CSHG Asset Management Comentários do gestor CSHG Equity Hedge FIC FIM Setembro de 2013 O CSHG Equity Hedge FIC FIM teve rentabilidade de 1,96% em setembro ante uma variação de 0,70% do CDI. Ao longo do mês, a exposição bruta média foi de 44% e a média líquida direcional foi de 1.5%. No ano, o fundo acumula rentabilidade de 5,13% ante uma variação de 5,62% do CDI no mesmo período. Cenário Macro Conforme notado em cartas anteriores, o tema de política monetária e os efeitos sobre os preços dos ativos, devido à liquidez extraordinária fornecida pelos bancos centrais ao redor do mundo, continuam influenciando o desempenho dos mercados. Tanto o Federal Reserve nos Estados Unidos quanto o Banco Central da China (PBOC) dois dos maiores fornecedores de liquidez globalmente começaram o trimestre com uma postura mais contracionista em suas políticas monetárias. Entretanto, a preocupação com a fraqueza da recuperação macroeconômica nos Estados Unidos e uma potencial desaceleração mais forte na economia da China geraram uma reversão dessa postura, com retomada de expansão do crédito na China e com o Federal Reserve surpreendendo o mercado ao não começar a redução do QE (tapering) em sua última reunião, realizada em setembro. Essa mudança de direção teve efeito direto sobre os mercados beneficiados por essa liquidez extraordinária, os quais incluem os ativos brasileiros (ações, dívida, câmbio), que sofreram bastante com a saída de capital e a expansão do prêmio de risco exigido pelos investidores no início do ano, mas se recuperaram fortemente ao longo do último mês. Em conjunto com essa mudança de postura das autoridades monetárias globais, os dados macroeconômicos da China surpreenderam positivamente as expectativas do mercado (bastante negativas no início do trimestre) e resultaram em um forte movimento de short covering e realocação a ativos relacionados à China (destacandose entre eles commodities e ativos de mercados emergentes dependentes da China, inclusive o Brasil) Como exemplo desse movimento, apresentamos abaixo o comportamento do Ibovespa ante um dos índices de ações da China, o HangSeng Index. Rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros; fundos de investimento não são garantidos pelo administrador do fundo, gestor da carteira, por qualquer mecanismo de seguro, ou ainda, pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC); ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento, antes de efetuar qualquer decisão de investimento. Este boletim tem caráter meramente informativo, não podendo ser distribuído, reproduzido ou copiado sem a expressa concordância da Credit Suisse HedgingGriffo. A Credit Suisse Hedging Griffo não se responsabiliza por erros de avaliação ou omissões. Os investidores têm de tomar suas próprias decisões de investimento. Este fundo utiliza estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em perdas patrimoniais para seus quotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a consequente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo do fundo. A liquidação financeira e a conversão dos pedidos de resgate deste fundo ocorrem em data diversa do respectivo pedido. Para mais informações acerca das taxas de administração, cotização e públicoalvo de cada um dos fundos, consulte os prospectos e os regulamentos disponíveis no site www.cshg.com.br. Atendimento a Clientes Credit Suisse HedgingGriffo DDG: 0800 558 777 www.cshg.com.br/contato. Ouvidoria Credit Suisse HedgingGriffo DDG: 0800 772 0100 www.cshg.com.br/ouvidoria
Índice Ibovespa x Hang Seng Index 14,000 75,000 13,000 12,000 Hang Seng (eixo esq.) Ibovespa (eixo dir.) 70,000 65,000 11,000 60,000 55,000 10,000 50,000 9,000 45,000 8,000 Jan11 Abr11 Jul11 Out11 Fev12 Mai12 Ago12 Dez12 Mar13 Jun13 Fonte: Bloomberg. 40,000 Em adição às mudanças externas, tanto monetárias quanto macroeconômicas, os dados macroeconômicos brasileiros também surpreenderam positivamente em relação às expectativas. Além disso, o PIB do segundo trimestre chegou a 1,5% ante o período anterior (contra expectativas de 0,7% a 1,3%), e os primeiros dados do terceiro trimestre sobre produção industrial e consumo não vieram tão fracos quanto o esperado após as manifestações ocorridas no fim do segundo trimestre. Tal cenário reforçou a recuperação dos preços dos ativos no mercado local e resultou em uma apreciação de quase 20% no Ibovespa entre julho e setembro. Na nossa visão, continuamos céticos em relação ao potencial de crescimento da economia brasileira e, principalmente, à dinâmica do mercado doméstico. Tomando como base nosso acompanhamento das empresas, pouco mudou em relação ao segundo trimestre, e 2013 se desenrola como um ano decepcionante como 2012. Por outro lado, o mercado ainda não tem como premissa um nível menor de crescimento, e, em algum momento, o desempenho das ações deve corroborar a fraqueza dos resultados e a continuidade da tendência. É possível que tenhamos alguma recuperação em 2014 ou ainda no fim deste ano, mas nos parece cedo para acreditar nessa hipótese. Estamos atentos a qualquer mudança de cenário, tanto doméstico como internacional. Idiossincrasias do Brasil Muito em função de notícias marginalmente positivas tanto da economia chinesa como de alguma melhora do PIB no Brasil, a rápida mudança de sentimento trouxe fluxos às ações de empresas brasileiras. Tal movimento de alocação de ativos na bolsa, com grande destaque para fundos passivos e fundos globais, causou grandes distorções de retornos nas ações com posicionamento técnico estressado. Esse fluxo estrangeiro, juntamente com a dificuldade de se obter aluguel de algumas ações (seja por indisponibilidade de ativos, aumento de demanda ou, até mesmo, por taxas muito altas) e um efeito de redução de risco do mercado (short covering), resultou no fato de as maiores altas no índice em setembro virem de ações com posição técnica muito negativa (Gafisa +28%, Eletrobras +26%, Gol +25%, Oi +25%, Eletropaulo +17% e LLX +15%, por exemplo). A redução de risco de forma desordenada, conforme observada nas operações de arbitragem (cash and carry) também sofreu com as dificuldades do mercado de aluguel, o que deu Relatório de gestão CSHG Equity Hedge FIC FIM 2
continuidade ao movimento de cobertura de posições vendidas, stops diversos. Pouca racionalidade no mercado trouxe grandes dificuldades para a gestão de portfólio nos últimos meses e, em especial, ao longo de setembro. O custo do aluguel de um grupo de ações dificultou a implementação da operação, e a reversão destas piorou a dinâmica do mercado, com puxadas (fim abrupto de contratos de aluguel e a necessidade de recompra dos ativos) de aluguel e coberturas de short forçadas. Citadas as dificuldades técnicas acima, temos ainda mais um ingrediente que gera inúmeros questionamentos para a indústria de fundos de investimento: a mudança da composição do índice Bovespa e qual seria o tratamento em caso de saída do índice de empresas em dificuldade financeira ou recuperação judicial caso amplamente discutido para a OGX. O rebalanceamento do índice gerou discussões sobre a alocação de todos os fundos passivos (ou seja, fundos indexados ao Ibovespa) em relação a essa empresa com grande peso no índice e o risco iminente na mudança da composição do Bovespa e os desdobramentos para o mercado de ações e de fundos. A indústria de fundos se defrontou com um risco de desenquadramento ( descolamento do índice) de 5% no caso de OGX. Um risco bastante grande a ser corrido. Uma mudança de metodologia do índice se fez necessária, o que pode trazer alguma melhora como um indicador de performance do mercado brasileiro. Hoje, convivemos com um índice criado em função do índice de negociabilidade, calculado com base no volume de negócios de uma ação, o que gera seu peso (participação percentual na carteira teórica). O que, por muito tempo, foi um facilitador de performance relativa ao seu benchmark acabou sendo um detrator de performance e levou a BM&FBovespa a alterar a metodologia do índice. Essa alteração passará a valer a partir de 2014. Os ajustes de carteira e fundos foram feitos ao longo do mês, o que deu sustentação ao movimento de alta. Ainda destacando o fluxo de investimentos em ativos na bolsa brasileira, pode ser evidenciado pela mudança no posicionamento dos investidores estrangeiros no índice futuro, seja essa exposição direcional ou a reversão da operação de arbitragem citada anteriormente. Para expor de outra forma as distorções ocorridas no mercado recentemente, seguem três gráficos: Histórico de taxa de aluguel do BOVA11 (%a.a.) 25 20 15 Taxa BOVA 11 (%a.a.) 10 5 0 Dez08 Jul09 Jan10 Ago10 Fev11 Set11 Abr12 Out12 Mai13 Nov13 Jun14 Fonte: Bloomberg. Taxa média de aluguel do BOVA11 (ETF de Ibovespa): nele, podese ver que a taxa praticada ficou entre 2% a.a. e 5% a.a. de jan/2009 a mar/2013. Depois, passou a subir e chegou a operar perto de 23%. Relatório de gestão CSHG Equity Hedge FIC FIM 3
Posição total de aluguel em aberto (R$bi) 60 50 40 30 20 Posição total de aluguel em aberto (R$bi) 10 0 Dez08 Jul09 Jan10 Ago10 Fev11 Set11 Abr12 Out12 Mai13 Nov13 Jun14 Fonte: Bloomberg. Posição Total de Aluguel de ações em aberto: o mercado estava crescendo e se desenvolvendo, encontrando um equilíbrio perto de R$ 35 bilhões em aberto em 2012. Porém, o que se viu a partir do fim de 2012 foi um aumento considerável do total em aberto, que chegou a R$ 53,8 bilhões em maio de 2013. Rolagem do índice Bovespa 1500 1000 500 Fut1Fut2 0 500 1000 Jan11 Jun11 Nov11 Abr12 Set12 Fev13 Jul13 Fonte: Bloomberg. A rolagem também reflete o aumento no custo do aluguel da carteira do índice. A rolagem tem negociado em território negativo (carrego negativo). Isso é reflexo, entre outros fatores, de uma taxa implícita de aluguel elevada. É importante ressaltar que os motivos citados acima implicaram um comportamento errático do mercado, muito em função de posicionamento técnico, reversão de arbitragem e fluxos globais de capital. Momentos como esses são difíceis, porém geram grandes oportunidades de investimentos. Acreditamos na normalização e em um ambiente mais propício e racional ao longo de 2014. Entretanto, lidar com essa volatilidade faz parte do nosso dia a dia como gestores de patrimônio. Relatório de gestão CSHG Equity Hedge FIC FIM 4
Atribuição de performance Setembro foi um mês difícil para a Gestão LongShort. Ao longo do ano, temos tentado aumentar a volatilidade do portfólio e manter uma exposição bruta mais alta. O aumento da volatilidade no mercado (câmbio, juros e o próprio índice Bovespa) e as posições em sentido contrário geraram perdas significativas. Fomos muito ativos em baixar o risco do portfólio; porém, a baixa liquidez prejudicou ainda mais ao baixar o risco compra de posições vendidas e venda das posições compradas. Os temas de baixo crescimento do mercado doméstico brasileiro, a força dos exportadores e o viés mais defensivo do portfólio não funcionaram (nas três direções), e nós sofremos mais na parte short do portfólio. As principais perdas vieram dos setores de consumo, construção, shoppings e energia. Continuamos otimistas com as nossas posições e temas. Conforme já mencionado antes, essa volatilidade oferece grandes oportunidades de investimento, porém a gestão de risco durante esses períodos é muito importante. Relatório de gestão CSHG Equity Hedge FIC FIM 5
Breakdown resultados do fundo Setembro de 2013 Alocação Atual %PL Total de Ativos 7 Total de Passivos 7 Exposição Bruta 14 Valor de Mercado (Exposição Bruta) > R$ 10 bi %PL 5 > R$ 1 bi e < R$ 10 bi 9 < R$ 1 bi Volume Médio Diário (Exposição Bruta) > R$ 10 mi %PL 13 > R$ 1 mi e < R$ 10 mi 1 < R$ 1 mi Estratégia Contribuição (%) CORE 0.75 INTRA SETOR 0.06 DOUBLE ALPHA 1.37 Outros 0.33 Renda Fixa/Custos 0.43 Total 1.96 Alocação Setorial Exposição Bruta (%PL) Contribuição (%) (Exposição Bruta) Aviação 0.0 0.07 Bens de Capital 0.3 0.00 Bolsas 0.8 0.02 Concessionárias 0.0 0.02 Construção 2.9 0.23 Consumo 3.1 0.59 Educação 0.0 0.01 Energia 1.7 0.13 Finanças e Seguros 0.0 0.18 Frigoríficos 0.0 0.01 Índice 0.0 0.01 Mineração 0.0 0.01 Outros 0.0 0.25 Papel e Celulose 1.1 0.18 Petróleo e Gas 0.4 0.13 Petroquímica 1.1 0.02 Saúde 1.0 0.20 Serv iços 0.8 0.03 Shoppings 0.8 0.23 Siderurgia e Metalurgia 0.1 0.02 Telecomunicações 0.0 0.12 Transportes 0.0 0.08 Renda Fixa/Outros 0.43 Total 14 1.96 Fonte: Credit Suisse HedgingGriffo Relatório de gestão CSHG Equity Hedge FIC FIM 6
CSHG EQUITY HEDGE FIC FIM Relatório Gerencial 30/09/2013 Objetivo Fundo que tem por objetivo fornecer uma opção de investimento que supere, no longo prazo, a rentabilidade do CDI, independente das oscilações dos mais diversos mercados. Público Alvo Fundo destinado ao público em geral, observados os valores mínimos de aplicação inicial, permanência e movimentação constantes no prospecto. Classificação Anbima: Long And Short Direcional Gestor: Credit Suisse HedgingGriffo Asset Management S.A Características Data de início 01/02/2010 Aplicação Mínima: 50,000.00 Saldo Mínimo: 50,000.00 Movimentação Mínima: 10,000.00 Cota: Fechamento Cota aplicação: D+1 Cota resgate: D+10 Liquidação resgate: D+13 Taxa de saída antecipada: Não há Taxa de administração: 1,00% a.a Taxa de performance: 20% do que exceder o CDI. Este fundo está fechado para novas aplicações. Admite Alavancagem: Sim Administrador: Credit Suisse HedgingGriffo Corretora De Valores S.A. CSHG EQUITY HEDGE FIC FIM x CDI 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 10% Calculado até 30/09/2013 Fundo fev10 abr10 jun10 ago10 out10 dez10 fev11 abr11 jun11 ago11 out11 dez11 fev12 abr12 jun12 ago12 out12 dez12 fev13 abr13 jun13 ago13 CDI Performance Fundo CDI Volatilidade anualizada (Desvio padrão média 40 dias) Retorno anualizado Desvio padrão anualizado ** Índice de sharpe ** Rentabilidade em 12 meses Número de meses positivos Número de meses negativos Número de meses acima de 100% do CDI Número de meses abaixo de 100% do CDI Maior rentabilidade mensal Menor rentabilidade mensal 11.98% 2.43% 1.03 7.18% 37 6 27 16 2.30% 1.96% 9.47% 0.10% 7.41% 43 1.07% 0.48% 5.0% 4.5% 4.0% 3.5% 3.0% 2.5% 2.0% 1.5% 1.0% 0.5% 0.0% Fundo CDI Patrimônio líquido R$ Patrimônio médio em 12 meses *** R$ 235,642,195.32 249,100,414.77 mar10 jun10 set10 dez10 mar11 jun11 set11 dez11 mar12 jun12 set12 dez12 mar13 jun13 set13 ** Calculado desde 01/02/2010 até 30/09/2013 *** Ou desde a sua constituição, se mais recente. Rentabilidades (%) * 2010 2011 2012 2013 Jan Fev Mar Abr Mai Rentabilidade líquida de administração e performance e bruta de impostos. Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano CDI 0.26 0.48 1.30 0.62 0.53 0.78 1.78 1.04 1.26 1.64 0.91 11.12 1.88 0.87 0.20 1.54 0.71 0.92 1.65 2.08 1.68 0.18 1.09 0.41 14.01 1.07 1.91 1.98 0.85 2.30 1.44 2.24 0.12 1.48 0.11 0.25 1.33 0.12 0.97 0.72 0.77 1.48 1.96 1.05 0.98 0.08 13.59 5.13 8.99 11.59 8.41 5.62 Acum. Fdo. 11.12 26.68 43.89 51.27 Acum. CDI * Rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros; Fundos de Investimento não são garantidos pelo administrador do fundo, gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro, ou ainda, do fundo garantidor de crédito (fgc); Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e o regulamento do fundo de investimento antes de efetuar qualquer decisão de investimento. Caso o índice comparativo de rentabilidade utilizado neste material, não seja o parâmetro objetivo do fundo (benchmark oficial), tal indicador é meramente utilizado como referência econômica. Para obter informações sobre o uso de derivativos, conversão de cotas, objetivo e público alvo, consulte o prospecto e o regulamento do fundo. Verifique a data de início das atividades deste fundo. Para avaliação da performance de fundos de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 meses. Verifique se este fundo utiliza estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em perdas patrimoniais para seus quotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a conseqüente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo do fundo.verifiquese este fundo está autorizado a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior. Este fundo pode estar exposto a significativa concentração em ativos de renda variável de poucos emissores. Para fundos que perseguem a manutenção de uma carteira de longo prazo, não há garantia de que o fundo terá o tratamento tributário para fundos de longo prazo. Verifique se a liquidação financeira e conversão dos pedidos de resgate deste fundo ocorrem em data diversa do respectivo pedido. A partir de 02/05/2008, todos os fundos de investimento que utilizam ativos de renda variável em suas carteiras deixam de apurar sua rentabilidade com base na cotação média das ações e passam a fazêlo com base na cotação de fechamento destes ativos. Desta forma comparações de rentabilidade destes fundos com índices de ações devem utilizar, para períodos anteriores a 02/05/2008, a cotação média destes índices e, para períodos posteriores a esta data, a cotação de fechamento. Ouvidoria Credit Suisse HedgingGriffo 0800 77 20 100 ou www.cshg.com.br/ouvidoria. 8.99 21.63 31.86 39.26 A presente Instituição aderiu ao Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento. Sistema: INFINITE Report ID: A135DCC7CA76D9D63CD489B40212BF31