EMPREENDEDOR INDIVIDUAL e a Lei Geral das MPE



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Transcrição:

EMPREENDEDOR INDIVIDUAL e a Lei Geral das MPE

EMPREENDEDOR INDIVIDUAL e a Lei Geral das MPE

4 2009. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Paraíba - SEBRAE/PB Diretoria Executiva Mário Antônio Pereira Borba Presidente do Conselho Deliberativo Estadual Júlio Rafael Jardelino da Costa Diretor Superintendente Pedro Aurélio Mendes Brito Diretor Técnico Luiz Alberto Gonçalves Amorim Diretor de Administração e Finanças Col a b o r a ç ã o Adalbéria Wilson (Bera) Nelijane Ricarte Nielson Correa Martinho Campos Alexandro Teixeira de Sousa Márcia Timóteo Tex t o s Renata Câmara Fernando Ivo Edi t o r a ç ã o Virginia Medeiros (Dida) Il u s t r a ç ã o Ca pa William Medeiros Informações e Contatos SEBRAE/PB - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Paraíba Avenida Maranhão 983 Bairro dos Estados CEP: 58030-261 João Pessoa Paraíba Telefone: (83) 2108-1100 0800 570 0800 www.sebraepb.com.br

SUMÁRIO 7, Mensagem 8, Evolução da Legislação das MPE no Brasil 10, Lei Geral: Conquistas e Desafios 11, Conheça os principais Conceitos presentes na Lei Geral 13, Principais pontos e Regulamentações da Lei Geral 19, Empreendedor Individual (EI) 23, Perguntas e Respostas sobre o EI 31, Resolução CGSN de abril/2009 40, Atividades que podem aderir ao Empreendedor Individual 59, Anexos

7 MENSAGEM Cidadania empresarial já! Feirantes, pipoqueiros, ambulantes, borracheiros, manicures. Todos os dias mantemos contato com alguma pessoa que ganha a vida vendendo os mais variados tipos de produtos e serviços. Foi para garantir direitos e oportunidades para essas pessoas que nasceu o Empreendedor Individual (EI), a nova figura instituída pela Lei Complementar 128/2008, que aperfeiçoa a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, em vigor desde 2006. A Lei Geral já contribuiu muito para a legalização de muitos negócios informais. Foi por ela que surgiu o Simples Nacional, que unificou e simplificou o recolhimento dos tributos. Também por ela, foram reduzidas exigências na hora de abrir e fechar empresas e novos incentivos foram criados para inovar e obter recursos financeiros. Por isso, antes de tratar do EI, esta cartilha reserva espaço para informar os principais pontos da Lei Geral, entendendo que o Empreendedor Individual complementa uma série de outros benefícios já existentes. O EI é um grande avanço na legislação brasileira que, pela primeira vez, considera de forma diferenciada não somente as micro e pequenas empresas - que respondem por quase todos os empreendimentos de nosso estado - mas também uma grande parcela de empreendedores, cujo porte os impede de arcar com os custos da legalização e com os tributos devidos por uma empresa. Agora é a vez dos estados e municípios fazerem a sua parte e regulamentarem o EI e os demais benefícios trazidos pela Lei Geral, colocando em prática políticas públicas de apoio aos empreendedores. A nós que fazemos o Sebrae, reafirmamos nosso esforço em manter parcerias com os agentes públicos e privados para levar informação e orientação a todos aqueles que tocam o próprio negócio na Paraíba. Júlio Rafael Superintendente do Sebrae Paraíba

8 EVOLUÇÃO DA LEGISLAÇ Início da década de 80 - O então ministro da Desburocratização, Helio Beltrão, tentou implantar o antigo estatuto das MPE, que se limitava à questão da redução da burocracia e fazia recomendações em relação a parte tributária. A idéia não vigorou. Criação do Simples Federal e do Novo Estatuto das Micro e Pequenas Empresas. O segmento já representa grande parcela da economia, o que exigia o reconhecimento das MPE pelo governo. Surgem as associações e federações representativas do segmento. No entanto, o novo estatuto não era um dispositivo impositivo. 1980 1996 1988 2003 2004 Criação da Constituição Federal: avanço importante para as MPE, pois estas são citadas nos artigos 170 e 179, que falam do tratamento diferenciado e de aspectos como registro, acesso ao crédito e redução da burocracia. A Lei Geral como instrumento de tratamento diferenciado para as MPE começa a ser discutida em todo o país.

9 ntregue a Câmara s Federais e ao Entidades e empresários se organizam para implementar a Lei Geral. Entra em vigor o Simples Nacional, também batizado de SuperSimples. É implementada a Lei Complementar 127 à Lei Geral. Ao longo do ano, vários aperfeiçoamentos foram acontecendo, a exemplo da inclusão de novas categorias de atividades no Simples Nacional. Comitê Gestor do Simples Nacional publica a Resolução 58 que determina o enquadramento no EI. Em 1º de julho: início da adesão à categoria Empreendedor Individual. 005 2007 2009 2006 2008 Lei é aprovada na Câmara. No Senado, são feitas 34 alterações e após retornar para a Câmara e ser aprovada, o Senado também aprova e o presidente Luiz Inácio Luiz da Silva sanciona a lei. Nova lei complementar, desta vez a LC 128/2008; faz alteração na redação da lei de 2006. No mesmo ano, a resolução 58 institui a categoria de Empreendedor Individual para empreendedores informais com receita bruta anual de até R$ 36 mil.

10 Lei Geral: conquistas e desafios Como foi visto no gráfico da página anterior, a legislação brasileira percorreu longos passos até chegar à Lei Complementar 128/2008, que aperfeiçou o novo Estatuto das Micro e Pequenas Empresas, a Lei Geral, em vigor no país desde dezembro de 2006. Ela é fruto de um amplo debate em nível nacional, que reuniu propostas das mais variadas entidades representativas do meio empresarial, dos legisladores estaduais e federais, além de instituições de fomento ao segmento da micro e pequena, como o Sebrae. Padronização do conceito de micro e pequenas empresas (MPE), desoneração, desburocratização na hora de abrir e fechar empresas, acesso a recursos financeiros, justiça rápida, inovação, exportação, além dos estímulos à formalização e às compras governamentais estão entre os principais eixos da lei que contempla uma série de incentivos para garantir mais competitividade para os pequenos negócios. No entanto, a Lei precisa urgentemente sair do papel. A regulamentação do seu capítulo tributário criou na prática o Simples Nacional, regime que unificou os oito impostos (seis federais, um estadual e um municipal), facilitando a rotina contábil das empresas. Este avanço permitiu que na Paraíba cerca de 34 mil empresários de micro e pequeno porte pudessem usufruir de desoneração e simplificação na hora de recolher os impostos. Agora, mais do que nunca é preciso um esforço intenso e acelerado por parte dos governos municipais e estaduais para regulamentar os demais itens da lei. Os municípios de João Pessoa e Livramento já estão fazendo a sua parte, mas 221 cidades ainda não se adequaram à legislação. E o Empreendedor Individual é mais um grande impulso que os gestores públicos podem dar em favor do crescimento sustentável de suas cidades. A pesquisa Economia Informal Urbana, publicada pelo Sebrae Nacional em 2005, apontava para mais de 202 mil empresas informais na Paraíba. Com o EI será possível reduzir a informalidade, estimular a livre iniciativa e o empreendedorismo como indutores de desenvolvimento e o principal: garantir na prática os princípios constitucionais de cidadania e dignidade da pessoa como fundamentos de justiça social.

11 Conheça os Principais Conceitos Presentes na Lei Geral Desburocratização - redução das exigências legais e dos procedimentos administrativos na hora de se abrir ou fechar uma empresa, com menor custo e maior agilidade para os órgãos envolvidos e principalmente para os empreendedores. + = 1. PIS / Pasep 2. CSLL 3. IRPJ 4. Cofins 5. IPI 6. CPP 7. ICMS 8. ISS SIMPLES NACIONAL Desoneração - redução ou isenção de tributos e taxas de forma que gerem menores perdas financeiras para o empreendedor. Simples Nacional - batizado de Supersimples pela mídia, unifica oito tributos por meio de aplicação de alíquota global de 4% a 17,42% sobre a receita bruta da micro ou pequena empresa, conforme seu setor e faturamento. Ele foi criado para facilitar a arrecadação dos tributos e contribuições que incidem sobre as MPE, nos âmbitos dos governos federal, estaduais e municipais. O regime especial de arrecadação não é um tributo ou um sistema tributário, mas uma forma de arrecadação unificada formada por seis tributos federais (IRPJ, IPI, CSLL, COFINS, PIS e CPP), um estadual (ICMS) e um Municipal (ISS). Inovação - tudo que signifique modificações tecnológicas existentes ou aplicação de novas tecnologias ou novos métodos no âmbito da empresa. Conciliação e arbitragem - São formas de justiça alternativa para a resolução de conflitos nas micro e pequenas empresas. Na conciliação, não há julgamento, mas a busca do consenso entre as partes interessadas. Por outro lado na arbitragem, as partes elegem um arbitro isento que com base no julgamento da situação apresenta uma decisão. Sociedade de Garantia de Crédito - são instituições formadas pela iniciativa empresarial com objetivo de prestar serviços de concessão de garantias complementares e assessoria técnica aos seus associados. São formadas eminentemente por micro e pequenas empresas que buscam aumentar seu poder de barganha por meio do associativismo

12 com as instituições financeiras, melhorando, assim, suas condições de acesso a financiamentos. Sociedade de Propósito Especifico (SPE) - é uma estrutura negocial que reúne interesses e recursos de duas ou mais pessoas para a consecução de empreendimento de objeto especifico determinado, mediante a constituição de uma nova sociedade com personalidade jurídica distinta da de seus integrantes. As SPE representam modelos de negócios com origem em institutos tipicamente norte-americanos, por meio do qual duas ou mais pessoas físicas e/ou jurídicas vertem suas habilidades, recursos financeiros, tecnológicos e industriais, entre outros, para executar objetivos específicos e determinados.

13 Principais pontos e regulamentações da Lei Geral Ao longo dos últimos três anos, a Lei Geral vem passando por uma série de adaptações e aperfeiçoamentos. Os mais recentes foram trazidos pela Lei Complementar 128/2008. Confira os principais aspectos da Lei Geral e como está a regulamentação na Paraíba. Para conhecer a lei na íntegra, acesse www.leigeral.com.br CAPÍTULOS DA LEI GERAL Disposições preliminares (Capítulo I) PRINCIPAIS PONTOS Define que o tratamento diferenciado dispensado às MPE refere-se especificamente a tributos, processos de formalização, funcionamento e baixa de empresas, ao cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias, e acesso ao crédito e mercado. Define que os responsáveis pela gestão deste tratamento diferenciado serão: 1. Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) Responsável pelos tributos; 2. Comitê para gestão da rede Nacional para Simplificação do registro e da Legalização de Empresas e Negócios Responsável pela formalização e baixa das empresas 3. Fórum Permanente das ME e EPP Responsável pelos demais capítulos. NA PARAÍBA No dia 1º de junho de 2009, o Governo da Paraíba criou o Comitê Gestor interno do Simples Nacional, no âmbito da Secretaria de Estado da Receita, que espera agilizar o andamento da regulamentação do novo regime. Limites de Enquadramento (Capítulo II) Os limites de Receita Bruta Anual para enquadramento na Lei Geral e no Simples Nacional, são: Empreendedor Individual (EI): até R$ 36.000,00 Microempresa (ME): R$ 240.000,00 Empresa de Pequeno Porte (EPP): R$ 2.400.000,00 Na Paraíba, para fins de recolhimento de ICMS e ISS, as empresas de pequeno porte são enquadradas no teto de R$ 1,2 milhão, segundo decreto estadual. Outros Estados: Até R$ 1,2 milhão: RO, AC, RR, AP, TO, MA, PI, RN, PB, AL e SE Até R$ 1,8 milhão: PA, CE, PE, ES, MT, MS e GO Até R$ 2,4 milhões: AM, MG, RJ, SP, PR, BA, SC, RS e DF

14 CAPÍTULOS DA LEI GERAL PRINCIPAIS PONTOS NA PARAÍBA A Lei cria o cadastro sincronizado que unifica os processos de abertura, manutenção e baixa de empresas, compatibilizando e integrando procedimentos, de modo a evitar a duplicidade de exigências. A Receita do Estado assinou convênio com a Receita Federal para a implantação do Cadastro Sincronizado na Paraíba com previsão de funcionamento até outubro de 2009. O cadastro permitirá registrar a empresa através de um único número que será o CNPJ. Com isso, simplificará a abertura e fechamento das empresas, reduzindo a quantidade dos processos. Desburocratização Simplificação e Desburocratização de processos de abertura, manutenção e baixa de empresas. (Capítulo III) As três esferas de governo deverão simplificar, racionalizar e uniformizar os requisitos de segurança sanitária, metrologia, controle ambiental e prevenção contra incêndios, para os fins de registro e legalização de empresários e pessoas jurídicas. O Alvará de Funcionamento Provisório deverá ser emitido logo após o registro da empresa, ressalvados os casos de atividades de alto risco. Ainda não houve simplificação na concessão das licenças quanto aos aspectos ambientais, sanitários e metrológicos e de prevenção quanto a incêndios no Estado e nos municípios. O Alvará Provisório ainda não está sendo emitido após o registro da empresa, conforme prevê a Lei. Entre os motivos, está a falta de definição das atividades de risco. As vistorias para emissão de licenças e autorizações de funcionamento serão realizadas após o início de operação do estabelecimento, desde que comporte grau de risco moderado. Na Paraíba, os Bombeiros e a Prefeitura realizam vistoria prévia. O Estado realiza em casos especifícos. MPE sem movimento há mais de 3 anos, poderão encerrar atividades independente do pagamento de taxas ou multas. As empresas poderão ser baixadas, imediatamente, independente de haver débito tributário. Nesse caso os sócios responderão por esses débitos. Em vigor. Os débitos existentes na empresa migram para o CPF dos sócios

15 CAPÍTULOS DA LEI GERAL PRINCIPAIS PONTOS Unificação em uma única guia de pagamento (DAS), de 8 tributos, sendo 6 federais (PIS, COFINS, CSLL, IRPJ, IPI, CPP), 1 estadual(icms) e 1 municipal (ISSQN). Em vigor. NA PARAÍBA Simples Nacional Ampliação do número de atividades que podem optar. (Capítulo IV) Os Estados e Municípios poderão deliberar unilateralmente a isenção, redução ou definição de valores fixos de impostos e contribuições. As empresas optantes pelo Simples Nacional não poderão creditar-se ou transferir créditos entre si dos impostos e contribuições abrangidos pelo recolhimento unificado. Na Paraíba, o governo reduziu a base de cálculo de ICMS, com aplicação de alíquotas de 0,5 % até 2% (MP 123/09) As empresas não optantes pelo Simples Nacional poderão creditarse do ICMS nas aquisições de mercadorias das optantes. Microempreendedor Individual - MEI Formalização e inclusão social. (Capítulo IV - Art. 18-A) A fiscalização que envolve o Simples Nacional será de competência da Receita Federal e das Secretarias de Finanças dos Estados e Municípios. Ter auferido receita bruta no ano-calendário anterior de até R$ 36.000,00. Para empresas novas, o limite é de R$ 3.000,00 multiplicados pelo número de meses compreendido entre a abertura e o final do exercício. Ser optante pelo Simples Nacional e exercer atividade constante no anexo único da resolução 58 CGSN. Ter no máximo 1 empregado que receba até 1 Salário Mínimo (ou o salário-mínimo da categoria profissional). O Microempreendedor Individual recolherá valor fixo mensal, correspondente à soma das seguintes parcelas: R$ 51,15 de Contribuição para a Seguridade Social, R$ 1,00 de ICMS e R$ 5,00 de ISSQN. A opção para o MEI se dará a partir de 01/07/2009. Aqui na Paraíba a Receita Estadual disponibilizará o registro da inscrição estadual provisoriamente no site do governo até a implantação do cadastro sincronizado, quando não será mais necessário esse procedimento. A prefeitura de João Pessoa ainda não definiu como será realizado o atendimento. Para as atividades de comércio, o empreendedor individual deverá, de posse do número do CNPJ, acessar o site da Receita Estadual (http://www. receita.pb.gov.br), clicar no link FAC Eletrônica (Formulário de Atualização Cadastral), preencher todos os dados e optar pelo Sistema tributário SIMEI (Simples do Empreendedor Individual). Este procedimento corresponde a inscrição estadual.

16 CAPÍTULOS DA LEI GERAL Compras Governamentais Acesso das MPE ao mercado das Compras Públicas (Capítulo V) PRINCIPAIS PONTOS Possibilidade de abertura de edital específico para MPE nas contratações cujo valor não exceda R$ 80.000,00. Possibilidade de subcontratação até o limite de 30% para MPE nas contratações acima de R$ 80.000,00. Possibilidade de reserva de cota de até 25% para MPE nas contratações de bens e serviços de natureza divisível. Inversão de comprovação de regularidade fiscal da MPE para o momento de assinatura do contrato e não para habilitação ao certame. Possibilidade de a MPE apresentar nova proposta quando ocorrer empate ficto (proposta da MPE for até 5% superior na modalidade pregão e de até 10% nas demais), sendo que a MPE deverá cobrir o valor da melhor proposta apresentada. NA PARAÍBA Os empresários paraibanos já podem fazer uso do que prevê a lei mesmo que não esteja previsto no edital. Neste caso, faz-se necessário exigir legalmente a observância do artigo. No entanto, na maioria dos editais do Estado, a Lei Geral já é citada. Dados da Secretaria de Administração do Estado da Paraíba apontam que nas licitações realizadas até setembro do ano passado, 46,71% das empresas vencedoras eram micro ou pequenas empresas. Simplificação das Relações de Trabalho Acesso das MPE aos serviços de Segurança e Medicina do Trabalho e simplificação das relações e rotinas trabalhistas (capítulo VI) As MPE poderão formar consórcios para terem acesso à Segurança e Medicina do Trabalho. As MPE ficam dispensadas de: Fixação de Quadro de Trabalho em suas dependências; Anotações das férias dos empregados no livro ou ficha de registros; Matricular aprendizes nos cursos de Serviços Nacionais de Aprendizagem; Posse do Livro de Inspeção do Trabalho; Comunicar a entidade fiscalizadora quanto à concessão de férias coletivas. Perante a Justiça do Trabalho o empregador poderá fazer-se substituir por representante legal, ainda que não possua vínculo trabalhista ou societário. Falta regulamentação federal Em vigor desde 2007 Fiscalização Orientadora Orientar as MPE ao invés de puni-las (Capítulo VII) Substituição do caráter punitivo pelo orientador nas fiscalizações trabalhistas, metrológicas, sanitárias, ambientais e de segurança. Critério da dupla visita para lavratura de autos de infração, desde que comportem grau de risco compatível com este procedimento. Este item depende de regulamentação das prefeituras municipais. Os itens são observados nos aspectos trabalhistas, mas não há informação quanto aos aspectos sanitários, ambientais e metrológicos, devido a falta de definição pelos órgãos das atividades de risco

17 CAPÍTULOS DA LEI GERAL PRINCIPAIS PONTOS REGULAMENTO NA PARAÍBA Associativismo Incentivar os pequenos negócios optantes a comprarem e venderem em conjunto para ganho em escala e produtividade (Capitulo VIII) Criação da figura da Sociedade de Propósito Específico, onde, só poderão participar MPE optantes pelo Simples Nacional. O registro da SPE será na Junta Comercial na forma de Sociedade Empresária Ltda. A tributação será do IRPJ pelo Lucro Real e a contribuição do PIS e da COFINS de modo não cumulativo. Em vigor. Os critérios já estão em vigor, mas ainda há carência de mais informações sobre a definição da sociedade de propósito. Credito e Capitalização Ampliar o acesso das MPE às linhas de crédito (Capitulo IX) Estabelece que os bancos públicos mantenham linhas de crédito específicas para as ME e EPP. Na Paraíba, há uma linha de crédito especifica para as mpes e em outros bancos tem se adotado tratamento diferenciado para as MPE. Possibilita ao poder executivo a criação de sistemas de garantia de crédito para as MPE. O CODEFAT (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) poderá disponibilizar recursos específicos para as cooperativas de crédito de ME e EPP. No Estado, a primeira Sociedade de Garantia de Crédito está em processo de criação em Campina Grande abrangendo 23 municípios circunvizinhos à cidade. Esta disponível para as micro e pequenas empresas linha de crédito específica para o segmento, que é a do FNE-MPE Nos bancos, têm se adotado políticas de atendimento diferenciado para as MPE. Estímulo à inovação Mais incubadoras, telecentros, inovação, etc. (Capitulo X) Possibilita 20% dos recursos de tecnologia de todos os órgãos e entidades serão destinados às ME e EPP. O item ainda precisa ser regulado pelo Estado. Ainda são propostas políticas de fomento ao desenvolvimento tecnológico de ME e EPP, como incentivos à criação de incubadoras empresariais de base tecnológica, telecentros, dentre outros Não há informações divulgadas no Estado

18 CAPÍTULOS DA LEI GERAL PRINCIPAIS PONTOS NA PARAÍBA Regras Civis e Empresariais Menos burocracia (Capítulo XI) Define quem é o pequeno empresário EI, previsto no art. 966 do Código Civil. Desobriga as ME e EPP da realização de reuniões, assembleias e da publicação de atos da empresa. Sobre o protesto de títulos: não incidirão quaisquer acréscimos a título de taxas, custas e contribuições, limitando-se apenas aos emolumentos do tabelião. o cartório não poderá exigir cheque de estabelecimento bancário (cheque administrativo). Mas, caso o pagamento seja realizado em cheque, a quitação fica condicionada à sua efetiva liquidação. o cancelamento do protesto pago será feito independentemente de declaração de anuência do credor. Esta, somente será exigida, caso o devedor não apresente o boleto original do protesto pago. Apesar dos benefícios já estarem em vigor, a classe empresarial ainda desconhece o direito que tem. Acesso à Justiça Celeridade nas demandas judiciais (Capítulo XII) Possibilita Faculta o uso dos Juizados Especiais Cíveis e Federais às ME. Fomenta a utilização dos institutos de conciliação prévia, mediação e arbitragem para solução de conflitos das ME e EPP. De acordo com o Poder Judiciário Paraibano, o Estado ainda não possui uma demanda que justifique a criação de unidade judiciária, sendo as questões relativas as MPE tratadas na Juizados Especiais (quando tratar-se de causa de valor até 40 salários) ou na Justiça Comum (os demais casos). Apoio e Representação Maior representatividade das MPE (Capítulo XIII) O capítulo XIII cria os Fóruns Regionais que permite aos Estados, com a participação das entidades representativas da classe empresarial, desenvolver e acompanhar políticas públicas destinadas às MPE. No caso da Paraíba, a Federação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Femipe representa o Estado no Fórum Nacional permanente das MPE. Parcelamento de Débitos Regularização das MPE e inserção no mercado Parcelamento específico para MPE nas condições do parcelamento que a SRF proporciona hoje às demais empresas em até 100 meses. A forma de parcelamento ocorre de acordo com cada ano calendário

19 Empreendedor Individual De olho na inclusão de mais empreendedores, a Lei Complementar 128/08, que aprimorou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (LC 123/06), criou a categoria Empreendedor Individual. A partir de 1º de julho de 2009, poderão se formalizar por meio desse mecanismo empreendedores da indústria, comércio e serviço - exceto locação de mãode-obra e profissões regulamentadas por lei - com receita bruta anual de até R$ 36 mil. Os interessados podem ter no máximo um funcionário com renda de até um salário mínimo mensal. Abaixo, seguem alguns conceitos instituídos ao longo dos anos que antecedem a criação da categoria Empreendedor Individual. Pequeno Comerciante - 1969 - A figura do pequeno empresário surgiu na legislação brasileira com o Decreto-Lei nº 486, de março daquele ano. Era denominado pequeno comerciante em virtude da natureza mercantil das suas atividades. Na ocasião, o Decreto nº 64.567/69 definiu o pequeno comerciante como a pessoa que exercia, em um só estabelecimento, atividade artesanal ou outra atividade onde predominasse o seu próprio trabalho ou de pessoas da sua família. Além disso, o pequeno comerciante deveria obter receita bruta anual de até 100 salários mínimos (SM) e empregar efetivamente em seu negócio um capital inferior a 20 salários mínimos. Em valores atuais, esses números corresponderiam a R$ 46.500,00 (100 SM) e R$ 9.300,00 (20 SM). Pequeno Empresário - 2001 - Com o novo Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406/2001), foi introduzido o conceito de empresa e o pequeno comerciante passou a ser o pequeno empresário. Em seu art. 970, o Código Civil esclareceu que a lei deve conceder tratamento favorecido ao pequeno empresário, mas não o definiu especificamente. Pequeno Empreendedor - 2006 - Em 2006, o art. 68 da LC nº 123 estabeleceu que o pequeno empresário é aquele mencionado no art. 966 do Código Civil Brasileiro, enquadrado como microempresa e com receita bruta anual de até R$ 36 mil.

20 Para ter direito ao tratamento jurídico diferenciado previsto no art. 68 da LC nº 123/2006, o pequeno empresário será enquadrado como microempresa na Junta Comercial. Microempreendedor Individual - 2008 - A LC nº 128/2008 adotou o conceito de empresário constante do art. 966 do Código Civil Brasileiro para definir o Empreendedor Individual. Considerando que o Empreendedor Individual deve ter receita bruta anual de até R$36.000,00 e registro na Junta Comercial, podemos entendê-lo, para os efeitos civis, como o pequeno empresário de que trata o art. 970 do Código Civil. No entanto, para ter direito ao tratamento tributário a que se refere o art. 18-A da LC nº 123/2006, o pequeno empresário deve estar em condições de optar pelo Simples Nacional e, também, observar as condições para ser Empreendedor Individual. Tr a t a m e n t o Tr i b u t á r i o O Empreendedor Individual é equiparado à pessoa jurídica para fins do Código Tributário Nacional. Isso significa que é obrigado ao recolhimento de todos os tributos devidos pelas pessoas jurídicas em geral. No entanto, o pequeno empresário pode optar pelo Simples Nacional, como microempresa. O pequeno empresário enquadrado no Simples Nacional, que atender às condições pertinentes, poderá inscrever-se no SIMEI - Simples do Empreendedor Individual - para ter tratamento tributário específico, especial e opcional. Não sendo aceito no SIMEI, mas atendendo às condições do Simples Nacional, ele será classificado como micro ou pequena empresa. Não podendo se inscrever como Empreendedor Individual ou optar pelo Simples Nacional, o pequeno empresário sofrerá tributação de acordo com as regras aplicáveis às demais empresas. Enquadramento do Empreendedor Individual Não poderá ser enquadrado como Empreendedor Individual, o empreendedor que apresentar qualquer uma das seguintes características: 1. Possuir mais de um estabelecimento; 2. Participar de outra empresa como titular, sócio ou administrador;

21 3. 4. Contratar mais de um empregado; Realizar atividades regulamentadas por lei ou de natureza intelectual, literária ou artística, exceto contabilidade; 5. Realizar qualquer das seguintes atividades: a. Construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores; b. Serviço de vigilância, limpeza ou conservação; c. Cumulativamente, administração e locação de imóveis de terceiros; d. Academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; e. Academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes; f. Elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos, desde que desenvolvidos em estabelecimento do optante; g. Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; h. Planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas, desde que realizados em estabelecimento do optante; i. Empresas montadoras de estandes para feiras; j. Produção cultural e artística; k. Produção cinematográfica e de artes cênicas; l. Laboratórios de análises clínicas ou de patologia clínica; m. Serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos óticos, bem como ressonância magnética; n. Serviços de prótese em geral. A relação das atividades admitidas para enquadramento como Empreendedor Individual, estão relacionadas nas tabelas em anexo à Resolução CGSN nº 58 de abril de 2009 (no final desta cartilha).

22 O passo a passo da formalização como Empreendedor Individual 1. 2. 3. 4. 5. O primeiro passo do empreendedor será consultar a Prefeitura municipal para saber se existe ou não restrições para exercer a sua atividade no local escolhido. Com o portal do empreendedor, aos poucos, os municípios poderão lançar essas informações no sistema para que essas consultas sejam feitas pela internet. Procurar o contabilista ou escritórios de serviços contábeis optantes pelo Simples Nacional individualmente ou por meio de suas entidades representativas de classe, que deverão promover atendimento gratuito relativo a inscrição no portal do Empreendedor. As agências do Sebrae no Estado também auxiliarão na inscrição. A inscrição do Empreendedor Individual é gratuita e será feita pela internet no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. O processo requer os seguintes passos: primeiro fazer a pesquisa do nome empresarial, ou seja, o nome civil do empreendedor podendo a este agregar a expressão que identifique a sua atividade econômica. O sistema informará se o nome poderá ser registrado e, se não, dará opções de outros nomes. Exemplo: Carlos da Silva Filho Fios e Equipamentos Elétricos. Após o cadastramento no portal recebe automaticamente os registros no CNPJ, na Junta Comercial e na Previdência Social. Para as atividades de comércio, o empreendedor individual deverá, de posse do número do CNPJ, acessar o site da Receita Estadual (http://www.receita.pb.gov.br), clicar no link FAC Eletrônica (Formulário de Atualização Cadastral), preencher todos os dados e optar pelo Sistema tributário SIMEI. Este procedimento corresponde a inscrição estadual. Esses procedimentos geram um documento que deverá ser impresso, assinado, anexado a cópias de RG e CPF e encaminhado para a Junta Comercial num prazo de até 60 dias.

23 6. Concluída a inscrição, o empreendedor deverá solicitar o carnê para pagamento que poderá ser impresso no aplicativo PGMEI disponível no portal do Simples Nacional (http://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional) a partir de julho de 2009. Ele permitirá a emissão imediata e simultânea de todos os meses do ano calendário do Documento de Arrecadação Simplificada (DAS).! ATENÇÃO: É importante observar que os procedimentos citados acima poderão sofrer alterações em função de ajustes e/ou regulamentações no âmbito dos Estado e municípios. Mais Informações nas Centrais de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800 Receita Federal do Brasil - 143 INSS - 135

24 Perguntas e respostas sobre o Empreendedor Individual Quem pode ser empreendedor Individual? Pessoa física que trabalhe por conta própria de forma individual e se dedique as atividades de comércio, indústria ou serviços e fature até 36 mil reais por ano, sendo permitido ter até 1 empregado que receba o salário mínimo. Exemplos: mecânicos, feirantes, artesãos, eletricistas, bombeiros, doceiras, pipoqueiros, costureiras etc. Não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza cientifica, literária ou artística. Estão fora deste conceito, conforme a Lei Complementar 128/08, as profissões regulamentadas como advogados, médicos, engenheiros etc. Como e onde posso me formalizar? A formalização é feita pela Internet no endereço: www.portaldoempreendedor. gov.br. Há um considerável número de empresas contábeis espalhadas pelo Brasil que irão realizar esse trabalho gratuitamente. Para saber quem são essas empresas consulte a relação constante no portal. Lembre-se de que toda atividade a ser exercida, mesmo na residência, necessita de autorização prévia da Prefeitura que nesse caso será também de graça. O SEBRAE é outro parceiro que oferecerá orientação sobre a formalização.

25 Pelo Portal do Empreendedor, quem quiser abrir uma empresa irá obter o registro no CNPJ e as inscrições na Junta Comercial e na Previdência Social. Em vez de ir à Junta Comercial, à Vigilância Sanitária, à Prefeitura, à Receita e a outros órgãos, o candidato a empresário realizará todos os procedimentos on-line. A previsão é que esse processo dure no máximo 30 minutos. Nesse portal, o autônomo terá acesso às informações necessárias para formalizar a sua atividade, fará a opção pelo Simples Nacional e preencherá o requerimento empresarial e declarações de que deverá cumprir obrigações para adquirir direitos. Entretanto, para que o portal funcione nas três esferas (federal, estadual e municipal) é preciso que todos os órgãos envolvidos no processo regulamentem e estabeleçam os procedimentos para a formalização, atendendo o que prevê a lei quanto a desburocratização no processo de abertura, inscrição e baixa das empresas. Quanto tempo demora para me formalizar? Como a formalização é feita pela Internet, o CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial são obtidos imediatamente, gerando um documento que deve ser impresso, assinado e encaminhado à Junta Comercial acompanhado de cópia da Identidade e do CPF. Lembre-se, também, de que é necessário ter autorização prévia da Prefeitura para desenvolver o seu negócio, seja ele qual for. A expectativa é de que a formalização será realizada em 30 minutos. Posso me formalizar a qualquer tempo? Para o empreendedor que está obtendo o CNPJ a partir de primeiro de julho de 2009, a opção será simultânea e vale para o ano todo de forma irretratável. No caso de empreendedores que já possuem CNPJ a opção somente poderá ser feita durante o mês de janeiro de cada ano. Qual o custo da formalização? O ato de formalização está isento de todas as tarifas. No entanto, se nesse processo de

26 abertura houver erro ou falha a alteração será paga. Para a formalização e para a primeira declaração anual existe uma rede de empresas de contabilidade que são optantes pelo Simples Nacional e irão realizar essas tarefas sem cobrar nada no primeiro ano. Após a formalização o empreendedor terá o seguinte custo: Para a Previdência - R$ 51,15 por mês (representa 11% do salário mínimo que é reajustado no início de cada ano); Para o Estado - R$ 1,00 fixo por mês se a atividade for comércio ou indústria; Para o Município - R$ 5,00 fixos por mês se a atividade for prestação de serviço. Como faço o pagamento desses valores? Através de um documento chamado DAS que é gerado pela Internet no portal www.portaldodempreendedor.gov.br. Esse documento pode ser gerado por qualquer pessoa em qualquer computador ligado à Internet. É possível gerar, de uma só vez, os DAS do ano inteiro e ir pagando mês a mês. O pagamento será feito na rede bancária e casas lotéricas, até o dia 20 de cada mês. Qual será o procedimento em caso de atraso no pagamento? Caso haja esquecido o pagamento na data certa haverá cobrança de juros e multa. A multa será de 0,33% por dia de atraso limitado a 20% e os juros serão calculados com base na taxa SELIC, sendo que para o primeiro mês de atraso os juros serão de 1%. Após o vencimento deverá ser gerado novo DAS, acessando-se novamente o endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. A emissão do novo DAS já conterá os valores da multa e dos juros, sem precisar fazer cálculos por fora. Co m o fa r e i se q u i s e r ter direito a a p o s e n ta d o r i a p o r t e m p o d e c o n t r i b u i ç ã o? Nesse caso deverá complementar o pagamento em favor do INSS à alíquota complementar de 9%, calculada sobre o salário-mínimo. O pagamento deverá ser feito em GPS Guia de Previdência Social, com o código de pagamento 1295, na rede bancária, até o dia 15 do mês seguinte a que se referir o pagamento ou no primeiro dia útil subseqüente

27 se o dia 15 for feriado. Exemplo: Com o valor atual do salário- mínimo a conta será a seguinte: R$ 465,00 x 9% = R$ 41,85. Esse valor deverá ser recolhido em GPS com o código de pagamento 1295. Com esse pagamento, o valor correspondente ao salário-mínimo (atualmente R$ 465,00) passa a contar para todos os efeitos para o cálculo de qualquer benefício previdenciário, inclusive aposentadoria por tempo de contribuição. Caso o trabalhador já recolha carnê mensal pelo exercício de outra atividade, poderá continuar a fazê-lo, sob os códigos normais.exemplo: o trabalhador já recolhe carnê mensal sobre o valor de R$ 600,00, à alíquota de 20%, representando R$ 120,00, em GPS, com o código 1007. Caso recolha o DAS, efetue a contribuição complementar de 9% (código 1295) e mantenha a contribuição que vinha fazendo (código 1007), seu salário-de-contribuição para fins de benefício passará a ser de R$ 1.065,00 resultado da soma de R$ 465,00 com R$ 600,00. Pode haver ainda trabalhador que, além de empreendedor individual, tenha vínculo de trabalho com outra empresa, como empregado ou autônomo. Nesse caso, a remuneração que receber da empresa contará para todos os efeitos para os benefícios previdenciários. Essas informações provêm da GFIP, preenchida pela empresa. Da mesma forma, se esse trabalhador quiser que o valor recolhido em DAS passe a contar para todos os benefícios, deverá recolher a GPS com código de pagamento 1295, mensalmente, com valor correspondente a 9% do salário-mínimo. Qu e o u t r a s o b r i g a ç õ e s terei j u n t o a Receita Federal, s e c r e ta r i a d a fa z e n d a d o es tado e secretaria de finanças do município?

28 Anualmente deverá fazer uma Declaração do faturamento, também pela Internet e nada mais. Essa declaração deverá ser feita até o último dia do mês de Janeiro de cada ano. Pa r a o a m b u l a n t e q u e t r a b a l h a n a r u a c o m o va i f u n c i o n a r o sis tema? O ambulante ou quem trabalha em lugar fixo deverá ter autorização da Prefeitura com relação ao tipo de atividade e ao local onde irá trabalhar. A obtenção do CNPJ e a inscrição da Junta Comercial não substituem as normas de ocupação dos Municípios que devem ser observadas e obedecidas. Preciso ter contabilidade? A contabilidade formal como livro diário e razão está dispensada. Não é preciso também ter Livro Caixa. Contudo, o empreendedor deve zelar pela sua atividade e manter um mínimo de controle em relação ao que compra, ao que vende e quanto está ganhando. Essa organização mínima permite gerenciar melhor o negócio e a própria vida, além de ser importante para crescer e se desenvolver. O empreendedor deverá registrar, mensalmente, em formulário simplificado, o total das suas receitas. Deverá manter em seu poder, da mesma forma, as notas fiscais de compras de produtos e de serviços. Quais os benefícios da formalização? a. Cobertura Previdenciária para o Empreendedor e sua família, traduzida nos seguintes benefícios. Para o Empreendedor: 1. Aposentadoria por idade - mulher aos 60 anos e homem aos 65. É necessário contribuir durante 15 anos pelo menos e a renda é de um salário mínimo; 2. Aposentadoria por invalidez - é necessário 1 ano de contribuição; 3. Auxílio doença - é necessário 1 ano de contribuição; 4. Salário maternidade - são necessários 10 meses de contribuição; 5. Auxílio acidente - a partir do primeiro pagamento. Para a família:

29 1. 2. Pensão por morte - a partir do primeiro pagamento; Auxílio reclusão - a partir do primeiro pagamento. a. Acesso a serviços bancários, incluindo crédito. b. Apoio técnico do Sebrae sobre a atividade exercida; c. Possibilidade de crescimento em um ambiente seguro; d. Desempenhar a atividade de forma legal, sabendo que não sofrerá ações do Estado; e. Formalização simplificada e sem maiores burocracias; f. Baixo custo da formalização em valores mensais fixos g. Simplificação no processo de baixa e ausência de pagamento de taxas. Posso abrir um estabelecimento em minha casa? O município poderá conceder o alvará de funcionamento provisório para empreendedor individual funcionar em residência do proprietário, caso a atividade não gere grande circulação de pessoas. Exceto para atividades em que o grau de risco seja considerado alto. Portanto, o município deverá regulamentar as atividades de risco. Como Empreendedor Individual, tenho que adotar um nome empresarial? Sim, lembre-se que se considera nome empresarial a firma ou a denominação adotada para o exercício de empresa. Assim, por se tratar de empresário individual, operará sob firma constituída por seu nome, completo ou abreviado. Posso contratar alguém para me ajudar? A lei prevê a possibilidade da contratação de até um empregado com remuneração de um salário mínimo ou piso da categoria. Neste caso, o empreendedor individual terá também os encargos trabalhistas, tais como: 13 salário, 1/3 constitucional, aviso prévio e férias, entre outros. Qual o custo para contratação de um empregado? O custo previdenciário é de 11% do salário mínimo, recolhido em GPS Guia da Previdência Social. Com base no salário mínimo atual (R$ 465,00) esse custo é de R$ 51,15, sendo R$ 13,95 de responsabilidade do empregador e R$ 37,20 descontado de

30 empregado. Esses valores se alteram caso o salário seja superior ao salário-mínimo e até o piso da categoria profissional. O cálculo será sempre o salário multiplicado por 3% (parte do empregador) e por 8% (parte do empregado). Em q ua l q u e r c a s o é p r e c i s o fa z e r a Gu i a d o FGTS e In fo r m a ç ã o à Previdência? Sim. O Guia de recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social -GFIP é entregue até o dia 7 do mês seguinte ao pagamento do salário através de um sistema chamado conectividade social da Caixa Econômica Federal. Ao preencher e entregar a GFIP, deverá ser depositado o FGTS do empregado, calculado à base de 8% sobre o seu salário. Todas essas contas são feitas automaticamente pelo sistema GFIP, que deve ser baixado do site da Internet da Receita Federal, no endereço www.receita.fazenda.gov.br na parte de Download. Em resumo, o custo total do empregado para o Empreendedor individual é 11% do respectivo salário, ou R$ 51,15 se o empregado ganhar o salário mínimo. O q u e ac o n t e c e r á se m e u fat u r a m e n t o n o a n o f o r s u p e r i o r a R$ 36 m il? O empreendedor deverá comunicar até o último dia útil do mês seguinte, o excesso. Neste caso, ele deixa de ser atendido pela categoria de Empreendedor Individual e migra para a categoria de microempresa. Nesse caso temos duas situações. A Primeira - O faturamento foi maior que 36 mil, porém não ultrapassou o limite de 20% deste valor, que é R$ 43.200,00. Nesse caso o empreendimento é enquadrado como microempresa no Simples Nacional a partir de janeiro do ano seguinte ao ano em que o faturamento excedeu os R$ 36 mil. Porém, a partir do mês seguinte em que houver o excesso ele recolherá os tributos de acordo com as faixas estabelecidas no Simples Nacional.

31 A Segunda - O faturamento foi superior a R$ 43.200,00. Nesse caso o enquadramento no Simples Nacional é retroativo e o recolhimento sobre o faturamento, passa a ser feito no mesmo ano em que ocorreu o excesso no faturamento, com acréscimos de juros e multa. Por isso, recomenda-se que o empreendedor, ao perceber que seu faturamento no ano será maior que R$ 43.200,00, procure o contabilista e inicie imediatamente o cálculo e o pagamento dos tributos acessando diretamente o Portal do Simples Nacional, no endereço www.receita.fazenda.gov.br. Posso prestar serviços para outras empresas? A lei não impede aquele que exerceu a opção como Empreendedor Individual de prestar serviço para uma empresa, porém é obrigatória a emissão da nota fiscal. Entretanto o empreendedor individual não poderá realizar cessão ou locação de mão-de-obra. Isso significa que a colocação à disposição da empresa contratante em suas dependências ou nas de terceiros, de trabalhadores, inclusive o empreendedor individual que realize serviços contínuos relacionados ou não com sua atividade fim, quaisquer que sejam a natureza e a forma de contratação. O benefício fiscal criado pela LC 128/2008 é destinado ao empreendedor, e não à empresa que o contrata. Posso ser f u n c i o n á r i o d e u m a empresa e m e inscrever c o m o Empreendedor In d i v i d ua l? Sim. No entanto, o empreendedor deverá observar quais as restrições da empresa em que

32 trabalha com relação a atividade que pretende exercer como empreendedor individual. No caso dos servidores e funcionários públicos, regidos pelo sistema estatutário, não é permitido como empreendedor individual segundo a lei Lei 8.112/90 art. 117, X. Como farei se quiser cancelar meu CNPJ e minha inscrição? O procedimento também é simples e realizado no mesmo endereço da Internet onde foi feita a inscrição (www.portaldoempreendedor.gov.br), sem qualquer pagamento de taxas. Resolução CGSN nº 58, de 27 de abril de 2009 Dispõe sobre o Microempreendedor Individual - MEI no âmbito do Simples Nacional. O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), no uso das competências que lhe conferem a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, o Decreto nº 6.038, de 7 de fevereiro de 2007 e o Regimento Interno aprovado pela Resolução CGSN nº 1, de 19 de março de 2007, resolve: Art. 1º O Microempreendedor Individual (MEI) poderá optar pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI), independentemente da receita bruta por ele auferida no mês, na forma desta Resolução. 1º Considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que atenda cumulativamente às seguintes condições: I. tenha auferido receita bruta acumulada no ano-calendário anterior de até R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais); II. seja optante pelo Simples Nacional;

33 III. exerça tão-somente atividades constantes do Anexo Único desta Resolução; IV. possua um único estabelecimento; V. não participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador; VI. não contrate mais de um empregado, observado o disposto no art. 5º. 2º No caso de início de atividade, o limite de que trata o inciso I do 1º será de R$ 3.000,00 (três mil reais) multiplicados pelo número de meses compreendido entre o início da atividade e o final do respectivo ano-calendário, consideradas as frações de meses como um mês inteiro. 3º Na vigência da opção pelo SIMEI não se aplicam ao MEI: I. II. III. IV. V. valores fixos que tenham sido estabelecidos por Estado, Município ou Distrito Federal na forma do disposto no 18 do art. 18 da Lei Complementar nº 123, de 2006; reduções previstas no 20 do art. 18 da Lei Complementar nº 123, de 2006, ou qualquer dedução na base de cálculo; isenções específicas para as microempresas e empresas de pequeno porte concedidas pelo Estado, Município ou Distrito Federal a partir de 1º de julho de 2007 que abranjam integralmente a faixa de receita bruta anual de até R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais); retenções de ISS sobre os serviços prestados; atribuições da qualidade de substituto tributário. 4º A opção pelo SIMEI importa opção simultânea pelo recolhimento da contribuição para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual, na forma prevista no 2º do art. 21 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991. 5º O optante pelo SIMEI recolherá, por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), valor fixo mensal correspondente à soma das seguintes parcelas: I. R$ 51,15 (cinquenta e um reais e quinze centavos), a título de contribuição

34 II. III. para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual, referida no 4º; R$ 1,00 (um real), a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto; R$ 5,00 (cinco reais), a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto. 6º O valor a ser pago a título de ICMS ou de ISS será determinado de acordo com os códigos de atividades econômicas previstos na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) registrados no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), observando-se: I. II. o enquadramento previsto no Anexo Único; as atividades econômicas constantes do CNPJ na primeira geração do Documento de Arrecadação relativo ao mês de início do enquadramento no SIMEI ou ao primeiro mês de cada ano-calendário. 7º A tabela constante do Anexo Único aplica-se tão-somente no âmbito do SIMEI. 8º Na hipótese de qualquer alteração do Anexo Único, seus efeitos dar-se-ão a partir do ano-calendário subsequente, observadas as seguintes regras: I. II. se determinada atividade econômica passar a ser considerada permitida ao SIMEI, o contribuinte que exerça essa atividade passará a poder optar por esse sistema de recolhimento a partir do ano-calendário seguinte ao da alteração, desde que não incorra em nenhuma das vedações previstas nesta Resolução; se determinada atividade econômica deixar de ser considerada permitida ao SIMEI, o contribuinte optante que exerça essa atividade deverá efetuar a sua exclusão obrigatória do referido sistema, com efeitos para o ano-calendário subsequente. 9º O optante pelo SIMEI não estará sujeito à incidência dos tributos referidos nos incisos I a VI do caput do art. 13 da Lei Complementar nº 123, de 2006. 10. O valor referido no inciso I do 5º será reajustado, na forma prevista em lei ordinária, na mesma data de reajustamento dos benefícios de que trata a Lei nº 8.213,

35 de 24 de julho de 1991, de forma a manter equivalência com a contribuição de que trata o 2º do art. 21 da Lei nº 8.212, de 1991. 11. Aplica-se ao optante pelo SIMEI o disposto no 4º do art. 55 e no 2º do art. 94, ambos da Lei nº 8.213, de 1991, exceto se optar pela complementação da contribuição previdenciária a que se refere o 3º do art. 21 da Lei nº 8.212, de 1991. 12. O recolhimento da complementação prevista no 11º será disciplinado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB). 13. O optante pelo SIMEI fica dispensado de prestar a informação prevista no inciso IV do art. 32 da Lei nº 8.212, de 1991, no que se refere à remuneração paga ou creditada decorrente do seu trabalho, salvo se presentes outras hipóteses de obrigatoriedade de prestação de informações, na forma estabelecida pela RFB, observado o disposto no inciso II do parágrafo único do art. 5º. En q u a d r a m e n t o Art. 2º A opção de que trata o art. 1º: I. II. será irretratável para todo o ano-calendário; para a empresa já constituída, deverá ser realizada no mês de janeiro, até seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário da opção, em aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional, ressalvado o disposto no 1º. 1º Para as empresas em início de atividade com data de abertura constante do CNPJ a partir de 1º de julho de 2009, a realização da opção pelo SIMEI será simultânea à inscrição no CNPJ, observadas as condições previstas nesta Resolução, devendo ser utilizado o registro simplificado de que trata o 1º do art. 4º da Lei Complementar nº 123, de 2006. 2º Na opção pelo SIMEI, o MEI declarará:

36 I. II. III. que não se enquadra nas vedações para ingresso no SIMEI; que se enquadra nos limites previstos no inciso I do 1º ou 2º, ambos do art. 1º; o Número de Inscrição do Trabalhador (NIT) na Previdência Social. 3º A RFB disponibilizará aos Estados, Distrito Federal e Municípios relação dos contribuintes optantes pelo SIMEI. Desenquadramento Art. 3º O desenquadramento do SIMEI será realizado de ofício ou mediante comunicação do MEI. 1º O desenquadramento do SIMEI não implica necessariamente exclusão do Simples Nacional. 2º O desenquadramento mediante comunicação do contribuinte dar-se-á: I. por opção, até o vencimento dos tributos relativos aos fatos geradores ocorridos em janeiro, em aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro do ano-calendário da comunicação; II. obrigatoriamente, quando deixar de atender a qualquer das condições previstas nos incisos III a VI do 1º do art. 1º ou quando se transformar em sociedade empresária, devendo a comunicação ser efetuada até o último dia útil do mês subsequente àquele em que ocorrida a situação de vedação, produzindo efeitos a partir do mês subsequente ao da ocorrência da situação impeditiva; III. obrigatoriamente, quando exceder, no ano-calendário, o limite de receita bruta previsto no inciso I do 1º do art. 1º, devendo a comunicação ser efetuada até o último dia útil do mês subsequente àquele em que ocorrido o excesso, produzindo efeitos: a. a partir de 1º de janeiro do ano-calendário subsequente ao da ocorrência do excesso, na hipótese de não ter ultrapassado o referido limite em mais de 20% (vinte por cento);

37 b. a. b. retroativamente a 1º de janeiro do ano-calendário da ocorrência do excesso, na hipótese de ter ultrapassado o referido limite em mais de 20% (vinte por cento); IV. obrigatoriamente, quando exceder o limite de receita bruta previsto no 2º do art. 1º, devendo a comunicação ser efetuada até o último dia útil do mês subsequente àquele em que ocorrido o excesso, produzindo efeitos: a partir de 1º de janeiro do ano-calendário subsequente ao da ocorrência do excesso, na hipótese de não ter ultrapassado o referido limite em mais de 20% (vinte por cento); retroativamente ao início de atividade, na hipótese de ter ultrapassado o referido limite em mais de 20% (vinte por cento); V. obrigatoriamente, quando incorrer em alguma das situações previstas para a exclusão do Simples Nacional, ficando o desenquadramento sujeito às regras da Resolução CGSN nº 15, de 23 de julho de 2007. 3º O desenquadramento de ofício dar-se-á quando verificada a falta de comunicação obrigatória de que trata o 2º. 4º O contribuinte desenquadrado do SIMEI passará a recolher os tributos devidos pela regra geral do Simples Nacional a partir da data de início dos efeitos do desenquadramento, observado o disposto nos 5º e 6º. 5º O contribuinte desenquadrado do SIMEI e excluído do Simples Nacional passará a recolher os tributos devidos de acordo com as respectivas legislações de regência. 6º Na hipótese de a receita bruta auferida no ano-calendário anterior não exceder em mais de 20% (vinte por cento) os limites de que tratam o inciso I do 1º e o 2º do art. 1º, o contribuinte deverá recolher a diferença, sem acréscimos, em parcela única, juntamente com a da apuração do mês de janeiro do ano-calendário subsequente ao do excesso, somando-se aos valores relativos aos fatos geradores daquela competência. 7º Na hipótese de a receita bruta auferida exceder em mais de 20% (vinte por cento) os limites de que tratam o inciso I do 1º e o 2º do art. 1º, o contribuinte deverá

38 informar no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS) as receitas efetivas mensais, devendo ser recolhidas as diferenças relativas aos tributos com os acréscimos legais na forma prevista na legislação do Imposto sobre a Renda, sem prejuízo do disposto no 5º. Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) Art. 4º Para o contribuinte optante pelo SIMEI, o aplicativo possibilitará a emissão simultânea dos Documentos de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), para todos os meses do ano-calendário. Parágrafo Único. A impressão de que trata o caput estará disponível a partir do início do ano-calendário ou do início das atividades do MEI. Contratação de Empregado Art. 5º O MEI poderá contratar um único empregado que receba exclusivamente 1 (um) salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. Parágrafo único. Na hipótese referida no caput, o MEI: I. II. III. deverá reter e recolher a contribuição previdenciária relativa ao segurado a seu serviço na forma da lei, observados prazo e condições estabelecidos pela RFB; fica obrigado a prestar informações relativas ao segurado a seu serviço, devendo cumprir o disposto no inciso IV do art. 32 da Lei nº 8.212, de 1991; está sujeito ao recolhimento da Contribuição Patronal Previdenciária (CPP) para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, calculada à alíquota de 3% (três por cento) sobre o salário de contribuição previsto no caput. Cessão ou Locação de Mão-de-Obra Art. 6º O MEI não poderá realizar cessão ou locação de mão-de-obra. 1º Cessão ou locação de mão-de-obra é a colocação à disposição da empresa

39 contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de trabalhadores, inclusive o MEI, que realizem serviços contínuos relacionados ou não com sua atividade fim, quaisquer que sejam a natureza e a forma de contratação. 2º Dependências de terceiros são aquelas indicadas pela empresa contratante, que não sejam as suas próprias e que não pertençam à empresa prestadora dos serviços. 3º Serviços contínuos são aqueles que constituem necessidade permanente da contratante, que se repetem periódica ou sistematicamente, ligados ou não a sua atividade fim, ainda que sua execução seja realizada de forma intermitente ou por diferentes trabalhadores. 4º Por colocação à disposição da empresa contratante entende-se a cessão do trabalhador, em caráter não eventual, respeitados os limites do contrato. 5º A vedação de que trata o caput não se aplica à prestação de serviços de hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria e de manutenção ou reparo de veículos. 6º Na hipótese do 5º, a empresa contratante de serviços executados por intermédio do MEI deverá, com relação a esta contratação: I. II. III. IV. recolher a Contribuição Previdenciária Patronal (CPP) a que se refere o inciso III do caput e o 1º do art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991; arrecadar a contribuição do MEI na qualidade de segurado contribuinte individual a seu serviço, descontando-a da respectiva remuneração, e recolher o valor arrecadado juntamente com a contribuição a seu cargo, no prazo previsto no art. 4º da Lei nº 10.666, de 8 de maio de 2003; prestar as informações de que trata o inciso IV do art. 32 da Lei nº 8.212, de 1991; cumprir as demais obrigações acessórias relativas à contratação de contribuinte individual.

40 7º O disposto no 6º aplica-se a qualquer forma de contratação, inclusive por empreitada. Declaração Anual de Ajuste Art. 7º Na hipótese de o MEI ser optante pelo SIMEI no ano-calendário anterior, deverá apresentar, até o último dia útil do mês de janeiro de cada ano, à RFB, a declaração de que trata o art. 4º da Resolução CGSN nº 10, de 28 de junho de 2007, em formato especial, que conterá tão-somente: I. a receita bruta total auferida relativa ao ano-calendário anterior; II. a receita bruta total auferida relativa ao ano-calendário anterior, referente às atividades sujeitas ao ICMS. Disposições Finais e Transitórias Art. 8º O empreendedor individual com data de abertura constante do CNPJ até 30 de junho de 2009 não poderá optar pelo SIMEI no ano-calendário de 2009. Art. 9º Excepcionalmente, para o MEI optante pelo SIMEI que venha a ser extinto no segundo semestre de 2009, a declaração de que trata o art. 7º deverá ser entregue até o último dia útil do mês de janeiro de 2010. Art. 10. Aplica-se subsidiariamente ao MEI o disposto nas Resoluções relativas ao Simples Nacional editadas pelo CGSN. Art. 11.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de julho de 2009. LINA MARIA VIEIRA Presidente do Comitê - ANEXO ÚNICO.

41 Atividades que podem aderir ao Empreendedor Individual SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 0159-8/02 Criação de animais de estimação N S 0161-0/01 Serviço de pulverização e controle de pragas agrícolas S N 0161-0/02 Serviço de poda de árvores para lavouras S N 0161-0/03 Serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita S N 0162-8/02 Serviço de tosquiamento de ovinos S N 0162-8/03 Serviço de manejo de animais S N 0170-9/00 Caça e serviços relacionados S N 0220-9/03 Coleta de castanha-do-pará em florestas nativas N S 0220-9/04 Coleta de látex em florestas nativas S S 0220-9/05 Coleta de palmito em florestas nativas S S 0220-9/06 Conservação de florestas nativas S S 0220-9/99 Coleta de produtos não-madeireiros não especificados anteriormente em florestas nativas N S 0311-6/04 Atividades de apoio à pesca em água salgada S S 0312-4/03 Coleta de outros produtos aquáticos de água doce S N

42 0312-4/04 Atividades de apoio à pesca em água doce S S 0321-3/04 Criação de peixes ornamentais em água salgada e salobra S N 0321-3/05 Atividades de apoio à aqüicultura em água salgada e salobra N S 0322-1/04 Criação de peixes ornamentais em água doce S N 0322-1/07 Atividades de apoio à aqüicultura em água doce N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 0322-1/99 Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água doce não especificados anteriormente S N 0892-4/01 Extração de sal marinho N S 1013-9/01 Fabricação de produtos de carne N S 1031-7/00 Fabricação de conservas de frutas N S 1032-5/99 Fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto palmito N S 1033-3/02 Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto concentrados N S 1052-0/00 Fabricação de laticínios N S 1053-8/00 Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis N S 1061-9/02 Fabricação de produtos do arroz N S 1063-5/00 Fabricação de farinha de mandioca e derivados N S 1064-3/00 Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto óleos de milho N S 1065-1/01 Fabricação de amidos e féculas de vegetais N S 1069-4/00 Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados anteriormente N S 1071-6/00 Fabricação de açúcar em bruto (mascavo, rapadura, melado etc) N S 1091-1/00 Fabricação de produtos de panificação N S 1092-9/00 Fabricação de biscoitos e bolachas N S 1093-7/01 Fabricação de produtos derivados do cacau e de chocolates N S

43 1093-7/02 Fabricação de frutas cristalizadas, balas e semelhantes N S 1094-5/00 Fabricação de massas alimentícias N S 1095-3/00 Fabricação de especiarias, molhos, temperos e condimentos N S 1096-1/00 Fabricação de alimentos e pratos prontos N S 1099-6/01 Fabricação de vinagres N S 1099-6/04 Fabricação de gelo comum N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 1099-6/05 Fabricação de produtos para infusão (chá, mate, etc.) N S 1099-6/99 Fabricação de outros produtos alimentícios não especificados anteriormente N S 1122-4/03 Fabricação de refrescos, xaropes e pós para refrescos, exceto refrescos de frutas N S 1122-4/99 Fabricação de outras bebidas não-alcoólicas não especificadas anteriormente N S 1220-4/99 Fabricação de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos N S 1311-1/00 Preparação e fiação de fibras de algodão N S 1312-0/00 Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão N S 1321-9/00 Tecelagem de fios de algodão N S 1322-7/00 Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto algodão N S 1340-5/99 Outros serviços de acabamento em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças do vestuário S N 1351-1/00 Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico N S 1352-9/00 Fabricação de artefatos de tapeçaria N S 1353-7/00 Fabricação de artefatos de cordoaria N S 1359-6/00 Fabricação de outros produtos têxteis não especificados anteriormente N S 1411-8/01 Confecção de roupas íntimas N S 1411-8/02 Facção de roupas íntimas N S 1412-6/01 Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida N S

44 1412-6/02 Confecção, sob medida, de peças do vestuário, exceto roupas íntimas S S 1412-6/03 Facção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas N S 1413-4/03 Facção de roupas profissionais N S 1414-2/00 Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança e proteção N S 1421-5/00 Fabricação de meias N S 1422-3/00 Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 1510-6/00 Curtimento e outras preparações de couro N S 1521-1/00 Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material N S 1529-7/00 Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente N S 1531-9/01 Fabricação de calçados de couro N S 1531-9/02 Acabamento de calçados de couro sob contrato S N 1539-4/00 Fabricação de calçados de materiais não especificados anteriormente N S 1540-8/00 Fabricação de partes para calçados, de qualquer material N S 1622-6/99 Fabricação de outros artigos de carpintaria para construção N S 1623-4/00 Fabricação de artefatos de tanoaria e de embalagens de madeira N S 1629-3/01 Fabricação de artefatos diversos de madeira, exceto móveis N S 1629-3/02 Fabricação de artefatos diversos de cortiça, bambu, palha, vime e outros materiais trançados, exceto móveis N S 1721-4/00 Fabricação de papel N S 1731-1/00 Fabricação de embalagens de papel N S 1732-0/00 Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartão N S 1742-7/01 Fabricação de fraldas descartáveis N S 1742-7/02 Fabricação de absorventes higiênicos N S

45 1742-7/99 Fabricação de produtos de papel para uso doméstico e higiênico-sanitário não especificados anteriormente N S 1749-4/00 Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não especificados anteriormente S S 1813-0/01 Impressão de material para uso publicitário S S 1813-0/99 Impressão de material para outros usos S S 1821-1/00 Serviços de pré-impressão S N SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 1822-9/00 Serviços de acabamentos gráficos S N 1830-0/01 Reprodução de som em qualquer suporte S S 1830-0/02 Reprodução de vídeo em qualquer suporte S S 1830-0/03 Reprodução de software em qualquer suporte S S 2052-5/00 Fabricação de desinfestantes domissanitários N S 2061-4/00 Fabricação de sabões e detergentes sintéticos N S 2062-2/00 Fabricação de produtos de limpeza e polimento N S 2063-1/00 Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal N S 2092-4/02 Fabricação de artigos pirotécnicos N S 2219-6/00 Fabricação De Artefatos De Borracha Não Especificados Anteriormente N S 2229-3/99 Fabricação De Artefatos De Material Plástico Para Outros Usos Não Especificados Anteriormente N S 2319-2/00 Fabricação De Artigos De Vidro N S 2330-3/05 Preparação de massa de concreto e argamassa para construção S S 2330-3/99 Fabricação De Outros Artefatos E Produtos De Concreto, Cimento, Fibrocimento, Gesso E Materiais Semelhantes N S 2342-7/02 Fabricação De Artefatos De Cerâmica E Barro Cozido Para Uso Na Construção, Exceto Azulejos E Pisos N S

46 2349-4/99 Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários não especificados anteriormente N S 2391-5/01 Britamento de pedras, exceto associado à extração S S 2391-5/03 Aparelhamento De Placas E Execução De Trabalhos Em Mármore, Granito, Ardósia E Outras Pedras S N 2399-1/01 Decoração, lapidação, gravação, vitrificação e outros trabalhos em cerâmica, louça, vidro e cristal S N 2512-8/00 Fabricação de esquadrias de metal N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 2532-2/01 Produção de artefatos estampados de metal N S 2539-0/00 Serviços de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais S N 2541-1/00 Fabricação de artigos de cutelaria N S 2542-0/00 Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias N S 2543-8/00 Fabricação de ferramentas N S 2599-3/01 Serviços de confecção de armações metálicas para a construção S N 2599-3/99 Fabricação De Outros Produtos De Metal Não Especificados Anteriormente N S 2740-6/02 Fabricação de luminárias e outros equipamentos de iluminação N S 2950-6/00 Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores S N 3101-2/00 Fabricação de móveis com predominância de madeira N S 3102-1/00 Fabricação de móveis com predominância de metal N S 3103-9/00 Fabricação de móveis de outros materiais, exceto madeira e metal N S 3104-7/00 Fabricação de colchões N S 3211-6/01 Lapidação de gemas S S 3211-6/02 Fabricação de artefatos de joalheria e ourivesaria N S 3211-6/03 Cunhagem de moedas e medalhas N S 3212-4/00 Fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes N S

47 3220-5/00 Fabricação de instrumentos musicais, peças e acessórios N S 3230-2/00 Fabricação de artefatos para pesca e esporte N S 3240-0/99 Fabricação de outros brinquedos e jogos recreativos não especificados anteriormente N S 3250-7/08 Fabricação de artefatos de tecido não tecido para uso odonto-médico-hospitalar N S 3291-4/00 Fabricação de escovas, pincéis e vassouras N S 3299-0/01 Fabricação de guarda-chuvas e similares N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 3299-0/02 Fabricação de canetas, lápis e outros artigos para escritório N S 3299-0/03 Fabricação de letras, letreiros e placas de qualquer material, exceto luminosos N S 3299-0/04 Fabricação de painéis e letreiros luminosos N S 3299-0/05 Fabricação de aviamentos para costura N S 3299-0/99 Fabricação de produtos diversos não especificados anteriormente N S 3311-2/00 Manutenção e reparação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras, exceto para veículos S N 3313-9/01 Manutenção e reparação de geradores, transformadores e motores elétricos S N 3313-9/02 Manutenção e reparação de baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos S N 3313-9/99 Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos não especificados anteriormente S N 3314-7/01 Manutenção e reparação de máquinas motrizes não-elétricas S N 3314-7/02 Manutenção e reparação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, exceto válvulas S N 3314-7/06 Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e equipamentos para instalações térmicas S N 3314-7/07 Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial S N 3314-7/09 Manutenção e reparação de máquinas de escrever, calcular e de outros equipamentos nãoeletrônicos para escritório S N

48 3314-7/10 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente S N 3314-7/11 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para agricultura e pecuária S N 3314-7/12 Manutenção e reparação de tratores agrícolas S N 3314-7/19 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para as indústrias de alimentos, bebidas e fumo SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS S N 3314-7/20 Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil, do vestuário, do couro e calçados S N 3314-7/99 Manutenção e reparação de outras máquinas e equipamentos para usos industriais não especificados anteriormente S N 3317-1/02 Manutenção e reparação de embarcações para esporte e lazer S N 3319-8/00 Manutenção e reparação de equipamentos e produtos não especificados anteriormente S N 3321-0/00 Instalação de máquinas e equipamentos industriais S N 3329-5/01 Serviços de montagem de móveis de qualquer material S N 3329-5/99 Instalação de outros equipamentos não especificados anteriormente S N 3600-6/02 Distribuição de água por caminhões S N 3702-9/00 Atividades Relacionadas A Esgoto, Exceto A Gestão De Redes S N 3811-4/00 Coleta de resíduos não-perigosos S N 3812-2/00 Coleta de resíduos perigosos S N 3831-9/01 Recuperação de sucatas de alumínio N S 3831-9/99 Recuperação de materiais metálicos, exceto alumínio N S 3832-7/00 Recuperação de materiais plásticos N S 3839-4/99 Recuperação de materiais não especificados anteriormente N N 4321-5/00 Instalação e manutenção elétrica S N

49 4322-3/01 Instalações hidráulicas, sanitárias e de gás S N 4322-3/02 Instalação e manutenção de sistemas centrais de ar condicionado, de ventilação e refrigeração S N 4322-3/03 Instalações de sistema de prevenção contra incêndio S N 4329-1/01 Instalação de painéis publicitários S N 4329-1/02 Instalação de equipamentos para orientação à navegação marítima, fluvial e lacustre S N SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 4329-1/03 Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas e esteiras rolantes, exceto de fabricação própria S N 4329-1/04 Montagem e instalação de sistemas e equipamentos de iluminação e sinalização em vias públicas, portos e aeroportos S N 4329-1/05 Tratamentos térmicos, acústicos ou de vibração S N 4329-1/99 Outras obras de instalações em construções não especificadas anteriormente S N 4330-4/02 Instalação de portas, janelas, tetos, divisórias e armários embutidos de qualquer material S N 4330-4/03 Obras De Acabamento Em Gesso E Estuque S N 4330-4/04 Serviços de pintura de edifícios em geral S N 4330-4/05 Aplicação De Revestimentos E De Resinas Em Interiores E Exteriores S N 4330-4/99 Outras Obras De Acabamento Da Construção S N 4399-1/03 Obras de alvenaria S N 4399-1/05 Perfuração E Construção De Poços De Água S N 4399-1/99 Serviços Especializados Para Construção Não Especificados Anteriormente S S 4520-0/01 Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos automotores S N 4520-0/02 Serviços de lanternagem ou funilaria e pintura de veículos automotores S N 4520-0/03 Serviços de manutenção e reparação elétrica de veículos automotores S N 4520-0/04 Serviços de alinhamento e balanceamento de veículos automotores S N

50 4520-0/05 Serviços de lavagem, lubrificação e polimento de veículos automotores S N 4520-0/06 Serviços de borracharia para veículos automotores S N 4520-0/07 Serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores S N 4530-7/03 Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores N S 4530-7/04 Comércio a varejo de peças e acessórios usados para veículos automotores N S 4530-7/05 Comércio a varejo de pneumáticos e câmaras-de-ar N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 4541-2/05 Comércio a varejo de peças e acessórios para motocicletas e motonetas N S 4542-1/02 Comércio sob consignação de motocicletas e motonetas S S 4543-9/00 Manutenção e reparação de motocicletas e motonetas S N 4712-1/00 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns N S 4713-0/02 Lojas de variedades, exceto lojas de departamentos ou magazines N S 4721-1/01 Padaria e confeitaria com predominância de produção própria N S 4721-1/02 Padaria e confeitaria com predominância de revenda N S 4721-1/03 Comércio varejista de laticínios e frios N S 4721-1/04 Comércio varejista de doces, balas, bombons e semelhantes N S 4722-9/01 Comércio varejista de carnes - açougues N S 4722-9/02 Peixaria N S 4723-7/00 Comércio varejista de bebidas N S 4724-5/00 Comércio varejista de hortifrutigranjeiros N S 4729-6/01 Tabacaria N S 4729-6/99 Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente N S 4732-6/00 Comércio varejista de lubrificantes N S

51 4741-5/00 Comércio varejista de tintas e materiais para pintura N S 4742-3/00 Comércio varejista de material elétrico N S 4743-1/00 Comércio varejista de vidros N S 4744-0/01 Comércio varejista de ferragens e ferramentas N S 4744-0/02 Comércio varejista de madeira e artefatos N S 4744-0/03 Comércio varejista de materiais hidráulicos N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 4744-0/04 Comércio varejista de cal, areia, pedra britada, tijolos e telhas N S 4744-0/05 Comércio varejista de materiais de construção não especificados anteriormente N S 4744-0/99 Comércio varejista de materiais de construção em geral N S 4751-2/00 Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática S S 4752-1/00 Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação N S 4753-9/00 Comércio varejista especializado de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo N S 4754-7/01 Comércio varejista de móveis N S 4754-7/02 Comércio varejista de artigos de colchoaria N S 4754-7/03 Comércio varejista de artigos de iluminação N S 4755-5/01 Comércio varejista de tecidos N S 4755-5/02 Comercio varejista de artigos de armarinho N S 4755-5/03 Comercio varejista de artigos de cama, mesa e banho N S 4756-3/00 Comércio varejista especializado de instrumentos musicais e acessórios N S 4757-1/00 Comércio varejista especializado de peças e acessórios para aparelhos eletroeletrônicos para uso doméstico, exceto informática e comunicação N S 4759-8/01 Comércio varejista de artigos de tapeçaria, cortinas e persianas N S 4759-8/99 Comércio varejista de outros artigos de uso doméstico não especificados anteriormente N S

52 4761-0/01 Comércio varejista de livros N S 4761-0/02 Comércio varejista de jornais e revistas N S 4761-0/03 Comércio varejista de artigos de papelaria N S 4762-8/00 Comércio varejista de discos, CDs, DVDs e fitas N S 4763-6/01 Comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos N S 4763-6/02 Comércio varejista de artigos esportivos N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 4763-6/03 Comércio varejista de bicicletas e triciclos; peças e acessórios N S 4763-6/04 Comércio varejista de artigos de caça, pesca e camping N S 4771-7/01 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas N S 4771-7/02 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com manipulação de fórmulas N S 4771-7/03 Comércio varejista de produtos farmacêuticos homeopáticos N S 4771-7/04 Comércio varejista de medicamentos veterinários N S 4772-5/00 Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal N S 4773-3/00 Comércio varejista de artigos médicos e ortopédicos N S 4774-1/00 Comércio varejista de artigos de óptica N S 4781-4/00 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios N S 4782-2/01 Comércio varejista de calçados N S 4782-2/02 Comércio varejista de artigos de viagem N S 4783-1/01 Comércio varejista de artigos de joalheria N S 4783-1/02 Comércio varejista de artigos de relojoaria N S 4784-9/00 Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) N S 4785-7/01 Comércio varejista de antigüidades N S 4785-7/99 Comércio varejista de outros artigos usados N S

53 4789-0/01 Comércio varejista de suvenires, bijuterias e artesanatos N S 4789-0/02 Comércio varejista de plantas e flores naturais N S 4789-0/03 Comércio varejista de objetos de arte N S 4789-0/04 Comércio varejista de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação N S 4789-0/05 Comércio varejista de produtos saneantes domissanitários N S 4789-0/06 Comércio varejista de fogos de artifício e artigos pirotécnicos N S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 4789-0/07 Comércio varejista de equipamentos para escritório N S 4789-0/08 Comércio varejista de artigos fotográficos e para filmagem N S 4789-0/99 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente N S 4923-0/01 Serviço de táxi S N 4923-0/02 Serviço de transporte de passageiros - locação de automóveis com motorista S N 4924-8/00 Transporte escolar S N 4929-9/01 Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de fretamento, municipal S N 4929-9/03 Organização de excursões em veículos rodoviários próprios, municipal S N 4930-2/01 Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, municipal S N 4930-2/02 Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional N S 4930-2/04 Transporte rodoviário de mudanças S S 5011-4/01 Transporte marítimo de cabotagem - Carga N S 5021-1/01 Transporte por navegação interior de carga, municipal, exceto travessia S N 5091-2/01 Transporte por navegação de travessia, municipal S N 5099-8/01 Transporte aquaviário para passeios turísticos N S 5099-8/99 Outros transportes aquaviários não especificados anteriormente N S

54 5211-7/02 Guarda-móveis S N 5212-5/00 Carga e descarga S N 5223-1/00 Estacionamento de veículos S N 5229-0/02 Serviços de reboque de veículos S N 5310-5/02 Atividades de franqueadas e permissionárias do Correio Nacional S S 5320-2/01 Serviços de malote não realizados pelo Correio Nacional S S SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 5320-2/02 Serviços de entrega rápida S S 5590-6/01 Albergues, exceto assistenciais S N 5590-6/02 Campings S N 5590-6/03 Pensões (alojamento) S N 5590-6/99 Outros alojamentos não especificados anteriormente S N 5611-2/01 Restaurantes e similares N S 5611-2/02 Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas N S 5611-2/03 Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares N S 5612-1/00 Serviços ambulantes de alimentação N S 5620-1/01 Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas N S 5620-1/02 Serviços de alimentação para eventos e recepções - bufê S S 5620-1/03 Cantinas - serviços de alimentação privativos N S 5620-1/04 Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar N S 5811-5/00 Edição de livros N N 5812-3/00 Edição de jornais N N 5813-1/00 Edição de revistas N N 5819-1/00 Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos N N

55 6399-2/00 Outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente S N 6920-6/01 Atividades de contabilidade S N 7312-2/00 Agenciamento de espaços para publicidade, exceto em veículos de comunicação S N 7319-0/02 Promoção de vendas S N 7319-0/03 Marketing direto S N 7319-0/99 Outras atividades de publicidade não especificadas anteriormente S N SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 7420-0/01 Atividades de produção de fotografias, exceto aérea e submarina S N 7420-0/02 Atividades de produção de fotografias aéreas e submarinas S N 7420-0/03 Laboratórios fotográficos S N 7420-0/04 Filmagem de festas e eventos S N 7490-1/02 Escafandria e mergulho S N 7721-7/00 Aluguel de equipamentos recreativos e esportivos N N 7722-5/00 Aluguel de fitas de vídeo, DVDs e similares N N 7723-3/00 Aluguel de objetos do vestuário, jóias e acessórios N N 7729-2/01 Aluguel de aparelhos de jogos eletrônicos N N 7729-2/02 Aluguel de móveis, utensílios e aparelhos de uso doméstico e pessoal; instrumentos musicais N N 7729-2/03 Aluguel de material médico N N 7729-2/99 Aluguel de outros objetos pessoais e domésticos não especificados anteriormente N N 7731-4/00 Aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem operador N N 7732-2/01 Aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem operador, exceto andaimes N N 7732-2/02 Aluguel de andaimes S N 7733-1/00 Aluguel de máquinas e equipamentos para escritório N N

56 7739-0/02 Aluguel de equipamentos científicos, médicos e hospitalares, sem operador N N 7739-0/03 Aluguel de palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário, exceto andaimes S N 7739-0/99 Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente, sem operador N N 7911-2/00 Agências de viagens S N 7990-2/00 Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente S N 8011-1/02 Serviços de adestramento de cães de guarda S N SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 8012-9/00 Atividades de transporte de valores S S 8122-2/00 Imunização e controle de pragas urbanas S N 8130-3/00 Atividades Paisagísticas S N 8211-3/00 Serviços combinados de escritório e apoio administrativo S N 8219-9/01 Fotocópias S N 8219-9/99 Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente S N 8220-2/00 Atividades de teleatendimento S N 8230-0/01 Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas S N 8230-0/02 Casas de festas e eventos N N 8291-1/00 Atividades de cobrança e informações cadastrais S N 8292-0/00 Envasamento e empacotamento sob contrato S N 8299-7/03 Serviços de gravação de carimbos, exceto confecção S N 8299-7/07 Salas de acesso à internet S N 8299-7/99 Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente S N 8592-9/02 Ensino de artes cênicas, exceto dança S N

57 8592-9/03 Ensino de música S N 8592-9/99 Ensino de arte e cultura não especificado anteriormente S N 8593-7/00 Ensino de idiomas S N 8599-6/03 Treinamento em informática S N 8599-6/04 Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial S N 8599-6/05 Cursos preparatórios para concursos S N 8599-6/99 Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente S N SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 8712-3/00 Atividades de fornecimento de infra-estrutura de apoio e assistência a paciente no domicílio S N 9002-7/02 Restauração de obras de arte S N 9102-3/02 Restauração e conservação de lugares e prédios históricos S N 9329-8/03 Exploração de jogos de sinuca, bilhar e similares S N 9329-8/04 Exploração de jogos eletrônicos recreativos S N 9329-8/99 Outras atividades de recreação e lazer não especificadas anteriormente S N 9511-8/00 Reparação e manutenção de computadores e de equipamentos periféricos S N 9512-6/00 Reparação e manutenção de equipamentos de comunicação S N 9521-5/00 Reparação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos de uso pessoal e doméstico S N 9529-1/01 Reparação de calçados, bolsas e artigos de viagem S N 9529-1/02 Chaveiros S N 9529-1/03 Reparação de relógios S N 9529-1/04 Reparação de bicicletas, triciclos e outros veículos não-motorizados S N 9529-1/05 Reparação de artigos do mobiliário S N 9529-1/06 Reparação de jóias S N

58 9529-1/99 Reparação e manutenção de outros objetos e equipamentos pessoais e domésticos não especificados anteriormente S N 9601-7/01 Lavanderias S N 9601-7/02 Tinturarias S N 9601-7/03 Toalheiros S N 9602-5/01 Cabeleireiros S N 9602-5/02 Outras atividades de tratamento de beleza S N 9603-3/03 Serviços de sepultamento S N SUBCLASSE CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO ISS ICMS 9603-3/04 Serviços de funerárias S S 9603-3/99 Atividades funerárias e serviços relacionados não especificados anteriormente S N 9609-2/02 Agências matrimoniais S N 9609-2/03 Alojamento, higiene e embelezamento de animais S N 9609-2/04 Exploração de máquinas de serviços pessoais acionadas por moeda S N 9609-2/99 Outras atividades de serviços pessoais não especificadas anteriormente S N 9700-5/00 Serviços domésticos S N

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