AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2011-2012



Documentos relacionados
AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

CONSTRUÇÃO DO REFERENCIAL

Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor:

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

Portaria n.º 359/2013 de 13 de dezembro

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

PROJETO DE REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

MUNICÍPIO DE LAGOA AÇORES REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE PREÂMBULO

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013

REGULAMENTO. Estudante Internacional

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016

DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO

REORIENTAÇÃO DO PERCURSO FORMATIVO EM CURSOS DO NÍVEL SECUNDÁRIO DE EDUCAÇÃO

PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014

Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro

Ministério da Educação e Ciência

Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 18 de maio de Série. Número 89

PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013

manual da aplicação informática modelo de avalição da biblioteca escolar v Rede Bibliotecas Escolares

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO PEDAGÓGICO

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 138/2015 de 15 de Setembro de 2015

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria

Plano de Melhoria. Biénio 2013/2015

PROJETO PÁGINA WEB GRUPO DISCIPLINAR DE EF

Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º)

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO

Melhorar o desempenho Promover o sucesso: Aprender mais Aprender melhor PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014/ 2017

PESQUISA SOBRE VALIDAÇÃO DE DISCIPLINA/APROVEITAMENTO DE ESTUDOS NOS CURSOS SUPERIORES

Regulamento da CPA Comissão Própria de Avaliação DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE VISCONDE DO RIO BRANCO CAPÍTULO I

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 21 de julho de Série. Número 132

CIRCULAR INFORMATIVA

r I MINISTÉRIOOAEDUCAÇAO

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE CATÓLICA DE UBERLÂNDIA. I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

FACULDADE DO GUARUJÁ

FAI CENTRO DE ENSINO SUPERIOR EM GESTÃO, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Manual do Estágio Supervisionado

Escola Secundária José Saramago Mafra. Cursos Profissionais. Ano letivo

Plano de Atividades Centro de Recursos para a Inclusão Plano de Atividades Centro de Recursos para a Inclusão

Câmara Municipal de Resende REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

REGULAMENTO DA QUALIDADE ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO

RELATÓRIO FINAL DE AUTOAVALIAÇÃO

FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

Escola Evaristo Nogueira

PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017

Regulamento de Criação e Funcionamento dos Grupos de Trabalho da Sopcom

Manual de administração

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

MANUAL DO FORMANDO FORMAÇÃO À DISTÂNCIA Introdução

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DA FEAFLOR- FACULDADE DE EDUCAÇÃO - ALTA FLORESTA

EXAMES DO ENSINO SECUNDÁRIO 2012 CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS (11º E 12º ANOS) EXAMES FINAIS NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

Ministério da Educação e Ciência

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE ALTA FLORESTA - FAF

Critérios Gerais de Avaliação

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE

Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES

Banco de Manuais Escolares REGULAMENTO PREÂMBULO

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Nelas, Mangualde, Penalva do Castelo, Sátão e Vila Nova de Paiva

REGULAMENTO DE CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

CARTA DE PRINCÍPIOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DO CONCELHO DE OEIRAS 2012/2013

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS. Capítulo I Da denominação e sede

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Considerando o disposto no artigo 12, inciso V; artigo 13, inciso IV, e artigo 24, inciso V, alínea e, da Lei Federal 9394/96;

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA

NOVABASE - Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A.

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Informação complementar ao Relatório de Governo das Sociedades referente ao Exercício de 2007

FEFISA FACULDADES INTEGRADAS DE SANTO ANDRÉ REGULAMENTO COORDENAÇÃO DE TCC 2014/2015

Análise e Tramitação de Projetos nos Comitês de Ética em Pesquisa

Regulamento do Concurso de Ideias

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187

DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS.

Programa de Promoção da Prática Desportiva Desenvolvimento da Atividade Interna. Enquadramento e Regulamento

P r o j e t o d e A p o i o E d u c a t i v o

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio)

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA

Transcrição:

AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS 2011-2012 RESPOSTA DA EQUIPA DE AVALIAÇÃO AO CONTRADITÓRIO APRESENTADO PELA ESCOLA SECUNDÁRIA EÇA DE QUEIRÓS, PÓVOA DE VARZIM Análise do Contraditório Analisado o contraditório apresentado pela Escola Secundária Eça de Queirós, a Equipa de Avaliação Externa sobre a matéria contradita no referido documento tem a dizer o seguinte: - Parece-nos desnecessário responder a todos os pontos do contraditório uma vez que há aspetos que consubstanciam meras opiniões, a que todos têm direito - Por outro lado, muitas questões levantadas no contraditório têm resposta no Perfil de Escola, que foi enviado atempadamente à Escola, para que se debruçasse sobre ele de modo a fazer as correções necessárias. Ora, as correções feitas e enviadas à Equipa de Avaliação Externa prenderam-se apenas com o número de alunos que beneficiam da ação social escolar. Quanto à Caracterização da Escola Parte Um Dados incorretos e/ou imprecisos 1. No º parágrafo da página 2 --- é feita referência a 43 turmas dos cursos cientifico-humanísticos, no respeito pelo número total de turmas destes cursos constante no Perfil de Escola que, atempadamente, foi enviado à Escola para validação. No entanto, a Equipa não se opõe a que se altere para 41 turmas. Quanto ao Domínio dos Resultados 4. O valor de 9,7 (média das classificações em Português no exame nacional do 1º ano realizado em 2011), referido na segunda linha da página 3 do relatório corresponde ao que de facto consta no Perfil de Escola, conforme documento enviado atempadamente à Escola para validação. 5. De acordo com os dados registados pela direção da Escola na grelha que lhes foi entregue pela Equipa de Avaliação Externa (46 alunos inscritos em 2007-2008, dos quais 39 concluíram o ciclo formativo), a taxa de conclusão do curso profissional, referida no segundo parágrafo da página 3 do relatório, é, de facto, 84,8% e não outra. Parte Dois Resultados Resultados académicos O valor nacional de referência utilizado pela Equipa de Avaliação Externa (taxa de conclusão do 1º ano em 2010/11-74.34%) consta de documento com origem no MISI e fornecido às equipas de avaliação pela Inspeção-Geral da (IGEC). Acresce esclarecer que a IGEC, tal como no modelo anterior da Avaliação Externa das Escolas, utiliza como fonte de dados a informação disponibilizada pelo MISI mas não utiliza os indicadores produzidos por este serviço. Assim, enquanto a Escola se 1

baseia no indicador taxa de sucesso realizado pelo MISI, a IGEC utiliza a taxa de transição com base no seguinte método de cálculo: Taxa de Transição = Transitados/(Transitados+Retidos Global) *100, sendo que nos Retidos Global são incluídos: Não Transitados ou Não concluídos; Abandonos; Anulação de Matrícula; Retidos ou Excluídos por Faltas. 3., 4., 5. e 6. No penúltimo parágrafo deste campo de análise (pág. 3) do relatório, a equipa de avaliação refere [e bem, face ao rigor dos dados/elementos aí vertidos, conforme se pode concluir pela análise dos dados constantes no Perfil de Escola, documento enviado atempadamente à Escola para validação, e no Relatório de Execução do Plano de Desenvolvimento de Autonomia ano letivo 2009-2010] que Pese embora um dos objetivos da Escola, inscritos no contrato de autonomia para o desenvolvimento do seu projeto educativo, se orientar para a diminuição das taxas de insucesso escolar, a taxa de conclusão do 1º ano, verificada em 2009-2010, evidencia, contudo, uma evolução desfavorável relativamente ao período homólogo anterior. De resto, esta situação foi identificada e registada pela Escola no Relatório de Execução do Plano de Desenvolvimento de Autonomia ano letivo 2009-2010, quando refere que Globalmente, os resultados escolares da ESEQ, em 2009/2010 pioraram relativamente ao ano letivo anterior. 7. A propósito dos resultados nos exames nacionais do ensino secundário referente a 2011 a equipa de avaliação refere [e bem, face ao rigor dos dados/elementos aí vertidos, conforme se pode concluir pela análise dos dados constantes no Perfil de Escola, documento enviado atempadamente à Escola para validação] que No último triénio, os resultados dos exames do 1º ano apresentaram, tendencialmente, valores superiores aos nacionais, verificando-se, no entanto, em 2011, uma inversão dessa tendência nas disciplinas de Português e de História com resultados (9.6 e 9.6 valores) inferiores aos nacionais (9.7 e 10.5 valores, respetivamente). Globalmente consideradas, verifica-se uma aproximação das classificações dos exames aos valores nacionais, sendo que, no relatório do primeiro ciclo da avaliação externa desta Escola, foi observado que os resultados dos exames se situavam, em média, 2 a 3 valores acima da média nacional. Resultados sociais 8., 9. e 10. É referido no relatório que [ ] não obstante o conhecimento das linhas gerais dos documentos estruturantes da vida da Escola, designadamente do regulamento interno, não se verifica uma ampla participação dos alunos na construção destes documentos. Trata-se de um juízo avaliativo sustentado pelos depoimentos de vários intervenientes em sede de diferentes painéis. 11. e 1 É referido no relatório que Não dispondo de um processo organizado e sistemático de acompanhamento dos alunos após conclusão do ensino secundário, os testemunhos que a Escola recolhe e os depoimentos prestados por diversos intervenientes em diferentes painéis, muitos deles ex-alunos, permitem concluir do grande impacto da escolaridade no percurso académico e profissional dos alunos. Com efeito, é a própria Escola que no documento de apresentação [elaborado no âmbito desta AEE] refere [página 13] que ainda não dispõe de um mecanismo organizado e sistemático que permita fazer o acompanhamento do percurso dos alunos após a conclusão do Ensino secundário. Este será um projeto a implementar na nova fase do contrato de autonomia. 2

Reconhecimento da comunidade IGEC 13. a 18. É referido no relatório que Assim, é genericamente reconhecido que a Escola deverá estar mais atenta aos resultados sociais da educação escolar para que os Quadros de Excelência e de Valor possam, efetivamente, no seu conjunto, evidenciar o mérito, não apenas dos resultados académicos, mas também o empenhamento em ações meritórias em favor da comunidade ou da sociedade em geral, já que, atualmente, se verifica a inexistência de alunos no Quadro de Valor. Como se depreende [no período completo do texto] trata-se de um facto reconhecido em sede de painéis representativos da comunidade escolar. Conclusão/Síntese do domínio A conclusão/síntese do Domínio 1 do relatório encerra um conjunto de juízos avaliativos da equipa de avaliação que resultam na classificação atribuída. A valoração das [categorias de] asserções apresentadas pela Escola em contraditório e a sua contabilização em pontos fortes e fracos [a expressão ponto fraco jamais foi utilizada no relatório pela equipa de avaliação] encerram, elas próprias, juízos avaliativos que, objetivamente, não são da responsabilidade da equipa de avaliação. Os pontos fortes e as áreas de melhoria considerados pela equipa de avaliação, decorrentes de uma visão holística do desempenho da Escola, integram o Capítulo 4 [Pontos Fortes e Áreas de Melhoria] do relatório. Parte Cinco Pontos fortes e áreas de melhoria É referido no relatório que No ensino secundário, em 2010-2011, a taxa de conclusão do 1º ano foi de 69.3%, situando-se abaixo do valor nacional de referência (74,34%). Tal asserção é rigorosa, como se conclui pela análise dos dados constantes no Perfil de Escola e do documento Indicadores nacionais com origem no MISI. Parte Seis Considerações finais Conforme já foi dado conhecimento à Escola, os valores esperados podem ser calculados a partir das equações que estão no Anexo 4.3. do relatório do Grupo de Trabalho para o novo ciclo de Avaliação Externa das Escolas que está disponível em http://www.ige.min-edu.pt. 5. e 6. É referido no relatório que No último triénio, os resultados dos exames do 1º ano apresentaram, tendencialmente, valores superiores aos nacionais, verificando-se, no entanto, em 2011, uma inversão dessa tendência nas disciplinas de Português e de História com resultados (9,6 e 9,6 valores) inferiores aos nacionais (9,7 e 10,5 valores, respetivamente). Tal asserção é rigorosa, como se conclui pela análise dos dados constantes no Perfil de Escola. ADENDA [ínsita no contraditório] No 1.º parágrafo da página 2 da Caracterização da Escola, onde se lia maio de 2007, passa a ler-se setembro de 2007. 3

3. Na primeira linha da página 3 do campo de análise - Resultados académicos é feita referência à disciplina de História, no respeito pela designação constante no Perfil de Escola que atempadamente foi enviado à Escola para validação. Quanto ao Domínio da Prestação do Serviço Educativo No contraditório apresentado pela ESEQ e em relação a este domínio a Escola afirma: A ESEQ sempre defendeu não integrar os critérios de avaliação nem no Regulamento Interno nem no Projeto Educativo, por considerar que as revisões anuais daqueles (que têm sido efetuadas nesta Escola) poriam, de alguma forma, em causa a estabilidade e a segurança organizacional e institucional que se pretende para estes documentos ; A ESEQ criou uma estrutura designada "Conselho Informal de Coordenadores de Departamento Curricular". Esta estrutura é propositadamente informal (não se redigem atas, não existe agendamento fixo de reuniões, nem convocatórias, nem ordens de trabalho...), orientadores da vida da Escola. Qualquer que seja a decisão da Escola, ela não pode contrariar as normas regulamentares. Quanto ao Domínio da Liderança e Gestão Liderança 1, 2 e 3 - Os espaços para a educação física não são os ideais para a prática desportiva. Foi referido no relatório que encontramos na Escola equipamentos adequados e espaços interiores e exteriores bem cuidados e asseados. De referir, no entanto, que apesar de um campo com relva sintética no exterior e três salas no interior para a prática da educação física, estes espaços não são os ideais para a prática desportiva. De facto com esta afirmação a equipa avaliativa não tira mérito aos vários sucessos dos alunos, não refere se a ESEQ tem melhores ou piores instalações que as suas congéneres do território nacional nem põe em causa o protocolo de permuta de instalações com o Clube desportivo da Póvoa de Varzim. 4, 5 e 6 O projeto educativo foi aprovado pela assembleia de escola. Esperava-se que o conselho geral ao assumir funções ratificasse, em assembleia e ata respetiva, esse projeto dando cumprimento a uma das suas competências. Não recolhemos evidências de o ter feito. 7 Está vertido no relatório que Embora não exista formalmente constituída uma equipa no sentido de uma dimensão institucional, pois é formada somente por professores, existem práticas intencionais e sistemáticas de avaliação interna que ocorrem ao nível das diferentes estruturas da Escola. A monitorização e avaliação dos resultados académicos, em particular, são objeto de uma análise sistemática. Contudo, a inexistência de um modelo de avaliação institucional estruturado e participado por todos os sectores da comunidade educativa não permite potenciar, de uma forma abrangente, o desenvolvimento e a consolidação de uma atitude crítica e de autoquestionamento, relativa à qualidade do serviço educativo prestado, indutora de planos estratégicos de melhoria A Equipa avaliativa introduz no relatório evidências e sugere o alargamento da equipa de autoavaliação a outros elementos da comunidade. 4

Conclusão da Equipa Face ao exposto, a equipa de avaliação externa regista que: o relatório produzido resulta da análise documental, da observação direta e de outros elementos recolhidos em painéis representativos da comunidade escolar; a Escola não apresenta no contraditório dados/factos que justifiquem qualquer alteração do Relatório para além das correções pontuais, seguidamente referidas: na pág. 2, Caracterização da Escola (1.º parágrafo, 4.ª linha), onde se lia maio de 2007, passa a ler-se setembro de 2007 e no º parágrafo (ª linha), onde se lia ( ) cursos científico-humanísticos (43 turmas), passou a ler-se ( ) cursos científicohumanísticos (41 turmas). A Equipa de Avaliação Externa: Maria José Rangel, João António Pereira da Silva; José Augusto Pacheco Data: 13.03.2012. 5