Coordenação: Conselho para a Avaliação e Qualidade Gabinete de Qualidade, Avaliação e Procedimentos Instituto Politécnico de Beja Rua Pedro Soares, s/n 7800-295 BEJA Equipa Técnica: João Leal Manuel Monge Olga Santiago Anabela Fonseca IPBeja/Maio de 2012 1
IPBEJA SERVIÇO DE TESOURARIA Manual de Procedimentos 1. INTRODUÇÃO... 3 2. NOTA DE REALIZAÇÃO... 5 3. BREVE GLOSSÁRIO... 6 4. DOCUMENTAÇÃO... 7 5. FUNDO DE MANEIO... 8 5.1 INTRODUÇÃO... 8 5.2 CONSTITUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DO FM... 9 5.3 RECONSTITUIÇÃO... 12 5.4 REPOSIÇÃO... 13 6. RECEBIMENTOS... 15 6.1. 6.2. RECEBIMENTOS... 15 INCUMPRIMENTOS... 21 7. PAGAMENTOS... 22 2
1. INTRODUÇÃO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA Como objectivo geral, a Tesouraria deverá efectuar uma eficiente previsão, optimização e controlo de todos os pagamentos e de todos os recebimentos, no sentido da minimização dos riscos de carência e detenção de liquidez. As funções gerais da Tesouraria assentam na salvaguarda de valores, devendo os seus responsáveis: Validar a documentação de suporte; Identificar verbas depositadas por transferência bancária; Preparar os meios de pagamento; Recolher e verificar as assinaturas obrigatórias, designadamente nos cheques e nas transferências bancárias; Efectuar os pagamentos autorizados; Garantir a boa cobrança das facturas; Registar todos os pagamentos efectuados; Verificar, conferir e arrecadar todos os recebimentos; Efectuar todos os depósitos diariamente; Registar todos os recebimentos; Elaborar o diário de caixa dos valores entrados e saídos; Administrar o Fundo de Maneio; Fornecer informação atempada e actualizada aos serviços competentes, das entradas e saídas de valores; Arquivar a documentação de suporte das operações efectuadas pela Tesouraria, em conformidade com as normas institucionalizadas. Este documento visa servir de referência ao Serviço de Tesouraria (de ora em diante também designado ST), bem como a todos os Serviços/Gabinetes e utentes intervenientes, relativamente aos procedimentos a realizar. O presente documento encontra-se dividido em duas partes. Uma primeira, designada por Breve Glossário e Documentação, onde se aborda o significado e conteúdo da nomenclatura e da documentação, respectivamente, utilizada pelo serviço, a qual é apresentada como anexo; e uma segunda, designada por procedimentos que consiste 3
em clarificar o trabalho a ser desenvolvido pelo ST, sendo que ao longo do documento é apresentada uma descrição verbal dos procedimentos realizados bem como uma representação visual (fluxograma) dos mesmos. 4
2. NOTA DE REALIZAÇÃO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA O presente trabalho é o resultado de reuniões de análise realizadas entre o Serviço de Tesouraria (ST) e o Gabinete de Qualidade, Avaliação e de Procedimentos (GQUAP), com o objectivo de identificação e levantamento dos circuitos, procedimentos e propostas no âmbito do quotidiano do ST. Assim, o resultado ora apresentado traduz o retrato fiel das relações internas existentes no ST, bem como das relações inter-serviços/gabinetes, em que o referido serviço desempenhe funções activas. O Serviço de Tesouraria O Serviço de Tesouraria, / / O Gabinete de Qualidade, Avaliação e Procedimentos O GQUAP, / / O Administrador do IPBeja (Dirigente Responsável) O Administrador do IPBeja, / / O Presidente do IPBeja O Presidente do IPBeja, / / 5
3. BREVE GLOSSÁRIO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA FM Fundo de Maneio IPBeja Instituto Politécnico de Beja SAS ST Serviços de Acção Social Escolar Serviços de Tesouraria 6
4. DOCUMENTAÇÃO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA Decreto-Lei nº 155/92, de 28 de Julho (Regime da Administração Financeira do Estado) Regulamentação Interna o o o Regulamento de Propinas em vigor no IPBeja, aplicável aos estudantes do 1º Ciclo de estudos (Grau de Licenciado), do 2º Ciclo (Grau de Mestre) e dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET); Regulamento do Fundo de Maneio do IPBeja; Tabela de Emolumentos, a ser publicada em DR sempre que haja alteração dos montantes a cobrar. 7
5. FUNDO DE MANEIO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA 5.1 INTRODUÇÃO O Fundo de Maneio considera-se uma caixa para pagamentos de baixo montante, com carácter urgente e inadiável, cuja movimentação é da exclusiva competência do responsável nomeado para o efeito. As regras de utilização e movimentação do Fundo de Maneio são definidas pelo regime legal geral no artigo 32.º do Decreto-Lei nº 155/92, de 28 de Julho (Regime da Administração Financeira do Estado), cujo artigo se transcreve: 1 - Para a realização de despesas de pequeno montante podem ser constituídos fundos de maneio em nome dos respectivos responsáveis, em termos a definir anualmente no Decreto-Lei de execução orçamental. 2 - Os responsáveis pelos fundos de maneio autorizados nos termos do número anterior procederão à sua reconstituição de acordo com as respectivas necessidades. 3 - A competência para a realização e pagamento das despesas em conta de fundos de maneio caberá ao responsável pelo mesmo. 4 - Os serviços e organismos procederão obrigatoriamente à liquidação dos fundos de maneio até à data que for anualmente fixada nos termos do n.º 1. Nos termos do artigo 32º, nº 1 é remetido anualmente para o Decreto-Lei de Execução Orçamental, que estabelece as condições em que os Dirigentes dos Serviços ou Organismos podem constituir o Fundo de Maneio, bem como o prazo para a sua liquidação. 8
5.2 CONSTITUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DO FM CONSTITUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DO FUNDO MANEIO Tesouraria Conselho de Gestão Requisitante Director da Unidade Orgânica ou Director Exploração Agrícola Serviço de Aprovisionamento e Património Início 1 Proposta Através de Informação Interna Referente aos Montantes e Regras Gerais de Utilização Proposta Através de Informação Interna Referente aos Montantes e Regras Gerais de Utilização 3 2 4 Responsabilidade do Fundo Maneio Autorizado Parecer Favorável Preenchimento Requisição Interna a) O Requisitante imprime a Requisição Interna e entrega-a ao responsável pela autorização da futura aquisição Requisição Interna Informação 4 a) i 4 a) i N Autorização Processo 4 a) ii FIM S 4 a) ii Assina em Conformidade 4 a) iii Disponibilização do Montante Autorizado P/ Aquisição dos Bens Solicitados 4 a) iv Preenchimento do Anexo 2 no Momento da Entrega do Valor em Numerário 4 a) v Entrega de Documento Comprovativo da Aquisição 4 a) vi Caso Exista Troco Procede-se ao Preenchimento da 2ª Parte do Anexo 2 FIM Pagina 1 de 2 9
Tesouraria MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA CONSTITUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DO FUNDO MANEIO Conselho de Gestão Requisitante Responsável Pela Autorização da Futura Aquisição Serviço de Aprovisionamento e Património b) O Requisitante pertence à Unidade Orgânica envia a Requisição Interna para o serviço de Aprovisionamento e Património com indicação de aquisição urgente por Fundo Maneio Início 4 b) 4 b) Preenchimento da Requisição Interna Requisição Interna 4 b) i Requisição Interna 4 b) ii Informação 4 b) ii N Autorização 4 b) iii FIM 4 b) iii S Assina em Conformidade Processo Disponibilização do Montante Autorizado P/ Aquisição dos Bens Solicitados 4 b) iv 4 b) v Preenchimento do Anexo 2 no Momento da Entrega do Valor em Numerário 4 b) vi Entrega de Documento Comprovativo da Aquisição 4 b) vii Caso Exista Troco Procede-se ao Preenchimento da 2º Parte do Anexo 2 FIM Pagina 2 de 2 1. O Fundo de Maneio é da responsabilidade da Tesouraria, que no início de cada ano económico ou de cada mandato do Conselho de Gestão, propõe através de informação interna dirigida ao Conselho de Gestão do IPBeja, o montante e regras gerais de utilização, que serão objecto de decisão Superior; 2. O parecer favorável do Conselho de Gestão (aprecia e aprova) é remetido à Tesouraria que procederá em conformidade; 10
3. O controlo do Fundo de Maneio autorizado é da responsabilidade do Tesoureiro, independentemente dos plafonds que são atribuídos à gestão de cada Director / Responsável das Unidades Orgânicas e Exploração Agrícola, respectivamente; 4. Aquando da detecção de situações cuja urgência justifique a utilização do FM, o requisitante procede ao preenchimento da Requisição Interna (Anexo 1), indicando o levantamento da necessidade, bem como indicação imprescindível dos valores envolvidos, podendo de seguida ocorrer uma das duas situações descritas: a. O requisitante imprime a Requisição Interna e entrega-a ao Responsável pela autorização da futura aquisição (Director de Unidade Orgânica; Responsável da Exploração Agrícola); i. Caso não haja autorização do responsável pela aquisição solicitada, é contactado o requisitante para informação do ocorrido; ii. Caso o responsável autorize a requisição, assina em conformidade e o processo é remetido para a Tesouraria; iii. De seguida é disponibilizado o montante autorizado, que o requisitante irá recolher para aquisição dos bens/serviços solicitados; iv. Neste momento de entrega do valor em numerário, o requisitante preenche o Anexo 2 Pedido de Fundo de Maneio ; v. Após a aquisição se realizar, é obrigatório a entrega de documento comprovativo (exemplo: venda-a-dinheiro ou factura + recibo); vi. Sempre que se verifique a existência de troco, será preenchida a 2ª parte do Anexo 2; b. Ou o Requisitante, pertencente à Unidade Orgânica Serviços Centrais, envia a Requisição Interna para o Serviço de Aprovisionamento e Património, com indicação de aquisição urgente por fundo de maneio ; i. O SAP envia a Requisição para o Responsável pela autorização da futura aquisição; ii. Caso não haja autorização do responsável pela aquisição solicitada, é contactado o requisitante para informação do ocorrido; iii. Caso o responsável autorize a requisição, assina em conformidade e o processo é remetido para a Tesouraria; 11
iv. De seguida é disponibilizado o montante autorizado, que o requisitante irá recolher para aquisição dos bens/serviços solicitados; v. Neste momento de entrega do valor em numerário, o requisitante preenche o Anexo 2 Pedido de Fundo de Maneio ; vi. Após a realização da aquisição, é obrigatória a entrega de documento comprovativo (exemplo: venda-a-dinheiro ou factura + recibo); vii. Sempre que se verifique a existência de troco, será preenchida a 2ª parte do Anexo 2. 5.3 RECONSTITUIÇÃO RECONSTITUIÇÃO FUNDO MANEIO Tesouraria Sector Financeiro Conselho de Gestão 1 - O Fundo Maneio deve ser regularizado mensalmente, no 1º dia útil de cada mês Início 1 a) Organização dos Documentos de Suporte a cada uma das Aquisições Autorizadas 1 b) Registo dos Processos no Anexo 3 1 c) Emissão de Cheque P/Reposição Fundo Maneio Registo dos Processos no Anexo 3 + Documentos de Suporte a Cada uma das Aquisições Procedimentos Contabilisticos 1 c) 1 d) 1 f) 1 e) Ratificação das Aquisições Efectuadas + Assinatura Cheque Reposição dos valores mensais, através do levantamento do cheque Processo P/Arquivo FIM 12
1. O Fundo de Maneio deve ser regularizado mensalmente, no 1º dia útil de cada mês, pelo que; a. O Responsável pelo controlo do Fundo de Maneio deverá organizar os documentos suporte 1 a cada uma das aquisições autorizadas e concedidas no período agora findo; b. Todos os processos referidos no nº anterior deverão ser registados no Anexo 3 Mapa Mensal de Fundo de Maneio, onde conste a seguinte informação por aquisição: i. Montante autorizado no mês anterior; ii. Reconstituição efectuada no mês anterior 2 ; iii. Fornecedor por aquisição; iv. Montante autorizado por aquisição; v. Data e número de documento suporte da aquisição; c. Neste momento, o Anexo 3 é entregue no Sector Financeiro, acompanhado dos documentos 3 suporte das aquisições, sendo à posteriori emitido um cheque para a reposição 4 do Fundo de Maneio; d. De seguida, são executados os procedimentos contabilísticos (cabimentos, compromissos, processamentos e autorização de pagamento); e. Para que sejam entregues ao Conselho de Gestão, que em acta ratificam as aquisições efectuadas; f. Os processos retornam ao Sector Financeiro, local onde serão arquivados. 5.4 REPOSIÇÃO 1. A reposição do Fundo de Maneio deverá ser efectuada até ao dia 31 de Dezembro de cada ano económico; 13
2. Para o efeito, o valor a repor no final do ano económico deve ser obrigatoriamente igual ao Fundo de Maneio atribuído no início do Ano; 3. Deste modo, o montante que constituiu o Fundo de Maneio, inicialmente levantado, deverá ser agora depositado em Instituição Bancária titulada pelo IPBeja. 14
6. RECEBIMENTOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA 6.1. RECEBIMENTOS RECEBIMENTOS Cubo + Biblioteca IPbeja Tesouraria Sector Financeiro 1 - Os recebimentos poderão ser entregues em Numerário, Cheque ou Multibanco Alíneas a) e b) Receitas oriundas do Cubo e da Biblioteca do IPBeja Início 2 3 3 Entrega de Documento Diário Resumo dos Recebimentos Efectuados e Respectivos Valores Entrega de Documento Diário Resumo dos Recebimentos Efectuados e Respectivos Valores Folhas Resumo dos Montantes Recebidos 4 Cobrança das Receitas no Software Epública 3 Emissão das Receitas Correspondentes FIM A Tesouraria procede diariamente ao depósito de cheques e numerário existentes em cofre. 1. Os recebimentos efectuados na Tesouraria do IPBeja reportam-se às seguintes situações e poderão ser entregues em numerário, cheque ou através de TPA, vulgo multibanco: a. Receitas oriundas do Cubo ; b. Receitas oriundas da Biblioteca do IPBeja; c. Receitas oriundas dos Laboratórios do IPBeja; d. Receitas de emolumentos e propinas dos estudantes do IPBeja; e. Receitas verificadas nas demais prestações de serviços efectuadas à Comunidade; 15
2. Nos casos descritos nas linhas a) e b), são entregues na Tesouraria, documento diário resumo dos recebimentos efectuados, onde conste igualmente a tipologia utilizada; 3. De seguida a Tesouraria envia as folhas resumo dos montantes recebidos para o Sector Financeiro, o qual procede à emissão das correspondentes Receitas; 4. Neste momento as Receitas anteriormente emitidas encontram-se disponíveis para cobrança por parte da Tesouraria, no software Epública; 16
RECEBIMENTOS Cliente Laboratório Sector Financeiro Tesouraria 1 - Os recebimentos poderão ser entregues em Numerário, Cheque ou Multibanco 5 - Alíneas c) Clientes Protocolados Início Solicitação da Análise 5 a)i 5 a)ii Solicitação da Análise Emissão de Nota de Encomenda Nota de Encomenda 5 a)ii 5 a) iii 5 a) iii 5 a) iv Disponibiliza o No Final de Cada Mês Procede à Análise Levantamento dos Procede à Emissão da Solicitada Resultados Obtidos Factura Após a Data de Emissão da Factura Deve Proceder ao Respectivo Pagamento no Prazo de 30 Dias Recebimento do Recibo 5 a) v 5 a)vi 5 a)vi Após a Recebimento Emissão do Recibo FIM A Tesouraria procede diariamente ao depósito de cheques e numerário existentes em cofre. 5 - Alíneas c) Clientes Particulares Início 5 b)i Solicitação da Análise 5 b)ii Solicitação da Análise Envio Via Electrónica Dados do Cliente + Encomenda Solicitada 5 b)iv 5 b)iii 5 b)ii Envio Via Electrónica Dados do Cliente + Encomenda Emissão de Solicitada Venda-a- Dinheiro Mediante Pagamento Imediato 5 b)iv Informação Sobre o Pagamento Informação Sobre o Pagamento 5 b)v Prestação de Serviços FIM 5 b)v - A Prestação de Serviços só ocorrerá após o pagamento, sendo que nos casos de excepção, os resultados só serão entregues ao cliente quando o pagamento tiver ocorrido. A Tesouraria procede diariamente ao depósito de cheques e numerário existentes em cofre. 5. No caso da alínea c), duas situações poderão ocorrer: a. Clientes Protocolados: i. O cliente solicita a análise ao Laboratório em causa; ii. O Laboratório emite nota-de-encomenda, que será enviada ao Sector Financeiro; 17
iii. O laboratório procede à análise solicitada, disponibilizando os resultados obtidos para levantamento no local, ou envio via CTT; iv. O Sector Financeiro, no final de cada mês, procede à emissão da Factura correspondente às análises efectuadas por cliente protocolado, a qual é enviada para a respectiva morada; v. O Cliente dispõe de 30 dias após a data de emissão da factura, para proceder ao respectivo pagamento; vi. A Tesouraria após recebimento, emite o recibo que será enviado/entregue ao cliente 5 ; b. Cliente Particular: i. O cliente solicita a análise ao Laboratório em causa; ii. O Laboratório envia via electrónica, dados do cliente e encomenda solicitada, à Tesouraria; iii. O Cliente dirige-se à Tesouraria, a qual segundo orientações anteriormente recepcionadas, emite venda-a-dinheiro, mediante pagamento imediato; iv. A Tesouraria deverá neste momento informar o Laboratório do pagamento ocorrido; v. É de notar, que regra geral a prestação de serviços só ocorrerá após o pagamento da mesma ser efectuado, sendo que nos casos de excepção, os resultados só serão entregues ao cliente quando o pagamento tiver ocorrido 6. 18
RECEBIMENTOS Estudantes Tesouraria Sector Financeiro 6 - Alíneas d) Receitas de Emolumentos e Propinas dos Estudantes do IPBeja Início 6 Pagamento de Valores em Dívida Através Transferência Bancária ou Referências Multibanco 6 Pagamento Através dos Meios Disponíveis Recibo 7 Emissão de Recibo 7 FIM 8 Emissão Diária de Folhas de Caixa no Software Caixa/Digitalis 8 Folhas de Caixa Software Caixa/Digitalis 9 Cobrança da Receita no Software Epública 9 Emissão da Receita no Software Epública FIM A Tesouraria procede diariamente ao depósito de cheques e numerário existentes em cofre. 6. Nos casos da alínea d), os estudantes: a. Dirigem-se à Tesouraria para efectuar o pagamento dos valores em causa, através dos meios descritos anteriormente, ou através de transferência bancária, devidamente identificada; b. São emitidas referências multibanco relativas aos pagamentos a efectuar por estudante matriculado a partir do ano lectivo 2010/2011; 7. Neste momento é emitido o recibo comprovativo de pagamento e entregue ao estudante por parte da Tesouraria; 8. Para finalizar o processo de receita, são emitidas diariamente na Tesouraria as folhas de caixa do software Caixa/Digitalis e enviadas para o Sector Financeiro; 19
9. O Sector Financeiro emite a receita no software Epública, sendo posteriormente cobrada na Tesouraria. RECEBIMENTOS Sector Financeiro Cliente Tesouraria 1 - Os recebimentos poderão ser entregues em Numerário, Cheque ou Multibanco 10 - Alínea e) Receitas verificadas nas demais prestações de serviços efectuadas à Comunidade Início Emissão de Factura Referente à Prestação de Serviços 10 a) 10 a) 10 a) Factura Referente à Prestação de Serviços 10 a) Emissão de Recibo Recibo FIM A Tesouraria procede diariamente ao depósito de cheques e numerário existentes em cofre. 10 - Alínea e) Receitas verificadas nas demais prestações de serviços efectuadas à Comunidade Início 10 b) 10 b) Pagamento da Prestação em Causa Pagamento da Prestação em Causa 10 b) 10 b) Recibo Emissão de Recibo 10 b) Envio das Receitas Emitidas Emissão das Receitas Correspondentes FIM 10 b) Envio das Receitas Emitidas 10 b) Cobrança das Receitas no Software Epública FIM 11 A Tesouraria procede diariamente ao depósito de cheques e numerário em cofre. 20
10. Nos casos da alínea e), duas situações poderão ocorrer: a. São emitidas por parte do Sector Financeiro (consequência da informação entregue neste sector, por parte do responsável pela prestação de serviços), às entidades/clientes envolvidos, factura referente à prestação de serviços em causa, a qual será paga através dos meios descritos anteriormente à Tesouraria, que emitirá recibo correspondente; b. As entidades/clientes, dirigem-se directamente à Tesouraria para efectuar o pagamento da prestação em causa, cuja informação de facturação já terá sido recepcionada neste sector, enviada pelo responsável institucional da mesma; 11. A tesouraria procede diariamente ao depósito dos cheques e numerário existentes em cofre; 12. Arquivo da Receita: a. Relativamente a todos os processos de receita da Instituição, estes são objecto de arquivo na Tesouraria, efectuado em dossier próprio, do seguinte modo: i. Facturas por Cobrar; ii. Facturas Cobradas; iii. Vendas a Dinheiro; iv. Cobranças de Estudantes; v. Outras Cobranças (Projectos, etc); vi. Depósitos por Conta Bancária. 6.2. INCUMPRIMENTOS 1. Relativamente às situações em que existe incumprimento por parte de clientes, a Tesouraria emite ofício de aviso 30 dias após a data do vencimento da Factura; 2. Caso o incumprimento se mantenha, é enviado segundo ofício de aviso, seis meses após a data de emissão do primeiro ofício; 3. O procedimento é uma última vez repetido, desde que o incumprimento persista, seis meses após a data de emissão do segundo ofício, será emitido o terceiro ofício de aviso; 4. Findo o prazo para regularização da dívida, imposto no terceiro ofício de aviso, o processo prossegue em Tribunal. 21
7. PAGAMENTOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA TESOURARIA 22
Pagamentos Sector Financeiro Tesouraria Conselho de Gestão Entidades / Utentes Inicio 1 Emissão de Aut. De Pagamento Emissão de Aut. De Pagamento Autorização 2 Organização processual 3 Envio para Tesouraria dos processos para pagamento Processos para pagamento a) Transferências Bancárias Emissão de Cheques b) Assinatura de Cheques + autorização das Transferências Bancárias 7 Envio de processos de despesa com cópia do pagamento efectuado 4 Registo no Epública dos pagamentos + impressão doc. compravativo 6 Arquivo em dossiers próprios, por conta bancária. 5 Envio de comprovativo de pagamento / envio de cheque Fim 23
5. Todos os processos de despesa, após execução da Autorização de Pagamento 7 no Sector Financeiro, são remetidos para o Conselho de Gestão, que em reunião periódica autoriza os respectivos pagamentos; 6. Os processos seguem novamente para o Sector Financeiro, que após organização, envia todos aqueles que se encontram em condições de serem pagos, para a Tesouraria; 7. Aquando da recepção dos processos, o responsável pelos pagamentos divide o modo como irá ser efectuado, bem como por orçamento a utilizar: a) TRANSFERÊNCIAS BANCÁRIAS - inserem os dados no homebanking 8 ou BES 9, os quais após emissão ficam sujeitos a autorização por parte dos membros do Conselho de Gestão; b) EMISSÃO DE CHEQUES nos casos do homebanking, são emitidos no sistema, autorizados em momento idêntico ao das transferências bancárias, sendo posteriormente impressos e assinados pelos membros do Conselho de Gestão (2 elementos e colocação de Selo Branco da Instituição) e enviados para o fornecedor; relativamente à emissão de cheques através do BES, estes são efectuados manualmente, assinados pelos membros do Conselho de Gestão (2 elementos e colocação de Selo Branco da Instituição) e enviados para o fornecedor através de ofício; 8. Neste momento são registados os pagamentos efectuados no software contabilístico Epública, por parte da Tesouraria, que emite o comprovativo de pagamento oriundo do sistema (Epública) colocando-o no processo de despesa; 9. Após envio: a) Dos comprovativos das transferências efectuadas, são arquivadas cópias quer nos processos de despesa, quer no arquivo da Tesouraria; b) Dos cheques, são arquivadas cópias quer nos processos de despesa, quer no arquivo da Tesouraria; 24
10. De referir que se encontram arquivados em dossier próprio, por conta bancária, onde constam os respectivos extractos, transferências ocorridas e cheques emitidos; 11. Os processos de despesa são neste momento enviados para o Sector Financeiro, onde serão arquivados. 25