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Transcrição:

GROUPAMA SEGUROS DE VIDA, S.A. INTRODUÇÃO A GROUPAMA SEGUROS DE VIDA, S.A. (ex GAN PORTUGAL VIDA Companhia de Seguros, S.A.) foi constituída em 1991 com um capital social inicial de 1.5. contos, sendo actualmente de 7.5. Euros, como resultado da redenominação do capital social para Euros, detido na sua totalidade pelo GROUPAMA INTERNATIONAL, SA, e tendo como objecto o exercício da actividade de seguro e resseguro do ramo vida. As notas às contas respeitam a numeração definida no Plano de Contas para as Empresas de Seguros, sendo de referir que os números não indicados neste Anexo não têm aplicação por inexistência de valores, de situações a reportar, ou porque não são relevantes. NOTA 1 VALORES COMPARATIVOS Os valores do exercício de 25 são comparáveis em todos os aspectos significativos com os valores registados na coluna correspondente ao exercício de 24. NOTA 3 PRINCIPAIS PRINCÍPIOS CONTABILÍSTICOS E CRITÉRIOS VALORIMÉTRICOS i) Forma de apresentação As demonstrações financeiras foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da Companhia, mantidos em conformidade com o Plano de Contas para as Empresas de Seguros, aprovado pela Norma nº 7/94-R, de 27 de Abril, e subsequentes alterações descritas nas Normas nº 14/95-R de 2/7, nº 11/22 de 7/5 e nº 23/23-R de 26/12, e ainda de acordo com as normas relativas à contabilização das operações das empresas de seguros, estabelecidas pelo Instituto de Seguros de Portugal. A Companhia não preparou a Demonstração dos Fluxos de Caixa, dado que esta informação financeira não é exigida pelo Instituto de Seguros de Portugal. ii) Principais princípios contabilísticos e critérios valorimétricos Os principais princípios contabilísticos e critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras, foram os seguintes: 3.1. Investimentos financeiros (i) Acções e outros títulos de rendimento variável Os investimentos em acções e outros títulos de rendimento variável admitidos à negociação em Bolsa são valorizados de acordo com as cotações de fecho efectuadas na Bolsa de Valores de Lisboa, à data do balanço. Os investimentos em acções não cotadas são avaliados com base no valor que lhes corresponde nos capitais próprios da respectiva empresa, de acordo com o último balanço aprovado. Página 1 de 16

ii) Obrigações e outros títulos de rendimento fixo Os títulos de rendimento fixo adquiridos são apresentados ao valor de aquisição. O prémio ou desconto verificado aquando da compra é amortizado de modo escalonado pelo período que decorre até à data de vencimento dos títulos, por contrapartida de resultados. (iii) Investimentos em terrenos e edifícios Os investimentos em imóveis (de serviço próprio ou de rendimento) são valorizados com base na aplicação do princípio do valor actual, o qual é entendido como correspondendo ao valor presumível de mercado na data em que é apurado, pela realização de uma avaliação. De acordo com as normas do ISP, os imóveis não são amortizados. (iv) Mais e menos-valias não realizadas As mais e menos-valias resultantes de diferenças apuradas entre o valor contabilístico e o correspondente valor apurado segundo o critério valorimétrico citado em (i) e (iii) acima, são registadas da seguinte forma: 1) Títulos a representar provisões técnicas do seguro de vida com participação nos resultados As mais e menos-valias são contabilizadas na conta técnica do seguro de vida em Mais-valias não realizadas de investimentos e em Menos-valias não realizadas de investimentos. Se a diferença entre as mais e menos-valias for positiva, então esta é transferida para a sub-conta relativa à respectiva carteira de investimentos do Fundo para dotações futuras. Caso contrário, a diferença negativa poderá ser compensada pela utilização do saldo da conta Fundo para dotações futuras afecta à respectiva modalidade, até à sua concorrência. O Fundo para dotações futuras pode ser utilizado para outros fins de acordo com as seguintes condições: Apenas poderão ser retirados os montantes, para efeitos de cálculo da participação nos resultados, quando cada uma das sub-contas do Fundo para dotações futuras não for, antes dessa retirada, e não resultar após a mesma, inferior a 5% do valor da respectiva carteira de investimentos. Serão retirados os montantes necessários para que o saldo de cada uma das sub-contas do Fundo para dotações futuras não seja superior a 25% do valor da respectiva carteira de investimentos. 2) Títulos a representar provisões técnicas do seguro de vida sem participação nos resultados As mais e menos-valias são contabilizadas na conta técnica do seguro de vida em Mais-valias não realizadas de investimentos e em Menos-valias não realizadas de investimentos, respectivamente. Se a diferença entre as mais e menos-valias for positiva, então esta é transferida para a conta Reserva de reavaliação regulamentar. Caso contrário, a diferença negativa poderá ser compensada pela utilização do saldo da conta acima referida, até à sua concorrência. Página 2 de 16

3) Títulos não representativos das provisões técnicas As mais-valias relativas a títulos não afectos são contabilizadas na conta não técnica em Mais-valias não realizadas de investimentos. Estas mais-valias são transferidas para a conta Reserva de reavaliação regulamentar. As menos-valias são incluídas na conta Menos-valias não realizadas de investimentos, salvo se forem compensadas pelo saldo da conta de Reserva de reavaliação regulamentar. A Reserva de reavaliação regulamentar apenas pode ser utilizada para os fins e de acordo com a ordem de prioridades que se indicam : 1º Compensação de menos-valias não realizadas de investimentos. 2º Cobertura de prejuízos acumulados até ao fim do exercício em que foi constituída. 3º Registo de mais-valias realizadas de investimentos na rubrica da conta não técnica Recuperação de mais e menos-valias realizadas de investimentos ou incorporação no capital social (ver 3.1(v) abaixo). A Companhia foi autorizada pelo I.S.P., em 24, a proceder à recuperação de mais-valias relativas a títulos alienados em anos anteriores, no montante de 233 milhares de Euros, tendo optado por efectuar essa recuperação em exercícios futuros. 3.1 (v) Mais e menos-valias efectivas As mais e menos-valias efectivas que resultam da venda de imóveis e de títulos de rendimento variável são reconhecidas como resultados no exercício em que ocorrem. No corrente exercício procedeu-se ao registo da recuperação da Reserva de Reavaliação Regulamentar de mais e menos-valias realizadas de investimentos no montante positivo de 361.912 euros, enquanto no exercício transacto o montante registado na rubrica Recuperação de mais e menos-valias realizadas de investimentos era negativo de 1.94.174 euros. (ii) Rendimentos O rendimento das acções em carteira é contabilizado na altura do recebimento dos dividendos atribuídos; em relação às obrigações e outros títulos, procede-se à especialização dos seus rendimentos no final do exercício. 3.2. Imobilizações As imobilizações corpóreas encontram-se registadas ao custo de aquisição, sendo as amortizações calculadas segundo o método de quotas constantes, de forma a que os bens estejam totalmente reintegrados no fim da vida útil estimada, tendo em conta as seguintes taxas anuais : Equipamento administrativo 12,5% Máquinas e ferramentas 2% Equipamento informático - Computadores 25% Equipamento informático - Programas 33% Material de transporte 25% Outro equipamento 1% a 12,5% Página 3 de 16

3.3. Provisões para recibos por cobrar e créditos de cobrança duvidosa A provisão para recibos por cobrar tem por objectivo ajustar o montante dos prémios em cobrança para o seu valor estimado de realização. O cálculo desta provisão é efectuado com base no valor dos recibos por cobrar, segundo a aplicação dos critérios definidos pelo Instituto de Seguros de Portugal. A provisão para créditos de cobrança duvidosa é calculada mediante a aplicação de uma percentagem em função da antiguidade de saldos, ao abrigo da norma 3/95-R do I.S.P., encontrando-se constituída uma provisão de 1% para créditos sobre co-seguradoras, de díficil recuperação. 3.4. Provisão matemática As provisões matemáticas do ramo vida têm como objectivo registar o valor actual das responsabilidades futuras da Companhia e foram calculadas em conformidade com as bases técnicas aprovadas pelo Instituto de Seguros de Portugal ou decorrentes de normas regulamentares aplicáveis. As provisões matemáticas são Zillmerizadas e o respectivo efeito é deduzido às mesmas. Em 31 de Dezembro de 25, o montante de custos de aquisição diferidos a deduzir às provisões matemáticas ascendia a 5.646 euros (24: 554.665 euros). 3.5. Provisão para sinistros A provisão para sinistros corresponde a: a) Valor das responsabilidades estimadas por indemnizações pendentes de liquidação. b) Estimativa para as responsabilidades provenientes de sinistros ocorridos mas não declarados à data de Balanço, efectuada segundo métodos estatísticos, tendo em conta a experiência do passado no que se refere ao montante dos sinistros declarados após o encerramento do exercício. 3.6. Provisão para participação nos resultados Esta provisão corresponde aos montantes atribuídos aos segurados ou beneficiários de contratos, a título de participação nos resultados, e que não tenham sido ainda distribuídos. 3.7. Provisões técnicas de resseguro cedido As provisões técnicas de resseguro cedido são determinadas através da aplicação dos critérios acima descritos para o seguro directo, tendo em atenção as percentagens de cessão, bem como outras cláusulas existentes nos tratados em vigor. 3.8. Comissões de mediação As comissões de mediação são representadas pela remuneração contratualmente atribuída aos mediadores pela angariação de contratos de seguro e são registadas como custos no momento da emissão dos respectivos prémios ou renovação das respectivas apólices. Página 4 de 16

3.9. Responsabilidade por férias e subsídio de férias Incluída na rubrica de acréscimos e diferimentos do Passivo, corresponde a cerca de 2 meses de remuneração e respectivos encargos, baseados nos valores do respectivo exercício, e destina-se a reconhecer as responsabilidades legais existentes no final de 25 perante os empregados pelos serviços prestados até àquela data, a regularizar posteriormente. 3.1. Responsabilidade por pensões complementares de reforma Nos termos do Contrato Colectivo dos Trabalhadores de Seguros, a Companhia assumiu a responsabilidade de pagar aos seus empregados pensões de reforma por velhice e por invalidez, encontrando-se essa responsabilidade integralmente coberta e financiada pelo Fundo de Pensões (Ver Nota 19). 3.11. Imposto sobre o rendimento O imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas (IRC) é determinado com base em declarações de auto-liquidação, elaboradas de acordo com as normas legais vigentes, que ficam sujeitas a inspecção e eventual ajustamento pelas autoridades fiscais durante um período de quatro anos a partir de 1998, contado a partir dos exercícios a que respeitam. O conceito de impostos diferidos, resultante das diferenças temporárias entre o balanço contabilístico e o fiscalmente aceite para efeitos de tributação em IRC, é adoptado pela Companhia (ver Nota 2 Carga fiscal). NOTA 4 TRANSACÇÕES EM MOEDA ESTRANGEIRA Os valores de activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros utilizando o último câmbio de referência fixado pelo Banco de Portugal. As diferenças de câmbio resultantes das transacções em moeda estrangeira, bem como a respectiva actualização cambial, à taxa em vigor no final do exercício, dos saldos de devedores e credores apresentados no Balanço, foram registadas nos resultados correntes do exercício. NOTA 6 INFORMAÇÃO RELATIVA A EMPRESAS DO GRUPO E ASSOCIADAS A Companhia é detida a 1% pelo GROUPAMA INTERNATIONAL, SA, com sede em Paris, sendo as suas demonstrações financeiras incluídas nas demonstrações financeiras daquele Grupo em 31 de Dezembro de 25. Página 5 de 16

NOTA 7 NÚMERO MÉDIO DE TRABALHADORES Número médio de trabalhadores, ventilado por categorias profissionais: Categoria profissional 25 24 Administrador 1 1 Director de Serviços 5 5 Coordenador Geral Serviços Comerciais 3 3 Chefe de Serviços 4 4 Chefe de Análise 1 1 Chefe de Exploração 1 1 Chefe de Secção 3 3 Coordenador de Zona 2 Programador 2 2 Técnico Grau I 9 7 Operador (+ 3 anos) 2 2 Subchefe Secção 7 6 Assistente Comercial 3 3 Caixa 1 1 Técnico Comercial 2 2 Técnico de Reprografia 1 1 Fiel de Economato 1 1 Escriturário 14 15 Cobrador 1 1 Coordenador Serviços Gerais Empregado Serviços Gerais 2 2 Escrituário Estagiário 1 1 Empregado Limpeza 2 2 TOTAL 68 64 Outros trabalhadores ao serviço da empresa (não abrangidos pelo CCT) : 2 NOTA 8 CUSTOS COM O PESSOAL O montante dos custos com o pessoal no exercício de 25, foi o seguinte : Rubricas (euros) 25 24 Remunerações 68 - dos orgãos sociais 22.438 2.5 - do pessoal 2.98.482 1.938.74 681 682 Encargos sobre remunerações 472.317 431.718 Custos com pensões 683 - Pensões e respectivos encargos 1.866 1.732 684 - Prémios e contribuições para pensões 124.318 554.499 Página 6 de 16

NOTA 1 IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS 1.1. No tocante a esta rubrica, estão relevados contabilisticamente os seguintes montantes: Activo Bruto Amortizações Activo Líquido Trespasses 232.196 232.196 Despesas de constituição e instalação 41.151 41.151 Despesas em Edifícios Arrendados 662.582 49.567 172.15 Total 935.929 763.914 172.15 1.2. As imobilizações incorpóreas são amortizadas por um período de 1 anos, correspondente ao período de utilidade esperada, com excepção das "Despesas de constituição e instalação" que são amortizadas por um período de 5 anos. NOTA 12 DÍVIDAS DE COBRANÇA DUVIDOSA Na rubrica "Devedores - Outros devedores por operações de seguro directo" está incluído o seguinte montante, considerado de cobrança duvidosa : Co-seguradoras...85.565 euros Este montante encontra-se integralmente provisionado. NOTA 13 COMPROMISSOS ASSUMIDOS POR GARANTIAS PRESTADAS Não foram assumidas ou prestadas quaisquer garantias perante terceiros, com excepção das referidas na Nota 3, do presente anexo (Fundos de Pensões geridos pela Companhia). NOTA 19 COMPROMISSOS COM PENSÕES Em conformidade com o contrato colectivo de trabalho vigente para o sector de seguros, a Companhia assumiu a responsabilidade de pagar aos empregados pensões de reforma por velhice e pensões de reforma por invalidez. Página 7 de 16

Com referência a 31 de Dezembro de 25, (i) as responsabilidades por serviços passados, determinados em função dos salários projectados e apuradas com base no estudo actuarial realizado pela Companhia, cobrindo a totalidade do pessoal activo, pré-reformado e reformado, (ii) o financiamento existente e (iii) a insuficiência/excesso líquido global de cobertura, resume-se como segue : 25 24 (i) Responsabilidades totais por serviços passados Reformados 1.317.662 1.225.158 Pré-reformados Empregados no activo 742.82 692.598 Responsabilidade total 2.6.464 1.917.756 (ii) Financiamento em 31 de Dezembro Fundo de Pensões 1.88.653 1.274.869 Apólice de Renda Vitalícia 31.991 268.733 Financiamento total 2.11.644 1.543.62 Provisão contabilística 399.154 Sub-total 2.11.644 1.942.756 (iii) Insuficiência/Excesso global de cobertura 5.18 25. Durante o exercício em análise as contribuições para o Fundo foram efectuadas com base em valores projectados. As responsabilidades por pensões de reforma foram calculadas tendo por base o valor actual dos salários projectados do pessoal no activo e das prestações em pagamento aos reformados e a tábua de mortalidade TV 88/9, de acordo com os seguintes pressupostos: 25 24 Taxa prevista de rendimento 5,% 5,% Taxa prevista de evolução salarial 3,% 3,% Taxa de crescimento das pensões 1,% 1,% Taxa técnica de juro 3,% 3,% É intenção da Companhia realizar estudos actuariais periodicamente, de forma a actualizar as responsabilidades assumidas nesta área e, eventualmente, validar os pressupostos utilizados. NOTA 2 CARGA FISCAL Atendendo à existência de prejuízos fiscais dedutíveis, a carga fiscal com imposto sobre lucros do exercício de 25, respeita apenas a tributações autónomas (11.142 euros). Em 31 de Dezembro de 25, a Companhia tem prejuízos fiscais a reportar, no montante de 4.459.73 euros. Página 8 de 16

No exercício de 25 foi efectuado o ajustamento aos activos por impostos diferidos, apresentando o Balanço em 31 de Dezembro de 25, em acréscimos e diferimentos (activo) um montante de 1.76.86 euros (24 : 1.674.831 euros). Este ajustamento (598.25 euros) foi efectuado por contrapartida da rubrica de imposto sobre o rendimento do exercício ver Nota 3.11 - imposto sobre o rendimento. NOTA 22 INVENTÁRIO DE TÍTULOS E PARTICIPAÇÕES FINANCEIRAS Ver Anexo nº 1. NOTA 22A AVALIAÇÃO DE DETERMINADOS INVESTIMENTOS FINANCEIROS AO JUSTO VALOR a) Tipo de instrumento financeiro (euros) Valor de Balanço Justo Valor Participações em empresas do grupo e associadas Acções e outros títulos de rendimento variável 69.433.241 69.433.241 Títulos de rendimento fixo 268.178.167 282.442.16 Instrumentos derivados Total 337.611.48 351.875.41 Diferença entre o valor de balanço e o justo valor -14.263.993 b) Para os instrumentos financeiros admitidos à negociação em Bolsas de Valores ou em mercados regulamentados, considerou-se como justo valor o respectivo preço de mercado. c) Para os instrumentos financeiros não admitidos à negociação em Bolsas de Valores, a avaliação ao justo valor foi validada por preços de mercado observáveis. NOTA 23 - IMOBILIZAÇÕES E OUTROS INVESTIMENTOS FINANCEIROS Ver Anexos nº 2, 3, e 4. NOTA 24 - REAVALIAÇÕES Movimentos relativos a reavaliações no exercício de 25: Rubricas Imobilizações corpóreas Investimentos Total (euros) Reserva Reavaliação Início do exercício 6.27.159 6.27.159 Aumentos 2.586.284 2.586.284 Diminuições Inc.Capital Soc. Outras 1.381.8 1.381.8 Fim do exercício 7.474.643 7.474.643 Custos históricos 6.876.853 16.334.487 23.211.34 Reavaliações 8.88.55 8.88.55 Valores Contabilísticos Reavaliados 6.876.853 24.422.992 31.299.845 Página 9 de 16

NOTA 25 TRATAMENTO FISCAL DA RESERVA DE REAVALIAÇÃO Na conta Reserva de Reavaliação são contabilizadas as reavaliações legais e as regulamentares da actividade seguradora. As mais e menos-valias fiscais a apurar aquando da venda dos investimentos, de acordo com o Artº 43º do CIRC, resultam da diferença entre o valor de aquisição e o valor de venda. As reavaliações regulamentares são efectuadas de acordo com os critérios de valorimetria dos investimentos e do seu cálculo resultam mais-valias potenciais não realizadas, contabilizadas em rubricas específicas do plano e os montantes apurados não constituem matéria tributável em sede de IRC, conforme a alínea b) do nº 1 do Artº 21º do CIRC. NOTA 26 DESDOBRAMENTO DOS SALDOS DAS PROVISÕES NÃO TÉCNICAS Contas (euros) 49 - Provisões para recibos por cobrar De empresas do Grupo De empresas Associadas De outras empresas participadas e participantes De outros tomadores de seguro 491 - Provisões para Créditos de Cobrança Duvidosa De empresas do Grupo De empresas Associadas De outras empresas participadas e participantes De outros devedores 492 - Provisões para riscos e encargos Pensões de reforma Pensões de pré-reforma Impostos Outros riscos e encargos Saldo Inicial 47.592 47.592 85.565 85.565 33.648 133.648 17. Aumento Redução Saldo Final 1.764 36.828 66.642 66.642 1.764 17. 17. 36.828 85.565 85.565 2.29 2.29 Verificou-se um aumento na Provisão para Riscos e Encargos Impostos no montante de 66.642 euros, derivado da liquidação adicional de IRC relativa ao exercício de 23. NOTA 28 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS Custos e Perdas (euros) Exercício Proveitos e Ganhos (euros) Exercício 25 24 25 24 Donativos 22 185 Restituição de impostos Mecenato Recuperação de dívidas Despesas confidenciais 1.17 1.852 Reduções de amortiz. e provisões 17. Perdas em imobilizações corpóreas Ganhos de imobilizações corpóreas 6.7 2.5 Ofertas a clientes 42 Correcções relat. a ex.anteriores 25.176 62.5 Dívidas incobráveis Outros proveitos e ganhos extraord. 35.73 42.888 Multas e penalidades 222 643 Quotizações diversas 986 986 Correcções relat. a ex. anteriores 3.659 64.577 Outros custos e perdas extraordinárias 23.983 35.221 Resultados extraordinários 26.919 Resultados extraordinários 535.576 237.579 643.464 237.579 643.464 Página 1 de 16

NOTA 29 IMPOSTO SOBRE LUCROS Ver nota 2. NOTA 3 FUNDOS DE PENSÕES GERIDOS PELA COMPANHIA Designação do Fundo (euros) Valor dos Activos AON 1.585.287 E.C.Madeira 1.985.586 Gan Portugal Vida 1.88.653 Total 5.379.526 Os Fundos de Pensões geridos pela Companhia não têm rendimento mínimo garantido. NOTA 33 PROVISÕES TÉCNICAS Rubricas (euros) Montante Calculado Custos Aquisição Diferidos Valor de Balanço 25 Valor de Balanço 24 Provisão p/prémios não adquiridos Provisão Matemática 326.52.981 5.646 326.2.335 253.867.295 Provisão p/riscos em curso NOTA 34 PROVISÃO PARA SINISTROS OCORRIDOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES E SEUS REAJUSTAMENTOS Ver Anexo nº 5. NOTA 36 MÉTODOS DE VALORIMETRIA APLICADOS AOS INVESTIMENTOS Os métodos de valorimetria aplicados aos investimentos encontram-se especificados na Nota nº 3. Página 11 de 16

NOTA 37 VALOR ACTUAL DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS O valor actual dos edifícios corresponde ao valor de mercado à data da última avaliação acrescido das beneficiações entretanto efectuadas. Edifícios (euros) Data da última Valor de Valor de Avaliação Aquisição Balanço Av. 5 de Outubro, 95 24 1.5.17 4.25.689 Av.Columbano Bordalo Pinheiro, 87 24 443.651 2.798.787 Av.Columbano Bordalo Pinheiro, 89 24 441.65 2.353.65 R. Rodrigues Sampaio, 172 23 1.619.91 1.462.5 R.Santana à Lapa, 14 24 123.96 153. Largo Chafariz, L.4 - r/c Abrantes 24 124.859 174.9 Av. Berna, 24, 3ª c/v 24 18.16 18. Total 3.776.433 11.211.526 NOTA 38 CÁLCULO DAS PROVISÕES MATEMÁTICAS As provisões matemáticas dos seguros de Vida foram calculadas de acordo com o método apresentado nas respectivas "Notas Técnicas", conforme consta no Relatório e Parecer do actuário responsável e respectivo anexo. Metodologia de cálculo das provisões matemáticas : As provisões matemáticas aniversárias são calculadas contrato a contrato de acordo com o método actuarial prospectivo, correspondendo ao valor actual das responsabilidades da Companhia de Seguros, deduzido do valor actual dos prémios futuros. 1. Provisões matemáticas referentes a 31.12.5 1.1 Produtos Clássicos (Vida inteira, rendas, temporários, mistos, etc.) O cálculo é efectuado por interpolação linear das provisões matemáticas aniversárias, considerando que os contratos em média são efectuados a meio do ano, deduzidas do valor correspondente ao fraccionamento do prémio de inventário não recebido no exercício e dos custos de aquisição não amortizados, para as apólices emitidas a partir de 1.1.84. 1.2 Produtos de Capitalização, Reforma e Operações de Capitalização O cálculo é efectuado tendo em consideração o tempo decorrido no exercício em relação a cada contrato (pro rata temporis). Página 12 de 16

1.3 Coberturas Complementares O cálculo é efectuado considerando que os contratos em média são efectuados a meio do ano. Tábuas de Mortalidade e Taxas Técnicas: INDIVIDUAL Utilizadas no cálculo das Em vigor em 31.12.25 Provisões Matemáticas Carteira < 1.1.1984 I AF 4% AF 4% II RF 4% RF 4% III RF 3,25% RF 3,25% IV PM 46/49 3,5% PM 46/49 3,5% V PM 6/64 3,5% PM 6/64 3,5% Carteira > 1.1.1984 I PM 6/64 4% PM 6/64 4% II PF 6/64 e TV 73/77 4% PF 6/64 e TV 73/77 4% III PF 6/64 6 e 4% TV 73/77 3% III TV 73/77 3,5% TV 73/77 3% III TV 73/77 3,5% TV 88/9 3% IV TD 88/9 4% TD 88/9 4% II TV 73/77 3% TV 73/77 3% II TV 73/77 % TV 73/77 % II TV 73/77 2,5% TV 73/77 2,5% III TPRV 2,5% TPRV 2,5% III TV 88/9 3% TV 88/9 3% COLECTIVOS I PM 6/64 4% PM 6/64 4% III PF 6/64 6 e 4% TV 73/77 3% III PF 6/64 6% TV 88/9 3% II TV 73/77 4% TV 73/77 4% II TV 73/77 3% TV 73/77 3% III TV 73/77 3,5% TV 73/77 3% OPER. CAPITALIZAÇÃO Taxa Técnica de Juro de 4,7% a 5,6% I Seguros em caso de morte e mistos II Seguros em caso de vida III Seguros de rendas IV Seguros em caso de morte V Seguros mistos Por razões de prudência, a Companhia tem vindo a proceder desde 1999 ao recálculo das provisões matemáticas de uma parte da carteira de Rendas de acordo com as tábuas de mortalidade TV 73/77 e TV 88/9 e a taxa técnica de juro de 3%, tendo os reforços acumulados efectuados até à data ascendido a 3.358.129 euros (24 : 2.991.126 euros). Página 13 de 16

NOTA 41 RELATO POR SEGMENTOS a) Relato por segmentos de negócio Contas a considerar Rubrica Ramos Vida 7 Prémios brutos emitidos 19.498.495 71 Prémios de resseguro cedido 2.73.162 7+/-611+/-613 Prémios brutos adquiridos 19.498.495 74+75+76-64-65-66 Resultado dos investimentos 16.11.97 6+61+62+63 Custos c/ sinistros brutos 42.44.19 63 Custos de exploração brutos 6.193.264 8/81 Resultado Técnico 246.229 Activos afectos à representação das provisões técnicas 352.11.611 Provisões técnicas 337.931.1 b) Relato por segmentos geográficos: Contas a considerar Rubrica Portugal 7 Prémios brutos emitidos 19.498.495 71 Prémios de resseguro cedido 2.73.162 7+/-611+/-613 Prémios brutos adquiridos 19.498.495 74+75+76-64-65-66 Resultado dos investimentos 16.11.97 6+61+62+63 Custos c/ sinistros brutos 42.44.19 63 Custos de exploração brutos 6.193.264 8/81 Resultado Técnico 246.229 Activos afectos à representação das provisões técnicas 352.11.611 Provisões técnicas 337.931.1 NOTA 42 DISCRIMINAÇÃO DE VALORES RELATIVOS AO RAMO VIDA Prémios brutos emitidos de seguro directo 19.498.495 Relativos a contratos individuais 83.161.778 Relativos a contratos grupo 26.336.717 19.498.495 Periódicos 32.679.517 Não Periódicos 76.818.978 19.498.495 De contratos sem participação nos resultados 19.95 De contratos com participação nos resultados 19.388.59 19.498.495 De contratos em que o risco de investimento é suportado pelo tomador de seguro Prémios brutos emitidos de resseguro aceite Saldo de resseguro (556.25) Página 14 de 16

NOTA 43 - COMISSÕES DE SEGURO DIRECTO O desdobramento das comissões relativas ao seguro directo, contabilizadas no exercício, é o seguinte: Comissões de mediação e corretagem..... 564.728 euros (24: 538.321 euros) Comissões de cobrança.....44.856 euros (24: 41.398 euros) NOTA 44 INVESTIMENTOS SEGUNDO A SUA AFECTAÇÃO Rubricas (euros) Seguro de Seguro não Vida Vida Livres Terrenos e edifícios 4.25.689 6.96.837 Investimentos em empr.do grupo e associadas Outros investimentos financeiros 328.296.66 11.816.798 Depósitos junto de empresas cedentes Total 332.546.755 18.777.635 Total 24 261.582.387 17.414.754 NOTA 45 OUTRAS INFORMAÇÕES 45.1. Movimentos nas contas de capitais próprios: Saldo Inicial Aumento Redução Saldo Final (euros) Capital social 7.5. 7.5. Reservas de reavaliação 6.27.159 2.586.284 (1.381.8) 7.474.643 Reserva legal 1.141.865 63. 1.24.865 Resultados transitados 5.925.755 5.925.755 Resultado do exercício 629.334 865.495 (629.334) 865.495 Total 21.467.113 3.514.779 (2.11.134) 22.97.758 A legislação portuguesa aplicável ao sector segurador exige que a Reserva Legal, que não é passível de distribuição, seja reforçada com pelo menos 1% do lucro líquido anual, até à concorrência do capital social. Página 15 de 16

45.3. Participação nos Resultados : (em euros) Provisão matemática de Balanço Participação nos resultados do exercício Designação Em 1/1/25 Em 31/12/25 Atribuída Distribuída SEGURO INDIVIDUAL Carteira Antiga 85.25 76.49 72 19 Carteira Nova 7.546.511 7.269.998 244.966 52.132 Renda c/ Fundo Autónomo 859.259 851.782 Record 38.791.778 39.152.43 38.954 Record / PPR 3.27.491 3.86.997 Gancapi / PPR 28.342.312 29.266.425 Gancapi 11.142.955 11.496.942 RVI / RTI c/ F.A. 98 4.423.95 4.658.637 Record XXI 5.25.46 6.46.221 75.698 43.43 Gancapi XXI 68.738.326 121.931.383 849.949 72.77 Gan / PPR-E 11.43.889 24.452.639 85.547 85.547 PPR-E / Seguro 17.141.535 18.919.458 258.872 271.88 Viva / Poupança 2.657 6 6 Sub-total 196.996.572 267.625.591 2.274.64 2.324.266 SEGURO GRUPO Temporário Anual Renovável 2.667.392 2.669.95 Carteira Nova 1.497.313 1.213.984 31.162 15.156 Recogan 27.892.53 26.844.28 69.111 Recogan XXI 1.758.492 7.88.37 24.33 24.33 Rendagan 1.46.44 9.811.11 RVI / RTI c/ F.A. 98 83.5 755.56 16.358 Sub-total 42.411.762 45.713.151 2.88.353 2.799.436 TOTAL 239.48.334 313.338.742 5.82.417 5.123.72 Página 16 de 16