METODOLOGIA DA PESQUISA

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1 METODOLOGIA DA PESQUISA

2 Objetivo: Conhecer, desenvolver e aplicar os métodos científicos de raciocínio e procedimento. Nesta aula: Método Sistêmico Fenomenológico Dialético Métodos de procedimento

3 MÉTODO SISTÊMICO Imagine que um cientista deva lidar com um problema de deficiências no saneamento urbano relacionando o fato à incidência de verminoses. A questão envolve áreas diferentes como medicina (controle de doenças, ciclos dos parasitas etc), biologia, urbanismo, políticas públicas, direito constitucional, educação entre outras. Em algumas ciências como a sociologia, o direito entre outras, os fatores humanos, sociais e ecológicos demandam uma abordagem mais ampla dos problemas investigados, sob pena de se obter uma solução parcial. A abordagem sistêmica amplia os horizontes da pesquisa diante de problemas complexos (que envolvem várias ciências e várias disciplinas) já que introduz a interdisciplinaridade necessária à observação de problemas complexos. A definição de sistema relaciona-se à interação entre as partes e o todo, e emergiu da percepção de que na natureza a maioria dos fenômenos segue uma dinâmica complexa (com a interdependência de vários fatores) e não de modo isolado ou linear. Para estudar um fenômeno, segundo o método sistêmico, o cientista não isola, fragmenta ou recorta o problema, mas analisa-o à luz dos diversos fatores que interferem nele (considerando o contexto e o ambiente como fatores determinantes). A abordagem sistêmica inspira-se no construtivismo: o conhecimento é uma construção coletiva que vai avançando na medida em que são gerados novos conhecimentos para se entender os fenômenos. É possível a partir de conhecimentos parciais avançar na compreensão dos fenômenos.

4 MÉTODO SISTÊMICO E TEORIA DA COMPLEXIDADE "As ciências têm as raízes amargas, porém os frutos são doces." (Aristóteles) O método sistêmico relaciona-se com a teoria da complexidade, muito debatida no cenário científico de hoje. Esta pode ser considerada como uma evolução da Teoria Geral de Sistemas. Segundo Bertalanffy (1975): 1. Há uma tendência geral de integração nas várias ciências, naturais e sociais. 2. Essa integração parece centralizar-se em uma Teoria Geral Vídeos opcionais: Sobre teoria da complexidade - Edgar Morin Zygmunt Bauman - Fronteiras do Pensamento de Sistemas. 3. Essa teoria pode ser importante meio para alcançar uma teoria exata nos campos não físicos da ciência. 4. Desenvolvendo princípios unificadores que atravessam ABORDAGENS DISCIPLINARES PARA SE OBSER- VAR A REALIDADE "verticalmente" o universo das ciências individuais, essa teoria aproxima-se da meta da unidade da ciência. 5. Isso pode conduzir à integração muito necessária na educação científica.

5 As entradas são tudo aquilo que vêm de fora do sistema e as saídas são aquilo que o sistema libera além de suas fronteiras como resultado de seu funcionamento (processo). O processo é a ação do sistema em busca dos objetivos. O controle está relacionado ao conceito de retroação ou feedback. Na retroação, as saídas de um sistema influenciam em suas entradas, assim mantendo o controle do sistema no sentido de atingir seus objetivos. Esses conceitos estão associados aos primórdios do desenvolvimento da Teoria Geral de Sistemas. Nas últimas décadas houve vários desenvolvimentos conceituais nas chamadas ciências da complexidade (que pode ser considerada como uma evolução da Teoria Geral de Sistemas). Método Sistêmico Sistema: elementos reunidos em um conjunto que obedece a uma mesma lógica de organização. Os elementos podem ser qualquer coisa: objetos, ideias, teorias, conceitos, ou ainda normas. Bertalanffy, o pai da Teoria Geral dos Sistemas, concebeu a definição de sistema como um conjunto de elementos interrelacionados, mas cuja interação é ordenada e não-caótica. Ele se altera, muda de acordo com as trocas que faz com os outros elementos do sistema e com o próprio ambiente em que está inserido. Quando a visão de um autor está em interação com o meio, ele faz parte de um sistema aberto. Quando a visão do autor é isolada do meio, ele está em um sistema fechado.

6 Principais componentes do método sistêmico:

7 Para saber mais: metodo-sistemico/

8 Representação clássica de um sistema: MÉTODO FENOMENOLÓGICO Idealizado inicialmente por Brentano, o método foi desenvolvido por Husserl ( ). O método fenomenológico não é dedutivo nem indutivo. Preocupa-se com a descrição direta da experiência tal como ela é. A realidade é construída socialmente e entendida como o compreendido, o interpretado, o comunicado. Então, a realidade não é única: existem tantas quantas forem as suas interpretações e comunicações. O sujeito/ator é reconhecidamente importante no processo de construção do conhecimento (GIL, 1999). Empregado em pesquisa qualitativa.

9 Uma pesquisa fenomenológica trata de descrever, compreender e interpretar os fenômenos que se apresentam à percepção. Dilui a separação positivista entre "sujeito" e "objeto", e não pretende descobrir causas e formular leis. Destina-se a empreender pesquisas sobre fenômenos humanos, com ênfase sobre os vividos e experienciados. Daí voltarse à análise dos relatos / descrições dos sujeitos que vivenciaram o fenômeno em questão. Utiliza a observação para descrever os dados como eles se apresentam, preocupando-se com a compreensão do fenômeno, não com a sua explicação (MARTINS, 1993), opondo-se ao pensamento positivista do século XIX. O objetivo do método é descrever a estrutura total da experiência vivida, os significados que a experiência tem para os sujeitos que a vivenciam. Tratando-se de uma modalidade da pesquisa qualitativa, não se pretende chegar a generalizações. O foco da sua atenção é centralizada no desvelamento do fenômeno, interrogando o mundo ao redor. Numa pesquisa fenomenológica, não há hipóteses a serem verificadas, mas suposições e dúvidas que podem ser respondidas pelos relatos dos sujeitos de pesquisa. O método envolve estratégias de coleta de dados, entrevistas não diretivas, descrição oral de experiências vividas pelos sujeitos, relatos autobiográficos, observação participante e estratégias de apresentação dos resultados (descrições fiel ao discurso dos sujeitos ouvidos e entrevistados, retrato do observado. Para saber mais:

10 Segundo Streubert e Carpenter (1995) o pesquisador, para decidir se o método fenomenológico é ou não apropriado deve perguntar-se: 1- A experiência compartilhada é adequada para estudar o fenômeno? O método básico de coleta de dados no método fenomenológico é a voz da pessoa que vive um dado fenômeno. O pesquisador deve determinar se esta abordagem lhe dará dados ricos e descritivos. 2- Existe necessidade de esclarecer o fenômeno? (Pouca coisa publicada, necessidade de dar maior profundidade ao que existe). tipo de experiência para pessoas num dado ambiente (pessoas numa instituição, por exemplo). Na área médica incide sobre: o sentido da dor, a qualidade de vida enquanto se tem uma particular doença crônica, ou a perda de uma parte do corpo, etc. Estratégias de coleta de dados são: Entrevista: os participantes descrevem verbalmente suas experiências de um fenômeno. Descrição escrita de experiências pelo próprio participante. Relatos autobiográficos em forma escrita ou oral. 3- Há recursos disponíveis (tempo da pesquisa); o método é adequado ao receptor a quem se destina a pesquisa; o pesquisador tem habilidade para se engajar no método de forma rigorosa? O método fenomenológico é adequado para o estudo de fenômenos da experiência de vida de seres humanos: alegria, envolvimento, tristeza, medo, liderança, ou o sentido de algum Observação participante: O pesquisador parte das observações do comportamento verbal e não verbal dos participantes, de seu meio ambiente, das anotações que ele mesmo fez quando em campo de áudio e vídeos disponíveis etc.

11 Métodos Fenomenológico de Giorgi (1985) MÉTODO DIALÉTICO Utilizado no campo da Psicologia Fenomenológica, o método contém quatro passos. O objetivo é a obtenção de unidades de significado (ou seja, temas ou essências) contidas nas descrições e reveladoras da estrutura do fenômeno. Os passos são os seguintes: Leitura geral da descrição (pode ser uma entrevista transcrita), (visão geral). Volta ao início do texto e lê novamente, procurando as unidades de sentido dentro da perspectiva que lhe interessa sociológica, psicológica, etc. -, e sempre com foco no fenômeno estudado. Passa por todas as unidades de sentido e expressa o que elas contêm (da perspectiva que lhe interessa). Por último, o pesquisador sintetiza todas as unidades de sentido transformadas em uma declaração consistente com relação à experiência do sujeito. Essa declaração vai se chamar: estrutura da experiência. O conceito de dialética é utilizado por diferentes doutrinas filosóficas (dialética socrática, platônica, hegeliana e marxista) e, de acordo com cada uma, assume um significado distinto. O método dialético (aplicável em ciências) fundamenta-se na dialética proposta por Hegel, na qual as contradições sobre um dado problema podem ser superadas, com uma análise racional dos argumentos contrários. Separando os bons argumentos dos frágeis é possível chegar a uma síntese (que acomoda os argumentos bons das tese e da antítese) e transcendem as ideias originais, dando origem a novas contradições que passam a requerer outra solução.

12 É um método de interpretação dinâmica e totalizante da realidade. Considera que os fatos não podem ser considerados fora de um contexto social, político, econômico, etc. Empregado em pesquisa qualitativa (GIL, 1999; LAKATOS; MARCONI, 1992). Os elementos do esquema básico do método dialético são a tese (teoria sobre um problema) a antítese (outra teoria sobre o mesmo problema) e a síntese (harmonização das teorias contrárias). A tese é uma afirmação ou situação inicialmente dada. A antítese é uma oposição à tese. Do conflito entre tese e antítese surge a síntese, que é uma situação nova que carrega dentro de si elementos resultantes desse embate. A síntese, então, torna-se uma nova tese, que contrasta com uma nova antítese gerando uma nova síntese, em um processo em cadeia infinito.

13 MÉTODOS DE PROCEDIMENTO Além dos métodos de raciocínio, (como pensar) uma pesquisa envolve também um ou mais métodos de procedimento. São o como fazer o trabalho?, os meios de execução, procedimentos, planejamento. São as etapas mais concretas da investigação. Técnicas: atitude concreta em relação ao fenômeno. Vejamos alguns exemplos: Método histórico (Boas): investiga acontecimentos passados, para verificar sua influência na atualidade. Segue uma cronologia. Muito utilizado no primeiro capítulo de monografias. Ex.: pesquisa do passado dos elementos constitutivos dos vários tipos de família, para descobrir as causas da decadência da aristocracia cafeeira. Método comparativo (Tylor): considera semelhanças e diferenças entre grupos, sociedades, povos, épocas, fatos, normas, a fim de compreender o comportamento humano. Ex.: comparação do modo de vida rural e urbano no estado de São Paulo, geralmente opera-se com o método indutivo, inferindo da observação dos fenômenos uma constante. Combina bem também com o método dialético. Método tipológico (Max Weber): semelhante ao comparativo, mas ao comparar fenômenos o pesquisador cria tipos ou modelos ideais. Ex: Compara todos os tipos de governo democrático, estabelecendo as características típicas ideais. Método dogmático-jurídico estuda a lei, a doutrina e a jurisprudência, cabendo-lhe interpretar as normas elaboradas pelo legislador, investigando sua intertextualidade com outros instrumentos afins, buscando a

14 aplicação equitativa das decisões judiciais e fazendo da analogia uma garantia de maior uniformização, assecuratória da segurança jurídica. Método de estudo hermenêutico Hermenêutica - é a ciência da interpretação. No caso de pesquisas científicas refere-se ao estudo da interpretação de textos, especialmente na área da literatura, religião, direito etc. As operações hermenêuticas tentam tornar compreensíveis conteúdos proposições, pressupostos. No Direito, por exemplo, é a operação que tem por objeto precisar o conteúdo exato de uma norma jurídica ambígua ou obscura, para sua adequação ao caso concreto. O verdadeiro objetivo desse tipo de pesquisa é determinar o sentido e alcance de uma lei. Método da diferença Também chamado de método das variações concomitantes. Consiste em fazer variar a intensidade da causa para verificar as variações do fenômeno. É o método de resíduos, ou seja, separando-se de um fenômeno o fator que é o efeito conhecido, o resíduo do fenômeno pode ser considerado efeito dos antecedentes que restaram. Todo grande progresso da ciência resultou de uma nova audácia da imaginação." (John Dewey) Scientific Method Song Método no cinema Como identificar uma bruxa Cena icônica do filme Monty Python em Busca do Cálice Sagrado, quando sir Bedevere demonstra como descobrir se uma mulher é bruxa através de uma lógica científica absolutamente fantástica Explicação:

15 Estudo de caso Parte de acontecimentos particulares (empresas, instituições) para obter generalizações. Não é mera descrição. Envolve apresentação da situação (pode ser estudo de um processo), desdobramentos, aporte bibliográfico, análise. Combina bem com o método indutivo. Muito utilizado em sociologia, psicologia e administração. Um método ou uma abordagem? A sociologia francesa o descreve como uma abordagem monográfica. Seu objetivo é reconstruir e analisar um caso sob a perspectiva sociológica. Como utiliza vários métodos de coleta de dados, parece ser mais apropriado defini-lo como uma abordagem, embora o termo método de caso sugira que seja um método. [Hamel, 1993]. O estudo de caso é um termo guarda-chuva para uma família de métodos de pesquisa cuja principal preocupação é a interação entre fatores e eventos. [Bell, 1989]. O método de estudo de caso é um método específico de pesquisa de campo. Estudos de campo são investigações de fenômenos à medida que ocorrem, sem qualquer interferência significativa do pesquisador. Seu objetivo é compreender o evento em estudo e ao mesmo tempo desenvolver teorias mais genéricas a respeito dos aspectos característicos do fenômeno observado. [Fidel, 1992]. (Liga-se ao raciocínio por indução) O estudo de caso consiste em uma investigação detalhada de uma ou mais organizações, ou grupos dentro de uma organização, com vistas a prover uma análise do contexto e dos processos envolvidos no fenômeno em estudo. O fenômeno não está isolado de seu contexto (como nas pesquisas de laboratório), já que o interesse do pesquisador é justamente essa relação entre o fenômeno e seu contexto. A abordagem de estudo de caso não é um método propriamente dito, mas uma estratégia de pesquisa. [Hartley, 1994].

16 Características básicas As principais características do estudo de caso são (Trauth & O'Connor, 2000): - Fenômeno observado em seu ambiente natural; - Dados coletados por diversos meios; - Uma ou mais entidades (pessoa, grupo, organização) são examinadas; - A complexidade da unidade é estudada intensamente; - Pesquisa dirigida aos estágios de exploração, classificação e desenvolvimento de hipóteses do processo de construção do conhecimento; - Não são utilizados controles experimentais ou manipulações; - O pesquisador não precisa especificar previamente o conjunto de variáveis dependentes e independentes; - Os resultados dependem fortemente do poder de integração do pesquisador; - Podem ser feitas mudanças na seleção do caso ou dos métodos de coleta de dados à medida que o pesquisador desenvolve novas hipóteses; - Pesquisa envolvida com questões "como" e "por que" ao invés de frequências ou incidências; Enfoque em eventos contemporâneos. Assista: Planejamento de estudo de caso Estudo de caso é o circunscrito a uma ou poucas unidades, entendidas essas como uma pessoa, um animal, uma família, um produto, uma empresa, um órgão público, uma comunidade ou mesmo um país. Tem caráter de profundidade e detalhamento. Pode ou não ser realizado no campo.

17 No estudo de caso o pesquisador estuda detalhadamente um caso individual que desperta interesse, é exemplar (representativo de muitos outros parecidos) ou por ser considerado extremo. Como exemplo pode-se citar o estudo de uma decisão, de uma empresa etc.. O pesquisador não precisa escolher um deles, mas empregar as combinações necessárias para tratar da questão com segurança e credibilidade, exaurindo as possibilidades. Exemplo de combinações comuns: Método indutivo (parte da observação de casos particulares Os métodos de procedimento podem ser usados em conjunto. Ex.: Para analisar o papel do sindicato na sociedade uso procedimentos histórico (origem e desenvolvimento) e comparativo (seu papel nas diferentes sociedades). e exemplos em direção a uma regra ou generalização) combina bem com Método de procedimento estatístico (quando há a tabulação dos dados encontrados). Método indutivo combina também com procedimento estudo de caso (a partir de uma situação é possível ampliar ou predizer uma regra - cuidado com generalizações apressadas ou Combo Para a realização de pesquisas, geralmente, combinam-se métodos de raciocínio com métodos de procedimento. excessivas). Método dialético (teses/antíteses e síntese) combina com procedimento comparativo (confrontando argumentos e teorias contrárias) e histórico (apresenta a evolução das teorias em análise).

18 Método dialético (comparação entre teorias contrárias) combina com dedução (aplicação de uma regra geral a um caso concreto). Método dedutivo (do geral para o particular) combina com procedimento histórico (percursos de evolução de um dado instituto).

19 REFERÊNCIAS E LEITURAS RECOMENDADAS: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Referências bibliográficas: NBR Rio de Janeiro: Forense, APPOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, BALBACHEVSKY, Elizabeth. A profissão acadêmica no Brasil: as múltiplas facetas de nosso sistema de ensino superior. São Paulo: Funadesp, BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 73. BELL, Judith. Doing your research project: a guide for the first-time researchers in education and social science. England: Open University Press, BERTALANFFY, Karl Ludwig. Teoria geral dos sistemas. 2.ed. Petrópolis: Vozes, BUNGE, Mario. La ciencia, su método y su filosofía. Buenos Aires: Sigloveinte, DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2.ed. São Paulo: Atlas, D ONOFRIO, Salvatore. Da Odisséia ao Ulisses: evolução do gênero narrativo. São Paulo: Duas Cidades, D ONOFRIO, Salvatore. Metodologia do trabalho intelectual. São Paulo: Atlas, FIDEL, Raya. The case study method: a case study. In: GLAZIER, Jack D.; POWELL, Ronald R. Qualitative research in information management. Englewood: Libraries Unlimited, GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, HAMEL, Jacques; DUFOUR, Stéphane; FORTIN, Dominic. Case study methods. Newbury Park: Sage, HARTLEY, Jean. Case studies in organizational research. In: CASSELL, Catherine; SYMON, Gillian. Qualitative methods in organizational research: a practical guide. London: Sage, HIRONAKA, Giselda Maria Fernandes Novaes. O ensino jurídico e a produção de teses e dissertações. São Paulo: Edgard Blucher, 2008.

20 LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2.ed. São Paulo, Atlas S. A., Metodologia do trabalho científico. 4.ed. São Paulo, Atlas S. A., Técnicas de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas S. A., LAVILLE, Chistian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa. Belo Horizonte, LIPMAN, Matthew. A filosofia vai à escola. São Paulo: Summus Editorial, A filosofia na sala de aula. São Paulo: Nova Alexandria, O pensar na educação. Petrópolis: Vozes, LORIERI, Marcos Antônio. Filosofia no ensino fundamental. São Paulo: Cortez, MARTINS Joel. Um enfoque fenomenológico do currículo: a educação como poíesis. São Paulo: Cortez,1992. MEZZAROBA, Orides. Manual de metodologia da pesquisa no direito. São Paulo: Saraiva, MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento. São Paulo: Hucitec,1993. OLIVEIRA, Silvio Luiz. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2.ed. São Paulo: Pioneira, POWELL, Ronald R. Qualitative research in information management. Englewood: Libraries Unlimited, REY, Luís. Planejar e redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgard Blucher, ROCHA, Ailton Schramm. Metodologia da pesquisa em direito e filosofia. São Paulo: Saraiva, MATTAR, Fauze. Pesquisa de marketing. São Paulo: Atlas, MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São Paulo: Atlas S. A., 1996.

21 RODRIGUES, Zuleide Blanco. Desenvolvendo habilidades básicas de pensamento: possibilidades de reflexão e pensar correto. Disponível em: < desenvolvendohabilidades.htm>. Acesso em 14 mar SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo, Martins Fontes, SAVIANI, Dermeval. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Cortez, SUCHODOLSKI, Bogdan. A pedagogia e as grandes correntes filosóficas. Lisboa: Livros Horizonte, s/d. TRAUTH, Eileen M.; O'CONNOR, Barbara. A study of the interaction between information technology and society: an illustration of combined qualitative research methods. Disponível em: < ~etrauth/works/ifip5.txt>. Acesso em 14 mar

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