INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E tecnologia PARAÍBA Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - Campus Cajazeiras Diretoria de Ensino / Coord. do Curso Superior de Licenciatura em Matemática Rua: José Antônio da Silva, n o 300, Jardim Oásis - Cajazeiras,Cep: 58900 000, Paraíba Fone: (83)3532 4100 ramal: 4186 1. Identificação da Disciplina Programa da Disciplina 1.1 Nome da Disciplina: METODOLOGIA APLICADA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1.2 Pré-Requisito: 1.3 Carga Horária: 1.4 Período: 1.5 Núm. de Créditos 1.6 Curso: Pratica de Ensino da Matemática I 67 horas/ aula 8 o 4 Aulas/ Semana LICENCIATURA EM MATEMÁTICA 2. Ementa História da Educação Especial. Inclusão da pessoa com deficiência. Metodologia de pesquisa. Metodologia do ensino de matemática em educação especial. 3. Objetivos da Disciplina 1
3.1 Geral: A disciplina tem por objetivo principal possibilitar condições que favoreçam ao aprimoramento do diálogo na formação inicial de professores de Matemática, através do caráter multidisciplinar da Educação Matemática, incentivando o desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados para o Ensino de Matemática na Educação Inclusiva. 3.2 Específicos: Contextualizar concepções e práticas acerca da Educação Matemática na Educação Inclusiva. Conhecer obras de professores/pesquisadores em Educação Matemática, dada ênfase na Educação Inclusiva. Elaborar proposta de pesquisa em Educação Matemática na Educação Inclusiva. 4. Conteúdo Programático 4.1 Acolhida. Apresentação da Disciplina. 4.2 Metodologia da investigação em Educação Matemática. 4.3 Educação Inclusiva. A diversidade humana e o espaço escolar. Dimensões das práticas pedagógicas inclusivas. Educação Especial na atualidade. A Educação Especial no contexto da Educação Inclusiva. A formação de Professores no contexto da Educação Inclusiva. 4.4 Educação Matemática no contexto da diversidade. Metodologias de Ensino de Matemática na Educação Inclusiva. A formação de professores de Matemática no contexto da Educação Inclusiva. Relatos de experiências. 4.5 Estudos Dirigidos (leituras, roteiros, resenhas, exercícios, debates e etc.). 4.6 Seminários 4.7 Projeto de Pesquisa (produção e acompanhamento). 5. Metodologia de Ensino 2
A metodologia deve contemplar a promoção da reflexão-ação-reflexão. Assim, cada aula temática fará uso de publicações produzidas por professores/pesquisadores em Educação Matemática, dada ênfase em Prática de Ensino de Matemática, bem como será constituída por dois momentos. Para realização das atividades: (1) será mediada discussão reflexiva, tendo como tomada de partida textos disponibilizados com respectivas notas de aula e (2) estudos dirigidos individuais e coletivos, a partir da prática de cenários ilustrados nas contribuições trazidas pelas publicações e/ou dos sujeitos envolvidos, que possam culminar em estratégias ações, para retomada da reflexão. No entanto, propõe-se um tratamento diversificado que contemple e fortaleça a observação, oralidade e escrita científica, a partir de produções textuais, dinâmicas, oficinas, seminários e planejamento/condução da prática. 6. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Propõe-se uma avaliação contínua e permanentemente, considerando a efetiva participação nas atividades propostas (presenciais e não presenciais), logo culminando em uma proposta de avaliação dinâmica que contemple a oralidade e escrita científica. Segue descrição dos instrumentos de avaliação, a saber: (1) Seminários - AV 1 (100%); Apresentação oral (80%) e participação (20%); (2) Estudos Dirigidos - AV 2 (100%) Atividades em sala de aula e domiciliar (90%) e frequência (10%) (3) Projeto de Pesquisa - AV 3 (100%) Projeto (80%) e acompanhamento (20%) AV 1+AV 2+AV 3 MÉDIA = 3 = 70 (APROVADO) < 70 e > 40 (EXAME FINAL), com media final superior igual a 50 para aprovação. = 40 (REPROVADO). 3
7. Recursos Didáticos Para o bom desenvolvimento do trabalho, serão necessários os seguintes recursos didáticos, a saber: Sala equipada com carteiras e quadro branco; Pincel para quadro branco e apagador; Projetor digital Laboratório de Matemática; Laboratório de Informática; Notas de aula (slides); Apostila Textos ; Biblioteca e Mecanografia. 8. Bibliografia 8.1 Básica: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares - Estratégias para a Educação de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais. Brasília: MEC/ SEF/SEESP, 1998. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, 2008. BERGANO, R. B. Pesquisa e prática profissional: educação especial. Curitiba: Ibpex, 2009. FERNANDES, S. Fundamentos para educação especial. Curitiba: Ibpex, 2007. FERRONATO, R. A Construção de Instrumento de Inclusão no Ensino de Matemática. Dissertação de Mestrado em Engenharia de Produção. Universidade Federal de Santa Catarina, 2002. 4
PASSOS, A. M; PASSOS, M. M.; ARRUDA, S. M. A Educação Matemática Inclusiva no Brasil: uma análise baseada em artigos publicados em revistas de Educação Matemática. R. B. E. C. T., v. 6, n. 2, mai-ago, 2013. 8.2 Complementar: FIORENTINI, D; LORENZATO, S. Investigação em educação matemática: percursos e teóricos e metodológicos. 3. ed. rev. Campinas, SP: Autores Associados, 2012. GHEDIN, E.; FRANCO, M. A. S. Questões de método na construção da pesquisa em educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2011. Plano de Ensino aprovado em Reunião do Colegiado do Curso, com participação do: Gastão Coelho de Aquino Filho Diretor de Ensino - IFPB \ Campus Cajazeiras Geraldo Herbetet de Lacerda Coordenador do Curso Superior de Licenciatura em Matemática - IFPB \ Campus Cajazeiras 5