Repsol Polímeros, Lda



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Transcrição:

Repsol Polímeros, Lda SSA&Q Junho 2007 Repsol YPF QUIMICA Localização das Unidades Produtivas Altamira DERIVADA... 45 DYNASOL (50%) Coruña BASE. 60 La Coruña Santander DERIVADA... 54 DYNASOL (50%) Bilbao BASE.80 BASE.. Plaza Huincul Sines BASE... 580 DERIVADA..275 Tarragona BASE.... 1.285 DERIVADA.. 1.477 DERIVADA... 411 Bahía Blanca (1) DERIVADA...933 (1) 50% de Profertil Ensenada BASE...175 DERIVADA...592 Río de Janeiro. Puertollano BASE.....537 DERIVADA 704

Repsol Polímeros, Lda Estrutura Produtiva Olefinas Linde Nippon Zeon Uop/Huells NAFTA Fracção C4 B B R Etanol Steam Cracker Butadieno ETBE ETILENO PROPILENO PEBD (2 linhas) PEAD Mitsui Petrochemicals Poliolefinas BBR ETBE PEBD PEAD Legenda Butanos/Butenos Refinados Etil-Ter-Butil-Éter Polietileno de Baixa Densidade Polietileno de Alta Densidade Em 2005 e 2006 a Repsol investiu 10,4 milhões de euros na melhoria de aspectos relacionados com Saúde, Segurança e Ambiente. SSA&Q Junho 2007

PROJECTO DE SINES INVESTIMENTO DE 750 MILHÕES DE EURO: a instalação de uma unidade de Cogeração; a expansão do fábrica de Etileno de 425.000 para 570.000 t etileno por ano; a instalação de uma nova unidade de Polietileno Linear de 300.000 t por ano; a instalação de uma nova unidade de Polipropileno de 300.000t ano; a expansão da fábrica de Butadieno de 50.000 para 65.000 t por ano; a expansão das armazenagens, dos sistemas de utilidades e de off-sites. SSA&Q Junho 2007 Sistema de Gestão 1992 Certificação ISO 9002 1996 Certificação ISO 9001 2000 Certificação ISO 14001 2005 Certificação OHSAS 18001 2006 2007 Licença Ambiental da Repsol Produção de Electricidade e Calor, ACE Licença Ambiental da Repsol Polímeros com inclusão do aumento de capacidade do cracker para 425 kt/ano (acompanhado de EIA) Licença Ambiental da nova Cogeração com Turbinas a Gás (GN) Pedido em fase de finalização da Licença Ambiental da Repsol Polímeros com inclusão do aumento de capacidade do Cracker para 570 kt/ano (acompanhado de EIA)

Emissões atmosféricas Emissões atmosféricas fontes fixas Emissões atmosféricas Caracterização das emissões de fontes fixas Chaminé da Central: em contínuo e 2 vezes/ano (intervalo mín. 2 meses) Fornalhas do Cracker: 2 vezes/ano (intervalo mín. 2 meses) Monitorização em contínuo: Massa de poluente emitida ao longo dos anos Massa (t) 2700 2400 2100 1800 1500 1200 900 600 300 0 SO2 NOx Partículas 2002 2003 2004 2005 2006 Anos Medições intervalares: Resultados em regra abaixo dos valores da legislação. Análises e investigação dos desvios. Comunicação às entidades

Emissões atmosféricas Entre 2002 e 2006 verifica-se o seguinte: -Redução das emissões de SO2 em 64 % -Redução das emissões de NOx em 30% -Redução das emissões de Partículas em 47% Efluentes líquidos Efluentes líquidos localização da ITE

Efluentes líquidos Efluentes líquidos funcionamento da ITE Efluente doméstico e pluvial Efluente oleoso Efluente químico Tratamento Físico Tratamento Químico Tratamento Biológico ETAR das Águas de Santo André Meio receptor Efluente tratado (normalmente dentro da classe I ou II da AdSA classes menos poluídas) Efluentes líquidos CQO_SST_Oleos nos efluentes 450,0 400,0 350,0 300,0 250,0 200,0 150,0 100,0 50,0 0,0 Óleos (mg/l) S.S. (mg/l) C.Q.O. (mg/l) Percentagem de água recuperada 2002 2003 2004 2005 2006 90 Anos 60 água recuperada (%) Linear (água recuperada (%)) % 30 0 2002 2003 2004 2005 2006 Ano

Efluentes líquidos Instalação de tratamento de efluentes Efluente à entrada da ITE Efluentes líquidos Instalação de tratamento de efluentes Efluente à saída da ITE

t Resíduos Resíduos localização dos parques Parque de sucata metálica Parque de resíduos Resíduos Resíduos Tendência para a diminuição da quantidade de resíduos industriais gerados Decréscimo da quantidade de resíduos para aterro Aumento da quantidade de resíduos para valorização externa Destino final dos resíduos gerados Eliminação externa 4000 3500 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 2002 2003 2004 2005 2006 Anos Valorização externa (reciclagem, recuperação)

Resíduos Como conseguimos Melhor separação - Ecopontos nas áreas fabris Melhor classificação - LER - Destino Opções mais adequadas ao tipo de resíduo (alternativas para o aterro) - embalagens de plástico lavadas, enfardadas - maior eficiência na secagem das lamas - papel e cartão para reciclagem Acções de sensibilização - Separação de resíduos - gestão de resíduos a todos os níveis da organização de acordo com procedimento e instruções de operação em vigor Solos e águas subterrâneas Solos e águas subterrâneas localização de piezómetros cam-c1 D C B A port -D1 res-a1 adm-d2-1 PEAD PEBD pebd -B2 adm-d2-2 pebd -A2 pead-c2 1 2 etil-a3 pmed- D4 cut -B3 Central Etileno etil-a4 3 but-c4 soda-a4 Butadieno mtbe -C4 4 recip -C5 tanc-c5 Fuel óleo Nafta Gasolina tanc-a5 5 FW tanc-b6 tanc-a6 Monte Feio Flare 2 C2 C3 C4 6 - : - : - : mfei-c7-1 mfei-c7-2 Efluentes ite-b7-1 ite-b7-2 ite-b7-3 res-a7-1 res-a6 res-a7-2 7

e gestão Directiva Responsabilidade Ambiental Os resultados das campanhas de medição e monitorização do desempenho ambiental são tidos em linha de conta pela GESTÃO para: - Definir Objectivos e Metas e respectivos Planos de Acção - Projectos de investimentos - Determinar a necessidade de estudos mais aprofundados Gestão Integrada da Saúde e Ambiente Sines BioAr 2001-2002 GISA 2007 Como co-financiadora, a Repsol Polímeros Lda. reconheceu no projecto Sines BioAr e agora no GISA a sua importância dado que constituem uma forma de: - Agilizar o sistema de informação existente - Promoção de parcerias entre empresas, entidades públicas e cidadãos - Identificação de aspectos que requeiram acções concertadas entre as várias partes interessadas