METODOLOGIA DA PESQUISA

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1 METODOLOGIA DA PESQUISA

2 Objetivo: Conhecer pesquisas. fundamentos de ética em Nesta aula: Ética em pesquisas e monografia Ética em pesquisas Coleta de dados e ética Monografia Resumo e resenha

3 Em que acreditas: Nisto: é preciso determinar de maneira nova o peso de todas as coisas. que causam ou criam malefícios, inventos nocivos e ferramentas de destruição não são consideradas científicas do ponto de vista ético. Nietzsche Pesquisas envolvendo seres humanos devem seguir uma legislação rigorosa. Do ponto de vista legal, cita-se a Resolução ÉTICA EM PESQUISAS A ética estuda os princípios orientadores da ação humana. Tais princípios indicam condutas para que o homem proceda da melhor forma possível em cada situação (a pergunta ética é: qual a conduta ideal?). Pode ser traduzida como conjunto de hábitos ou costumes fundamentais' de determinadas sociedades Para fazermos pesquisa, seja para uma monografia, uma tese ou um artigo, devemos ter em mente que o fim da ciência é contribuir com a evolução da humanidade. Toda pesquisa deve ter o bem humano, social e da natureza como fim. Pesquisas 196/96 (BRASIL, 1996) que define as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. A Resolução incorpora, sob a ótica do indivíduo e das coletividades, quatro referenciais básicos da bioética: autonomia, não-maleficência, beneficência, e justiça.

4 Cientificamente comprovado. Ou não? Por trás da aparente objetividade da literatura científica, esconde-se um universo repleto de aleatoriedade, fontes de viés e conflitos de interesse, que minam a confiança dos cientistas da área biomédica nos resultados publicados. Até onde podemos acreditar no que se publica? E como superar esses problemas para criar uma ciência mais confiável? Olavo Bohrer Amaral Instituto de Bioquímica Médica, Universidade Federal do Rio de Janeiro Leia a reportagem na íntegra Confiabilidade em Crise (Ciência Hoje) pdf_aberto/confiabilidadeemcrise303.pdf Atividade opcional Trata do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, no qual os sujeitos envolvidos em uma pesquisa manifestarão a sua anuência à participação no estudo. O sujeito envolvido ou entrevistado declara que foi informado da justificativa, dos objetivos e dos procedimentos da pesquisa. O termo expressa a liberdade de participar ou não da pesquisa, sem quaisquer represálias atuais ou futuras. O termo garante a possibilidade de se retirar o consentimento em qualquer etapa do estudo sem nenhum tipo de penalização ou prejuízo. Assegura que o sujeito não será identificado e que se manterá o caráter confidencial das informações relacionadas com a privacidade, a proteção da imagem e a não estigmatização. Garante, ainda a liberdade de acesso aos dados do estudo em qualquer etapa da pesquisa e o acesso aos resultados da A ética científica apresenta os direitos e deveres da comunidade científica, dos sujeitos da pesquisa e do Estado. pesquisa.

5 Nesses termos, o entrevistado deve-se considerar livre e esclarecido para consistir em participar da pesquisa proposta, resguardando aos autores do projeto a propriedade intelectual das informações geradas e expressando a concordância com a divulgação pública dos resultados. O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido deve ser assinado em duas vias de igual teor, ficando uma via em poder do participante e outra com os autores da pesquisa. Veja o modelo em seu material. Sistema enviesado A cultura de que apenas resultados positivos são meritórios de publicação gera um sistema de incentivos perigosamente enviesado. Estudantes que precisam publicar seus trabalhos para defender uma tese terão sucesso apenas se encontrarem resultados estatisticamente significativos. Pesquisadores que precisam de artigos em revistas científicas de alto impacto para obterem prestígio e financiamento só terão êxito se produzirem resultados positivos e impactantes. E, no conflito de interesse mais óbvio, a indústria farmacêutica terá lucros volumosos se concluir que um medicamento em seu portfólio é eficaz, mas verá seu investimento ir pelo ralo se isso não ocorrer. Um sistema como esse dificilmente será idôneo, pois leva os cientistas a fazerem perguntas sabendo de antemão que só uma determinada resposta lhes trará benefícios algo análogo a um sistema penal em que os juízes fossem remunerados apenas pelos réus que condenassem, por exemplo. [...] Ainda que a competição entre pesquisadores tenha sido historicamente uma das forças motrizes do avanço da ciência, talvez seja hora de concedermos que ela tem gerado um ecossistema científico doente. Desfazer o mito do cientificamente comprovado é fundamental para que a própria ciência possa refletir sobre si mesma e se mostrar aberta ao questionamento. Não para ser infalível, mas sim para se tornar cada vez mais capaz de corrigir seus inevitáveis erros. Olavo Bohrer Amaral Ciência Hoje confiabilidadeemcrise303.pdf

6 Respeito é bom e os cientistas gostam Para Hume, nada poderia ser mais contrário à filosofia do que ser taxativo e dogmático (Motta, 1998, p.164). Um cientista, ao criticar trabalhos alheios deve, portanto, ser elegante e respeitoso, mantendo a mente aberta para o novo. Autoria e coautoria: Não se aproveite do mérito alheio. Apenas os autores e coautores devem receber créditos por pesquisas e trabalhos científicos. A coautoria só se justifica diante de uma participação substancial no trabalho. É antiético colocar o nome em um trabalho do qual não se participou efetivamente. Segundo o grupo de Vancouver, o crédito à autoria exige contribuições substanciais 1) para a concepção e planejamento, ou análise e interpretação dos dados; e 2) em forma de rascunho do artigo ou revisão crítica com conteúdo intelectual importante; e 3) com aprovação final da versão a ser publicada. Se o orientador ou colega participou apenas na captação de recursos ou na coleta de dados não justifica a autoria. A supervisão geral de grupo de pesquisa não é suficiente para considerar-se a autoria. Como deve agir um parecerista? Quanto à ética, quem dá um parecer para a publicação de uma obra deve observar o mérito, a competência com a qual o argumento é conduzido e a importância dos resultados. Mesmo em caso de anonimato resguardado ao autor do parecer, este não pode se deixar levar por suas tendências nem interesses como competição acadêmica, relações pessoais e de financiamento (APA, 1992). Seja elegante e rápido ao fazer um parecer.

7 TRABALHOS SIAMESES!? As citações de trabalhos de outros pesquisadores Com o advento da Internet e a pressão, cada vez maior, para produção acadêmica hoje é comum que um pesquisador copie trechos inteiros de artigos, dissertações e teses. O plágio acontece quando há cópia integral ou parcial de trabalho intelectual alheio, sem a devida menção ao autor. Informar no início de um trecho, por exemplo, que aquele trabalho é baseado em outro não dá a um autor o direito de reproduzir literalmente o texto de outros sem as devidas aspas. A citação indireta, que ocorre quando o pesquisador se apropria da ideia alheia e muda algumas palavras ou quando resume a tese também é uma forma de plágio. Desse modo, todas as citações, ainda que em forma de resumo ou paráfrase, devem ser creditadas a seus autores e referenciadas no final do trabalho, conforme as normas da ABNT. Cuidado ao fazer citações em forma de resumos para não mudar o contexto e distorcer a ideia original! O autor deve preservar rigorosamente o sentido dos textos citados ou parafraseados, não amputando o pensamento original. OBJETIVO COMUM! Cooperação com outros pesquisadores A ética exige que você colabore com a ciência agindo sempre de modo responsável e solidário. A cooperação com os colegas responsáveis por outras pesquisas, organização de eventos, gerenciamento de projetos é essencial. Pesquisadores éticos ajudam com informações corretas na alimentação de bancos de dados e outros documentos.

8 ÉTICO OU ANTIÉTICO? Outra questão importe relacionada ao plágio: Quem publica o primeiro artigo sobre o tema, tem o direito sobre a descoberta. Ao ser citado, deve ser corretamente referenciado. Com o desenvolvimento de programas cada vez mais sofisticados, que são capazes de detectar qualquer tentativa de cópia, inclusive àquelas que estejam disfarçadas em pequenas alterações, plagiadores foram e estão sendo penalizados. Cientistas respeitados ficaram impossibilitados de continuar com suas pesquisas devido ao plágio. Refletindo... - Os versos de Mário Quintana ferem a ética? Qualquer ideia que te agrade, por isso mesmo... é tua. O autor nada mais fez que vestir a verdade que dentro em ti se achava inteiramente nua. - Se fôssemos parafrasear Lavoisier, dizendo que, na natureza nada se cria, tudo se copia, deveríamos acrescentar: desde que esteja referenciado. - Quem copia de um faz plágio, quem copia de muitos faz pesquisa. Você concorda com essa frase? O princípio desse campo particular da ética profissional é: ao exercer suas atividades científicas, um pesquisador deve sempre visar a contribuir para a construção coletiva da ciência como um patrimônio coletivo, deve abster-se de agir, intencionalmente ou por negligência, de modo a impedir ou prejudicar o trabalho coletivo de construção da ciência e a apropriação coletiva de seus resultados. É a essa parte da ética profissional do cientista que remete a expressão integridade da pesquisa. Pretendo aqui explorar, em linhas gerais, o conceito de integridade da pesquisa e, em seguida, esboçar um balanço de como se vem lidando, no mundo, com as questões relativas à integridade da pesquisa. Luiz Henrique Lopes dos Santos Membro da Coordenação Adjunta da Diretoria Científica da FAPESP e Professor Livre Docente, Departamento de Filosofia, FFLCH, USP Fonte:

9 A ciência vive de sua credibilidade, não só porque depende cada vez mais de investimentos públicos e privados, mas principalmente porque, sem essa credibilidade, perde sua principal razão de ser: seu potencial de fazer diferença na vida das pessoas, por meio da ampliação do estoque de seus conhecimentos e dos meios de orientação racional de suas ações. A ciência poderá ter encontrado a cura para a maioria dos males, mas não achou ainda remédio para o pior de todos: a apatia dos seres humanos. Helen Keller Luiz Henrique Lopes dos Santos Visite o site Leia: (Resolução 196/96) - Pesquisa com seres humanos (Anexo à resolução). (Lei 6638, de 08 de maio de 1979) - Normas para a Prática Didático-Científica da Vivissecção de Animais

10 Coleta de dados e ética Na fase de coleta, o pesquisador registra os dados obtidos. Os dados são examinados e transformam-se em elementos importantes para a comprovação ou não das hipóteses. É preciso ser ético nesse momento, fazendo a coisa certa, mesmo que isso não seja favorável à demonstração de sua hipótese. Antes de interpretar deve submeter os dados obtidos a uma análise crítica, observando falhas, distorções e erros. Nessa fase o pesquisador deve ser imparcial e desapaixonado, precisa raciocinar com critério e lógica e ser muito honesto, evitando distorções. Classificação: significa a divisão dos dados em partes, dandolhes ordem, colocando cada um em seu lugar. Baseia-se em determinado critério ou fundamento que orienta a divisão de um todo em partes, classes ou categorias. Codificação: é a colocação de cada informação em categorias, atribuindo-lhes um símbolo (letra, número etc.). Tabulação: é o processo pelo qual se os dados codificados são apresentados em tabelas e gráficos. O uso de gráficos sintetiza os resultados e auxilia na interpretação. Além disso, facilita o processo de inter-relação entre dados e também com as hipóteses da pesquisa. Uma vez selecionados os dados passíveis de análise e interpretação, os passos seguintes são:

11 ERRO NA COLETA E DISTORÇÕES Veja a seguir algumas situações que provocam erro na coleta de dados e distorções nos resultados 1- Pequenas amostras; 2- Números imprecisos; 3- Estimativas por suposição; 4- Porcentagens distorcidas; 5- Cifras parciais; 6- Distorções deliberadas; 7- Perguntas tendenciosas; 8- Gráficos enganosos; 9- Pressão do pesquisador; 10- Más amostras; 11- Definição errada; 12- Desconsideração de uma variável relevante; 13- Raciocínio errado (falácias) ; 14- Generalização. Um exemplo de como é possível apresentar um dado que está correto do ponto de vista técnico mas que não exprime de forma verdadeira a realidade foi apresentado pela Associação Americana de Aposentados, que alega que os motoristas mais idosos se envolvem em menor número de acidentes do que os mais jovens. Segundo a associação, nos últimos anos, os motoristas com 16 a 19 anos de idade causaram cerca de 1,5 milhão de acidentes, em comparação com apenas causados por motoristas com 70 anos ou mais. Entretanto, os motoristas mais idosos não dirigem tanto quanto os mais jovens, pois, em lugar de considerar apenas o número de acidentes, a Associação Americana de Aposentados deveria descrever também as taxas de acidentes. Para cada 100 milhões de milhas percorridas a taxa de acidentes para os motoristas com idades de 16 a 19 foi 8,6; para os com idade de 75 a 79 a taxa foi de 4,6 e 8,9 para os com idade de 80 a 84; já para os motoristas com 85 anos de idade ou mais a taxa foi de 20,3. Embora os motoristas mais jovens tenham de fato maior número de acidentes, os mais velhos apresentam as taxas de acidente mais altas.

12 Ciência e valores humanos Sam Harris - A Ciência Pode Dizer o Que é Moral? A falsa ciência cria os ateus, a verdadeira, faz o homem prostrar-se diante da divindade. Voltaire Assista: Reserve um tempo para assistir à interessante palestra do Café Filosófico: Yves de La Taille - Educação moral e formação ética Leia o artigo: Sobre a integridade ética da pesquisa As letras e a ciência só tomarão o seu verdadeiro lugar na obra do desenvolvimento humano no dia em que, livres de toda a servidão mercenária, forem exclusivamente cultivadas pelos que as amam e para os que as amam. Piotr Kropotkine A proposta da disciplina de Metodologia é política. A educação não é neutra. A aparente neutralidade da ciência deve ser objetivo de reflexões profundas. A neutralidade, muitas vezes, oculta uma velada manipulação. O objetivo da ciência deve ser a busca de uma sociedade justa, participativa e humana. Não há maneira de fazer pesquisa absolutamente objetiva. Bittar

13 Metodologia não é um amontoado de técnicas (embora elas devam existir e tenham seu papel). A disciplina deve estar relacionada e a serviço de uma proposta universitária que queremos (nossa utopia). É uma disciplina instrumental: instrumento do projeto universitário. É preciso fazer e não apenas conhecer técnicas de fazer. A realidade e a prática precisam andar juntas. Bittar A ciência pode descrever os órgãos de um sabiá, mas não pode medir seu encanto. [...] A beleza não é científica. Rubem Alves Atividade opcional Leia: A importância da disciplina de metodologia científica no desenvolvimento de produções acadêmicas de qualidade no nível superior Se a ética tem como principal preocupação as condutas ideais, então a metodologia é uma disciplina a serviço dela, já que define o que deve e o que não deve ser feito pesquisas. A formação oferecida por estabelecimentos especializados no ensino vem sendo submetida a críticas importantes nos anos recentes. Boa parte dessas críticas centra-se no fato de que o ensino, dissociado da atividade de pesquisa, deixa uma lacuna na formação do aluno numa das dimensões mais fundamentais para o seu sucesso futuro: qual seja, a sua preparação para solucionar criativamente problemas, isto é, sua capacidade de reunir, selecionar e analisar dados relevantes para a solução de uma situação não usual.

14 MONOGRAFIA Todo homem toma os limites de seu próprio campo de visão como os limites do mundo. Schopenhauer Monografia é o trabalho que relata os resultados de uma pesquisa em graduação ou especialização. Tal relatório pode ter a forma ou ser denominado de TCC ou TFC. O prefixo mono significa único. Monografia é o trabalho escrito sobre um único tema. A monografia é uma dissertação (texto que demonstra uma tese por meio de argumentos objetivos, lógicos e verdadeiros). Por isso não pode ser feita apenas com impressões ou opiniões pessoais. Exige projeto, pesquisa rigorosa e aplicação de métodos científicos! O pesquisador não escreve nada antes de estudar. Não se confunde com um texto de opinião ou um manual (tipo como fazer? ). É um documento que descreve determinada matéria, abordando aspectos científicos, históricos, técnicos, econômicos ou artísticos de modo completo. A monografia dirige-se à comunidade científica e não à população ou à sociedade. Por isso, sua linguagem deve ser técnica. A monografia requer um estudo científico sobre uma questão limitada, realizado com profundidade e de forma exaustiva.

15 A especificação ou recorte do tema possibilita um tratamento aprofundado, que não deve ser confundido com extensão (não precisa ser grande, mas deve esgotar o tema). A característica essencial da monografia é a unicidade do tema (bem delimitado), acompanhada de uma contribuição importante para ampliação do conhecimento específico. Monografia é... Um trabalho que depende de estudo: observa e acumula observações pela leitura do que já existe sobre o tema (não se faz pesquisa científica apenas com base na prática e na observação empírica de fatos e situações. Organiza essas informações e observações com critérios lógicos, cronológicos, prós e contras etc.. - Procura as relações e as regularidades que pode haver entre os dados existentes na tentativa de concluir algo novo. -Indaga as teorias existentes sobre a eficácia e finalidade delas na atual conjuntura e diante dos novos problemas. -Utiliza de forma inteligente as leituras e experiências para comprovação. -Comunica aos demais seus resultados (a monografia deve apresentar a novidade, a descoberta ou a conclusão da pesquisa à comunidade de modo coerente, formal, claro, objetivo, com referências completas e citações de textos alheios confiáveis e honestas. O referencial teórico (revisão da literatura) é importante, pois a ciência conecta o passado (origens do instituto, problemas, teorias ou leis estudados), ao futuro (apresenta as novas perspectivas que se abrem). A monografia só tem valor se for redigida de acordo com as normas exigidas para publicação (ABNT). Só assim poderá ser difundida pelas mídias científicas (periódicos, livros, jornais científicos, revistas eletrônicas etc.).

16 Por que tenho que seguir regras para escrever uma monografia? Monografias, artigos e teses devem ser publicados em mídias impressas ou eletrônicas para que possam ser vistos, comentados e mesmo criticados por estudiosos. Se o relatório (monografia) não obedecer a forma prescrita para a estrutura, as citações e as referências (normas da ABNT), o texto perderá sua utilidade científica. Para circular entre seus pares (comunidade de pesquisadores) é preciso seguir à risca tais normas. Como a monografia visa contribuir com a ciência e com os outros estudiosos do assunto, deve ser elaborada com rigor e com todos os requisitos necessários para que possa ser posta ao alcance dos demais pesquisadores interessados e auxiliar na evolução dos estudos sobre o tema. O pesquisador jamais pode perder de vista que a ciência é dinâmica. Desse modo, um trabalho científico existe para ser útil (servir à ciência) oferecendo a outros estudiosos dados corretos, completos, confiáveis e honestos para o prosseguimento e a atualização dos estudos na área. Só assim um pesquisador interessado no assunto de sua pesquisa poderá, a partir dela, localizar as obras originais citadas e se aprofundar no assunto. Portanto, a monografia tem requisitos necessários sem os quais perde sua cientificidade. Por isso, o texto de uma monografia segue regras rígidas e é igual em todos os lugares. A codificação (uso de um modelo definido) permite a comunicação eficaz entre pesquisadores e garante a circulação necessária das pesquisas.

17 Monografia não é: Repetir o que já foi dito por outro, sem apresentar nada de novo em relação ao enfoque, aos argumentos, ao desenvolvimento ou às conclusões; Responder a uma espécie de questionário com perguntas e respostas; não é executar um trabalho semelhante ao que se faz em um exame ou deveres escolares; (NÃO queira aproveitar tudo que foi coletado, inclua apenas o que for coerente com o tema); Manifestar uma erudição artificial, citando frases irrelevantes, não pertinentes e mal assimiladas, ou desenvolver paráfrases sem conteúdo ou distanciadas da experiência do pesquisador. Manifestar opiniões pessoais, sem fundamentá-las com dados comprobatórios logicamente correlacionados e embasados em raciocínio; Expor ideias abstratas, alheias tanto aos pensamentos, preocupações, conhecimentos ou desejos pessoais do autor da monografia como de sua maturidade psicológica e intelectual;

18 Para fazer uma monografia o cientista... Parte de um problema (questão). Planeja a pesquisa (projeto). Desenvolve o tema, lendo tudo que já se escreveu sobre o assunto, sempre buscando contribuir com algo novo (revisão da literatura). Faz fichamento das leituras ordenando os dados coletados. Realiza o que propôs de acordo com as normas consagradas pela metodologia. Usa métodos claros para dar credibilidade ao trabalho e permitir que ele seja refeito e atualizado por outros estudiosos. Coleta, investiga, observa e tabula dados (se a pesquisa for de campo, experimental ou baseada em questionários ou entrevistas). Analisa os resultados, elaborando as conclusões. Finalmente, o pesquisador deve divulgar o que descobriu oferecendo à comunidade científica uma colaboração relevante por meio de uma redação clara, técnica e objetiva. A transitividade crítica por outro lado, a que chegaríamos com uma educação dialogal e ativa, voltada para a responsabilidade social e política, se caracteriza pela profundidade na interpretação dos problemas. - Pela substituição de explicações mágicas por princípios causais. - Por procurar testar os achados e se dispor sempre a revisões. - Por despir-se ao máximo de preconceitos na análise dos problemas e, na sua apreensão, esforçar-se por evitar deformações. - Por negar a transferência da responsabilidade. - Pela recusa a posições quietistas. - Por segurança na argumentação. - Pela prática do diálogo e não da polêmica. - Pela receptividade ao novo, não apenas porque novo e pela não-recusa ao velho, só porque velho, mas pela aceitação de ambos, enquanto válidos. - Por se inclinar sempre a arguições. Esta posição transitivamente crítica implica num retorno à matriz verdadeira da democracia (Paulo Freire)

19 REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS (ÉTICA) TRIOLA, Mário. Introdução à estatística. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, BRASIL. Resolução 196/96 de 10 de outubro de Dispõe sobre as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Conselho Nacional de Saúde, Brasília, DF, 10 de out. de Disponível em: < Acesso em 6 jan CENCI, Ângelo Vitório. O que é ética?: elementos em torno de uma ética geral. Passo Fundo: Cenci, DUPAS, Gilberto. Ética e poder na sociedade da informação: de como a autonomia das novas tecnologias obriga a rever o mito do progresso. 2. ed. São Paulo: UNESPE, LOPES, Paulo Afonso. Probabilidade e estatística. Rio de Janeiro: Reichman & Affonso, MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing. Porto Alegre: Bookman, MOTTA, Paulo Roberto. Transformação organizacional: a teoria e a prática de inovar. Rio de Janeiro: Qualitymark, MORIN, Edgar. Ética e imaginário. 2.ed. São Paulo: Cortez, REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS (MONOGRAFIA) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Referências bibliográficas: NBR Rio de Janeiro: Forense, APPOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, BALBACHEVSKY, Elizabeth. A profissão acadêmica no Brasil: as múltiplas facetas de nosso sistema de ensino superior. São Paulo: Funadesp, BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 73. BUNGE, Mario. La ciencia, su método y su filosofía. Buenos Aires: Sigloveinte, 1974.

20 D ONOFRIO, Salvatore. Da Odisséia ao Ulisses: evolução do gênero narrativo. São Paulo: Duas Cidades, D ONOFRIO, Salvatore. Metodologia do trabalho intelectual. São Paulo: Atlas, GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, HIRONAKA, Giselda Maria Fernandes Novaes. O ensino jurídico e a produção de teses e dissertações. São Paulo: Edgard Blucher, LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2.ed. São Paulo: Atlas S. A., Metodologia do trabalho científico. 4.ed. São Paulo, Atlas S. A., Técnicas de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas S. A., LIPMAN, Matthew. A filosofia vai à escola. São Paulo: Summus Editorial, Cortez, MATTAR, Fauze. Pesquisa de marketing. São Paulo: Atlas, MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São Paulo: Atlas S. A., MEZZAROBA, Orides. Manual de metodologia da pesquisa no direito. São Paulo: Saraiva, 2004 OLIVEIRA, Silvio Luiz. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2.ed. São Paulo: Pioneira, REY, Luís. Planejar e redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgard Blucher, ROCHA, Ailton Schramm. Metodologia da pesquisa em direito e filosofia. São Paulo: Saraiva, A filosofia na sala de aula. São Paulo: Nova Alexandria, O pensar na educação. Petrópolis: Vozes, LORIERI, Marcos Antônio. Filosofia no ensino fundamental. São Paulo:

21 RODRIGUES, Zuleide Blanco. Desenvolvendo habilidades básicas de pensamento: possibilidades de reflexão e pensar correto. Disponível em: < desenvolvendohabilidades.htm>. Acesso em 14 mar SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo, Martins Fontes, SAVIANI, Dermeval. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Cortez, SUCHODOLSKI, Bogdan. A pedagogia e as grandes correntes filosóficas. Lisboa: Livros Horizonte, s/d.

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