PGA-Prova Global do Agrupamento Direção de Serviços Região Algarve Agrupamento de Escolas Silves Sul Departamento de Ciências Sociais e Humanas História 8.º Ano Prova: B Nome: Ano: Turma: N.º: Data: Assinatura do Professor Corretor: Classificação: Lê atentamente todo o enunciado antes de começares a responder. Organiza as tuas respostas de forma clara e objetiva, depois de analisares, com atenção, os documentos dos diferentes grupos. Grupo I O Expansionismo Europeu 1. Observa o documento 1: Doc. 1 A B C 1.1 Faz a legenda A, B e C do documento 1. A - B - C - 1.2 Assinala com uma X a frase correta. A caravela permitia bolinar, isto é, navegar com ventos contrários. A caravela permitia bolinar, isto é, navegar mesmo sem vento. Ano Letivo 2013/2014 Pág. 1/9
Lê, com atenção, o documento 2: Os reflexos da crise económica e social europeia (do século XIV), combinando-se com as perturbações das guerras da independência, fazem convergir na nossa sociedade a dupla aspiração da nobreza a aumentar as suas terras e da burguesia a conquistar novos mercados. V. Magalhães Godinho, A Economia dos Descobrimentos Henriquinos (adaptado). 1.3 Segundo o autor do documento 2, a sociedade portuguesa estava interessada na expansão. Completa o quadro que se segue com os interesses de cada grupo social. Doc. 2 Rei Interesse do rei e dos grupos sociais na Expansão Nobreza Clero Burguesia Povo 1.4 No início do século XV, Portugal reunia um conjunto de condições que o colocavam numa situação de pioneirismo na expansão marítima relativamente a outros países da Europa. Identifique uma condição técnica ou científica. Lê, com atenção, os documentos 3 e 4: Doc. 3 E isto é a cidade de Ceuta, que é uma Terra de África, que é mui notável cidade ( ). É uma grande cidade, rica e mui fermosa. Gomes Eanes de Zurara, Crónica da Tomada de Ceuta. A cidade de Ceuta foi cercada por grande número de mouros norte-africanos, auxiliados pelo rei de Granada. ( ) Ceuta é um baluarte 1 isolado e vive em guerra permanente com as regiões vizinhas. J. H. Saraiva, Diário da História de Portugal. 1 Baluarte - fortificação Doc. 4 Ano Letivo 2013/2014 Pág. 2/9
1.5 A conquista de Ceuta, em 1415, marcou o início da expansão portuguesa. O que terá atraído a atenção dos portugueses para esta cidade do Norte de África? Assinala com um X as respostas corretas. a) Localização estratégica que permitia evitar os constantes ataques de piratas muçulmanos. b) Não cultivavam muitos cereais mas tinham muitas pedras preciosas. c) Era um importante centro de comércio onde chegavam as caravanas do interior de África e as rotas orientais. d) Tinha uma excelente localização estratégica mas estava muito afastada do mar Mediterrâneo e) Os campos eram ricos em cereais. Observa o mapa (documento 5). Doc. 5 1.6 Identifica o Tratado assinado em 1494 entre Portugal e Castela. Ano Letivo 2013/2014 Pág. 3/9
Grupo II O Renascimento e a Formação da Mentalidade Moderna Observa os documentos 6 e 7. Doc. 6 Sumo Pai, Deus arquitecto, tomou o Homem como obra de natureza indefinida e, colocando-o no meio do mundo, faloulhe deste modo: Não te fizemos nem celeste nem terreno, nem imortal, nem mortal, para que, por teu livre arbítrio, como se fosses o criador do teu próprio modelo, tu possas escolher e modelar-te da forma que preferires. Poderás degenerar até aos seres que são as bestas, poderás regenerar-te até às realidades superiores que são divinas. Pico Della Mirandola, Discurso sobre a Dignidade do Homem, 1486. A Europa do Renascimento Doc. 7 2.1 Preenche o esquema seguinte. 2.2 Diz em que consistiu o Renascimento. _ Ano Letivo 2013/2014 Pág. 4/9
Observa os documentos 8, 9 e 10. Doc. 8 Doc. 9 Doc. 10 Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. Pietá, de Miguel Ângelo. Convento de Cristo, Tomar. 2.3 Com base no documento 8, indica uma inovação da pintura renascentista. 2.4 Refere uma característica da escultura renascentista visível no documento 9. 2.5 Identifica o estilo artístico em que se insere o documento 10. Grupo III O Império Português e a concorrência Internacional 3.1 Assinala com um X quatro razões que levaram à crise do Império Português do Oriente. a) O território a defender era muito longínquo, disperso e extenso. b) Eram constantes os ataques dos povos inimigos, o que exigia um grande esforço dos portugueses. c) Eram muito comuns os naufrágios e os ataques dos piratas. d) Existia uma intensa corrupção dos funcionários, facilitada pela distância a que se encontrava o poder central. e) Os muçulmanos reanimaram a rota de Manila, através da qual faziam chegar à Europa, grandes quantidades de produtos orientais. f) A Coroa controlava muito os funcionários, o que lhes desagradava profundamente. g) Os lucros eram desviados, o que prejudicava muito a Coroa portuguesa. h) Os muçulmanos reanimaram a rota do Levante, através da qual faziam chegar à Europa grandes quantidades de produtos orientais. Ano Letivo 2013/2014 Pág. 5/9
Observa o quadro de acontecimentos e a imagem (documento 11). (a) (b) (c) (d) Acontecimentos Morte do cardeal-rei D. Henrique. Derrota e desaparecimento de D. Sebastião em Alcácer-Quibir. Derrota de D. António, prior do Crato, na Batalha de Alcântara. Filipe II é aclamado rei de Portugal nas Cortes de Tomar Doc. 11 D. Sebastião (1554-1578) 3.2 Coloca por ordem cronológica os acontecimentos, escrevendo a sequência correta de letras. 3.3 Completa o quadro. CANDIDATOS AO TRONO DE PORTUGAL - 1580 3.4 Refere uma das estratégias usadas por Filipe II para se tornar rei de Portugal em 1581. 3.5 Identifica uma das condições impostas nas Cortes de Tomar (1581) para a aceitação de Filipe II de Espanha como rei de Portugal, no contexto da monarquia dual. Ano Letivo 2013/2014 Pág. 6/9
3.6 Faz a correspondência das frases da coluna da esquerda com as frases da coluna da direita. A Razões que levaram ao descontentamento dos Portugueses. 1 Revoltas populares por todo o País B C Como demonstraram os Portugueses o seu descontentamento O que aconteceu a 1 de Dezembro de 1640 D Quem foi aclamado rei 4 E Medidas tomadas por Portugal para garantir a sua defesa 2 Aumento de impostos e integração de militares portugueses no exército espanhol 3 O duque de Bragança, D. João IV 5 Um grupo de nobres revoltou-se e prendeu a duquesa de Mântua Reforçaram-se e construíram-se fortalezas junto à fronteira, reorganizou-se o exército e fabricaram-se armas Grupo IV Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens Observa, atentamente, as balanças comerciais representadas no documento 12. A B C Doc. 12 4.1. Identifica a balança comercial que representa um dos princípios económicos do mercantilismo. Lê, com atenção, os documentos 13 e 14. Doc. 13 O único meio que há para ( ) impedir que o dinheiro saia do reino é introduzir nele as artes, ( ) manufacturas. Duarte Ribeiro de Macedo, Sobre a introdução das Artes (século XVII). Artigo 1.º - Sua Sagrada Majestade El-Rei de Portugal promete ( ) admitir para sempre, daqui em diante, no Reino de Portugal, os panos de lã e mais fábricas de lanifícios de Inglaterra, como era costume até ao tempo em que foram proibidos pelas leis [pragmáticas] ( ); Artigo 2.º - É estipulado que Sua Sagrada e Real Majestade Britânica, em seu próprio nome e no de seus sucessores, será obrigada para sempre, daqui em diante, a admitir na Grã-Bretanha os vinhos de produção de Portugal. Tratado de Methuen, em Coleção de Leis e Tratados. Doc. 14 Ano Letivo 2013/2014 Pág. 7/9
4.2 Refere uma das medidas protecionistas tomadas pelo Conde de Ericeira para combater o défice da balança comercial portuguesa. 4.3 Identifica o acontecimento, ocorrido no Brasil, que justificou o abandono das medidas protecionistas do Conde de Ericeira, a partir do final do século XVII. 4.4 Indica a principal consequência para a economia portuguesa da assinatura do Tratado de Methuen, entre Portugal e Inglaterra, em 1703 (documento 13). 4.5 Preenche o quadro seguinte com as palavras apresentadas. AÇÃO DO MARQUÊS DE POMBAL FIM Ano Letivo 2013/2014 Pág. 8/9
Estas linhas só deverão ser utilizadas se quiseres completar ou corrigir qualquer resposta. Caso as utilizes, não te esqueças de identificar claramente a questão a que se refere cada uma das respostas. Ano Letivo 2013/2014 Pág. 9/9