isabela

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC-SP. Ana Carolina Almendra Cruz

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC-SP. Ana Carolina Almendra Cruz Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC-SP Ana Carolina Almendra Cruz Investigação sobre a influência do uso de aparelho de amplificação sonora individual na habilidade de resolução temporal

Leia mais

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO Armigliato ME; Prado DAG; Melo TM; Lopes AC; Martinez MANS; Amantini RCB; Bevilacqua MC. Palavras-chaves: Avaliação

Leia mais

Avaliação do Processamento Auditivo Central em adolescentes expostos ao mercúrio metálico

Avaliação do Processamento Auditivo Central em adolescentes expostos ao mercúrio metálico Avaliação do Processamento Auditivo Central em adolescentes expostos ao mercúrio metálico Palavras-Chaves: percepção auditiva, intoxicação por mercúrio, adolescente. Introdução A exposição, os efeitos

Leia mais

INFORMAÇÃO DO PRODUTO GET

INFORMAÇÃO DO PRODUTO GET INFORMAÇÃO DO PRODUTO Get é uma família de aparelhos auditivos que permite com que você ofereça compensação para perdas auditivas por um preço acessível. Get é a solução para o cuidado auditivo que oferece

Leia mais

Tinnitus is a disorder extremely frequent in patients

Tinnitus is a disorder extremely frequent in patients Rev Bras Otorrinolaringol. V.70, n.5, 624-31, set./out. 2004 ARTIGO ORIGINAL ORIGINAL ARTICLE A eficácia da adaptação de prótese auditiva na redução ou eliminação do zumbido The efficacy of hearing aids

Leia mais

Reconhecimento de fala no nível de máximo conforto em pacientes adultos com perda auditiva neurossensorial

Reconhecimento de fala no nível de máximo conforto em pacientes adultos com perda auditiva neurossensorial Reconhecimento de fala no nível de máximo conforto em pacientes adultos com perda auditiva neurossensorial Speech recognition in the maximum comfort level in adults with sensorineural hearing loss Artigo

Leia mais

Apresentação do projecto alusivo ao Mês da Perda Auditiva Audiologia Psicologia Clinica Terapia da Fala

Apresentação do projecto alusivo ao Mês da Perda Auditiva Audiologia Psicologia Clinica Terapia da Fala A Perda Auditiva como um Problema de Saúde Pública em Angola Apresentação do projecto alusivo ao Mês da Perda Auditiva Audiologia Psicologia Clinica Terapia da Fala Sumário I. Introdução II. Objectivos

Leia mais

PERFIL AUDITIVO DOS SUJEITOS ATENDIDOS EM UM PROJETO DE EXTENSÃO NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY

PERFIL AUDITIVO DOS SUJEITOS ATENDIDOS EM UM PROJETO DE EXTENSÃO NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY PERFIL AUDITIVO DOS SUJEITOS ATENDIDOS EM UM PROJETO DE EXTENSÃO NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY FERNANDES, Alexandre Dantas 1 CAVALCANTI, Hannalice Gottschalck 2 ANDRADE, Wagner Teobaldo Lopes

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ ANGELA R. L. PORTELLA EVOLUÇÃO AUDIOLÓGICA DE CRIANÇAS COM SURDEZ PRÉ- LINGUAL IMPLANTADAS TARDIAMENTE CURITIBA 2015

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ ANGELA R. L. PORTELLA EVOLUÇÃO AUDIOLÓGICA DE CRIANÇAS COM SURDEZ PRÉ- LINGUAL IMPLANTADAS TARDIAMENTE CURITIBA 2015 1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ ANGELA R. L. PORTELLA EVOLUÇÃO AUDIOLÓGICA DE CRIANÇAS COM SURDEZ PRÉ- LINGUAL IMPLANTADAS TARDIAMENTE CURITIBA 2015 2 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ ANGELA R. L. PORTELLA

Leia mais

Próteses auditivas: um estudo sobre seu benefício na qualidade de vida de indivíduos portadores de perda auditiva neurossensorial

Próteses auditivas: um estudo sobre seu benefício na qualidade de vida de indivíduos portadores de perda auditiva neurossensorial s auditivas: um estudo sobre seu benefício na qualidade de vida de indivíduos portadores de perda auditiva neurossensorial s auditivas: um estudo sobre seu benefício na qualidade de vida de indivíduos

Leia mais

Processamento Auditivo Temporal em Idosos

Processamento Auditivo Temporal em Idosos Artigo Original Processamento Auditivo Temporal em Idosos Temporal Auditory Processing in Elders Vanuza Conceição Azzolini*, Maria Inês Dornelles da Costa Ferreira**. * Graduação em Fonoaudiologia. Fonoaudióloga.

Leia mais

PROTOCOLO DE ADAPTAÇÃO DE APARELHOS DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAIS AASI- EM ADULTOS

PROTOCOLO DE ADAPTAÇÃO DE APARELHOS DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAIS AASI- EM ADULTOS PROTOCOLO DE ADAPTAÇÃO DE APARELHOS DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAIS AASI- EM ADULTOS 1 Introdução: Dentre as diversas áreas de atuação do profissional fonoaudiólogo, a audiologia compreende desde o

Leia mais

O IMPLANTE COCLEAR E A COMUNIDADE SURDA: DESAFIO OU SOLUÇÃO?

O IMPLANTE COCLEAR E A COMUNIDADE SURDA: DESAFIO OU SOLUÇÃO? O IMPLANTE COCLEAR E A COMUNIDADE SURDA: DESAFIO OU SOLUÇÃO? Ida LICHTIG*, Fabiola F. D. N. MECCA **, Felipe BARBOSA***, Mariana GOMES**** *Livre Docente, Curso de Fonoaudiologia da FMUSP/ São Paulo-SP

Leia mais

NEUROPATIA AUDITIVA : Descrição de dois casos

NEUROPATIA AUDITIVA : Descrição de dois casos NEUROPATIA AUDITIVA : Descrição de dois casos ALEXANDRE NÓBREGA CAVALCANTI * ANGELA ROCHA NARCISO ** *Fonoaudiólogo, especializando em Audiologia Clínica pelo Núcleo de Estudo Científico em Audiologia.

Leia mais

Psico-acústica. Perda de audição por exposição a ruído.

Psico-acústica. Perda de audição por exposição a ruído. Psico-acústica Perda de audição por exposição a ruído. Tipos de danos auditivos Surdez de transmissão (danos mecânicos, normalmente reversíveis) Infecção do ouvido médio Fractura dos ossículos Perfuração

Leia mais

Resultados do teste de reconhecimento de fala em pacientes idosos pós adaptação da prótese auditiva

Resultados do teste de reconhecimento de fala em pacientes idosos pós adaptação da prótese auditiva Resultados do teste de reconhecimento de fala em pacientes idosos pós adaptação da prótese auditiva Angela Ribas Fonoaudióloga Professora do Programa de Mestrado e Doutorado em Distúrbios da Comunicação

Leia mais

Fonte: Ruído e a Cidade Instituto do Ambiente

Fonte: Ruído e a Cidade Instituto do Ambiente Ruído Como se define Define-se ruído, como sendo um som sem interesse ou desagradável para o auditor. O ruído (som) pode ser mais ou menos intenso, composto por uma só tonalidade ou composto por várias

Leia mais

Perda Auditiva Induzida Por Ruído Ocupacional (PAIR-O)

Perda Auditiva Induzida Por Ruído Ocupacional (PAIR-O) Perda Auditiva Induzida Por Ruído Ocupacional (PAIR-O) Objetivos da Aula Saber Reconhecer: Características do som e do ruído ocupacional Noções de fisiologia auditiva e de audiometria clínicas Tipos de

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FERNANDA SIMONETI FERREIRA

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FERNANDA SIMONETI FERREIRA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FERNANDA SIMONETI FERREIRA AUDIOMETRIA DE ALTAS FREQUENCIAS EM TRABALHADORES DE UMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, SÃO JOSÉ DOS PINHAIS-PR. CURITIBA 2011 FERNANDA SIMONETI FERREIRA

Leia mais

Principais características * : Base de dados interna > 1000 testes. Testes supraliminares. Alta frequência. Frequências musicais

Principais características * : Base de dados interna > 1000 testes. Testes supraliminares. Alta frequência. Frequências musicais NOV GM DE PRODUTOS DE UDIOMETRI screening, diagnóstico básico, clínico SIBELSOUND 400 Principais características * : Tecnologia digital avançada baseada em DSP Cálculo da perda auditiva e diagnósticos

Leia mais

Sistema Auditivo Periférico Noções de Psicoacútica. Roteiro

Sistema Auditivo Periférico Noções de Psicoacútica. Roteiro Seminário 0 Sistema Auditivo Periférico Noções de Psicoacútica Maurílio Nunes Vieira Depto. Física/ICEx/UFMG Roteiro Ouvido. Ouvido externo, médio e interno: anátomo-fisiologia e aspectos acústicos básicos.

Leia mais

O efeito da aclimatização no reconhecimento de sentenças no silêncio e no ruído: avaliação sem as próteses auditivas.

O efeito da aclimatização no reconhecimento de sentenças no silêncio e no ruído: avaliação sem as próteses auditivas. O efeito da aclimatização no reconhecimento de sentenças no silêncio e no ruído: avaliação sem as próteses auditivas. Palavras-chaves: Aclimatização; Discriminação de Fala; Plasticidade neuronal. Autores:

Leia mais

PERDA AUDITIVA EM IDOSOS: RELAÇÃO ENTRE QUEIXA AUDITIVA E DIAGNÓSTICO AUDIOLÓGICO E VERIFICAÇÃO DA OCORRÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DA PRÓTESE AUDITIVA

PERDA AUDITIVA EM IDOSOS: RELAÇÃO ENTRE QUEIXA AUDITIVA E DIAGNÓSTICO AUDIOLÓGICO E VERIFICAÇÃO DA OCORRÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DA PRÓTESE AUDITIVA PERDA AUDITIVA EM IDOSOS: RELAÇÃO ENTRE QUEIXA AUDITIVA E DIAGNÓSTICO AUDIOLÓGICO E VERIFICAÇÃO DA OCORRÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DA PRÓTESE AUDITIVA BRUNA BARCELLOS COSTI Monografia apresentada como exigência

Leia mais

Introdução à perda auditiva

Introdução à perda auditiva Introdução à perda auditiva A importância da audição Ser capaz de ouvir é uma parte importante para uma vida ativa e agradável. A audição normal nos permite conectar-se com o mundo ao nosso redor, para

Leia mais

PERFIL AUDIOLÓGICO DE IDOSOS SUBMETIDOS À REABILITAÇÃO VESTIBULAR

PERFIL AUDIOLÓGICO DE IDOSOS SUBMETIDOS À REABILITAÇÃO VESTIBULAR 819 PERFIL AUDIOLÓGICO DE IDOSOS SUBMETIDOS À REABILITAÇÃO VESTIBULAR Audiologic profile of older adults subjected to vestibular rehabilitation therapy Sara Alois de Abreu Martins (1), Iara Bassi (2),

Leia mais

Texto apresentado para consulta pública. PROTOCOLO DE ADAPTAÇÃO DE AASI EM ADULTOS (com adendo para idosos)

Texto apresentado para consulta pública. PROTOCOLO DE ADAPTAÇÃO DE AASI EM ADULTOS (com adendo para idosos) Fórum: AASI / Protocolo de Adaptação de AASI em Adultos Data: 15 de abril de 2012 EIA Bauru 10h30 as 12h00 Coordenadores: Maria Cecilia Bevilacqua, Thelma Costa, Sonia Bortoluzzi Convidados: Deborah Ferrari,

Leia mais

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil

Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Ribeiro Ivo Rodrigues, Gabriela; Nápole Fichino, Silvia; Lewis, Dóris Ruthy Presença de microfonismo coclear no peate-clique:

Leia mais