METODOLOGIA DA PESQUISA
Objetivo: Conhecer, desenvolver e aplicar os métodos científicos de raciocínio e procedimento. Nesta aula: Métodos de raciocínio Dedução Indução Método hipotético dedutivo e analogia
MÉTODO E RACIOCÍNIO Veremos agora os métodos de raciocínio. Raciocinar bem pressupõe o conhecimento de algumas habilidades importantes. A capacidade de produzir bons juízos, interligada à capacidade de se chegar a boas afirmações é fundamental para a vida profissional e para a ciência. É de Mattew Lipman a assertiva: Raciocinar é a capacidade que, quando bem desenvolvida, possibilita o desvendar dos mistérios. Lendo textos e diferentes abordagem de assuntos variados é possível fazer muitos exercícios de raciocínio. A evolução da ciência depende de pesquisadores que saibam raciocinar a partir das evidências de modo metódico chegando ao conhecimento novo, ao não sabido. "Pensar é fazer associações e pensar criativamente é fazer associações novas e diferentes". Perguntar o porquê das coisas e fazer associações a partir do que sabemos estimula o raciocínio. Boas conclusões permitem bons resultados em nossos afazeres, em nossas relações, em nosso aprendizado ou conhecimento. Quem raciocina antecipa respostas úteis.
RACIOCÍNIO É A INTELIGÊNCIA EM MOVIMENTO Algumas pessoas são inteligentes (entendem com facilidade as coisas), mas não raciocinam bem (não conseguem chegar a Pensar é o processo de descobrir ou fazer associações e disjunções. (Lipman, 1995. p. 33). uma solução nova a partir do que aprenderam, não transportam o conhecimento de uma situação para outra, não deduzem nada, não transformam). Raciocínio é um processo mental em que as conclusões se apoiam em premissas (evidências). O raciocínio é um dos atributos da inteligência. Quem raciocina aplica o que sabe em situações diferentes das originais, cria algo, transforma a realidade, procura e encontra soluções. A lógica é a disciplina que estuda a forma e a correção dos raciocínios. As premissas são os argumentos e a conclusão é a tese. As palavras "então e portanto indicam a conclusão de um raciocínio. Exemplo: Evidências: Argumento 1: Sempre que chove muito os bueiros entopem. Argumento 2: Está chovendo muito. Conclusão: Tese: Então os bueiros vão entupir.
Começando pela tese, o mesmo raciocínio assume a seguinte forma: Tese: Sei que os bueiros vão entupir. Por que sabe disso? Argumento 1 (evidência): Pois sempre que chove muito os bueiros entopem. Argumento 2 (evidência): E hoje está chovendo muito. Raciocinamos quando somos capazes de relacionar os dados de uma tal forma que, a partir deles, ampliamos o que foi descoberto numa investigação. Desse modo, o raciocínio é uma maneira de ampliar o conhecimento sem recorrer a experiências adicionais. Pensando sobre aquilo que conhecemos, o raciocínio nos permite descobrir coisas novas e relacionadas. A partir de um argumento válido (evidência), ou seja, de uma premissa verdadeira, descobrimos uma conclusão igualmente verdadeira que é "inferida" como consequência destas evidências. Exemplo: Premissas ou evidências: (O que se observou) Argumento 1 - O produto X provocou a morte do rato A Argumento 2 - O produto X provocou a morte do rato B Argumento 3 - O produto X provocou a morte do rato C Argumento 4 - O produto X provocou a morte do rato D Conclusão a que se chegou por inferência: Logo o produto X é venenoso para ratos. Nem tudo o que pensamos expressa raciocínio. Podemos pensar em algo por intuição ou inspiração. O que diferencia o raciocínio dos demais pensamentos é que o raciocínio sempre é baseado em uma premissa anterior (uma evidência ou argumento conhecido). Por exemplo, concluo que vai ter prova surpresa hoje, pois sempre que a professora chega com um envelope nas mãos isso acontece e hoje ela está com o tal envelope nas mãos. Veja: Esse pensamento é um raciocínio, pois se baseou numa evidência (isso já ocorreu outras vezes).
Premissas Argumento 1: Sempre que a professora vem com o envelope tem prova surpresa. Argumento 2: Hoje ela está com o envelope. Conclusão Tese: Logo vai ter prova surpresa. Se alguém me perguntar como sei que terá prova, tenho como argumentar e explicar o motivo da minha conclusão, tenho uma evidência que sugere a conclusão (ela está com o envelope nas mãos). O raciocínio difere da intuição, que não se baseia em nenhuma evidência ou argumento. Podemos raciocinar errado, por exagero ou erro das premissas (ponto de partida). Nesse caso, o raciocínio falso se chama falácia ou sofisma (quando o erro for proposital). Exemplo 1: Comi pão ontem e tive febre. Logo pão dá febre. Exemplo 2: Toda loira é burra Sharon Stone é loira, logo é burra. (Sharon Stone tem QI 160! é gênio!) Assim, raciocinamos quando extraímos do conhecimento existente novas conclusões. Quando chegamos ao desconhecido a partir do conhecido. Por exemplo: 1. Sei que todos são iguais perante a lei (princípio constitucional). Por dedução, raciocínio que não se pode discriminar um empregado homossexual. Portanto se o empregado for discriminado, poderá pedir indenização. 2. Num experimento percebo que o calor dilata o ferro, o ouro, o bronze e a prata. Por indução sabendo que todos esses elementos são metais, concluo que o calor dilata (todos) os metais. 3. Percebo num experimento que ratos ficam agressivos quando estão numa caixa com superpopulação. Sei que ratos têm muitas semelhanças com humanos. Por analogia, concluo que a superpopulação nas grandes cidades é causa da violência em humanos.
Nos três exemplo, raciocinamos, pois partindo de evidências (algo sabido) chegamos ao novo, ampliando o conhecimento. Raciocinamos de três modos principais: Dedução Indução Analogia Esses raciocínios podem servir de base à investigação científica. Alguns autores acrescentam, ainda,entre os métodos que fornecem as bases lógicas à investigação o hipotético- dedutivo, o dialético e o fenomenológico (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993). Vejamos cada um deles. Assista ao Prezi Indução e Dedução http://prezi.com/fr9umithezjn/inducao-e-deducao/
MÉTODO DEDUTIVO Raciocínio por dedução O raciocínio dedutivo ocorre quando, a partir de um conhecimento preexistente que parte do geral, conclui-se algo (não explícito). Parte do todo (regra ou teoria) para o particular (caso específico, individual). O modelo foi proposto pelos racionalistas Descartes, Spinoza e Leibniz. Pressupõe que só a razão é capaz de levar ao conhecimento verdadeiro. O raciocínio dedutivo tem o objetivo de conhecer ou demonstrar algo (tese) a partir de premissas (argumentos). Por intermédio de uma cadeia de raciocínios em ordem descendente, do geral para o particular, chega-se a uma conclusão. É uma construção lógica baseada no silogismo: a partir de duas premissas (verdadeiras), uma terceira decorre logicamente sendo esta a conclusão. (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993). Se todo A é B e C é A, logo C é B. Premissa maior Evidência (geral) Premissa menor Evidência (particular) Argumento 2 (se) Argumento 1 (e) Todo humanos é mortal. Paulo (indivíduo) é humano. Todo homem é mortal, João é homem logo João e mortal. Todos os metais dilatam com o calor, fer- b a c Conclusão (Tese) Pretendo mostrar que (logo) Paulo é mortal. ro é metal, logo ferro dilata com o calor.
DEDUÇÃO A relação entre as premissas converge do geral para o particular. Premissa maior Evidência que sustenta o raciocínio (geral) Argumento 1 (se) Evidência 1 Esta é a regra já sabida pelo leitor. (é seu conhecimento de mundo!). Toda ação humana que causa aquecimento do solo acarreta o efeito estufa. Premissa menor (particular) Argumento 2 (e) Evidência 2 Este é texto atual (notícia lida): A empresa X desmatou uma área, deixado a terra nua (exposta ao sol) causando o aquecimento do solo. Conclusão (Tese) Esta é a inferência do leitor, a conclusão que extrai da notícia. (sua compreensão) Logo tal empresa está provocando o aquecimento global.
MÉTODO INDUTIVO INDUÇÃO A relação entre as premissas converge do particular para o Raciocínio por indução geral. No raciocínio indutivo a generalização deriva de observações de casos da realidade concreta. As constatações particulares levam à elaboração de generalizações (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1993). Quando usamos exemplos para levar alguém a uma conclusão, estamos empregando o raciocínio por indução. Método proposto pelos empiristas Bacon, Hobbes, Locke e Hume. Considera que o conhecimento é fundamentado na experiência, não levando em conta princípios preestabelecidos.
Exemplo 1 Argumento 1 (se) Evidência 1 (dado ou notícia atual) Na Universidade W foram feitos estudos que comprovaram que as aulas práticas são mais eficientes do que as teóricas. Atividade opcional: Assista ao vídeo (ligue a legenda) http://www.youtube.com/watch?v=janzmzmce9q Método Indutivo x Método Dedutivo Exemplo 2, 3 e 4 Argumento 2 (e se) Evidência 2 (conhecimento de mundo) Nas Universidades X, Y e Z também foram feitos estudos que comprovaram que as aulas práticas são mais eficientes do que teóricas. Nessa cena do filme "Galileo" podemos ver a diferença entre método indutivo de raciocínio e método dedutivo. Os amigos de Galileo estão pensando através do método dedutivo, pois eles estão usando as leis gerais de Aristóteles e tentando aplicar a um elemento específico, nesse caso a flutuação do gelo e da agulha na água. Conclusão (Tese) (logo) É a inferência do leitor (sua compreensão do texto) A associação entre teoria e as experiências de vida dos alunos, desde os anos iniciais na escola, é uma excelente prática pedagógica. Já Galileo está utilizando o método indutivo, pois, a partir de algumas experiências, está elaborando uma nova lei geral e quebrando as teses de Aristóteles.
MÉTODO HIPOTÉTICO - DEDUTIVO Para tentar explicar a dificuldades expressas no problema, são formuladas conjecturas ou hipóteses. Das hipóteses formuladas, deduzem-se consequências que deverão ser testadas ou Método hipotético - dedutivo Proposto por Popper, é a base do método científico atual. Funda-se no raciocínio seguinte: quando os conhecimentos disponíveis sobre determinado assunto são insuficientes para a explicação de um fenômeno, surge o problema. falseadas. Falsear significa tornar falsas as consequências deduzidas das hipóteses. As hipóteses devem ser submetidas a variados tipos de testes: crítica intersubjetiva ( avaliação entre pesquisadores), controle pela discussão crítica, publicidade (sujeitando o assunto a novas críticas) e confronto com os fatos. Assim verifica-se quais são as hipóteses que persistem como válidas, resistindo as tentativas de falseamento. O cientista pensa em todas as variáveis possíveis (outros fatores que podem atuar sobre o evento). Tudo que pode interferir no resultado deve ser testado antes de Enquanto no método dedutivo procura-se confirmar a hipótese, no método hipotético-dedutivo, ao contrário, procuram-se evidências empíricas para derrubá-la (GIL, 1999, p.30). se concluir pelo acerto da hipótese inicial. O método exige paciência e isenção.
A intenção dos testes é refutar a hipótese identificando falhas na teoria proposta. É um método que funciona por tentativas e eliminação de erros gerando conhecimento provavelmente certo. Porém não leva à certeza, pois o conhecimento absolutamente certo e demonstrável não é alcançado. Refutabilidade Karl Popper: A ciência é sempre uma probabilidade. As hipóteses Passos 1. Fazer observações. 2. Organizar as observações em hipóteses. 3. Testar essas hipóteses em observações ulteriores. 4. Modificar as hipóteses originais, se assim se fizer necessário. 5. Fazer previsões baseadas nas hipóteses. 6. Testar conclusões. A grande tragédia da ciência: o massacre de uma bela hipótese por parte de um fato horrível. Thomas Huxley (conjecturas) são respostas provisórias. O cientista, ao falsear, tenta provar que sua hipótese está errada! Crítica: é difícil para o cientista falsear suas hipóteses. Os progressos da ciência obedecem à lei da repulsão: para dar um passo em frente, é preciso começar por derrubar o domínio do erro e das falsas teorias. Boris Pasternak
Exemplo: Problema: Dois objetos com massa diferente chegam ao solo ao mesmo tempo? Hipótese: Dois corpos com massas diferentes lançados da mesma altura chegam ao solo ao mesmo tempo. Dedução de consequências da hipótese: Então, uma bola de chumbo e uma folha de papel lançadas em simultâneo de uma janela terão de chegar ao solo ao mesmo tempo. Submissão das consequências da hipótese a provas experimentais: Confronto das consequências deduzidas da hipótese com a experimentação para confirmar ou refutar a hipótese. Implica: definir e precisar as condições do uso de grandezas; criar e/ou aperfeiçoar instrumentos de investigação.
Consequência derivada da hipótese a demonstrar: Uma bola de chumbo e uma folha de papel lançadas em simultâneo de uma janela, terão de chegar ao solo ao mesmo tempo. Os dados de observação contrariam esta consequência. Formulação de uma nova hipótese: O ar oferece maior resistência à folha de papel do que à bola de chumbo, por isso, no vácuo, a bola de chumbo e a folha de papel chegam ao solo ao mesmo tempo. ANALOGIA Raciocínio por analogia A n a l o g i a ( d o g r e g o - "proporção") é um processo cognitivo de transferência de informação ou significado de um sujeito particular (fonte) para outro sujeito particular (alvo). Experimentação: Fazer cair estes objetos no vácuo e registrar os resultados. Conclusão: Se a experimentação confirma a hipótese, esta passa a lei explicativa dos fenômenos. Se a experimentação refuta a hipótese, segue-se a formulação de uma nova hipótese. Num sentido mais específico, analogia é uma inferência ou um argumento de um particular para outro particular, em oposição à dedução e indução, nas quais pelo menos uma das premissas ou conclusão se refere ao geral.
Tese: a mulher não precisa menstruar. Argumento: O fato de a menstruação ser uma ocorrência natural não significa que seja algo bom. Nem tudo que é natural é bom. Por exemplo: os terremotos são naturais e não são bons! O corpo da mulher foi comparado à terra. A menstruação foi comparada aos terremotos. Veja a estrutura da analogia: Exemplos de analogia
Cuidados com a analogia Exemplo: A moto está para o motociclista assim como a bicicleta está para o ciclista. Logo, o que vale para a bicicleta também deve valer para as motos, pois a relação que estabelecem com o os usuários é idêntica (meio de locomoção). Por meio da analogia é possível transferir a regra (de uma situação conhecida) para uma situação nova. Normalmente, as analogias são imperfeitas e uma análise mais detalhada poderá revelar algumas falhas na comparação, afinal, motos e bicicletas são diferentes em alguns aspectos, embora sejam semelhantes em outros.
Veja esse texto e note a analogia que há nele entre aprender a ouvir música e amar. É Preciso Aprender a Amar Que se passa para nós no domínio musical? Devemos em primeiro lugar aprender a ouvir uma música, uma ária, de uma maneira geral, a percebê-la, a distingui-la, a limitá-la e isolá-la na sua vida própria.[...] Não sucede assim só com a música: foi da mesma maneira que aprendemos a amar tudo o que amamos. A nossa boa vontade, a nossa paciência, a nossa justiça, a nossa suavidade com as coisas novas acabam sempre por ser pagas, porque as coisas, pouco a pouco, se despojam para nós do seu véu e apresentam-se a nossos olhos como indizíveis belezas: é o agradecimento da nossa hospitalidade. Quem se ama a si próprio aprende a fazê-lo seguindo um caminho idêntico: existe apenas esse. O amor também deve ser aprendido. Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência Atividade opcional: Assista aos vídeos seguintes com muita atenção. Sua missão é observar como as cenas se interligam na progressão dos vídeos. Procure reconhecer a analogia entre elas. http://www.youtube.com/watch? v=wjkg6j7ikye&feature=player_embedded#! http://www.youtube.com/watch? v=txdsqwqr4ro&feature=fvwrel
REFERÊNCIAS E LEITURAS RECOMENDADAS: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Referências bibliográficas: NBR 6023. Rio de Janeiro: Forense, 2002. APPOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2004. BALBACHEVSKY, Elizabeth. A profissão acadêmica no Brasil: as múltiplas facetas de nosso sistema de ensino superior. São Paulo: Funadesp, 1999. BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 73. BELL, Judith. Doing your research project: a guide for the first-time researchers in education and social science. England: Open University Press, 1989. BERTALANFFY, Karl Ludwig. Teoria geral dos sistemas. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1975. BUNGE, Mario. La ciencia, su método y su filosofía. Buenos Aires: Sigloveinte, 1974. DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1996. D ONOFRIO, Salvatore. Da Odisséia ao Ulisses: evolução do gênero narrativo. São Paulo: Duas Cidades, 1981. D ONOFRIO, Salvatore. Metodologia do trabalho intelectual. São Paulo: Atlas, 1999. FIDEL, Raya. The case study method: a case study. In: GLAZIER, Jack D.; POWELL, Ronald R. Qualitative research in information management. Englewood: Libraries Unlimited, 2007. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. HAMEL, Jacques; DUFOUR, Stéphane; FORTIN, Dominic. Case study methods. Newbury Park: Sage, 1993. HARTLEY, Jean. Case studies in organizational research. In: CASSELL, Catherine; SYMON, Gillian. Qualitative methods in organizational research: a practical guide. London: Sage, 1994. HIRONAKA, Giselda Maria Fernandes Novaes. O ensino jurídico e a produção de teses e dissertações. São Paulo: Edgard Blucher, 2008.
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