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Exames Sem Papel Nrmas relativas à Prescriçã e Prestaçã de Meis Cmplementares de Diagnóstic e Terapêutica (MCDT) Este trabalh nã pde ser reprduzid u divulgad, na íntegra u em parte, a terceirs nem utilizad para utrs fins que nã aqueles para que fi frnecid sem a autrizaçã escrita prévia u, se alguma parte d mesm fr frnecida pr virtude de um cntrat cm terceirs, segund autrizaçã expressa de acrd cm esse cntrat. Tds s utrs direits e marcas sã recnhecids. Os direits de autr deste trabalh pertencem à SPMS e a infrmaçã nele cntida é cnfidencial. As cópias impressas nã assinadas representam versões nã cntrladas

Índice Índice...2 Acrónims...5 Intrduçã...6 1 Prescriçã pr meis eletrónics...7 1.1 Âmbit...7 1.2 Mdalidades de Prescriçã Eletrónica...7 1.3 Prtal de Requisições de Vinhetas e Receitas (PRVR)...7 1.4 Sftwares de Prescriçã...7 1.5 Camps de prescriçã eletrónica...8 1.5.1 Númer da Requisiçã... 8 1.5.2 Lcal de prescriçã... 8 1.5.3 Identificaçã d médic prescritr... 9 1.5.4 Identificaçã d utente... 9 1.5.5 Identificaçã da Entidade Respnsável... 14 1.5.6 Identificaçã da Entidade Financeira Respnsável... 14 1.5.7 Natureza das Prestações... 15 1.5.8 Identificaçã ds exames/trataments prescrits... 15 1.5.9 Linha de prescriçã... 15 1.5.10 Necessidade de realizaçã de Dmicílis e/u situações de Urgência... 15 1.5.11 Regime de Isençã da Taxa Mderadra... 16 1.5.12 Data e hra da prescriçã... 16 1.5.13 Autenticaçã e assinatura d prescritr... 16 1.6 Especificidades da prescriçã eletrónica...17 1.6.1. Errs de validaçã... 17 1.6.2. Anulaçã da prescriçã de MCDT... 17 1.6.3. Impressã da prescriçã... 17 1.7 Dispnibilizaçã a utente da infrmaçã de prescriçã de MCDT...17 1.7.1. Guia de prestaçã... 18 2 Prescriçã manual...19 2.1 Âmbit...19 2.2 Mdel de requisiçã manual...19 2.3 Mdels de vinheta...19 2.4 Camps da prescriçã manual...19 3 Cnsentiment Infrmad d Utente...20 3.1 Obtençã de cnsentiment infrmad...20 2

4 Prestaçã de MCDT...21 4.1 Validaçã da Prestaçã...21 4.1.1 Númer da Requisiçã... 21 4.1.2 Identificaçã d Médic Prescritr... 21 4.1.3 Identificaçã d Lcal de Prescriçã... 22 4.1.4 Identificaçã d Utente... 22 4.1.5 Identificaçã d Exame/Trataments Prescrits... 22 4.1.6 Isençã de taxa mderadra... 23 4.1.7 Data e Hra da Prescriçã... 23 4.1.8 Validade da Requisiçã... 23 4.2 Realizaçã de Dmicílis (apenas para a área A Análises Clínicas)...23 4.3 MCDT efetuads e nã prescrits...24 4.3.1 Endscpia Gastrenterlógica (área F)... 24 4.3.2 Medicina Física e Reabilitaçã (área G)... 25 4.3.3 Pneumlgia e Imunalerglgia (área I)... 26 4.3.4 Radilgia (área M)... 26 4.4 Preenchiment da Requisiçã pr parte d Prestadr...27 5 Dispnibilizaçã de resultads de MCDT...27 5.1 Acess as Resultads de MCDT:...28 Anexs...30 3

Cntrl de Versões Versã Data Autres Revisres Alterações Aprvaçã 20-07-2018 ACSS Criaçã d dcument NA SPMS 4

Acrónims Abreviatura ACSS ADSE ARS BDNR CESD CPS CSP CSH CVI DGS EFR INCM ISS MCDT MFR NIPC NISS NNU PDF OEP PRVR RNU SMS SNS SPMS ULS Descriçã Administraçã Central d Sistema de Saúde, I.P. Institut de Prteçã e Assistência na Dença, I.P. Administraçã Reginal de Saúde Base de Dads Nacinal de Requisições Cartã Eurpeu de Segur de Dença Certificad Prvisóri de Substituiçã d CESD Cuidads de Saúde Primáris Cuidads de Saúde Hspitalares Cnvenções Internacinais Direçã-Geral da Saúde Entidade Financeira Respnsável Exames Sem Papel Imprensa Nacinal Casa da Meda Institut da Segurança Scial Denças Prfissinais Meis Cmplementares de Diagnóstic e Terapêutica Medicina Física e Reabilitaçã Númer de Identificaçã de Pessa Cletiva Númer de Identificaçã de Segurança Scial Númer Nacinal de Utente Prtable Dcument Frmat Outras Entidades Pagadras Prtal de Requisiçã de Vinhetas e Receitas Regist Nacinal de Utentes Shrt Message Service Serviç Nacinal de Saúde Serviçs Partilhads d Ministéri da Saúde Unidade Lcal de Saúde 5

Intrduçã Este dcument define um cnjunt de regras e rientações aplicáveis a tdas as entidades prescritras de Meis n âmbit de Cuidads de Saúde Primáris (CSP) e a tdas as entidades prestadras de MCDT n âmbit d Serviç Nacinal de Saúde (SNS), tend cm principal bjetiv a unifrmizaçã d prcess de preenchiment da requisiçã de frma a facilitar a cmunicaçã e relacinament entre s médics prescritres e as entidades prestadras e, cnsequentemente, prmver uma mair equidade e eficiência n acess as cuidads de saúde pr parte d utente d SNS. Neste sentid, fi publicada a Prtaria n.º 126/2018, de 08 de mai, que define as regras de prescriçã, regist e dispnibilizaçã de resultads de MCDT e ainda regulamenta a faturaçã ds respetivs prestadres d SNS, para efeits de cnferência de faturas e psterir pagament. De acrd cm a referida prtaria, s prcesss de prescriçã, prestaçã e faturaçã ds MCDT passam, simultaneamente, a efetuar-se pr meis eletrónics, salv em situações excecinais e ns terms prevists naquela legislaçã. A fim de harmnizar as regras de prescriçã e prestaçã eletrónica de MCDT e garantir a fiabilidade das várias sluções de prescriçã e prestaçã existentes, Ministéri da Saúde regista e publica as declarações de cnfrmidade das entidades respnsáveis pel desenvlviment ds prgramas infrmátics através da SPMS Serviçs Partilhads d Ministéri da Saúde, E. P. E. (SPMS). Neste cntext, prjet Exames Sem Papel () tem cm bjetiv principal a desmaterializaçã de td prcess de MCDT, iniciand-se pr unidades CSP e, alargand-se, psterirmente, as Cuidads de Saúde Hspitalares (CSH). Esta desmaterializaçã visa aumentar a recuperaçã, cm mair segurança, da infrmaçã n âmbit d prcess de prescriçã e prestaçã de MCDT, melhrar a partilha de infrmaçã entre s prfissinais de saúde, facilitar acess ds cidadãs à infrmaçã relevante para a gestã da sua saúde, bem cm cntribuir, para a sustentabilidade d SNS, evitand, a realizaçã de MCDT, em duplicad u nã ttalmente eficazes face a histrial clínic. Cnsegue-se assim, gerir de frma ativa a capacidade instalada d SNS para a realizaçã de diverss MCDT, prmvend a articulaçã cm entidades d setr cnvencinad e retirand utente cm principal respnsável pela transmissã de infrmaçã entre unidades d SNS e s prestadres de cuidads de saúde. O pressupst fundamental de td prjet assenta na implementaçã da Base de Dads Nacinal de Requisições (BDNR), pedra basilar da desmaterializaçã d prjet. Trata-se de um sistema central na qual se registam tdas as requisições de MCDT prescritas, nesta fase, n âmbit ds CSP e tdas as prestações de exames e trataments realizads pelas entidades prestadras de MCDT n âmbit d SNS, permitind cntrlar e auditar td prcess e tds s seus diferentes estads de realizaçã ds MCDT prescrits. Para além diss, definiu-se um cnjunt de serviçs assciads à BDNR que será utilizad pels sftwares de CSP, 6

CSH, e das entidades respnsáveis pela faturaçã de MCDT, designadamente as titulares de acrd u cnvençã cm SNS. 1 Prescriçã pr meis eletrónics 1.1 Âmbit Cnfrme estabelecid pela Prtaria nº 126/2018, de 08 de mai, a prescriçã de MCDT n âmbit ds CSP é efetuada pr meis eletrónics, através da utilizaçã de sluções u equipaments infrmátics recnhecids pela SPMS, u pr esta dispnibilizads as estabeleciments e serviçs integrads n SNS. A prescriçã eletrónica desmaterializada e materializada destina-se a tdas as entidades prescritras de MCDT n âmbit ds CSP u em cperaçã cm as Administrações Reginais de Saúde (ARS). 1.2 Mdalidades de Prescriçã Eletrónica Até que seja pssível a ttal desmaterializaçã da prescriçã, cexistem duas frmas de prescriçã eletrónica: - Prescriçã eletrónica desmaterializada - Prescriçã acessível e interpretável pr meis infrmátics e emitida pr via eletrónica n mment de prescriçã, tend s sftwares instalads nas entidades prescritras de validar e registar a requisiçã na BDNR. - Prescriçã eletrónica materializada Impressã em suprte papel da prescriçã desmaterializada. Esta apenas pde crrer, n mment da prescriçã, em md nline, tend s sftwares instalads nas entidades prescritras de validar e registar a requisiçã na BDNR, antes da emissã em papel. Ambas as prescrições ficam visíveis para as entidades prestadres através da BDNR. 1.3 Prtal de Requisições de Vinhetas e Receitas (PRVR) Só s prfissinais registads e validads n Prtal de Requisições de Vinhetas e Receitas (PRVR) sã recnhecids pela Base de Dads Nacinal de Requisições (BDNR), pel que apenas estes pdem emitir requisições eletrónicas. 1.4 Sftwares de Prescriçã N site da SPMS está dispnível: 7

A lista ds sftwares que declararam aut-cnfrmidade e que pdem ser utilizads para a prescriçã eletrónica de requisições; A lista de sftwares de prescriçã eletrónica que sejam retirads pr deteçã de nã cnfrmidades identificadas, quand aplicável; A lista das nã cnfrmidades identificadas, quand aplicável. 1.5 Camps de prescriçã eletrónica 1.5.1 Númer da Requisiçã A requisiçã eletrónica é identificada através de um númer únic de requisiçã atribuíd a nível nacinal, gerad centralmente e devlvid pela BDNR. O númer da requisiçã é cnstituíd pr 19 caracteres, cm a seguinte cdificaçã: Psiçã Representaçã Prescriçã materializada Prescriçã desmaterializada 1.º Regiã de Saúde em que se integra lcal da prestaçã de cuidads 1 Regiã Nrte 2 Regiã Centr 3 Regiã de Lisba e Vale d Tej 4 Regiã d Alentej 5 Regiã d Algarve 6 Regiã Autónma ds Açres 7 Regiã Autónma da Madeira 2.º e 3.º Tip de requisiçã 00 Nrmal 4.º a 6.º 7.º a 17.º Prveniência Sistema prdutr Numeraçã sequencial da requisiçã 100 Frnecid pel Sistema Central (BDNR) 18.º Via da requisiçã 0 Sem vias 19.º Check-digit cf. ISO/IEC 7064, MOD 11-2. Calculad pel Sistema Central (BDNR) 1.5.2 Lcal de prescriçã A cdificaçã ds lcais de prescriçã é aprvada pelas Administrações Reginais de Saúde (ARS) e Unidades Lcais de Saúde (ULS) e atribuída pela SPMS. 8

Este camp é preenchid autmaticamente pel sftware de prescriçã de MCDT e apenas se pdem emitir requisições eletrónicas ns lcais existentes e autrizads n PRVR, nde se encntra especificad que a prescriçã de MCDT se encntra ativa. 1.5.3 Identificaçã d médic prescritr Nas requisições eletrónicas a identificaçã d médic prescritr é efetuada através d seu nme clínic, especialidade médica (se aplicável), cntact telefónic d lcal de prescriçã, endereç de crrei eletrónic (se aplicável) e númer da cédula prfissinal da Ordem ds Médics. Estes camps sã preenchids autmaticamente pel sftware de prescriçã de MCDT. Ns cass da prescriçã materializada, sistema infrmátic, efetua a apsiçã autmática da vinheta identificativa d prescritr. 1.5.4 Identificaçã d utente O Utente é identificad através da indicaçã da seguinte infrmaçã: Nme cmplet d utente Obrigatóri para a aceitaçã da requisiçã; Númer Nacinal d Utente (NNU) númer nacinal que identifica univcamente utente através d Regist Nacinal de Utentes (RNU). Este númer é atribuíd n prcess de inscriçã d cidadã numa unidade de saúde u aquand d pedid d Cartã de Cidadã. Idade; Sex; «Entidade Respnsável» entidade respnsável pels encargs gerads pelas prestações realizadas n âmbit d SNS, devend neste camp cnstar a designaçã das entidades identificadas na tabela de referência em anex; Númer de Beneficiári Númer identificativ d utente, atribuíd pela entidade respnsável. a. N cas da Dença Prfissinal tratand-se d pagament de assistência prestada pel SNS decrrente de dença prfissinal, para além d NNU, deverá ser brigatriamente preenchid Númer de Identificaçã de Segurança Scial (NISS) atribuíd pel Institut de Segurança Scial (ISS), e cnstante d cartã de beneficiári pr dença prfissinal emitid pel ISS. Esta infrmaçã é determinante para efeits de faturaçã, pela ARS/ULS, à entidade respnsável. b. N cas de pessas seguradas pr utr Estad-Membr (inclui-se Espaç Ecnómic Eurpeu e Suíça) na Entidade Respnsável, deve ser inscrita a entidade cnstante num ds seguintes atestads de direit: 9

Cartã Eurpeu de Segur de Dença (CESD); Certificad Prvisóri de Substituiçã d CESD (CPS); Dcument prtátil S2; Dcument Prtátil S1 para s residentes em Prtugal, mas segurads pr utr Estad-Membr. Deve ainda cnter s seguintes dads d atestad de direit, de caráter brigatóri: O códig d respetiv país, cnfrme nrma ISO 3166-1 alpha-2; O nme d beneficiári, titular d atestad de direit (camp 3 e 4 n cas d CESD); A data de nasciment d beneficiári, titular d atestad de direit (camp 5 n cas d CESD); O n.º de beneficiári, crrespndente a n.º de Identificaçã Pessal d titular d atestad de direit (camp 6 n cas d CESD); O Códig da «Entidade Respnsável», crrespndente a códig da entidade cnstante n atestad de direit (camp 7) n cas d CESD); O n.º d atestad de direit (camp 8 d CESD); A Data de Validade d atestad de direit (camp 9 d CESD). O n.º d atestad de direit (camp 8 d CESD); O Tip de Dcument (CESD, CPS, S2 u S1). c. N cas de cidadãs estrangeirs a abrig de Cnvenções Bilaterais internacinais (CSCB) Na «Entidade Respnsável» deve ser inscrita a entidade financeira identificada n Atestad de Direit e códig d respetiv país, cnfrme nrma ISO 3166-1 alpha-2. Deve ainda ser indicad na Requisiçã númer de identificaçã que cnsta desse Atestad de Direit e 10

que crrespnde a númer de beneficiári n país de rigem. Cmplementarmente, deve ser indicad na requisiçã númer de identificaçã civil d cidadã (crrespndente a númer que cnsta n cartã de cidadã, u n cartã de identificaçã, u númer d passaprte). Apenas se aceitam s seguintes Atestads de Direit que se encntram em vigr, para s seguintes países: Andrra: P/AND3 (estada) e P/AND4 a P/AND6 (residência); Brasil: PB4 u PT/BR 13 (estada e residência); Cab Verde: CV/P6 (estada) e CV/PT 7 a 9 (residência); Quebec: QUE/POR 4 (estada e residência); Marrcs: MA/PT 4 (estada) e MA/PT 5 e 6 (residência); Tunísia: TN/PT 6 (estada) e TN/PT 5, 7 e 8 (residência). A requisiçã em frmat eletrónic deve cnter tds s dads d Atestad de Direit, de caráter brigatóri, nmeadamente (ver imagens de exempl): 1. País emissr d Atestad de Direit, cf. nrma ISO 3166-1, alfa-2; 2. Identificaçã cnstante d Atestad de Direit; 3. N.º de beneficiári crrespndente a n.º de Identificaçã Pessal atribuíd n país de rigem; 4. Designaçã da «Entidade Respnsável», crrespndente a nme da entidade cnstante n atestad de direit e, quand aplicável, respetiv códig; 5. Data de Validade d Atestad de Direit. 11

2 - Identificaçã d atestad de direit 1 - País Emissr 3 N.º de beneficiári crrespnde a n.º de identificaçã pessal 12

5 - Data de Validade d atestad de direit 4 - Designaçã da «Entidade Respnsável» d. N cas de cidadã cuja prestaçã de cuidads decrre de acidentes de viaçã, de trabalh u pessais, em que exista uma entidade terceira que assume a respnsabilidade financeira pels serviçs prestads. N camp da «Entidade Respnsável» deve cnstar a denminaçã SNS-Acidente ; e. Cidadãs estrangeirs cm estatut de refugiads u requerentes de asil em Prtugal deverã ser titulares e prtadres de declaraçã válida cmprvativa de apresentaçã de um pedid de asil u de autrizaçã de residência prvisória. N camp da «Entidade 13

Respnsável» deve cnstar a denminaçã «SNS Estatut de Refugiad» u «SNS Requerente de Asil», respetivamente; f. Cidadãs estrangeirs em situaçã irregular de residência nestas situações n camp da «Entidade Respnsável» deve cnstar «SNS / Em situaçã irregular Cuidads urgentes e vitais» u «SNS / Menr em situaçã irregular». Frma de ntificaçã a utente - Através de SMS, crrei eletrónic u utrs meis eletrónics dispnibilizads a utente. 1.5.5 Identificaçã da Entidade Respnsável A «Entidade Respnsável» (ER) é a entidade cmpetente pel pagament ds MCDT da requisiçã. Na descriçã deve cnstar a sigla «SNS» sempre que utente seja identificad cm NNU, estand excluídas as situações previstas em diplmas legais específics e acrds bilaterais, tais cm: Prestaçã de cuidads decrrentes de acidentes de viaçã, de trabalh u pessais, em que exista uma terceira entidade que assume a respnsabilidade financeira pels cuidads de saúde prestads. Nesta situaçã, deve cnstar a sigla SNS-Acidente. Situaçã de prestaçã de cuidads n âmbit de uma dença prfissinal de que utente seja prtadr. A «Entidade Respnsável» da requisiçã é Institut da Segurança Scial. Situaçã de prestaçã de cuidads de saúde n SNS a cidadãs segurads nutr país a abrig ds Regulaments Cmunitáris u Acrds Internacinais. A «Entidade Respnsável» d país terceir, assim identificada ns terms da legislaçã cmunitária u ds acrds bilaterais, pels encargs gerads pela prestaçã ds MCDT n SNS. 1.5.6 Identificaçã da Entidade Financeira Respnsável O camp relativ à «Entidade Financeira Respnsável» crrespnde à entidade respnsável pel pagament a cnvencinad, ns terms d previst n artig 9º d Decret-Lei nº139/2013, de 9 de Outubr, devend cnter infrmaçã relativamente à identificaçã e NIPC respetiv da ARS u ULS cmpetente. Pr cada entidade financeira respnsável, e cas seja necessári a faturaçã a abrig ds regulaments cmunitáris e acrds bilaterais, devem ainda ser reclhids s elements identificativs d utente, descrits n capítul 1.5 na área referente a Númer de Beneficiári. 14

1.5.7 Natureza das Prestações Para s cass da prescriçã eletrónica, a área de MCDT à qual pertence exame/tratament prescrit terá de estar assinalada n camp Natureza das Prestações. N cas, da prescriçã desmaterializada, esta infrmaçã cnsta da guia de prestaçã d utente. 1.5.8 Identificaçã ds exames/trataments prescrits A requisiçã deverá identificar a área de MCDT e, dentr desta, s respetivs exames/trataments, devidamente cdificads, que fram prescrits. O exame/tratament prescrit terá de estar identificad ns camps destinads para efeit, devend para tal ser clcad: Códig - Códig d exame de acrd cm a Tabela de MCDT Cnvencinads em vigr; Nmenclatura - Nmenclatura d exame/tratament, de acrd cm a Tabela de MCDT Cnvencinads em vigr; Quantidade prescrita Deverá ser identificada a quantidade de exames/trataments prescrits na requisiçã. Na prescriçã desmaterializada, esta infrmaçã cnsta da guia de prestaçã, que cntém detalhe de cada MCDT prescrit; Prduts a examinar - Sempre que se verifica a necessidade de identificar um prdut específic. 1.5.9 Linha de prescriçã Pr cada exame/tratament prescrit, de acrd cm a Tabela de MCDT Cnvencinads, será gerada uma linha de prescriçã distinta. Cada linha de prescriçã de MCDT, tem a validade de seis meses, cntads a partir da data de emissã, pdend ter validade até um an n cas de tal estar de acrd cm a indicaçã clínica, e nã cnflitue cm dispst na legislaçã em vigr. 1.5.10 Necessidade de realizaçã de Dmicílis e/u situações de Urgência N âmbit da Área A Análises Clínicas, pderá existir a necessidade de deslcaçã a dmicíli d utente para a realizaçã de clheitas. Nestes cass deve ser preenchida pel prescritr a seguinte infrmaçã: Assinalar camp Dmicíli ; Assinalar camp Urgência, apenas em situaçã de urgência; Apresentar a justificaçã clínica para a realizaçã d dmicíli; 15

O médic prescritr deve ainda datar e assinar s camps designads para esse fim, de md a autenticar a justificaçã da prescriçã a dmicíli. 1.5.11 Regime de Isençã da Taxa Mderadra Nas situações em que utente se encntra isent de pagament da taxa mderadra, ns terms da legislaçã em vigr, sistema verifica autmaticamente essa situaçã e regista a mesma n mment da prescriçã. N cas da prescriçã desmaterializada, a infrmaçã relativamente à isençã, u nã, da taxa mderadra encntra-se na guia de prestaçã d utente. Na requisiçã materializada, s camps Isent u Nã Isent têm de se encntrar assinalads de acrd cm a situaçã d utente em matéria de isençã u nã isençã de pagament da taxa mderadra. 1.5.12 Data e hra da prescriçã A data e a hra da prescriçã sã brigatórias devend ser preenchidas autmaticamente pel sftware n frmat aaaa-mm-dd e hh:mm, respetivamente. 1.5.13 Autenticaçã e assinatura d prescritr Quand se tratam de prescrições desmaterializadas é brigatória autenticaçã frte e assinatura, através de um certificad digital, recnhecid pela SPMS u pelas rdens prfissinais, que garanta a identidade e qualidade d prescritr u de chave móvel digital. N cas da prescriçã eletrónica materializadas, prescritr deve assinar n lcal destinad para efeit, de acrd cm mdel em vigr, e indicand a data da requisiçã. Os prescritres que cmprvadamente nã dispnham de certificads digitais qualificads, em virtude de rub, extravi, perda, u defeit de funcinament d respetiv mei de autenticaçã, devem recrrer à prescriçã eletrónica materializada. 16

1.6 Especificidades da prescriçã eletrónica 1.6.1. Errs de validaçã Sempre que na emissã da requisiçã, a BDNR identifique incerências, sftware infrma previamente prescritr ds errs detetads a fim de permitir ajustament u preenchiment cmplet da prescriçã e, assim, prsseguir cm sucess regist da mesma na BDNR. 1.6.2. Anulaçã da prescriçã de MCDT O prescritr pde anular a prescriçã, bem cm tds s MCDT que a cmpõem, dand cnheciment desta açã a utente, nas seguintes cndições cumulativas: As suas próprias prescrições; Prescrições que ainda se encntrem válidas; Prescrições que ainda nã tenham sid prestads s respetivs MCDT. Para cada uma das cndições acima mencinadas cm vista à anulaçã da prescriçã de MCDT, médic prescritr terá ainda de indicar mtiv de anulaçã da prescriçã de MCDT, de acrd cm a seguinte lista: 1. Err na impressã da requisiçã; 2. Err na identificaçã d utente; 3. Err n MCDT registad; 4. Utente nã realizu s MCDT prescrits. 1.6.3. Impressã da prescriçã As prescrições eletrónicas materializadas sã as únicas que pdem ser impressas e têm de ser riginais nã send pssível a reprduçã em cópias. 1.7 Dispnibilizaçã a utente da infrmaçã de prescriçã de MCDT O utente recebe a infrmaçã relativa à prescriçã eletrónica desmaterializada de MCDT das seguintes frmas: 17

Envi a utente n mment da prescriçã, infrmaçã relativa a númer únic da prescriçã e códigs de acess e de prestaçã, pr SMS, para endereç de crrei eletrónic u pr utrs meis eletrónics dispnibilizads a utente. Guia de prestaçã, a qual pde ser impressa de acrd cm a pçã d utente, enviada pr crrei eletrónic u cnsultada na Área d Cidadã d Prtal d SNS u na aplicaçã MySNS Carteira. 1.7.1. Guia de prestaçã A guia de prestaçã é dispnibilizada a utente sempre que a prescriçã de MCDT crra na frma desmaterializada, e é um dcument pessal e intransmissível. Pr esse mtiv, prestadr nã a deve aceitar u, cas aceite para facilitar prcess de prestaçã, deve devlvê-la n final. A guia de prestaçã cntém a seguinte infrmaçã: Númer únic de prescriçã; Nme d utente; Mrada d utente; Númer de utente d SNS u Númer de beneficiári, quand aplicável; Códig de acess; Códig de prestaçã. Infrmaçã relativa a prescritr e lcal de prescriçã, incluind nme e cntact telefónic; Natureza das prestações, cm indicaçã da respetiva área de cnvençã; Exames/trataments prescrits; Infrmaçã cmplementar d exame; Infrmaçã clínica d utente; Cnsentiment infrmad d utente para a dispnibilizaçã de resultads; Códig matriz, pr cada linha de MCDT prescrit, permite a prestadr ler a prescriçã, em cas de falência d sistema infrmátic; Cmprvativ d pagament da taxa mderadra. 18

2 Prescriçã manual 2.1 Âmbit A prescriçã de MCDT pr via manual, riginal em papel verde, apenas é permitida em situações excecinais de cas de falência d sistema infrmátic. Neste cas, é brigatória a clcaçã de vinheta válida identificativa d lcal de prescriçã e de vinheta identificativa d médic prescritr. Para além diss, deverá estar crreta e cmpletamente preenchida, bem cm, nã apresentar mdificações, tais cm crreções, rasuras, recrtes u quaisquer utras mdificações. 2.2 Mdel de requisiçã manual O mdel da requisiçã de MCDT manual em vigr é mdel aprvad pel despach d membr d gvern respnsável pela área da Saúde e a sua dispnibilizaçã é a da respnsabilidade das Administrações Reginais de Saúde (ARS) e da Unidades Lcais de Saíde (ULS). A requisiçã manual é identificada através de um númer únic de requisiçã, cnstituíd pr 19 caracteres, gerad de acrd cm as especificações cnstantes n anex. 2.3 Mdels de vinheta Nas requisições pr via manual, é brigatória a apsiçã de vinhetas válidas identificativas d médic prescritr e d lcal de prescriçã. Os mdels de vinheta devem bedecer as requisits legais da Prtaria n.º 224/2015, de 27 de julh, na sua redaçã atual e sã de ediçã exclusiva da Imprensa Nacinal da Casa da Meda (INCM) pdend ser adquiridas através d PRVR. As unidades de saúde pertencentes u nã a SNS devem adquirir as vinhetas de identificaçã ds seus prescritres e as vinhetas de identificaçã ds seus lcais de prescriçã. Cmpete à SPMS, em articulaçã cm as ARS e ULS e cm as rdens prfissinais ds prescritres, assegurar a gestã d prcess de emissã de vinhetas, n cumpriment das rientações definidas pela ACSS. 2.4 Camps da prescriçã manual Para que a requisiçã seja válida, prescritr deve brigatriamente preencher s seguintes elements: Nme d utente; 19

Idade; Sex; Entidade Financeira Respnsável; Númer de beneficiári, que crrespnde a Númer de Utente d SNS u a númer atribuíd pela entidade respnsável; Vinheta válida identificativa d médic prescritr; Vinheta válida identificativa d lcal de prescriçã; Estatut de isençã/nã isençã de taxa mderadra; Necessidade de realizaçã de dmicili, quand aplicável; Nmenclatura d exame/tratament de acrd cm a Tabela de MCDT Cnvencinads em vigr; Identificaçã da/s área/s clínica d/s MCDT prescrit/s; Quantidade de exames/trataments prescrits; Data da prescriçã; Assinatura autógrafa d médic prescritr. O preenchiment da infrmaçã acima identificada deve seguir, sempre que aplicável, as regras definidas n capítul 1.5. 3 Cnsentiment Infrmad d Utente A requisiçã de MCDT apenas será válida se camp d Cnsentiment Infrmad para a Dispnibilizaçã ds Resultads se encntrar preenchid. A cnsentir, utente está a autrizar a partilha eletrónica de resultads de MCDT cm s prfissinais de saúde d SNS bem cm a dispnibilizaçã ds mesms na sua Área d Cidadã. O utente, titular ds dads, tem direit de acess, atualizaçã, retificaçã u eliminaçã ds seus dads pessais, mediante a gestã de cnsentiments dads através da sua Área d Cidadã d Prtal d SNS. 3.1 Obtençã de cnsentiment infrmad A partilha de resultads ds MCDT depende d cnsentiment, de frma infrmada e esclarecida, d utente para efeit. Cas cntrári, s resultads ds MCDT prestads, pr cada requisiçã, nã se encntrarã, em circunstância alguma, na Área d Cidadã nem acessíveis para cnsulta ds prfissinais d SNS. 20

prescritr. A decisã de cnsentir u nã cnsentir a partilha de resultads é transmitida pel utente a médic Prescriçã eletrónica desmaterializada médic assinala cnsentiment, em cnfrmidade cm a decisã d utente. Havend cnsentiment, esta infrmaçã cnsta na guia de prestaçã d utente. Prescriçã eletrónica materializada - médic assinala cnsentiment, em cnfrmidade cm a decisã d utente, devend a requisiçã ser assinada n camp destinad para efeit. Prescriçã via manual médic assinala cnsentiment na requisiçã, em cnfrmidade cm a decisã d utente, devend a mesma ser assinada n camp destinad para efeit. 4 Prestaçã de MCDT 4.1 Validaçã da Prestaçã Independentemente d tip de requisiçã manual, materializada u desmaterializada existe um cnjunt de brigações que prestadr tem de dar cumpriment e que se descrevem de seguida: 4.1.1 Númer da Requisiçã O prestadr deve verificar a existência da numeraçã, cnstituída pr 19 dígits cm seguinte frmat: Prescriçã eletrónica materializada e desmaterializada: X 00 100 XXXXXXXXXXX 0 X Regiã de Saúde Requisiçã Sftware de Origem Numeraçã Sequencial N.º Via Check Digit Prescriçã pr via manual: X 04 000 0000 XXXXXXX 0 X Regiã de Saúde Requisiçã Sftware de Origem Centr Emissr Numeraçã Sequencial N.º Via Check Digit 4.1.2 Identificaçã d Médic Prescritr Para as requisições pr via manual e materializada verificaçã de existência de vinheta válida identificativa d médic prescritr, da data e da assinatura. 21

4.1.3 Identificaçã d Lcal de Prescriçã Para as requisições pr via manual e materializada verificaçã da existência de vinheta válida identificativa d Lcal de Prescriçã e da autrizaçã d lcal para a prescriçã ds MCDT. 4.1.4 Identificaçã d Utente O prestadr deverá sempre validar s dads de identificaçã d utente a quem fi prescrit MCDT, através da verificaçã da seguinte infrmaçã, ns terms definids n capítul 1.5: Nme d utente; Idade; Entidade respnsável; Númer de beneficiári, que crrespnde a Númer de Utente d SNS u a númer atribuíd pela entidade respnsável; Se utente fr um Dente Prfissinal terá de ser clcad, n camp definid para este efeit, númer atribuíd pel ISS; Se utente fr riginári de um país estrangeir, deverá anexar cópia d atestad de direit a prcess d utente. 4.1.5 Identificaçã d Exame/Trataments Prescrits Deve ser verificad preenchiment ds seguintes camps brigatóris: Natureza das Prestações - Validaçã da área de cnvençã de cada MCDT prescrit. Ns cass da prescriçã materializada e via manual, em cada requisiçã só pde cnstar a prescriçã de exames da mesma área de cnvençã; Códig d exame Deve estar de acrd cm a Tabela de MCDT Cnvencinads em vigr; Nmenclatura Identificaçã d exame / tratament. É brigatóri a prescriçã de cada exame / tratament numa linha diferente, devend a mesma estar de acrd cm a Tabela de MCDT Cnvencinads em vigr; Quantidade N.º de exames / trataments prescrits. Sempre que camp nã fr preenchid, n at de prescriçã, prestadr deverá assumir que a quantidade pretendida equivale a 1; Prduts a examinar Nã send de preenchiment brigatóri, médic prescritr pderá identificar um prdut específic. 22

4.1.6 Isençã de taxa mderadra N mment da admissã d utente, prestadr deve verificar, cm base na infrmaçã da requisiçã de MCDT manual, materializada e desmaterializada a brigatriedade u nã de pagament de taxa mderadra referente à prestaçã ds MCDT prescrits, para psterir cbrança, se aplicável. 4.1.7 Data e Hra da Prescriçã Verificaçã da cnfrmidade da hra, quand aplicável, e data da prescriçã, cm a validade da requisiçã. 4.1.8 Validade da Requisiçã Cada requisiçã tem validade de seis meses, cntads a partir da data de emissã. A validade pderá ser de um an n cas de tal estar de acrd cm a indicaçã clínica, ns terms da legislaçã em vigr. 4.2 Realizaçã de Dmicílis (apenas para a área A Análises Clínicas) Cas se verifique uma deslcaçã a dmicíli d utente para clheita de amstras (pr requisiçã d médic prescritr), prestadr tem de indicar brigatriamente tip de dmicíli efetuad (1-Urban, 2-Urban- Outras Cidades, 3 Nã Urban), códig pstal cmplet (7 dígits), bem cm a lcalidade d utente. Se dmicíli fr d tip 3, prestadr tem ainda de indicar númer ttal de quilómetrs que efetuu. A classificaçã d tip de dmicíli deverá ter em cnsideraçã as seguintes regras 1 : Tip 1 quand pst de clheita d prestadr e dmicíli d utente se situam ambs em Lisba u n Prt, send mntante a pagar de 2,49. Tip 2 - quand pel mens um ds lcais (dmicíli d utente u pst de clheita) se situa fra de Lisba u d Prt e a distância entre si é inferir a 4km, send mntante a pagar de 1,50. Tip 3 quand pel mens um ds lcais (dmicíli d utente u pst de clheita) se situa fra de Lisba u d Prt e a distância entre si é superir u igual a 4km, send mntante a pagar basead n valr que se encntra em vigr na funçã pública para pagament de deslcações pr Km. 1 Anex III da Prpsta de cntrat para a prestaçã de cuidads de saúde na área de patlgia clínica, publicad n Diári da República n.º 248, II Série de 27-10-1986 23

Nã é permitid, a realizaçã de mais d que um dmicíli, pr exame. Ns cass em que prestadr, n âmbit de duas u mais requisições, prceda à prestaçã de serviçs na mesma mrada e na mesma data (cas, pr exempl de prestações de serviçs em lares) apenas pderá faturar um dmicíli para ttal das requisições em causa. 4.3 MCDT efetuads e nã prescrits Pderá haver necessidade d prestadr realizar MCDT adicinais, as prescrits na requisiçã. Nestas situações deverá identificar: A nmenclatura, códig, preç e taxa mderadra (se aplicável) d exame adicinal, de acrd cm a Tabela de MCDT Cnvencinads; Clcar a vinheta identificativa e respetiva assinatura d médic executante (u d médic respnsável pela prestaçã d MCDT), n cas das requisições pr via manual e materializada. Os MCDT passíveis de realizaçã nestas circunstâncias, bem cm as especificidades assciadas a cada área de prestaçã, sã as seguintes: 4.3.1 Endscpia Gastrenterlógica (área F) N âmbit d pacte de clnscpia, códig 100.7, pdem ser incluíds s seguintes códigs: 101.5 Clnscpia ttal 102.3 Clnscpia esquerda 104.0 Bipsias transendscópicas 105.8 Plipectmia, pr sessã 106.6 Aplicaçã de "clips" (cada sessã) 107.4 Injecçã endscópica de fármacs 108.2 Tatuagem cólica 109.0 Sedar/analgesiar (sedaçã superficial u prfunda) Os códigs 101.5, 102.3 e 109.0 devem ser clcads n lcal reservad a MCDT efetuads e nã prescrits. Os códigs 101.5, 102.3 sã mutuamente exclusivs. Os restantes códigs, 104.0 a 108.2, sã autmaticamente registads aquand da prescriçã d códig 100.7, devend prestadr indicar a quantidade zer u um, respetivamente ns exames que nã efetuu e s que realizu. Se frem prescrits s exames cm s códigs: 002.7 (Endscpia alta), 007.8 (Rectsigmidscpia flexível), 008.6 (Rectscpia rígida) e 009.4 (Anuscpia), pde ser adicinad, n lcal própri para s exames prestads e nã prescrits, exame 030.2 (Biópsias transendscópicas) em quantidade máxima de 1. 24

4.3.2 Medicina Física e Reabilitaçã (área G) Na sequência de uma prescriçã de primeira cnsulta em MFR (002.7), u de uma cnsulta subsequente em MFR (003.5) emitida pela Unidade de Saúde d SNS, prestadr, n âmbit desta cnsulta, decidirá s trataments a realizar a utente (n máxim 60 trataments). Estes trataments deverã ser clcads em cada uma das 5 linhas remanescentes da prescriçã (via manual e materializada) u n lcal própri para efeit (desmaterializada), cm identificaçã ds respetivs códigs de cnvençã e a quantidade prescrita. Os tips de tratament pderã variar desde que (Tn1 x Qn2) 60, send Tn1 = tip de tratament, Qn2 = quantidade d tratament, e n1 situa-se entre 1 e 5, inclusive; Uma vez cncluíds s trataments, prestadr tem de clcar, na área da prestaçã, a quantidade de trataments efetivamente prestada, preç e a taxa mderadra aplicada; Para além das sessões de tratament, prestadr pderá incluir ainda a cnsulta de avaliaçã final em MFR (004.3), na área de prcediments prestads e nã prescrits, desde que tenha sid prduzid relatóri circunstanciad para médic assistente. Adicinalmente, prestadr deve identificar, Médic Executante, send que ns cass pr via manual u materializada, deverá apr a vinheta identificativa e a respetiva assinatura d médic fisiatra respnsável pela prescriçã e/u realizaçã ds trataments de fisiterapia. Imprta referir que a vinheta e a assinatura têm de estar presentes sempre que sã realizads quaisquer exames/trataments de MFR, independentemente d prestadr ter adicinad exames/trataments u ter-se limitad a realizar s exames/trataments prescrits pel médic prescritr d SNS. N que respeita às requisições para terapia da fala (códigs 1518.5 e 1519.3) prestadr apenas pde executar s códigs prescrits na quantidade máxima de 12 trataments pr prescriçã. Para estas requisições nã é necessária a apsiçã da vinheta e assinatura d médic executante. Sempre que sejam prescrits trataments de fisiterapia, prestadr terá de preencher a data da primeira e última sessã, para que a requisiçã seja cnsiderada válida. N âmbit da cnsulta final em MFR n cas de prescriçã ds códigs 1504.5 (Espirmetria, incluind curva débit vlume), 1505.3 (Capacidade residual funcinal u vlume residual (héli/azt)) e 1506.1 (Pletismgrafia crpral: estud da resistência das vias aéreas e vlume de gás intratrácic) é pssível acrescentar s exames n lcal própri para prescriçã de exames efetuads nã prescrits: 1507.0 Prva de brncdilataçã (acresce à prva basal) 1508.8 Prva de brnccnstriçã cm água destilada/slut hipertónic (acresce à prva basal) 1510.0 Prva de brnccnstriçã de esfrç, cm bicicleta u tapete rlante (acresce à prva basal) 25

1512.6 Prva de brnccnstriçã cm metaclina (acresce à prva basal) 1513.4 Prva de brnccnstriçã específica cm alergénis (acresce à prva basal) 1514.2 Capacidade de difusã d CO pr respiraçã única 4.3.3 Pneumlgia e Imunalerglgia (área I) Se frem prescrits s exames 154.6 (Brncscpia rígida), 155.4 (Brncfibrscpia), 156.2 (Vídebrncfibrscpia), 043.8 (Tracscpia) e 044.2 (Mediastinscpia cervical) pde ser adicinad n lcal própri para s exames efetuads e nã prescrits códig 165.1 (Biópsia endscópica). 4.3.4 Radilgia (área M) N âmbit da realizaçã de MCDT de radilgia, pdem n lcal própri para s exames efetuads e nã prescrits, ser adicinads s códigs 519.3 (TC, suplement de cntraste endvens), 520.7 (TC, cntraste ral) e 521.5 (TC, cntraste rectal) cas tenha sid prescrit um ds seguintes códigs: 295.0 TC d crâni 296.8 TC das órbitas 301.8 TC d tórax 598.3 TC d abdómen superir 601.7 TC pélvica 720.0 TC maxil-facial 721.8 TC d pescç (partes mles) 722.6 TC da sela turca 723.4 TC ds seis perinasais 724.2 TC ds uvids 725.0 TC da faringe N cas da mamgrafia é ainda admissível a prestaçã de incidência a mais (códig 708.0). O códig 719.6 Dppler (adicinal a qualquer exame de ecgrafia) apenas deve ser utilizad para as ecgrafias da tabela de Radilgia, excluind exame 1530.4 - Eccardigrama transtrácic bidimensinal (exame que cnsta da tabela de Cardilgia). Assim send s prestadres de qualquer uma da área, Radilgia u Cardilgia, nã pdem adicinar códig 719.6 a códig 1530.4. 26

4.4 Preenchiment da Requisiçã pr parte d Prestadr O preenchiment de uma requisiçã de MCDT pel prestadr deverá respeitar s seguintes critéris: Requisiçã desmaterializada: A entidade prestadra, n at de prestaçã de MCDT, deve sinalizar, na BDNR, a efetivaçã da prestaçã d exame a utente, através d Códig de Prestaçã crrespndente. Requisiçã materializada u pr via manual: A requisiçã materializada u pr via manual deve brigatriamente incluir s seguintes elements: Identificaçã da Entidade Prestadra - A entidade prestadra deverá estar devidamente identificada através d respetiv carimb; Identificaçã d Exame - O prestadr deverá clcar na requisiçã, pr cada MCDT realizad, s seguintes camps: a) Códig d exame / tratament de acrd cm a Tabela de MCDT Cnvencinads em vigr; b) Quantidade prestada ats realizads; c) Valr da Prestaçã pr item de MCDT; d) Taxa mderadra cbrada a utente. Identificaçã d médic executante Através de vinheta e assinatura. Declaraçã de prestaçã de MCDT pel utente cm regist de: a) Data de Execuçã ds MCDT prescrits; b) Assinatura u quand aplicável, impressã digital d utente. Para que a requisiçã seja válida, para psterir faturaçã, cada exame / tratament cm um códig diferente deverá estar clcad numa linha de prescriçã diferente. 5 Dispnibilizaçã de resultads de MCDT As entidades prestadras devem cnferir se utente, previamente, Cnsentiu u Nã Cnsentiu a dispnibilizaçã ds resultads na Área d Cidadã e para cnsulta ds prfissinais d SNS. Previamente a seu envi, há que assegurar que estes sã dispnibilizads a utente crret, send necessári verificar a sua identificaçã. 27

A SPMS, dispnibiliza, à entidade prestadra um serviç que permite a cnsulta de dads d Utente n RNU, pesquisada pr um u mais elements da seguinte lista: Númer de identificaçã d utente d SNS (preferencialmente). Nme Cmplet d Utente. Assciad a este parâmetr é pssível bter a seguinte infrmaçã adicinal: Nº de SNS; Nme Cmplet; Data de Nasciment; Sex; Códig de País de Naturalidade; Descriçã de País de Naturalidade; Indicaçã se Utente pssui Cartã de Cidadã (S/N); Indicaçã de Óbit (S/N). Ns cass em que utente nã cnsentiu a dispnibilizaçã de resultads na Área d Cidadã e para cnsulta ds prfissinais de saúde d SNS, s referids resultads deverã ser prestads cnfrme previst ns terms da relaçã cntratual em vigr u de cmum acrd entre utente e prestadr, sem prejuíz da segurança, cnfiança e integralidade da transmissã de dads. 5.1 Acess as Resultads de MCDT: Através da Área d Cidadã: A entidade prestadra deve, através ds meis digitais dispnibilizads pela SPMS, dispnibilizar a cidadã e as prfissinais de saúde d SNS s resultads ds MCDT realizads, assegurand que estes acmpanhem utente em td SNS. A dispnibilizaçã de resultads é efetuada de duas frmas: De frma nã estruturada, através de um ficheir em frmat PDF; De frma estruturada, cm recurs a catálgs semântics das várias áreas de cnvençã e devidamente mapeads para s códigs e designações cnstantes das tabelas de preçs em vigr n SNS. A SPMS definirá, através de nrma técnica, a sluçã tecnlógica para a dispnibilizaçã de resultads, na cmpnente de imagem e relatóri, a cidadã e as prfissinais de saúde d SNS. Outras alternativas: 28

Na impssibilidade u inviabilidade de acess à Área d Cidadã, a dispnibilizaçã de resultads é feita em terms equivalentes a nã cnsentiment da partilha de resultads MCDT. 29

Anexs Entidades Financeiras Respnsáveis Códig Designaçã Abreviatura Dcument Respnsabilidade Financeira Entidade a Faturar 935601 Serviç Nacinal de Saúde SNS Cartã utente SNS ARS/ULS 935640 SNS/ ADSE SNS/ ADSE Cartã utente SNS ARS/ULS 935643 SNS/ IASFA SNS/ IASFA Cartã utente SNS ARS/ULS 935641 SNS/ SAD-GNR SNS/ SAD-GNR Cartã utente SNS ARS/ULS 935642 SNS/ SAD-PSP SNS/ SAD-PSP Cartã utente SNS ARS/ULS 935632 SNS/ Caixa Geral de Depósits SNS/ CGD Cartã utente SNS ARS/ULS 935631 SNS/ Imprensa Nacinal Casa da Meda SNS/ INCM Cartã utente SNS ARS/ULS 935629 SNS/ Inscrits Açres SNS/ Inscrits Açres Cartã utente SNS ARS/ULS 935630 SNS/ Inscrits Madeira SNS/ Inscrits Madeira Cartã utente SNS ARS/ULS 935612 SNS / Acrd - Brasil SNS / Acrd - Brasil PTBR13 SNS ARS/ULS 935618 SNS / Cnvençã Cab Verde (Blseirs) SNS / Cnvençã Cab Verde (Blseirs) Declaraçã Emitida Embaixada SNS ARS/ULS 935619 SNS / Evacuads Angla SNS / Evacuads Angla Credencial emitida DGS SNS ARS/ULS 935620 SNS / Evacuads Cab Verde SNS / Evacuads Cab Verde Credencial emitida DGS SNS ARS/ULS 935621 SNS / Evacuads Guiné Bissau SNS / Evacuads Guiné Bissau Credencial emitida DGS SNS ARS/ULS 935622 SNS / Evacuads S. Tmé e Príncipe SNS / Evacuads S. Tmé e Príncipe Credencial emitida DGS SNS ARS/ULS 935623 SNS / Evacuads Mçambique SNS / Evacuads Mçambique Credencial emitida DGS SNS ARS/ULS 935624 SNS / Em situaçã irregular Cuidads urgentes e vitais SNS / Em situaçã irregular Cuidads urgentes e vitais SDD SNS ARS/ULS 935625 SNS / Menr em situaçã irregular SNS / Menr em situaçã irregular SDD SNS ARS/ULS 935628 Nacinais da Nruega, Dinamarca e Rein Unid Nacinais da Nruega, Dinamarca e Rein Unid Cartã identificaçã pessal SNS ARS/ULS 30

935633 SNS / Estatut de Refugiad SNS / Estatut de Refugiad Declaraçã cmprvativa da situaçã SNS ARS/ULS 935634 SNS / Requerente de Asil SNS / Requerente de Asil Declaraçã cmprvativa da situaçã SNS ARS/ULS 930003 Centr Nacinal de Riscs Prfissinais CNPRP Cartã de Dença Prfissinal ISS ARS/ULS 938600 SNS / Acidentes SNS / Acidentes Cartã utente Seguradras ARS/ULS 935611 Estada Regulaments Cmunitáris Estada Regulaments Cmunitáris CESD / CPS / S2 CVI ARS/ULS 935613 Cnvençã - Andrra Cnvençã - Andrra P/AND3 CVI ARS/ULS 935614 Cnvençã Cab Verde Cnvençã Cab Verde CVP19 CVI ARS/ULS 935615 Cnvençã - Québec Cnvençã - Québec QUEPOR4 CVI ARS/ULS 935616 Cnvençã - Marrcs Cnvençã - Marrcs MAPT4 CVI ARS/ULS 935617 Cnvençã - Tunísia Cnvençã - Tunísia TNPT6 CVI ARS/ULS Exempls de entidades aplicáveis a cidadãs migrantes d espaç eurpeu (Cartã Eurpeu Segur de Dença - CESD) Códig Acrónim (SIGLA) Nme País 0100062796 KELA, FPA Kansaneläkelaits, Vaasan kansainvälinen yksikkö FI 0300000056 Turva Keskinäinen Vakuutusyhtiö Turva FI 10110001 APTH-PFL ARISTOTELEIO PANEPISTIMIO THESSALONIKIS-PAN FOITITIKI LESCHI GR 21001012 IKA-AMFITHEAS IDRYMA KOINONIKON ASFALISEON--ENIAIO TAMEIO ASFALISIS MISTHOTON: IKA AMFITHEAS GR 101300130 IKK-Direkt IKK Direkt Rechtskreis West DE 101317004 AOK NORDWEST AOK Nrdwest- Die Gesundheitskasse - DE 01031PF000 C.A.F. CAISSE D'ALLOCATIONS FAMILIALES DE L'ALLIER FR 0105100000 CPAM HTES ALPES CAISSE PRIMAIRE D'ASSURANCE MALADIE DE GAP FR 80200103 NUORO ASL NUORO IT 80200105 ORISTANO ASL ORISTANO IT 00008 CSS CSS Versicherung AG CH 0062 SUPRA SUPRA Caisse maladie CH 2000 CASS Caixa Andrrana de Seguretat Scial AD 31

Estrutura de cdificaçã das requisições para prescriçã manual A numeraçã ds impresss d SNS é uma sequência numérica, de dezanve psições, cm seguinte frmat: Regiã de Saúde Tip Origem Centr emissr Sequência Via Check-digit X XX XXX XXXX X XXX XXX X X Regiã de Saúde A primeira psiçã representa a regiã de saúde da prestaçã de cuidads, de acrd cm a tabela d INE: Códig 1 Nrte 2 Centr 3 Lisba e Vale d Tej 4 Alentej 5 Algarve 6 Autónma ds Açres 7 Autónma da Madeira Regiã Tip a segunda psiçã e a terceira - identifica mdel d impress, de acrd cm uma classificaçã a ser apresentada pela ACSS, send que para as Requisiçã de MCD/AT/C deverá ser utilizad códig 04 Origem da quarta psiçã à sexta - identifica a prveniência d impress, send representada pr três dígits, pdend tmar s seguintes valres: Valr 000 pré-impress Origem Centr emissr é cnstituíd pr quatr dígits, send valr 0000 reservad as impresss da INCM. Sequência da décima primeira psiçã à décima sétima - cntém a numeraçã sequencial de impresss de uma mesma regiã de saúde, tip, rigem e centr emissr. Via a décima itava psiçã - permite distinguir as diversas vias de um mesm dcument múltipl. N cas de impress simples cntém valr zer. Check-digit O dígit verificadr da string de numeraçã ds impresss deve ser calculad de acrd cm sistema ISO/IEC 7074, MOD 11-2 32